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  1. 1. F71" u_ M ÊWBLICJTECÍÍA DF *VALORES . .i
  2. 2. BIBLIOTECA DE VALORES Ensine ao seu filho o bom comportamento. Sem pensar em si mesma, uma senhota idosa ajuda as outras pesssoas quando elas precIsam v, em troca. é recompcnsada com bondade e amízadp. A Históna da velhinha e dah Raposa. : é apenas um dos contos inlemacionais que constituem a obla Bibi/ om . a de ~ VJÍOIES. uma séne que oticnla as cnanças sobre a impunância du hom comportamento. Consulte a página 33 para I obter mais informações sobre J as mensagens morais deste como.
  3. 3. A História da Velhinha e das Raposas Um Livro sobre Como Ajudar os Outros I| )I(_Ã() (UNII INTA CRERITAl/ N( )VA VARIAN I F
  4. 4. Foi há muito iempo no Japão, onde havia uma casa de chá ao , . pé de uma montanha. A dona era uma velhinha que vivia só. Todos os dias, ela fazia bolinhos de arroz muito sabomsos , e os viajantes que passavam por ali, a caminho da montanha, PQÍBVBTH sempre para DS PÍUVHÍ. "“ ' 'Que bolinhos tão gostam? , diziam os viajantes, antes dc seguirem pela montanha acima. *V 33h32m, l pi 75k L ' i ° Ji ' 1 y J ea* IF-t¡ à'í ~ «j I p ~ r RN * v, /U _. . ›. ›
  5. 5. ãük audi . t-»n Durante o Invemo, a neve amontoava-se à frente da casa *é* de chá. A velhinha via-se aflita para Iimpá-la sozinha. KK De manhã, ela começava sempre por remover a neve e só _› depois fazia os bolinhos de arroz e preparava o chá para os . Ann. “É seus clientes. "Este trabalho é muito pesado para a minha idade", W¡ pensava a velhinha, enquanto retirava a neve com uma pá. "E _ ; X "Estou cheia de dores nas costas". ,P ' i @il
  6. 6. v: 4 ! Inm- uma. wwallrlhlan› ; am-m wotwmruw-. r- m» : Ubuntu-Mis: um'. ofqçíníl-eitr-Iuuuuü 1101121110-ulzatmínlhlo. ?n14unlílnnqprunngvlp- : alguúiammra ; ' -r t1 'vu-unem 'mw itquIL_'-. ›=as.1ê= _kv¡ro¡n b» nlcñltd" ; zum-u : Ji-. r qomr-ormuw uma: : P 'mr a naun? ? o¡m. «wrñà'-qu)oliruáki plraarfhc tranmoewrcumcmnl. ,Lina-thrash 2.' : IINIHK unnznrlml» . pt-du. min-irrf' »arrow! unna§. -§¡r[; ~:›nf=1c»931111 = ríuu1igfrruu rh ntilulnlolin? (ii-LIJHIQÍHMI- uwliillrlun.
  7. 7. "Não sei o que fazer", disse o homem. "É a mais nova de todos os meus cinco filhos e está cheia de lebre e muito fraquinha". "lá lhe deste algum remédiol", perguntou a velhinha. "Não, não temos nada para lhe dar", respondeu o homem, muito ansioso. "Então, vais ferver estas ervas medicinais, para ela beber. A febre irá baixar e a tua filha voltará a ficar boa. Mas gostavas que eu fosse a tua casa, para preparar o remédiof". "É muito gentil", disse o homem. "Vivemos no alto da montanha. Venha atrás de mim".
  8. 8. < 'gar- : r . x n . c¡ _ __ . _ . .. ' . .g 'à' . k. -r . s V_ _ " , r '35 v . ., . l h t . í › *l. ~. 't l «ñ »X “' _v e ' ' 'm , _ u _¡ ' l/ 5 ' e . ' . 'F . ' . ,- _ o t' 5 ví* L . o °' v ¡ . xr , _ “Ju . .. r _Í , j' / , *t3 , , 1¡ - , k ¡ l . i f' v. * u'. ; Vlültllrlxn. .i : clamam: mtt-_nn--a Ê.1|KÍIÍN'Í'I| N.›'ÇQV -. Juma¡ «amu-r - = 'curIL'J'I~0k~ ta¡ 1*. I Walt¡ . qcxlymr. humano-w: ; uáliñillr_ fm: : “um ojr--llc“rrn, lj: .,igzl ; ml¡ Iiu-o; :.'r; r;. -' clara-walk. huustlr. ¡mu-eumlgo -. -. mui; v rx: : m1' 'o' , mia a¡ mrw um: wimruan. *II 14.¡ s; ; '›: «I| ÍlIilt1'§›lO. kWHL“ i _ununct . !rali ? k "F-FMM iuxwrrím Ora-'ll--n : Rh-e r Pneu-wmv: minis-gre»¡rzniuqg ! WlW-, Hllti w: v-e-. urnrtm, tmn-Jum: : nmmmn m
  9. 9. _~ " . Quandochegaram à msadohomem, a velhinha encontrou 1 afcüançadtranteeagemermnfelxaostrésirmãmcaorma 'a' ¡nriãollwam pamela, artesãos/ aumente. '__ : A velhinha preparou logo o seu remédio de ervas. ' 'Babe isto e vais sentir-te melhor”, disse ela à doente. Depois disto, a velhinha sentou-se ao lado da criança e toda a noite alí “Ficou, a dar-lhe o remédio e a põr-lhe um pano fresco na testa. *F11 Ífii.
  10. 10. Ya manhã seguinte, a fr-bre linha passado o .1 menina ; é tslava (i dormir calmamente_ 'Prestoumos um grande íavor". disse o homem. Hr- e a mulher r umaram-w rrspeilrsamenre, como os japoneses msiumam fazer quunrln Latão gratos . i . alguém. "Somos muim rxbres, mas gmsnimmus de lho dar alguma ruim em ! rum da ajuda que rocebcmos". (llbSefdlll cics. MAS . i xolhínha em imundo: : e recusou aceitar qualquer prcscnle. “Nãn , se preocupem'. rima el. ; 'Fico feliz por . i criança estar mvlhor'. Nmca esqueccrcmos a sua bondade'. disseram eles.
  11. 11. As outras crianças ofereceram-se para acompanhar a velhinha a casa. Estava uma manhã bem bonita. la' não caía neve e o céu estava limpo. As quatro crianças partiram bem dispostas e foram sempre alisando a neve fresca com os pés, para tornar mais fácil a caminhada à velhinha.
  12. 12. 'Venha por aqui, avozinha', disseram elas. 'Queremos mostrar-lhe uma coisa linda'. As crianças conduziram a velhinha ao pe' de um lago gelado. O sol da manhã brilhava com muita força e o lago coberto de gelo parecia um espelho, onde se via a beleza da neve e da montanha. A elhinlu parou a admirar. em silêncio, a vista maravilhosa daquele sítio.
  13. 13. Na margem do lago, as altas árvores estavam salpicadas de neve. Fios de» água gelada pendiam das pontas de alguns ramos. À luz do sol, as árvores pareciam cobertas de flores feitas' de gelo. "Parece um sítio mágico", pensou a velhinha. u if.
  14. 14. Quando ñnalrrmcntm- chegaram à casa de (há, as crianças da-sgxdiranrse da xtlhmha. "Tenham cuidado', d 55o ela, quando se : am (mbora. Mm, quando as m do costas. a veíhinha repJmu numa coisa esuarha. Íodas tinham caudas castanhas e felpudas. .n . san da roupa. 'Ora bem. não são crianças verdade-nas, são ptquz-nns rzxpomnHasÍ', exclamou ela. , W _ g_ Í 1 'a u (I 1/ a . é _É É
  15. 15. A velhinha sentou-se à lareira, a fazer chá, enquanto pensava no sucedido. 'AíinaL tratava-se de uma famñia de raposas', pensou ela. 'O paHaposão disfarçou-sae de homem e veio ter comigo, porque uma das raposinhas estava doente. Eeu nem percebi nada". F deitou mais chá quentinho na sua chávena. “Bom, não me importo com isso. Afinal de contas. estar doente é tão mau para um animal como para uma pessoa. Ainda bem que pude ajudar". rir.
  16. 16. Não tardou muito que chegasse outra tempestade. Nevnu dias a fio. A casa de dia da velhinha estava quase enterrada debaixo da neve e ela não era capaz de iimpá-la toda. "Meu Deus, a minha casa ainda vem abaixo, porque o telhado não aguenta o peso de tanta neve', suspirou ela. De repente, ouviram-se vozes alí perto. q. :
  17. 17. A velhinha abriu a porta e espreitou lá para fora. Ficou surpreendida, ao ver duas raposas grandes e cinco raposinhas a rcmoverem a neve do telhado e do caminho. As raposas cantarolavam de alegria, enquanto trabalhavam com as pás, a límparem a neve. A velhinha percebeu que se tratava da mesma família de raposas que tinha ajudado tempos atrás. Elas tinham vindo retribuir o seu favor.
  18. 18. t: Tvrminmin o tralmnlhn, .n wlhinha mnvirlnt: .u família do hlpílNdh ¡mu! tum. " (há v tunn-rhul¡nhns¡| v.1rn›/ . "Agradvgu . I . ljudu quo mv (lt-mm hnp”, dtw' NL¡ "Não (um qu(- . Igrndq-rvr', (Iisw n msnl do rupmas. "Só quisz-Iuos wlrilmnr . ¡ sua lmnduxiv runnuscn". As Linux rapnsinhas chwrlianu-sz- . n xuulw. "( )~¡ sous hullnhns do . Irm/ »in (lulu iusns', (liam-ram. "fu . un-mm üumpn' ¡onlvnurs por vnlmr . nquu, par. : livnparnuv. .u sua nwn" N. : lan-ua, o fogo (rupllavu. A velhinha ›cwiu mms : ha c- suspimu du a unlonlv.
  19. 19. 0 que a história nos diz. .. g sui. . Trabalhar muito. A vr-iiiiriha bondusa desta Itisrórin trabalhar muito para ajudar a; outras pessoas. Fornece alimento aos viajantes que passam pel. : su. : Lusa de chá. Sr- imbaiharmr» muito, o nos~o trabalho ÍUYHãVSE' mais satisfatório r ¡ianhamox o respeita e . i . imizade das pessoas que nos rodeiam. Ajudar os outros. Devenioi sempre tenmr ajudar as. niitras pesáu n quando precisam, mesmo que issu signifique um sacriiictn para nós. N. i história, a vvlhlnha bandos. ; fina feliz por . ijiidar as pessoas, mesmo qui: sejam mtmnhas. Quando o homem hitk' à sua porta a aims horas da noite, .i pedir ajuda, a velhinha dá-iiie riiri remédio para . i ti ii. i doente e »ri dr: casa numa noite Írin. para a Jjuddr a ficar irreihor. Moctrar a nona gratidão. Quando as pessoas nos ajudam, devemos mostrar . i nussa gratidão. Na história, o casal do raposa. riiz esta¡ muito grato a ve-ihínha, por Ihr- tr~r . salvo a iiiha. t, quando as : apostas "HIP-INI a now do ri-lhado da sua casa, .i velhinha agnrrii-cc-Ihes educadamenlt- Não esperar uma recompensa. Por ven-x, sentimos que deviunrus ser recoiriprnsados pelo nossa bom comportamento. Mai. . muitas rr-n-s. já nos satisfaz sabermos quo nos portanto; bem o ajudamos alguém. sent eiprrrar nada c-m troca, A história mostra-nos que o comportamento alrruísta é rrmitns vezes rn-nmpensadu com a ixrndade e a amizade. que são VãÍÍOf-as. Recordar a bondade dos outros. Quando as ; it-saves são boas para nós, sontinin-nns ielizes. Devemos sempre tentar recordar . i sua hondndr- o a felicidade que ein nos dd, Lil como izi¡ . i iamflia de raposa; mr história, para que possamos retribuir ri ÍBVOL se surgir . r uportunirtirli: Apreriar a natureza. Por vozes. esquur emo-nos de rirparar nn mundo bela que nos rodeia. E boni . irranjarmm ÍPNIDO pJnr aprr-ciaiiiim o boni ié-trvpo e a paisagem, tal como faz a vr-iiiinha da hístoríd, puiqui- isso nos recorda . a hr-ieza natunii do ricissri mui-ido e a necessidade de cuidainirãs do imsso inc-iryambic-nro Saber perdoar. Quando a velhinha descobre qua: io¡ enganada pelas rnposas. continua a pensar qirr- icz ins-ni rrrt . ijuda-Lr. . Compreende: por que mzào o pa¡ -rJprrm . i cnganou. para poder obter a su. : ajuda. Devemos tentar rnmpreendei por que razão as Ouirns pessoas, :ts vrvzrzs, são ! hr-nos horwnins contrasta c isso . ijudm nos . r pcrdoá-Ias. . Aceitar ainda dos omni. Quando . as outras pessoas nos ajudam, tiuvemas . ir-citar u sua ajuda e . iuradecer-iiii--a com eduraç. A Iatliiiid do raposa vai em . irixiiici d. : vi-itiiriha, quando cia pru isa dc ¡Ímpnt a nen. - rin telhado. A velhinha fit-n Icliz por . icuitai A m. : . ajuda e a um amizade,
  20. 20. A História da Velhinha e das Raposas Liz-na elhnnha ¡aponesa sun. ; nurna casa de cha', à beira de urna rnontanha. :onde vendia bohnhos de arroz a quern pasxaxa. No Inverno_ xzarse añnta para lirnpar toda a neve que se acurruulasa 'a sua poda e no telhak). urna noite escura. urn hornern de-scrxsheczdo bate~lhe à porta. a suplicar ajuda para a sua filha done-nte A elhrnha sa¡ a casa do bon-term. apesar do terrIp-oral e da drszáncna, e a criança salsa-se. !Stars (arde. a sedhinha des-cobre atue aqoeía era urna fan-Elia de tape-sas . ssuito grade( ndas. as raposas re-solsern renibuír o faso'. linuaarxjoarhesemequasestxertax-aacasadecháda weíhnnha- . kssârn se vê anne (nn-err: ajuda os outros. serv-u nada querae-rntroca_ a-cabaooftetasuab-onnáadere< . ›

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