PRÁTICA ESCOLAR: DO ERRO COMO FONTE DE CASTIGO AO ERRO COMO FONTE DE VIRTUDE

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PRÁTICA ESCOLAR: DO ERRO COMO FONTE DE CASTIGO AO ERRO COMO FONTE DE VIRTUDE

  1. 1. PRÁTICA ESCOLAR: DO ERRO COMO FONTE DE CASTIGO AO ERRO COMO FONTE DE VIRTUDE Equipe: Edileide Alves Débora Janini Fernanda Terezinha
  2. 2. “Sobre como os erros não devem ser castigados, mas abençoados como pontos de partida para novas aprendizagens” Objetivos
  3. 3.  As condutas dos alunos consideradas como erros têm dado margem, na prática escolar, tanto no passado como no presente, às mais variadas formas de castigo por parte do professor, indo desde as mais visíveis até as mais sutis. O castigo escolar a partir do erro Régua escolarPalmatóriaGrãos de milho
  4. 4.  Formas intermediárias de castigo entre o físico e o moral; O castigo escolar a partir do erro
  5. 5.  Hoje, as formas de castigar não atinge mais o físico e sim a personalidade;  Forma de castigar mais sutil que as anteriores e que ainda existe: geram medo, tensão e ansiedade;  Esse modo de conduzir a docência manifesta-se com um viés mais grave ainda; 1- descobrir quem não aprendeu 2- ridicularizar o aluno O castigo escolar a partir do erro
  6. 6. O castigo escolar a partir do erro • Segundo o censo comum do magistério • Vergonha e o medo de não saber • Lição para quem não aprendeu • Exemplo para os colegas
  7. 7.  Uma modalidade diversa do castigo é a ameaça do castigo; O castigo escolar a partir do erro - Vocês vão ver o que é que vou fazer com vocês no dia da prova... - Se forem bem, neste trabalho, acrescento um ponto na nota para todos os alunos; se forem mal...
  8. 8.  Outras formas sutis de castigar utilizadas ainda hoje; O castigo escolar a partir do erro A gozação de um aluno que não foi bem; A ridicularização de um erro; Ameaça de reprovação; Teste “relâmpago”; • O castigo que emerge do erro, verdadeiro ou suposto, marca o aluno tanto pelo seu conteúdo como pela sua forma; • Compreensão culposa da vida; • Autopunição; • Nem sempre a escola é a responsável por todo processo culposo que carregamos, mas ela reforça; • Trabalho psicológico; • A escola deixa de ser um ambiente de alegria, satisfação e vida feliz.
  9. 9.  Quando um aluno não corresponde a um determinado padrão estabelecido, merece ser castigado;  O erro é sempre fonte de condenação e castigo, decorrentes de uma visão culposa dos atos humanos;  A ideia de culpa nos acompanha desde que nascemos. As razões do uso do castigo
  10. 10.  Erro é a solução insatisfatória de um problema em que se tem uma forma considerada correta de resolvê-lo (um padrão);  Na metodologia da ciência, para se produzir conhecimento utilizava-se o método da “tentativa do acerto e do erro”;  Para que exista erro é necessário existir um padrão;  Quando um aluno manifesta não ter adquirido determinado conhecimento, dizemos que ele cometeu um erro em relação padrão. O que é o erro?
  11. 11.  A questão do erro, da culpa e do castigo está articulada com a questão da avaliação da aprendizagem;  A avaliação da aprendizagem deveria servir de suporte. O erro e a avaliação da aprendizagem escolar
  12. 12. Conclusão  Por insucesso e o erro não se devem acrescentar a culpa e o castigo;  Retirar deles os melhores benefícios;  Em si eles não são necessários para o crescimento, mas se ocorrerem não podemos fazer deles fontes de culpa e castigo.
  13. 13. Referências LUCKESI, Cipriano Carlos. Prática escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22.Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 189-200.
  14. 14. OBRIGADA! edileidematematica@gmail.com nandadmg@hotmail.com

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