Conflito e Paz izildinha
É madrugada, e o sono foge pela minha fresta Lentamente, tento enganar, estes conflitos Os dias que se passam, num filme, ...
Quando os sonhos são reais, não há o que temer Tudo o que é fantasia, veste a multidão Temores que se atrevem, vêm perecer...
Então se finge que dorme, num ensaio da morte Mas sabe-se que a noite, logo passa Refazendo as vestimentas da sorte A desm...
E se tudo isso é banal e cruel Banalidades nem crédito tem Reforça-se, uma bela história num papel E vendo-a, lendo-a, enc...
Num canto verossímil, canto angelical Lindas harpas de lírios ornadas Nas letras que falam da felicidade natural Que se en...
Tendo sempre o alívio,poesia e canção Entendendo as escritas verdadeiras Que deixam marcas no coração Um riso solto nas ma...
A esperança é amiga dos sonhos vespertinos E brinca solta na luz dos dias Se transforma em paz, folguedos de meninos Que a...
[email_address] E as incertezas rolam, qual rio para o mar E se dissolvem numa multidão de paz Ouvindo rumores em amores c...
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C O N F L I T O S E P A Z

  1. 1. Conflito e Paz izildinha
  2. 2. É madrugada, e o sono foge pela minha fresta Lentamente, tento enganar, estes conflitos Os dias que se passam, num filme, numa festa Trazem as lembranças em letreiros escritos...
  3. 3. Quando os sonhos são reais, não há o que temer Tudo o que é fantasia, veste a multidão Temores que se atrevem, vêm perecer Nas dobras, cobrando outra ilusão.
  4. 4. Então se finge que dorme, num ensaio da morte Mas sabe-se que a noite, logo passa Refazendo as vestimentas da sorte A desmanchar a ansiedade na fumaça.
  5. 5. E se tudo isso é banal e cruel Banalidades nem crédito tem Reforça-se, uma bela história num papel E vendo-a, lendo-a, encontra o bem.
  6. 6. Num canto verossímil, canto angelical Lindas harpas de lírios ornadas Nas letras que falam da felicidade natural Que se encontra sempre de mãos dadas.
  7. 7. Tendo sempre o alívio,poesia e canção Entendendo as escritas verdadeiras Que deixam marcas no coração Um riso solto nas manhãs trigueiras.
  8. 8. A esperança é amiga dos sonhos vespertinos E brinca solta na luz dos dias Se transforma em paz, folguedos de meninos Que alegram a rua vazia.
  9. 9. [email_address] E as incertezas rolam, qual rio para o mar E se dissolvem numa multidão de paz Ouvindo rumores em amores cantar A vitória que em todo ser jaz.

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