Missão do homem inteligente na terra

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Missão do homem inteligente na terra

  1. 1. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.)KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  2. 2. O Senhor age como um homem que, tendo de fazerlonga viagem fora do seu país, chamou seusservidores e lhes entregou seus bens. - Depois dedar cinco talentos a um, dois a outro e um aoutro, a cada um segundo a sua capacidade, partiuimediatamente. (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  3. 3. - Então, o que recebeu cinco talentos foi-se, negociou com aquele dinheiro e ganhoucinco outros. - O que recebera dois ganhou, domesmo modo, outros tantos. Mas o querecebera um cavou um buraco na terra e aíescondeu o dinheiro de seu amo. (Mateus, cap.25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  4. 4. - Passado longo tempo, o amo daqueles servidoresvoltou e os chamou a contas. - Veio o que receberacinco talentos e lhe apresentou outroscinco, dizendo: Senhor, entregaste-me cincotalentos; aqui estão, além desses, mais cinco queganhei. -Respondeu- lhe o amo: Servidor bom efiel; pois que foste fiel em pouca coisa, confiar-te-ei muitas outras; compartilha da alegria do teusenhor. (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  5. 5. - O que recebera dois talentos apresentou-se aseu turno e lhe disse: Senhor, entregaste-medois talentos; aqui estão, além desses, doisoutros que ganhei. (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  6. 6. - O amo lhe respondeu: Bom e fiel servidor; poisque foste fiel em pouca coisa, confiar-te-eimuitas outras; compartilha da alegria do teusenhor. (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  7. 7. - Veio em seguida o que recebeu apenas umtalento e disse: Senhor, sei que és homemsevero, que ceifas onde não semeaste e colhes deonde nada puseste; - por isso, como tetemia, escondi o teu talento na terra; aqui o tens:restituo o que te pertence. (Mateus, cap. 25, vv.14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  8. 8. - O homem, porém, lhe respondeu: Servidor maue preguiçoso; se sabias que ceifo onde não semeeie que colho onde nada pus, - devias pôr o meudinheiro nas mãos dos banqueiros, a fim deque, regressando, eu retirasse com juros o que mepertence. (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  9. 9. -Tirem-lhe, pois, o talento que está com ele edeem-no ao que tem dez talentos; -porquanto, dar-se-á a todos os que já têm e essesficarão cumulados de bens; quanto àquele quenada tem, tirar-se-lhe-á mesmo o que pareça ter;e seja esse servidor inútil lançado nas trevasexteriores, onde haverá prantos e ranger dedentes. (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30.) Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVI, , item, 6.
  10. 10. Não vos ensoberbais do quesabeis, porquanto esse saber tem limitesmuito estreitos no mundo em quehabitais. Suponhamos sejais sumidadesem inteligência neste planeta: nenhumdireito tendes de envaidecer-vos. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  11. 11. Se Deus, em seus desígnios, vos feznascer num meio onde pudestesdesenvolver a vossa inteligência, é quequer a utilizeis para o bem de todos. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  12. 12. É uma missão que vos dá, pondo-vosnas mãos o instrumento com quepodeis desenvolver, por vossa vez, asinteligências retardatárias e conduzi-las a ele. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  13. 13. A natureza do instrumento não está aindicar a que utilização deve prestar-se? A enxada que o jardineiro entrega aseu ajudante não mostra a este últimoque lhe cumpre cavar a terra? Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  14. 14. Que diríeis, se esse ajudante, em vez detrabalhar, erguesse a enxada para ferir oseu patrão? Diríeis que é horrível e queele merece expulso. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  15. 15. Pois bem: não se dá o mesmo com aqueleque se serve da sua inteligência paradestruir a ideia de Deus e da Providênciaentre seus irmãos? Não levanta elecontra o seu senhor a enxada que lhe foiconfiada para arrotear o terreno? Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  16. 16. Tem ele direito ao salário prometido?Não merece, ao contrário, ser expulsodo jardim? Sê-lo-á, não duvideis, eatravessará existências miseráveis echeias de humilhações, até que se curvediante daquele a quem tudo deve. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  17. 17. A inteligência é rica de méritos parao futuro, mas, sob a condição de serbem empregada.Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.)KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB.Capítulo 7.
  18. 18. Se todos os homens que a possuem delase servissem de conformidade com avontade de Deus, fácil seria, para osEspíritos, a tarefa de fazer que aHumanidade avance.Infelizmente, muitos a tomaminstrumento de orgulho e de perdiçãocontra si mesmos. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  19. 19. O homem abusa da inteligência como detodas as suas outras faculdades e, noentanto, não lhe faltam ensinamentos queo advirtam de que uma poderosa mãopode retirar o que lhe concedeu. Ferdinando, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 7.
  20. 20. “O homem, pois, em grande número decasos, é o causador de seus própriosinfortúnios; mas, em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menoshumilhante para a sua vaidade, acusara sorte, a Providência, a má fortuna, amá estrela, ao passo que a má estrela éapenas a sua incúria.” (Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo V. Bem-aventurados os Aflitos. Causas Atuais das Aflições.)
  21. 21. Tudo o que Jesus falou no Sermão da Montanha foi ao coração, ao sentimento. Não disse nada ao raciocínio, porque é pela inteligência que caímos.Ele não disse: Bem aventurados os inteligentes. Chegoumesmo, certa vez, a dar graças ao Pai por ter ocultadoos segredos do céu aos sábios e inteligentes. Quem caipelo amor, o próprio motivo da queda faz com que sereerga, mas quem cai pela inteligência não se sentecaído. Chico Xavier
  22. 22. Grupo Espírita Allan Kardecwww.luzdoespiritismo.com

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