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A FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO FRENTE ÀS NECESSIDADES EMERGENTES DA TERMINALIDADE DO INDIVÍDUO

  1. 1. FICHA DE LEITURA
  2. 2. FICHAMENTOA FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO FRENTE ÀS NECESSIDADES EMERGENTES DATERMINALIDADE DO INDIVÍDUO                                                                             Stefanie Griebeler Oliveira1 Alberto Manuel Quintana2 Maria de Lourdes Denardin Budó3 Karla Cristiane Oliveira Bertolino4 Maria Henriqueta Luce Kruse5 R. Enferm. UFSM 2011 Jan/Abr; 1(1):97-102 http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-2.2.2/index.php/reufsm/article/vie wFile/1996/1519Tema: O desafio na articulação dos conhecimentos para a atenção integral do paciente e umamaior reflexão sobre os enfrentamentos da finitude do ser humano.Objetivo de estudo: O artigo pretende realizar uma reflexão sobre a formação doenfermeiro, com vistas às necessidades decorrentes do enfrentamento da finitude humana.Essa discussão faz-se relevante, frente às necessidades que emergem com o processo demorte e morrer do paciente terminal.Metodologia e Sujeito: trata-se de uma pesquisa participante do tipo descritiva, de cunhobibliográfico, documental e de levantamento, na qual prevaleceu a técnica de monitoramento.Analisou programas, projetos e principais obras de literatura utilizadas na formação dosalunos buscando identificar os paradigmas presentes. Além disso, usou-se técnicas comodiário de campo e monitoramento de um site de relacionamentosPara contemplar a temática da formação do enfermeiro com vistas àsnecessidades emergentes da terminalidade do indivíduo, foram desenvolvidos dois tópicos: oensino fragmentado na enfermagem frente à morte, e a formação do enfermeiro à luz doparadigma dos cuidados paliativos.Resultados: A fragmentação do ensino em pequenas disciplinas que olham para o corpotransformando-o em órgãos, tecidos e células, portanto destituídos de humanidade, atuacontribuindo para a dessensibilização de elementos que possam lembrar a inexorabilidade damorte. Como exemplo, uma das primeiras disciplinas de Enfermagem, a Anatomia utiliza ocadáver como seu objeto de estudo. Acredita-se que este “primeiro paciente” pode determinaruma cisão em múltiplos âmbitos, denotando algo para ser visto e manuseado, e não ouvido, e,por conseguinte, a futura relação do profissional com o paciente poderá ser prejudicada nofuturo, já que, inicialmente, se designa a ideia de observar, e não ouvir. Juntamente com isso,a formação dos profissionais de saúde, ainda, é direcionada para a promoção, recuperação epreservação da vida, deixando-os, por conseguinte, despreparados, para os enfrentamentosreferentes à morte, a partir do entendimento de que ela não faz parte da vida. Além disso, ocurrículo carece de uma disciplina que teorize as questões da morte e do morrer de formaaprofundada e reflexiva. No processo de formação acadêmica há uma grande dificuldade emse discutir sobre a morte entre os docentes e discentes.Conclusão: Acredita-se ser necessário modificações curriculares, buscando integrar melhoras disciplinas básicas e profissionalizantes, além de criação de núcleos de estudos sobremorte, preparando, assim, o profissional de saúde para o planejamento de cuidados aopaciente terminal. Além disso, reforça-se a importância de se preparar os docentes para estamudança.

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