3 a rua

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3 a rua

  1. 1. <ul><ul><li>Goiânia, 02 de junho de 2011. </li></ul></ul><ul><ul><li>Alunos: João Gabriel Gonçalves Machado e Martina Ascari. </li></ul></ul><ul><ul><li>Professora: Malu. </li></ul></ul>“ A alma encantadora das ruas”
  2. 2. Crônica escolhida: “A rua” <ul><li>Descrever a alma carioca através das ruas do Rio, fossem elas urbanas, ou suburbanas, definitivamente, foi uma qualidade nata de João do Rio, crônista carioca que, no início do século XX, teve coragem e talento de sobra para descrever o cotidiano do Rio de Janeiro, sempre com um olhar crítico, que muitas vezes chegava a ser sarcástico. Porém, quanta maestria! Suas crônicas são um verdadeiro aprendizado de jornalismo Literário e, hoje, porque não, de história. </li></ul>
  3. 3. “ A rua” <ul><li>A poesia com que João do Rio definiu as ruas e as diferenças entre seus frequentadores demonstra uma relação de intensa sensibilidade ao que poderia passar despercebido por muitos, como nos seguintes trechos: </li></ul><ul><li>“ Algumas dão para malandras, outras para austeras; umas são pretensiosas, outras riem aos transeuntes e o destino as conduz como con­duz o homem, misteriosamente, fazendo-as nascer sob uma boa estrela ou sob um signo mau, dando-lhes glórias e sofrimentos, matando-as ao cabo de um certo tempo.’’ </li></ul>
  4. 4. <ul><li>‘‘ Oh! sim, as ruas têm alma! Há ruas honestas, ruas ambíguas, ruas sinistras, ruas nobres, delicadas, trágicas, depravadas, puras, infames, ruas sem história, ruas tão velhas que bastam para contar a evolução de uma cidade inteira, ruas guerreiras, revoltosas, medrosas, spleenéticas , snobs, ruas aristocráticas, ruas amorosas, ruas covardes, que ficam sem pinga de sangue...’’ </li></ul>
  5. 5. “ A rua” <ul><li>Ao decorrer da crônica, a relação humana com o ambiente urbano é explorada da forma metafórica e poética, porém eficativamente direta, com poder de síntese em boas idéias. </li></ul>
  6. 6. “ A rua” <ul><li>A impressão que se tem ao ler a obra de João do Rio, seja nesta crônica, como em outras da sua autoria, é a de que o cronista explorava fielmente uma linguagem popular para a época, tornando seus escritos acessíveis e, ao mesmo tempo, belos e intensos. </li></ul>

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