Adivinha quanto eu gosto de ti

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Adivinha quanto eu gosto de ti

  1. 1. Às vezes, quando gostamos muito, muito de alguém, queremos encontrar uma maneira de descrever como os nossos sentimentos são grandes. Quem nos vai contar uma história são duas lebres. A Grande Lebre Castanha. A Pequena Lebre Castanha.
  2. 2. Vamos ouvir a história com atenção, porque no fim têm que responder a uma pergunta.
  3. 3. A Pequena Lebre Castanha, que se ia deitar, agarrou-se bem agarrada às orelhas muito compridas da Grande Lebre Castanha. Quis ter a certeza de que a Grande Lebre Castanha estava a ouvir.
  4. 4. — Adivinha quanto eu gosto de ti — disse ela. — Ora bem, acho que não consigo adivinhar isso — disse a Lebre Castanha. Grande
  5. 5. — Gosto assim — disse a braços o mais que podia. Pequena Lebre Castanha, esticando os
  6. 6. A Grande Lebre Castanha tinha uns braços ainda maiores. — Mas eu gosto de TI assim — disse ela. “Hummm, é muito”, pensou a Pequena Lebre Castanha.
  7. 7. — Gosto de ti esta altura toda — disse Pequena Lebre Castanha .
  8. 8. — E eu gosto de ti esta altura toda — disse a Grande Lebre Castanha. “É mesmo alto”, pensou a Pequena Lebre Castanha. “ Quem me dera ter uns braços assim.”
  9. 9. Então a Pequena Lebre Castanha teve uma boa ideia. Fez o pino, encostada ao tronco muito esticadinha. — Gosto de ti até à ponta dos pés! — disse ela.
  10. 10. — E eu gosto de ti até à ponta dos teus pés — disse a G rande L ebre C astanha, fazendo-a girar por cima da cabeça
  11. 11. — Gosto de ti até onde eu consigo SALTAR! — riu-se a Pequena Lebre Castanha, dando pulos e mais pulos.
  12. 12. “Isto é que é saltar”, pensou a P equena L ebre Castanha . — Mas eu gosto de ti até onde eu consigo saltar — sorriu a G rande L ebre C astanha. E saltou tão alto que as orelhas tocaram no ramo da árvore. “Quem me dera saltar assim.”
  13. 13. Gosto de ti o caminho todo até ao rio — gritou a P equena L ebre Castanha . — E eu gosto de ti até depois do rio e dos montes — disse a C astanha. G rande L ebre
  14. 14. “É mesmo longe”, pensou a Pequena que já quase nem conseguia pensar. Então olhou para além das noites, para a grande noite escura. Nada podia ser mais longe do que o céu. Lebre Castanha. Tinha tanto sono
  15. 15. — Gosto de ti até à LUA — disse ela, e fechou os olhos. — Ora, se isso é longe — disse C astanha . — É mesmo, mesmo longe. a G rande L ebre
  16. 16. G rande L ebre C astanha deitou a P equena L ebre Castanha na caminha de folhas. Inclinou-se e deu-lhe um beijo de boas - noites.
  17. 17. Depois deitou-se muito pertinho e murmurou sorrindo. — E eu gosto de ti até à Lua… E DE VOLTA ATÉ CÁ ABAIXO.
  18. 18. Agora vão responder… É fácil ou difícil medir o amor Também para a P equena a G rande L ebre fácil de medir! L ebre Castanha e para C astanha , o amor não é coisa
  19. 19. O AMOR é um sentimento indefinível, abstracto. Sente-se, mas não se vê. Fim… A equipa da BE, 2013

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