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CALCULO E ADMINISTRAÇÃO
DE MEDICAÇÕES EM
PEDIATRIA
Enf. Gilberto Jesus
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Sete Certos na Administração de
Medicações
Paciente certo
Medicação certa
Horário certo
Via certa
Dosagem certa
Procedimento certo
Abordagem certa
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Paciente Certo
Sempre identificar o paciente antes
da administração do medicamento,
 conferindo o nome,
 nº do leito e quarto.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Dosagem Certa
 A dosagem deve ser calculada com precisão
observando atentamente a prescrição médica.
 A maioria das apresentações dos fármacos são
destinadas a adultos.
 Para administração em crianças é necessário
fracionar os medicamentos.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Medicação Certa
 A medicação deve ser checada durante o seu
preparo e antes da administração.
 Toda medicação deve ter identificação
contendo:
Nome do medicamento
Dosagem
Horário
Via de administração
Nome e Nº do leito
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Horário Certo
É importante que os horários de
administração dos medicamentos
sejam obedecidos com rigor, para
que se mantenha um nível sérico
da droga circulando no
organismo.
.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Horário Certo
No caso dos medicamentos
antimicrobianos, se ocorrer
diminuição da concentração da
droga circulante, os
microrganismos encontram
meio próprio para sua
proliferação.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Horário Certo
Nunca esquecer de
checar o horário prescrito
para evitar que se repita a
dose já administrada.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Via certa
 A escolha da via dependerá de uma série de fatores:.
 Tempo de absorção desejado.
 Solução a ser administrado ( ex: soluções oleosas)
 Condições do paciente
 Rede venosa danificada
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Via Certa
Cabe ao enfermeiro e ao médico
avaliar as condições do paciente
principalmente da criança para que
outra via seja escolhida.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Procedimento Certo
 Preparar os medicamentos com técnicas
assépticas baseados em princípios
científicos:
1) Lavar as mãos
2) Manipular materiais e medicamentos
segundo técnicas específicas evitando
contaminação do material ou medicamento.
3) Nunca faça associações de medicamentos.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
OBSERVAÇÃO
 Mesmo que não observemos
macroscopicamente alterações. Muitas reações
químicas acontecem sem alterações visíveis.
 Na mistura de drogas, as reações químicas
podem alterar as propriedades dos
medicamentos, alterando seu efeito.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Procedimento Certo
4) Evitar falar durante o preparo dos medicamentos.
Evitando distrações durante o preparo
Evitando contaminações por gotículas de salivas
expelidas durante conversa.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Procedimento Certo
5) Triturar e dissolver em água após ser feito cálculo
segundo a diluição pegar o valor correspondente à
dosagem prescrita.
Utilizar recipientes pequenos para evitar perdas
do medicamento na parede do recipiente.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Diluição de frasco ampola
 1)Lavar as mãos
 2)Aspirar solvente em seringa
 3) Introduzir solvente no frasco ampola
evitando a formação de bolhas na superfície
superior da solução o que dificultará a
diluição correta do medicamento.
 4) Realizar movimentos
rotatórios, promovendo a completa dissolução
e homogeneização da solução.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Observação
Deve-ser ter especial atenção nas administrações de
medicações em recém-nascidos, crianças pequenas e
pacientes com restrição hídrica, pois grandes volumes
podem levar á hiper-hidratação.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
ABORDAGEM CERTA
 Preparar o paciente antes da administração
do medicamento visa diminuir o estresse.
 A abordagem de pacientes que possuem
certo grau de compreensão visam obter sua
colaboração, confiança, tornando o
procedimento menos doloroso.
 Não enganar ou associar o procedimento a
um castigo por mau comportamento.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Diluição de frasco ampola
 5) Escolher a via de administração da
droga, avaliando bem a musculatura do
paciente, calculando o volume máximo de
administração, por vias IM e ID
 6) Controlar gotejamento em medicações IV
em crianças, controlando em bureta.
 7) Não deixar medicamentos no quarto
junto ao leito do paciente, o que poderá
acarretar em sérios acidentes.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
ATENÇÃO!!!!
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
ATENÇÃO
 Quem deve administrar o medicamento?
Resp: Sempre deve ser administrado por quem o
preparou.
 Nunca, administrar medicamentos preparados por
outras pessoas.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Administração de
medicamentos por via IM
 Definição: consiste na administração de uma
solução medicamentosa no interior do músculo.
 Finalidade:
 A) Administrar soluções aquosas e soluções
oleosas, obtendo rápida absorção
 B) Administrar medicamentos que poderiam ser
alterados pelas enzimas digestivas.
 C)Administração medicamentos em pacientes e
principalmente crianças, sem condições de
deglutir.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Material
 Medicamento prescrito e diluente se necessário
 Agulha descartável 40x12
 Agulha descartável calibre adequado (,25x6, 25x7 e
30x7)
 Seringa descartável
 Bolas de algodão com álcool á 70%.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Calibre da
agulha
Local Características do
paciente
30X7 mm *Ventro glúteo
*Dorso Glúteo
*Pacientes adultos
*Homens c/ peso corpóreo
entre 60 e 118 Kg
*Mulheres entre 60 e 90Kg
25X7mm *Deltóide
*Vasto lateral
da coxa
*Pacientes adultos
*Mulheres c/ peso superior
a 90Kg, indicam-se agulhas
com pelo menos 3,8 de
comprimento.
25x6mm *Vasto lateral
da coxa
*Crianças a avaliação
clínica é imprescindível
para tomada de decisão
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
5 Músculos podemos selecionar
Deltóide
Dorso glúteo
Vasto Lateral
da Coxa
Ventro glúteo
Reto Femoral
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Idade Deltóide Ventro
glúteo
Dorso
glúteo
Vasto
lateral
Prematuro - - - 0,5
Neonatos - - - 0,5
Lactentes - - - 1,0
3 a 6
anos
- 1,5 1,0 1,5
6 a 14
anos
0,5 1,5-2,0 1,5-2,0 1,5
Adolescen
te
1,0 2,0-2,5 2,0-2,5 1,5-2,0
Adulto 1,0 4,0 4,0 4,0
Seleção do local de aplicação de IM e
volume máximo a ser administrado.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Aplicação IM
Procedimento
 1) Lavar as mãos
 2) Reunir material
 3) Avaliar condições da musculatura
 4) Escolher local apropriado levando em
consideração:
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Considerações
 Presença de lesões
 Cicatrizes
 Edemas
 Irrritações da pele
 Distância de vasos e nervos importantes
 Espessura do tecido adiposo
 Irritabilidade da droga
 Idade
 Tamanho da musculatura,que deve ser grande para
absorver o medicamento.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
 5) Posicionar o paciente, ou orientar a
posição que deve adotar.
 6) Expor apenas a área de aplicação.
 7) Fazer anti-sepsia do local em sentido
único com algodão e álcool a 70%.
 8) Deixar secar espontaneamente;
 9)Segurar o algodão entre os dedos
mínimos e anular;
Aplicação IM
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Aplicação IM
 10) Segurar a pele do local mantendo firme
o músculo;
 11) Introduzir agulha ângulo de
90º, perpendicular à pele, com bisel
lateralizado.
 12)Soltar a pele e puxar êmbolo segurando
firmemente o corpo da seringa.
Observando se há retorno venoso.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Aplicação IM
 13) Injetar lentamente a solução.
 14) Aguardar alguns segundos, tracionar
levemente a agulha e a seguir, com movimento
único, retirá-lo;
 15) Comprimir o local com algodão durante alguns
segundos para permitir a hemostasia.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
 16) Desprezar material utilizado em local
adequado;
 17) Lavar as mãos;
 18) Checar e realizar anotação de enfermagem em
impresso próprio;
Aplicação IM
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Observação
Nunca
reencape
agulha.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Escolha do Acesso Venoso
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Administração de
medicamentos IV
 1) Lavar as mãos e reunir o material;
 2) Calcular a dosagem com atenção.
 3)Verificar as condições de rede venosa e
posicionar o paciente.
 4) Fazer tricotomia (adolesc.) ampla do
local onde será puncionada a veia, quando
necessário e com cuidado.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
 5)Colocar garrote acima da veia selecionada
para dilatar a veia.
 6) Calçar luvas de procedimento.
 7) Realizar técnica anti-séptica do local a
ser puncionado, com algodão com álcool a
70%; ( do distal para o proximal).
 8) Esticar a pele, manter a veia fixa com o
polegar da mão não dominante e com a mão
dominante, introduzir a agulha com o bisel
voltado para cima.
Administração de
medicamentos IV
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Administração de medicamentos
IV
 9) Observar permeabilidade do acesso
venoso.
 10)Fixar e identificar, em crianças se
necessário imobilizar.
 11)Administrar lentamente a medicação
diretamente no sistema fechado, utilizar
bureta com AD ou SF0,9%. A medicação deve
ser colocada no injetor lateral.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Administração de
medicamentos IV
 OBSERVAÇÃO:
 Realizar anti-sepsia do injetor lateral ou em bureta.
 Retirar todo ar das extensões dos equipos e buretas.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Administração de
medicamentos IV
 Não esquecer de anotar no balanço hídrico a
quantidade de soro utilizada na administração de
medicações.
 Em casos de Rn a última escolha para punção venosa
será o couro cabeludo, devido a possibilidade no
aumento de infecção por causa da tricotomia do couro
cabeludo.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Administração de medicamentos
IV
 12) Desprezar o material utilizado.
 13) Remover as luvas.
 14) Colocar o paciente em posição confortável;
 15) Lavar as mãos
 16) Anotar procedimento e checar a medicação na
folha de prescrição médica.
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 Não administrar se apresentar alterações depois da
diluição do fármaco.
 Como: Alteração na
cor, precipitação, cristalização, etc.
 Obs: alguns fármacos podem ter a coloração alterada e
ser próprio dele.
 Não associar medicações, algumas associações pode
potencializar ou inativar a ação do fármaco.
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Dosagem
 Quantidade estipulada e fracionada para conseguir o
efeito terapêutico ideal para o Rn
 É necessário para isto:
 Saber regra de 3
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Regra de três
 A disposição dos elementos para a regra de três deve
ser da seguinte forma:
 1ª linha: colocar a informação
 2ª linha: colocar a pergunta
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Ex: Em uma ampola de dipirona tenho 2 ml de solução.
Quantos ml de solução tenho em três ampolas?
 1º Passo – organizar a informação na primeira linha e a
pergunta na segunda linha, com o número de ampolas
de um lado e ml do outro:
 Informação: 1 (ampola) – 2 (ml)
 Pergunta: 3 (ampola) – x (ml)
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2º Passo: multiplique em cruz:
1 x X = 2 x 3
 3º Passo: isole a incógnita:
X = ( 2 x 3 )
1
X = 6 ml
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RESPOSTA
 EM TRÊS AMPOLAS HÁ 6 ML DE DIPIRONA.
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2º EXEMPLO
 Se em 1 ml contém 20 gotas, quantas gotas há em um
frasco de S.F. 0,9% de 250 ml?
1º passo: 1 ml – 20 gotas
250 ml - X gotas
2º passo: 1 x X = 20 x 250
X = 5.000 gotas
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 250 ml contêm 5.000 gotas
Resposta:
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1)Foi prescrito 1 g de cloranfenicol V.O. Quantos comprimidos de
cloranfenicol de 250 mg devo tomar?
2) Prescritos 2 mg de Dexametasona. Tenho FR com 4 mg/ml. Quanto devo
aspirar?
3) Prescrita 100mg de aminofilina. Tenho ampolas de 250mg/10ml. Quanto
devo aplicar?
5) Prescrito Cloridrato de Vancomicina 90 mg. Tenho FA de 500mg e
diluente de 5 ml. Quanto devo administrar?
6)Prescrito sulfato de Amicacina de 150 mg. Tenho FA de 500mg/2ml.
Quanto devo administrar?
7) Se tenho FA de Cloranfenicol com 1g, diluente de 10 ml e foi prescrito
0,75g. Quanto devo administrar?
8) Prescrita Garamicina 25 mg IM. Tenho ampola de 2ml com 40mg/ml.
Quanto devo administrar?
Exercícios para fixação:
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1)Foi prescrito 1 g de cloranfenicol V.O. Quantos comprimidos de
cloranfenicol de 250 mg devo tomar? 4cp
2) Prescritos 2 mg de Dexametasona. Tenho FR com 4 mg/ml. Quanto devo
aspirar? 0,5
3) Prescrita 100mg de aminofilina. Tenho ampolas de 250mg/10ml. Quanto
devo aplicar? 4 ml
4) Prescrito Cloridrato de Vancomicina 90 mg. Tenho FA de 500mg e
diluente de 5 ml. Quanto devo administrar? 0,9 ml
5)Prescrito sulfato de Amicacina de 150 mg. Tenho FA de 500mg/2ml.
Quanto devo administrar? 0,6 ml
6) Se tenho FA de Cloranfenicol com 1g, diluente de 10 ml e foi prescrito
0,75g. Quanto devo administrar? (7,5 ml )
7) Prescrita Garamicina 25 mg IM. Tenho ampola de 2ml com 40mg/ml.
Quanto devo administrar? (0,62 ml)
8) Prescrito Rocefim
09) Prescrito P cristalina
10) Prescrito Benzetacil
Exercícios para fixação: RESPOSTAS - CONFIRMAR
SE AS RESPOSTAS ESTÃO CERTAS
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Rediluição
Considerando-se que o volume
necessário é difícil de ser aspirado e
administrado, portanto, deve-se
efetuar a rediluição.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Cálculo de medicamentos Pediátricos e
Neonatais
 O cálculo de medicamentos em unidades pediátrica e
neonatal requer maior atenção em função da
necessidade de rediluição, para facilitar a
administração de doses pequenas.
 As dosagens são mínimas, pois são calculadas e
prescritas pelos médicos em função da idade e do
peso, sempre diferentes em relação ao adulto.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
Exemplo 1
 Foi prescrita Garamicina 5,2 mg EV. Temos ampola
de 40 mg/2ml:
1) Saber quanto devo aspirar.
40 mg - 2 ml
5,2mg – X ml
X = 5,2 x 2
40
X = 0,26 ml
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Considerando que o volume necessário é difícil de ser aspirado e
administrado, deve se efetuar a rediluição.
• 1º Passo: aspiro 1 ml da ampola ( 40 mg/2 ml), que
contém 20 mg de soluto.
• 2º Passo: Acrescentar 9 ml de água destilada
(1+9ml) 10 ml – 20 mg
X ml – 5,2 mg
X = 2,6 ml
Resp: Devo aspirar 2,6 ml e aplicar.
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
• 1º Passo: aspiro 1 ml da ampola ( 40 mg/2 ml), que
contém 20 mg de soluto.
• 2º Passo: Acrescentar 4 ml de água destilada
(1+4 ml) 5 ml – 20 mg
X ml – 5,2 mg
X = 1,3 ml
Resp: Devo aspirar 1,3 ml e aplicar.
OPCIONAL PARA DIMINUIÇÃO DO
VOLUME
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
 Se a concentraçaõ do fenobarbital é de
200 mg/ml, quanto tem na ampola de 2 ml?
 Utilizando este mesmo medicamento, a prescrição
médica solicita 78 mg IV, para ser
administrado, quanto terei que aspirar?
 Prescrição médica solicita 4 mg IV, quanto aspiro?
 Agora aspire!
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
OBRIGADO!!!!!!!
Prof° Enf° Gilberto de Jesus
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Medicação em pediatria

  • 1. CALCULO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÕES EM PEDIATRIA Enf. Gilberto Jesus Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 2. Sete Certos na Administração de Medicações Paciente certo Medicação certa Horário certo Via certa Dosagem certa Procedimento certo Abordagem certa Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 3. Paciente Certo Sempre identificar o paciente antes da administração do medicamento,  conferindo o nome,  nº do leito e quarto. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 4. Dosagem Certa  A dosagem deve ser calculada com precisão observando atentamente a prescrição médica.  A maioria das apresentações dos fármacos são destinadas a adultos.  Para administração em crianças é necessário fracionar os medicamentos. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 5. Medicação Certa  A medicação deve ser checada durante o seu preparo e antes da administração.  Toda medicação deve ter identificação contendo: Nome do medicamento Dosagem Horário Via de administração Nome e Nº do leito Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 6. Horário Certo É importante que os horários de administração dos medicamentos sejam obedecidos com rigor, para que se mantenha um nível sérico da droga circulando no organismo. . Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 7. Horário Certo No caso dos medicamentos antimicrobianos, se ocorrer diminuição da concentração da droga circulante, os microrganismos encontram meio próprio para sua proliferação. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 8. Horário Certo Nunca esquecer de checar o horário prescrito para evitar que se repita a dose já administrada. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 9. Via certa  A escolha da via dependerá de uma série de fatores:.  Tempo de absorção desejado.  Solução a ser administrado ( ex: soluções oleosas)  Condições do paciente  Rede venosa danificada Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 10. Via Certa Cabe ao enfermeiro e ao médico avaliar as condições do paciente principalmente da criança para que outra via seja escolhida. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 11. Procedimento Certo  Preparar os medicamentos com técnicas assépticas baseados em princípios científicos: 1) Lavar as mãos 2) Manipular materiais e medicamentos segundo técnicas específicas evitando contaminação do material ou medicamento. 3) Nunca faça associações de medicamentos. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 12. OBSERVAÇÃO  Mesmo que não observemos macroscopicamente alterações. Muitas reações químicas acontecem sem alterações visíveis.  Na mistura de drogas, as reações químicas podem alterar as propriedades dos medicamentos, alterando seu efeito. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 13. Procedimento Certo 4) Evitar falar durante o preparo dos medicamentos. Evitando distrações durante o preparo Evitando contaminações por gotículas de salivas expelidas durante conversa. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 14. Procedimento Certo 5) Triturar e dissolver em água após ser feito cálculo segundo a diluição pegar o valor correspondente à dosagem prescrita. Utilizar recipientes pequenos para evitar perdas do medicamento na parede do recipiente. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 15. Diluição de frasco ampola  1)Lavar as mãos  2)Aspirar solvente em seringa  3) Introduzir solvente no frasco ampola evitando a formação de bolhas na superfície superior da solução o que dificultará a diluição correta do medicamento.  4) Realizar movimentos rotatórios, promovendo a completa dissolução e homogeneização da solução. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 16. Observação Deve-ser ter especial atenção nas administrações de medicações em recém-nascidos, crianças pequenas e pacientes com restrição hídrica, pois grandes volumes podem levar á hiper-hidratação. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 17. ABORDAGEM CERTA  Preparar o paciente antes da administração do medicamento visa diminuir o estresse.  A abordagem de pacientes que possuem certo grau de compreensão visam obter sua colaboração, confiança, tornando o procedimento menos doloroso.  Não enganar ou associar o procedimento a um castigo por mau comportamento. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 18. Diluição de frasco ampola  5) Escolher a via de administração da droga, avaliando bem a musculatura do paciente, calculando o volume máximo de administração, por vias IM e ID  6) Controlar gotejamento em medicações IV em crianças, controlando em bureta.  7) Não deixar medicamentos no quarto junto ao leito do paciente, o que poderá acarretar em sérios acidentes. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 20. ATENÇÃO  Quem deve administrar o medicamento? Resp: Sempre deve ser administrado por quem o preparou.  Nunca, administrar medicamentos preparados por outras pessoas. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 21. Administração de medicamentos por via IM  Definição: consiste na administração de uma solução medicamentosa no interior do músculo.  Finalidade:  A) Administrar soluções aquosas e soluções oleosas, obtendo rápida absorção  B) Administrar medicamentos que poderiam ser alterados pelas enzimas digestivas.  C)Administração medicamentos em pacientes e principalmente crianças, sem condições de deglutir. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 22. Material  Medicamento prescrito e diluente se necessário  Agulha descartável 40x12  Agulha descartável calibre adequado (,25x6, 25x7 e 30x7)  Seringa descartável  Bolas de algodão com álcool á 70%. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 23. Calibre da agulha Local Características do paciente 30X7 mm *Ventro glúteo *Dorso Glúteo *Pacientes adultos *Homens c/ peso corpóreo entre 60 e 118 Kg *Mulheres entre 60 e 90Kg 25X7mm *Deltóide *Vasto lateral da coxa *Pacientes adultos *Mulheres c/ peso superior a 90Kg, indicam-se agulhas com pelo menos 3,8 de comprimento. 25x6mm *Vasto lateral da coxa *Crianças a avaliação clínica é imprescindível para tomada de decisão Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 24. 5 Músculos podemos selecionar Deltóide Dorso glúteo Vasto Lateral da Coxa Ventro glúteo Reto Femoral Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 25. Idade Deltóide Ventro glúteo Dorso glúteo Vasto lateral Prematuro - - - 0,5 Neonatos - - - 0,5 Lactentes - - - 1,0 3 a 6 anos - 1,5 1,0 1,5 6 a 14 anos 0,5 1,5-2,0 1,5-2,0 1,5 Adolescen te 1,0 2,0-2,5 2,0-2,5 1,5-2,0 Adulto 1,0 4,0 4,0 4,0 Seleção do local de aplicação de IM e volume máximo a ser administrado. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 26. Aplicação IM Procedimento  1) Lavar as mãos  2) Reunir material  3) Avaliar condições da musculatura  4) Escolher local apropriado levando em consideração: Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 27. Considerações  Presença de lesões  Cicatrizes  Edemas  Irrritações da pele  Distância de vasos e nervos importantes  Espessura do tecido adiposo  Irritabilidade da droga  Idade  Tamanho da musculatura,que deve ser grande para absorver o medicamento. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 28.  5) Posicionar o paciente, ou orientar a posição que deve adotar.  6) Expor apenas a área de aplicação.  7) Fazer anti-sepsia do local em sentido único com algodão e álcool a 70%.  8) Deixar secar espontaneamente;  9)Segurar o algodão entre os dedos mínimos e anular; Aplicação IM Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 29. Aplicação IM  10) Segurar a pele do local mantendo firme o músculo;  11) Introduzir agulha ângulo de 90º, perpendicular à pele, com bisel lateralizado.  12)Soltar a pele e puxar êmbolo segurando firmemente o corpo da seringa. Observando se há retorno venoso. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 30. Aplicação IM  13) Injetar lentamente a solução.  14) Aguardar alguns segundos, tracionar levemente a agulha e a seguir, com movimento único, retirá-lo;  15) Comprimir o local com algodão durante alguns segundos para permitir a hemostasia. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 31.  16) Desprezar material utilizado em local adequado;  17) Lavar as mãos;  18) Checar e realizar anotação de enfermagem em impresso próprio; Aplicação IM Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 33. Escolha do Acesso Venoso Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 34. Administração de medicamentos IV  1) Lavar as mãos e reunir o material;  2) Calcular a dosagem com atenção.  3)Verificar as condições de rede venosa e posicionar o paciente.  4) Fazer tricotomia (adolesc.) ampla do local onde será puncionada a veia, quando necessário e com cuidado. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 35.  5)Colocar garrote acima da veia selecionada para dilatar a veia.  6) Calçar luvas de procedimento.  7) Realizar técnica anti-séptica do local a ser puncionado, com algodão com álcool a 70%; ( do distal para o proximal).  8) Esticar a pele, manter a veia fixa com o polegar da mão não dominante e com a mão dominante, introduzir a agulha com o bisel voltado para cima. Administração de medicamentos IV Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 36. Administração de medicamentos IV  9) Observar permeabilidade do acesso venoso.  10)Fixar e identificar, em crianças se necessário imobilizar.  11)Administrar lentamente a medicação diretamente no sistema fechado, utilizar bureta com AD ou SF0,9%. A medicação deve ser colocada no injetor lateral. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 37. Administração de medicamentos IV  OBSERVAÇÃO:  Realizar anti-sepsia do injetor lateral ou em bureta.  Retirar todo ar das extensões dos equipos e buretas. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 38. Administração de medicamentos IV  Não esquecer de anotar no balanço hídrico a quantidade de soro utilizada na administração de medicações.  Em casos de Rn a última escolha para punção venosa será o couro cabeludo, devido a possibilidade no aumento de infecção por causa da tricotomia do couro cabeludo. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 39. Administração de medicamentos IV  12) Desprezar o material utilizado.  13) Remover as luvas.  14) Colocar o paciente em posição confortável;  15) Lavar as mãos  16) Anotar procedimento e checar a medicação na folha de prescrição médica. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 40.  Não administrar se apresentar alterações depois da diluição do fármaco.  Como: Alteração na cor, precipitação, cristalização, etc.  Obs: alguns fármacos podem ter a coloração alterada e ser próprio dele.  Não associar medicações, algumas associações pode potencializar ou inativar a ação do fármaco. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 41. Dosagem  Quantidade estipulada e fracionada para conseguir o efeito terapêutico ideal para o Rn  É necessário para isto:  Saber regra de 3 Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 42. Regra de três  A disposição dos elementos para a regra de três deve ser da seguinte forma:  1ª linha: colocar a informação  2ª linha: colocar a pergunta Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 43. Ex: Em uma ampola de dipirona tenho 2 ml de solução. Quantos ml de solução tenho em três ampolas?  1º Passo – organizar a informação na primeira linha e a pergunta na segunda linha, com o número de ampolas de um lado e ml do outro:  Informação: 1 (ampola) – 2 (ml)  Pergunta: 3 (ampola) – x (ml) Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 44. 2º Passo: multiplique em cruz: 1 x X = 2 x 3  3º Passo: isole a incógnita: X = ( 2 x 3 ) 1 X = 6 ml Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 45. RESPOSTA  EM TRÊS AMPOLAS HÁ 6 ML DE DIPIRONA. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 46. 2º EXEMPLO  Se em 1 ml contém 20 gotas, quantas gotas há em um frasco de S.F. 0,9% de 250 ml? 1º passo: 1 ml – 20 gotas 250 ml - X gotas 2º passo: 1 x X = 20 x 250 X = 5.000 gotas Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 47.  250 ml contêm 5.000 gotas Resposta: Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 48. 1)Foi prescrito 1 g de cloranfenicol V.O. Quantos comprimidos de cloranfenicol de 250 mg devo tomar? 2) Prescritos 2 mg de Dexametasona. Tenho FR com 4 mg/ml. Quanto devo aspirar? 3) Prescrita 100mg de aminofilina. Tenho ampolas de 250mg/10ml. Quanto devo aplicar? 5) Prescrito Cloridrato de Vancomicina 90 mg. Tenho FA de 500mg e diluente de 5 ml. Quanto devo administrar? 6)Prescrito sulfato de Amicacina de 150 mg. Tenho FA de 500mg/2ml. Quanto devo administrar? 7) Se tenho FA de Cloranfenicol com 1g, diluente de 10 ml e foi prescrito 0,75g. Quanto devo administrar? 8) Prescrita Garamicina 25 mg IM. Tenho ampola de 2ml com 40mg/ml. Quanto devo administrar? Exercícios para fixação: Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 49. 1)Foi prescrito 1 g de cloranfenicol V.O. Quantos comprimidos de cloranfenicol de 250 mg devo tomar? 4cp 2) Prescritos 2 mg de Dexametasona. Tenho FR com 4 mg/ml. Quanto devo aspirar? 0,5 3) Prescrita 100mg de aminofilina. Tenho ampolas de 250mg/10ml. Quanto devo aplicar? 4 ml 4) Prescrito Cloridrato de Vancomicina 90 mg. Tenho FA de 500mg e diluente de 5 ml. Quanto devo administrar? 0,9 ml 5)Prescrito sulfato de Amicacina de 150 mg. Tenho FA de 500mg/2ml. Quanto devo administrar? 0,6 ml 6) Se tenho FA de Cloranfenicol com 1g, diluente de 10 ml e foi prescrito 0,75g. Quanto devo administrar? (7,5 ml ) 7) Prescrita Garamicina 25 mg IM. Tenho ampola de 2ml com 40mg/ml. Quanto devo administrar? (0,62 ml) 8) Prescrito Rocefim 09) Prescrito P cristalina 10) Prescrito Benzetacil Exercícios para fixação: RESPOSTAS - CONFIRMAR SE AS RESPOSTAS ESTÃO CERTAS Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 50. Rediluição Considerando-se que o volume necessário é difícil de ser aspirado e administrado, portanto, deve-se efetuar a rediluição. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 51. Cálculo de medicamentos Pediátricos e Neonatais  O cálculo de medicamentos em unidades pediátrica e neonatal requer maior atenção em função da necessidade de rediluição, para facilitar a administração de doses pequenas.  As dosagens são mínimas, pois são calculadas e prescritas pelos médicos em função da idade e do peso, sempre diferentes em relação ao adulto. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 52. Exemplo 1  Foi prescrita Garamicina 5,2 mg EV. Temos ampola de 40 mg/2ml: 1) Saber quanto devo aspirar. 40 mg - 2 ml 5,2mg – X ml X = 5,2 x 2 40 X = 0,26 ml Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 53. Considerando que o volume necessário é difícil de ser aspirado e administrado, deve se efetuar a rediluição. • 1º Passo: aspiro 1 ml da ampola ( 40 mg/2 ml), que contém 20 mg de soluto. • 2º Passo: Acrescentar 9 ml de água destilada (1+9ml) 10 ml – 20 mg X ml – 5,2 mg X = 2,6 ml Resp: Devo aspirar 2,6 ml e aplicar. Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 54. • 1º Passo: aspiro 1 ml da ampola ( 40 mg/2 ml), que contém 20 mg de soluto. • 2º Passo: Acrescentar 4 ml de água destilada (1+4 ml) 5 ml – 20 mg X ml – 5,2 mg X = 1,3 ml Resp: Devo aspirar 1,3 ml e aplicar. OPCIONAL PARA DIMINUIÇÃO DO VOLUME Prof° Enf° Gilberto de Jesus
  • 55.  Se a concentraçaõ do fenobarbital é de 200 mg/ml, quanto tem na ampola de 2 ml?  Utilizando este mesmo medicamento, a prescrição médica solicita 78 mg IV, para ser administrado, quanto terei que aspirar?  Prescrição médica solicita 4 mg IV, quanto aspiro?  Agora aspire! Prof° Enf° Gilberto de Jesus