Miguel Torga

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Narração sobre a vida e obra de Miguel Torga, elaborada pelas formandas do curso EFA - básico de Apoio Familiar, da escola Secundária de Caldas de Vizela

Publicada em: Educação, Turismo, Negócios
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Miguel Torga

  1. 1. UM ESCRITOR À PORTA<br />MIGUEL TORGA <br />
  2. 2. Miguel Torga pseudónimo de Adolfo Correia Rocha<br />
  3. 3. Adolfo Correia Rocha nasce a 12 de Agosto de 1907 em S. Martinho de Anta – Vila Real.<br />“Nasci como um cabrito ou como um pé de milho”<br />
  4. 4.
  5. 5. Miguel Torga foi um aluno brilhante na escola primária.<br />
  6. 6. Os pais, Francisco Correia Rochae Maria daConceição Barros, e a irmã Maria<br />
  7. 7. Com dez anos apenas foi para o Porto servir.<br />
  8. 8. Em 1918 vai para o Seminário de Lamego, onde viveu “um dos anos cruciais”da sua vida.<br />
  9. 9. Em 1919, para o Brasil vai trabalhar na fazenda de um tio.<br />
  10. 10. Em 1920, o tio matricula-o no Liceu de Leopoldina.<br />
  11. 11. …o Brasil amei-o eu sempre, foi o meu segundo berço, sinto-o na memória, trago-o no pensamento.<br />
  12. 12. Conclui os estudos liceais no Liceu José Falcão <br />
  13. 13. Matricula-se na Universidade de Coimbra em 1928<br />
  14. 14. Trava conhecimento com José Régio e Branquinho da Fonseca<br />
  15. 15. Aos 22 anos, inicia a sua colaboração na Revista PRESENÇA, com o poema “Atitudes”<br />
  16. 16. Em 1930, rompe com a revista Presença e publica o segundo livro de poemas RAMPA<br />
  17. 17. Em 1933, conclui a formatura em Medicina<br />
  18. 18. Regressa a S. Martinho de Anta, onde exerce a sua profissão durante um ano.<br />
  19. 19. Em 1934, adopta o pseudónimo literário Miguel Torga.<br />Torga:<br />Planta brava da montanha.<br />Miguel em homenagem a Miguel Cervantes e Miguel Unamuno.<br />
  20. 20. Foi preso várias vezes devido aos seus escritos, sendo a primeira em 1939, em Aljube.<br />Nunca se filiou em partido algum:<br />É ESCUSADO. <br />NÃO POSSO TER OUTRO PARTIDO<br /> SENÃO O DA LIBERDADE<br />
  21. 21. Em 1940, casa com a belga Andrée Crabbé<br />
  22. 22. A 3 de Outubro de 1955, nasce a filha Clara Rocha<br />
  23. 23.
  24. 24. Ficção <br />Poesia <br />                                                      <br />1928- Ansiedade. <br />1930 - Rampa. <br />1931 - Tributo. <br />1932- Abismo. <br />1936- O Outro Livro de Job. <br />1943- Lamentação. <br />1944- Libertação. <br />1946- Odes. <br />1948- Nihil Sibi. <br />1950 - Cântico do Homem. <br />1952 - Alguns Poemas Ibéricos. <br />1954- Penas do Purgatório. <br />1958- Orfeu Rebelde. <br />1962 - Câmara Ardente. <br />1965- Poemas Ibéricos. <br />1931- Pão Ázimo. <br />1931- Criação do Mundo. <br />1934 - A Terceira Voz. <br />1837 - Os Dois Primeiros Dias. <br />1938 - O Terceiro Dia da Criação do Mundo. <br />1939 - O Quarto Dia da Criação do Mundo. <br />1940 - Bichos. <br />1941- Contos da Montanha. <br />1942 - Rua. <br />1943- O Senhor Ventura. <br />1944 - Novos Contos da Montanha. <br />1945 - Vindima. <br />1951 - Pedras Lavradas<br />1974 - O Quinto Dia da Criação do Mundo. <br />1976- Fogo Preso. <br />1981 - O Sexto Dia da Criação do Mundo. <br />1982- Fábula de Fábulas. <br />Teatro <br />1941- &quot;Terra Firme&quot; e &quot;Mar&quot;. <br />1947 - Sinfonia. <br />1949 - O Paraíso. <br />1950 - Portugal. <br />1955 - Traço de União.<br />
  25. 25.
  26. 26.
  27. 27. Miguel Torga publica ininterruptamente o seu Diário<br />(1941-1993)<br />
  28. 28.
  29. 29. Prémios <br />1969 - Prémio do Diário de Notícias. <br />1976 - Prémio Internacional de Poesia de Knokke-Heist. <br />1980 - Prémio Morgado de Mateus, ex-aecquo com Carlos Drummond de Andrade. <br />1981 - Prémio Montaigne da Fundação Alemã F.V.S.<br />1989 -É-lhe imposta a condecoração de Oficial na Ordem das Artes e Letras da República Francesa.<br />1989 - Prémio Camões.<br />Os meus leitores mereciam-no. (Miguel Torga)‏<br />1991 - Prémio Personalidade do Ano. <br />1992 - Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores. <br />1993 - Prémio da Crítica, consagrando a sua obra.<br />
  30. 30. Considerado por muitos avarento de trato difícil, o povo refere a Miguel Torga como um homem de bom coração e de boa conversa.<br />
  31. 31. Em 17 de Janeiro de 1995 morrem o médico Adolfo Rocha e o poeta Miguel Torga. Ambos repousam, no cemitério de S. Martinho de Anta. <br />
  32. 32. A MORTEE o Poeta morreu.A sombra do cipreste pôde enfimAbraçar o cipreste.O torrãoCaiu desfeito ao chãoDa aventura celeste.Nenhum tormento mais, nenhuma imagem(No caixão, ninguém podeFantasiar.)Pronto para a viagemDe acabar.Só no ouvido dos versos,Onde a seiva não corre,Uma rima perdura,A dizer com branduraQue um Poeta não morre.<br />
  33. 33. Trabalho elaborado pela turma<br />1º DAPOIO FAMILIAR E À COMUNIDADE<br />

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