Vídeo-aula 28:“O fenômeno do Bullying”    Por:                           Veronica Perazolli
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Esta vídeo-aula aborda o conceito de Bullying (ou violênciamoral) esclarecendo o fenômeno que, embora presente hátempos na...
BullyingBullying (termo em inglês) que se refere a todas asatitudes agressivas, intencionais e repetidas e também que ocor...
Bullying são experiências inevitáveis e nada pode ser                  feito a respeito ?As pesquisas no Brasil sobre o as...
A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à    Infância e à Adolescência (2003), nos oferece dados    importan...
Brincadeiras ou Bullying?• Ação repetida e intencional – Os educadores precisam  diferenciar o que brincadeira de mau gost...
VÍTIMAS:• Pouca habilidade de socialização;• Dificuldade para reagir às agressões;• Características físicas, comportamento...
AGRESSORES:•   Ambos os sexos;•   Desrespeito às normas;•   Dificuldade de lidar com frustração;•   Liderança;•   Pequenos...
Cyberbullying ou Bullying Virtual:•   Uso dos recursos da Internet;•   Efeito multiplicador e duradouro;•   Anonimato: cri...
CONSEQUÊNCIAS:• Tendência ao isolamento• Dificuldade de participar das discussões em sala de aula• Queda de rendimento esc...
INTERVENÇÕES POSSÍVEIS:• Conscientização;• Sensibilizar a comunidade (todos os agentes escolares);• Ambiente de confiança,...
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  1. 1. Vídeo-aula 28:“O fenômeno do Bullying” Por: Veronica Perazolli
  2. 2. Sentada num bancoolhando para o areu desejo fugirtenho vontade de gritarNo meu coraçãohá luta, há raivahá medo do mundoestou farta de tudoe de todosa vida é tão injustaestou farta de ser gozadade não ser igual atodos os outros.Sinto-me tão triste e sozinha.Este silêncio que merodeia só me trásinfelicidade, quero teramigos e alguém quegoste de mim, para poder voltar a sorrir V.P. 9º A
  3. 3. Esta vídeo-aula aborda o conceito de Bullying (ou violênciamoral) esclarecendo o fenômeno que, embora presente hátempos na sociedade, vem preocupando aos educadores pelaincidência crescente entre crianças e jovens. A partir de umaretomada histórica, propõe uma reflexão sobre o tema,apresenta a situação no Brasil e aponta alternativas para omanejo das situações que envolvem o fenômeno, assim comoalgumas ações preventivas que podem minimizar a incidênciado problema nas escolas. Profª Kátia Pupo.
  4. 4. BullyingBullying (termo em inglês) que se refere a todas asatitudes agressivas, intencionais e repetidas e também que ocorremsem uma motivação evidente, adotadas por uma ou maisestudantes contra outro (s), causando dor e angústia dentro deuma relação desigual de poder.Algumas ações estão incluídas no fenômeno do bullying, como:HumilhaçõesDifamaçãoConstrangimentoMenosprezoIntimidaçãoAmeaçasExclusãoPerseguiçõesAgressão físicaRoubo
  5. 5. Bullying são experiências inevitáveis e nada pode ser feito a respeito ?As pesquisas no Brasil sobre o assunto começaram em 2003,mas este fenômeno começou a ser estudado há 30 anos nadécada de 70, por um sueco, chamado Dan Olweus, quedesenvolveu um programa e fez uma pesquisa muito ampla,desenvolvendo um questionário que foi aplicado nas escolas,para poder identificar o nível de bullying que acontecia nelas.O bullying não é um fenômeno novo, pois já faz parte dasociedade e acontece além da escola, incluindo não somentecrianças, mas também adultos.
  6. 6. A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (2003), nos oferece dados importantes:• 40,5% dos adolescentes já vivenciaram uma situação de bullying;• Sala de aula – geralmente acontece em sala de aula e essa invisibilidade ou a não interferência do professor agravam o problema;• 50% das vítimas não denunciam, por conta de se sentirem ameaçadas e não decepcionarem seus pais (baixa auto- estima);• Meninos – agressões físicas;• Meninas – intrigas, fofocas e exclusão.
  7. 7. Brincadeiras ou Bullying?• Ação repetida e intencional – Os educadores precisam diferenciar o que brincadeira de mau gosto e o que é bullying. Ele precisa acontecer repetidas vezes para ser caracterizado como tal.• Duração prolongada – o bullying pode durar vários anos.• Falta de motivação;• Desequilíbrio de poder – a vítima é indefesa e não tem capacidade de solucionar o problema. O mentor do bullying não o pratica, muitas vezes. Ele instiga outros alunos para que o faça por ele.• Impossibilidade de defesa.
  8. 8. VÍTIMAS:• Pouca habilidade de socialização;• Dificuldade para reagir às agressões;• Características físicas, comportamento, condição socioeconômica, ou orientação sexual diferentes;• Hiperativos e impulsivos;• Muitas vítimas tornam-se agressores;• Não pedem ajuda por medo de retaliações ou por não quererem decepcionar os pais.
  9. 9. AGRESSORES:• Ambos os sexos;• Desrespeito às normas;• Dificuldade de lidar com frustração;• Liderança;• Pequenos delitos;• Desempenho escolar regular e insuficiente;• Ausência de culpa;• Desafiadores e agressivos;• Dificuldade em lidar com figuras de autoridade;• Mentiras constantes.
  10. 10. Cyberbullying ou Bullying Virtual:• Uso dos recursos da Internet;• Efeito multiplicador e duradouro;• Anonimato: criação de perfis falsos pelo agressor;• Impunidade;• Maioria de adolescente;• Passível de ação penal.
  11. 11. CONSEQUÊNCIAS:• Tendência ao isolamento• Dificuldade de participar das discussões em sala de aula• Queda de rendimento escolar• Fobia escolar• Mudanças de humor• Insônia, sintomas de dor de cabeça, estômago• Irritadas, ansiosas e tristes• Mais propensas a desenvolver transtornos afetivos, depressão, anorexia, bulimia, síndrome do pânico;• Suicídio e homicídio.
  12. 12. INTERVENÇÕES POSSÍVEIS:• Conscientização;• Sensibilizar a comunidade (todos os agentes escolares);• Ambiente de confiança, solidário e ético (assembleias para discutir as regras de convivência, estimulando os estudantes a falar sobre os seus sentimentos);• Dar apoio e proteção ás vítimas;• Estabelecer regras e limites claros;• Aplicar sanções sem tolerância em casos de bullying.

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