Atividades avaliativas de paleontologia

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ATIVIDADE DE PALEONTOLOGIA

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Atividades avaliativas de paleontologia

  1. 1. ATIVIDADES AVALIATIVAS DE PALEONTOLOGIA Profa. Ana Cristina Sanches Diniz 7º Período / 2º Semestre de 2014 Alunos: Gilmar, Paulo, Jessica, Eliane. ATIVIDADE 1 Leia o artigo de divulgação científica, intitulado, “O que aconteceu com os dinossauros?” e responda às seguintes questões: 1. Em que “Era” os dinossauros viveram? Quais são os períodos que a compõem? Os dinossauros surgiram no Triássico, primeiro período da era Mesozoica, há aproximadamente 245 milhões de anos. Dominaram o planeta nos períodos Jurássico e Cretáceo e extinguiram-se no final deste último, há 65 milhões de anos, numa extinção em massa de espécies animais e vegetais que marca o fim da era Mesozoica e o início da era Cenozoica. Era;pré-cambriano3,8b.a.a544m.a.a.,período Hadeano,Arqueano,Proterozóico,Vendial. Era: Paleozoica 544 a 255 m.a.a Período; cambriano, ordoviciano, silurino, devociano, carbonífero, permiano. Era; mesozoica 245 a 66 m.a.a
  2. 2. Período; triásico, jurássico, cretáceo. Era; cenozoica 66 m.a.a ate hoje holoceno. Período: terciário, quartanário. 2. O que significa “Limite K-Pg” e que elemento foi encontrado nesta camada? Há muito tempo pesquisadores reconheceram que, a partir do final do Cretáceo, no limite com o Paleogeno (também conhecido como limite K-Pg), os dinossauros não avianos desapareceram. A base para essa proposta foi a descoberta, no limite K-Pg, em Gubbio, Itália (posteriormente em outras áreas), de uma fina camada com grande concentração de irídio, mineral raro no planeta, mas comum em meteoritos e outros corpos celestes. Camada com alto teor de irídio. A descoberta de rocha rica nesse mineral, no chamado limite K-Pg, ensejou a tese da extinção dos dinossauros não avianos após choque de um corpo celeste com a Terra. Com relação à fauna de dinossauros, Brusatte e colegas deixaram claro o problema do registro fóssil, que é muito incompleto. Entre as principais limitações está a ausência de sequências completas envolvendo o limite K-Pg em diferentes partes do mundo, o que resulta em enormes lacunas de informação nos últimos 15 milhões de anos do Cretáceo. Segundo Brusatte e colegas, uma das poucas áreas com sequência mais completa envolvendo o limite K-Pg e onde houve pelo menos coleta mais sistemática é a Formação Hell Creek, em Montana, Estados Unidos. Esta fica acima da Formação Dinosaur Park, mais antiga, e abaixo da Formação. Nacimiento, mais nova, onde não há mais dinossauros e já aparecem os mamíferos que vieram a dominar o planeta após o limite K-Pg.
  3. 3. 3. Qual a evidência que comprova a queda de um asteroide no planeta Terra, na época dos dinossauros? Devido a coletas controladas em áreas onde ocorre o limite K-Pg e à aplicação de novas metodologias de análise de dados, houve significativo aumento de informações nas últimas duas décadas, contribuindo para melhor compreensão do que ocorria em nosso planeta nos 15 milhões de anos anteriores à extinção dos dinossauros. O impacto de um corpo celeste – asteroide ou cometa – ao final do Cretáceo já é tido como fato. Devido ao refinamento de técnicas no estabelecimento de datação absoluta, pôde-se determinar que o impacto se deu há 66.043.000 anos, com margem de erro de mais ou menos 43 mil anos, e não há 65 milhões de anos, valor sempre utilizado e que ainda consta de muitos textos. Localizou-se também o local do impacto: uma cratera de aproximadamente 180-200 km de largura, denominada de Chicxulub, na província de Yucatán, México. O diâmetro do asteroide ou cometa responsável por essa cratera era de aproximadamente 10 km, algo como o tamanho de Manhattan (EUA), e o impacto teria liberado energia equivalente a alguns milhões de bombas atômicas como as que atingiram Hiroshima e Nagasaki na Segunda Guerra. 4. Explique as duas principais linhas de questionamento dos cientistas, acerca da extinção dos dinossauros no Cretáceo. O número de hipóteses para explicar o desaparecimento dos dinossauros e outros grupos no final do Cretáceo é grande e tem enfoques diversificados, variando desde doenças e epidemias até fatores externos ao nosso planeta. Sem entrar em cada uma delas, duas linhas de questionamento são as principais levantadas pelos cientistas. A primeira é se a extinção foi gradual ou abrupta. Isso se deve ao fato de que praticamente não existem registros de dinossauros nas proximidades do limite K-Pg, e muitos paleontólogos consideram que há uma gradual diminuição da diversidade desses répteis quando se chega ao final do Cretáceo. O número de hipóteses para explicar o desaparecimento dos dinossauros no final do Cretáceo é grande e tem
  4. 4. enfoques diversificados. A segunda linha de questionamento enfoca se a causa da extinção se deve a evento único ou a vários eventos. Está claro que no final do Cretáceo houve significativa flutuação do nível do mar (que ora invadia os continentes, ora se afastava deles), influenciando necessariamente os organismos. Também foram registrados grandes derrames de lava, evidenciando intensa atividade vulcânica no final do Cretáceo. O principal deles, chamado Deccan Traps, ocorreu na Índia. Com espessura em torno de 2.000 m e abrangendo hoje 500 mil km2 (deve ter sido ainda mais extenso no passado), essas rochas se formaram entre 68 e 60 milhões de anos. O vulcanismo teve intensidade maior em torno de 66 milhões de anos e, sem dúvida, influenciou a fauna e flora daquele período, ao menos localmente. Um problema relacionado com o Deccan Traps é que a datação dos fluxos de lava não pode ser feita com precisão, com margens de erro muito grandes para uma análise mais precisa de quando ocorreram. Assim, alguns autores têm dificuldade para associar diretamente esse intenso vulcanismo à extinção dos dinossauros.
  5. 5. ATIVIDADE 2 ESCOLHA SEIS EXEMPLARES EXPOSTOS NO MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS PUC MINAS E PREENCHA A SEGUINTE FICHA TÉCNICA PARA CADA UM DELES: Exemplar No: 01 Fotografia Nome científico: Smilodon populator lun,1842 Nome vulgar: Tigre dente de sabre Tipo de fossilização: Permineralização conservação de parte dura (ossos e conchas); dessecação,resto, incrustação, recristalização, carbonificação. Localização na Tabela Geológica: Pleistoceno. Habitat: em toda America do Sul há 10.000 anos, Lagoa Santa, MG, Brasil.. Hábitos: Terrestre carnívoro há evidências de que os Smilodon tivessem um comportamento de grupo, semelhante ao dos leões.
  6. 6. Exemplar No: 02 Fotografia: Nome científico: Guaibasaurus candelariensis. Nome vulgar: Guaibassauro Tipo de fossilização: Permineralização conservação de parte dura (ossos e conchas); dessecação,resto, substituição, incrustação, recristalização, carbonificação. Localização na Tabela Geológica: Final do Triássico. Habitat: América do Sul Hábitos: Carnívoro
  7. 7. Exemplar No: 03 Fotografia: Nome científico: Toxodon platensis Owen. Nome vulgar: Toxodonte. Tipo de fossilização: Permineralização conservação de parte dura (ossos e conchas); dessecação, resto, substituição, incrustação, recristalização, carbonificação. Localização na Tabela Geológica: Era Cenozoica, no Período Terciário e no final da Época do Plioceno. Habitat: América do Sul como Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Hábitos: É um animal pré-histórico indicador de condições ambientais mais úmidas, pela sua necessidade constante de água.
  8. 8. Exemplar No:04 Fotografia: Nome científico: Mammut Americanum. Nome vulgar: Mastodonte. Tipo de fossilização:  Criopreservação Localização na Tabela Geológica: Durante o Pleistocênico. Habitat: Viveram na América do Norte. Hábitos: Eram herbívoros que se alimentavam de vegetação macia como folhas verdes e ramos. Exemplar No: 05
  9. 9. Fotografia: Nome científico: Carnotaurus sastrei. Nome vulgar: Carnotauro. Tipo de fossilização: Permineralização conservação de parte dura (ossos e conchas); dessecação, resto, substituição, incrustação, recristalização, carbonificação. Localização na Tabela Geológica: Período Cretáceo. Habitat: América do Sul. Hábitos: Carnívoro.
  10. 10. Exemplar No: 06 Fotografia: Nome científico: Eremotherium Laurillardi. Nome vulgar: preguiça-gigante. Tipo de fossilização: Permineralização conservação de parte dura (ossos e conchas); dessecação, resto, substituição, incrustação, recristalização, carbonificação. Localização na Tabela Geológica: Viveu no Período Quaternário, definido por apresentar conteúdos faunísticos e florísticos de formas predominantemente viventes, na época geológica do Pleistoceno que se iniciou há 1,81 milhões de anos e durou até 10 mil anos, quando teve o início a atual época geológica, o Holoceno. Habitat: Megafauna quaternária da América do Sul migrando até a América do Norte. Hábitos: Eram animais exclusivamente herbívoros comiam folhas, ramos de árvores e gramináceas, no entanto bastante flexíveis em épocas de escassez podiam consumir plantas desérticas, incluindo cactos. Referencias Bibliográficas:
  11. 11. Fotos museu PUC minas BH Alexander Kellner Museu Nacional/ UFRJ Academia Brasileira de Ciências. http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/nucleo-da-paleontologia.html dia 28/11/2014 horas 22;30.

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