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Paulo Freitas 
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Os mosquitos usam uma molécula para controlar o sistema de coagulação durante as 
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Trabalho de parasito gilmar para quinta

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Trabalho de parasito gilmar para quinta

  1. 1. Nome dos alunos: Claudia Bustamante Gilmar Andrade Paulo Freitas Jessica rayanne CURSO: Ciências biológicas Professora: Matéria: Parasitologia Período: 6° Turno: matutino Trabalho de anopheles SP. Popularmente conhecido como mosquito-prego, o Anopheles é um inseto presente em diversas localidades. Encontra-se em áreas subtropicais e tropicais como África, Portugal, Brasil, Índia e China. Este tipo de mosquito é responsável por transmitir doenças como a malária e a filariose. As picadas deste animal causam, anualmente, a morte de mais de um milhão de pessoas. O tipo mais perigoso é o feminino, que tem uma das picadas mais mortais da espécie. Anopheles aquasalis .No Brasil, as espécies transmissoras de malária mais encontradas são A. aquasalis, A. cruzii e A. bellator. Há também a Anopheles albitarsis, menos encontrada do que as primeiras. As espécies vetoras do Plasmodium são encontradas em outros locais do mundo. Na Europa, o tipo mais comum é o Anopheles maculipennis, na Índia, a A. culicifacies, na China e nas Filipinas e A. minimus, na África, a A. gambiae e A. funestus, no México, a A. albimanus e na Colômbia e Venezuela, a A. nuñeztovari. Existem aproximadamente quatrocentas espécies neste gênero, quarenta deles são transmissores do plasmódio e a
  2. 2. mais comum é a Anopheles gambiae. Entre os Anopheles, apenas a fêmea alimenta-se de sangue e, para isso, precisa picar outros animais. Já os machos nutrem-se com a glicose encontrada das plantas.Sua presença em países tropicais e subtropicais se deve às temperaturas ideais para o seu desenvolvimento, que ficam entre 20 e 30 graus Celsius. As espécies preferem locais com taxas de umidade mais altas. Em localidades em que a temperatura fica abaixo dos 15 graus Celsius, o mosquito não sobrevive. Fora isso, o Anopheles não se adapta a alturas de mais de 1500 m. A diferença entre os anofelinos e outros tipos de mosquitos pode ser reparada em seus pelos, que são longos como os dos probóscides. Outra característica marcante são suas escamas brancas com partes em preto que ficam nas asas. Geralmente, são encontrados com o abdômen em descanso, com ângulo para o alto. O ciclo de vida do Anopheles consiste nas fases em que é encontrado em forma de ovo, desenvolvendo-se para larva, depois pupa e adulto. As fêmeas chegam a colocar mais de 200 ovos em água parada. A prevenção contra os mosquitos deve ser feita eliminando qualquer tipo de água parada, desta forma, o mosquito não consegue colocar seu ovos em regiões com alta densidade populacional. Outros métodos são drogas profiláticas, redes e repelentes contra mosquitos e utilização de inseticidas. Ciclo de vida O Anopheles passa por quatro estágios: ovo, larva, pupa, e adulto. As fêmeas vivem de duas semanas a um mês. Têm preferência pelo sangue humano, mas também picam animais. Põem cerca de duzentos ovos de cada vez, em água parada. Os ovos têm bóias naturais, demorando apenas 2 a 3 dias a maturar (ou 1 a 2 semanas em climas mais frios), e não sobrevivem às baixas temperaturas nem à desidratação. As larvas alimentam-se por filtração de bactérias e outros microorganismos da água. Ao contrário de outras espécies não têm sifão, absorvendo o ar da superficie com a boca. As larvas passam por quatro estágios, sofrendo, posteriormente, metamorfose em pupas. Enquanto se desenvolvem, as pupas vêm à superfície para respirar e, cerca de 10 a 15 dias após a deposição dos ovos, transformam-se em mosquitos adultos, imediatamente activos sexualmente. Os machos vivem cerca de uma semana e alimentam-se de néctar. As fêmeas alimentam-se de sangue, mais rico em nutrientes necessários para pôrem os ovos. Coagulação do sangue
  3. 3. Os mosquitos usam uma molécula para controlar o sistema de coagulação durante as suas refeições de sangue – a anofelina, que tem como alvo a trombina, uma enzima central na anticoagulação. A anofelina tem uma “abordagem radicalmente inovadora” no controle do sistema de coagulação do hospedeiro: ela liga-se à trombina aproveitando os locais normalmente utilizados por substratos naturais do organismo no processo de coagulação, como por exemplo o fibrinogénio. Desta forma, o fibrinogénio não consegue ligar-se à trombina e, consequentemente, não se produz a fibrina, que forma os coágulos. Um coágulo é uma rede de fibrina. Encravando os locais também usados pelo fibrinogénio como ligação à trombina, à semelhança de uma chave partida dentro da fechadura, a anofelina trava a formação de coágulos. A molécula pode servir de base à concepção de fármacos sintéticos para prevenir e tratar as doenças cardiovasculares. Habitat dos adultos: Os adultos das espécies anofelinas como outros mosquitos, fazem parte de uma comunidade e esta juntamente com o ambiente formam o habitat das espécies. Normalmente, observam-se os anofelinos adultos em situações pontuais: freqüentemente sabe-se quando eles picam e põem os ovos; em algumas situações, se conhecem os locais, onde se abrigam quando os ovos estão se desenvolvendo, mas muito raramente se observou o acasalamento na natureza. Em geral, o habitat do adulto é a paisagem onde se insere o criadouro e sabe-se que a maioria das espécies não se dispersa muito além do sítio larvário. Os fatores microclimáticos são muito importantes para a sobrevivência dos adultos, mas também na duração da esporogonia do mosquito infectado. Os fatores bióticos, químicos, físicos e metereológicos no ambiente são determinantes para que uma determinada espécie anofelina tenha importância na transmissão do plasmódio. Sítio larvário: Conhecer as possibilidades de criadouros das espécies anofelinas em determinada área é importante para servir de base para planejar e supervisionar medidas de controle. Assim, os criadouros podem ser divididos em quatro grupos: a) permanentes ou semipermanentes em: alagadiços ou zonas alagadiças próximas a lagos; pequenas lagoas; associações com plantas aquáticas; pântanos; b) formações líquidas com matéria orgânica em alagadiços de tamanhos variáveis; c) água corrente em margens de nascentes; rios ou ribeirões em área aberta associados à vegetação; ribeirões associados a matas ciliares; d) criadouros transitórios em áreas abertas ou na mata; em recipientes naturais como ocos-de-árvores ou pedras.
  4. 4. Controle(ProfilaxiaColetiva): É a tentativa de proteger a sociedade da endemia que a assola. Podemos ter as seguintes abordagens: Combate ao vetor adulto: é realizado através da borrifação da parede dos domicílios da região endêmica com inseticida de depósito. Tal ação procura agir sobre o mosquito adulto e baseia-se no fato do mosquito pousar na parede após o repasto sanguíneo. Este é o tipo de abordagem fundamental para a tentativa do controle da malária, e é onde se baseou a euforia da erradicação, que permeou entre nós até recentemente, quando a Organização Mundial da Saúde, mudou sua abordagem e nomenclatura do programa,que passou de erradicação para controle. Combate às larvas: é realizado com larvicidas. Pouco utilizado em regiões endêmicas devido às dimensões continentais de nossos rios onde prolifera o mosquito. Algumas abordagens diferenciadas têm sido propostas como o controle biológico através de bacilos (Bacillus turigiensis e Bacillus sphericus) que agem matando as larvas, sendo porém de vida curta necessitando ser reposto com freqüência, tornando o custo proibitivo. Uso de peixes larvófagos, como a tilápia, tem se mostrado de baixa praticidade. Saneamento básico: Medidas de saneamento básico são fundamentais para evitar a formação de regiões alagadas, principalmente após chuvas. A drenagem essas coleções e dos pequenos rios talvez seja a mais eficaz abordagem para evitar a proliferação de mosquitos. Melhoria das condições de habitação: As habitações improvisadas são muito freqüentes em regiões endêmicas de malária no Brasil. Freqüentemente o migrante vive por períodos prolongados acampado, em barracas, em íntimo contato com o anofelino, sem nenhuma medida de proteção contra o mosquito. Educação: O conhecimento de como a malária se transmite, os meios de proteção, os hábitos do mosquito, são, entre outras, informações fundamentais para quem venha a ter contato mais prolongado com regiões endêmicas de malária. A educação é importante na prevenção de todas as doenças, sendo o acesso às informações necessárias uma obrigação social, além de ser o mais eficaz e barato meio de proteção.
  5. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS; http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/2230/162/acoes-reduzem-em-31-o-numero- de-casos-de-malaria.html http://www.scielo.br/pdf/rsp/v18n2/08.pdf http://portal.saude.gov.br/portalsaude/arquivos/pdf/2011/Set/05/jarbas_malaria_050911. pdf Foto: http://www.virtual.unifesp.br/unifesp/malaria/restrito/pop_vet_aquasalis.htm

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