Radiologia do abdome

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Radiologia do abdome

  1. 1. Radiologia do Abdome Prof. Dr. Victor Hugo Pereira Coelho Universidade Federal de Pelotas Vissom – Ultra-sonografia e Mamografia http://www.medstudents.com.br/radio/radio2.htm
  2. 2. Radiologia do Abdome Radiografia Simples do Abdome O exame radiológico padrão do abdome é a radiografia em decúbito supino e ortostático.  Uma alternativa para o paciente que não pode ficar de pé ou sentar, é a radiografia em decúbito lateral com raios horizontais.  O propósito fundamental da radiografia com raios horizontais é detectar nível hidro-aéreo ou ar livre no abdome – 2 pneumoperitônio. 
  3. 3. Radiologia do Abdome Como examinar a Radiografia Simples do Abdome      Padrão do gás Posição e tamanho das vísceras maciças. Calcificações anormais  Pâncreas  Rins e bexiga  Vasculares – flebolitos  Gânglios  Intestino – apendicolito  Cartilagens costais Bexiga – próstata / útero-ovário Ascite 3
  4. 4. Como examinar a Radiografia Simples do Abdome Radiologia do Abdome     Padrão do gás  Estômago  Delgado  Cólon O duodeno frequentemente contém gás e nível hidro-aéreo. Pode ocorrer algum gás no delgado. Pequenos níveis fluidos tornam-se anormais qdo. são vistos em alças dilatadas, ou qdo. são em grande número. Se o intestino está dilatado é importante 4 tentar e decidir qual porção está envolvida.
  5. 5. Radiologia do Abdome  Procure por gás fora do lúmen do intestino. Sua localização e padrão podem dar informações valiosas.  Gás na cavidade peritonial  Gás em abscesso  Gás na parede do intestino  Gás no sistema biliar 5
  6. 6. Radiologia do Abdome Radiografia Simples do Abdome 6
  7. 7. Radiologia do Abdome Radiografia Simples do Abdome 7
  8. 8. Radiologia do Abdome Radiografia Simples do Abdome 8
  9. 9. Radiologia do Abdome Radiografia Simples do Abdome As linhas pontilhadas mostram a projeção dos rins, ureteres e bexiga 9
  10. 10. Radiologia do Abdome Urografia Excretora 10
  11. 11. Radiologia do Abdome Urografia Excretora 11
  12. 12. Radiologia do Abdome Carcinoma Metastático de Próstata 12
  13. 13. Radiologia do Abdome Gás somente no lado esq. Alças difusamente distendidas 13
  14. 14. O Cólon Radiologia do Abdome O cólon pode ser reconhecido por suas haustras, as quais usualmente formam bandas imcompletas através da sombra do gás no seu interior.  O intestino delgado quando dilatado deixa ver as válvulas coniventes. Elas são mais próximas umas das outras do que as haustras do cólon e atravessam o intestino de lada a lado, dando um aspecto chamado “pilha de moedas”.  14
  15. 15. Radiologia do Abdome Volvo do Sigmóide 15
  16. 16. Radiologia do Abdome Volvo do Ceco 16
  17. 17. Radiologia do Abdome Alguns Mecanismos de Obstrução Intestinal 17
  18. 18. Radiologia do Abdome Alguns Mecanismos de Obstrução Intestinal Bezoar Saturnismo Íleo Biliar Aderências Como se Formam as Aderências? A trombina mais fibrinogênio, no líquido da cavidade abdominal, forma uma proteína chamada fibrina e é esta que constitui as membranas (chamadas bridas ou aderências), que se formam em até dois dias. Íleo Espástico Na superfície da parede intestinal (serosa) age como se fosse uma cola que une as estruturas vizinhas, o que não deixa de ser uma cicatrização inconveniente. 18
  19. 19. Radiologia do Abdome OBSTRUÇÃO INTESTINAL NO ADULTO Principais Causas Mecânicas 19
  20. 20. Radiologia do Abdome OBSTRUÇÃO INTESTINAL NO Outras Causas Não Mecânicas ADULTO http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?486 20
  21. 21. Delgado    Radiologia do Abdome O intestino delgado caracteristicamente fica no centro do abdome e o intestino grosso forma como que uma moldura a sua volta. O cólon sigmóide e o transverso são freqüentemente muito redundantes e podem também se projetar no centro do abdome, particularmente qdo. dilatados. Dilatação do intestino pode ocorrer em obstrução mecânica, ileo paralítico, isquemia aguda e doença inflamatória. 21
  22. 22. Radiologia do Abdome Atresia Duodenal Sinal da “Dupla Bolha” 22
  23. 23. Radiologia do Abdome Atresia Intestinal Considere a imagem no contexto clínico 23
  24. 24. Radiologia do Abdome Foi provado cientificamente que praticamente todo ar no intestino delgado é simplesmente ar deglutido. A ação de bactérias sobre alimentos não digeridos forma o gás do intestino grosso. 24
  25. 25. Radiologia do Abdome Obstrução Intestinal Ca do intestino grosso ( colon direito). Não se observa dilatação do cólon. 25
  26. 26. Radiologia do Abdome Gás na Cavidade Peritonial A causa mais comum de pneumoperitônio em pacientes 26 hospitalizados refere-se a procedimentos cirúrgicos.
  27. 27. Radiologia do Abdome Gás na Cavidade Peritonial     É na maioria das vezes determinado por perfuração do trato grastro-intestinal ou como consequência de procedimentos cirúrgicos no abdome. Ar sob o diafragma é fácil de reconhecer na radiografia do abdome com raios horizontais ou preferentemente na radiografia do tórax. Gás livre sob o diafragma esquerdo pode ser mais difícil de identificar por causa de sobreposição com gases do cólon e estômago. Se há dúvida sobre a presença de gás livre no peritônio, ou se o paciente não pode ficar ereto, pode-se utilizar o decúbito lateral com raio-X horizontal que mostrará o gás no flanco. Faça preferentemente o decúbito lateral esquerdo por causa dos gases do intestino e cólon. 27
  28. 28. Radiologia do Abdome Gás na Cavidade Peritonial Pneumoperitônio 28
  29. 29. Radiologia do Abdome Gás na Cavidade Peritonial Pneumoperitônio – Sinal de Riggler 29
  30. 30. Gás em Abscesso     Radiologia do Abdome Produz um padrão muito variável na radiografia do abdome. Pode formar pequenas bolhas ou grandes coleções de ar, ambas as quais podem ser confundidas com gás dentro intestino. Pode ocorrer nível hidro-aéreo dentro do abscesso. Anormalidades pleurais e pulmonares podem estar associadas com abscesso sub-frênico. 30
  31. 31. Radiologia do Abdome 31
  32. 32. Radiologia do Abdome Apendicite Seqüência fisiopatológica da apendicite sem tratamento. O edema da parede e a acumulação de muco dentro do apêncice obstruído elevam a pressão e diminuem o fluxo de 32 sangue, o que ocasiona necrose e, por último, perfuração.
  33. 33. Radiologia do Abdome Obstrução Edema Apendicite Sequencia de Instalação Infecção 33
  34. 34. Radiologia do Abdome Apendicite Perfuração 34
  35. 35. Radiologia do Abdome Gás na Parede do Intestino     Numerosas bolhas esféricas ou ovais são vistas na parede do intestino grosso numa condição conhecida como “pneumatosis coli”. Imagens lineares de gás intra-mural tem um significado sinistro e podem indicar infarto da parede intestinal. Gás na parede do intestino no período neo natal, independente do aspecto, é diagnóstico de enterocolite necrotizante. Gas in thewall of the bowel in the neonatal period, whatever its shape, is diagnostic of necrotising enterocolitis. 35
  36. 36. Radiologia do Abdome Entrocolite Necrotizante Observe gás na parede 36
  37. 37. Radiologia do Abdome Enterite necrotizante Pneumatose cistóide intestinal 37
  38. 38. Radiologia do Abdome Gás no Sistema Biliar    Pode ser visto na radiografia simples após esfincterostomia ou anastomose do ducto biliar comum ao intestino. É visto na fístula bileo-digestiva que segue os processos inflamatórios da vesícula biliar com erosão da parede – ileo biliar. Ocasionalmente o gás pode ser visto na parede ou no lúmen da vesícula biliar em casos de colecistite aguda por germe produtor de gás. 38
  39. 39. Radiologia do Abdome Gás no Sistema Biliar Aerobilia 39
  40. 40. Radiologia do Abdome Gás no Sistema Biliar 40
  41. 41. Radiologia do Abdome Calcificações anormais Cálculos na bexiga 41
  42. 42. Radiologia do Abdome Calcificações anormais Próstata Cálculos na bexiga 42
  43. 43. Radiologia do Abdome Calcificações anormais Cálculo coraliforme 43
  44. 44. Radiologia do Abdome Calcificações anormais Cálculo coraliforme 44
  45. 45. Radiologia do Abdome Cisto Dermóide de Ovário Cisto dermóide é um termo inadequado para cistos localizados em vários locais do organismo, que são revestidos por epitélio escamoso. Dermóides são responsáveis por 20% dos tumores ovarianos. A vasta maioria(99%) são benígnos e podem conter tecidos maduros tais como dentes, ossos, cartilagens, cabelo e tecido tireoidiano. 45

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