1ª Sessão - Tabela Matriz

418 visualizações

Publicada em

1ª Parte - Tabela Matriz

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
418
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
10
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

1ª Sessão - Tabela Matriz

  1. 1. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Tabela matriz a utilizar para a realização da 1ª parte da tarefa Conhecimento na área Biblioteca escolar Aspectos críticos que a Literatura Desafios. Acções Domínio Pontos fortes Fraquezas Oportunidades Ameaças identifica a implementar Para a BE em Deficiente Adaptação à Desenvolver uma mudança-BE do formação a nível mudança. actividade séc.XXI , a mudança de registo, Modificação de sistemática de que deve presidir às A BE como catalogação e práticas com vista recolha de Factores críticos nossas práticas e centro das indexação, da à melhoria da informação que de sobrevivência que coloca a BE no aprendizagens e criação e qualidade de nos permita para as BES: centro das da construção do exploração dos aprendizagem e ajuizar e decidir - organização de aprendizagens e da conhecimento. ambientes sucesso de uma forma informação digital construção do A BE digitais. educativo. fundamentada o para estar pronta a Competências do conhecimento. desempenha Dificuldades em Fazer rumo a dar à usar no quadro professor bibliotecário No contexto actual diferentes papéis: divulgar o compreender nossa acção: interactivo; as BE têm um papel informacional; trabalho àqueles que têm - a criação de informacional, transformativo e desenvolvido pela poder de decisão ambientes digitais - gerir para o transformativo e formativo (Bogel) biblioteca: de que: de aprendizagem; sucesso formativo. Professor com divulgação do - o papel do Prof. - a ligação ao educativo, para a São ainda espaço elevado trabalho da BE e Bibliotecário, é currículo. melhoria das de conhecimento, conhecimento da de envolver imprescindível de ligações, de escola e do meio outras entidades para as aprendizagens e acções e em que esta se (Ass. Pais; Casa aprendizagens e do trabalho evidncias/provas insere. do sucesso educativo escolar; criar Maria José Carvalho Passeira Peredo 1
  2. 2. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar (Ross Todd). Prof/voluntariado; dos alunos: mais-valias Actualmente o Ass. Ind. e - investir em mais comportamentais, Prof. Bibliotecário Comercial). recursos formativas e de tem humanos, não aprendizagem responsabilidades representa uma junto dos alunos: acrescidas e tem de perda ou um - gerir no sentido adquirir investimento sem da optimização competências ao retorno, mas uma dos processos que nível da literacia da mais-valia para a produzam informação escola e para os resultados e (incluindo a alunos. impacto na literacia digital). qualidade da BE e dos serviços que prestamos: - ser prospectivo; - estar atento; - ter uma postura de investigação e aprendizagem contínua. BE integrada na Facilidade de Número Importância de Diminuta RBE (2003), acesso a todas as insuficiente de Desenvolvimento fazer entender aos Organização e Gestão da formação equipada e zonas da elementos da de um trabalho professores BE relativamente à organizada segundo biblioteca. equipa de colaborativo e em (alguns fechados avaliação das BE. as orientações da Adequação do coordenação. equipa. à colaboração Maria José Carvalho Passeira Peredo 2
  3. 3. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar mesma, equipamento às A equipa não é com a biblioteca contemplando o necessidades dos multidisciplinar, escolar), aos espaço nuclear as utilizadores. faltando, por alunos e aos zonas de: exemplo um pais/enc. de recepção/atendimen professor de educação que a to, leitura informal informática. biblioteca cumpre de periódicos, Má localização da objectivos leitura e produção BE (zona de semelhantes ao multimédia, leitura confluência de das escola e que vídeo /zona áudio, salas e escadas algum do sucesso leitura de para o 1º andar). educativo obtido documentos Trabalho se deve à impressos e excessivo e participação da trabalho de grupo. burocrático do biblioteca escolar. Liderança do Prof. Coordenador das Bibliotecário e da BES, que não equipa: dispõe de tempo - o prof. para dedicar às bibliotecário actividades. coordena uma equipa de três prof. Bibliotecárias e cinco professores. Selecção dos Diversidade Tratamento do Introduzir Condicionalismos Maior Gestão da Colecção documentos razoável de fundo documental melhorias no endógenos e empenhamento e (material livro e títulos, divididos muito atrasado. Manuel de exógenos, participação dos não - livro) com o pelas diferentes Necessidade de procedimento limitam a nossa Departamentos/Á Maria José Carvalho Passeira Peredo 3
  4. 4. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar auxílio dos classes (CDU) aquisição de não documental. acção reas Disciplinares Departamentos A colecção livro - DVD de (expectativas, na selecção e Curriculares de existente na BE apoio e projecções, aquisição do acordo com os satisfaz as desenvolvimento políticas, fundo critérios definidos necessidades dos do currículo planeamento e documental. no Manual de utilizadores. (Filosofia, gestão) na BE. Implementação da Procedimentos. Utilização do Sociologia, política programa Economia,…). documental na Bibliobase, para Existência de gestão da registo, grande quantidade colecção. catalogação e de material não Actualização da empréstimo livro - VHS, com colecção. domiciliário. muito pouca Estabelecer Existência de utilidade. parcerias inter e documentos de Grandes lacunas intra escolas com referência na ao nível das TIC vista ao colecção, (ambientes desenvolvimento enciclopédias, digitais). cooperativo da dicionários, atlas, colecção (digital e conjuntos de doze impressa). ou mais livros Usar as PNL, para leitura estatísticas da BE orientada em sala para recolha e de aula e leitura registo de autónoma. evidências. Maria José Carvalho Passeira Peredo 4
  5. 5. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar Ineficiente articulação entre Oferta de BE e melhores serviços Estudos Departamentos/Á à comunidade comprovam que a reas Evidência educativa. A BE como espaço de biblioteca escolar Disciplinares. irrefutável de que Actualizar e conhecimento e do séc.XXI é o Pouco trabalho a biblioteca facilitar o acesso Possibilidade de aprendizagem. Trabalho espaço de colaborativo por escolar contribui Visibilidade das a documentos que utilização da BE colaborativo e articulado capacitação, parte do pessoal para o sucesso funções do respondam às em diferentes com Departamentos e conectividade, docente. educativo dos professor necessidades dos contextos, lectivo docentes. envolvimento e Resistência do alunos e para o bibliotecário utilizadores nos e não lectivo. interactividade, pessoal docente desenvolvimento aspectos da cujo resultado é a em modificar as das literacias na informação, construção do suas práticas, face nossa sociedade. educação e lazer. conhecimento. aos recursos à sua disposição (BE) para o ensino- aprendizagem. A BE cumpre a Diminuta Não promover Relevar a Papel relevante da sua missão e utilização dos Ampla divulgação nem apoiar a importância da BE no objectivos: Guias de do PAA da BE, formação leitura como meio Formação para a leitura desenvolvimento de promove a leitura, Literacia, por junto da contínua “ao de elevar os e para as literacias competências no encoraja hábitos parte dos alunos. comunidade longo da vida” níveis de âmbito da leitura, de leitura Dificuldade em educativa: aprendizagem e literacia da duradouros, apoia motivar os alunos - PNL; sucesso informação e da e estimula os para o gosto e o - Projecto aLeR+; - iliteracia; educativos do literacia digital. currículos, prazer de ler. - Actividades em - analfabetismo; alunos. Maria José Carvalho Passeira Peredo 5
  6. 6. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar promove a Fracos hábitos de pareceria com a - exclusão social: literacia a todos leitura dos alunos BM… - discriminação... os níveis, cria e famílias. hábitos de O recurso dos Elevados níveis pesquisa, recolha, alunos à Internet é de literacia estão selecção e feito sem hoje associados à processamento da orientação dos empregabilidade e informação. professores, à cidadania. desconhecendo os perigos que correm ao navegar na Net sem se protegerem. Membros da Perspectivação da O Perspectivar o equipa com mudança das BE apetrechamento futuro das BE de A BE actual, do domínio relativo com o Plano das salas de aula modo a dar séc. XXI, é aquela das novas Tecnológico da com novas resposta ao novo que tem que tecnologias. Falta de apoio Educação, na tecnologias paradigma digital, integrar o novo A BE tem meios nesta área. organização da (computadores, através de redes BE e os novos paradigma digital e de difusão da Falta de formação informação projector de vídeo sociais (Twitter, ambientes digitais. proporciona a todos informação em ambientes digital, na criação - PTE) leva à faceboock, h5, os alunos iguais através de várias digitais. de ambientes subutilização dos Sonico, pág. Web, oportunidades de vias: blogue, pág. virtuais de recursos, postos à blogue, …), para acesso aos recursos. Web, boletim da aprendizagem e disposição dos poder responder BE (difundido na ligação ao alunos, nas BE. de forma cabal apenas por via currículo. aos interesses dos Maria José Carvalho Passeira Peredo 6
  7. 7. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar electrónica). Oportunidade utilizadores. para os Prof. de TIC fazerem parte da equipa da biblioteca. A avaliação é um Recolher elemento evidências/provas fundamental no de forma Ainda não foi processo de gestão continuada. interiorizada uma porque nos permite Oportunidade de Criar diferentes prática continuada aferir da eficácia reflexão sobre as registos e sistemática da dos serviços que Evidências como práticas e rotinas Risco de uma comprovativos Gestão de evidências/ recolha de prestamos e o meio facilitador da BE, através do avaliação pouco das evidências avaliação. evidências/prova, impacto que temos da avaliação. modelo de auto fiável. das acções para uma melhor nas atitudes, nos avaliação das BE. desenvolvidas. avaliação do comportamentos e Criar portefólios trabalho dos prof. competências dos para registo das bibliotecários. nossos utilizadores. melhores A avaliação baseia- evidências/provas se em evidências. /acções. Gestão da mudança SÍNTESE Factores de sucesso Obstáculos a vencer Acções prioritárias O novo modelo de Comunidade educativa bem informada Desvalorização do papel da BE, Valorização da BE junto da biblioteca, a BE actual, sobre o papel da BE e do Prof. colocando-a no lugar que lhe comunidade educativa e na Maria José Carvalho Passeira Peredo 7
  8. 8. “Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares” Conhecimento na área Biblioteca escolar aposta: Bibliotecário. pertence – como centro de comunidade alargada. - na polivalência e na Liderança da equipa e do coordenador aprendizagem. Dar visibilidade às actividades do multiplicação de da BE. PAA da BE. espaços; Estreita colaboração com os órgãos de Apostar no marketing da BE. - na divulgação e direcção do Agrupamento. Desenvolver um trabalho colaborativo animação cultural, com os seus pares em prol da assumindo o seu papel qualidade de ensino e da melhoria das de mediação e de aprendizagens dos alunos e sucesso aproximação a públicos educativo. alargados; - nas estratégias inclusivas de democratização cultural; - forte no marketing; - no estabelecimento de redes de contactos e parcerias. Maria José Carvalho Passeira Peredo 8

×