Análise das Emissões gases do efeito estufa
Brasileiras (1990-2012)
Depois de anos de queda, as emissões brasileiras de GE...
nas taxasde desmatamentonaAmazônia,que ajudaramoBrasil abaixarsua participaçãonas
emissõesglobaisde 6,2%em2004 para 2,9% e...
Alémdaquedado desmatamentoque se verificoudurantealgunsanosnoBrasil,astaxasde
crescimentoeconômicobemabaixodoprojetadopelo...
“Mesmo coma reduçãode emissõesobservadanosúltimosanos,oBrasil estáentre os
maioresemissoresmundiaise deve assumirsuarespon...
SegundodadosdoPrograma dasNaçõesUnidas para o MeioAmbiente (PNUMA),em2013, a
ChinainvestiuUS$54 bilhões emenergiasrenováve...
O ObservatóriodoClimacobrado governofederal aaplicaçãodoque determinaalei 12.187,
de 2009, que estabeleceuaPolíticaNaciona...
de emissõesjuntoàConvenção-QuadrodasNaçõesUnidassobre Mudançado Climano pós-
2020″, concluiuRittl.
O ObservatóriodoClimafa...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Análise das emissões brasileiras de 1990 A 2012

149 visualizações

Publicada em

Observatório do Clima aponta para tendência do Brasil reverter o cenário de queda nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), colocando em risco seu papel nas negociações internacionais e no contexto pós-2020, além de colocar em dúvida a competitividade econômica e a capacidade de resposta do país à mudança do clima no futuro próximo.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
149
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
47
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Análise das emissões brasileiras de 1990 A 2012

  1. 1. Análise das Emissões gases do efeito estufa Brasileiras (1990-2012) Depois de anos de queda, as emissões brasileiras de GEE dão sinais de voltar a subir Observatório do Clima aponta para tendência do Brasil reverter o cenário de queda nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), colocando em risco seu papel nas negociações internacionais e no contexto pós-2020, além de colocar em dúvida a competitividade econômica e a capacidade de resposta do país à mudança do clima no futuro próximo. O períodode reduçõesdrásticasnasemissõesbrasileirasde gasesde efeitoestufa(GEE) pode estarno fim,comoapontam osdocumentosdaAnálise doPanoramaAtual de Emissões Brasileiras –Tendênciase Desafios,doObservatóriodoClima,elaboradosapartirde seu Sistemade Estimativade Emissãode Gasesde EfeitoEstufa(SEEG).A quedade maisde 70%
  2. 2. nas taxasde desmatamentonaAmazônia,que ajudaramoBrasil abaixarsua participaçãonas emissõesglobaisde 6,2%em2004 para 2,9% em2012, colocouo país emboa posiçãopara Iniciaras discussõesdonovoacordoglobal de clima,que irásubstituiroProtocolode Quioto depoisde 2020. Em 2012, as emissõesglobaisaumentaram7%.Masas estimativasgeradas peloObservatóriodoClimaapontamumaclaratendênciade crescimentonasemissõesde GEE dos setoresde energia,transportes,agropecuária,indústriae resíduossólidos.Evale ressaltar que as estimativasdoObservatóriodoClimaaindanãocaptam o aumentododesmatamento na Amazônianoano passado.Há portanto,uma forte indicaçãode que podemoschegara 2020 com emissõesemascensão. “O Brasil deverácumprira metavoluntáriade reduçãode emissõesfixadaem2010 para 2020. Mas seguindoatrajetóriaatual,é provável que nospróximosanosreduçõesadicionaisdo desmatamentosejaminferioresaoaumentode emissõesnosdemaissetores,levandoaum novoperíodode crescimento”,alertaTassoAzevedo,coordenadordoSEEG.
  3. 3. Alémdaquedado desmatamentoque se verificoudurantealgunsanosnoBrasil,astaxasde crescimentoeconômicobemabaixodoprojetadopelogovernofederal naspolíticasde clima tambémvãoajudar: “Asmetasbrasileirasde reduçãode emissõesforamdefinidasem2010 com base emum crescimentomédioanual daeconomiade 4% a 5%, bemdistante da realidade de nossamatrizenergética”,acrescentouAzevedo. Quandose excluemasemissõesde Mudançade usoda Terra entre 1990 e 2012, só houve reduçãode emissõesnoBrasil noano de 2009, emconsequênciadacrise econômicaglobal, deflagradano segundosemestrede 2008. Já em 2010 as emissõesvoltaramacrescerumritmo superioraode 2008 e seguiramnestatendênciaaté 2012. E o desmatamentodaAmazônia, que por anosfoi a principal fonte de emissõesbrasileirase representoucercade 70% do total nos anos90, caiu para 32% em 2012, se equiparandoaossetoresde energiae agropecuária, com 30% cada um.
  4. 4. “Mesmo coma reduçãode emissõesobservadanosúltimosanos,oBrasil estáentre os maioresemissoresmundiaise deve assumirsuaresponsabilidadeparao enfrentamentodo problemanaspróximasdécadas”,afirmouCarlosRittl,SecretárioExecutivodoObservatório do Clima. No períodopós-2020, todosos grandesemissoresterãoque realizarcortesprofundosemsuas emissõesparaque sejapossível limitaroaquecimentoglobal aníveisseguros.Istoiráexigirum esforçomuitomaiordospaísesque mais emitemGEE:“É necessárioplanejare investiremum modelode desenvolvimentobaseadoemreduçõesprogressivasde emissões.NoBrasil,não temosaindaestavisãode longoprazo. O país estáacomodadoe ficandoparatrás em investimentosemumaeconomiade baixocarbono,”acrescentouRittl.
  5. 5. SegundodadosdoPrograma dasNaçõesUnidas para o MeioAmbiente (PNUMA),em2013, a ChinainvestiuUS$54 bilhões emenergiasrenováveis(excetograndeshidrelétricas).Os investimentosdosEUA somaram US$ 34 bilhões.Índiae ÁfricadoSul investiramUS$6 e US$ 5 bilhões,respectivamente.JáoBrasil reduziuseusinvestimentosnosetorde US$12 bilhõesem 2008, para apenasUS$ 3 bilhõesem2013 – quase 75% de reduçãonovolume de investimentosnestasfontesde energia.
  6. 6. O ObservatóriodoClimacobrado governofederal aaplicaçãodoque determinaalei 12.187, de 2009, que estabeleceuaPolíticaNacional sobre Mudançado Clima(PNMC),emseu parágrafo11: que todosos princípios,objetivos,diretrizese instrumentosdaspolíticas públicase programasgovernamentaisdevemcompatibilizar-se aPNMC. Em julhode 2014, o ObservatóriodoClimaapresentouaoMinistériode RelaçõesExteriores sua visãosobre osprincípiose critériosque deverãonortearadefiniçãodametabrasileirade reduçãode emissõesparao períodopós-2020. “Até 2030, o Brasil terá que reduzirsuas emissõesaníveismuitoinferioresaosatuais.Isto significapromoverumaprofunda transformaçãoemnossaeconomia.Opaís precisaenfrentareste desafiodesde já, preparando-se paraumcenárioemque terá que assumircompromissossignificativosde corte
  7. 7. de emissõesjuntoàConvenção-QuadrodasNaçõesUnidassobre Mudançado Climano pós- 2020″, concluiuRittl. O ObservatóriodoClimafazumasérie de recomendaçõesparaque oBrasil reduzaas suas emissõesde formacompatível comosua responsabilidade sobre oproblema,suacapacidade e o que requeroIPCC para que limitemosoaquecimentoglobal a2°C,dentre elas:zeraras emissõespordesmatamento,neutralizarasemissõesnaagropecuária,reverteraquedada participaçãode fontesrenováveisnamatrizenergéticabrasileira,recuperaráreasdegradadas e desmatadasparaampliara captura de carbono e universalizarotratamentobiológicode resíduossólidose esgotonoBrasil comaproveitamentodobiogáse dosmateriaisrecicláveis. FONTE;http://www.observatoriodoclima.eco.br/analise-das-emissoes-brasileiras/

×