Do micro ao macro: uma abordagem transdisciplinar no ensino das ciências   Deborah Benedita Gomes de Souza Evilásio José d...
“ NÃO HÁ RAZÃO PARA TER MEDO DAS SOMBRAS. APENAS INDICAM QUE EM ALGUM LUGAR PRÓXIMO BRILHA A LUZ.” RUTH RENKEL
Formação do Professor Tradicionalmente a formação realiza-se pela transmissão dos que sabem (pela posição de poder  que oc...
O professor  busca melhorar sua prática, para isso tem que aprender. Aprender no sentido de apropriar-se de um saber, de u...
<ul><li>Ementa </li></ul><ul><li>PARTE I </li></ul><ul><li>1. Teste: Girafa, Jacaré e Elefante </li></ul><ul><li>2. Discip...
<ul><li>Parte II </li></ul><ul><li>1. Teste japonês </li></ul><ul><li>2. Vídeo: caos (27 minutos) </li></ul><ul><li>3. Con...
Bibliografia <ul><li>MORIN, Edgar. Ciência com Consciência. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. </li></ul><ul><li...
Na disciplinaridade  – segue o pensamento cartesiano que passa pelas idéias de separação: Dicotomias (dualidades/oposição)...
Na transdisciplinaridade  - vinculado a complexidade, o pensamento complexo (Edgar Morin).  Articulação  Indissociabilidad...
Ensino da Matemática <ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Filosofia </li></ul><ul><li>Filosofia da Educação </li></ul><ul><l...
Soluções diferenciadas e soluções complementares na Resolução de Problemas   Prof. Sergio Antonio Wielewski Diferença Comp...
A visão Relacional Sergio Antonio Wielewski
Se os professores são elementos-chave do processo de ensino-aprendizagem  (Ponte, 1995) Três níveis de preocupações  (NCTM...
Surgimento dessa forma de pensamento:   com o envolvimento da Psicologia em conjunto com a Educação Matemática <ul><li>Um ...
Postura de Skemp: Relacional!!! Porém recomenda-se o bom senso, pois... <ul><li>Se extremada no “instrumental” a matemátic...
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IníCio Do Micro Ao Macro

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IníCio Do Micro Ao Macro

  1. 1. Do micro ao macro: uma abordagem transdisciplinar no ensino das ciências Deborah Benedita Gomes de Souza Evilásio José de Arruda
  2. 2. “ NÃO HÁ RAZÃO PARA TER MEDO DAS SOMBRAS. APENAS INDICAM QUE EM ALGUM LUGAR PRÓXIMO BRILHA A LUZ.” RUTH RENKEL
  3. 3. Formação do Professor Tradicionalmente a formação realiza-se pela transmissão dos que sabem (pela posição de poder que ocupa, pelas práticas que acumulam etc.) a quem se costuma colocar na posição de não saber. Outra maneira de realização de formação é compartilhar experiências que permitam apropriar-se das práticas de outros, porém muitas vezes descontextualizadas e desprovidas das referências que as orientam. Por isso, quando essas práticas chegam a outras salas de aula e escolas, elas não têm história, não respondem a uma necessidade, carecem de vida e diluem-se pelo fato de não encontrar um interlocutor que as incorpore
  4. 4. O professor busca melhorar sua prática, para isso tem que aprender. Aprender no sentido de apropriar-se de um saber, de uma prática, de uma forma de relação com os outros e consigo mesmo, ou seja, um aprender que permita reconstruir situando a própria experiência como aprendiz. Por isso , já algum tempo, consideramos que a experiência de formação não deve vir de fora, como uma tecnologia salvadora que promete a solução ou o remédio para os problemas da educação. O conteúdo e o processo de formação devem partir dos sujeitos . É a indagação sobre suas experiências significativas que lhes permitem não apenas constituir-se como autores e atores , mas também aprender consigo mesmo e com os outros. Dessa aprendizagem decorre o conhecimento que se encarna na práxis.
  5. 5. <ul><li>Ementa </li></ul><ul><li>PARTE I </li></ul><ul><li>1. Teste: Girafa, Jacaré e Elefante </li></ul><ul><li>2. Disciplinaridade e Transdisciplinaridade </li></ul><ul><li>3. Educação Matemática </li></ul><ul><li>4. Concepção de Otte - Complementaridade </li></ul><ul><li>5. Vídeos: Ordem no caos (27 minutos) </li></ul><ul><li>6. Complexidade </li></ul><ul><li>6.1. Ciência com Consciência </li></ul><ul><li>7. A granja </li></ul><ul><li>8. Atividades e apresentação das atividades </li></ul><ul><li>9. Ilusão de ótica (1): encerramento. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Parte II </li></ul><ul><li>1. Teste japonês </li></ul><ul><li>2. Vídeo: caos (27 minutos) </li></ul><ul><li>3. Continuação: Ciência com consciência </li></ul><ul><li>4. Sete saberes </li></ul><ul><li>5. Vídeo de Morin (50 minutos) </li></ul><ul><li>6. Infinitamente grande e infinitamente pequeno </li></ul><ul><li>7. Atividades </li></ul><ul><li>8. Apresentação das atividades (encerramento) </li></ul>
  7. 7. Bibliografia <ul><li>MORIN, Edgar. Ciência com Consciência. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. </li></ul><ul><li>MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 10.ed.São Paulo: Cortez, 2005. </li></ul><ul><li>DOMINGUES, Ivan (org). Conhecimento e Transdisciplinaridade. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. </li></ul><ul><li>DOMINGUES, Ivan (org). Conhecimento e Transdisciplinaridade II. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. </li></ul>
  8. 8. Na disciplinaridade – segue o pensamento cartesiano que passa pelas idéias de separação: Dicotomias (dualidades/oposição) – razão/ emoção; pensamento/sentimento; alma/corpo; ordem/desordem; sujeito/objeto; racional/irracional; quantidade/qualidade; parte/todo; unidade/diversidade; indivíduo/sociedade; local/global Lógica da simplicidade fragmentação – hierarquização – disjunção – redução - abstração Disciplinaridade - Transdisciplinaridade
  9. 9. Na transdisciplinaridade - vinculado a complexidade, o pensamento complexo (Edgar Morin). Articulação Indissociabilidade do sujeito e objeto – princípio da complementaridade – interdependência dos fenômenos. Lógica da complexidade Construir relações Não se trata de rejeitar a disciplinaridade. A disciplinaridade é a base para a transdisciplinaridade. Complementaridade dos opostos
  10. 10. Ensino da Matemática <ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Filosofia </li></ul><ul><li>Filosofia da Educação </li></ul><ul><li>Matemática </li></ul><ul><li>Filosofia da Matemática </li></ul><ul><li>Educação Matemática (Resolução de Problemas, Modelagem Matemática, Etnomatemática, História da Matemática, Uso de computadores, Jogos matemáticos) </li></ul><ul><li>Filosofia da Educação Matemática </li></ul>
  11. 11. Soluções diferenciadas e soluções complementares na Resolução de Problemas Prof. Sergio Antonio Wielewski Diferença Complemento
  12. 12. A visão Relacional Sergio Antonio Wielewski
  13. 13. Se os professores são elementos-chave do processo de ensino-aprendizagem (Ponte, 1995) Três níveis de preocupações (NCTM, 1994, p. 29). Com o conteúdo Com os alunos a que se destinam Com a forma como eles aprendem
  14. 14. Surgimento dessa forma de pensamento: com o envolvimento da Psicologia em conjunto com a Educação Matemática <ul><li>Um dos pioneiros na integração foi Richard R. Skemp, (1989) que faz a distinção entre “compreensão instrumental” e “compreensão relacional” em termos de Matemática, tendo em consideração o tipo de conhecimento que cada uma reflete . </li></ul><ul><li>O “ conhecimento instrumental da Matemática ” é constituído por um conjunto de indicações determinadas e bem definidas, idéias, regras, generalizações sacramentadas, fórmulas já consagradas que, se realizadas envolvendo uma seqüência de passos previamente indicados, permitem a realização das tarefas matemáticas propostas. </li></ul><ul><li>Já o “ conhecimento relacional da Matemática ” caracteriza-se pela posse de um conjunto de estruturas conceituais que, ao serem adequadas, redimensionadas a um determinado contexto, permitem aos seus detentores a elaboração de vários planos, com vista à realização das tarefas matemáticas. Nesta perspectiva, o aluno adquire conhecimentos que lhe permitirão adequar e resolver uma grande variedade de tarefas. </li></ul>
  15. 15. Postura de Skemp: Relacional!!! Porém recomenda-se o bom senso, pois... <ul><li>Se extremada no “instrumental” a matemática torna-se: </li></ul><ul><ul><li>um corpo de “conhecimentos” de difícil acesso para a maioria, </li></ul></ul><ul><ul><li>sem um imediato sentido utilitário, </li></ul></ul><ul><ul><li>fragmentado, dependente da “memorização”, e outros adjetivos que dificultam essa popularização </li></ul></ul><ul><ul><li>totalmente dependente da necessidade de um mediador ( professor ), que indique ou dê pistas do que, quando e onde usar determinada ferramenta, </li></ul></ul><ul><ul><li>...pois somente ele percebe até então, a “visão global do problema”. </li></ul></ul><ul><li>Se extremada no “relacional”, torna-se : </li></ul><ul><ul><li>mais lento o processo, </li></ul></ul><ul><ul><li>os resultados a serem obtidos, dependem de constantes pesquisas, </li></ul></ul><ul><ul><li>de uma ampla vivência, experiência e segurança por parte do professor para orientar, </li></ul></ul><ul><ul><li>paciência e perseverança por parte dos alunos etc. </li></ul></ul>

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