EDUCAÇÃO PARA A MORTE

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Palestra espírita elaborada por Jorge Luiz, Fortaleza, Ceará.
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EDUCAÇÃO PARA A MORTE

  1. 1. Educação para a Morte
  2. 2. “Estou aqui hoje e sempre Pois minha irmã é a vida E a dançar em vossa roda É ela quem me convida.” (Manifesto Tânatos) VIDA E MORTE
  3. 3. “A morte é, simplesmente, um segundo nascimento; deixamos o mundo pela mesma razão por que nele entramos, segundo a ordem da mesma lei.” (DENIS, Léon, in “O Grande Enigma”))
  4. 4. EDUCAÇÃO - Conceito “A educação é uma resposta da finitude da infinitude.(...).” (FREIRE, Paulo in “ Educação e Mudança”)
  5. 5. “As religiões podiam ter prestado um grande serviço se houvessem colocado o problema da morte em termos de naturalidade.” (PIRES, J. Herculano in “Educação para a Morte”)
  6. 6. “A educação, baseada numa concepção exata da vida, transformaria a face do mundo. Suponhamos cada família iniciada nas crenças espiritualistas sancionada pelos fatos e incutindo-as aos filhos, ao mesmo tempo que a escola laica lhes ensinasse os princípios da Ciência e as maravilhas do Universo: uma rápida transformação social operar-se-ia então sob a força dessa dupla corrente.” (DENIS, Léon in “Depois da Morte”)
  7. 7. “(...) uma sociedade que contribui para um medo sempre crescente da destruição quer física quer psicológica e que, portanto, contribui para o medo sempre crescente da morte é uma sociedade que, (...) oferece ao homem uma única forma de defesa para lidar com seu medo da morte: a sedução para o irracional, o apelo à violência.” (TORRES, Wilma C. in “Morte e Suicídio – uma abordagem multidisciplinar”)
  8. 8. A CRIANÇA E A MORTE “Só mais recentemente psicólogos da linha clínica e sociocomportamental, vem enfatizando a importância do significado da morte no desenvolvimento cognitivo, afetivo e social da criança, chamando atenção para o fato de que silenciar sobre o tema da morte diante da criança em vez de ajudar prejudica seu crescimento.” (TORRES, Wilma C. in “Morte e Suicídio – uma abordagem multidisciplinar”)
  9. 9. Irreversibilidade Universalidade/Inevitabilidade Não-funcionalidade Causalidade (PAIVA, Lucélia E. in “A Arte de Morrer – Visões Plurais”)
  10. 10. “(...) E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte, de fome um pouco por dia (...).” (NETO, João C. de M. in “Morte e Vida Severina”)
  11. 11. CONCEITO DE MORTE “Nossos ancestrais pensavam na morte e em sua própria natureza íntima como literalmente unidos na mesma respiração. A “alma” ou “espírito” era o que partia da residência corpórea, temporariamente (como nos espirros e sonhos) ou permanentemente (como na morte)”. (KASTENBAUM, R. & AISENBERG, R. in “Psicologia da Morte”)
  12. 12. “... pois a filosofia não é o estudo da morte?
  13. 13. Ciência Acadêmica Morte Encefálica “(...) é o critério maior para a caracterização e constatação da morte do indivíduo, pois nessas condições o cérebro não mais coordena nem comanda as funções elementares da vida orgânica.” (CAJAZEIRAS, F. in “Eutanásia”)
  14. 14. Doutrina Espírita Morte x Desencarnação “(...) A alma se desprende gradualmente (do corpo) e não escapa como um pássaro cativo subitamente libertado.” (“O Livro dos Espíritos”, questão 155 “a”)
  15. 15. “No momento da morte, tudo, a princípio, é confuso; a alma necessita de algum tempo pra se reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo estado de um homem que saísse de um sono profundo e procurasse compreender a sua situação.(...)” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 165”)
  16. 16. O TEMOR DA MORTE “O homem moral, que se elevou acima das necessidades artificiais criadas pelas paixões, tem, desde este mundo, prazeres desconhecidos do homem material. A moderação dos seus desejos dá ao seu Espírito calma e serenidade. Feliz com o bem que se fez, não há para ele decepções e as contrariedades deslizam por sua alma sem lhe deixarem marcas dolorosas.” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 941 )
  17. 17. Descrença na Vida Futura Distorções e Ritualísticas do Morrer A Cadaverização do Ser (PERISPÍRITO) O Instinto de Conservação (“O Céu e o Inferno” – Iª parte – Cap. II)
  18. 18. PROVAS DA SOBREVIVÊNCIA DO SER “Estudamos vinte mil casos de pessoas ao redor do mundo que, depois de terem sido declaradas clinicamente mortas, voltaram a viver. (...) Morrer, assim como nascer, é um processo normal pelo qual todos os seres humanos terão de passar um dia.” (ROSS, Elizabeth K. in “A Morte: Um amanhecer”)
  19. 19. “Uma das razões pelas quais a morte é tão agonizante para muitas pessoas é que morrer aciona um repasse de mortes passadas. O paciente é sobrecarregado com a confusão, da dor, o medo e a incerteza das muitas experiências que passou em mortes anteriores.” (NETHERTON, Morris in “Vida Passada – uma abordagem psicoterápica”)
  20. 20. “A Transcomunicação Instrumental se tornará tão natural, qual ocorre com os fenômenos da mediunidade, que será totalmente inexequível negar-lhe a legitimidade dos fatos comprovados.” Espírito Viana de Carvalho (FRANCO, Divaldo P. in “Atualidade do Pensamento Espírita”)
  21. 21. EDUCAÇÃO PARA A MORTE “E um processo educacional que tende a ajustar os educandos à realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender.” (PIRES, J. Herculano in “Educação para a Morte”)
  22. 22. “De preferência a viver os cem anos da vida de um homem que não tem a percepção do estado em que a morte não existe, o melhor é viver a curta vida de um único dia daquele que já sabe disso.” (HEAD, J & CRANSTO S.L. in “O Livro da Reencarnação”)
  23. 23. “Se você já possui o tesouro de uma fé religiosa, viva de acordo com os preceitos que abraça. (...).” (XAVIER, F. Cândido in “Cartas e Crônicas”)

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