13 os que começam e crimes do amor

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13 os que começam e crimes do amor

  1. 1. Literatura <br />A Alma Encantadora das Ruas <br />Crônicas <br />João do Rio <br />Alunas: Jéssica Marques Elisandra Milniczuk<br />1° ano B<br />
  2. 2. O livro é uma critica da pura realidade das ruas do Rio de Janeiro que aponta todas as “faces” da rua. <br />A crônicas de A Alma Encantadora das Ruas mostram o significado e a própria essência da rua na modernidade. O homem não é qualquer um, mas o que vive no espaço urbano. Numa relação dupla, a sociedade faz as ruas e estas faz o indivíduo.<br /> Idioma: Português <br />Seção: romance <br />Gênero: crônica<br />Linguagem : Modernistas <br />Publicado :  em 1908<br />A alma encantadora das ruas <br />
  3. 3. Esta crônica faz uma critica ao trabalho infantil e o simples fato das pessoas , desde pequenas já começarem a trabalhar e mendigar . <br />Baseado nas ruas do Rio de Janeiro, o autor fala de crianças que trabalham nas ruas, mendigando , furtarem, para sobreviverem. Muitos adultos também em vez de ajuda-las , aproveitam-se delas e do bom coração das pessoas; eles vão ate as ruas e fingem que tem alguma deficiente e colocam as crianças para pedirem, outros pegam meninas por volta dos 13 e 14 anos e colocam elas para se prostituírem e outros incentivam ou mandão crianças roubarem. <br />Assim desde de pequenas já começam a entrar no mundo nas drogas, da prostituição e do crime, tirando delas assim o direito de estudarem e de viverem como todas as crianças , brincando e tendo uma boa educação. <br />Os que começam ...<br />
  4. 4. Esta crônica fala sobre o destino das pessoas que vivem nas ruas e cometem crimes “por uma causa nobre ”.<br />Nela mostra vários casos de crimes cometidos por amor , onde nos fazem pensar que os casos de crimes cometidos sem uma causa nobre, não são admitidos. Mas os casos de crimes cometidos por uma causa nobre , o ‘amor’, são assumidos como se fossem um símbolo de grandeza. <br />Na cadeia, homens contam sobre os crimes que cometeram sobre amores q não deram certo e não foram correspondidos decerta forma , ou acabaram com traição ou em brigas que levaram a separação. O que nos faz refletir ainda mais sobre avida nas ruas . <br />Crimes do Amor <br />
  5. 5. João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barretoou João do Rio , era jornalista, cronista, contista e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 5 de agosto de 1881, e faleceu na mesma cidade em 23 de junho de 1921. Filho de Alfredo Coelho Barreto, professor de matemática e positivista, e da dona-de-casa Florência dos Santos Barreto, Paulo Barreto nasceu na rua do Hospício, 284 (atual rua Buenos Aires, no Centro do Rio). Estudou Português no Colégio São Bento, onde começou a exercer seus dotes literários, e aos 15 anos prestou concurso de admissão ao Ginásio Nacional (hoje, Colégio Pedro II). Paulo Barreto representou o surgimento de um novo tipo de jornalista na imprensa brasileira do início do século XX. Até então, o exercício do jornalismo e da literatura por intelectuais era encarado como "bico", uma atividade menor para pessoas que possuíam muitas horas vagas à disposição (como funcionários públicos, por exemplo). Paulo Barreto move a criação literária para o primeiro plano e passa a viver disso, empregando seus pseudônimos (mais de dez) para atrair diversos públicos consumidores.<br />João do rio <br />

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