ApresentaçãO De áRea De Projecto

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ApresentaçãO De áRea De Projecto

  1. 1. O Homem do Século XXI Quem o viu e quem nos vê
  2. 2. A influência dos media na vida dos Jovens
  3. 3. Introdução <ul><li>Filme introdução </li></ul>
  4. 4. Os media e a Sociedade de Massas
  5. 5. A Evolução dos meios de comunicação na Sociedade de massas <ul><li>No início do Século XX, a concentração da população Europeia nos grandes centros urbanos, a generalização do ensino e o desenvolvimento exponencial dos meios de comunicação fizeram surgir uma nova cultura: a cultura de massas. </li></ul><ul><li>A cultura de massas, como o próprio nome indica, é uma cultura que pela sua simplicidade é acessível a toda a população. </li></ul><ul><li>Amplamente difundida pelos mass media, é típica das sociedades industriais do século XX. A cultura tornou-se num bem industrial, seguindo um meio de produção estandardizada, o que provocou o consumo maciço dos bens culturais. Pelo seu sucesso, influenciou e transmitiam valores e modos de estar que se impuseram como padrões culturais . </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Os meios de comunicação foram essenciais para o desenvolvimento da sociedade capitalista tal e qual como a conhecemos hoje. </li></ul><ul><li>Dos meios de comunicação mais importantes temos: -a Rádio, o cinema e a imprensa que apesar de não terem sido criados no século XX, a sua maior evolução verificou-se, na primeira metade deste século. Mais tarde, na segunda metade deste século, surge a televisão e décadas depois a Internet. </li></ul><ul><li>A melhoria das condições económicas e a difusão do ensino criaram condições propícias para o desenvolvimento da imprensa. Desta forma, a imprensa tornou-se acessível. O livro democratizou-se tornando-se produto de consumo corrente e popular. </li></ul><ul><li>Os meios de comunicação serviram não só para entretenimento e informação, mas com eles surgiram também, conceitos completamente novos, como é o caso da publicidade e de propaganda política. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Os media foram os maiores impulsionadores da sociedade capitalista e do consumo em massa. Estes, através de campanhas publicitárias induziam a população a adquirem determinados produtos, muitas vezes supérfluos ou mesmo inúteis. </li></ul><ul><li>A outra inovação criada pelos media foi a propaganda política. Os dirigentes serviam-se dos meios de comunicação, para convencer e manipular a opinião pública. </li></ul><ul><li>Desta forma temos que considerar que os meios de comunicação social tiveram uma cota parte na implantação dos regimes totalitários na Europa vicentista, na implementação de novos estilos de vida, novos hábitos, novos valores, na massificação da vida pública e sobretudo consolidaram a sociedade de consumo em que hoje vivemos. </li></ul><ul><li>Com a enorme adesão do público surgiu a guerra das audiências e das vendas. Os jornais caíram no sensacionalismo, cujo o único objectivo é obter o máximo lucro. Passou-se de uma sociedade do ser, em que ser humano era considerado pelas suas capacidades e virtudes, para uma sociedade do ter, do poder, onde o capital é rei e senhor. </li></ul>
  8. 8. Imprensa
  9. 9. A evolução da Imprensa <ul><li>As civilizações antigas inventaram uma forma de comunicar muito inovadora: - a escrita. </li></ul><ul><li>Esta foi sobejamente importante, para o desenvolvimento da humanidade, e para o aparecimento dos meios de comunicação. </li></ul><ul><li>O primeiro “jornal” de que se têm conhecimento remonta ao ano 59 A.C. em Roma. </li></ul><ul><li>Porém, a imprensa tal como a conhecemos hoje é muito mais tardia. Esta só foi possível graças a Gutenberg. Inaugurando, assim a era do jornal moderno. </li></ul><ul><li>Contudo, só em pleno século XVII, é que os jornais começaram a surgir com publicações periódicas e frequentes. Os primeiros jornais modernos foram criados nos países da Europa ocidental. Esses traziam principalmente notícias da Europa e, raramente cobriam matérias nacionais. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Em 1844, a invenção do telégrafo transformou a imprensa escrita. As informações passaram a ser transmitidas em minutos, permitindo relatos mais actuais e relevantes. </li></ul><ul><li>Os jornais, no século XIX tornaram-se o principal veículo de divulgação e recepção de informação. </li></ul><ul><li>Com o aparecimento da Rádio, modificou-se completamente o cenário dos media nos anos 20. A imprensa teve que repensar a sua função como principal fonte de informação da sociedade. </li></ul><ul><li>Porém, ainda não tinha terminado a adaptação à Rádio, quando, surge um novo concorrente de peso: - a televisão. Entre 1940 e 1990, a circulação de jornais caiu exponencialmente. Contudo, a omnipresença da televisão não terminou com a Imprensa. </li></ul><ul><li>Mas, o maior desafio estava para chegar. Nos finais da década de noventa a proliferação dos computadores e da Internet surge uma nova revolução tecnológica. </li></ul><ul><li>Mas isso não decretou o fim da importância dos jornais. Os jornais em papel continuam a ser consumidos diariamente por milhões de pessoas. </li></ul>
  11. 11. Imprensa em Portugal <ul><li>A Gazeta de Lisboa nasceu em 1641. Este foi o primeiro jornal português, a ser publicado com alguma regularidade. </li></ul><ul><li>Contudo, a verdadeira implementação na imprensa portuguesa, só se efectiva no século XIX. Foi impulsionada pela revolução liberal de 1820, que veio anular a censura e a pressão exercida pelo Estado e pela Inquisição. </li></ul><ul><li>Após, este breve período de liberdade de imprensa, em 1926,com o golpe de estado militar que pôs fim à primeira república, foi restituída a censura. A imprensa só voltaria a ser livre pós 25 de Abril de 1974. </li></ul><ul><li>Durante o período ditatorial, houve uma enorme repressão da impressa em Portugal. Tudo o que saía nos jornais era controlado pelos censores. Isto, a juntar com a estrema analfabetização da população e o elevado preço das publicações, levou a uma enorme dificuldade da implementação da imprensa no nosso país. Tarefa ainda mais dificultada, devido ao aparecimento da televisão nos anos sessenta. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Assim, só a partir do 25 de Abril de 1974, através de políticas de escolarização da população, com o regresso da liberdade de expressão e com uma abertura de mercado, é que foi possível um maior desenvolvimento da imprensa. </li></ul><ul><li>Contudo, estas políticas só se reflectiram mais eficazmente no mercado, a partir da década de oitenta. </li></ul><ul><li>Assim, verifica-se uma nova revolução na política aplicada à imprensa. Os jornais especializados começam a expandir-se. Surgindo os títulos mais informativos, consolidando-se o estilo popular-sensacionalista, as revistas dedicadas ao público feminino e as publicações temáticas especializadas. </li></ul><ul><li>Estas publicações eram acessíveis, e estavam dentro dos interesses da população. O facto dos portugueses começarem a ter interesses tão vastos e tão díspares revela um maior índice cultural e uma escolarização mais abrangente. </li></ul><ul><li>Os índices de consumo revelam que existem 2 tipos díspares de público em Portugal. Um virado para o sensacionalismo, com uma instrução mediana, ligado às classes médias; o outro virado para a informação isenta, ligado às classes mais baixas mais altas. </li></ul><ul><li>Os hábitos de leitura dos portugueses estão a alterar-se, e isto verifica-se no número e variedade dos títulos actualmente existentes no mercado nacional, e no aumento exponencial que em geral todos os tipos de publicações sofreram ao longo das últimas décadas. </li></ul>
  13. 13. Rádio
  14. 14. <ul><li>Filme visita à rádio </li></ul>
  15. 15. A evolução da Rádio <ul><li>A Rádio começou por ser uma simples transmissão radiofónica; </li></ul><ul><li>Mais tarde, a TSF, vai entrar na vida de milhões de pessoas, tornando-se num meio indispensável no seu quotidiano; </li></ul><ul><li>A partir daqui a Rádio assume o papel de maior instrumento de cultura e informação; </li></ul><ul><li>A Rádio chega a Portugal num período em que a cultura progride lentamente; </li></ul><ul><li>Quando a Rádio chega ao mundo rural português, a sua utilidade vai duplicar, pois ajudava-as contra o analfabetismo; </li></ul><ul><li>Será considerada a maravilha do século. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>A época mais complicada para o desenvolvimento da Rádio portuguesa foi durante o regime Salazarista; </li></ul><ul><li>Nesta época só existiam 3 emissoras (EN, RCP, BBC); </li></ul><ul><li>Durante a década de 50 as emissoras vão desfrutar dum aperfeiçoamento nos aparelhos técnicos e terão de modificar a sua programação para corresponder aos requisitos da população. </li></ul><ul><li>Foi entre os anos 50 e 60 que houve uma explosão de música nas várias estações de rádio no mundo, nomes como Elvis Presley, Rolling Stones ou Beatles marcavam a época. </li></ul>A Rádio em Portugal
  17. 17. <ul><li>Após o ano da Revolução dos Cravos (1974), procede-se à nacionalização das emissoras e deixa-se de pagar taxas de radiodifusão; </li></ul><ul><li>A década de 80 fica marcada pelo aparecimento das “Rádios Piratas”, estas eram rádios que no ponto de vista do Estado eram ilegais; </li></ul><ul><li>O progresso irá continuar nos anos 90, pois passa a ser permitido aos repórteres enviarem de qualquer ponto do planeta os seus despachos via satélite; </li></ul><ul><li>As grandes transformações da Rádio fizeram com que actualmente tenhamos 3 operadores de Radiodifusão no país, sendo 2 desses sectores públicos e um outro privado; </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Actualmente, a Rádio enfrenta vários problemas, dos quais falta de financiamento, a despreocupação do Estado com o meio, e a crescente libertinagem; </li></ul><ul><li>Desde que a Rádio assumiu uma função económica e publicitária, entrou em decadência profissional no campo da divulgação de cultura e de informação, perdendo-se assim os verdadeiros valores de se fazer Rádio. </li></ul>
  19. 19. Ligação Rádio - Internet <ul><li>Como todos sabemos a Internet tem vindo a assumir um papel fundamental na nossa sociedade o que faz com que o número de internautas aumente de dia para dia no nosso país. </li></ul><ul><li>Uma pequena parte destes internautas são pessoas que estabelecem relações com a Rádio através da Internet; </li></ul><ul><li>A relação entre estes dois meios tem vindo a evoluir de forma saudável e interactiva, contudo há ainda muito trabalho a fazer para que se clarifique mais os objectivos de ambas as partes; </li></ul>
  20. 20. <ul><li>É necessário responder aos desafios dos nossos dias, sobretudo enquadrá-los na vida dos jovens, que exigem cada vez mais das novas tecnologias. Mesmo assim pode concluir-se que as pessoas têm aproveitado bem esta conjugação. </li></ul><ul><li>Uma das consequências desta ligação é o possível desaparecimento dos aparelhos de rádio; </li></ul><ul><li>Concluindo, podemos dizer que a Rádio se desenvolveu e expandiu mais nestes últimos 10 anos do que durante as restantes épocas. Ficou a dever-se a uma conjuntura político-cultural favorável registada ao longo da história do país, assim como o aparecimento das novas tecnologias às quais a rádio teve de se adaptar. </li></ul>
  21. 21. Televisão
  22. 22. A história da Televisão <ul><li>O primeiro sistema semi – mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres, por Gato Felix e, posteriormente, imagens em movimento em 30 de Outubro de 1925. Porém o sistema electrónico completo só foi demonstrado em 1927 por John L. Baird Philo e Taylor Farnsworth . </li></ul><ul><li>A televisão atinge, na década de 50, o sua maior importância e desenvolvimento. Tendo sido apelidada como “a caixa que mudou o mundo”. Esta revolucionou completamente o mundo tal como este era conhecido. Aproximou as pessoas, permitiu transmissão de notícias mais rápida e eficazmente. Tornou o mundo numa aldeia global. </li></ul><ul><li>A televisão expandiu-se por todo o mundo, e também mais tarde por Portugal. Assim, em 1955 surgia a RTP (Rádio Televisão Portuguesa). </li></ul><ul><li>A televisão teve uma fácil adesão por parte de toda a população. Como éramos um país extremamente analfabeto, a televisão encontrou terreno bastante favorável. Em 1968, surgia o segundo canal generalista no nosso país: - A RTP2. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Em Portugal, a revolução de 74 permitiu uma abertura e um aumento da influência da televisão. Este tornou-se rapidamente o meio privilegiado de entretenimento e informação. Tendo-se transformado na mais poderosa manifestação de massificação cultural, padronização de comportamentos e eficaz arma para os publicitários. </li></ul><ul><li>Com o aumento da influência da televisão esta passou a ser manipuladora da opinião pública. </li></ul><ul><li>Na década seguinte a RTP começa a transmitir para as regiões autónomas e um pouco mais tarde iniciam-se as emissões da RTP Internacional e RTP África. </li></ul><ul><li>Decorridos alguns anos após o “25 de Abril”, vimos alteradas as leis sobre as emissões televisivas, e, pouco tempo depois, surgiram dois canais privados generalistas , a SIC (1992) e a TVI (1993). </li></ul><ul><li>Muitas foram as alterações sofridas no interior da RTP com o fim de se adaptar às novas exigências do público. </li></ul><ul><li>Seguidamente, começam as primeiras experiências das emissões por cabo. </li></ul><ul><li>Neste momento, as perspectivas da continuidade da televisão ( tal e qual a conhecemos) são cada vez mais escassas. Isto deve-se em grande mediada ao aparecimento e à expansão de um novo meio de comunicação social: - a Internet. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>A Internet desde da sua criação, está a retirar importância e “adeptos” à televisão. Por isto, a televisão de hoje está a morrer. Esta tem que adoptar novos formatos e adaptações como é o caso do IPTV. </li></ul><ul><li>O IPTV é uma mistura da televisão com a Internet. No IPTV, os espectadores a escolherem o que querem ver, quando querem ver. Assim o impacto da TV é substancialmente reduzido. </li></ul><ul><li>Concluindo, a televisão foi o meio que, até hoje, mais impacto teve no mundo e na Sociedade. Éramos completamente diferentes antes desta surgir. Esta conseguiu mudar as mentalidades e consciencializar-nos. No entanto não podemos negar a evolução. Sendo assim, apesar de todo o impacto que esta teve, se ela não se conseguir adaptar vai ser completamente destronada pelos novos media. </li></ul>
  25. 25. Riscos da Televisão <ul><li>Desde a sua expansão, que a televisão tem exercido uma grande influência nos jovens, influenciando as suas atitudes, valores e comportamentos. </li></ul><ul><li>Como, a adolescência é um período marcado por profundas mudanças fisiológicas indispensáveis na formação da identidade. Os adolescentes necessitam de encontrar modelos de forma a regerem os seus comportamentos. </li></ul><ul><li>Normalmente estes iam buscar esses cânones na sua família, amigos, professores... </li></ul><ul><li>Contudo, a sociedade está a modificar-se. A família já não é o mundo dos adolescentes, assim está a perder a sua importância em pró dos media, (em especial da televisão). </li></ul><ul><li>A televisão, actualmente é muito mais que um meio básico de informação, ela tornou-se a Babysiter dos tempos modernos. Os jovens e as crianças passam demasiado tempo com a televisão. Assim a TV, exerce uma enorme pressão, levando a que estas não só imitam as personagens televisivas como interiorizam os comportamentos e atitudes que lhes são incutidos pela televisão. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Um dos problemas desta situação prende-se com o facto da televisão transmitir uma realidade distorcida. Levando, a que as crianças apreendam, assim uma realidade condicionada. </li></ul><ul><li>Outro problema apontado por alguns estudos, revela que, as crianças e os jovens que passam mais tempo em frente á televisão tornam-se mais agressivas e obesas. </li></ul><ul><li>A televisão tornou-se um elemento omnipresente em grande parte das casas portuguesas. Esta passou a ser o meio fundamental como meio de obter informação, formação, entretenimento e cultura. Provocando uma diminuição exponencial do convívio e dos laços entre os elementos do agregado. Levando ao desenvolvendo assim de muitos problemas sociais. </li></ul><ul><li>Para evitar este tipo de problemas, os pais devem repensar a sua interacção com os filhos. Tentado passar mais tempo de qualidade e convivendo mais com os filhos. Devem controlar o tempo e os conteúdos que os filhos acedem através da TV. Devem reduzir ou mesmo eliminar TV das horas das refeições. E fundamentalmente devem “educar os filhos para os media” tornando os jovens mais críticos e ajudando-os a entender os conteúdos que passam na Televisão. </li></ul>
  27. 27. Os media tradicionais e os jovens
  28. 28. Os media tradicionais e os jovens <ul><li>Actualmente, os jovens portugueses lêem mais imprensa e ouvem mais rádio que a população portuguesa em geral, apenas existe um meio de comunicação em que os índices de consumo dos jovens são inferiores à média da população portuguesa: a televisão. </li></ul><ul><li>Dos canais mais vistos pela população mais jovem destaca-se a SIC, seguida pela TVI. Na imprensa escrita, as revistas ocupam o primeiro lugar nas preferências dos jovens. </li></ul><ul><li>Os jornais informativos e desportivos ocupam o topo das preferências dos gostos dos jovens portugueses, no entanto os escalões etários mais baixos continuam a preferir a empresa sensacionalista em detrimento da informativa. </li></ul><ul><li>Os resultados apresentados por este estudo vêem reiterar uma ideia das alterações que estão a ocorrer no consumo dos media pelas classes mais jovens. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>É incontestável que a televisão desempenhou um papel fundamental na sociedade portuguesa da segunda metade do século XX. </li></ul><ul><li>Tendo mesmo, sido o meio de comunicação que mais impacto teve no nosso país. Contudo, este papel está ser alterado. A televisão generalista já não satisfaz as maiores necessidades dos jovens. Estes têm um grau académico superior à grande massa da população portuguesa, daí que estes tenham um maior interesse pela Imprensa e pela Rádio. </li></ul><ul><li>Os jovens como dominam os media conseguem obter informação em qualquer área sob qualquer assunto. </li></ul><ul><li>Os dados revelados no estudo revelam uma grande disparidade nos gostos dos jovens portugueses, que passa não só pela informação isenta como pelas revistas cor-de-rosa/jet-set. </li></ul>
  30. 30. Internet
  31. 31. Internet <ul><li>A Internet foi considerada uma das maiores invenções do século XX. </li></ul><ul><li>Esta criou uma rede de troca de informação a nível mundial, encurtar as distâncias, contribuir para a ideia de uma aldeia global. </li></ul><ul><li>Foi um grande passo quer para as empresas, quer para os indivíduos. Porque veio facilitar a circulação da informação, desburocratizando o sistema, e aproximando as pessoas. </li></ul><ul><li>Estas “novas” tecnologias tiveram uma grande adesão por parte dos jovens. Pois possibilita-os comunicar com qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, e em tempo real. </li></ul><ul><li>No entanto a sua utilização também acarreta alguns problemas. Como podemos saber com quem é que estamos a falar? </li></ul>
  32. 32. Riscos de utilização <ul><li>O anonimato é um dos principais problemas associado a utilização deste tipo de tecnologia. </li></ul><ul><li>Os predadores sexuais aproveitam-se da ingenuidade das crianças e dos jovens e através dos sites tentam obter informações pessoais, e até possíveis encontros. </li></ul><ul><li>Quando esta é utilizada indiscriminadamente, pode levar ao vício. Deixa-se de ter vida social, passa-se a viver com e para a Internet. </li></ul><ul><li>As actividades criminosas também andam muito ligadas com a Internet. É bastante fácil aceder a conteúdos violentos, racistas ou extremistas, também sendo comum o roubo de identidade para actividades ilícitas. </li></ul><ul><li>Outra coisa que é importante é um cibernauta possuir é uma “ firewall”, para evitar a intromissão de “ Hackers, Backdoors , Vírus, e Worms & Troianos”. </li></ul><ul><li>Assim torna-se sobejamente importante, que os pais e educadores saibam os conteúdos, é que os filhos têm acesso na Internet, e que os informem e previnam acerca dos perigos da Internet. </li></ul><ul><li>Assim, torna-se urgente a necessidade de se alargar as estruturas de sensibilização e consciencialização para as funções comunicacionais e de socialização inerentes à Internet. </li></ul>
  33. 36. Os media do futuro e os jovens
  34. 37. Os media do futuro e os jovens <ul><li>A grande maioria dos jovens portugueses que frequentam o ensino básico e Secundário tem computador em casa. </li></ul><ul><li>Isto prova a elevada generalização que este meio sofreu nos últimos anos. Há cerca de 15/20 anos um computador era uma coisa completamente inovadora, quase rara. Contudo, actualmente com a elevada evolução e modernização que se verificou neste sector levou a que a sua qualidade/preço melhorassem substancialmente, provocando o seu consumo massificado, e tornando-se uma ferramenta fundamental para todos os cidadãos. </li></ul><ul><li>A proliferação dos computadores levou à utilização massificada da Internet. </li></ul><ul><li>Contudo esta ferramenta teve uma explosão tão grande, que levou a que se tornasse num dos maiores e mais influentes meios de comunicação do presente e do futuro. </li></ul>
  35. 38. <ul><li>Os jovens são (sem sombra de dúvida), os maiores utilizadores da Internet. </li></ul><ul><li>Ao contrário do que seria espectável a grande maioria do tempo gasto na Internet é passado ou em pesquisa ou no Messenger com os colegas, e não nos chats. Esta conclusão é interessante, na medida em que nota uma preocupação dos jovens com os chats, continuando a preferir a conversa com os amigos à conversa com desconhecidos. </li></ul><ul><li>É necessário desenvolver mecanismos facilitadores de utilização da Internet no contexto escolar. </li></ul>

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