Supervisor Escolar

2.196 visualizações

Publicada em

Trabalho de Supervisão na Rede Municipal de Armação dos Búzios

Publicada em: Educação
1 comentário
4 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.196
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
101
Comentários
1
Gostaram
4
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Supervisor Escolar

  1. 1. Do Supervisor Escolar A escola não é a que ensina, é a que aprende.
  2. 2. As escolas ganharão outro sentido e significado quando os professores de uma escola puderem dizer: “Sou parte de um grupo de educadores que está construindo a qualidade de ensino para todos na escola e na sala de aula”. (Libâneo; 2009)
  3. 3. 3 O Supervisor Escolar é o responsável pela orientação e acompanhamento do trabalho pedagógico e metodológico exercido pelos professores regentes do estabelecimento de ensino da Educação infantil, do 1° e 2° segmentos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, em todas as suas modalidades.
  4. 4. SUPERVISORPROFESSOR ALUNO (A) Princípio:
  5. 5. Coordenação  Atuar como elemento de ligação entre a equipe central da Secretaria Municipal de Educação e a Unidade Escolar.  Divulgar projetos/programas e orientar a Unidade Escolar no que se refere ao cumprimento das metas estabelecidas pela SEME.  Participar de iniciativas que visem o crescimento profissional tais como seminários, cursos, plenárias do Conselho Municipal de Educação.  Participar das reuniões da Secretaria Municipal de Educação.  Manter contato permanente com a Gerência do Educacional e Coordenadores de área, segmento ou grupos visando à integração e o entrosamento das equipes.  Levantar demandas de formação e treinamento para encaminhamento ao CEPEDE e as coordenações de área com o objetivo de melhoria no processo ensino- aprendizagem.  Levantar dados e diagnósticos para reflexão das ações e alcance do foco na aprendizagem para a equipe da Supervisão Escolar.  Construir relatórios e pareceres apontando as demandas para a melhoria do trabalho do Supervisor Escolar.  Acompanhar todos os supervisores escolares da rede orientando-os para o alcance das competências atribuídas ao cargo.
  6. 6. SUPERVISÃO na escola Supervisão EIXO: Gestão de Conhecimento na Escola FOCO: Aprendizagem dos alunos COMPROMISSO: a construção da Escola que faz a Educação de Qualidade Orientação Formação G E S T Ã O D O C O N H E C I M E N T O
  7. 7. Ação na Unidade Escolar Participar, junto com o Orientador Educacional, do processo de caracterização da clientela escolar; Acompanhar, juntamente com o Inspetor Escolar, os processos de regularização escolar, tais como: classificação, reclassificação, avanço, complementação curricular, plano de estudos e equivalência de estudos; Acompanhar periodicamente os diários de classe, assinando-os, visando à aplicação dos conteúdos previstos no Plano Curricular; Atualizar e/ou modificar o planejamento de ensino com a participação direta dos professores e diretor, adaptando-o à realidade da unidade de ensino e em conformidade com as leis em vigor; Reunir, sempre que possível, nos horários de coordenação, o corpo docente, para avaliar os planejamentos, trocar experiências e estudar modificações que se fizerem necessárias, visando à melhoria da qualidade do ensino; Verificar a existência e avaliar o projeto político- pedagógico da unidade escolar, com base nas orientações e diretrizes da Secretaria Municipal de Educação, oferecendo suporte técnico- pedagógico na implementação do mesmo; Planejar e coordenar, junto com toda a equipe técnico-administrativo- pedagógica, as reuniões pedagógicas, objetivando a avaliação e tomadas de decisões relativas ao processo pedagógico; Assumir, juntamente com a direção, a condução do Conselho de Classe oferecendo subsídios para uma melhor avaliação do processo educacional; Analisar, junto com a equipe técnico-administrativo- pedagógica, a situação de alunos egressos de outros estabelecimentos e/ou de outros sistemas de ensino, visando à sua adequada adaptação ao ano de escolaridade em que sejam matriculados ou em que pleiteiem a matrícula;
  8. 8. Supervisão na escola (cont.) Avaliar continuamente o processo ensino- aprendizagem, realizando reuniões periódicas com professores e direção para troca de experiências em consonância com este Regimento; Analisar, planejar e acompanhar, de forma articulada com os demais membros da equipe técnico-pedagógica, a execução das estratégias a serem utilizadas pelos professores nos estudos de recuperação; Acompanhar, juntamente com a Secretaria Escolar, a entrega de resultados das avaliações dos alunos; Solicitar à SEME palestras, cursos, capacitações de acordo com a necessidade dos professores; Apresentar ao Diretor da Unidade Escolar, para encaminhamento à SEME, o relatório das atividades realizadas, quadro de rendimento trimestral e plano de ação para o período posterior; Analisar o perfil de resultados alcançados pelos alunos, a fim de diagnosticar os índices de aprovação e de reprovação e traçar planos de ação; Fazer, juntamente com os demais membros da equipe técnico-pedagógica, relatórios permanentes de situações - problema ocorridas na Unidade Escolar; Intervir, se necessário, no processo de ensino, quando forem verificados casos de dificuldades de aprendizagem, evitando o grande número de reprovações. Assinar, juntamente com os Orientadores Educacionais e com os professores regentes das turmas de Educação Infantil, de 1°, 2º e 3° anos de escolaridade e da Fase I da Educação de Jovens e Adultos, os relatórios descritivos previstos no sistema de avaliação definidos neste Regimento; Participar de iniciativas que visem ao crescimento profissional tais como seminários, cursos, palestras, plenárias do Conselho Municipal de Educação e outros.
  9. 9. PONTOS PARA DIAGNÓSTICO A supervisão deve diagnosticar, se há: Baixa qualidade dos trabalhos realizados; Gasto excessivo de tempo na execução das tarefas; Falta de preparo adequado para o desempenho do profissional; Envolvimento do corpo docente; Frequente perda ou desperdício de material ou equipamento; Mudança e/ou existência do Projeto Político Pedagógico; Espaços e aproveitamentos; Tempo de aula/ociosos/intervalos/vagos...; Envolvimento de toda a comunidade escolar; Conselho Escola Comunidade; Relações interpessoais; Alunos encaminhados para os programas (reforço/acelera); Alunos com dificuldades de aprendizagem; Após o diagnóstico: Montagem de Plano de Ação.
  10. 10. 10 Concluindo.... O Supervisor Escolar deverá estimular a gestão compartilhada buscando a parceria de toda equipe e comunidade escolar. A visão de organização escolar nos remete a necessidade de que todos os envolvidos devem assumir e compartilhar responsabilidades nas múltiplas áreas de atuação da escola. Num contexto onde as pessoas têm liberdade de atuar e intervir e, por isso, se sentem à vontade para criar e propor soluções para os diversos problemas que surgem, sempre no intuito de atingir os objetivos da organização. “Uma escola pró-ativa é aquela que age com criatividade diante dos obstáculos, desenvolvendo projetos específicos para as comunidades em que atua, de modo a ir além da proposta sugerida pelas secretarias de Educação. O contrário da pró- atividade é a reatividade, que está associada na busca de justificativas para as limitações de nossas ações e de resultados ineficazes.” Heloísa Lück .
  11. 11. Para recriar este novo sentido para o trabalho escolar, três orientações me parecem fundamentais: estimular o gosto pelo ato intelectual de aprender, aprender pelo trabalho e exercer o direito à palavra. (Canário) Neste caminhar espera-se alcançar a qualidade e eficicácia na educação prestada em Armação dos Búzios.
  12. 12. Coordenação 2014 Contando com a sua parceria! Graciane Volotão (22) 99855-6106 gracianevolotao@hotmail.com

×