Documentos caso duas pontes (1)

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Documentos caso duas pontes (1)

  1. 1. RAÍMUNDO ALELUIA MAFRA -r-u- y . A 4 í FC" (1) e (2): Rivalino e Raimundo ao pé do fogo (19/Ago/62) 1. _, - Dois filhos xenores de Rivalíno, dormindo ( ) (4) Trajetória da "sgubra" na cozinha (5) a (6): Posições de Raimundo e Rivalino, pouco antes da icsaparição deste. _ vv '-: a'. 'n 'g ¡). Pc-1,ao ao- obaeucs, pouco antes de se unirem para começar a girar Care? ?? 7"r“: *?í~ñ de . ..no ~ ma; u L, ¡_C¡ ¡_: L L Lv; a1 Gn ocorrência: 3'11" ?3-3"" " '5 I. '-: .'. .a Í'¡ «: -oo7'1*51Jcir1: ; CC - ' «E '” " '. c::1Co;0s: RÍVALIN( ~¡- . Jau . ¡._. .: É 1 L ›F i (xl . b b' t. . . ... ... ... ... ... g. . . --- . .. 19 de Agosto de 3962 e 20 de Agosto MAFRA DA SILVA e ® >*obe er #erra batida, :c? re nx pZatÍ Duas ? ontes, distrito de DIAHAN I” É '_ %L l 79°' K 1 ; í I¡ gv
  2. 2. C. l. C". O. .a. u 1_ cnvnnro, ;n_'›-2 uuLo›: c~ug›Ja »-BRINSIL « O C130 "DUAS PONTE " Êm #gosto de '?62 o relalo de um ! eniwo pobre, ara1”aheto e tímido Pbovocou enorme colnuma na cidade Fo Diamantina, repercutinoo em todo o Estado de Finas Gerais e além dos seus limites. PJIJ-? IJITDO ALf-ELTJIA r-. mFFLA, de 12 anos, órfão de mãe, auxiliava seu pai RIVALINO MAFRA DA SILVA nas suas atividades de caçada e garim- pagem, responsabi1izando~se também pela asoístâr ía a dois de seus quatro irmãos menores. Êítwada em DUAS PONTES, distrito de TÍAJIÊWÍPÀ, Tàírño Ee Bicas Gerais, a residência da famí]ía Mafra rra um casebve row leta- mente isolado. Por ôezonas de vozes o menino rcyetiu seu relato ao Tenente Úi3son. Ljsboa, Delegado de Polícia do mnnicírio, ao Juiz ãe Direito, aos médicos, sacerdotes, jornalistas e a um seo nírerc de pessoas 115, apesar de refugarem a versao de Raimundo, Fñcnran ímjror- sionadas con sua coerêrcia e tranquila convicção. Alegava que seu pai RIVALINO TINHA DESAFAR; CIDO AXTE SEUS OLHOS, CÊBCADO POR UK REDBHOINBO DE POEIRA AMARELA LEVANTADA POR DOIS FBQUÊIOÉ ORVBTCS, POSTADOS À PORTA DO CASC? RE. E chorava mensamente, convenciõo de que seo pai ja. eis voltaria. Logo após a ãesajaricão do paz, Êàitznão procuoou vestígios t. : . . . s _. . a seus na vifínhanca e *oi o°umar o ur. Jo_o _Lo= era oe ; r2nua, fun - cíonario de uma fábrica Gístante. Cbe; ;r*o crie ntjgo ao Jocaí da des2pariç. o, uma clereira do terra batida, nrtou sua eíe *zwecía 'or ? '40 o“í5aêor: ner'e rvvrído, numa área o“f o rrío ~eí'a › r+*: oo. . . l s. " . -. -r . e »x LÍ sueca? , ; a so? a azrecao na xo u^. < no ¡:2“a“' og. vern- no berro fia e continuaram por muifo ieroo. Caos nrerfraóos ía i7 cizfrsrar 'Fr ? seio '§¡o'-*r, or'f. r. “.50 o~*oo~ 'rnran ? arm-I r do car r“eiro. Or "OC" "ar avo? fo “s; "' ? “2' 3Cí"'~' año" a*e*7a P como : orrÍ“9” JNÕÍCLC "": “oct Iña~ao o vcvnc 6? T*“a"*›c. - p Cônego Lose 4'í1a G›"cía, vír_k1o de Fir a ; op-zoar t1' não acreditar na veosao do meñino, revelou qre na Semana axteceâente ao úesarareojrentc de Éivaíino HL f*ncionêrio *c Lírartamento dos Co: - rcios o 'Êcloi-razos; .cr. Antônio . csi-a, :s~'ír**au "Guco 'molar' de Togo" voanõo em cÍ“cu]o: , a r"anéo velociáare v roíxa : ›1i: nde, exatamente sobre Dvs: rentes, onde resizia 0 "nrixyoiro. Ô sr. Antônio Rocha confirmou. n( : c:: “1cr ão *coberto ão anorral, :Têm do : ~0H0 er oct: coráíooer venta*
  3. 3. C. !.(2 C1 F. 'L 3 covgnvon: u.: r-3 MEDO! -“'. ”w:4 . ..WH/ A ¡. '.- l "à 1.4 Caso "Duas Pontes" ? or iniciativa do Juizado de Menores, Raimundo foi conduzi wa gelo Horizonte, relo ComissárioÇArtõnio Cruz. Nesta Capital ele › tiuza estória com os mesmosɧà§a1hes, inclusive para o CICOANI. _ . sv _ , - _73'-'. '_r' _ . . antes de 1nterna~1o no "Joao Pinheiro" Instituto para prote ao e __ . 2 É instrução de menores ãesvalidosgào Juizado prociâenciou exame psi- I ' 53h. quigtricp e testes. peíco1õgícos, cujos resultados em nada contribuir 'ñ ~ para solucionar a questao. ÍÍÊPÚBJÉEAFÍTÔ DO IQÍQIÍCLT. PAÍÍLÍÍÍDO . ÊLELUÍA IÇÀFÍÀ A0 CICOÀÍÍÍ, H3 30/08/62 (resumo) Diz gaimundo que, cerca das 20 horas de 1? de Agosío deste ano, encontrava-se com seu yai Rivalino Mafra de Silva num comodo de sua residência, onde ãorniam ãois de seus quatro irmãos renores. Ele e o pai achavam-se agacheñes em torno de um pequeno fogo que fizeram no chão de terra batida do quarto, próximos a uma porta que lioa o L' mesmo à cozinhe. Em certo momento seu pai chemouJhe a atenção para o uma somrre escura e indefi: ;ve1, que deslizava silenciosamente pela Í , 5 4 cozinha, na direção de um outro cômodo. Essa silhueta foi descrita como tenño ovairo Hermes, rss iele o menino na? ? jêãe freoisar, efiru *tudo njerso oue tinha alçvrz serelhsuce cor hooer 2 o*; a*: nhar. Eizer algum: saliência, que teria se vírñFo na *fração io jveríc, ao : Ê : assar pela porte, ña:5o : 7o*": róo 2 ser pai F i"jro*: Éo Fe *roer ; H "ido oH"ervaâos. Ê* ^e: üda 0 sr. a . d ; or onõe a sor*rt re mosirzrs, ou tm pouco eíêo, baño c^rse*aíoio ¡¡ Fivioar. 0 oeriho aâniie ; ro o reõo ñoñeria tor : FjP; Í5P eo = s; pe: ia n"^ TE”Í9“° 2' re: *o do o'rr re CSCFTF, ves ; :~e: <e : “e 1" *rrgces l iníerñas ie? inss 1 N, -_ uices 'cr'r? - uma of cooioha. ctfra ie ? '19 - criava# fcchañas. ã Voltando para o : "trtc, 2 sr. T : ino riu-se na-iwyossí - *2?1á? ôe de dornir, ,asPír otro C Fev filho. 4_ certo altura, onvirer E : rsss vozes kwwrnas, "grcrszr 9 enroladas", cita_õo 2 nome ão sr. Rivclínc e iiretão ; ve ian rnfã-lo tao logo saísse às cara. “”"irar : g~? é: ur r íoc se"eÍb2:*e ao Fo ur üerrerfoñcr, §"ovoñíor+e ão fora às casa. V “: r*T'Ciro 9 "cr ÍiÊhr : ÍrP"o7sñr~K r ÉTÍ'9 3:: “"r“ir.
  4. 4. - , ' à; 'N . ¡ QÊDÂÊ; C. f). A. u_ 1_ n vou; -. -_-_ O H6** “wTs Car-o "T-Kms ? cz hm" - f Ú' ¡ Zz 6 horas ãa manha Bepiinte, 20 de agosto, Qecunãg_feír s 4,¡ _ "g1 l l $ainvndo preparou-se para sazr de casa e buscar a montarla de seu àpfã no terheíro anexo. Ao ahír a porta de cozinha, que dava para I âterreiro, deparou com no15 ? mumos E Esmnxamos amamos pmrsuosf A4 - , o : E NO S010, a poucos metros ce dxsúânoía. Diferinúo na cor . _ I _gugrcos quanto à forma eftamaniioy¡ AMBOS TINTLAE 1mm OVALADA E : fan: u. .- É 4o e 5o cmnzzjrzzos no Dñzmao Imera. A existência de um - §equeno_apêndice numa das extromídades de cada objeto, conjugada ãj 'forma dos mesños, fez lembrar à R imundo as f*guras de tafús. Este' APENDTCES, DO TAMANHO D3 UT DEDO, TÍNHAK FÚHHA TUBULAR, segundo e y descrição do menino. E, fel qual "rahichos", rrojcíavam-se das perú ê trazeiras ños objetos, as quais e9ta“am um : muco suspensas do so]oJ n l . No rowento em que R? imúrão os percebeu, esses arênêíces apontavam l para e porfa, ou seja, y: ~2 9 sua pessoa. Em segziãa, qv~nFo o sr. s Rívelíno chegou a porta, aienãendo ao chamado de seu filho; os Tnb. apontavam ; era a direção oyosta, indicando que os cbjeios tsriam Virañc. UI DOS OÊJMTOS SEA INTETRAIENT3 NEGRO, FCSCO. O OÚTRC 3?, ERA ÊAJADO DE BRANCO E FFETO, CON lI$TA$ IGUAIS Em LARGURA E TRAÇAÊÂS . u TRAI3VE? SALTÊN”E A0 DTÂTÉTÊO VLTOP DO OÊTETO. ' Esta descrição foi feita racíéxiemexfe, con 9 ñ": 'Jío Ee ur "reíra*r f= Eaãc". O sr. Rivr? Fnc, "ego ao : s“eebPr 0* F^*: C* e*^: , co10ca^os : T cvírc, añrirrr-se °t3í: rñc " ”: eñ9: ao filho ane N50 saísse v°l= vorta e, . «Í '5- 75?! ? w rc" ? ""ir1= 9 0 furo cor ore f"°”~raT? Pívaííro c; “rfívov-re Í^: t1“P1:9 fo: objefos. e***r2ñ5o . .. ' “ 929 3:9 “r: o^i: demonttrzr mo'. . 1 L? ?0I7TACíÓ DE 0? ? ÚI3 OBJETO? SÉ VHIRAÚ LATSRALÍENTE, CON UF SOH SURDO á F LTVÀP LHDC 1095 “T REDE Q Rr-. tLJJno, CÕÍÍ-'ÍÊ 1.9-"" . -_« C('›: ',"'T_"P , ',733 OZÇETWV _ _, G'À? ÍÂ3". A Í"Al ÊVVOIVEÚ *Í* 3?? , Por ? *iPfi? 'I . E _ Ê"r"“*= O r>c^u9 ão: ; 7.. .. -a filho. 3:49 ãeclura rte. ~: ç: *O 'Uria rviêc único r"ídc otjetnc, o 3*? o= v*u foi 0 zrmoiãr Fo "en*o Qro 19"artavn a esriral 6° vc°; ra, zen: : 0:1: in“eãiõo nte R= ír: ndc awñerrnsse . . '~----: :*r› srt* , ,_, 'Wo rz-: :P ro"" _"? '°E". *- ovzrcc cessou . r reãeroínão.
  5. 5. ,C. L C. C1 n. N.L oaiuR)Os: nm¡u'ã e adiou-Na. " ; nur n: # -' _nn. :¡L~ . .X Cano "Duas Pontos" - f 3.95. n: ~ ' COKÊWPÂRIOS DO CTCOANI Í? ? a Apos meses de investigação ínfrutífera, surgiu a notíc'a ? de que o esqueleto de Rívalino fora encontrado. O jornal "A Bstrelâ' P1 " (IT t' , 10/03/6!) r' _ , " ° c 1 o ar Jaman : na . a : mma oue nc 3° dza de arnava v (1963), cinco caçadores encontraram, bem nerto do casehre gg Rívalino, em lu ar de difícil acesso a › . __. _Jl_. ._. ._______ ! sua ossada. Caiu por terra o conto da Carochinha. Fhlta agora esclarecer o resto" - diz o jornal (os grí são nossos). Em verdade, õiría~os nõn, o "resto" que falta n esclare é ê jraticamenie tudo. So rão, vejamos: As explioaçoes c"nvencíoreís se redvziram a duas: O Riva3;To teria fugido ou teria sido vítima de Sequestro e/ ou assassinato. '~5 prireiro caso, a estória arreeentaâa peío fíího seria um á1i%í irc: pf : ádo pelo próyrio Rivalino, ;ara cobrir a sua ioga; no segrnêo, su Ke um élibi engendraõo pelos criminosos. Nos dois casos no iii' portanto, hn? ?- ría participação do filho, para coberiura de um epísó ; h io que, esãrawhe- 1 . . . . N* mente, contrar1ava o zntoresse e a se; urança do mesmo: ele oemcnstrop 1._ gcsiar do ; aí e acabou ficanño sozinho com Gois irmãos menores. oi . ooiw "1 s 2 * ' ão ^v°°*° a vo? icí3íS. *virer. sncnvõ r. s P5.i- e_ ea o- q. e vexe - _ r . _ _ _ , . . O e , - _ cos, jornalistas e, finalmente, a ufologisier do CTCÓAVI e Ee SBÊDV, (Dr; Walier ÊuE3nr¡. Toi: erfranho ainia G ; F95 T'ra cvc'*rir UL Cêãkf- ~ a se ayresenfatse 57i$i às fel forma 9oTis+icñí? o v? rrre; ?uíe ic P? :*é*'o . .. , ' ' «1 1 -- ~ v› * »ka a 4 ~: 1 r'n : › soolo-cn_+nva_, n ; no.0 no . umsr a 2 en; _o h. D . _ ru "t fina. como ão E°í? ío ín*oir: . O eT9i*o Õ? Psíoría trría, eriao, o -jc'- 12 . .. . . fo ao de um alzrz. -É 52-9 z. ~r"<'-~'i; '› dr. “PZBÍITÊ* f* "Hei -': * . r-- 'Lr- "y Em : le «Ts-Tírío c : ~ . . ~ . . 'u aFHcína~no. como sxpiicnr ; Ho o nf': § j? Q“íá+r; c9 vao fcnna TPVPLARP os sintomas ncrresponâentes? Como err“ica“ Qve o menino tenha projeiado no awbiente cowteídos in*r: -psío"íoos de írj? i:né5cr 1ec“o1õ~icas Éo avnnneãar 9 relativos a ur f*ho de fevõnooo Jr ~*2L jsâeis on"íra ':3:rT Ú: Í1*°ratura O? ”9?íÍÍCE vo" "ifsco" vo"”ore"" há rr? er5**íe' a Címin:4c° o? je%os t91eoo"a“*aõon. Fe Tor"aF, Fírersoes e corporta er- ? OF srñoíhcñier aos Gerc"fios §e; o menino. Pela ro: íôa4e oe suas *-r"', tais refe*ênri2: vçrfivrrn*-re ÇTBÍÍCEÚQHÍE ro iriñnr no: eÊf9?Í? ÍÍ tz'. sendo, o“viamentc, ínaceusíveís H criança# znelfzbetas ão meio rsra .
  6. 6. m. I Á* , í ¡É! já' Í : :A " . p _ ~ ã 7 0.cx A. Ft L * w p poq3(n. ,1c75 y . ãuroufl 15 ãu_ Caso "Duas Pontes" - f" ij V , Outro ponto a explicar ê a presença de objetos aéreos nã¡ Qdontíficaãos nas proximidades do casebre de Rívalino, uma semana - êtes do seu desaparecimento, assim como a extraordinária "varredu. jão terreiro onde ele ocorreu. í de exame possibilitou relacíonáelo a Rívalíno? Se a ossada foi des- ; 5_ Quanto ao esqueleto encontrado Ãse encontrado), que tipo coberta perto de sua moradia, §e; s meses depois, como se explica qué ' c o : W 'seu cadáver não fosse encontrado; *apôs días de buscas minuciosas, Í enquanto era devo: ado pelos urubus e outros animais necrõfagos? Ow cadáver não sería consumido por animais se estívesre enterrado mas¡ então, o prazo de seis meses sería insuficiente para que restasse í apenas o esdueleto limpo. Caso este seja reeímente do Rivalíno, t res'2 a hipõñese de qve sua carne tenha sido corsumída de ? once total e quase inntãíânee por meios não convencionais. Parece, portanto, que do caso "Duas Ponte? " tudo ? asia a explicar. 10/09/68 y _ '¡ f' / HIM» Ino' No: :

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