Estudando: livro o que é o espiritismo n.12

3.605 visualizações

Publicada em

Publicada em: Espiritual
  • Seja o primeiro a comentar

Estudando: livro o que é o espiritismo n.12

  1. 1.  Não. A faculdade mediúnica é uma propriedade doorganismo e se nos mostra desenvolvida tanto nos maisdignos como nos mais indignos indivíduos. (O que é oEspiritismo, capítulo II, itens 79 e 80, pág. 178.)
  2. 2.  Não. A identidade é uma das grandes dificuldadesdo Espiritismo prático, sendo muitas vezesimpossível verificá-la, sobretudo quando se trata deEspíritos superiores que viveram em épocas muitorecuadas. (Obra citada, capítulo II, itens 94, 95 e96, págs. 183 e 184.)
  3. 3.  A identidade é de mais fácil verificação quando setrata de Espíritos contemporâneos, cujo caráter ehábitos sejam conhecidos, porque é por meio desseshábitos e particularidades que a identidade se revelamais seguramente e, por vezes, de modoincontestável.(Obra citada, capítulo II, itens 94, 95 e96, págs. 183 e 184.)
  4. 4.  O estudo do Espiritismo serve paraComo esse mundo é formado pelas almas daquelesque viveram, resulta de sua admissão a prova daexistência da alma e de sua sobrevivência ao corpo.(Obra citada, capítulo II, itens 100 e 101, págs. 186a 189.)
  5. 5.  O primeiro critério é submeter a comunicação aoexame severo da razão, do bom-senso e da lógica. Osegundo critério da verdade está na concordânciado ensino. (Obra citada, capítulo II, item 99, págs.185 e 186.)
  6. 6.  Quando o mesmo princípio é ensinado em muitoslugares por diferentes Espíritos e médiuns estranhosuns aos outros e isentos de idênticas influências,pode-se concluir que ele está mais próximo daverdade do que aquele que emana de uma só fonte eé contraditado pela maioria. (Obra citada, capítuloII, item 99, págs. 185 e 186.)
  7. 7.  As almas que se manifestam revelam-nos suasalegrias ou seus sofrimentos, conforme o modo porque empregaram o tempo de sua existência terrena.Descrevendo-nos seu estado e sua situação, elasretificam as ideias falsas que faziam da vida futurae, principalmente, sobre a natureza e a duração daspenas. (Obra citada, capítulo II, itens 100 e 101,págs. 186 a 189.)
  8. 8.  Passando a vida futura do estado de teoria vaga eincerta ao de fato conhecido e positivo, surge para ohomem a necessidade de trabalhar o mais possíveldurante a existência presente, que é tão curta, emproveito da vida futura, que é infinita. (Obracitada, capítulo II, itens 100 e 101, págs. 186 a189.)
  9. 9.  Não confundir a subjugação obsessional com aloucura patológica. Na loucura, a causa do mal éinterna, existe uma e é precisorestituir o organismo ao seu estado normal. (Cap.II, itens 73 e 74, pp. 176 e 177.)
  10. 10.  Na subjugação, a causa é externa e tem-senecessidade de libertar o doente de um inimigoinvisível, não lhe opondo remédios materiais, masuma força moral superior à dele. Nunca, em talcaso, os exorcismos produziram resultadosatisfatório; antes agravaram que minoraram asituação. (Cap. II, itens 73 e 74, pp. 176 e 177.)
  11. 11.  Indicando a verdadeira fonte do mal, só o Espiritismodá os meios de combater a subjugação obsessional,fazendo a . Por conselhosprudentemente dirigidos, chega-se a torná-lo melhor ea fazê-lo renunciar voluntariamente à atormentaçãodo enfermo, que então fica livre. (Cap. II, item 74, pág.177.)
  12. 12.  A obsessão, qualquer que seja a sua natureza, éindependente da mediunidade e se encontra, detodos os graus, em grande número de pessoas quenunca ouviram falar de Espiritismo. (Cap. II, item76, pág. 177.)
  13. 13.  A mediunidade não é uma causa, mas simples modode manifestação dessa influência. Sem amediunidade,que escapam às investigações damedicina. Pela mediunidade, o ente maléficodenuncia a sua presença; sem ela, é um inimigooculto, de quem não se desconfia. (Cap. II, item 76,pág. 177.)
  14. 14.  Como a obsessão nunca é produto de um bomEspírito, torna-se um ponto essencial saberreconhecer-se a natureza dos que se apresentam.(Cap. II, item 78, pág. 178.)
  15. 15.  O médium não esclarecido pode ser enganado pelasaparências, mas o médium prevenido percebe omenor sinal suspeito, e o Espírito, vendo que nadapode fazer, retira-se. O conhecimento prévio dosmeios de distinguir os bons dos maus Espíritos é,pois, indispensável ao médium que não se querexpor a cair num laço. (Cap. II, item 78, pág. 178.)
  16. 16.  Os bons Espíritos, querendo dar um ensino útil atodos, servem-se do instrumento que têm à mão,mas logo o deixam, se encontram outro que lhes sejamais afim e melhor aproveite de suas lições.(Cap. II, item 81, pág. 179.)
  17. 17.  Resulta então que os médiuns imperfeitos,moralmente falando, e os que não procuramemendar-se tarde ou cedo são presas dos mausEspíritos, que, muitas vezes, os conduzem à ruína eàs maiores desgraças, mesmo na vida terrena. (Cap.II, item 81, pág. 179.)
  18. 18.  Os médiuns de mais mérito não estão ao abrigo dasmistificações. Em primeiro lugar, porqueque não tenha umlado fraco que dê acesso aos maus Espíritos. (Cap.II, item 82, pág. 179.)
  19. 19.  Segundo, porque os bons Espíritos permitem mesmo,às vezes, que os maus venham, para exercitarmos anossa razão, aprendermos a distinguir a verdade doerro e ficarmos de prevenção, não aceitandocegamente e sem exame tudo quanto nos venha dosEspíritos.(Cap. II, item82, pág. 179.)
  20. 20.  As mistificações podem ainda ser uma prova para ae a do espírita, médium ounão; e. (Cap.II, item 82, pp. 179 e 180.)
  21. 21.  O médium seguro, aquele que pode ser realmentequalificado de bom médium, é o que aplica a suafaculdade buscando(Cap. II, item 84, pág.180.)
  22. 22.  O poder de atrair os bons e repelir os mausEspíritos está nae da posse do maior número dasqualidades que formam o homem de bem. É poresses dotes que se concilia a simpatia dos bons e seadquire ascendência sobre os maus Espíritos. (Cap.II, item 84, pág. 180.)
  23. 23.  As imperfeições morais do médium, aproximando-oda natureza dos maus Espíritos, tiram-lhe ainfluência necessária para afastá-los:(Cap. II,item 85, pág. 180.)
  24. 24.  Os maus Espíritos sabem explorar habilmente asfraquezas do médium, para impor-se a ele, e entre osnossos defeitos o que lhes dá margem maior éo , sentimento que se encontra maisdominante na maioria dos médiuns obsidiados e,principalmente, nos fascinados.Esse sentimento é, infelizmente, excitadopelos elogios. (Cap. II, item 86, pp. 180 e 181.)
  25. 25.  O bom médium nunca se crê bastante digno dereceber comunicações de entidades ilustres; ele temuma salutar desconfiança do merecimento do querecebe e não se fia apenas no seu próprio juízo.(Cap. II, item 87, pág. 181.)
  26. 26.  Sabe que seria ridículo crer na identidade absolutados Espíritos que se lhe manifestam, e deixa queterceiros julguem do seu trabalho, sem que seu amor-próprio se ofenda por qualquer decisão contrária.julga-se feliz com a faculdade que possui, por lhe serum , e jamais se incomoda sedão preferência a outros médiuns. (Cap. II, item 87,pág. 181.)
  27. 27.  Como todas as outras faculdades, a mediunidade éum dom de Deus, que se pode empregar para o bemquanto para o mal, e do qual se pode abusar. Seufim é colocar-nos em relação direta com as almasdaqueles que viveram na Terra, para recebermosensinamentos e iniciações da vida futura. (Cap. II,item 88, pp. 181 e 182.)
  28. 28.  Aquele que dela se utiliza para o bem, desempenhauma verdadeira missão e será recompensado. O quedela abusa e a emprega em coisas fúteis, desviando-a de seu fim providencial, tarde ou cedo serápunido. (Cap. II, item 88, pp. 181 e 182.)
  29. 29.  A melhor garantia contra o charlatanismo está nodesinteresse absoluto e na probidade do médium; hápessoas que, por sua posição e caráter, estão acimade qualquer suspeita. (Cap. II, item 91, pág. 183.)
  30. 30.  Entre os adeptos do Espiritismo encontram-seentusiastas e exaltados; são eles, em geral, os piorespropagadores, porque a facilidade com que aceitamtudo, sem exame, desperta desconfiança. O espíritaesclarecido repele esse entusiasmo cego, observa comfrieza e calma e, assim, evita ser vítima de ilusões emistificações. (Cap. II, item 92, pág. 183.)
  31. 31.  As contradições que se notam, com frequência, nalinguagem dos Espíritos são a consequência da suanatureza, pois que eles não sabem as coisas senão narazão do seu adiantamento, sendo que muitospodem saber menos ainda que certos homens. (Cap.II, item 97, pág. 185.)

×