A liberação do sobrenatural

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A liberação do sobrenatural

  1. 1. _wul M. ? . llllhllr llhtl. c l Ill 1 llJ Ill lll ll¡ [il Ill : IÊ JJ lã ? Êlilll 81 lí Q 'll' ll) g-
  2. 2. SUMÁRIO Prefácio - 11 Capítulo 1 -A verdade capacita 13 Capítulo 2 - Gastar nossa herança 23 Capítulo 3 - Encontrar a misericórdia de Deus 45 Capítulo 4 - Guardar o testemunho 65 Capítulo 5 - Lembranças que dão vida 85 Capítulo 6 - Coragem para deixar um legado 95 Capítulo 7 -Viver sob a influência 115 Capítulo 8 -O poder da transformação 127 Capítulo 9 - Liberar a presença de Deus 143 u' ~/ Smale
  3. 3. CAPÍTULO 1 A verdade capacita Um dia, eu estava em meu escritório lendo Apocalipse, quando senti algo inconfundível - a sensação que tenho quando as palavras parecem saltar da página e sei que estou ouvindo uma palavra atual do Senhor. Pensei/ 'Puxal Isso é tão poderoso! Não tenho a mínima ideia do que significa, mas 'Il é poderoso (Como sempre, meu espírito estava indo muito mais rápido que minha mente. ) O versículo que tinha acabado de ler estava em Apocalipse 19.10. Então caí aos seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: "Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos que se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus. Adore a Deus! O testemunho de jesus é o espírito de profecia". Foi particularmente essa última frase que irrompeu no meu coração, e eu soube que tinhas implicações poderosas que se estendiam bem além do contexto do encontro de João. Nos momentos que se seguiram, meditei sobre essa frase, pedindo ao Espírito Santo que me ajudasse a entender o que ele queria dizer. Algumas horas depois, a resposta veio caminhando e entrou pela porta do meu escritório. Um dos homens da igreja, a quem vou chamar de Jim, parou para dar o testemunho de que Deus tinha restaurado poderosamente
  4. 4. A Ííberação do sobrenatural E o seu casamento. Depois de terminar a história, ele disse: "Bill, você tem minha autorização para contar esse testemunho a qualquer pessoa que esteja precisando ouvi-lo". Essa declaração repentinamente clareou as coisas em minha mente. Testemunho e profecia sempre foram elementos importantes da vida cristã, mas, nesse momento, percebi que aquele homem estava me dizendo que podia usar seu testemunho para profetizar para as pessoas. (A profecia ou prediz o futuro, ou provoca uma mudança no presente. O testemunho então passa a ser um catalisador com sua capacidade de provocar uma mudança na atmosfera no presente, abrindo espaço para um livramento sobrenatural. ) Jim tinha intuitivamente pensado em duas hipóteses. A primeira: se Deus havia feito essa obra excelente para ele, com certeza faria para outros; a segunda: declarar o testemunho era um meio pelo qual essa promessa seria transmitida a outros que dela necessitam. A primeira hipótese tem apoio claro nas Escrituras, que afirmam que Deus é o mesmo ontem, hoje e para sempre e não faz acepção de pessoas (v. Hebreus 13.8; Atos 10.34). A segunda hipótese, reconheci naquele momento: foi urna aplicação prática da verdade de que o testemunho de Jesus é o espírito de profecia. Os testemunhos profetizam a intenção e a natureza de Deus a todos quantos os ouçam. REAÇÃO EM CADEIA A experiência a seguir ocorreu há vinte e cinco anos. Desde então, tenho contado testemunhos intencionalmente quando
  5. 5. ministro e tenho observado de perto as consequências, o que tem sido sempre impressionante. Uma das minhas histórias favoritas é a de um garotinho que foi curado certa noite, na reunião regional de reavivamento numa das cidades do litoral norte da Califórnia, onde eu havia servido em muitas ocasiões. Na época, o menino contava 3 anos de idade e tinha os pés completamente tortos. Eu havia trazido à reunião alguns alunos da escola de ministério da Bethel Church, e eles oraram pelo menino. Quando o sentaram no chão, seus pés estavam perfeitamente alinhados pela primeira vez. Um amiguinho desse garoto chegou até ele e disseWCorral". Ele saiu correndo imediatamente. Minha esposa gravou tudo em vídeo. Na semana seguinte, pudemos mostrar a todos em Bethel as imagens desse garotinho correndo num grande círculo, voltando até a câmera e dizendo: "Posso correrl". Foi maravilhoso. Duas semanas depois, os vizinhos dele viajaram três horas de carro para assistir à nossa reunião de domingo de manhã. Quando lhes pergunteixcomo estavazovmenirúnho, contaram-me que ele estava correndo hákdu-as semanas. No dianseguinte, dois alunos da Escola de Ministério foram aoxcentro, de compras: local atrás de pessoas a quem iriam mostrarosarnor deDéüs por meio da oração. Era uma atividade : normal para eles. Dois deles observaram uma mulher idosa, caminhando; corn uma bengala e uma atadura nas pernas e acharam que ela seria uma boa candidata. Aproximaram-se da mulher e lhe perguntaram se podiam orar por ela. Ela respondeu firme e claramente: "Não". BJJDEÕÉD ôpBplôA V g a
  6. 6. A liberação do sobrenatural l '54 Destemidos, eles persistiram e explicaram que tinham acabado de Ver um garotinho de pés tortos ser curado. Depois de terem dado o testemunho, a mulher mudou de ideia e disse que podiam orar por ela. Primeiro, eles oraram pelo joelho da mulher, que tinha um tumor. O tumor desapareceu, e ela removeu a atadura. Em seguida, o Senhor mostrou a um dos alunos, por meio de uma palavra de conhecimento, que ele também estava curando as costas da mulher e que o fogo da presença divina estava tocando determinada região das costas dela. Quando o aluno mostrou o ponto exato, a mulher descobriu que o outro tumor havia desaparecido também. Ela não havia dito nada sobre esse tumor aos rapazes. Logo depois que isso aconteceu, a família dela veio para fora da loja e viu que a avó tinha sido curada. A mulher saiu da galeria carregando a bengala e as ataduras. Algum tempo depois, contei essas duas histórias num culto de domingo de manhã, como exemplo da palavra profética de um testemunho. Uma visitante que viera do estado de l o ininha de 2 anos de idade cujos pés e l . ' vojtavs para e ~ : vu-o tão gravemente que ela sempre tro ava gelesgda »í «l tava correr. Depois de ouvir os te os e o ' nto, a mulher disse no seu coraçãoz" ara a". Quando foi buscar sua filhinha em so berçário, scobriu que os pés da menina e já estavam p i re guém havia imposto as mãos nem orado. ão somente ocorreu com a intervenção natural de Deus quando a fé da mãe se acendeu com o poder de um relato. . .-_t1_ . ... .___
  7. 7. Mais recentemente, dei testemunho desses três milagres em uma conferência na igreja de Mahesh e Bonnie Chavda na Carolina do Norte. O motorista que me levava do hotel para a igreja e da igreja para o hotel era brasileiro. Quando ele estava me levando de volta para o hotel, depois de uma reunião, contou-me que tinha acabado de receber um telefonema de sua cunhada no Brasil. Ela havia assistido ao culto daquela noite pelo computador. Quando ouviu a história dos pés tortos do menino serem curados e depois ficou sabendo dos pés da menininha que se endireitaram também, ela chamou a filha. A menina tinha cerca de 10 anos. Os pés dela eram tão voltados para dentro que na verdade eram deformados. É uma garota bonita, mas, quando as pessoas olham para seus pés, ela fica constrangida. Depois de ouvir o ensinamento sobre o testemunho e os relatos que se seguiram, a cunhada do meu motorista chamou a filhinha, que estava em outro cômodo da casa. A menina respondeu/ Sim, mamãe"e veio até o corredor. A mãe mandou que tirasse os sapatos. A menina tirou o calçado e foi até a mãe. Quando caminhou até a mulher, os pés se endiIeitaramre-forarn completamente curados. Mais uma vez, -afé foi liberada pelo poder de um relato. Não tenho dúvida de que : cada um desses indivíduos experimentou o poder profética. do testemunho. Quando ouviram o testemunho do que: Deus fez, a unção sobre o testemunho* abriu um reino de possibilidades. A atmosfera encheu-se deoportunidadê para 'que o milagre relatado no testemunho se duplicasse. Quando se comprometeram com sua fé e aproveitaram completamente a oportunidade de essa possibilidade se concretizar, isso se tornou realidade. eipedea apepJaA V j q;
  8. 8. ›- CD A liberação do sobrenatural Em dois desses casos, ninguém nem sequer orou, não impôs as mãos, tampouco estava presente no ambiente com a pessoa que foi curada. Essa é apenas uma das muitas histórias que se relacionam com um feito miraculoso específico. Eu e outros membros de minha equipe de liderança e da igreja vimos essa lista de intervenções sobrenaturais de Deus continuar crescendo à medida que milagres determinados são multiplicados pela declaração de um testemunho. Uma série em particular é tão fecunda e o resultado do testemunho é tão claro que isso é surpreendente. Começou há alguns anos quando eu estava orando pelas pessoas de uma conferência em Minnesotta. Estava lá presente uma moça que havia sofrido um terrível acidente e teve a perna quebrada. Tinha pinos, sentia dor, os movimentos foram restringidos, além de outras complicações. Quando oramos por ela, os depósitos de cálcio começaram a se dissolver, ela ganhou mais movimento e deixou de sentir dor. Quando se levantou na manhã seguinte e se vestiu para vir à reunião do dia, o marido olhou. para a perna dela e disse: "Ei, isso não estava aí antesl". Cada parte de sua panturrilha que havia sido destruída no acidente tinha sido regenerada da. * noite para o dia. Na reunião, ela deu o testemunho, e todos nós louvamos a Deus por esse milagre criativo. Depois do testemunho dessa moça, uma mulher veio imediatamente até mim e disse/ 'Se Deus fez isso para ela, sem dúvida faria para mim também". Ela compreendeu o que o testemunho acabara de fazer por todos que o tinham ouvido, embora eu não tenha ensinado sobre o princípio. Essa mulher tinha ferido gravemente o tendão de Aquiles havia cinco anos.
  9. 9. O tendão nunca sarou completamente, e parte do músculo da panturrilha atrofiou e se recolheu para dentro da perna. Então, a jovem senhora que havia sido curada e a mulher do pastor vieram e oraram por essa outra mulher. Eu disse àquela que havia sido curada recentemente/ De graça você recebeu, de graça dê". As duas impuseram as mãos sobre a que necessitava do milagre e observaram quando Deus religou perfeitamente o tendão e recuperou o músculo bem diante dos olhos delas. Em seguida, enquanto essa mulher saía, outra chegou e disse: "Ei, eu levei um coice de cavalo na perna, o que me destruiu parte da panturrilha. No lugar, nasceu um tumor". As duas senhoras que haviam sido curadas e a mulher do pastor impuseram as mãos sobre ela. Elas viram o tumor se dissolver e o músculo se formar diante de seus olhos. Outra senhora veio à frente. Acho que houve uma epidemia de lesões na panturrilha em Rochester, Minnesota. Ela também foi curada. O mesmo milagre se reproduziu três vezes em poucos momentos. Voei de Rochester para' ministrar em Crossville, no Tennesseeçienfioriteirá história dessas quatro mulheres. No auditório havia um médico quettimha quebrado a perna um ano antesreEle sentia dor, teve . ..os ; movimentos restringidos e a panturrilhalajtrofiada. .Mandei alguns alunos ir orar por ele e, cerca de~vinter~1in. inutos depois; perguntei/ 'Como o senhor está? ". Elegfne informou que não sentia mais nenhuma dor e que recobrara= os nàovifmerttosfDepois perguntei/ 'E o músculo, como está? ". Respondeu/ 'Estou sentindo a pele se esticar". Quando cheguei das reuniões de Crossville a Redding, contei o testemunho dessas cinco pessoas. Havia uma mulher custe-cleo apEpJaA V 1 to*
  10. 10. A ill“-i“'. 'it_'. lu: z de¡ : .r; -L›1u_-¡1_1[u: ;¡] no auditório que tinha quebrado a perna um ano antes. 'linha dores, movimentos restringidos e o músculo da panturrilha atrofiado. Umas duas semanas depois, ela veio até mim e LlisseWQuando o senhor relatou acquele testemttnho, minha perna esquentou. A dor cessou completamente, reeuperei os movimentos por completo e o músculo se regenerotf'. . Algum tempo depois, contei essas histórias num encontro de formação de um ministério de sinais e prodígios no Brasil. liu linha ido para lá a fim de ajudar Randy (Ílarl: nas cruzadas. Uma mulher da equipe do ministério dos Estados Llnidos estava perdendo parte do músculo da barriga da perna em consequência de um acidente aautomobilístíeo. Depois que terminei minha mensagem, ela foi ao banheiro examinar a perna. Descobriu que o músculo havia se regenerado enciuanto eu estava ensinando. Níais recentemente, contei essas histórias em cmtra reunião com lklahesh e Bonnie-Chavda. Uma mulher do auditório interrompeu~ine enquanto eu estava falando e me disse: "Estou perdendo parte do míisculo da pantunilha Respondi -lhe que teria moa pmztri' em OIdl por ela depois da reunião. Ela acrescentouWE sou de l"lllír"à"tít)tã, f. Pereebenclo que coincidências incomuns são em geral a linguagem (lo límírito, entendi tgue isso era um plano divino. Desse modo, pedi-lhe que eoriesse até o fundo do salão e depois xtoltasse ; Jara o lugar em que estaiva sentada - a fe' precisa de atividade, seja por pronunciar discretamente: "lvíínha filha e um exemplo disso”, seja por Chamada no salão e pedir que ela ande. O músculo foi criado durante seu ato de obediência a uma ordem incomum.
  11. 11. Eu jamais percebem que havia tanta gente com falta do músculo da panturrilha. O Espírito Santo usou essas experiências incomuns para me informar que eu precisava me sentar e prestar toda a atenção ao que ele estava dizendo sobre o testemunho. Ao aprender como Deus fala conosco, também aprendi que, alem de coincidências incomuns, ele também fala por meio de registro falado ou escrito (testemunho) de qualquer ato que Deus tenha realizado. É como Deus em geral fala a seu povo. !Enquanto tudo isso se desenrolava, eu não conseguia perceber outra coisa senão que Deus estava querendo que eu entendesse isso; por esse motivo, estava tornando tudo bem evidente. A NATUREZA DE DEUS REVELADA No inicio, pareceu-me que o principail aspecto do testemtmho que Deus queria que eu t”I1ÍL”Ii(Ít'SSL" era seu valor de ministrar a pessoas que necessitavam de um milagre. Como sempre, porém, os atos de Deus revelam seus meios, e seus meios revelam sua nal LIYRKEI. .Assim, a revelação do poder do testemunho se manifestou para mim além do contexto imediato do ministerio e me levou a dcarrtirír que ele é um princípio liindamental do Reino com implicações para todas as áreas de nossa tida como cristãos. r. um princípio que deve ser ensinado, compreendido e aplicado em nivel individual e coletivo para que a igreja cumpra seu mandadc› de fazer discípulos das nações pela pregação e demonstração do evangelho do Reino. Descobri que nossa capacidade de cumprir esse chaimado e essa ordem depende em grande parte de algo essencial enavcir-ñ hpepifax v
  12. 12. A ' bciuçjzi d«: :-. <;0hr»nnah1r.1l ! :j - lembrar. Nossa cnpacidride' dc lcnzbnzr n que Deus ziissc e _[272 em nossa vida e em nossa ltistárirz v o testemunho - é um das principais _tutores que determinam: nosso succssc) ou . fmcrzssci m¡ nmmrfcnçtio de um estilo de vida do Reino de poder' para nzilagrcs. Acredito que, à medida que estudamos a ¡Iatureza do testemunho e a primazia do lembrar, vamos perceber que a igreja precisa começar' a demonstrar verdades c práticas nucleares dc nossa cultura a fim de destravar recursos celestiais que Deus pôs no testemunho. Precisamos ter esses recursos para realizar tudo quanto fomos chamados para ser c fazer, liberar o ¡mder de Deus para o milagre cm nosso mundo.
  13. 13. CAPÍTULO 2 Gastar nossa herança U ma das minhas tarefas _principais e cnsinar cristãos a descobrir e fazer uso da herança deles. Isso significa em essência que aprendemos a Lisar as ; iromessgis ilimilauiais que Deus nos fez para prociuzír uma manifestaçãr) do ciominii) dele em favor da humanidade. É sempre reconhecido por meio da pureza e do piader e é motivado pelo amor de Deus. listou convencido de que, na maior parte, a igreja deixou as riquezas do ceu depositadas num banco, achando que somente vamos tê~las quando Inorrerriios e formos para lá. A crença de que o céu e uma realidade completamente futura redu7iu demais muitas declarações de Deus na Biblia a respeito da identidade do cristão e do chamado para verdades "posicionais" reconhecidas, :nas jamais vivenciadas. É hora de uunlci lbsia. (Í) conheeimentc) de no55:: herança Começa com a descoberta do piupitaito mai: profundo de nossa salvação. Muitos c1'i: ~t§i-. ›t~ novos perrnnztwrccêiii imaturos porque jamais véio ; além da rcruêlação ele que são pecadores salvos pela graça. Com _UrqqIT-sso, eu não quero dizer "cieixai" para trás", masüonslruir sobre o que já existe”. Os que progridem são aqueles que entendem que o propósito mais elevado de Deus com a cruz não era simplesmente ¡verdoa r nosso pecado. Era para que, perdoancio-nos com base no sangue
  14. 14. Vi lim l_ q-_Ín eo sobrenatural de (Triste, ele pudesse nos convidar a restabelecer a relação familiar íntima com ele, nosso Pai celestial. João afirma: "Aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus" ("l . 'l 2). A capacidade jurídica de relação com Deus como filhos dele é exatamente o que nos dá a herança. O livro de Romanos explica de forma simples: porque todos os que são guiados pelo Espírito de TJeus são filhos de l)CU~'; _ Pois vocês não receberam um espírito que os escravize ¡mra novamente temerem, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clan1a111os: 'L-“l3'a, Pai". O proprio Espirito testemunha ao nosso espírito que SCJÚÍÚS filhos de Deus. Sc somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co~herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória (8. 14- 17). O fato de sermos hcrdr-'iros de Deus é dificil de compreender. Nrãs, porem, não nos devemos contentar em ler esses versículos e nos marçtxrilhar' com eles. líles profetizam nosso potencial, _milencial que (lEVemOS seguir ciurante. toda a vida. Em João 1.12_ aprendemos que temos o direito de ser filhos de Deus. Quando [Deus nos convida ¡vara nos relacionarmcis com ele, esta convidando para um processo de transformação. Essa transformação ¡icide ser medida em nossa vida porque em Jesus Cristo temos o modelo em quem nos devemos transformar como filhos de DeusVemos isso
  15. 15. depois em Romanosz” Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos" (8.29). Temos o direito de nos tornar semelhantes a Cristo, nosso irmão mais velho. Estamos destinados a ser jalenamente restaurados à imagem e semelhança de Deus, como fomos criados originalmente. Por meio da salvação, também somos restaurados ao nosso PTOPÓSÍÍO original o propósito que llui naturailmente da nosso identidade restaurada e de nossa relação com Deus. lilesios alirmaz”Porque somos criação de Deus reailizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as pratãcarmos" (2.10). Obras não nos sa lvam, mas, sem o Fruto de boas obras em nossa vida, faltam-nos as evirleiicias que nos identificam como novas criaturas em (Írislo. .Assim como a natureza de [Jeus é rexieladai no que ele faz, as exddéncias de que somos seres transformados na sua semelhança e que rexielami a natureza dele no que fazemos. Que boas obras são essas? É muito fácil reduzir os ensinamenlrw. de Iesus ao que ç- humanamente possível. Embora ; gostemos «ie ailimentar rvs pobres, xeslir' os despidos e visitar os iiccessilnrios ijessvs atos de bondade são expressões essenciais d: : vida cristã), iergusanio nos a deixa-los satisfazer a necessidade interna de SEi''i; C› eficiente. Ele empregou especificamente a expressão" boas obras" para se referir aos milagres, sinaiis e rprociígicis que realizou. Iesus deu exemplo dessas obras para nós. Ele não projetou um novo dispositivo para auxiliar a audição nem treinou nenhum cào-giria. Ele curou o surdo e o cego. Essa conclusão no U1 '9:l'. ll. 'JJ'. j CFE-ALL lFQB-ILÍ")
  16. 16. 3 J O* A 'i l Lin-raça¡ : :› dv: :- sob re natura l impressionante sobre as” boas obras” provém de um estudo detalhado do evangelho de João. Essas boas obras não só revelam que Jesus é o Llngido, o Cristo, mas também revelam a natureza especifica de sua relação com seu Pai, conforme explicou em João: Disse Filipe: “Senhor, mtastra-nrus o Pai, e isso nos basta Jesus respondeu: "'t'ocô não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizerYivlrxstra-nos o Pai'? ~'ocô não crê que eu estou no Pai e que o I-'ai está em mim? As palawas que eu lhes digo não são apenas minhas. Ao contrário, o Pai, que vive em mim, está realizando a . sua obra. (Íreiam em mim quando digo que estou no Pai e que o Pai está em mim; ou pelo menos creiam por causa das mesmas obras. Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as' obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai (14113512). Não poderia saw: dito de forma mais simples. Aqueles que creem em Jesus dernonsti ill ao sinais e prodígios. Ainda mais, porém. sua declaração implica que os que creem vão ter o mesmo tipe de relação com o Pai e terão a lilvrlllia unção do Espirito que ele. Isto e, somos chamados' para ministrar como Jesus ministrou porque, pela sua morte e ressurreição, temos acesso a tudo que ele teve à ciisrwc›siç. it› para realizar trens obras. Ele professou isso a seus discípulos e a nós, quando disse: [. ..] Assim como o Pai me enviou, eu os envio” (João 20.21).
  17. 17. COMISSIONADOS PARA FAZER O IMPOSSÍVEL Quando _Iesus comissionou os 12 ciiscípulcis para ir pelo mundo e fazer ciiscíivulos de todas as naço ele os estava mandando fazer o impossível. Muitos cristãos acreditam equivocadamente que algumas ordens de Cristo, como o mandamento de amar o próximo como a si mesmo, são possiveis de ser praticados, enquanto outros, como ressuscitar mortos, são impossiveis. A verdade e que todos os mandamentos de (Íristo são impossiveis de realizar sem a sua graça e seu poder soivrenatural por meio do Espirito Santo. Nossa disposição para obedecer' a tudo quanto ele ordena deixa-nos em posição de viver pela promessa: " [. ..] Tudo é possível àquele que crê” (v. Marcos 9.23). Nossa fé nos da acesso a todos os recursos do céu. É por isso que Cíiistr) nos mandou fazer' o impossível! Nós, como filhos de Deus, somos Llestínaidos a revelar nosso Pai ao mundo sendo portadores da semelhança dele. Fazemos isso como Cristo fez, tendo comunhão com o Ru, andando na unção do Espirito Santo e trazendo o Reino do ceu até nós com rleziionstraçor-s de poder e autoridade, tudo no ccrntexto (le mostrar o ame: de Deus. Por ess» motivo, [JTÚCÍS-aliirw; a prender a gastar nossa herança frrxr-rrrlr: uso cias _. r;i. -z~erlr: ›, ¡aromessas de Deus para o benefício das pessoas à ncmssa volta. Não nos ; iodemos esquecer de que foi a morte de Jesus que permitiu ser liberada a essência da vmztazir* ele Deus para o resto de sua família, os santos ("na terra como no céu"']. Não devemos esperar até morrer para Lisar nossa herança porque nosso proposito na terra necessita dos recursos dos céus para se cumprir. P511 "lñljb I_'K'_«I'_lL] _| ['¡'_§l_'f 3. i
  18. 18. A I¡r-. -«. .g; .._› do sarlàrenuturul g. : A unção para curar e trazer livramento não trará nenhuma utilidade no céu. Essas graças devem ser usadas aqui e aggora como parte do pacote de ferramentas usadas para trazer as nações a Jesus. Afinal, ele é chamado de"o desejardo das nações". Todos desejam Jesus. Apenas não sabem disso. Precisamos nos tornar mais plenamente semelhantes a Cristo a fim de que a colheita venha a ser tudo o que Deus quer e para a qual tomou providências. Portanto, se nosso direito de ser leitos filhos de Deus nos dá acesso ao mesmo tipo de relação que Jesus tem com o Pai, como aprenderemos a crescer nessa relação"? Felizmente, Jesus também deu o exemplo disso para nos. Jesus não saiu do ventre de sua mãe com uma mentailicizide adulta, plenamente consciente de sua identidade e de seu destino. Ele teve de ivassar' pelo processo de amadurecimento por que todos passamos. As líscriluras díze1n: ”[. ..] ele aprendeu a obedecer I. ..J"' (Hebreus 5.8). Ele, porém, foi educado na relação com Deus pelo menos em três aspectos. Primeiro, ele foi formado pelo registro das aitividades de Deus entre os homens conforme ÇIJIÍSÍCI nas lLs-riituras. Hebreus relata que Jesus descobriu a vontade de Deus e seu destino neste mundo: Por i-asri, quando Criss. : 'u ~ ao mundo, «lima-z '“S; i-; rilr'cic› ç oferta não quiseste, mas um como me preparasle; de lzoírz-causrtos e ofertas pelo pecado não te agradaste. Então eu disse:
  19. 19. Aqui estou, no livro está escrito a meu respeito; vim para fazer' a tua vontade, o De11s"'('ltl.5›«7). Segundo, é altamente pl'0'á-'Gl que Jesus tenha sido criado sob a influência do testemunho (le seus pais, particularmente de IN-laria, que havizfguarclaado" cada palavra que fora lalad-a e cada sonho e alcontccímcnto que tenham ocorrido no que clíz respeito à concepção e ao nascimento de Jesus. A Brblia diz que” lklaria, porónn, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração" (Lucas 2.19). 'lercelro_, Jesus tinha o testemunho do Espírito Santo, que lacllltava a comunicação dele com o Pai" [. ..] ele [o Espírito] os gtúarai a toda a verdade. Não falará de Si mesmo; falará apenas 0 que ousar, e lhes anunciará o que está por mr” (João 'l 6.13), Ao dar instruções sobre o papel do Espírito Santo em nos guiar a toda a xerdacle, ele de fato está nos revelando o modo em que xíveu. Esses três recursos são todos testemunhos. Testemunhos são o que nos preparam para andar em relacionamento com o Pa¡ e cumprir nosso t7rottn;3:~. it<; › como seus filhos. . O salmista tlisseWOs teus Lc-sremunhos são a minha herança pe¡ manente; são a nleig; râa do nreu coração” (Salmos 119.111). Os testemunham; do Senhor são a nrossa herança. E o que é um lcszicununho? ? Ylxsrgnrzuzlzo é o rcgisfro escrito nujizlzrcio de rtrdo quanto Deus jr: na Histtírirz. Tudo o que Deus disse e fez na Historia rwertence eternamente a você, e esse registro tem todos os recursos de que você precisa para ser transformado à imagem de Cristo e se tornar um transformador demonstrando as boas obras dele. 29 Lüuauaq CESSUU JDJSPf)
  20. 20. Lu O A lil*›: .-. u;. 'rr. r do ew-lvrençrltrrial O objetivo Llesle livro e procurar estudar um pouco do peso e do poder ciessa herança e mostra-Ia pelo que ela e, a saber. liberar o poder do milagre. O TESTEMUNHO REVELA DEUS A primeira coisa a ser vista na definição é que testemunho se refere ao que Deus fez. Quando os cristãos ouvem a palaxrra “testemunho"", em geral a associam com o relato de como eles vieram a conhecer Cristo, ou talvez a uma história sobre alguém que experimentou um milagre. Entretanto, nós não somos nunca as personagavns de um testemunho. Nossos relatos são testemunhos porque «iles dizem o que Deus fez. . O corolário dessa afirmação 'também é verdadeiro, que não temos testemunho se não tivermos experimentado uma invasàci rlivina de Deus em nossa vida! Somos testemunhas dele somente na medida em que encontramos seu poder. Conro assinala Atos 1.8, é depois que recebemos o poder e o Espírito Santo sobre nós que somos testemunhas. 'Testvnrrrnhrz significa "alguém com uin tcrsliñmranhtv"; e' exatamente a palavra que Jesus usa para definir' -ieus ciiscír* r : h is verdadeiros. Os testemunhos de Dr-Lrs z. u ma herança de valor inestimável pcgicgue em cada hzíalir-ria sobre o que Detrs fez. ha uma revelaçarg da natureza dr-írx Irçzdavia, dar nus uma teologia melhor não e' o objetivo principal dessa revelação. Uma revelação de Deus por meio de um testemunho e sempre um convite a conhecer Deus pela experiência dessa revelação. Fsses encontros nos trainsformam. E ¡nessoas transformada» transformam pessoas. Davi conhecia o coração do Pai como _& l r
  21. 21. lemos em Salmos 406-8 - a passagem¡ citada nos versículos que acabamos de ver em Hebreus 'IO - e entendemos que eles tiveram uma revelação da natureza de Deus. Jesus veio ao mundo sabendo que Deus não queria sacrifício de animais nem ofertas queimadas. Queria um homem que fizesse a sua xxonlade. Jesus assumiu sua tarefa, e isso o fez experimentar o prazer de seu Pa¡ ao cumprir a vontade dele. Jesus explicou a origem do poder de seu ministério ao dizer: líu lhe-. - digo VCfÓEICÍLFÍTtJHIGIIÍC que o Filho não pode fazer nada de si mesmo; só pode fazer o que vê o Pa¡ fazer, porque o que o Pai Faz n Filho também faz. Pois o Pai ama ao Filho e lhe mostra tudo o que faz (João 5. 19,20). lissa realidade e a mesma (nigexil da Wda e do poder para todo cristão. (Íonhecer os testemunhos de Deus é parte »rital rle"ver o que o Pa¡ faz”. Experimentar Deus pelo que ele fez no passado nos prredispõe corretamente a experimentar Deus naquilo que ele está fazendo no presente. Quanto mais conhecemos Deus pela experientcia, rewrr-oiitleiuio am convites de seus testemunhos, mais p; i-; flPmDt-ã ser semelhantes a ele. E, quanto mais ficamos semelhant: a ele, mais porieirii; ›a lazer o que ele faz e manifestar sua nature/ a r- seu poder ao munrlii à nossa volta. RECURSOS CELESTIAIS O poder é provavelmente um dos primeiros FCCIUSOS (TCÍCSIÍQÍS que vem à mente quando você pensa no que ¡arecísa cumprir em seu destino de realizar o impossível. : huuaq 'casou . .L'; :~L'j') '33
  22. 22. ~. __ -›. --. - . ,. . - . q¡ u, 1 súniSÊaa-«íêiêuiilali: isiáisiaruxwríiuv i'iíã: ͧ'-fsi! ;l§t. i_ÍitfJsíalnâgánritniga 'main Llslñtühli'lllrfislulãiãij*ziñ'tc'iñl * - ; tàiifhtísl "_Ç'çg: air; r›zcaiiiñúiu w -lçsiêiiiil. ifii'àiiiiíâe : :iii ñ'iàal. s.-. ;.: ra; platéias; ;augusto _ ziàréij: iliíliíáiáiiéígjisiiíáíiiáíaaÉlÊL-&àrsrrsgsrañàratxféia. ; › '- zâíi~flgtjísíétaiisitàMáiàtgiigiüfàliítãgííig. ¡cgufgrfafiiàiq; gqgqgirgggg¡j; _;¡. ,=.3-¡; ¡;a -: -=; r;›. ~igrç«›ai§: e+aeagifàjiàtsxgge¡ . . i . .l? !=? í1!›'? Íííl. .lÍi; !'L§Íl3&Eflllíãtíáãiil'l? íêltiãrfzíifíimê' abaixei É(íNfilñilÊllãi--aiuaaíjççtgp! ” í.2:é*= '~= fâ; .í= ;2:i, c+: <~= *›is a@tears i o °' Liza¡ o ~ r. Ef; íf”É¡ÊJÉ$l'§Í§~l«~a~iêS§iíiji_içfallergioiêlàkfàt-içtuníüaitqg! !sigiloithíááíêisri! Hitler: : e e 'll íÍàÍnfustaãfi-Llasumir-earodeiam * 1 ; 'srt-rea', t . o z “iiírãtl "r q_ ' l Í e . ' 7 › *ÉÚÊÊÚÍÉÍÍÊÉÍÍÍ397?? ?i5!? iililílâlííiifñiãrrraíiíílit . eu "  k: ; E-ÍÍ-. l§Il§§F5§ê? _ifItaiiâÍi-f›? vtjtàijlcísiflgintvtu e¡ dia» Ilíllrcíltlií-_iilttlgiill 'l à A - 31 1:_|7[ugj; $;f§l lliaíãill'iflllÍliQílalçiêtlglüluíààljfáolíelsg. q, Hi* @iti-ÍÍS' 1 ijlloíf-fiít-¡ñlâilalí l I t' I' g [l (w I d¡ Ízrdãlqlílc t: : : e A i3. o' II z__ãylñãtfjz; f_t_üjuiàlfh| ~1, _¡ u n? , _ f “ffj'«zgfçfííáigronçii: nlwmg-ilüí ›[nteriàqgtuàgibsiflêt**f "ii ' . À 51,' l 1"; A l - . l _ VÁ V”. l Í J 1 Ç'1Ev«e! u*”5;~it= ¡“ ' i"'m"“ i“*í'if= ›:lí1=›. ¡“›¡. ,!'tutti** v * : vinilklglrrívzéijy' * * a l s'Íd«_i'Ã'i: lIÍÍ-«w; ' i(| i)'. [v| ;wii ' "'44 i' ' l ›. '.; .í4'*q'ñ$>1;. ~; -~ «WÍ-'l-WUB. q : :st < nrzbrqyfíãíçyjriíêgiicyi lj' traz. dir : ll rum; “ur ~| u'¡auj_l_s'-: :.g__r- : u "mm . ... ___ r _¡ _ ”; zilrgrgragigjigm: Ile: ¡pl! ›u . ,,rr-›f. lnil'a: icj_âi _ of' _ __' l›ai_l-7.~. 'i¡1n'i~caes y íÍ= «l: li= l|| ||| Il Hal: 7 . l QAüQÍÍÀj-VfQILQ_| ÍQIVÁÍ nn w 5:» rulvuklz¡ x. i : :cria ll atrasam: u. d' ' *i l '* “If” 4.7.? ? v - w n l X I › .
  23. 23. dons e nossa força. Deus é evidentemente aquele que nos (lá esses dons, mas GFSÍPS são semelhantes às velas de um barco; são projetados para receber o vento de Deus. Sem o vento do Espirito Santo soprando neles, não ha nenhum propósito eterno. O Espírito vem para orientar o curso dos dons além do alcance da possibilidade humana. Sem Deus, essas capacidades não tem efeito na GÍGTHÍÓBÓR. A HISTÓRIA DO PONTO DE VISTA DE DEUS t) trstudo do testemunho é um estudo de história, porque o testemunho é o registro do que Deus fez no paissado. A fim de compreender o poder do testemunho, precisamos saber o que a História contém. A tlisttàriçi c- mais do que uma sríirie de atCOHÍCCÍUTCDÍOS aleatórios. li uma narrativa. : com uma trama, personagens, um tema e um resultado. Tem começo, meio e fim. Sabemos que a Historia ó uma narrativa porque ela tem um Autor. Assim, pode haver milhares de opinioes diferentes sobre o que a história siggrril'ir_rr. ou para onde ela caminha, mas há só uma opinião que e verdadeira. É por isso que a pÉTSIJECÍÍVLI rlivina é absolutamente necessaria para entendermos a llistoria, bem como t10Sr4:: ¡zropósito no pnüsün t o. Como tcslemrlnho, a Histtf-ria trata mais verdadeiramente s<i›bre Deus, o Autor da sua e da minha história. Embora ele não tenha escrito para que nossa vida fosse cheia de tragédia e crises, tomou providências, sem tlúvida, para que suas soluções estejam sempre à mão. Por esse motivo, a própria Historia v' um testemunho, composto dos testemunhos coletivos de Deus. JJ a3 P51?" mu estan. : . i1 Aseg)
  24. 24. A pi? ; gli li; rxciÍaÃíÊIã! Etííilàíiílaltzçísl! iãiiàt-'iiãlnliltslítio: a-ità_r. ;;i; uítçi. ~iÍuirác . ajitaiíiliiirã #tri tÍitflfííã-; ÉFÁÍÍÉII : t: ! tata iíiíâàjht-'iâilêlvi »sem . 37;' -. '_4mzz1i_s[1¡-1.~°-t-*$~'1=§. «,_giglgftitâlêírrgt! . ,, ;E N a ----¡ x 2irmã¡aug, tirarggasiiaxgíêirxasrii : na ; muiéan¡; íilraéxáhñuitáirikuiliam Étàilétlfàfeiàtàií3ͧÊIlít, Li: e ' Í 4." f', at. *Âñàílàlílíü(aliliga. ?IHEilJ-ÍKÉMÍÓÍÊÊ . , !4 Í AÍÍ' “ ; raÍm319m5tjiiiâitxiiisâbliàííííê êáfaiuirrízãaitfeiiíteiiíífe, ràjiiiifiiijâíà¡ÃíaiiEiíiiñrsjjígíáêâií É Ígggggitãlésaâtãgsgàútâhíléb[tits . E Êjláilfillhtbqpj: 4 Í '31treriíikscáàitàtiliits¡itaim? ifiiiiiliájiáiiàiiaiíiâízêtrãsilaiiíràiiiiiríiiiliiÊ-i ° - : gtsiljyêlélfurâi 'iiitilfilêlfiillíçsjlat ; lsÉí. i~: -1Í-xí': á=HlíÍiàÍ-luliilâiííiã 'I ÊÀÍQÍÊÊ-Íísi. tiâtitiàta: .ráfiíÍçitz; ã-t'«; i1íran xt-eauíáíriizfifltáfkaí¡ à; atrair: : 'IÍIÍQÍ : gti tàãfãei íiinàsí-s “iigtitgy-; angtàíánhñlr¡cirszeilâlàtelêiáissagàirínl¡t( 4 ijÉ"›Í§i§líã'! i*ÉiÍÍÍCÉl§Ê 1§ai; l“'X'i-'f§_“s. l_líÍl›flÍÊÕ? llarz_tÍl§§; ilâiLt t . »agrttiítésw *lâls'i'! 'lÊ'i*. 'IÍÉi-ÊÉ ? JÍÊFÊGLÍWÚÊ ÍtK-l” @iai "f , llajtaíilêâiirigjíintiawaLsiiííiàãuiáiéãjlíkllàrtíílájfàtíílrin; ;até › . irrita »na »artist: resident: tanquesca-»fanaitcrriíêa teia, nít; yíiiíiiííts, . aaaiijjsriitta, ;ge“áiixai: sttaààtasas: parasita; a i : mííêllltliiti! veiélarrâigeaisiâáiiratsu13Wi5¡"llf; .¡, _i_íatiliiiñiísitâél $717 : iíülfrggívtgveguisii. ix-arsrlraíñgttnit» V. 1;. ” ' 'z l ' jet_ “ilílígltjvzàfliüjilüty/ f' -- ~ : :vu 'na l'íll%dtñgllp - pÍ__g'§: Ê'l. la1t¡1(ezt-fi1n; tjãitatiiíiiéfüistssrnâuâtí›i. =i›fl. iêtâtini zaãxvjílgilit; 'Í l M tairiiijg, ftiiÊT- ltàáfài°Éiitâ¡'i. °.. ít$§iítíâtflittrârlñ ; apitar @int . tamui. ;:-. x»; ¡; Âíç3§§ig›_i§:1riiíápgsqgiâikâs. p “__'_¡ . --
  25. 25. sobrenatural. A Bíblia chama esse processo de aprendizagem de ¡wromçiitv da montra NOSSO PROPÓSITO ORIGINAL lxluitos de nos somos bem conscientes (le que vivemos num mundo em guerra. A guerra, ciantudo, irão é por poder, terra, dinheiro, tampouco pelo bem ou jJElO mal. FÉ por algo ainda mais eassencial. A guerra e'. pela xerdade, e o campo de batalha e a mente de cada individuo. Essa guerra começou no céu, qUÍ-IDÓO Satanás lo¡ expulso, mas fomos tínvolvidos nela por meio de Adão e Eva - não somente quando eles comeram o fruto proibido, mas também quando eles- preferiram confiar em uma mentira a confiar na vertlatlt) de Deus. tftznner o fruto foi pura e simplesmente a exridência de que eles tinham acreditado na mentira do inimigo. Quando »u . icnnlila em uma mentira, da-se poder ao mentiroso. t nnctt-rdai' com o Diabo confere-lhe ¡aoder - dá licença a «Ce para matar, roubar e destruir. Quando Adão e Eva fizeram isso, eles l ¡garam a xerdatle : fi-nina, o que acabou implicando n corte do ramo sobre o qlltll : :lr-s estavam pcistos. zhlãio e Eva . cmi-nm lllülklllíielllt" quando rãnritiirtarii abandonar a perspectiva de Deus ; var tinta tlistorcñtu, RtFÍlYBDUDS refere-se à queda do homem explicitamente como a queda dele da venizidit' Portanto, a ira de Dei-is e rcxv'clada dos céus contra tala impietizitle e injustiça dos Iiontens que suprimem a wrdadt* pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus ; à . n càuzrmt; essi l : i imsr( j
  26. 26. u 04. fr llP-'sruçurr du t~. ›:'lfIu. '-I'. .1lL; :.r. lhes manifestràxi. l-'ois desde a CTÍEigÍK) do mundo os ; atributos irmsixxeis de Deus, seu c-terno poder e sua r1ature7a divina, têm sido xr-isâos claranrenle, sendo compreendi-dos ; por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveís; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorifittraram como Deus, nem lhe renderam graças, mas (as seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles ODSCUICCCU se (1.18 21). Riulo diz que a realidade do poder e da natureza eterna de Deus sãcfvistos cluramente"nc› reino xrisível. Essa expressão significa ao pé da letrahislrv de cima"". (Quando Atláio e Exa caíram, earíram da perspectiva de Deus na realidade. .Antes de "suprim [irem] a verdade", eles tinham acesso ininterrupto à verdade da natureza de Deus e das intenções dele para a Historia. Paulo também diz: '"O que de Deus se pode conhecer é[foi] nranifestc) entre eles”. 'Isso implica que, ¡Welo fato de terem sido criados à imagem de Deus, eles rwodiam olhar um para o outro e ver como Deus é. Quando, porém, suprimir-. i m a verdade de quem é Dcus, a inragen: deles p: úprios foi distorcida, svepgrrantírr- -os de sua identidade e seu prr: np: f:: aito. A partir daí. a raça humana herdou uma perspectiva disttrrcirirr da reailidaade e da História. Agora que Fratura do mini-dr) foi curada ; vela cruz, os cristãos Lie». em deixar que os tL'; ~íL'lIlll1h0S de Deus lhes ensínem a verdade que se pCKlCll para : união e Eva v, tanto o plano de Deus psrrcr a H1<lr1~r¡n. , como nosso papel e nossa identidade nela. O plano de Deus para a humanidade jamais mudou, porque ele não mudou. A igreja, porém, ainda não entendeu esse plano no nível que nós começamos a caminhar'
  27. 27. nele em ccmjunto, creio, porque nossa mente ; iinda não tinha sido renovada o bastante ¡iráltws hàsttvmimhtvs de Deus. Como mencionei, a maioria dos cristãos entende que Deus lhe perdoou o pecado, mas muitos não entraram no propcôsito desse perdão. Quando Adão e Eva pecaram, Deus não ficou chocado. Ele tinha plena consciência do risco que tinha assumido ao lhes dar o Iivre-arlvítrio. líle queria filhos que o amassem, e amor implica escolha. Sabemos QUÊ ele irão foi surpreemiido porque ja' tinha um ¡alano para redimir o homem se este dCClCllf-ESO ilsar seu livre arbítrio para algo diferente do amor. .Apocalipse afirma que Jesus é o"Cordeiro que foi morto desde a criação d o r11urnio""('l3.S). Nao quero diminuir' os eleitos «lesaslrtüsos do pecado nem . i imensa tlívida que Deus pagou ao sacrificar seu próprio Filho por Luis. Nós temos verdadeiramente uma grande e IKÍWLJPJJJ_ rg; -_: :;: «L: .x¡_=1s1f-'3 b; excelente salvação. É tao ; grande e tão completa, porque, ao nus perdoar, Deus ¡vlanejou para que seu plano original na lusioriti se realizasse. rpI'Cl1Ll; 'lT. l_'›f-' isso com o ttÍhiÇWTlUhlM) das Escrituras. Quaindc) ¡ÍJeUs : réis r-rlÇw e Exu no jardim do Éden, ele lhes mandou produtivos, muí irpJiear-se, encher a terra e sujeita-la (v. (ÍjC-nesis "IDH. .. luas pCSSOaS não eram suficientes para governar u Planeta. Deus queria que a terra se CHCDCSSL? com aiquelescriadcis à sua imagem, que poríam a terra sob a intluência do Rei e de seu Reino. Quando o ¡secado entrou no mUHCÍO, a humanidade perdeu o direito a essa autoridade para o inimigo. Durante séculos, essa escravidão durou, mas Deus preparou o mundo para a
  28. 28. '-31 u; . -'-. lzberaçan do sohrernçrhrral libertação que viria por meio do Nlessiars com uma serie de revelações (testemunhos). Praticamente todas essas revelações, a Noé, Abraão, Isaque, Jacó e ao povo de Israel, irnplicaram paetos. No capítulo seguinte, vou explicar a relação fundamental entre o testemunho e o jraeto; neste, porem, quero aissinalar um tema recorrente em todas essas revelações. A Noé, Deus díssez” [. ..] sejam férteis e se nrullijnlitquem" (Gênesis 8.17). A Abraão, ciissez" Í. . . ] nrultiplicarei muitissimo a sua descendência [. . . ]. Eu o tornarrei extremamente jrrolifero [. ..] (Genesis '17.2,6). A Isaque, Deus ciissefTorna-r rei seus descendentes tão nmnerosos como as estrelas do ceu | ... |"(Gênr»sis 2nd). A Jacó, disse: "[. ..] seja prolilero e multiplique se [. ..| "(Gerrc›sis 35H). li. finalmente, ao povo de Israel, Deus disse: Eu me voltarei ; iara maes; e os farei prolíferos; e os multiplicarei e guardarei a minha aliança com vocês. Vtrcês ainda estarão comendo da culllvihr . unrazenadcr no ano anterior, quando terão que se livrar dela para dar trspaço para a nrwa colheita. Estabelecerei a nrinira nsrtitaçao entre vocês u- nao os rejeítarei. .àrrderrei entre U vocês e serei o seu l)r"r'~-~, . ~. › você' serão o meu povo. Ear sou o Srwrrrrç o Deus de vocês, que os tireu da terra do Hçitu ¡nara tjue nba: - lll-Ílri-r fossem estiavos delcrs: quebrei as traves do jugo que os prendia e (rs fiz ; rndar de cabeça erguida (Levítico 2o. 9-13). Essas alianças reiteram a mesma promessa e o mesmo mandamento que Deus deu a Adão e Eva. Por que Deus ainda iria querer sua terra cheia de pessoas se ele sabia que
  29. 29. :alas eram iaecaciorais e estaivam escravizadas pelo inimigo? Só ¡Jode ser porque ele sabia que, ¡nelo sangue de Cristo, perderia chamar' de todas as nações um povo para si mesmo a fim de seiçuir' a ordem de Cristo do Lliltllllü Adão - de viver' em intimidade com Deus e sujeitar a terra. Esses testemunhos demonstram que a queda do homem irão rrmsirggieir: diminuir o interesse de Deus em ter uma terra cheia de ¡aessoas que xiixzessem u ma relação com ele, gente no miaio da qual ele habitada e mudaria, como ele andava com Adão no jardim do Éden. Esses testemunhos nos relatam que a natureza de Deus e seus propósitos para a humanidade não mudaram! Afinal, a história c'- a nrzrriztiauvi dci: : Deus está fazendo que seu povo seja" fecundo e se multiplíque, mas está faizendo isso mediante o novo nascimento em seu Espírito, criando, como diz 'loãoj' filhos de Deus, os quais nao nasceram por descendência ziatural, nem pela rontadc da carne nem pela vontade. de algum homem, :nas nasceram de Deus”(1.12,13). Deus ; linda pretende ñmdar seu Reino na terra colaboraitdr; u mi seus lilhos. I-Ílv ¡voderia facilmente assumir o domínio da terra num seiguniíii, mas sua glória e seu amor são mais pleni; menli' manizesir : s quando seu governo se estende por Ineio de sua relação '. íi_'| 'i1.'il com aqueles que ele fez a sua imagem, que u . itloram por crí-. colha própria. NOSSO DESTINO - DE GLÓRIA EM GLÓRIA Se a cruz nos tornou possível ter a mesma relação com Deus que Clnsto teve e produzir os mesmos frutos, então, por u 'C n* un 2.11¡ I*'›: ~;r'›LJ ; nas TL]
  30. 30. 5:: ebrcitatLzra' . wl 13,1] riu 1a, J que irão vemos uma igrreja gloriosa goiernar e reinar com (Íristo já? (freio que isso tenha a ver em parte com o tato de a igreja ter deixado de Lisar sua herança, o testemunho, para liberar o poder de Deus na terra. Quando se deixa de" manter o testemunho”, a revelação da natureza e da vontade de Deus não pode se sustentar de geração a geração. Periodica mente, tem sirrgidc) avdvamentos rjuando, como no reinado de Josias, o testemunho foi encontrado novamente e os crentes foram chamados de volta à verdade da natureza e de Deus e do seu chamado. Não tenho conhecimento, porém, de que al turma geração, desde o seculo I, tenha~se incendiar-io com a convicçar) de que o testemunho das atnidacies de Deus entre os homens do passad o foi sua herança para prepara-los para o presente. Não somente para o propcisitci de reccb cr incentivo das experiências dos rautros, ruas também para apreender plenamente a experiência¡ e a tiecundidad-e do que e daido, por meio dessa herança, e transmitida à geração seguinte. Portanto, esses movimentos de Deus não foram sustentados alem de uma Linica geracao. lim rerrgíui a iw-: rrn _ilrguns propuseram uma versão da historia com base na incapacientie da humanidade, e não na naiturc-za de Deus. ilclllllVxH . ~.; “I11Íl18l'lSlâS e historiadores aaprendein que os aix-'íxramentrvs cristãos normalmente duram de dois a seis . 'mui: ~:z. Os reavivanteritris, como da a irntenrlez' essa opinião, ocorrem principalmente para dar um estímulo à igreja, depois do qual todos: tlrêvem esperar que os negocios recomecem como de costume. Historicamentrz, isso é correto. mas a conclusão de que esse é o objetivo do reavivamentr) é incorreto. A vontade
  31. 31. de Deus, entao, fica clara pelo que a igreja fez, e não pelo que Deus pôs à disposição. Essa interpretação da história e' absolutamente errada porque se baseia em definições failsais da natureza do reavivamento e em Liltima ; analise da natureza de Deus. Deus c» abundantemente bom o tempo todo, e seu pacto de amor dura para sempre. Por causa dessas qualidades ele propôs em seu coração encher a sua terra com pessoas feitas à sua imagem andando em reta relação com ele e exercendo a autoridade delegada sobre a terra. É. assim que é o Reino de Deus. É estabelecido no ceu e está sendo estabelecido na terra com a Colaboração de sua igreja e de seu Espírito. ¡&. ›-- Isaías profetizou que o Reino está em prragresso constante: "líle. estenderá o seu domínio, e haiverá paz sem fim sobre. o trono de Davi e sobre o seu reino, estabelecido e mantido com JL¡ lSLsSLÍIU ; Clã iustiça e retidão, desde agora e para sempre. O zelo do SLNIMR x-'Sur- dos Exercito: : fará isso" (Isaías ÊIJÍ). Quando subiu ao céu, Cristo assentou-se no trono de Davi. No dia de Pentecoste, o I-*Çii enviou o prometido Espírito Santo para capacitar us. . rlis; cipulos a : J-stabelecer o Reino de Deus na terra e cumprir o mandamen m de Cristo de fazer discípulos de teclas as nações. O que maioria Irão : wr-rrr-ltu: em relaçao ao dia de Pentecoste e que a colheita de 3 mil convertidos não toi apenas fruto da pregação de Pedro. Certamente, o evangelho foi proclamaclri com ousadia, mas as ¡aessoas o ouviram e foram convencidas porque havia ocorrido uma mitdança na atmosfera espiritual causada pelo derramamento do Espírito.
  32. 32. à. LJ Rs lhe-raça du s: IDPJTIJ rural Em outras palavras, quando os cristãos deixam que o Espírito Santo atue, a aitmosfera é transformada, facilitando para as pessoas chegarem a Deus. Essa mudança de mente não acontece simplesmente. É o impacto da presença de Deus aigindo como lhe agrada com seu povo. O papel de colaboração dá crescimento exponencial ao impacto das aitividades do Espírito Santo entre os seres humanos. O texto de 2Corintios explica que a atmosfera espiritual influencia a capacidade do individuo de receber o evangelho: Mas, se o nr›. ~:. sr› ex-angelho casta encoberto, para os que estão perecentlci e que mta¡ tnltcitlñctlü. O rleus desta era regar. : o entendimczito dos descn-nttzsr, para que : rim vejam a luz do exangelho da glerza do tjristrw, que o a imagem de Deus (4.3,-ll. No Pentecoste, o”deus desta era" estava ama irado, e a luz de Cristo penetrou as trevas espirittrais de _ltTTUSJltÍnL onde as multidões o haviam crucificado talgunras semanas antes. lira como se o sopro de Deus que encheu o cenaculo rivesst* feito um Biju] tiílerenttr quando soprou através do coração das pessoas que se renderam. O sem 'atraiu as ]“t: j!; ~¡StTI; '1F›. I-. rs. um trovão, um som do céu que prendeu . ;› coração daqueles que tinham ; anteriormente comemoradt) a morte de Cristo. Agyora estavam perguntando o que deviam fazer para ser salvos. O som do ceu liberou a atmosfera do céu arte que (is ¡iotitrres ciominantes das trevas Liessem lugar à superioridade da luz. líssa é a vida cristã normal. Qualquer coisa menos que isso é retroceder. Essa mudança espiritual e exatamente o
  33. 33. 1;¡ i-? tãttístiilílsttsiiiulalaãêhvütiznítfllül*íttfíãlíélê'ltllàilíñtíç i s . li*fálêlfãttãtltleilçlilzí; : oalém; rraaiizaiaàrrftíi'cfilríiiài u. e.eêiãrritaraçpirurixrsasian¡uiíiíuvaiâírnaílacx, jg_)_¡§l§i9§tjt§[I. =.íÊl Íris: : lrrvísâri; 'ijlllê-“fifaii i jgirírtífl; “f” e . - : .:ír*›. ~;~t: .«›, it, r=_r~= ,itEiagrtairataestsfa. iseatbitsujíaiaeii : arttãaaivsii: almirante n , "3'. '_. . m¡ _ , Hi3 ? '31 '*'gtavftáarmgiíirr-rvatílãgsiiqãter: :Êtgíàisainvfr _ _ _ rirv-Íilíilçrziigtiiíiíi tfríiifaasgraa @Ei-HE, gui? ici*fiíliililâliiílfsíiílilllâiíiilñfs! jLeilah: Aracati-aid kra: : ílélit-ajr-rtaçiêlatirsllaànraiiíttratasseiitilriiiiüiitê¡ 4ÍLtr: -Ê'Êio= *os ivtàtgaetrliñtsw; first a ' Tzíãili-“aw-, tfàllt'zithtfwrtskrfillttiitalíiês'riselíãtíàtsxstevoêêilil: tfàtiílíiilíilízaliadaãtttêstâtúiiatt : e r- , E' ' &lêfífêllílàíêil g : vam - t! tirar ! iii aíifíifltàrrãiaaggjerariinggnlleiriêiêlr: u: _. L _rjgitreííiíigijiríiaíufiáifqirnetgrstrr: grutas_ ámírrsrríiêít* , agrtâiiaarçrãjtãireret r_ 'siiíiríirjtànrafraffnfa ! áÍfãiÍIÍr : :aliás tííiistíêiêiargezígttlj gs'tai_ilisrw. fiàiàiirs, ~g 31!tiliaiiiílrjiígijtãí* ' ' T '59' " 935?' Í "m" i f É¡ 33:'- ¡ar - c_ . u_ . sãiririàraíêiireiú: :nitasrtlavrasráritrza_itália¡finais: :rrsivrãí-riãleoasrxíara&regista; ttâíírfiEita: Êàrtítiíízzsiíiiràitii: telha f u ' " M¡ ; i7 <«'. u.-. . _. .=› . i ilÃÂLFÍEÃÀÉÉ/ LtjçliÉirilàãíhíi. rrãàatiêlàtiff- - Iánjçrsgapjárittajvilgliçâãfitàtgíêj'“rúhiffttfâlfnígjfírai): r: r a_Ífirijghiitãt_tríueíeírrgrig: réis orar. . «A ' f i iazsfgiàgtjiitajiítf-Ê i r I ; asrligjrájraftiíiãlr'ràrimtrtijiñítzsíáu t - a artes-tintura. __ v' r -taíitarzrmrzaçrg , =_r~r: gjfi§iiiftaiL-stad erütrraxtartlrirstçrrietstet-&Lz . à 'lí “Yi à" i; I:4;›~1L44:: " ç“"". ~_~ 3;. fa. . .i5 í. rãçjtpillãñirltiêltllüttallílslhtlêtjllç: jtiiliatvlallsiêíü. Íilàljsz. m]Íitãmlêitftiilílãlggfif
  34. 34. A lÍlMKZWçJ-. i du [v1 'lua Iitiluznl t de vista finito e aunwntarmos nossa experiência com o poder transformador dos testemunhos de Deus, nossa herança. testemunhos foram dados à igreja para que ela sustente a ação do líspírito Santo entre seu ; vovo e nos leve de "glória em glória" (2Coríntios 3.18). Nossa história familiar em li)eus é um dos principais fatores que ele criou para nos preparar para caminhar em nosso destino nesta hora. Se arceitairmos o desafio de estudar, ensinar e vivárlo, vamos capacitar' esta geração a assumir sua identidade e propósito de filhos de Deus.
  35. 35. C. ='xP"”“iJI, -:Í) 3 lãncontrar ainisericórdia de Deus (Í) testemunho das Escrituras ('55L'l1Cldl para dar formação ao povo de Deus de se comprometer' ¡alenamente com o propósito divino. Essas histórias até podem ter ticlr) influência na formação de Jesus para cumprir seu destino. Embora Jesus fosse a Palaxrra (Deus), ele, sent dúvida, estudou as lístíritizras, uma vez que também era totalmente homem. Ele sabia por t7Xpef°lêllClñ própria¡ que Deus e maior' que seu Livro como o próprio Livro testifica. Deus esconder¡ os mistérios de seu Reino nas páginas desse Livro, mas apenas um coração com sede de intimidade com Deus terá acesso a desvendar esses mistérios. Isso é muito diferente do que tão somente. saiber' sobre ele. [lesse m: xrln, ¡nuitos leem a Biblia, mas nem todos seguem os passos de Cristo nem em¡ "n na vida que ela indica. Precisamos reacoriliecer qu; e : :essa reação às ¡Íscriturais que revela se ur-rnpret*ndem*rw; n cp_ i; - Deus disse e o propósito que (de visa ao dizer isso. . 'o capinilt) 3 de Jim-in, Jesus iepreeudeu os fariseus pela reaiçáãci errada klÚICS Eis Escrituras com uma declairaçã-o que tramlñem tratou da Cguestão do testemunho referente à sua identidade como o Nlessias:
  36. 36. .K. 3 ; X lilvu. 'i; L_'Í_a. i ; fu suíirexutural "Se lesíifico acerca de mim mesmo, o meu teslemunhií› não e válido. Há outro que testemunha em meu favor, e se¡ que o seu ÍHSÍPmUHhU a meu respeito e- w'alidc, i.v'csi: (3s enviaram repreisentantes a João, e ele testemunhar¡ da verdade. Não que eu busque testemunho humano, mas mencione isso para que vocês sejam salvos. João era uma Candeia que queimava e irradiax-'a luz, e durante certo tempo vocês quiseram alegrar-se com a sua luz. Eu tenho um testemunho maior que o de loão; a própria obra que o Pai me deu para concluir, e que estou realizando, testemunha que o Ri¡ me enviou. E o Pa¡ que me enviou, ele mesmo teatemunhou a meu respeitoVoces nunca oxnirarii a sua voz, nem viram a sua temia. nem a sua palavra habita em você-s, pois não creem naquele que ele BH'Í(JU. 'P(_)(ÍÊS estudam cuidadosamente as Escrituras, porque pensam que nelas xoeôsiôm a xida eterna. E são as Escrituras que testemunham a meu respeito: contruir), você-s não querem vir a mim para terem vida” (loiro 5.51 40). (Mascaro iwrimeirci o discurso de Jesus referente às testemunhas de quem ele é. Sem sombra de dúvida, aqui ele está recorrendo a um ¡annripio eszsuslieial do ÍQSÍOITIUHITO reiteraclo por toda Ú Hílilí; i:"' T1151:: qtirsxlão ¡wrecãsa Scr' conlii'l'nada pelo depoimento de : luas ou trem; lr-nremiiriliiis"(Ztoríritimws "Bill. Jesus está alegando que sua »znziiz- : estemuiwhn umsistc em dois elementos: suas obras nuraetnlosas e o testemunho de seu Pai, revelado pelas Escrituras. Posteriormente, Jesus declarou: 'W700i' não crê que eu estou no Pai e que o Ru está em mim? As palawas que eu lhes digo não são apenas minhas. Ao contrário,
  37. 37. o Pai, que vive em mim, está ftfüll/ _illldfl a sua obra" (João 14.10), o que continha a dedução dessa passagem, de que o Pai é Aquele que provê tanto essas testemunhas, que agem em conjunto para confirmar a questão da identidaade de Jesus como o lVÍeSSidS. Isso é um exemplo claro de que Deus pretende que as Escrituras funcionem em conjunto com suas ObrãS ao revelar quem ele é. Precisamos de ambos para conhece-lo. O discurso de Jesus também sublinha algo fundamental a respeito do que ocorre tluando Deus da um testemunho, algo que mostra quanto Deus como testemunha é maior que cgualquer traslemunha humana. A Palavra de Deus e suas C>bfüS ¡ião se podem separar. Tudo que há no mundo existe porque ele mandou ÚYlSlll'. Uma das principais razões por que Deus é chamado . santo é que suas palavras são tão perfeitamente integradas com sua Pessoa que liberam a força e a realidade ele seu ser para efetuar' o que ele disse. AS ESCRITURAS CONDUZEM AO ENCONTRO Por causa da ITJÍLIFCZJ de sua Pailavra, O ¡irincirval olvjelivo de Deus ao nos entregar as Escrituras, como Jesus destacou nessa gvcssagem, e prcparcr nos para esperan' c l1": '0i¡li¡t'(75-l0 rznnrrrít? Vir »iv 2°nr'r? lassc7 , WWW mexi' rÍL' seus aros divinas. Jesus disse que as exriderrcias de que os taiiseus não tinham a Palavra habitando nele era o fato cle não crerem em Jesus nem chegarem a ele para receber xicia. Isso implica que o ¡anncipal propósito da habitação da Palavra em nós é ¡ireparar-nos e predispor-nos a situações de ter encontros divinos e reagi r com re. A fé é a principal exidôncia de que a Ralavrai habita em nos. &íl'. .1(_] . ip vip: mirnrtziz r aturar: .x31
  38. 38. .JH s¡ ! inc-ra gi: x w d a w s: ohrn'i. ñ. l . uuJ É triste descobrir que, se temos incredulida-de no coração, podemos [cr as iíqcrituras, mas não vamos conseguir ouvir no seu texto a *voz do Pai dando testemunho de quem cle é. A increduliciiade (rega e ensurdect- nosso coração para a voz de Deus, impedindo desse modo a coisa mais poderosa do Liniverso de ser ativa em nos e por meio de nós. Se não ouvirmos a voz de IDeLJS, não há dúvida de que não conseguiremos responder a ele do modo que ele cieseja, com fé que vem a iÍOI1Íi(”('UI']. í'L'Í(1 c'. r;rr*›°ic*¡zr'ir1 do Deus revelado no testemunho. li isso que demonstra o exemplo dos fariscus. Sem a fé, que nos da entendimento dc como funciona o testemunho divinc), não vamos enxerga Alo, mesmo que ele esteja bem na nossa frente! A questão de como reagçinios às Escrituras está prresente toda vez que as lemosTodo o testemunho das Escrituras rex-'erberam este lema: DULIS se marc/ cz à Immmzíriadr', e nós Í't': É;›'OIIrÍL*III(. ?S cnmji* ou (an: i2zcirâdirlidazív, gerando rfmzrízf-. iíqs rgm' iirfirrcncinn¡ a nzaneim com que Deus m¡ sc n-'irzcinnzrr (numca. iamos ver como essa verdade permeia o que a Biblia tem a dizer no kllll. " di: : nispeitü ao testemunho uoltando agora nossa 'atenção aos textos das iL-: críturas em cine a palavra "testemunho”aparece peia primeira vez. A ARCA DO 'FESPEIVIUNIIO Ao fazer um walutíci da : palavra“lvstvnuinho na Biblia, 'vale notar que na primvir. i vez que ela aparece, cm Êxodo 'R134 [, ›"'iR. ›“i], refere-se. nao : simplesmente a um testemunho, mas ao Testemunho.
  39. 39. A segu nda vez em que a palawa ocorre é na expressãtfa arca doleslemunho" (v. Êxodo 25.16, AKA). Depois de apenas duas referôricias, portanto, fica claro que precisamos voltar e rever os destaques da história do êxodo a lim de obter o contexto em que surgem oTestemunho e a arca do Testemunho. A narratix-'ai de como Deus livrou o povo de Israel do Egito e, sem dúxricia, u ma das mais impressionantes e miraculosas em toda a história humana. Deus removeu todos os impedimentos quando livrou Israel primeiro devastanclci os egípcios com as dez pragas, em seguida, dividindo as ; iguais do rnar"c~1'mc›lho e, depois, suprindo toda a multidão no ciesertci com água miraculosamente transformada em potável e com o pão misterioso do ceu. Todas essas demonstrações, contudo, levaxram a algo. Quainclo o povo chegou ao monte Sinai, Deus lhe fez Luna oferta: 'lendes xisto o que fiz. aos egipcios, como tros levei scibie asas de agçuia e vos cheguei a mim. .Agcira. pOlS, se d iligentemente_ ouvirdes a minha voz e guardam-es a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar ilz'll'. "'ç° todos os povos; ¡n Ifqllr'. toda a tenra e minha; vos me sereis : eino de mnt': ›tes e nação santa. São estas as líilâVrria que taiaras, a: v. iilíms de israel (Êxodo 'l9.~l-6). Depois que o povo concor clütt corn essa oferta, Deus ditou os primeiros aspectos desse ixzcto a Ikioisés, começando com os Dez . =Iar*rdaune11tc>s. X-'loisiís os leu para o povo, c todos responderam que obedeceriam. Em seguida, Deus se encontrou com lvioises ciuramte quarenta dias no monte Sinai e passou todo o tempo especificamdo como construir' sua casa e como reali7ar' . g. L' aii? ! Y di* 7*¡ I«ir, 'i. _.“i-. i|_: _; rj _[11 LLJJL' í . _ , . J . l
  40. 40. U1 O A librrugficri do s-'›: 't'rr*r*;1iL: rv. 'Í o ministério ali. É significativo que Deus tenha pazssaicio «luas xrezes : nais tempo falando sobre o lugar que iria habitar entre seu povo e como esse POVO ciex-'eria se aproximar' dele do que passou falando sobre as leis segundo as quais ele queria que seu povo vivesse. Daqui um instante, vamos estudar isso um pouco mais. Ta mbém é importante o fato de que a arca foi o primeiro item que Deus especificou para . Vloisés no seu projeto do tabernáculo. A arca deveria ser a peça principal dos móveis e olvietos da casa de Deus, por um motivo que fica claro na passagem a seguir: 'lamhém farão Lima arm de madeira¡ de acácia; de dois covadzis e [IÉGÍU será o seu comprimento, de um céwodri de meio, a largura, e de um cóvado e nícío, a altura. |)c ouro puro a cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e fará: : sobre eia uma bordadura de ouro ao redor. Fundirais para ela quatro argolas de ouro e as puras 1105 quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e duas argcüas noutro lado. Farás também Varais de madeira de acácia e os cohnrás de ouro; meterís (.25 VJlTtlS nas argolas aos ladrw. da arca, para se lexar por meio deles a arca. Os mis ficarão nas argokn. da arca e não se tirarào dela. l-Í paras na arca o Testemunho, que eu te darei. Farás também¡ um prornicíalsf-m) de ouro purci; de ciois cóiwados Ãl¡. .'. '~ : › será o wi: o. unp: imento, e a largura, de um covado e meio. [Jar-as dois quvmhine; dv uurn; du num [Natído os toras, ncia «luas r-xtrrmirhrles do pr(wvciçninlriu; um qucnibirn. na t"~Zlt“l'l11ÍLlLlÇlC de uma parte, e rutro, na extremidacir- da nutm parte; de uma só peça com o propiciatúrin iraruis os querubins nas duas extremidades dele. Os quenibins vstenderào as asas por cima, cobrindo
  41. 41. com elas o propiciatcórira; estarão ele-s de faixas voltaria: uma para a outra, (ilhgznd-: i para o _zirriliir'í; itói'í›. i. linda (1 ¡Wmpirígitríríci em Cima de arca; e dentro dela pcirás 0 lestemunlzo, que eu te darei. Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos do Israel. (Êxodo 7.3. i1 o 5°. AKA). A 'arca era o elemento mais santo do tabernáculo porque era precisamente sobre essa gieçai que a nuvem da presença cle Deus repousana. Era chamada arca do Testemunho Ii-"XR-'ll porque, como acabamos de ler, o Testemunho ficava no interior (iessa eaiim scr-bre a qual Deus permanecia. Por llnL xfemos que dlestemunho está no versículo cionclusixo do encontro de loises com DeusWlí, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moises : as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelos 'dedos (le Deus"" llÊxridri 31.18, zLRiÀ). (bjks tábuas que de fato fciram gruardadals na area era m as cópias. que N-loisrçis fizera depois de ter quebrado ; as ciristçinn». POI' raiva do | )áÍ? LT. "it'. :! dos israrílitas. ) Entretanto, mais dois itens de teãlélllttliltü). ,í~. ,r1l_'rIldI]1 por ser ¡iugirdadras na ; arca do 'Festemunho junto Citi: cs ? (15 tábuas de pedra. O escritor de Hrzbreus; mu. : saurintamezitrt' riu rtonteúdo da area: Por trrãtu do snànmdo x-áu havia a parte [Íllãinlüclçi Santo dos Santos, orttir: se ranvontrçivarn o altar de ouro ; iara o inccrnso e a arca da ailiança, totalmente rc-'vc-stida de ouro. Nessa LIYCS. estavam o vaso de ouro contendo o mana, a vara de Arão que lloresceu e as tábuas ~l1."(' L~ipJg'. i:. :.'-<". :1 : :'1:L1n. w.r.13 _il
  42. 42. da aliança. Acima da arca Ckâltlvilm os qucrubins da Lílória, que com sua sombra cobriam a tampa da arca. A respeito dessas coisas nào cabe agora falar delalharfaimxente (Hebreus $135) Antes de ver a importância desses itens, vamos observar que, depois que Moisés os colocou na arca, eles não foram tirados. O povo jamais os viu novamente. lívidentemente, Deus não ordenou isso para manter o povo na ignorância dos mandamentos escritos nas tábuas, uma vez que fez NloiseÍs registrair tudo no Livro da Lei para ensinar ao povo. Hirtanlo, a 'questão ó: por que Deus insistiriai em que o : a2 . L povo de Israel carregasse essa tenda com todos esses (')l7¡G. l(i5 V¡ É; pelo deserto se possuia o Livio que lhe dizia tudo quanto Deus queria que fizesse? Ali nal, isso era tudo que os próprios israelitas estavam interessados em ter, uma vez ciue eles se ; issustaram com a *resen 'a de Deus-Ent uanto continuavam os _irosse aumentos e 9 b no monte, Deus demonstrava seu poder com tanta força, com trovões, relâmpiagos e outros sinais, que o ¡iovo insistiu para lxloisés falar com Deus em favor dele. No entamtt), apesar de permiti¡ que Moisrâs fosse o mediador entre ele e o povo, Deus - não ficou contente em ; IPÊIÊLÍF- lhe dar as leis segundo as ciuais cieveria 'NÍYLÍI' e depois senta r- . ~:: ~ para aplica-las. (e) povo de Deus não era p: : se: i_ JIIhUCÍçlI i ruíc. i codigo ¡Liridico perfeito qu e ele possuía, !nas pelo fato de o piüprici Deus calar pit-senti' entre ele. É por isso que Deus passou mais tempo informando os israelitas de como espeiava ciue eles se comportassem. 'lizdci nessa casa tinha um aspecto prolélieo, simbólico, que revelava uma faceta da natureza de Deus e de sua relação com o poxro.
  43. 43. 'lindo que foi feito IlCSSQ casa linha como loco 0 zelo por relação mediante a 'arvrciximaiçáio de Deus em oração e radoraç'ião. E, para garantir que o pox o não confuiielisse a casa de Deus Cünl o próprio Deus, ele fez seu ¡w-civo segguir sua nuvem no deserto durante amos e montar o tab-ernáculo onde quer (pie Deus parasse. . Niuitas vezes, o povo "do" via xñsilal” Nloisés na tenda do encontro. !Mais qua. sua casa ou que suas leis, era a presença de Deus que dava ao povo sua ltlênllilliltlB, seu propósito e sua ÉlLllÔLlÕrlnlçiãC). Por isso, devemos gravar na mente que oleslemunho não era simplesmente pailavizis numa tábua, nem uma coleçiici ele relíquias sagradas. As palavras escritas só tinham signilicaclo por causa daquele que as proleriri. lí ele insistiu que, junio com essas p. ala-'1'as, o povo guardasse evidências palpáveis de que ele e rapaz de cumprir o que prometeu. Cada elemento do 'lkástemunhcj sguautiaiclr) na arca era uma realidade física que íncorporava uma IITVClOÇÃÊO dada por Deus a seu povo por meio de atos míraculosos iaspecíficos. tábuas de pedra expressawant seu encontro com o povo no monte Sinai. Eram uma Iembreançai do tato de que uma ; iliançai fora lÍTlHdLlu entre um Dr rs vivo e seu povo p que os ma ndamenlras desse Deus CSbL'I; _'; l'an1 como o povo (levia se relacionar' mm ele e entre si. O ¡arro u I'm u mana íncr›rpr~is; :x.1 a r'exr'elaçãç› (la provisão sobrenaltnrsl ; le Deus para os israelitas. FI interessante que ¡wroxrisãca não era ; Ipenas para o corpo, mas também para a alma deles, pois, ao dar o mana a eles, Deus também tvrescrexreu o slmba! , o dia de Llescanso e recreação, e rwrovia mana suficiente no sexto dia de modo que ninguem teria de lraballwar para colher o mana no sétimo dia da semana. : indu (vp PtpLjVIJFv-íí'. lT'l 21» mig¡
  44. 44. x 3x liít«. ~r. :ç. .nj" tim Ht'1iT't'Y'l'llllX.1i A vara de Arão representa a revelação . ia marca da autoridade delegada de Deus entre o POVO. lim detenni nado ponto, os israelitas questionaram a autoridade de . Arão. Por isso, eles deixaram as doze raras de amendoeira mortas, uma de cada líder de tribo, da noite para o dia no tabernáculo. Quaindo foram reaver as varas no dia seguinte, a vara de Arão tinha brotado e tlorescido miraculosamente e dado amêndoas maduras (Números 'I 7.8). Isso revelou que o líder indicado de Deus deve sempre ser identificado pela mamifestaação da xrida ressurreta. Ilois, da mesma maneira que a xara morta de ; imendoeira de Arão teve nova vi da, manifesta em brorris, _flores r' ameimiriiis nuulznzzs, assim tambem e essenciail que os líderes cresçam em todas as áreas da xridaNlile u pena matar que ha xrida, mas não necessariamente maturidade (amêndoas lTtaCllltüSl em todas as áreas. OS TESTEMUNHOS REVELAM O PACTO Como vimos na passagem anterior, o pmpícialórlci que ficava acima desses itens de testemunho era o lugar em que Deus i'le'li"= lirll'lit. Não devemos. perder de vista a lllllñüflãllClii disso - a misericórdia rlivina repousa sobre o testemunho. Isso faz sentido se ccins+itisrarmos que n 'lérstvmzmlio era emprevrzdo u; lealtiltt lilbdilllllli_)lil«'t3i com n izliimça. Todo o foco de uma ; iliaxiiça esta na relaçao entre . is partes que a fizeram. i3 evidente que, sem orientaçaci para a relação sobre a 'qual essas pairtes ccincordaiwi, não pode haver relação alguma. O Testemunho cumpre a tarefa essencial de definir u natureza da relação pactual (que Deus estabeleceu com seu
  45. 45. povo, e o povo, com ele) e determinar o contexto em que ela devia ser praticada. As (lllPlTlZOS que Deus deu ao povo, rworém, só tinham sentido porque ele pretendia ter uma relação verdadeira com o povo. Para nos, seria um ; absurdo pensar em casar apenas para ; igir como se o que nosso cêmjuge mais desejasse tosse estudar nossos votos diariamente e procurar nos ifomportar' fazendo o que Liíssemos que faríamos sem ter contato pessoal. Isso irão prorluziria um casamento trem-sucedido. Infelizmente, a reação que LICJDUÍ de relatar, junto com Lima protusáirõ de outras respostas que resultam da ignorância e da incredulidade. que o Iiomem herdou da (Queda. caracterizou essa geração de israelitas e tem caracterizado gerações ao [tango da História. Assim, esse Testemunho e a Antiga Aliança refletem a cransçiéneiaa ¡ilena de Deus da condigào peearninosa de Israel. Deus tinha de estabelecer lllHlltTS fortes para que o homem pecador pudesse aproximar- se dele sem morrer instantaneamezite. [Zssestimites náio eram para manter o povo longe, mas : Mim ›. "I“t'~“. Íri.7't'~ll1(' o que Deus exige de quem se apresenta perante ele. (Quando os israelitas tiiialrrenwtr" chegaram ao monte Sinai, eles j a haviam de1nr: :›r_~í: 'atir: › um comportamento nada exemplar, dcwtís queixar d. : . .i-gira e do ailirnento, passando por pedir para xroltar para o tígito, até recolher mais maná que deveriam e depois sair para colhe-lo no sábado, quando não havia mana. Deus sabia que esses antigos escravos estavam longe de entender como se aproximar dele, por isso esmbslvçeri 'JÍ 'JÍ craq 'np IJÇWAIh-ti Miu r* ivzriirwrí
  46. 46. ¡warímmetros ríêgidevs para seus primeiras. encontrem'. (Ôrdenou -lhes que se consagrassem e ficassem longe do 11101119, "senão, o Senhor os fulminara”(Êxc1do 19.24). FÉ nesse punto que Deus começou com os tuggews de mtífícíe, e o POVO entendeu direi (o - ! Jeans é absolutamente . sa nto e tremendo. O ; vovo ficou assustado, mas não COITSBgLlÍU entender 0 que . Moises entendeu, ou seja, ;rm que Deus estava mostrando seu ¡Joder e sua SLIIIÍÍÓEIÓLTI Vendo-se 0 povo diante dos trUvÕ-s: : e (,105 relámpagns, e do som da trombeta e do nxonte funtegandn, todos tremeram assustados. Ficaram à «iistância e (Íísseralll a Íxfnisés: “Fala tu nwsmo mnnsçn, e l)ll'Íl't“a“Jt": S. Nic_ 56 que Deus nim tale uunuusco, ¡Jam que náu nnnrrantns' . Ikhvisós difást' ao PÍÍIVÚ: "Não tenham INQCÍO! Deus veio prová-los, para que o temor de Deus esteja em vocês e os livre de pecar". Mas o povo permaneceu à distância, ao passo que Pvíoisés aproximou-se da nuvem escura em que . sk Íilw ' Deus se encontrava (Extvdc) 2018-21). O pow ¡w: ?-: :;<, :L1 que _: '°›¡eei. ~.1~. 'a se aifastal' de Deus, em vez de aprenda¡ . a se aproximar deÍ. : n: ›¡nc›). r1oistís fazia. Essa escolha; junto ClÍIm outras que e › pru . › tw. como, ¡aor exemplo, a (JCCisãt) de adora: um bezerro de : :um ; muco depois; de fazer' ; Ilíança Com Deus, leves. : Deus a 'LHJÍCCCI' um ¡ituul de cultu que era totalmente reallizaaim) ; teles sacerdotes em nome do ¡vnvu LeInbre-se que no inícü) Deus pr0pL3s fazer de Israel um reino de saãcerdotes. Eles 'acabou sendo uma tribo de sacerwjtes, e somente o sumo ÊLICBTÓOÊQ podia ficar' «iiante da arca uma w¡ por ano, no Dia da Fxpiação.
  47. 47. .la sua misericórciiai, Deus escondeu-se daqueles cjue, por causa do coração endurecítio, seriam clestruícios se entrassem num lugar de acesso livre a sua gltãria manifesta. Ele não os rejeitou porque o tinham rejeitado. Ele fez provisão, na maneira que o tabernáculo toi estabelecido e por meio de sacriticios (principalmente o cordeiro sacrificado pelo pecado no Dia da líxpiaçao), para que sua natureza justa fosse honrada, pelo menos prcivisoriamente, para que ele pudesse. permanecer no meio do povo. Ffssas diretrizes ; nara PYOÍLTgOI' o povo da santidade ciivina valiant para todos. Contudo, tanto hioiset: cjuantci Davi tinham sido de tal forma senaraclcis para Deus que era como se ele lhes tivesse dado isenção cia Lei para cjue ¡Judessem chegar mais perto de sua presença. . üfirmei anteriormente que nossa reacção de fé ou de incredulidade à revelaça o de Deus cria as condiçoes cjue in tãuenciam a maneira de Deus se relacionar conosco. isso e retratado de forma clara na hístciria que cerca o Testemunho Isso significa que a vontade de Deus tem varias medidas, ou ÇlÍIITCDSÍT~J~ em rlitt-reitres circunstâncias de acordo com GSSJS conciicoes. zBünmt-mnuumiecunnnenunaseachannosquetudo cjue Deus di: : e í : rx é uma L*. “xÍ. ”|I'L“t-HÍJP° de sua sciberana vontade. Por exemplo, nu Antijzo Testamento, lemos: [bis todos me pertencem. Tanto o pai como o filho me pertencem. Aquele que pecar e que morrerá" (Ezequiel 'l 3.4). No Novo Testamento, lemos: " O Senhor não demora em cum pri r a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrario, ele e ¡vaciente com voces, Iiãr) cjuerendo que ninguém peteca, mas que inclusa '.71 ~i . l A . '_"'jl; l_li”i›'ll›j". ,l -n-ir. : -*r ter: :
  48. 48. u¡ "JC- . - líl“-; 'rv. in; Íi~, I LÊ-I r-: r"; ri«; ^i*; ilL1 (13. cheggtieimi ao arrependimento” (Í2Peclro 3.9). lista segunda expressão da vontade de Deus e nrais elexrada que a rwnmeira, e Deus a revelou quando as condições de sua relação conosco mudaram por causa do que Cristo realizou na cruz. UM HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS hlesmo antes de (Íristo vir, havia alguém que seguia os passos de . Vloisés e preferiu "se apiroximar das ciensas trevas onde Deus estivesse". Daxri e um indivíduo singular no Antigo Testamento porque ele descobriu aspectos escondidos da vontade mais elevada de Deus ; iara o relacionamento com seu povo. [Éle descobrir¡ que Deus não «ruena o sangue de touros e 'uc›tles. mae o sacrifício de um (TOTEIÇÕO contrito e grato. líssa descoberta o levou a fazer 'algo inimagiriável. Davi tomou a arca da arliançai, a arca que somente o sumo sacerdote podia YUI' uma vez por ano, e a colocou num taibemáculiü que ele próprio concebera, onde havia ãacerdotes adorando. vinte e (warm horas ; tor dia, durante anos. Hlc não fez issu pa¡ zicaso, pnncipalmrsntc* ClCpOlS (rue um homenw morreu na primeira tvntatnu ue cairregarr a arca para Jerusalém numa k-. ÃIILÍÇÉI. Ijntretanxi. -. r› u tração de Davi, voltado para a presenca cle IÍ-cus, o lex a. 'L1 . i criar tlmu ex¡u'v~. .~. iin cle cullo pessoal, apaixonada, perante a arca, que teoricamente (lt-via ter sido ilegal para um homenr que não fosse SLICCILlHÍL'. nu lhvwmn qualquer um que vivia ; antes do sangue de Jesus ser LlCllJIHJklU. O salmista ciisse: “Sim, os teus testemunhos são o meu prazer; eles são os meus conselheiros"" e "Tenho mais
  49. 49. discernimento que toJos os meus mestres, pois medito nos teus testemunhos” (Salmos 119.234,99). Sabedoria, discernimento e paixão por Deus se obtêm por meio de testemunhos. Tambem é provavel que o coração de Davi voltado para Deus se expressasse num estudo constante clolestemunho (v. Salmos 'l39.8,1-i e Salmos 1454,59) que tlesvendasse a revelação de sua natureza como contexto para se encontrar com Deus (o propiciatóiio) e como um guia para se aproximar de Deus. Por conseguinte, Deus lhe permitiu entrar em sua presença e experimentarr uma dose de comunhão e adoração que estaria disponivel a todo cristão do Novolestamento. Isso, mais o fato de que Deus chamou Davi de ancestral de seu Filho, o Iviessias, revela que Davi entendia que o Testemunho era o essencial. Afinal, a questão levantada em toda a história de Deus entregando o Testemunho a Israel e: Por que Deus iria ryzlercr _firmar uma aliimçsi nm. : ptssrizrs pvcazirmzs? Por que ele iria querer um sistema de culto que não solucionasse o problema do pecado, principalmente porque já sabia como iria lidar com esse problema com . a cruz? Aludi a iss-u, e nos já vimos a resposta a essas perguntas na repreensão de Jesus 'aos lariseus. Deus deu o 'lkvstemunho para instruir e prcprarrtr seu povo par. ; o ilessias Wndouro. Gálatas explica: “As~: iiii. a lJJl foi o nustzií» tutor ate Cristo, para que fôssemos justiticados pela fé. Agora, porem, tendo chegado a te, já não estamos mais tãül) o ttontrole do tutor" (3.24). Davi percebeu que oTestemu n ho e a mitigar , Aliança não retletiam o desejo mais elevado de Deus e que eles se destinavam a preparar o povo para clamar' pelo Nilessias e o reconhecer. 59 *CNPG np rur-Jonrznsfnr: r' rrutuuç-ñuf. ;
  50. 50. JESUS: O TESTEMUNHO VIVO Jesus afirmou que ele viera para cumprir a Lei e os Profetas (v. Nlaieus 5.17) ou, em outras palavras, as exigências da . Antiga . aliança. Esse cumprimento tem aspectos muito ricos, os quais os escritores cio Novo Testamento e muitos outros investigaram. O lÍVTt) de Hebreus em particular funciona como apoio para o relato do Êxodo da concessão do Testemunho e da construção do taibernáculo, especificando como cada aspecto do mobiliário do tabernáculo e o minístérici no seu interior' profetizavani o ministeric) espiritual superior realizarlc) por 2' i. ; (Íristo na sua morte e ressurreição, Hebreus define Jesus como ncisso Sumo Sacerdote, ltpilíãenlilndt] o homem diante de Deus, e Deus, diante do 'run ati: r. : homem. Ao nos representar' diante de IJeus, ele entrou no . relul i5¡ I -. . : Í verdadeiro e espiritual Santo dos Santos no ceu e apresentou . ~' lílw: seu próprio sangue no propiciatório para expiai' nossos pecados (v. Hebreus 9.'l1,12,). hías, ao representar' Deus diante do homem, Cristu to¡ n. )Tall7ç“i'ñáClllO de Deus entre os homens, como clix. João: ";-'q1ie| e que e a Palaivra tornou- se carne e víxreu [tabemaculou] entre nos l_. .l" ill-i). Portanto. _lesus inc-: :urgwr un u¡ as realidades que a Orc. : e o 'lesterrninlirw indirarziiii. .K LÍÍlNLÍ cle madeira de acavia (u mesmo material que Noé usou para construir sua arca) falar. : da redençàci que Jesus citereccru ; ao mundo. (e) ouro falam da gloria de Deus que estava sobre ele. O querubim falava da presenca de anjos que o mdeavani. O pfOpÍCÍEltÓFlO, onde o sangue do cordeiro era aspergido e onde Deus se encontrava com . Virna-es.
  51. 51. falava do acesso livre e do perdão que Jesus estendeu do Pai à humanidade. Finalmente, Jesus incorporava os elementos do 'itestemunho do interior da arca - ; as taibuas, o mana e a vara de . Arão - por ter cumprido a Lei, criado provisões miraculosas e andar na Linção e autoridade do céu, ei-'idencizrciais pela libertação da vida ressurreta. Cristo e oTestemunho »ivo de Deus para o mundoXludo que ele foi, disse e fez revelou a natureza do pacto que Deus desejava ter com todos US seus filhos. Com a vida e a morte de Jesus, Deus criou o cmztr'. rtr. › para nos aproximarmos de Deus, conhece-lo e andar com ele. Estar' "em Cristwsigniiica que, de fato, participamos das (luas dimensões do ministério sarcerdotail de Cristo. Em Cristo, também ministramos para Deus com culto espiritual no Santo dos Sgmtos, onde entramos mediante o” novo e vivo caminho" que o proprio (jrism abriu para nós: Portanto, irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo dos Santospelo sangue de Jesus, pur um nmo e vivo caminho que ele nos abriu por meio do xeu, isto de : mu LOIID-CLTBHIDS. pois. Llíií grande sacerdote. sobre a ram de Deus. Sendo JÉHPW, ;iproximcnzo-nos de Deus corzr .1311Cüldgàt)Slntvlli n' mm plena convícção de rc, tendo "na tÍ'. )l'LÍ1;ÕÚE› a_-. ;w; -i; ;icli: ›;- para nes ¡onarificar de uma consciência culpada, e tendo os nossos campos lavados com ; ígua pura (I lebre-Lis ltlltt-Zit. Por outro lado, estar em Cristo significa que experinzentaanos a habitaçao do Espirito Santo. .Assim, o Sainto (los Santos agora reside em nos. Paulo perguntou: '”'o; *r3s irão suar) ap ! .'Âl[. U5_ÍL7|J. _'. '~§Ài_L| j- _i= f-_i; i_1._jr3;1j: ¡ i f_
  52. 52. .sabem que são santuário de Deus e que o lispíritc) de Deus habita em vocósl'llCorínlios 3.164). Isso significa que ; agora somos portadores do Testemunho ~ portadores (las rcalldaiclcs da Nova Aliança de Deus com o homem por meio de seu Hlho, como ele afirmou pelo ¡irofeta Jeremias: "Estão chegando os dias") declara o Srx¡ IJH, "quando farei Lima nova ali-angra com a mmuriíçlar! «_= de Israel e com a CCllllllnldñklü de _luda N50 SCfá como a aliança que fiz mm os seus . intcrvassarlçis 62 quando os tomei pela mão fa: para [irá-los do Egito, - porque quebraram a minha ciliança, apaàsai" do eu ser o SíNlí-. if-J ciclos". diz o Sri-cima. " l-Ísta é a aliança que farei com a r-omunidgide de Israel depois daqueles dias”, S'. declara o Srta ln -r-. :; "Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Sem' o l)cu5 ; italia-. ._ L" lÍlCF~ selñri n» fina¡ povo. 'iilr-; Lioêrn mai». ~;1I'~ um ao seu proximo num ao seu irmaei. dizurldn: 'Conheça ao S¡r~›;1i. i12', porque todos; eles nie conhecerão, desde o menor até O maiorÍ diz o SFH* t. ~: <. "Porque eu lhes gwerdoarci a maldade
  53. 53. c D510 me lembrarei mais dos seus pecados"" (Jeremias 31.3181). Nossa tarefa é aiprenciei' a liberar' a realidade e o ¡ioder rlolbslxvmunho da mesma maneira que Jesus fez. Jesus representou Deus de modo muito diferente que a arca do Testemunho o representava. líxiste Lima diferença importante entre uma caixa de objetos inanimados que indicam feiilltlílflüf? espirituais e um testemunho vivo que se relaciona com essas realidades e as manifesta. Enquanto a caixa so podia conservar as relíquias do que Deus fizera, Jesus declarava e demonstrava as obras de Deus ; iara todos verem. líle revelou o segredo do seu ministério liberalmente para seus discípulos, reiterando sempre que ele faziai somente o que vira seu Pai fazer e dizia somente o que ouvira seu Pai dizer. Isto e, ele e seu Pa¡ eram exatamente iguais, estavam em perfeita concordância. Semelhança e acordo são o cerne da aliança. Foi esse perfeito acordo com' Deus que capacitou Jesus a liberar o Espi'z'itr_i› de Deus tcuia um que falava. Em suas palavras e obras, ele rrwescirtziiv-i n Deus do Testemunho. Como imos no CãpÍtLllO anterim, (jristo nos deu acesso a essa relaçao pactual SLIp-í_"'l«: )I tom Deus e nos chamou para representa lo cia mesma maneira. Assim, guardar o testemunho irão é uma qucstãci de preservar na memória o que Deus fez, mas revelar como Deus é para aqueles à nossa volta declarando e ciemonstrantlo. A própria palavnvtesteriiii n ho"em hebraico vem de uma raiz que significa “repetir, fazer dt? novo". (Ílbsenre que 0'* w : :a-Ta 3;# 'ãipigijjera-; tttí r) ; i)_:1r: ifi)i_: _1
  54. 54. -v Js . .. x". llhi' fuçar¡ d: › : a rhr'. 't'i. 'll', ir. ,tl essa repetição tem em si as duas dimensões de (fizer eflurr. O testemunho é algo a ser repetido, tanto em palavra quanto em ação. Isso deriva diretamente da natureza da Palavra de IDeus que vimos arnteriormente. As palavras de Deus não podem se separar' de suas obras. Tanrbém deriva de sua natureza de um Deus que faz aliança e a cumpre. (Quando tleclaramos os testemunhos do Senhor, estamos na verdade definindo quem ele prometeu ser na relação conosco; e mais, estamos apresentando uma petição ao céu para que essa aliança se renove e se demonstre no presente como foi no passado. Como veremos mais adiante, apresentar' essa ¡weliçàio ao céu é exatamente o que Deus quer que façanros. líle nos manda repetir seus testemunhos porque, ao fazer isso, criamos aitmoslera e npcrrtunidarcie para que ele realize novamente o que realizou. Assim como Jesus, cicvemos criar dentro de nos ambiente para que sua rwresença seja liberada pela declaração do testemunho àqueles que nos cercam. Levamos o propiciatório de Cristo aonde quer que vamos. (Quando derlaranms ns tr-sztemunhos de Deus às pessoas, estamos p1'cpe1rrrnCÍr›-aS para* mrruntrtrr Deus da mesma maneira que ríslanà: v5 flaHJlrlllllltltl. Trata se de uma pcrderosa reailidadra mas uma Y'L'LlllIl. ,2¡_lk' que só rmdemos prever' e ter acesso regrulrar' cruanrlcn . rprnrrrlenros- a . seguir as pegadas de Davi e fazer dos testemunhos do Senhor' nosso ¡w: '.r/ .er' e nossos conselheiros. Para cumprir nosso papel nessa relação pactual, devemos arprender' a guardar o testemunho e, ao fazer isso, aprender a liberar o poder de Deus ruara o mundo à nossa volta.
  55. 55. C. ~"~. Pl'l'l_ll. (Í) 4 Guardar o testemunho Deuteronómít) e o livro que todo judeu devoto tinha de saber' de trás para a frente e de frente para trás ao crescer, ¡nor um simples motivo: e um dos livros mais práticos da Biblia. 'lem instruciõc-s práticars para todos os aspectos da vida comunitária, de relacionamentos, família, trabalho e culto. Pelo tato de ter sido tão essencial para o êxito de Israel como povo da aliança de Deus, uma das primcirxas instruções práticas do livro é como uprunrlrr o rjur' cle iii: : Que torlas estas palavras que hoje lhe crrdc-no estejam em . seu ifnração. Ensine as com p-ersistenri. : a seus filhos. Converse srblare elas rjuando estiver' sentado em casa, ijuarzdrw estiver' andando pelo caminho, (juandr) se deitar e quando se lt-'Welllltlll . Àmarre-as ctmrcr um sir : I nos tvraçns e prendr-r (rs na testa. Escrcrviras nos batentes das. j--r-rtaís de mr. : »pasa e em sc-'us portões. - ("Dc .1 . ›;'z'micoi'r'. iri i). (ir-CA"ÍI. Resumindo, Deus tjueria que : seu povo tivesse três ; atitudes usaenciaais em relação a Deuterononrio. Ele deveria ser o . r5mll| il°ic› ¡rrincipirl da »educaçao dos filhos. Tanrbém era para ser u pr incipal 'assunto da conversa¡ durante tcrdo o dia, uma vez -rw «v j“-<ÍJIÇ) devia cercar se de lembretes visíveis do que o livro . Ir | um três disciplinas eram vitais paira guardar com exito
  56. 56. os três primeiros aspectos das palavras que Deus falara ao povo. "Diligenternente, guardarás os mandamentos do Srt-ç: mu, teu Deus, e os seus testemunhos, e os seus estatutos que te ordenou " (Deuteronômio 6.17, . r"lRA). Guardar os mandamentos do Senhor é muito facil de entender. Significa simplesmente t'azer o que eles ordenam. Se Deus diz para honrar pa¡ e mãe, temos de honrar nossos pais. Guardar os estatutos do Senhor é um pouco diferente. Os estatutos de Deus são os princípios e valores supremos subjacentes a seus mandamentos e normas para nossa vida. Por exemplo, ele promete que teremos xáda longa por cumprir o mandamento de honrar nossos pais. lssr) revela um estatuto da natureza e do Reino de Deus e que a vida flui através da honra. Deus nos manda guardar seus estatutos porque ele não quer que façamos somente o que ele diz; quer que entendamos por que ele nos manda fazer determi nadas Coisas. líle quer que compreendermos os princípios que regem A l: hr'. '.1ç[¡c› d-: r r. :j: ~br'-_-ri.1tt: r.i' gif seu mundo a fim de criarmos filhos que pensem como ele e vivermos com êxito organizando nossa rida do modo dele. O que, porém, sigqiiificai guardar os testemunhos do Senhor? ” Para responder a essa pergunta, precisamos voltar e observar a imrworifiricixt dm LllSCÍpllDElS ¡Jrescrítaãs em Deuteronômio (3.64), l'~+». _-+. xt-rsículoss indicam que, junto com os mandanivntcrs e 02-: ustalrrlris, tema-s; dv falar aos nossos filhos sobre os testemunhos, contar a eles as hiato¡ ias (las intervenções sobrenaturais de Deus na História. 'lemos de guarda-los eml nossas conversas diárias e devemos construir memoriais, ou monumentos, para nos lembrarmos deles. lim resumo, temos de lembrar deles e decirmi -los constantemente.
  57. 57. A pa1axra"5uardai"' significa “' observar" ou “preservar”. A ideia c» clara: manter os olhos focalizados naquilo que Deus fez, o testemunho, e proteger isso da obscuridade. Gosto de pensar no testemunho de Jesus como as lcntrs atraziãs das : mais t*it. 't*i'g¡'7lit05 a *tridrr A história sobrenatural é fácil de ser' esojuecidaa, principalmente quando queremos nos sentir bem com nós mesmos na ausência de milagres. Quando não ha milagres, e somos seguidores de Jesus, instintivamente queremos criar um motivo para explicar sua ausencia e assim continuar a viver em nosso estado atual sem fazer mudanças ltiLlÍCaÍS. E muito fácil criar' razões teológicais para a ausência de mílag1'es. A0 contrário, temos de descobrir por que eles irão s? acontecem e buscar Aquele que exige de nós o sobrenatural. p_ C DECLARAÇÃO CHEIA DE PODER 3_ t) testemunho do Senhor tem de ser dito, uma vez que _ã --. i.~: le um elo nítido entre a declaração e a libertação de poder. .-* começar de Gênesis 1, a Bíblia nos prepara para entender que nada ci-: twrrtâ no Reino sem que antes haja uma declaração. |~ w . n vale quer [Deus : ale diretamente quer ele ponha suas ¡-. ;l. i. 'r'as n: : bruca de seu poxo. t ) primtí-irtí» mandadc'› de Deus a Adão para ajudar a v - larecer a natureza do mundo em que iria viver, dando ll! -r m' aos animais, fala do poder da declaração que Deus n u'. t' , riu na humanidade desde o inicio. Depois da Queda, ~¡ viam; um punhado de gente respondeu ao chamado de I n u» para ser profeta dele. Muitos desses indivíduos, porém, a u . .iram o coração de Deus e seu propósito cle restaurar
  58. 58. T m E'. “zlu-. ninçi-; i do sr›Lw¡w_-r1;i[; u.d seu povo para uma posição de pureza e intimidade, em que todos, não ; apenas eilguns, pudessem ouvir o que Deus 'estava dizendo e declamr' essa mensagem, liberando a realidade do que foi declarado para o mundo à sua volta. lloises ciisse: "Voce está com ciúmes por mim? Quem dera todo o povo do Senhor fosse profeta e que o Senhor pusesse o seu líspirito sobre eles! " (Números 11.29). O jarofeta Joel declara: “Depois disso, derramaarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões" (Joel 2.28), Isaías referiu-se à razão por que Deus queria que todos tivessem acesso à Linção profética tjiiaiirl<í› Deus falou por meio do profeta, dizendoz” Punho as minhas palavras na tua barca e te protejo com a sombra cia minha mão, para que eu estenda novos céus, funde nova terra e diga a Sião: 'Iii és o meu jnovrfllsaias 51.16, 'Onde os céus cieviam ser' estendidos? No mesmo lu ; rar rjue Deus tinha lançado os alicerces: na terra. Essa ideia de “estender os céus" tem ressonância na ciczclaraçáici que Jesus nos ensinrzai: “Nenha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no cóu 'Iífxlaiteus 6510). Essa é uma Lieclaraaciãci jircifétítn: cjur- um . a muitc) centrada na prexñsão de um t1CiJnlvJii1IiPl1ÍL) futura». lllw-UlllCll(l| ll¡ll'&ll§1t)clUYlSÍÔI-Clrl Jesus nos deu exemplo ll". "“il'. “,1 (luis . i'= j1t'clIIf~ Lltl rniiiisleiio profética. Ele não só previa aCÚnlCCllllCllltHá, 111.12» Lunlu-in suas pailaixrras faziam realmente aicontctfei' as Coisas no lllt unvnto em que saíam de sua boca. Ele se referiu a isso . issilltt "t ) Espirito dá vida; a carne não produz nada que se tlpÍlHilÍlll' As palavras que eu lhes disse sào espírito c vida" (João mui).
  59. 59. Quando ele falaxra, liherava o Espírito de Deu no ambiente, e a reailidaade superior do Reino de Deus, que está no Espírito, começava a transformar a realidade terrena. É essencial lembrar que Jesus fazia tudo no ministério terreno cc›m0 um homem que havia rleixarlo à parte seu pOLlBI' e seus pYÍVÍlÓgÍOS divinos a fim de dar-nos o exemplo de vida cristã. Ele demonstrou que nós também, falando com a presença e o poder do Espírito Santo, liberariaimos o líspírito Santo para "estender os céus", transformando o mundo a nossa volta. lima palavra profética verdadeira muda o ambiente e ; age como um catalisador' que põe em ação uma cadeia de evtêntos para transmitir a palavra. É por isso que Paulo nos exortou rfSlegguir] o caminho do amor e bus[car] com dedicação os dons espirituais, prineijialrneiile o dom de profecia"" ('l(iÍor1'ntios 14.1). Todos nos devemos ser possuídos do desejo não necessariamente de ler o oficio de profeta, :nas de CIITSCCI' na graça do Espirito para ouvir e declarar o que Deus está dizendo. f' isso que abre os céus e ; itrai o reino ClOS anjos para nossas tirarnstaricicias, 'porque a gwrincigaal tarefa dos anjos é aplicar e comprovar a Palavra do Deus quando ela é tleclarada. líssa verdade e o principio : a: iuitacior' por trás da prioridade cle declarar o testemunho. l HHIlWID-SG, como xúmos no caipiíulc) l: " | ... ] Adore a Deus. O testemunho de Jesus é o espirito de prcifecía" [rkjgcicalijwse 'I 9.a¡ (Íl). Quando declararnos as obras de Deus, liberam os uma Lmção profética criativa que muda a . itinosfera. De fato, o trstenrunlzci declarado cria acesso print a ; Infiniti m : mo que midis: : o trsteiiiznzlzo rm prinzriiri lugar» que mmbím ; eu N' 'Multi ; ur uma (lc1'l(2I't2ç'iiO -- para prorlzzzi-lri novumrviftí : :x ao Hill. " "ILUÍQECÇY : J , JPpHYZl-'j
  60. 60. 1'¡ lihiraçãnn dn : :n ltTt'I7.'1Íltt'. .l i Essa é a realidade incorporada na própria palavra "testemunho" -"' fazer novamente " . Vi isso ocorrer muitas vezes para tluvidar de que, quando declaramos o testemunho do Senhor, Deus libera sua autoridade para aplicar a palavra e duplicar o milagre. Declarar o testemunho não precisa ser ¡Jaireciclcn com pregar. As tleclarações podem ser simplesmente prüfcrldils em voz alta. Por isso, Deuteronômio diz que o testemunho deve estar em nossas ronca-usas. Certa vez, eu estava conversando com um homem, e aconteceu de ele mencionar' que tinha um tumor na ClãVÍCUla. Ele explicou que o osso jamais se curou adequadamente depois de tir-lo quebrado al guns anos atras. Eu respondi dizendo que via OSSOS quebrados serem curarlos o tempo todo. A mulher dele pegou -lhe a mão, colocou a no tumor e dissefW-'bce tTSlÍt curadol". Logo em seguida, o osso estava perfeitamente liso. Foi o poder do testemunho. Essa mesma dinâmica explica por que eu acho que uma das maneiras mais rápidas de iniciar as pessoas numa vida. de milagres é manda~las numa viagem "Global 1~vake11ít1g"" [Despertame-uto mundial], no Eàrasil, com Randy Clark. Em qualquer' uma dessas viagens, há a possibilidade de testemunhar a ocorifriiciai de milhares de milagres. Esses milagres ; iconáecem pru meio de cristãos comuns, que deixam o ambiente muitas vezes”opressixrcfda igreja norte-americana para ser usados num pais que não tem problemas com o Deus de milagres. O que ocorre depois das reuniões é importante: quando as equipes estão juntas nas refeições ou passeando, elas conversam sobre os milagres. .lão querem conversar' sobre

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