I Seminário FIESP de Saneamento Básico            São Paulo, 07 Novembro 2011                C. Rosito – VP ASFAMAS
Do PLANASA ao PLANSAB   Pré PLANASA – Até 1970   PLANASA 1971 - 1986   Pós PLANASA 1987 - 2006   Lei 11.445/07 , PAC 1...
Pré PLANASA – Até 1970  Projetos Isolados     Esforço de cada comunidade  Ausência de Sistema Racional de Tarifas  Det...
Pré PLANASA – Até 1970  Algumas “ilhas municipais”de boa gestão     Rio de Janeiro – SURSAN     São Paulo – RAE/DAE    ...
Pré PLANASA – 1970Atendimento Urbano Água & Esgoto52,1 Milhões nas cidades – 56% Total                                    ...
PLANASA 1971-1986  Objetivo Permanente –Déficit Zero  Eficiência e Eficácia  Planejamento     EVG – 5 anos de horizont...
PLANASA 1971 – 1986Investimentos A & E nos 16 anos                                                             Participaçã...
PLANASA 1971-1986Investimentos A & E nos 16 anosPLANASA Brasil - 1971-1986                               PLANASA Brasil- I...
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PLANASA 1971- 1986Balanço  Sucesso     Abastecimento Urbano de Água  Sucesso Parcial     Modelo Institucional         ...
Pós PLANASA – 1987 - 2006  Redução Recursos NÃO ONEROSOS     Nos 3 Níveis de Governo  Redução Capacidade de Gestão / Pl...
Lei 11.445/07 , PAC 1 e Pré PLANSAB2007-2010  Melhoria de Gestão nos Operadores de maior porte  Avanço relevante dos Mar...
Tendência Decenal e Necessidadepara Universalização  SNIS Amostra Representativa  Atendimento Água - Urbano  Atendiment...
Tendências DecenalSNIS – Amostra Representativa     Ano                   Água                               Esgoto       ...
Tendência DecenalSNIS - Amostra Representativa  Prestador Informante 2009 –                  Quantidade                   ...
Ganhos Potenciais Indicadores Operacionais Selecionados - 27 CESB s – SNIS 2009                              Média 27 CESB...
Atendimento Água - UrbanoTendência Decenal                                                       Necessidade Universalizaç...
Atendimento Coleta Esgoto - UrbanoTendência Decenal                                                       Necessidade Univ...
Atendimento Tratamento Esgoto - UrbanoTendência Decenal                                                         Necessidad...
Superávit ROT em relação DTS – CESB sTendência Decenal                                          Necessidade Universalizaçã...
Ganhos Potenciais - Perda de Faturamento   Tendência Decenal                                                       Desejáv...
Ganhos Potenciais - Perda de faturamento –                                           Perda de faturamento                 ...
Ganhos Potenciais -Perda de faturamento                           Ganho potencial - R$ mi2025                             ...
Ganhos Potenciais – Evasão de Receita   Tendência Decenal                                                Desejável - Factí...
Ganhos Potenciais – Evasão de Receita                                     Evasão Receita - %  7                   6  6  5 ...
Ganhos Potenciais – Evasão de Receita 2025                                                                   1161         ...
InvestimentosTendência Decenal                                          Necessidade Universalização  10                   ...
InvestimentosTotal em A & E- % em relação ao PIB                                                                          ...
PLANSAB e Universalização 2011-2040 Desafios    Planejamento    Gestão    Regulação    Comunicação – Educação Ambient...
Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade Valores estimados pela ASFAMAS (ordem de grandeza)          ...
Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade30.0                                                         ...
Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade   0,6%  (% do PIB)   0,5%   0,4%   0,3%                     ...
Investimento Universalização A & EDimensionamento NecessidadeExtrato da Tabela 7.5 do PLANSAB – Necessidades deInvestiment...
Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade  Estudo LCA –ASFAMAS & Entidades x PLANSAB  Ambos se basear...
Tarifas –Racionalização e Ganhos com EQUIDADE          POF 2008-2009                        Despesa Média Mensal Familiar ...
SUBSIDIOSImportância dos Recursos NÃO ONEROSOS  Subsídios Cruzados próximos do limite  Déficits Principais:    Tratamen...
Subsídios   Importância dos Recursos NÃO ONEROSOS   •Na última década                        9000   ONEROSOS variaram     ...
Conclusão  DESAFIOS ATUAIS < PLANASA  “QUANTUM LEAP” necessário:       Planejamento       Gestão       Recursos7 Nove...
25 anos depois do    PLANASA, podemos e devemos    obter mais sucesso com o    PLANSAB!     Muito Obrigado !     carlos.a....
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Política nacional de saneamento fiesp-7novembro2011 c rosito

  1. 1. I Seminário FIESP de Saneamento Básico São Paulo, 07 Novembro 2011 C. Rosito – VP ASFAMAS
  2. 2. Do PLANASA ao PLANSAB  Pré PLANASA – Até 1970  PLANASA 1971 - 1986  Pós PLANASA 1987 - 2006  Lei 11.445/07 , PAC 1 e Pré PLANSAB 2007-2010  Tendência Decenal e Necessidade para Universalização  PLANSAB e Universalização 2011-20307 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 2
  3. 3. Pré PLANASA – Até 1970  Projetos Isolados  Esforço de cada comunidade  Ausência de Sistema Racional de Tarifas  Deterioração dos Orçamentos e Tarifas pela inflação  Política de empreguismo nas operadoras  Recursos Financeiros, Humanos e Técnicos aquém da demanda  Grande número de organismos atuando  Falta de coordenação7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 3
  4. 4. Pré PLANASA – Até 1970  Algumas “ilhas municipais”de boa gestão  Rio de Janeiro – SURSAN  São Paulo – RAE/DAE  Campinas – DAE  Porto Alegre - DMAE  Forte participação de órgãos e recursos federais no Norte e Nordeste  DNOCS  DNOS  FSESP  SUVALE  Um operador “estadual”  DI da Secretaria de Obras Públicas –RS (Origem da CORSAN)7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 4
  5. 5. Pré PLANASA – 1970Atendimento Urbano Água & Esgoto52,1 Milhões nas cidades – 56% Total Coleta Esgoto – 19,4%Água - 50,5 % atendidos atendidos Atendimento Água Coleta de Esgoto 10.1 25.8 26.3 42 COM Atendimento SEM Atendimento COM Coleta SEM Coleta7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 5
  6. 6. PLANASA 1971-1986  Objetivo Permanente –Déficit Zero  Eficiência e Eficácia  Planejamento  EVG – 5 anos de horizonte – atualização anual  RH – 117 mil oportunidades de treinamento 1973-1986  Redução de Custos  Ganho de Escala e Desenvolvimento Institucional  Subsídio Cruzado  FAE s – BASE DE SUSTENTAÇÃO DO PLANO  Alimentados com até 5% da RTE7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 6
  7. 7. PLANASA 1971 – 1986Investimentos A & E nos 16 anos Participação no Financiamento Financiador Tomador US$ Milhões de 2010* % Sub-Total Sub-Total BNH CESB 12.893 38,7 BNH FAE 4.090 16.983 12,3 50,9 BIRD-BID-USAID CESB 2.917 2.917 8,8 8,8 Est.FAE s CESB 7.853 23,6 Est.& Munic. CESB 5.580 13.433 16,7 40,3 TOTAL 33.333 33.333 100,0 100,0 Fonte: BNH – BID – BIRD * Conversão pelo US CPI – 3,33 US$ 2010 / 1,0 US$ 19807 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 7
  8. 8. PLANASA 1971-1986Investimentos A & E nos 16 anosPLANASA Brasil - 1971-1986 PLANASA Brasil- Invest. anualBID/BIRD na ALC – 1961 -195 BID/BIRD ALC – Invest. AnualUS$ Milhões – Total no Período US$ Milhões por ano 12000 700 625 10000 10000 600 8000 500 400 6000 4900 300 4000 196 200 2000 100 0 0 PLANASA BIRD + BID no PLANASA BID/BIRD no Brasil Total ALC Brasil Total ALC 1971-1986 1961-1985 1971-1986 1961-19857 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 8
  9. 9. PLANASA 1971-1986Investimentos A & E nos 16 anosPLANASA - 1981 – Ano Pico PLANASA 1981 - Pico Pré PLANSAB 2009 – Último Ano divulgado Pré PLANSAB 2009 Investimento anual Total em A & E Investimento anual por habitante urbano 10 120 100 8.2 100 8 7.4 80 58 6 60 52 4.4 4 40 18 20 2 1.4 0 0 PLANASA 1981 Pré PLANSAB PLANASA 1981 Pre PLANSAB 2009 2009 US$ 1981/hab.urb Bi USS 1981 Bi US$ 2010 US$ 2010/hab.urb Bi R$ 2010 R$ 2010/Hab.urb7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 9
  10. 10. PLANASA 1971- 1986Balanço  Sucesso  Abastecimento Urbano de Água  Sucesso Parcial  Modelo Institucional  CESB s  Subsídio Cruzado  Insucesso  Coleta e Tratamento Esgoto Urbanos  Saneamento Rural  FAE7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 10
  11. 11. Pós PLANASA – 1987 - 2006  Redução Recursos NÃO ONEROSOS  Nos 3 Níveis de Governo  Redução Capacidade de Gestão / Planejamento e Investimento CESB s  Apenas as Grandes Operadoras ainda saudáveis  Poucos “altos” e muitos “baixos” do Investimento  FGTS quase desaparecido 1998 a 2003  Redução Investimento por habitante  Redução para 1/3, ou menos, do pico de 100 R$ de 2010 por habitante urbano em 19817 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 11
  12. 12. Lei 11.445/07 , PAC 1 e Pré PLANSAB2007-2010  Melhoria de Gestão nos Operadores de maior porte  Avanço relevante dos Marcos Regulatórios  Arrancada da Regulação  PAC 1 – Marco na Disponibilização de Recursos  Retorno dos ONEROSOS  Lento crescimento NÃO ONEROSOS  Planejamento e Projetos ainda aquém da demanda  Particularmente nos operadores mais frágeis7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 12
  13. 13. Tendência Decenal e Necessidadepara Universalização  SNIS Amostra Representativa  Atendimento Água - Urbano  Atendimento Coleta e Tratamento Esgoto – Urbano  Superávit da ROT em relação DTS  Ganhos Potenciais  Perdas de Faturamento  Evasão Receita  Investimentos7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 13
  14. 14. Tendências DecenalSNIS – Amostra Representativa Ano Água Esgoto Municípios População Municípios População % % % % 2000 73,2 89,6 16,0 66,1 2003 75,4 92,5 18,6 70,8 2006 81,2 97,1 22,5 75,7 2009 87,9 97,2 43,5 81,5 Fonte: SNIS7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 14
  15. 15. Tendência DecenalSNIS - Amostra Representativa Prestador Informante 2009 – Quantidade População Urbana Tipo Formulário Municípios Atendidos Municípios - Milhões Abrangência Quant. Água Esgotos Água Esgotos Regional - FC 27 3.986 1.074 118 86 Microrregional - FC 6 18 131031 0,63 0,57 Local - FC 1.031 887 652 36 37 Brasil - FC 1.064 4.891 1.739 155 123 Local - FSE 670 0 670 0 6,1 Brasil FC + FSE 1734 4.891 2.409 155 129,5 Brasil FC + FSE / Total Urbano 87,9 % 43,3 % 97,2 % 81,5 Fonte: SNIS 2009 FC= Formulário Completo FSE= Formulário Simplificado Esgoto7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 15
  16. 16. Ganhos Potenciais Indicadores Operacionais Selecionados - 27 CESB s – SNIS 2009 Média 27 CESB s 3 Maiores Potenciais de 3 Melhores CESB s Ganho Índice Atendimento Total Água - % 77,8 99,5 / 92,1 / 90,7 32,7 / 34,1 / 38,3 Índice Atendimento Urbano Água - % 92,7 100 (6 CESB s) 48,7 / 50,0 / 61,8 Índice de água não faturada - % 37,1 19,8 / 23,5 / 24,9 67,6 / 72,1 / 79,6 Índice de hidrometração - % 89,5 100 / 100 / 99,8 0,0 / 1,9 / 25,0 ‘’índice Evasão de Receita- % ROT 7,4 0,2 / 1,1 / 1,6 31,3 / 34,5 / 40,8 Margem operacional + 44,8 / +29,6 / -12,9 / - 48,0 / COM depreciação - % 17,8 +28,0 - 114,67 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 16
  17. 17. Atendimento Água - UrbanoTendência Decenal Necessidade Universalização 97 96.3 120 96 95.3 95.4 95.2 97 100 94.7 100 87 92 95 94.3 94 93.1 80 93 92.4 60 51 91.7 92 91 40 90 20 89 0 2001 2003 2008 2007 2004 2002 2006 2005 2009 1970 1985 2001 2015 2030 Água - % Pop.Urbana Água - % População Linear (Água - % Pop.Urbana) Linear (Água - % População)7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 17
  18. 18. Atendimento Coleta Esgoto - UrbanoTendência Decenal Necessidade Universalização 53 100 52 52 85 50.9 80 51 50.4 50.6 50.3 50.6 70 50 49.3 60 51 52 49 48.3 47.9 48 40 47 20 46 45 0 2009 2003 2005 2002 2004 2006 2001 2008 2007 2001 2009 2020 2030 Coleta Esgoto - % Pop. Urbana Coleta Esgoto - % Pop.Urbana Linear (Coleta Esgoto - % Pop. Urbana) Linear (Coleta Esgoto - % Pop.Urbana) Admitida parcela de 15% com atendimento por fossas sépticas – similar estudo PMSS 20037 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 18
  19. 19. Atendimento Tratamento Esgoto - UrbanoTendência Decenal Necessidade Universalização 40 37.9 100 34.6 85 35 31.3 31.7 32.2 32.5 80 30 25.6 27.3 28.2 65 25 60 20 38 15 40 26 10 20 5 0 0 2001 2009 2020 2030 2001 2003 2008 2007 2004 2002 2006 2005 2009 Tratamento Esgoto - % Esgoto Gerado Tratamento Esgoto - % Esgoto Gerado Linear (Tratamento Esgoto - % Esgoto Gerado) Linear (Tratamento Esgoto - % Esgoto Gerado) Admitida parcela de 15% com atendimento por fossas sépticas - similar estudo PMSS 20037 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 19
  20. 20. Superávit ROT em relação DTS – CESB sTendência Decenal Necessidade Universalização 15 12 13 13 12 13 12 30 27 25 10 9 9 9 20 20 6 15 12 5 10 9 5 0 0 2002 2004 2006 2000 2001 2003 2005 2008 2007 2009 2001 2009 2020 2030 Número CESB s Superavitárias Número CESB s Superavitárias Linear (Número CESB s Linear (Número CESB s Superavitárias) Superavitárias)7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 20
  21. 21. Ganhos Potenciais - Perda de Faturamento Tendência Decenal Desejável - Factível 41 40.6 40.6 40.4 50 39.8 40 39.4 40 39.2 39 37.1 39.2 39 39.1 39 29.7 30 25.7 38 37.4 23.2 37.1 37 20 36 10 35 0 2003 2005 2006 2009 2002 2000 2004 2001 2007 2008 2000 2005 2009 2015 2020 2025 Perda de Faturamento - Total Operadores % Perda Faturamento - Total Operadores % Linear (Perda de Faturamento - Total Operadores %) Linear (Perda Faturamento - Total Operadores %)7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 21
  22. 22. Ganhos Potenciais - Perda de faturamento – Perda de faturamento 40% 37,4% 35% Objetivo 29,7% 30% 25,7% 25% 23,2% 20% 15% 10% 5% 0% 2008 2009-2015 2016-2020 2021-2025 Período 2003-2008 2009-2015 2016-2020 2021-2025 Redução 0,4% 1,1% 0,8% 0,5% média anualPerda total 2008 – R$ 7,6 bilhões 7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 22
  23. 23. Ganhos Potenciais -Perda de faturamento Ganho potencial - R$ mi2025 2.8402024 2.740  Ganho potencial BRUTO2023 2.640 2011- 2025:2022 2.5402021 2.440 R$ 29 bilhões2020 2.340  Investimento ESTIMADO2019 2.1802018 2.020 em controle de perdas:2017 1.860 R$ 15 bilhões2016 1.7002015 1.540  Ganho potencial líquido:2014 1.320 R$ 14 bilhões2013 1.1002012 880  PAC 2 disponibiliza 22011 660 Bilhões de R$ para Redução2010 440 das Perdas:2009 220 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 23
  24. 24. Ganhos Potenciais – Evasão de Receita Tendência Decenal Desejável - Factível 14 12.1 12 11 12 10.7 11.9 Evasão Receita CESB s - 10 9.4 9.7 9.3 % 8 7.4 15 6 12.1 6 10.7 10 4 6 2 5 3.2 2.2 1.7 0 2009 0 2003 2000 2005 2002 2004 2006 2001 2008 2007 2000 2004 2008 2015 2020 2025 Evasão de Receita - CESB s - % Evasão Receita CESB s - % Linear ( Evasão de Receita - CESB s - %) Linear (Evasão Receita CESB s - %)7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 24
  25. 25. Ganhos Potenciais – Evasão de Receita Evasão Receita - % 7 6 6 5 4 3.2 3 2.2 2 1.7 1 0 2003-2008 2009-2015 2016-2020 2021-2025 2003-2008 2009-2015 2016-2020 2021-2025 Período 2003-2008 2009-2015 2016-2020 2021-2025 Redução 1,2 % 0,4% 0,2% 0,1% média anual Receita Total 2008 – 27,1 Bi R$7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 25
  26. 26. Ganhos Potenciais – Evasão de Receita 2025 1161 1134 2023 1107 1080 2021 1053  Ganho potencial 1026 2019 972 Bruto 918 2017 864 2011- 2025: 810 2015 756 648 13 bilhões R$ 2010 2013 540 432 2011 324 216 2009 108 0 500 1000 1500 Ganho anual com redução Evasão - Milhões R$7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 26
  27. 27. InvestimentosTendência Decenal Necessidade Universalização 10 30 8.2 7.8 25.5 8 6.2 25 5.5 6 4.6 4.5 4.3 4.2 4.5 4.9 20 16.5 4 15 2 10 7.8 0 4.5 5 2004 2003 2005 2010-E 2009 2002 2001 2006 2008 2007 0 2000 2010 2020 2030 Bi R$ Correntes Bi R$ Const. 2010 Bi R$ const.2010 Linear (Bi R$ Const. 2010) Linear (Bi R$ const.2010)7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 27
  28. 28. InvestimentosTotal em A & E- % em relação ao PIB  Média 1995-2010 - 0,21 %2010 - P 0,22%  2009 investimento infra-estrutura2009 - E 0,23% 2008 0,19%  Brasil (federal) 1% do PIB 2007 0,16%  Chile 6,2% do PIB. 2006 0,19% 2005 0,17%  Queda 1999-2007: 2004 0,16%  Resolução CMN Julho 1998 2003 0,18%  Proibiu aumento do 2002 0,19% endividamento público 2001 0,20% 2000 0,19%  Financiamento s para operadores de A & E 1999 0,20% praticamente zerado até 1998 0,35% Dezembro 2003 1997 0,31% 1996 0,21% 1995 0,14% 0,00% 0,05% 0,10% 0,15% 0,20% 0,25% 0,30% 0,35% 0,40% 28
  29. 29. PLANSAB e Universalização 2011-2040 Desafios  Planejamento  Gestão  Regulação  Comunicação – Educação Ambiental Investimento para Universalização Água & Esgoto  Dimensionamento Necessidade  Tarifas  Racionalização com Eqüidade  Subsídios  Importância dos Recursos NÃO ONEROSOS Conclusão7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 29
  30. 30. Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade Valores estimados pela ASFAMAS (ordem de grandeza) Cenário 2025 Cenário 2030 Investimento total Investimento total Investimento médio anual Investimento médio anual (R$ bilhões de (R$ bilhões de (R$ bilhões de 2010) (R$ bilhões de 2010) 2010) 2010)Necessários para 350,4 14,0 393,1 13,1universalizaçãoInvestimentos 53,9 5,4 53,9 5,4realizadosInvestimentos quefaltam para 296,5 19,8 por 15 anos 339,2 17,0 por 20 anosuniversalização* Extrapolação feita a partir do estudo “Dimensionamento das Necessidades para Universalização da Água e do Esgoto” (PMSS2003), o qual explicitava três opções 2010, 2015 e 2020 . Atualização para 2010 pelo IPCA dos investimento totais em água e esgoto sentre 2001 e 2008 , segundo o SNIS, e consideração de estimativa ASFAMAS para os investimentos totais de 2009 e 2010. Fonte : Estudo LCA para ASFAMAS & Entidades do Setor – Abril 2011 32
  31. 31. Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade30.0 * De 2001 até 2009: valores observados (SNIS 25.525.0 2001 a 2009), em bilhões de reais de 2010. – 21.0 Crescimento médio anual20.0 de 5,0%. 17.4 2010: valor estimado pela ASFAMAS com base15.0 dados dos financiadores 12.0 e operadores relevantes.10.0 8.4 De 2011 a 2030: valores estimados com 4.6 crescimento linear, em 5.0 4.5 bilhões de reais de 2010. – Crescimento médio anual de: 6,3%. - 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 Fonte : Estudo LCA para ASFAMAS & Entidades do Setor – Abril 2011 33
  32. 32. Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade 0,6% (% do PIB) 0,5% 0,4% 0,3% Atual 0,20% 0,2% 0,1% 0,0% Cenário 2025 Cenário 2030 Fonte : Estudo LCA para ASFAMAS & Entidades do Setor – Abril 2011 34
  33. 33. Investimento Universalização A & EDimensionamento NecessidadeExtrato da Tabela 7.5 do PLANSAB – Necessidades deInvestimentos totais e em medidas estruturais e estruturantespara Água e Esgoto no período 2011-2030, em R$ Milhões Medida/Orig Estrutural Estruturante TOTAL em Água 78.122 30.034 108.156 Esgoto 140.264 19.013 159.277 Geral * 49.047 49.047 TOTAL 218.386 98.094 316.480 * No capítulo 7 do PLANSAB ,na página 126 indica-se que para estimativa da necessidade de investimentos em ações de caráter “GERAL” assumiu-se um valor igual ao somatório dos investimentos em medidas estruturantes específicas para cada um dos componentes do Saneamento básico. Equivale pois a dobrar as medidas ditas “estruturantes”.7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 35
  34. 34. Investimento Universalização A & EDimensionamento Necessidade Estudo LCA –ASFAMAS & Entidades x PLANSAB  Ambos se basearam no estudo “Dimensionamento das Necessidades de Investimento para a Universalização” divulgado pelo PMSS em 2003 – 178 Bilhões de Reais de 2002 para atingir Universalização em 2020  LCA- ASFAMAS & Entidades :  -Atualização monetária do total 2020  Extrapolação para 2025 e 2030, e  Dedução investimentos 2001-2010 atualizados.  PLANSAB:  Atualização monetária  Extrapolação par a2030  revisão alguns dos conceitos metodológicos , particularmente os relativos à RENOVAÇAO.  A diferença - 7 % - irrelevante e dentro das margens de tolerância:  PLANSAB - 316, 48 Bi R$ em 20 anos ou 16 Bi R$ por ano  LCA-ASFAMAS & Entidades - 339,2 Bi R$ em 20 anos ou 17 Bi R$7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 36
  35. 35. Tarifas –Racionalização e Ganhos com EQUIDADE POF 2008-2009 Despesa Média Mensal Familiar IBGE TOTAL Rendimentos até R$ 830 R$ /mês % R$ / mês % Despesa Total 2.626,31 100 744,98 100 Transporte 419,19 15, 96 72,07 9,67 Energia Elétrica 60,27 2,29 26,21 3,51 Telefone Fixo 27,18 1,03 4,91 0,66 Telefone Celular 26,19 1,00 5,84 0,78 Pacote Tel.- TV- Internet 15,05 0,57 0,82 0,11 Gás Doméstico 20,63 0,79 15,77 2,12 ÁGUA & ESGOTO 23,08 0,88 11,71 1,577 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 37
  36. 36. SUBSIDIOSImportância dos Recursos NÃO ONEROSOS  Subsídios Cruzados próximos do limite  Déficits Principais:  Tratamento de Esgotos  Foi subsidiado em todo o primeiro mundo  Não implica aumento de receita  Populações de menor poder aquisitivo  Periferias metropolitanas  Pequenas Comunidades  Urbanas  Rurais7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 38
  37. 37. Subsídios Importância dos Recursos NÃO ONEROSOS •Na última década 9000 ONEROSOS variaram 7839 8000 entre 8 % e 24 % do 7000 investimento total em 6000 5620 Água & Esgoto 5000 4537 4238 •Aumento relevante em 4000 3546 2009 3019 3103 3000 2607 2768 •Teriam de continuar 2000 1856 crescendo: 622 571 568 772 1000 470 430 255 477 •4,4 Bi R$ em 2020 0 (moeda de 2010) •7,5 Bi R$ em 2030 (moeda de 2010) NÃO ONEROSOS - Milhões R$ Correntes TOTAL - Milhões R$ Correntes Fonte 2001-2009: SNIS7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 39
  38. 38. Conclusão  DESAFIOS ATUAIS < PLANASA  “QUANTUM LEAP” necessário:  Planejamento  Gestão  Recursos7 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 40
  39. 39. 25 anos depois do PLANASA, podemos e devemos obter mais sucesso com o PLANSAB! Muito Obrigado ! carlos.a.rosito@gmail.com Tel. Conselho Saint-Gobain: (21) 2128 1692 Celular: (21) 9438 10767 Novembro 2011 I Seminário FIESPSaneamento Básico 41

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