• A Igreja interessou-se com frequência pelo papel eresponsabilidades dos meios de comunicação demassa, sobretudo depois d...
• Na nossa sociedade, a publicidade influencia profundamente as pessoas e a sua maneira decompreender a vida, o mundo e a ...
• Discordamos de quantos afirmam que a publicidadenão é mais que o reflexo dos comportamentos e dosvalores de uma determin...
• Até as pessoas que não estão em contato direto coma publicidade nas suas diferentes formas, se vêem noentanto confrontad...
• Mecanismo necessário para o funcionamento dasmodernas economias de mercado.• “... O instrumento mais apropriado para din...
• Os meios de comunicação livres e responsáveis noseio das democracias podem impedir as tentações demonopolização do poder...
• A publicidade pode contribuir para o melhoramentoda sociedade através de uma ação edificante einspiradora e estimulando ...
• Os meios de comunicação social “podem e devem serinstrumentos a serviço do programa dereevangelização e da nova evangeli...
• A publicidade é um meio, um instrumento: ela podeser usada de maneira positiva ou negativa.• “Se os anúncios publicitári...
• A publicidade é muitas vezes usada não tanto parainformar como para persuadir e motivar, paraconvencer as pessoas a agir...
• “Explorando diretamente os seus instintos eprescindindo, de diversos modos, da sua realidadepessoal consciente e livre, ...
• “O uso prudente da publicidade pode contribuir paraa melhoria do nível de vida dos povos emdesenvolvimento. Mas podem ta...
• O entrave no processo democrático pode tambémpode acontecer quando, em vez de ser um veículopara exposição honesta das i...
• Agravo cultural, infligido a estas nações (emdesenvolvimento) e aos seus povos por umapublicidade, cujo conteúdos e méto...
• “A pornografia e a exaltação da violência são velhasrealidades da condição humana que evidenciam acomponente mais torpe ...
• O Concílio Vaticano II afirma: “Para o reto uso destesmeios é absolutamente necessário que todos os quese servem deles c...
• Princípio fundamental para os profissionais dapublicidade: os publicitários são moralmenteresponsáveis pelas estratégias...
• A verdade e a liberdade são inseparáveis. Sem averdade como fundamento, como ponto de partida,como critério de discernim...
• Impõe-se um “exigência absoluta” que a publicidaderespeite “a pessoa humana, o sei direito-dever de fazeras suas opções ...
• “O homem, tomado mais pelo desejo do ter e doprazer, do que pelo de ser e crescer, consome demaneira excessiva e desorde...
• A publicidade que limita o progresso humano àaquisição de bens materiais e encoraja um estilo de vidafaustoso, exprime u...
• Por um lado, os governos não deveriam procurarcontrolar ou impor uma política à indústriapublicitária, mas do que a qual...
• Os meios de comunicação constituem uma partecentral do grande “areópago” moderno, no qual separtilham ideias e onde se f...
• “Os meios de comunicação social... Podem gerarcerta passividade nos receptores, fazendo delesconsumidores pouco cautelos...
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica

762 visualizações

Publicada em

A publicidade é uma ferramenta muito poderosa quando se trata de lidar com normatização, manipulação e, principalmente, persuasão. É preciso ter muita responsabilidade com o que se divulga e com a forma que se faz uma divulgação.

Essa apresentação foi baseada no "Pontifício Conselho Para As Comunicações Sociais - Ética da Publicidade" publicado no ano de 1997. Logo, mostra uma VISÃO CATÓLICA sobre a publicidade. Logicamente, tendo em vista que a Igreja Católica visa o bem social e a justiça, esses conselhos servem para TODOS, inclusive não católicos.

Estudantes e Profissionais de Publicidade, Comunicação Social, Relações Públicas e de Marketing, principalmente se forem CATÓLICOS, tem a obrigação de ser responsável e ético na comunicação que promove.

Você poderá ler na íntegra em: http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/pccs/documents/rc_pc_pccs_doc_22021997_ethics-in-ad_po.html

Publicada em: Negócios
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
762
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ética na Publicidade - Sob o Prisma da Igreja Católica

  1. 1. • A Igreja interessou-se com frequência pelo papel eresponsabilidades dos meios de comunicação demassa, sobretudo depois do Concílio Vaticano II. Elaprocurou fazê-lo de um modo fundamentalmentepositivo, encarando os meios de comunicação como“dons de Deus” que, segundo a intençãoprovidencial, aproximam os povos, “pondo-se assimao serviço de sua vontade salvífica”. (Communio etprogressio, 2)• “A sociedade tem direito a uma informação fundadana verdade, na liberdade, na justiça e nasolidariedade.” (Catecismo da Igreja Católica, 2494)
  2. 2. • Na nossa sociedade, a publicidade influencia profundamente as pessoas e a sua maneira decompreender a vida, o mundo e a sua própriaexistência, sobretudo no que se refere às suasmotivações, aos seus critérios de escolha e decomportamento. Estes são âmbitos que fazem partede competência da Igreja e pelos quais ela seinteressa sincera e profundamente.
  3. 3. • Discordamos de quantos afirmam que a publicidadenão é mais que o reflexo dos comportamentos e dosvalores de uma determinada cultura. Sem dúvida, apublicidade e os meios de comunicação em geral têma função de um espelho. Mas num sentido maisamplo, este espelho contribui para modelar arealidade que reflete e, por vezes, projeto umaimagem deformada.
  4. 4. • Até as pessoas que não estão em contato direto coma publicidade nas suas diferentes formas, se vêem noentanto confrontada com uma sociedade, com umacultura e com outras pessoas que são influenciadas.• A publicidade possui, ela própria, um importantepotencial benéfico a serviço do bem, que por vezesse concretiza.
  5. 5. • Mecanismo necessário para o funcionamento dasmodernas economias de mercado.• “... O instrumento mais apropriado para dinamizar osrecursos e corresponder eficazmente àsnecessidades” de caráter sócio econômico. (Papa JoãoPaulo II, Centésimus annus, 34)• A publicidade pode ser um instrumento útil paraenfrentar uma concorrência honesta e eticamenteresponsável, que acelera o crescimento econômico aserviço de um autêntico progresso humano. .(Communio et progressio, 2)
  6. 6. • Os meios de comunicação livres e responsáveis noseio das democracias podem impedir as tentações demonopolização do poder, por parte de oligarquias oude interesses particulares.
  7. 7. • A publicidade pode contribuir para o melhoramentoda sociedade através de uma ação edificante einspiradora e estimulando as pessoas a agirempositivamente em benefício quer seu quer dacomunidade.
  8. 8. • Os meios de comunicação social “podem e devem serinstrumentos a serviço do programa dereevangelização e da nova evangelização da Igrejano mundo contemporâneo”. (Ibdem, 11)• Ao falar da publicidade, o Papa Paulo VI dizia queseria bom que as instituições católicas seguissem“com constante atenção o desenvolvimento dastécnicas modernas de publicidade...” e soubessem“valer-se delas para difundirem a Mensagemevangélica de acordo com as expectativas e com asnecessidades do homem contemporâneo”. (Paulo VI,Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais,1977)
  9. 9. • A publicidade é um meio, um instrumento: ela podeser usada de maneira positiva ou negativa.• “Se os anúncios publicitários aconselham produtosnocivos ou totalmente inúteis, se fazem promessasfalsas acerca do produto a ser vendido, ou exploramtendências menos nobres do ser humano, os seusresponsáveis prejudicam a sociedade e perdem ocrédito e a confiança. Por outro lado, estimularnecessidades falsas, prejudica indivíduos e famílias,os quais, instados pela oferta de artigos de luxo,podem ficar desprevenidos para as necessidadesfundamentais...” (Communio et progressio, 60)
  10. 10. • A publicidade é muitas vezes usada não tanto parainformar como para persuadir e motivar, paraconvencer as pessoas a agirem de uma determinadamaneira.• “Não é mal desejar uma vida melhor, mas é errado oestilo de vida que se presume ser melhor, quando elaé orientada ao ter e não ao ser, e deseja ter mais nãopara ser mais, mas para consumir a existência noprazer, visto como um fim em si próprio”. (Papa JoãoPaulo II, Centésimus annus, 36)
  11. 11. • “Explorando diretamente os seus instintos eprescindindo, de diversos modos, da sua realidadepessoal consciente e livre, podem criar hábitos deconsumo e estilo de vida objetivamente ilícitos, efrequentemente prejudiciais à saúde física eespiritual”. (Ibid)• É preciso ter sempre presente que existem “bensque, devido à sua natureza, não se podem nem sedevem vender e comprar”, e é necessário evitar “uma‘idolatria’ do mercado” que, ajudada e favorecidapela publicidade, ignora este fato crucial. (Centésimusannus, 40)
  12. 12. • “O uso prudente da publicidade pode contribuir paraa melhoria do nível de vida dos povos emdesenvolvimento. Mas podem também causar-lhesgraves prejuízos, se a publicidade e a pressãocomercial se torna de tal maneira irresponsável, queas comunidades, que se esforçam por sair da pobrezae elevar seu nível de vida, vão procurar progresso esatisfação de necessidades que foram criadasartificialmente. Deste modo, grande parte dosrecursos são desaproveitados, ficando relegado, paraúltimo lugar, o autêntico desenvolvimento e asatisfação das verdadeiras necessidades”. (Communioet progressio, 40)
  13. 13. • O entrave no processo democrático pode tambémpode acontecer quando, em vez de ser um veículopara exposição honesta das ideias e dosantecedentes dos candidatos, a propaganda políticaprocura deturpar ideias e o passado dos adversários.
  14. 14. • Agravo cultural, infligido a estas nações (emdesenvolvimento) e aos seus povos por umapublicidade, cujo conteúdos e métodos refletem os queprevalecem nos países ricos, e estão em conflito com ostradicionais valores sadios das culturas locais.• “Quantas vezes o papel da mulher como esposa e mãe éminimizado, ou até mesmo ridicularizado! Quantasvezes o papel da mulher, no mundo dos negócios ou davida profissional, é apresentado como caricaturamasculina, negação dos dons específicos da perspectivafeminina, da compaixão e da compreensão, quecontribuem de modo tão notável para a ‘civilização doamo’!” (João Paulo II, Mensagem Para o dia Mundial dasComunicações Sociais de 1996)
  15. 15. • “A pornografia e a exaltação da violência são velhasrealidades da condição humana que evidenciam acomponente mais torpe da natureza humana decaídapelo pecado. Enquanto cresce a confusão a respeitodas normas morais, as comunicações tornaram apornografia e a violência acessíveis ao grandepúblico, inclusive a crianças e jovens.” (Pornografia eViolência nas Comunicações Sociais – Uma Resposta Pastoral)
  16. 16. • O Concílio Vaticano II afirma: “Para o reto uso destesmeios é absolutamente necessário que todos os quese servem deles conheçam e levem à prática, nestecampo, as normas de ordem moral”. (Inter mirifica, 4)• Ou eles (os meios de comunicação) ajudam aspessoas a compreender e a realizar melhor o bem e averdade, ou transformam-se em forças destruidorasque se opõem ao bem-estar humano.
  17. 17. • Princípio fundamental para os profissionais dapublicidade: os publicitários são moralmenteresponsáveis pelas estratégias que incitam aspessoas a se comportarem de uma determinadamaneira.• É moralmente errado recorrer a métodos demanipulação e de exploração, perversos oucorruptos, a fim de persuadir e motivar.
  18. 18. • A verdade e a liberdade são inseparáveis. Sem averdade como fundamento, como ponto de partida,como critério de discernimento, de julgamento, deescolha e de ação, não pode existir um exercícioautêntico liberdade. (Ibid, 31 e passim)• A publicidade não pode deliberadamente procurariludir, seja explícita ou implicitamente, seja por omissão.“O correto exercício do direito à informação exige que oconteúdo daquilo que é comunicado seja verídico e –dentro dos limites impostos pela justiça e pela caridade– completo... Compreendida a obrigação de evitarqualquer forma de manipulação da verdade, seja porque motivo for.” (João Paulo II, Los Angeles, 15 de setembro de1987)
  19. 19. • Impõe-se um “exigência absoluta” que a publicidaderespeite “a pessoa humana, o sei direito-dever de fazeras suas opções responsáveis, a sua liberdade interior;bens, todos estes, que seriam violados se sedesfrutassem as tendências mais baixas do m, ou secomprometesse a sua capacidade de refletir e dedecidir.” (Paulo VI, Mensagem para o Dia Internacional dasComunicações Sociais de 1977)• As publicidades já se tornaram “veículos de uma visãodeformada da vida, da família, da religião e damoralidade – segundo uma interpretação que nãorespeita a autêntica dignidade nem o destino da pessoahumana.” (Pornografia e violência nas comunicações sociais – Umaresposta pastoral, n7)
  20. 20. • “O homem, tomado mais pelo desejo do ter e doprazer, do que pelo de ser e crescer, consome demaneira excessiva e desordenada os recursos daterra e da própria vida... Pensa que pode disporarbitrariamente da terra, submetendo-a semreservas à sua vontade, como se ela não possuísseuma forma própria e um destino anterior que Deuslhe deu, e que o homem pode, sim, desenvolver, masnão deve trair”. (Centesimus annus, 37)
  21. 21. • A publicidade que limita o progresso humano àaquisição de bens materiais e encoraja um estilo de vidafaustoso, exprime uma visão falsa e destruidora dapessoa humana, nefasta para os indivíduos e para asociedade.• Os publicitários, bem como todos os profissionais dosmeios de comunicação, têm o dever intransigente deexprimir e de promover uma visão autêntica doprogresso humano nas suas dimensões materiais,culturais e espirituais”. (Ibid, 37-34)• A solidariedade é “ consequência de uma comunicaçãoverdadeira e justa e da livre circulação das ideias quefavorecem o conhecimento e o respeito dos outros ”.(Catecismo Igreja Católica, 2495)
  22. 22. • Por um lado, os governos não deveriam procurarcontrolar ou impor uma política à indústriapublicitária, mas do que a qualquer outro setor dacomunicação. Por outro lado, a regulamentação dosconteúdos e das práticas publicitárias, já em vigor emnumerosos países, pode e deve ir além da simplesproibição de uma publicidade enganadora, emsentido estrito.
  23. 23. • Os meios de comunicação constituem uma partecentral do grande “areópago” moderno, no qual separtilham ideias e onde se formam os valores e oscomportamentos. Isso evidencia uma “realidademais profunda”, em relação ao simples uso de ummeio de comunicação para propagar a mensagem doEvangelho, por mais importante que seja. “Énecessário integrar a mensagem nesta ‘nova cultura’,criada pelas modernas comunicações” com os seus“novos modos de comunicar com novas linguagens,novas técnicas, novas atitudes psicológicas”.(Redemptoris missio, 37 (c))
  24. 24. • “Os meios de comunicação social... Podem gerarcerta passividade nos receptores, fazendo delesconsumidores pouco cautelosos de mensagens eespetáculos. Os receptores devem impor-semoderação e disciplina em relação aos meios decomunicação”. (Catecismo Igreja Católica, 2496)Cidade do Vaticano, 22 de fevereiro de 1997Para ler o “Pontifício Conselho Para As ComunicaçõesSociais” na integra, acesse: www.vatican.va

×