SEMINÁRIO ESPÍRITA - MÓDULO II -INSTRUÍ-VOS!

1.776 visualizações

Publicada em

Seminário espírita em dois módulos - MÓDULO II - Instruí-vos!, elaborado por Jorge Luiz - Fortaleza - Ceará - Brasil.
email: jorge.grauca@gmail.com

1 comentário
2 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.776
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
88
Comentários
1
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

SEMINÁRIO ESPÍRITA - MÓDULO II -INSTRUÍ-VOS!

  1. 1. I. COMECE PELO COMEÇO! ... EXPERIÊNCIAS ALHEIAS DOS MODELOS DESENVOLVIDOS MISTO DOS DOIS MODELOS“(...) temos observado uma série demanifestações e posicionamentos e atitudesno movimento espírita que são nitidamenteefeitos de uma causa maior: a falta deentendimento do Espiritismo como cultura querompe com o passado e, ainda mais, adeficiente visão dos objetivos maiores doEspiritismo.”(GARCIA, Wilson in Nosso Centro Casa de Serviços e Cultura Espírita)
  2. 2. II. MENTE DE APRENDIZ“Quem desejar conhecê-lo (OEspiritismo) seriamente, deve, pois,como primeira condição, submeter-se a um estudo sério e persuadir-sede que, mais do que qualquerciência, não se pode aprenderbrincando.(...)” (“O Livro dos Médiuns, item 334)
  3. 3. II. MENTE DE APRENDIZ“Sem estudo constante daDoutrina não se fazEspiritismo, cria-se apenasuma rotina de trabalhospráticos que dão a ilusãode eficiência.” (PIRES, J. H. in “O Centro Espírita)
  4. 4. III. O PENSAMENTO ESPÍRITA OBJETIVOS CLAROS MISSÃO DO ESPIRITISMO MISSÃO DOS ESPÍRITAS FUNÇÃO E SIGNIFICAÇÃO DO CENTRO ESPÍRITA“Se os espíritas soubessem o que é o centroEspírita, quais são realmente a sua função e asua significação, o Espiritismo seria hoje o maisimportante movimento cultural e espiritual daTerra.” (PIRES, J. H. in “O Centro Espírita)
  5. 5. III.O PENSAMENTO ESPÍRITA CULTURA ESPÍRITA“É que o Espiritismo abre horizontestão vastos, que a vida corporal,curta e efêmera, se apaga com todasas suas vaidades e suas pequenasintrigas, ante o infinito da vidaespiritual.”(KARDEC, Allan in Viagem Espírita em 1862)
  6. 6. IV. SER ESPÍRITA SER IMORTAL SER EM EVOLUÇÃO SER MORAL
  7. 7. IV. SER ESPÍRITA“Aquele que podemos, com razão, qualificar deverdadeiro e sincero espírita, encontra-se numgrau superior de adiantamento moral. O Espíritojá domina mais completamente a matéria e lhe dáuma percepção mais clara do futuro; osprincípios da doutrina fazem vibrar-lhe as fibrasque nos outros permanecem mudas; numapalavra: foi tocado pelo coração e, por isso, asua fé é inabalável.(...) Reconhece-se overdadeiro espírita pela sua transformação morale pelos esforços que faz para dominar suas másinclinações.” (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. XVII, item 4)
  8. 8. V. MOVIMENTO ESPÍRITA“Conjunto de atividades que têm porobjetivo, divulgar e praticar a DoutrinaEspírita, contida nas obras básicas deAllan Kardec, colocando-a ao alcancede toda a Humanidade.As atividades que compõem oMovimento Espírita são realizadas porpessoas, o isoladamente ou emconjunto, e por Instituições Espíritas.” (Estrutura e Funcionamento do Movimento Espírita - FEB)
  9. 9. V. MOVIMENTO ESPÍRITA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL FEDERATIVAS ESTADUAIS ALIANÇAS REGIONAIS UNIÃO DISTRITAIS
  10. 10. V. MOVIMENTO ESPÍRITA FEIÇÕES E RUMOS “OS CIENTÍFICOS” “OS MÍSTICOS” “OS ESPÍRITAS PUROS” “OS KARDECISTAS” “OS ROUSTANGUISTAS” “OS REFORMISTAS”
  11. 11. “Temos necessidade depreservar os fundamentos espíritas, honrá-los e sublimá-los, senãoacabaremos estranhos uns aos outros.” (Bezerra de Menezes/Divaldo Franco in “Reformador”)
  12. 12. VI. A UNIFICAÇÃO O QUE É UNIFICAÇÃO? UNIFICAR É DIFERENTE DE UNIFORMIZAR. “O PACTO ÁUREO” CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL OBJETIVOS “CARAVANA DA FRATERNIDADE”
  13. 13. VI. A UNIFICAÇÃO “Unamo-nos, amemo-nos, retificando as nossas opiniões, as nossas dificuldades e os nossos pontos de vista, diante da mensagem clara e sublime da Doutrina com que Allan Kardec enriquece a nova era, compreendendo que lhe somos simples discípulos.”
  14. 14. VI. A UNIFICAÇÃO ALLAN KARDEC E A UNIFICAÇÃO “Um dos maiores obstáculos capazes de retardar a propagação da Doutrina Espírita seria a sua falta de unidade.” (KARDEC, Allan in Obras Póstumas – Projeto 1868)
  15. 15. VI. A UNIFICAÇÃO ALLAN KARDEC E A UNIFICAÇÃOUm curso regular de Espiritismo seriaprofessado com o fim de desenvolver osprincípios da ciência e difundir o gostopelos estudos sérios. Este curso teria avantagem de fundar a unidade deprincípios, de fazer adeptos esclarecidos,capazes de espalhar as idéias espíritas, ede desenvolver grande número demédiuns.” (KARDEC, Allan in Obras Póstumas – Projeto 1868)
  16. 16. “Seja Allan Kardec, não apenas cridoou sentido, apregoado oumanifestado, a nossa bandeira, massuficientemente vivido, sofrido,chorado e realizado em nossaspróprias vidas. Sem essa base é difícilforjar o caráter espírita-cristão que omundo conturbado espera de nós pelaunificação.” (Bezerra de Menezes – Psicografia de F. C. Xavier – Unificação – “Reformador” dez/1975)
  17. 17. “Bastam esses fatos para nosmostrar que o Espiritismo é oGrande Desconhecido dosespíritas. E é por isso, por causadessa negligência imperdoável noestudo da doutrina, que os própriosadeptos se transformaram emeficientes instrumentos de combateao Espiritismo.(...) (...).
  18. 18. “Se os espíritas conscientes não sedispuserem a uma tentativa dereconstrução, de reerguimento desseedifício em perigo, ficaremos nacondição de nababos que desprezamas suas riquezas por incompetênciapara geri-las.(...) Nós mesmosabrimos o portal da muralha erecolhemos, alegres e estultos, oCavalo de Tróia em nossa fortalezainexpugnável.” (PIRES, J. Herculano in Curso Dinâmico de Espiritismo)

×