Grandes Navegações

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Rotas alternativas para compra de especiarias – OCEANO ATLÂNTICO
Contornando a África surge o projeto de expansão do comércio conhecido como AS GRANDES NAVEGAÇÕES

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Grandes Navegações

  1. 1. NAVEGAÇÕES NA IDADE MODERNA: NOVOS MARES, NOVOS MUNDOS
  2. 2. O COMÉRCIO DE ESPECIARIAS  A população europeia acostumou-se com o abastecimento de produtos oriundos do Oriente.  A Rota das Especiarias antes das navegações portuguesas:  * Árabes compravam nas Índias  * Os italianos compravam dos árabes  * e abasteciam as cidades de Genova, Veneza e Pisa  * Revendiam para países Europeus como Portugal
  3. 3.  O comerciante português não buscavam produtos nas Índias, pois o mar Mediterrâneo estava dominado pelos italianos e o caminho terrestre dominado pelos árabes e turcos.  Rotas alternativas para compra de especiarias – OCEANO ATLÂNTICO  Contornando a África surge o projeto de expansão do comércio conhecido como AS GRANDES NAVEGAÇÕES  “por mares nunca dantes navegados”
  4. 4. BOM PARA OS COMERCIANTES E PARA OS REIS  Caso conseguissem o comércio sem intermediários os lucros aumentariam  Os reis aumentariam seus rendimentos com impostos e seu poder, pois a área de administração também aumentaria  E para a Igreja Católica que aumentaria o números de fieis. A igreja protestante também se envolveu na expansão nos países onde eram maioria com o objetivo de converter a população.  Atividade com documento – págs. 149 e 150
  5. 5. PLANEJAR É PRECISO  Os europeus estavam acostumados a navegar pelo Mediterrâneo, mas não se distanciavam muito do litoral.  Desenvolveram algumas técnicas de navegação, incorporando conhecimentos dos árabes e dos chineses  - Desenvolvimento da astronomia, da construção naval e o aperfeiçoamento dos instrumentos de navegação como a bússola, a balhestilha e o astrolábio.
  6. 6.  Astrolábio  Balhestilha
  7. 7. NAVEGAR É POSSÍVEL – O PIONEIRISMO PORTUGUÊS  Medo do desconhecido  Os primeiros a se lançar no oceano foram Portugal e Espanha.
  8. 8. ATIVIDADE 1 – PÁG. 153  Portugal mostrou-se privilegiado pela localização, burguesia próspera, apoio do clero, experiência na pesca de bacalhau e o comércio marítimo feito com Flandres.  Sagres  Enfim o oceano...  O projeto português propunha a chegada ao Oriente pelo leste contornando o continente africano.  Qual era o objetivo?  Maiores lucros, se intermediários e possibilidades de exploração.
  9. 9. A PRIMEIRA FASE DAS VIAGENS FICARAM CONHECIDAS COMO PÉRIPLO AFRICANO OS PORTUGUESES CONQUISTARAM CEUTA (NORTE DA ÁFRICA) E INCORPORARAM NOVOS CONHECIMENTOS AOS MAPAS
  10. 10. VASCO DA GAMA CHEGA AS ÍNDIAS, E CABRAL, AO BRASIL.  Em 1497 Vasco da Gama partiu de Lisboa com 4 embarcações e 170 tripulantes com o objetivo de refazer o caminho de Bartolomeu Dias e chega as Índias, contornando o Cabo da Boa Esperança, e com ajuda de um sultão de Melinde chega a Calicute em 1498. (via marítima).  Estava aberto o caminho para exploração de especiarias e a busca de novos fieis para o cristianismo.
  11. 11.  Dois anos depois, Cabral seguiu viagem com o objetivo de fazer feitorias, porem era preciso desviar-se da rota e foi assim....  Que em 1500 Cabral chega ao litoral que mais tarde chamamos Brasil
  12. 12. A EXPANSÃO ESPANHOLA: NO MEIO DO CAMINHO HAVIA A AMÉRICA  A Espanha se lançou mais tarde as navegações  Cristóvão Colombo propôs um caminho diferente, acreditando que a terra era redonda seria possível chegar as Índias pelo oeste contornando a terra  Em 1492 os reis espanhóis financiaram a expedição de Colombo que saiu de Palos e três meses depois chega a América (região desconhecida para os europeus)
  13. 13. O TRATADO DE TORDESILHAS DIVIDE OS MUNDOS  A rivalidade entre portugueses e espanhóis em relação da ocupação das novas terras provocou conflitos e o para Alexandre VI estabeleceu uma linha a 100 léguas a oeste do arquipélago de Açores e Cabo Verde, as terras a oeste ficariam para Espanha e as terras do leste para Portugal.  O rei português não aceitou e firmaram o Tratado de Tordesilhas a 370 léguas. Atividade 2 – pág. 157 Em Casa – págs. 158 e 159

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