A.vida. secreta.das.plantas. .livro.completo

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A.vida. secreta.das.plantas. .livro.completo

  1. 1. n? . . m. n- tw . :: CAQMH u. ; . .(1.111 x: .v(4.». › . . . um xí4i1uvn vce na. *. .". '.L'. ' 1 rt. .. C14.. . u . #451 Í. . n . JFHcrWWLÍJmA nmnvw. mtv: !oa nmmãuuâ] . .xmamu (u . u . V. .
  2. 2. l 4 . É l PETER TOMPKINS e CHRISTOPHER BIRD A VIDA SECRETA DAS PLANTAS CIRCULO DO LIVRO
  3. 3. CIRCULO DO LIVRO SA. Caixa postal 7413 São Paulo. Brasil Bdídlo integral 'mulo do original: 'The secret life of plants" Copyright by Peter Tomplnins e Christopher Bird Tradução de Leonardo Fróes Capa de Alfredo Aquino Composto pela Linoart Ltda. Impresso e eneademndo pela Abril S. A. Cultural e Industrial São Paulo 1976 Licença editorial para o Círculo do livro por cortesia da Exped Expansão Editorial SA. E proíbida a venda a quem não pertença ao Circulo SUMÁRIO Agradecimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . 7 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 rum; r - PESQUISAS MODBRNAS As plantas e a percepção extra-sensorial . . . . . . . . . . . . 17 A3 plantas podem ler sua mente . . . . . . . . . . . . . . . , . 30 Plantas que abrem portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 Visitantes do espaço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 Últimas descobertas soviéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 rum: n - PIONEIROS nos Misriãluos ms PLANTAS A vida vegetal ampliada 100 milhões de vezes . . . . . . . 93 A metamorfose das plantas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 Quando as plantas crescem para lhe agradar . . . . . . . , 133 O mago de 'Tuskegee . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . , 148 runs m - EM SINTONIA com A MÚSICA ms asraus A vida harmônica das plantas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157 Plantas e eletromagnetismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 Os campos de força, os homens e as plantas . . . . . . . . 189 O mistério das auras vegetais e humanas . . . . . . . . . DV 211 PARTE 1V - FILHOS DA 111m4 O solo: alimento básico da vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227 Os produtos químicos, as plantas e o homem . . . . . . . . 249 Plantas vivas ou planetas mortos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 On alquimista: vegetais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233 PARTE v - A RADIÂNCIA m VIDA A procura mágoa de plantas para a saúde . . . . . . . . . . 301 Pcsticidas radiônicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ . . 321 Mente sobre matéria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 346 llidhom e o jardim do Éden . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364
  4. 4. IRIFMMÇVJVIÇ: AGRADECIMENTOS Os autores expressam sua gatidão a todos os que ajuda- ram a fazer este livro, que exigiu pesquisas intensas na Europa, nos Estados Unidos e na União Soviética. Agradecem em especial aos bibliotecários da U. S. Li- hmry of Congress, sobretudo a Legare H. B. Obear, chefe da Lonn Division. e a seus assistentes. Na Stack and Reader Division, agradecem a Dudley B. Ball, Roland C. Maheux, William Sartain, Lloyd A. Pauls e Benjamin Swinson, que lncllitaram muito seu trabalho. Agradecem ainda a Robert V. Allen, da Slavic and Cen- Irnl European Division, e a Dolores Moyano Martin, da Latin American Division, Library of Congress, e a Lida L. Allen, du National Agricultural Library, em Bellsville, Maryland. Agradecimentos muito especiais são devidos a dois cien- tlnlus moscovitas, o bioíísico Dr. Viktor Adamenko, conhe- cido por suas pesquisas bioenergéticas, e o Prof. Sinikov, dlrctor de estudos da Academia Timiriázev de Ciências Agrí- mins, que pronta e gentilmente nos fomeceram dados não dluponíveis nos Estados Unidos. como o fez Rostislav Dona. cunselheiro comercial da Embaixada francesa em Moscou. Agradecem finalmente às suas respectivas companheiras, nvm ns quais este livro nunca chegaria à gráfica.
  5. 5. INTRODUÇÃO Com exceção de Afrodite, não existe nada neste planeta Innis adorável que uma flor, nem nada mais essencial que uma planta. A verdadeira matriz da vida humana é o relvado de que se veste a Mãe Terra. Sem plantas verdes não pode- ríamos respirar nem comer. Um milhão de lábios movediços, na face inferior de cada folha, cuida de devorar dióxido de carbono e expelir oxigênio. Ao todo, cerca 'de 65 milhões de quilômetros quadrados de superficie foliar vêem-se diaria- mente envolvidos nesse milagre da fotossíntese, produzindo tnxigênio e comida para os bichos e o homem. Dos 375 bilhões de toneladas de alimentos que consumi- mos por ano, amaior parte provém das plantas, sintetizada por rlus, do ar e do solo, com a ajuda da luz solar. O restante é lnmecido por produtos animais que, por sua vez, derivam das plantas. Através da doçura da fotossíntese é que se tornam nossos a comida, a bebida, os inebriantes, as drogas e os re- médios que mantêm o homem vivo e radiantemente saudável, quando usados com acerto. Amidos, gorduras, óleos, ceras, n-lulose - tudo isso é produzido pelo açúcar. Do berço à nvpultura, o homem recorre à celulose para a obtenção de tnhrigo, roupas, combustível, cestos, fibras, cordas, instrumen- um musicais, bem como do papel no qual ensaia sua filosofia. A extraordinária quantidade de plantas usadas com proveito pelo homem é indicada por quase seiscentas páginas do Dí- rlcmârio de planta; econômica: de Uphof. A agricultura -- como bem sabe o economista - é a base da riqueza de uma tração. instintivamente advertido: : das vibrações estéticas das plantas, que são satisfatórias do ponto de vista espiritual, os artes humanos se sentem mais felizes e possuídos por maior Iwm-estar quando convivem com a flora. Requisitos indispen- »úvcis à mesa, ou em festividades, são as flores, que acompa- nhnm ainda o nascimento. o casamento, a morte. Quer por amor ou amizade, quer para agradecer a hospitalidade ou 9
  6. 6. homenagear uma pessoa, damos flores de presente. 0 que os jardins são para as casas, embelezando-as, são, para as cida- des e os países. os parques e as reservas florestais. A primeira coisa que uma mulher pensa em fazer, para dar mais vida a um cômodo, e enfeite-lo com um vaso ou uma jarra de flores. E a maioria dos homens, se instados, é capaz de descrever o paraiso, seja no ceu ou na terra, como um jardim repleto ge orquídeas luxuriantes e habitado por uma ninfa - ou nas. O dogma aristotelico de que as plantas tem alma. mas não sensações, atravessou a Idade Màlia e perdurou ate o seculo xvm, quando Carl von Liane, o grande pioneiro da botânica modems, declarou que as plantas só diferem dos bichos e do homem por sua falta de movimento, conceito esse que seria denubado pelo' famoso botânico do século : nx Char- les Darwin, o qual provou que cada gavinha está dotada de um poder de movimento independente. Segundo Darwin, as plantas “só adquirem e exibem esse poder quando isso apre- senta alguma vantagem para elas". No inicio do seculo xx, um talentoso biólogo vienense com o nome gaules de Raoul France lançou a ideia. chocante para os filósofos da natureza contemporâneos, de que as plan- tas movem seus corpos com uma liberdade, um desembaraço e uma graça tão grandes quanto o homem ou o bicho mais capacitado - e que só não apreciamos isso pelo fato de as plantas se moverem a um passo bem mais lento que o nosso. As raízes das plantas, disse France, escavam perscrutan- temente a terra, os brotos e vergõnteas giram em círculos definidos, as folhas e flores vergam e tremem com as mudan- ças, as gavinhas se enroseam inquiridoras e se estendem com braços fantásticos para sondar o ambiente. Apenas por não se dar ao trabalho de observa-las e que o homem julga as plantas desprovidas de movimentos e sensações. Poetas e filósofos como Johann Wolfgang von Goethe e Rudolf Steiner, que tiveram paciência de observar as plantas, descobriram que elas crescem em direções opostas, penetran- do por um lado no solo, como que atraídas pela gravidade, e ínompendo, por outro, pelos ares, como que puxadas por alguma forma de antigravidade, ou leviloção. Radículas vermiformes, que Darwin comparou a um oe- rebro, valem-se de finos filamentos brancos para escavar cons- l0 Inntemente para baixo, aglomerando-se firmemente no solo e provando-o à medida que avançam. Pequenas câmaras ocas, um quais uma bola de amido pode retinir, indicam às pontas : ln raiz a direção da força de gravidade. Quando a terra está seca. as raízes se voltam para um nulo mais úmido, penetrando eventualmente em tubos enter- tudos, alastrando-se por extensões de até 12 metros, como nn caso da alfafa, ou desenvolvendo uma energia capaz de ¡icrlurar o concreto. Ninguem ainda contou as raízes de uma Arvore. mas o estudo de um único pé de centeio indica um total de mais de 13 milhões de radículas com uma extensão runjunta de cerca de 608 quilômetros. Nessas radículas de centeio encontram-se delicados filamentos cujo número e es- timado em cerca de 14 bilhões e cujo comprimento total anda por volta dos ll O00 quilômetros, ou seja, quase a distância dt- um pólo ao outro. À medida que se gastam em contato com pedras, seixos . v grandes grãos de areia, as celulas especiais de escavação »no rapidamente substituídas por celulas de idêntica natureza. Mun elas morrem quando atingem uma fonte nutritiva, e são unlwtituídas então por celulas destinadas a dissolver sais mi- tu-rnis e coletar os elementos resultantes. Essa nutrição fun- ilnmental ascende de celula em celula atraves da planta. a qual constitui uma unidade singular de protoplasma, a substância liquida ou gelatinosa considerada a base da vida física. A raiz e assim uma bomba de água. com a água agindo rumo um solvente, universal, elevando elementos da raiz à lulhn. evaporando e voltando à terra para de novo ser o meio «Ima cadeia vital. As folhas de um modesto girassol são ca- pim: : de eliminar num dia a mesma quantidade de água que um homem transpira. E uma única betula, num dia quente, ¡mde absorver ate 380 litros, exsudando atraves de suas folhas uma refrescante umidade. Não há planta que seja uma coisa estática; todo cresci- int-nto e uma serie de movimentos; as plantas estão constan- Ivnicnte preocupadas em vergnr, em tremer e dar voltas. France, que faz a afirmação, descreve um dia de verão com tnllhnres de braços polipóides que se estiram de uma latada Inmqllila. agtando-se, tremendo em sua ânsia de encontrar novo suporte para os ramos pesados que crescem por trás alelos. Vinte minutos depois de achar um pouso, a gavinha, qnr descreve um círculo completo em 67 minutos, começa a ll
  7. 7. uLÊ: ;a “um . . . Jimuan u . .d oontomar o objeto; dentro de uma hora, sua adesão já é tão firme que será dif_ícil desprendê-la. A gavinha se enrosca então como um saca-rolha, erguendo, ao faze-lo, toda a planta. Uma planta trepadeira que precise de escora se arrastará para o suporte mais próximo. Se este for mudado de lugar, dentro de poucas horas a planta desviará seu trajeto, passando a seguir na nova direção. Será que ela pode ver a escura? Será que a sente, de alguma misteriosa maneira? Uma planta que cresce entre obstáculos e fica irnpossibilitada de ver um suporte em potencial desenvolvhse em direção a um suporte oculto. evitando a área que não corresponde à sua ânsia. As plantas são capazes de intento, garante ainda France: procuram ou se estendem em direção ao que querem de ma- neiras tãc intrigantes quanto as mais fantásticas criações ro- manescas. Longe de levarem uma existência inerte, os seres vegetais - ou o que os antigos helenos chamavam de boráne - pa- recem capazes de perceber e reagir ao que acontece em seu ambiente a um nível de sofisticação que ultrapassa em muito o dos homens. A orvalhinha ou rosela agarra moscas com uma precisão infalível, movendo-se na direção exata onde se encontram as presas. Algumas plantas parasitas, por seu tumo, reconhecem o mais sutil vestígio de odor de suas vitimas e são capazes de transpor todos os obstáculos para se arrastar até elas. As plantas parecem saber quais as formigas que surri- piam seu néctar, fechando-se quando elas andam por perto e só se abrindo quando o acúmulo de orvalho em seus caules é o bastante para impedir que tais formigas o escalem. A acácia, mais sofisticada, recorre inclusive aos prvéstimos de cenas formigas, retribuindo-lhes em néctar a proteção que é por elas dada contra outros insetos e mamíferos herbívoros. Será por simples acaso que as plantas assumem formas especiais para adaptar-se às idiossincrasias dos insetos que as deverão polinizar, engodando-os com cores e fragrâncias específicas, retríbuindo-lhes com seu néctar preferido, arqui- tetando uma rede extraordinária de canais e toda uma maqui- naria floral onde possam manter presa uma abelha, como perfeitas armadilhas, para só a liberar quando o processo de polinização se completa? Será por simples reflexo ou coincidência que uma planta como a orquídea Trichoceros parviflonu desenvolve suas pé- 12 lnltllt de modo a imitar a fêmea de uma espécie de mosca, lutando-o com tal perfeição que o macho tenta acasalar-se a nlu e nesse exato momento a poliniza? Será ainda por acaso que são brancas, exercendo assim uma maior atração sobre u». mariposas e borboletas notumas, as flores que desabro- rlmm à noite e exalam ao crepúsculo um odor mais intenso, nu que a Iris Ioeridirsínra cheira a carne podre apenas em tirem onde ocorre uma profusão de moscas, enquanto as flores que confiam no vento a polinização cruzada das espécies limi- lnm-sc a uma aparência relativamente modesta, em vez de tlesperdiçarem energia para fazerem-se belas, perfumadas ou utrnentes para os insetos? Para protegerem-se, as plantas desenvolvem espinhos, um umto amargo ou secreções gomosas que capturam e matam m insetos hostis. A recatada malícia ou dormideira (Mimosa Ínullca) dispõe de um mecanismo que reage toda vez que um msouro, uma lagarta ou uma formiga se arrasta por seu caule rm direção às folhas delicadas: tão logo exercida uma pressão contra seus órgãos sensitivos. os pedúnculos se abaixam, as folhas se recolhem, como se murchassem, e esse inesperado movimento, quando não lança o intruso fora, obriga-o a bater mn retirada. Em terras pantanosas, incapazes de encontrar nitrogênio, algumas plantas devoram, para o obter, criaturas vivas. Há Innir de quinhentas variedades de plantas carnívoras, a cujo 'unlndar convém as carnes de sabor mais distinto, quer de insetos, quer de seres mais fartos, e que se valem de infini- Inu ardis para capturar suas presas, desde tentáculos a M103 viscosos ou engenhosos alçapões afunilados. Os tentá- culos das plantas camivoras não são apenas bocas, mas tam- bém estómagos sustentados por esteios que se destinam a nuurrar e devorar a presa, digerindo a came e o sangue e não ¡lclxnndo nada senão um esqueleto. A orvalhinha ou rosela, que devora insetos, não liga para urlxos, particulas de metal ou outras substâncias estranhas ; umas em suas folhas, mas sem demora percebe o que há de vuttritivo num pedaço de came. Darwin descobriu que essa 'manta pode ser excitada quando sobre ela 6 posto um fio de lnha pesando apenas l/78000 de um grão. Uma gavinha, que constitui com as radículas a parte mais sensível de uma Flauta, se curva quando um fio de seda, pesando apenas ),00025 de um grama, é atravessado sobre ela. 13
  8. 8. A engcnhosidade das plantas em arquitetar formas ex- cede em muito a dos engenheiros. As wtruturas criadas pelo homem não se comparam à capacidade de resistência dos longos tubos ocos que suportam pesos fantásticos contra tem- porais violentos. O uso de fibras espiraladas pela planta é um mecanismo que dificilmente se rompe e para o qual a inven- tividzde humana ainda não encontrou um correspondente à altura. As celulas se alongam como salsichas ou tiras que se prendem umas às outras para formar um cordão quase indes- trutivel. Uma árvore engrossa à medida que cresce. cientifi- camente, para suportar maior peso. O eucalipto australiano pode erguer-se sobre um tronco fino ate 144 metros acima do solo, ou tão alto quanto a Grande Pirâmide de Queops, e ha' nogueiras capazes de agüen- tar até 100000 nozes. A sanguinária ou corriola-bastarda, por sua vez, mostra-se perita em dar nós que, depois de secos, ficam tão apertados que arrebentam, impulsionando as se- mentes para que elas gerniinem o mais longe possível da planta-mãe. As plantas se revelam perceptivas mesmo quanto à orien- tação e ao futuro. Habitantes da fronteira e caçadores dos prados do vale do Mississipi descobriram que as folhas da chamada planta-bússola (Silphium lacinialum), da mesma fa- mília do girassol, indicam os pontos cardeais. O alcaçuz-in- diano ou jequiriti (Arbrus precaloríus) e tão acentuadamente sensível a todas as formas de influências elétricas e magnéti- cas que chega a ser usado como pIanta-barômetro. Os primei- ros botânicos que o utilizaram em experiências, nos Kew Gardens de Londres, consideraram-no um meio para previsão de ciclones, furacões, tornados, terremotos e erupções vul- cênicas. Precisas como são quanto às estações, as flores alpinas sabem quando a primavera se aproxima e abrem caminho através das derradeira: camadas de neve, desenvolvendo seu próprio calor para fundi-las. Reagindo com tal precisão, presteza e diversidade ao mundo exterior, as plantas, no entender de France, devem ter algum meio de se comunicar com esse mundo, algo compa- rável ou superior aos nossos sentidos. France insiste em que as plantas estão constantemente observando e registrando acon- tecimentos e fenômenos sobre os quais o homem - preso em 14 a ' visão antropocêntrica do mundo, que lhe e subjctivamente ' ada por seus cinco sentidos - nada sabe. . Malgrado terem sido vistas, quase universalmente, como lnaensíveis autômatos, as plantas são agora considerada ca- l de estabelecer distinção entre sons inaudíveis para o E mem, bem como entre cores que correspondem aos com- - mentos de onda do infravermelho e do ultravioleta e q_ue , nossa visão não capta; são especialmente sensiveis aos raios "X e à alta freqüência da televisão. France diz ainda que todo o mundo vegetal vive em valntonía com os movimentos da Terra, da Lua e dos demais y planetas do sistema solar - e que um dia há de se demons- 4 (rar que ele e também afetado pelas estrelas e outros corpos -' ulestes. _ _ Como a forma externa de uma planta se mantem uni« (Iria e e restaurada toda vez que uma pane vem a ser des- . fralda. France presume que exista alguma entidade_ consciente ¡upervisionando a integridade da forma, alguma inteligência dirigindo a planta - seja de dentro, seia de fora. Há mais de um seculo c meio, France, que concedia às plantas todos os atributos das criaturas vivas, inclusive "a - nação mais violenta contra os desmandos e a gratidão mais ¡ "dente pelas atençõs", poderia ter escnto um A vida . rec-rem da: plantas. Mas o que ele chegou a publicar foi bastante ara ser ignorado pelo establishment, quando não considerado s raticamente chocante. O que maior desagrado causou foi * 'lua hipótese de que a percepção das plantas pode ter ongcm f num mundo supramaterial de seres cósmicos a que os sábios hlndus se referiram como "devas", muito antes do nascimen- i-b de Cristo, e que - como fadas, elfos, gnomos, sílfides e Í -uma multidão de outras criaturas - foram objeto de visão 4 direta e experiência para clarividentes ativos entre os celtas O outros intuitivos. Aos estudiosos da vegetação da epoca, a IMI¡ pareceu uma maravilha insipida. inevitavelmente ro- ' mímica. _ 3 Foi preciso chegar às surpreendentes descobertas feitas ? por vários investigadores, na decada de 1960, para que o I »mundo das plantas voltasse a despertar a atenção da huma- nidade. Mesmo assim ainda há céticos que custam a acreditar ; que as plantas possam ser enfim as damas de honra de um I «lamento da física com a metafísica. . w Há agora evidências cm apoio da visao do poeta e do 15
  9. 9. fo_ ua] 55a, a de que as plantas _ cnaturas que vivem, ¡ílfgiíamqe se tgomunicam - são dotadas de personalidadc e dos atributos da alma. Só nossa cegueira_ foi que nos Ícz insistir em considera-las autôtnatos. E mais extraordinário ainda é patentear-se agora que as plantas podem se mostrar capazes, propensas e decididas a cooperar com a humanidade na tarda hercúlea de reconverter este planeta num iardim. a panir da sordidez e da putrefação que tipificam o que o_ eco- logista pioneiro da Inglaterra, William Cobbett. chamana de “excreseência". 16 Pane l PESQUISAS MODERNAS As plantas e a percepção extra-sensorial A janela cmpocirada do edifício - que dava par: : Time; Square, em Nova York. e abrigava exclusivamente escritórios - reflelia como um espelho uma cena inusitada do Pais das Maravilhas. Mas não se via o Coelho Branco com seu colete e seu relógio de bolso: via-se um homem dc orelhas' dc elfo, chamado Backster. com uma planta comum de interior, cha- mada Dracaena massangeana. c um galvanómetro. O galva- nômetro estava ali porque Clcve Backster em o mais exímio especialista americano em detecção dc mentiras; a draccna. por iniciativa de sua secretária. a quem parcccra que o árido escritório reclamava um toque verde; e o próprio Backstcr, devido a um passo decisivo. dado na década de 60, que afetou radicalmente sua vida e pode. de igual modo. afetar o planeta. Noticiadas com destaque pela imprensa mundial. as ex- travagâncias de Backster com suas plantas deram motivo a charges e gozações de todo tipo; mas a caixa de Pandora que ele abriu para a ciência talvez nunca mais se feche, Sua des- coberta de que as plantas parecem ser sencientes causou reações fortes e variadas cm todo o mundo, a despeito do fato de Backster jamais se ter arrogado uma descoberta. mas sim, apenas, a lembrança de uma coisa sabida - e esquecida. Aoertadamente ele evitou publicidade c se concentrou cm estabelecer a absoluta autenticidade científica do que passou a ser conhecido como o "efeito Backster". A aventura começou em 1966. Backster passara a noite em sua escola para operadores de polígrafos, onde ensina a técnica de detecção de mentiras a policiais e agentes de se- gurança de todo o mundo. Num impulso súbito. decidiu colo- car os elétrodos de um dos seus detectores sobre uma folha da draoena. Planta tropical que lembra vagamente uma pal- meira. com folhas grandes e um denso cacho de flores miúdas. adraoena é também conhecida como árvore-do-dragão (do latim 09000). em virtude da crença popular de que sua resina con- 17
  10. 10. . ' . Backster estava interessado em saber em sangra. : ¡íggãqíaãc que modo a folha seria afetada pela cm qua águagcàpsàíi: : subia pelo caule sedento. o galva- . ~ . kstcr. nào indicava u menor "°'. “°. "°-. Pam Í"rã; :ÍiÊ1cs<? nlct› que seria de esperar. dada m'*'. °"°'”'n§°': ¡t'›? |¡dadc elétrica da planta úmida. Em ! vez dc . nmawr ? gana Pon", que traçava o gráfico tendia mais u gcclrando ainda com freqüência uma linha bem serri› lhadaó galvanómgrm é a pane de um detector de mentiras poligráfico que. quando ligada 3 f"? 5°' h“m““° Pá" Íllfflluc conduzem uma baixa corrente cletnca. faz com que uma agu- lha se mova ou uma ponta traceum grafico num papel qua- driculado móvel. em resposta a imagens mentais ou as Uldlts' mu; oscilações emotivas. Inventado no fim do seculo xvtu por um padre vienense. Maxrmtlran Hell. S. J. . astronomo du corte da Imperatriz Mana Teresa. teve seu nome derivado de Luigi Galvani. o fisico e fisiologista italiano que descobrir¡ a "eletricidade animal". O galvanómetro é agora usado em junção com um circuito elétrico chamado "ponte dc _Whem- stone". em honra de Sir Charles Wheatstone, fisico ingles c inventor do telégrafo automático. _ Em termos simples. essa ponte avalia a resistência. dc modo que o potencial elétrico do corpo humano - ou sua carga básica - pode ser medido à proporção que flutua sob o estímulo do pensamento e das emoções. O procedimento costumeira. para fins policiais. é submeter o suspeito : i um interrogatório "cuidadosamente estruturado" e observar : ts respostas que fazem a agulha saltar. Lendo os padrões resul- tantes no gráfico, especialistas tarimbados, como Backstcr. julgam-se capazes de saber quando há fraude. A draeenn de Backstcr. para seu espanto. demonstrou uma reação muito semelhante à de um ser humano que expe- rimenta um estímulo emocional de curta duração. Poderia ser 0010930. aquilo que a planta revelava? _ O que aconteceu a Backster. nos dez minutos seguintes. iria revolucionar sua vida. _A maneira mais eficaz de provocar num ser humano uma MP0 tão fone a ponto de causar um salto no galvanómetro 6 : maçã-lo em seu bem-estar. E foi justamente isso que Baelmer resolveu fazer com a planta. metendo uma folha da l8 dracena na xtcara de cafe quente que tomava. Nenhuma rea~ çao notável fo¡ registrada pelo medidor. Backster consigam, o ptoblcmapor alguns minutos e concebeu então uma ameaça Éããlfiagfiãilâà ÊnSLÉÉÉÉ°LÊÍ ihêlííluf? °'í; ;'“"%* lêff"" fogo. e antes que ele pudesse se mexer d ca ça-d 'dem de foro, ocorreu no gráfico uma mudam dparaátl-? flnhdr um tóx- de uma prolongada 'tscensitn da sf- mm me' Sob a forma do Bacltster não se movera n Pon-d que reahuva o [raça- - _ ~_ ~_ _ _ . em para sc aproximar da planta, “em em ÚIWWO é! maquina Poderia a dracena ter lido sua mente? Saindo finalmente da . sala e voltando com uma caixa de fósforos, Backster notou que outra súbita alteração se regis- trara no gráfico. evidentemente causada por sua determinação emtlevar a cabo a ameaça. Embora rclutasse. dispôs-se a queimar a folha. Dessa vcz foi menor a reação espelhada no grafico. Mais tarde, enquanto ele assumia atitudes fingidas. como se realmente fosse por fogo na planta, já nenhuma reação se notava. Evidenciava-se que a planta cra capaz de distinguir entre a intenção real e a simulada. Backstcr teve vontade dc sair pelas ruas. correndo e anunciando ao mundo: "As plantas pensam! " Em vez disso, porém, absorveu-se na investigação mais meticuloso do fenó- meno. a fim de estabelecer exatamente como, e através de que meio. a planta reagia a seu pensamento. Seu primeiro passo foi certificar-se de que não fechara os olhos às possíveis explicações lógicas para o fato. Havana algo de extraordinário sobre a planta, ou sobre ele. ou ainda sobre o instrumento particular que utilizara? O assunto exigiu um estudo mais detalhado. quando ele e seus colaboradores. utilizando outras plantas e outros instru- mentos em outros locais do pais. foram capazes de fazer observações semelhantes. Bananas. laranjas. cebolas. alfaces. mais de 25 variedades de plantas e frutas foram ao todo testadas. As observações. sempre coincidentes. implicavam um novo enfoque da vida. com algumas conotações explosivas para a ciência. Até então. o debate entre cientistas e parapsi- cólogos sobre a existência da percepção extra-sensorial tinha sido altamente controvertido. sobretudo devido à dificuldade em estabelecer com segurança quando realmente ocorre um fenômeno dessa natureza. O máximo a que se chegara - gra- ca: ao Dr. J. B. Rhine. cujas experiências no campo tiveram 19
  11. 11. início na Universidade de Duke ~ tora cstahclcccf tl"? - nm seres humanos. os fenómenos CXlfiii-Scflsonillh ocorrem : :um tamanha freqüência que já nao faz sentido atribui-lr». ilpüllãtx ao aümphncípio, Backstcr considerou que a capacidade de apreender sua intenção, revelada pelas plantas, fosse alguma forma de percepção extra-aensonal. _lvlas acabou renunciando expressão, que se aplica a pereepçao efetuada acima e alem dos sentidos estabelecidos do tato. da visao. da audiçao_ dr¡ paladar e do olfato. Como us plantas nao parecem Icr Olhos, ouvidos, nariz nem boca. e como os botanicos. desde o teni- de Darwin. nunca lhes concederam um sistema ncrvimo, Bacltstcr deduziu que sua função perccptrva devia ser algo de mais básico. _ _ Esse ponto de vista levou~o a oonjetura de que os einen sentidos humanos possam ser um fator de limitação, enco- brindc uma "percepção primária" possivelmente comum a toda a natureza. "Talvez as plantas, sem olhos". presumiu Backster. "consigam enxergar melhor do que nós. " Graças aos cinco sentidos básicos. os homens podem optar livremente entre perceber, perceber indistintamcnte ou não perceber dc todo. Backster comentou a respeito: "Quando a visão dc uma coisa nâo lhe agrada. você pode desviar o olhar ou recusar-sc a encara-la. Se ninguém nunca tirasse os outros da cabeça. seria o caos". Para descobrir o que suas plantas eram capazes de per- ceber ou sentir. Backster ampliou seu escritório c decidiu montar um verdadeiro laboratório cientifico. típico da cra cs- pacial. Logo nos primeiros meses seguintes. foram obtidos gn¡- ficos _e mais 'graficos das espécies mais variadas. 0 fenómeno parecia persistir mesmo quando : i folha era arrancada da planta ou recortada para coincidir com o tamanho dos elé- trodos; e uma intrigante reação continuava a ser acusada pelo gráfico até quando uma folha era esmigalhada c seus pedaços colocados entre as faces do eletrodo. As plantas reagíam nào "ó 3 “M393 000070135. mas também a ameaças em potencial, como o súbito aparecimento de um cachorro ou de uma pes- 503 que não lheg queria bem. Backster toi capaz de demonstrar a um grupo. em Yale. qre os movimentos de uma aranha. na mesma sala onde uma p anta estava ligada a seu equipamento. podiam causar alte- 20 rriçúcu (ÍLIIIIClÍlCÃIN nu ymliet. prum. , ¡, ,_. ¡_¡ ppm", ckmlnltmc amei' de : i : irrinliu começar . i lI| llt'l dt- umd I, L"_ _ m¡ que lei¡ lilVíl impedir »em IIIUYIÍHCHÍAD¡ “A ¡¡¡¡¡1rt". ..xvI qu. ; _l_ “MMN explicou ele, "c de que util. : ilurimiru «lu . ir. inh. i p. ir. i Cxfdpllh] cm “l"c°'““d¡' Pci" N-"WI. czitimntlii . iu-. ini uma renwu Ill folha. " Em cireunstfinciaa HÍÍÍÍHÂHH. xqgnndu ltarkxtivi_ . JR plant. ; tiilvc/ .xe : ilineui lllllll'. pelas Uulhta_ lima gn¡ ¡u. ~.-, .__. , , ¡_, “m, animal elzis lundcnl ; i Ilill Itirnn. .llt'l| t__; -I . ~. inimuira . v-. çi. tuais dus dcmnix. “A iiltiniu um. ; qui' num ¡i'i. int. i wpu. ; e que outra lhc crie prrihlemzia rlJN c| :x-. palete-n¡ _, ¡¡¡¡_, ,_. _(. zur¡ vida animal durante luilu o lrmpiv (HI que ('. l.i *›I' mmiem . n. redor. Com Uãl extrema muhiltdzitle. m hieini. ç . p. llfküJhtg podem requerer tiin controle . iirniir Buckxtcr uhservou que. :mi. _›. it_. i.j. ¡ ¡uir uin pen-pu um ttcnlc. um dzinri grave, iiin. i plant. : "Apaga" uu tie-amam num. . morte lingidti. reugindn multi. piu . iiinuletexa, de mmlu »e- melhante í! um gumhn xt' | l.ltI Inrtntii . l um xcr humano O fenómeno foi dramaticamente den1ivn~. tr; idi› qu-. iniln um Íixiologista czinadenxe visitou t) Inhurutnnu ilc li: iel. .~. ier ¡nim prewnciair : i rcaçíiu de suux ¡vLintax . › primeira dcLix ruin deu resposta alguma. Bsickxter experimentou . l neeunda, .i ici- ceira r e nada. Vt-. rilicuu enLiu uuux Illxlllllllüllltlx ¡vnligruli cos e. ainda em vim, texnm lllílh tlllàh plantax Su . i sexta rcagirizt dc modo sulicientemenlr- u. :|. iii› pzim (ltJlllUlhlYLtl u íenómenu. Interessado em uhcr o que Ptitltlhl ter inlluencnidu . lx OUIWS plantas, Backxtei ptlglllllttlt . iu vixiunii- “Por . IC-HU seu trabalho u Íorça ; i fazer mal . | ¡il. int; i~. “"' "Sim". respondeu u lixinlisgixtu "líu liquido . ix plant» com ais quutx traballio. 'Tuiru-. is num lnrun p. ir. i obter Ull peso seco para ininlia : iníiliw " Quarenta e cinco minuim tlcpmx. quando u hswlttrhli' já se encontrava ; i cairninhiv du . iempurtn. Iudux : H ¡tlünlm de Backster voltavam ; i dar em CUS praticas m"" "-'*P“>“' Íluentc. Essa experiencia¡ se mostrou util para que Bziekster clie- gasme à conclusao de que : is plilllllh podiam xer lcvuilíi» -I u! " desmaio. uu mcsmcri/ .adas. pelus sem hum-mm. dt' q"" “lt” sçmclhantc ¡ahicz fizcxw parte do ritual do lltãlgrtfülf. ;inles de um animal ser abatido de maneira correta. (onniniezuh do. ” à Vmmn_ o matador pode 'inluudir-llic tranquilidade L' n .
  12. 12. leva-la a uma morte serena. impedindo assim que sua cume conserve resíduos de um "tncd0 íllllmlcd_ . paladar e talvez mesmo nocivo ao consumidor. Isso suscitou a possibilidade de que as plantas e os frutos suculentos qum- mm de fato ser comidas. mas só numa espécie de ritual amo. roso. _ _ _ _ . é comido . _ algo afim ao nto cristao da comunhao _. c nao na costumeira matança desapiedada. . desagradável ao com uma comunicação real entre o que come e o que "Pode ser". diz Backster, "que um vegetal prefira passat a fazer pane de outra forma de vida a apodrecer no chao_ assim como. à sua morte. uma pessoa _pode _experimentar fill. : vio por encontrar-se num plano de existencia mais elevado. Certa vez. para mostrar que tanto as plantas quanto us células individualizada captavam sinais atraves de algum meio de comunicação inexplicado. Bacltster fez uma demons- tração para o autor de um artigo publicado no Sun de Balti- more e posteriormente condensado no Reader's Digest. Após ligar o galvanómetro a um filodendro. Baclcsler dirigiu-se ; to iomalista. como se tosse ele o objeto da pesquisa. e submc- teu-o a um interrogatório sobre o ano de seu nascimento. O jornalista foi instruído para responder sempre nào aos sete anos entre 1925 e |93|. seguidamente mencionados por Backster. Este obteve então no gráfico a data correta. a qual fora indicada pela planta num momento de vigor mais intenso que a média. A mesma experiência foi repetida por um psiquiatra. o Dr. Aristide H. Bsser. diretor médico do centro de pesquisas do Hospital Estadual Rocldando. em Orangeburg. no Estado de Nova York. Em companhia de nm colaborador. Douglas Dean. um quimico da Escola de Engenharia de Newark. se- lecionou para o teste um homem que possuía um liloden- dm. @lindo por ele, com o maior carinho. a partir da semente. blind! ! 0 polígrafo à planta, os dois cientistas fizeram a seu dono uma série de perguntas. a algumas das quais ele “V358 dll' respostas falsas. A planta não teve dificuldade em indica* m** 5° Sahmnômeüb. 85 perguntas falsamente res- Wmda O DE Esse! , que a princípio rira das suposições 9° 3333101'. fo¡ forrado a admitir que se precipitara em seu julgamento. Para verificar a possibilidade de existência de uma me' 'BMI vegetal Backster concebeu um estrata lh . . . r . gema quc A0 pefllllnlSc identificar o assassino de uma de suas plantas. Seis 22 i'll-mm¡ di' “WN” dt' BHCKNICF. alguns deles' policiais traqucjzi- dos. ofereceram-sc como vulllnhlrlux mm _, c¡pcmzncm Dc olhos vendados. cada . iluno tirou dc dentro tic um chapéu um papelzinho dobrado, um tim quais continha instrnçocx para descnraizar. plxulcttr c destruir complctmncnlc uma das' duas plantas que sc encontravam na sala_ O tjrlmlnnau uçvcria agir em segredo; nem Backxlcr nem nenhum de seus alunm saberiam SUD identidade; R0 a segunda planta seria uma tes- temunha. Ligando ; i planta sobrevivente ; i um poligrafo c fazendo com quc seus ; xlunos tlcxliluxscm diante dela, um por um. Backster foi capaz dc descobrir o culpado. De fato, abstendo-se de qualquer reação perante os cinco inocentes. a planta ma- nifestou no medidor. quando se aproximou o verdadeiro culpado, umn cxcitaçfu) fem? , Backstcr não se atrevcu a afir- mar que a planta tivesse captado c refletido o sentimento dc culpa do "vilão": como esse agir: : em nome da ciência c sua culpa não fosse : issim tão grande. ficava porém em aberto a possibilidade de quc u planta sc lenihtasse c rcconhecesse o destruidor dc sua companheira. Em outra série de observações. Backstcr notou que, a despeito da distância. parece estabelecer-se entre uma plztnlzt e a pessoa que dela cuida um vinculo dc afinidade ou um tipo especial de comunhão. Com o uso de Cronômetros sin- cronizados. percebeu que suas plantas continuavam a reagir a seu pensamento e atenção. quer estivesse ele na sala ao lado. no saguão de entrada do edificio ou mesmo 'vários prédios adiante. De regresso dt: uma viagem de 24 quilômetros a Nova Jersey. Backster constatou que suas plantas tinham dado mostras de exubetância e sinais decisivos e positivos de res› posta no exato momento em que ele dccidira voltar para Nova York. Se por prazer em revê-lo. ou por simples alivio. nào saberia dizer. Sempre que Backster viajava para um ciclo de palestras e falava de suas observações de 1966, mostrando um_ slide da dracena original. a planta, deixada em seu escritono. acusava uma reação no gráfico no exato momento em que sua imagem era projetada. Desde que acostumadas a uma pessoa, as plantas parecem capazes de manter com ela uma ligação sólida. onde guer que essa pessoa esteja, mesmo perdida na multidão. Na vcspcra de Ano Novo em Nova York. Backster imiscuiu-se na balburdia 23
  13. 13. munido de um cademo e um Cronômetro. - tou suas varia. À medidñ qu' 5° maya? , egnrlfrezssrãfezhoailrfvadiu ao desce: 3CÔ°5› °5 9355C” ql. ” do ; nm-ó a iminência de ser pisoteado_ 35 ÊSQd” d” “tamo ue teve com um vendedor de jornais. :i ligeira altleáclaç: : gbomóño, verificou que três de suas Q2311:: ozitroladas separadamente, tinham mostrado reações similares às suas corriqueiras aventuras emocionais. Com a intenção de testar as reaçoes das plantas a longa distância, Backster recorreu a uma antiga_ P31' a Velmcaf 5° 35 plantas dela continuariam a lhe ser fiéis _durante uma . se- qüência de viagens aéreas que cobnriam mais de. l000› quilo- metros pelos Estados Unidos. Graças a relogios sincronizados. notou-se que as plantas reagiam às tensoes emocionais de sua dona, de modo inequívoca, toda vez que o avião se pre- parava para atemssar. Para certiñcar-se do que poderá ocorrer a distâncias bem maiores - a milhões de quilômetros --, para ver se o espaço : :ctki-: verte em limite para a “percepção primária" das plantas, ae ter gostana que os pesquisa ores de arte colocassem uma planta com um galvanômetro nesse planeta. ou próximo a ele. permitindo assim observar por telémetro a reação da _planta às alterações emocionais registradas em seu dono na erra l Considerando que sinais de rádio ou TV telemetrados - mñliportados por ondas eletromagnéticas à velocidade da luz evanrde seis a seis minutos e meio para chegar a Marte de Times Square. a 'mande' *mem “gêmkfaçãlodde que as mensagens men- “bem ora o tempo, tal como o con- . .gá : fem d° espectro eletromagnética mbéfshgãiãóficas do Oriente que nos mantêm infor- wmmu Backs! " lflsede uma comunicação extratemwfar- enoonmmeqúhrb. _m5 ¡00108 afirmam que o universo se Ponto. não P°der no' se es” “Illllíbrio se desfizer em algum detectam anoinauefkis “Pçmr uma centena de anos-luz para u °°°m8¡'¡& A comunicação extratemporal. essa espécie de concreçâo unitária de todas as coisas vivas, podega sir a resposta) para o problema em pauta. " ac ster não sa e ao certo que tipo de onda energética conduz até uma planta os sentimentos ou as idéias de um homem. Ocorreu-lhe isolar completamente uma planta, ser- vindo-se ora de uma caixa farádica. ora de um recipiente dc chumbo. Mas nem aquela nem este tiveram condição dc inter- ceptar ou obstruir o canal de comunicação existente entre a planta e o _homem Backster deduziu então que a onda por- tadora equivalente, seja ela qual for, deve operar de algum modo além do espectro eletromagnética, bem como num sen- tido decrescente - do macrocosmo para o microcosmo. Um dia, ao cortar acidentalmente um dedo c se tratar corn iodo. Backster notou que a planta então submetida ao poligrafo reagiu de imediato. aparentemente afetada por esse fato banal _- a morte dealgumas células digitais. Se bem que tal reaçao pudesse ter sido causada pelo estado emociona¡ do próprio Backstcr, quando ele vira seu sangue, ou ainda pelo_cheiro lorte do iodo, o pesquisador não tai-dou em des- cobnr que um mesmo padrão se repetia no gráfico sempre que uma planta testemunhava a moi-te de tecidos VMB' P°d°ñ3 a Wilma. a um nível tão minimizado ser sensível a todo processo de morte celular que ocorria eym seu ' ambiente? mao O padrão típico rea areceu " Backsm_ se preparava pzllbra todaleinlnoàitra OCZ-Blig). _quando ¡nmgado a , , _ porçao e iogurte. pnncipio, ele acabou se dando conta de que o presunto que misturam ao 'o n ' - “mim que pouco a Poutltoguexfefízínrttillgha umbprçimva-uvo existentes no úmmo_ outro adrão . 3137? 13610.5 vivos foi finalmente l ' p - 'mp "a" "° “m” en ' e dava morte às bactéñãs doecgggtãscoma pelo encanamento 0 consultor ' . . um citolo 'sta d llãédlco de Bulma? Dr' "Ward Ml""- . .con . _ 3? e ova Jersey. concluiu que uma espécie de sgencia celular" deveria ser comum a toda a vida ra ex or ' . ' . de conectar ãélrârd essa clllilfpôtesc. Backster descobriu um meio a “th”. paraméãsosñ lêfãntes tipos de células. recorrendo boca humana' sangue; mes: culturas de inato. raspas da polígmfo_ ¡odos deram m¡ ° °5P°f1_¡la. controlados pelo uam , sem a gráficos tao interessantes 9 0 os produzidos t . pe as plantas. Uma sagacidade espan- 25
  14. 14. a as quais pareceram - da las células de 65W"" ' . . _ tosa É: rãzelãenãca¡ seus doadores, reagindo a preslcnça CZP” Tais observações eva- ~ de outros homens. deles e ignorando a - ' al ossa integrar écie de mcmóna tot p vam a crer que uma CSP - * ' ércbro seja apenas › r mfercncia que o c _ a slmpm eight! :: orgiiitador ~ é não necessariamente um um mecan . lembran as. Ó'S°°. .,Í°SÉ, Í?ÊÍÊ¡ÊÊTÊÍÍÊ: :listen “nãâ parece intqrromper-se ao nível celular. E provável 9"* desça a° 'Íwlcçl' m' ao alo' mico e mesmo ao subatõmico. Todas as coisas 1a convencio- nalmente tomadas por manimadas podem nos impor agora reavalia ão. " _ . . . sua Conveníido de Psnçguir um fenomeno de importancia fundamental para a ciencia. Bacltster estava. ansioso para pu- blicar suas descobertas numa revista Câpccfahudm °XP°"d°'?5 assim à verificação crítica de outros cientistas. metodologia cientifica requer que uma reaçao_ registrada seia repetida por outros cientistas, em outros locais, um numero adequado de vezes. E isso tomava o problema mais dificil. Antes de mais nada, Backster descobrira que as plantas são capazes de logo acostumar-se tanto a determinadas pes- soas que nem sempre é possivel obter exatamente as mesmas reações com diferentes experimentadores. Incidentes como o "desmaio" ocorrido perante o fisiologista canadense davam às vezes a impressão de que o “efeito Backster", na verdade. era pura invencionice. O envolvimento pessoal. e mesmo o conhecimento prévio da hora de realização de uma experiên- Cta. não raro davam motivo de sobra para que uma planta "invocasse" e decidisse não cooperar. lsso levou Backster à conclusão de que bichos submetidos a uma cruel vivissecçâo talvez captem os internos de seus torturadores e assim pro' duzam para si - apenas para terminar com o suplício 0 “m5 “Pldãmenle possivel - os próprios efeitos desejados. 33'75"' “$055” que. mesmo quando ele e seus colegas. m'. m” de “Pera, discutiram um projeto qualquer as plantas- tres salas adiante podiam - ' - . ser afetadas pelas imagens aparen “mm” 3M” POr sua troca de idéias. cat| ceüçnzlàsae eqntãoêclarapara Backster a necessidade d* humano_ o prum ? ja ¡ãenta de qualquer envolvtmpn: desenvolver seu 1 na e_ser todo automatizado¡ 3 _ p “m” ° 3935919031' o equipamento indISWF “vel à °¡p°ñê“°¡3 PETÍGÍÍI. Backster levou dois anos e meto 26 c consumiu vários milhares dc dólares, fomecidos em parte pela Fundação Parapsicológica, instituição então presidida pela falecida Eilccn Garrett. Diversos cientistas. especializados cm diferentes disciplinas, sugeriram um elaborado sistema dc controles experimentais. O teste finalmente escolhido por Backstcr foi matar célu- las vivas. com um mecanismo automático. num momento casual cm que ninguém sc encontrasse no escritório ou cm suas proximidades, e ver sc as plantas reagiam. Camarões de água salgada, da variedade vendida como alimento para peixes tropicais, foram selecionados por ele como vítimas sacrificiais. Era importante para o teste que as vitimas demonstrasscm grande vitalidade, pois já tinha sido notado que o tecido malsão ou a caminho da morte não mais age como urn estímulo remoto, não mais transmite mensagens de qualquer tipo que seja. Verificar sc os camarões estão em boa fonna é relativamente fácil: em condições normais, os machos dedicam metade de seu tempo a caçar e a cobrir as fêmeas. O dispositivo incumbido de liquidar esses playboy. : mari- nhos consistia dc uma pequena tigela que deveria despejá-los, automaticamente, numa panela de água fervendo. Um pro- gramador mecânico acionaria o dispositivo num momento selecionado ao acaso, impedindo assim que Backster ou seus assistentes tivessem conhecimento da hora exata da ocorrên- cia. Considerando-se a eventualidade de a própria ação do mecanismo ser registrada nos gráficos, previu-se a colocação de outras tigelas, sem camarões, que em momentos variados deveriam despejar apenas cena quantidade de água. _ Cada qual ligada a um galvanômetro, três plantas fica- nam em salas separadas. Um quarto galvanómetro, ligado a uma resistência de valor fixo, indicaria as possíveis variações causadas por intermiténcias no fomecimento de energia ou P0? perturbações eletromagnéticas ocorridas perto ou dentro da_ área da experiência. A mesma luz e uma temperatura Uniforme seriam mantidas para todas as plantas, as quais, vindas de uma fonte exterior, por precaução adicional. quase nao senam manuseadas e esperariam a hora da prova em zonas delimitadas com antecedência. Devido a suas folhas grandes e vistosas, capazes de não rem prejuízo com a pressão dos eletrodos, foram selecio- as para a experiência plantas da espécie Philadendron sofre nacl 27
  15. 15. ' 'e seriam sub- máculo científico¡ a hipó- Adequâd" ~ ¡onnular era : t de que existe uma tese que Backsterpretendla _ . .da m¡ VM, da¡ phmms_ . - ' o dd"" . PW-"Wwrãç . d: :axial pode servir de estimula remo- ¡JW 0 34"' "w _ea capacidade percep- ramenrz localizado Para demo/ mf: :J _ d l PCICCPÇGO ü¡ p 0h10.? é pod", comme"" q vimento humano. I enderuemente do enVD , www ma” ' ntais mostraram que as plantas . - “ one dos camarões "agrm fone e , me ' a automgltizado de controle, indicou_que essa reação se processam consistentemente na proporçao de cmco para um contra as possibilidades do acaso. __ _ Uma descrição pormenonzada_ de_ toda a experiencia e seus resultados constou de um ensaio cientifico publicado, no inverno de 1968, no volumeX do Tite international Journal o¡ Ppyapssehalogy, com o utulo"de Evidencta sobre a per- oepçao pnmana na vida_ vegetal . competia _agora a outros cientistas venftcar se senam capazes de repetir a expenencia de Backster e obter os mesmos resultados. _ Mais de 7000 cientistas mostraram-se interessados em retmpressões do texto sobre a pesquisa original de Backster. Em mais de vinte universidades norte-americanas. não só Cientistas. como também estudantes. revelaram-se dispostos a repetir as experiências de Backster, tão logo pudessem obter ° “WPWGBIO necessário'. Algumas fundações inclinaram-se 3.1.9395" “V” 95915535- A gundo imprensa que a prin- crpro ignoram o ensaio de Backster. deixou-se' possuir r uma febril excitação sobre o caso a partir do momento : :n que a_ National Wildlife assumiu o risco de ubl' fevenuode 1969' um anigo Pioneiro of t d P Ical'. em moção_ m¡ todo o mund . _a o espertou tanta °- que secretárias e donas-de-casa começaram a conversar com s tras lamas Mamma" se tomou familia P e o nome Draeaena o - - - . qu' m” mlnsava os leitores era a idéia de que um 3 Bodom relatou - d¡ M” "M II-I upar a': .›za', "'°°' q' “Mu e local: dessa: universidades, : eu: mu¡ , »mm r ¡m4! de estranhos. au¡ que tenham realizado no »romano que mdhãrâíiivagvefsguãrgcxügofíu-xodn a ponderação. 28 carvalho trcmcssc ; i aproximação de um lcnhador ou que uma cenoura entrasse cm panico 'atuando visseuunr coçum_ tuga", do por seu turno que» . tp icaçocs do_ efeito Backster' ao diagnostico medico. ;t mvesttgztçuo criminal e a campos como a espionagem _eram por dcmatx fantasmas, os editores da NGUOIMIÍ Plrlrilae preferiram nato mais tocar no assunto. A feVlSld pedi( al M orld . Nennt, em 21 de março de l969, comentouoluc Íànalmcntc as pesquisas* sobre n percepção cx- lra-scnsorlbarãodram cncÍontrnr-se na imrncncru dc conquistar a respeita ll a ctcnti rca que os estudiosos dos fenomenos psrqêtco; pãocuragn enà vcíaohdesde l88-. quando lot 'fundada em &Itilmgmgha 813:: : te¡ ntamca de Pesquisas Psrquicas". . a _ 'r : Re nolds Babcok sediada um ãfhçmwo da Fundac” M? ” doyNorte concedeu uma me? dmÍlon-Salcm. na Camlma Backster 'continuasse suas plesâuisfts. 93;: balho indica a possível existência de uma forma primária de comunicação instantânea entre todos os seres vivos a qual transcende as leis físicas atualmente conhecidas nós e ISSO merece uma_tnvestigação mais cuidadosa", ' Backster foi assim capaz de investir em equipamentos mais caros, inclusive cletrocardiógrafos e eletroenceíalógralos ¡Eíãstes apairelhos. usados normalmente para medir as emissões e ricas o coraçao e do cerebro. apresentavam a vantagem de nao fazer com que a corrente passasse pelas plantas um- tando-se a registrar a diferença em potencial descarregada P°l'_ elas. O cardíógrafo capacitou Backster a obter leituras ma ' ' ' . . rs senstvets que as do poltgrafo, o encefalografo deuqhe resultados dez vezes mais [réis u d 1 Um fato casual haveria de ? eia-lã aatfrilrccãm d quisas totalmente diverso. Uma tarde, ao quebrar acer: : 2323:: : 5.1:. 1:" a seu »bem um¡ reação visam: : P &iâlttaas dlrgadas_ a poligrafos mamfestara do fato. Curioso para desíiolfriibiutntrlezc. observou a repettçao “nündo, Backster ligou-o a um galvgnônatsdt; u em esta; 3° P515): escuta. ma v” mms rante nove hor - - . do ovo, cuja ¡nqüênáfgzltvedum grafico pormenoneado po¡ minuto _ eo “dial ua a entre 160 e 170 batidas brião de galinha já Cop; três ao ritmo cardíaco de um em- o ovo em quam) no ou quatro dias de incubação. - entanto. tinha stdo comprado na 29
  16. 16. não podia estar fertilizarlo. Mais ssecandoo, Backster surpreendeu- vcr que ele não continha nenhum tipo de estrutura : Fskífcücuiausña à qua] atribuir a pulsação. Esse pesquisador ¡ . . . pouco convencional. uma vez mais. parecia ir ter a um _campo de força situado fora dos limites de nosso conhecimento ' tífico atual. m" sobre o mundo em que acabara de A única indicação _ ingressar foi dada a Backster pelas surpreendentes experien- * ener ético realizadas com plantas. árvores, :êíêsnhokllflãrx e atégmesmo células. na Escola de Medicina de Yale. nu décadas de 30 e 40, pelo falecido Prof. Harold Sexton Burr, experiências essas que só agora começam a ser reconhecidas e compreendidas. A essa altura, Backster abandonou temporariamente suas experiências com plantas para explorar as implicações de suas descobertas sobre o ovo. as quais. ao que tudo indicava, pode- riam interessar de perto às pesquisas sobre a origem da vida - e dão assunto de sobra para um novo livro. mercearia mais ? Wilma °. tarde quebrando o ovo e di As plantas podem ler sua mente Enquanto Backster desenvolvia suas experiências no leste dos Estados Unidos_ um diligente pesquisador químico, em- Pmüdo da_lntemational Business Machines em Los Gatos. 2:, ,SÍ"Ê; ":; "àfFSÚaÚQ a ; lar um curso sobre "criativi- aceim a “uma” _e cientistas de IBM. Só depois de ter m¡ enommade cenas' que Mame] Vogel se deu conta de com” Mm' cüvidadcgugtoes 'nao lhe saiam da cabeça: ' que e uma pessoa criativa? Para respond 1 Padre Vpcêí' que dum” *m* 93mm Par¡ 3°' minários de duas 'horas e a cschVer um roteiro para doze se- um desafio definitivo pagâuêe: : asleu entender. representariam A¡ incumbe¡ do 11H05. Própm V°8el no reino da criatividade tema. Dez anos mais tarde, Luminescéncia nos líquidos e nos sólidos e . sua aplicação prática era publicado por Vogel em colaboração com o Dr. Peter Prmgsheim. da Universidade de Chicago. Dois anosdepois. Vogel constituía em San Fran- cisco sua propna_ firma, chamada Vogel Lumineseence. a qual se tornaria lider no campo. Em quinze anos de ativi- dade, a firma desenvolveu uma infinidade de novos produtos: a cor vermelha vistzrnasótelas de televisão. cravou: fluores- centes; rotulos para_ inseticidas; um aparelho à base de "luz negra" para detemiinar. pela inspeção de sua urina. a pista secreta de roedores _em porões, esgotos. cortiços; c : is cores psicodélicas popularizadas pela moda dos posters. Em meados da década de S0, cansado de suas tarefas administrativas rotineiras. Vogel vendeu a companhia e passou a trabalhar para a IBM. Aí foi capaz de se dedicar integral- mente à pesquisa. estudando fenômenos magnéticos. aparelhos óptico-eletncos e sistemas de cristais líquidos, desenvolvendo e patenteando invenções de significação fundamental para a armazenagem de infonnação em computadores e recebendo premios que adornam as paredes de sua casa em San José. O momento decisivo no curso sobre criatividade dado por Vogel na IBM surgiu quando um de seus alunos lhe deu “m °x°mPlaf da revista Argory com um artigo sobre o tra- balho_ de Backster intitulado "As plantas tem emoçõesT'. A P"m, °¡'3 T°3Çã0 de Vogel foi jogar a revista no lixo. Ê: $°“°'d°ald° _que Backster era apenas mais um charlatão entanto; nao vzlilia a pena perder tempo. Addéia, no V l . cou marte ando em sua cabeça. Alguns dias depois, oge releu cuidadosamente o artigo e sua opinião mudou P01' Completo. . Lld° _em Voz alta para os participantes de seus seminá- SÍ°SÊ3°FNISO suscitou gracejos e curiosidade. Mas, finda a com ; üaâtgeâàt-; e à detàisão unânime de fazer experiências - esm 4 para Vogel' mmunicanãalliíté u: : alurilo_ telefonou mais tarde m, meu", _ _ q o u timo numero de Popu- o diagramgutàfe se refena ao trabalho de Backster e incluía que um_ _instrumento chamado "psicanalisador", cantava e amplificava as rea ' d | ° consumo por menos de 25 dóg: : as P amas e Podia ser vb el . . . . . @em allgugltgdàuassuzaltiiizrâna enà tr? grupos e desafiou-os a o¡ semháños. nenhum d 9003 e aclrster. Ao terminar-em Os grupos tinha conseguido exito. 31
  17. 17. m, Vo el comunicou que c . ' hegara 'i 3]. Por 5:3 VcZ. $:1%seç: ::¡¡3dos ge Backster. passando u demons. guns OS m5 “ do vão ter suas folhas tas ressentem quan _ irar como as pla" Pcm amas a ameaças ou a mos um 3m“_'°”fm5.' wmgogggseçgm queimadas ou desenraizadas e de V135:: ?entre elas V089' 5° mdagava pm que “mm só m' come ' . _ moto, demonstram interesse por chave” sutesso' Quan: : lgicar o funcionamento da mcntc lud0 qllag: ãevorpar livros de mágica. espiritualismo : iugiÃIÊ-a hjzgóúca_ chegara a dar demonstrações públicas como um hiPnmludm adçlesccntc: l ente la teori' d Vogel deixara-. sefasftlnaf Pamw_ a"" _ _ . _d _e Mesmcr sobre a existencia de um ÍltIàdO UIIIVLÃSÀ ttJlO @qri- librio ou dcsajuste explicana a sau e c af Cltíínfd-*h* 0° -iS idéias de Coué sobre a auto-sugestao e sua : e açaohcom o pano sem dor c o auto-aperfeiçoamento; pe os postu . idos de vários autores sobre a "energia pslqulca 3 um @m0 POPU- m-¡udo por Carl Jung. o gual. embora diferenciando-a da energia física. acreditava-a incomensiirável. " Vogel supós que a "energia psiquica , caso realmente existisse. deveria ser armazenável como as outras formas _de energia. Mas em quê? Olhando as numerosas substancias químicas enfileiradas nas prateleiras de seu laboratóno na mM, ele se perguntava qual delas poderia ser usada para conter tal energia. Em seu dilema, recorreu a uma amiga espiritualmente bem desenvolvida. Vivian Wiley. a qual examinou as subs- tâncias postas diante dela e declarou que, no seu entender. nenhuma era capaz de oferecer solução para o problema de Vogel. Este sugeriu à amiga ignorar as idéias preeoncebidas que ele tinha sobre as substâncias químicas e lançar mão de qualquer coisa que porventura a intuição lhe ditasse. Vivian Wiley pegou duas folhas de uma saxifraga, colocando urna delas em sua mesa-decabeceira e a outra na sala. "Todo dia. quando me levantar", informou a Vogel, "vou olhar Pa" a mu” Que está na minha cabeceira e pensar positiva- 'àmme Pa" que ela continue a viver; mas não darei atenção outra. Vamos ver o que acontece. " em Efevmé* “P015, Vivian pediu a Vogel que fosse à sua custou a ggrnmáqumê para fotografar as folhas. V080¡ mu” a que sua amigaqzâolllàle. Flácida e já toda amarelada. a ra atenção começava a desmle' 32 gnu-sc. Mas a outra ainda estava verde eradiautemente cheia de vida, como sc ziciibasse de ser traaidai do jílfdllll. Aigum poder parecia desafiar ; is leis naturais. mantendo ; i folha em estado saudavel. interessado em saber . se . seria capaz de chegar aos mesmos resultados que sua amiga, Vogel apa- nhou três folhas dc um olmo defronte de seu lahoratiõriiw, ¡cyando-as para casa e colocando-as numa placa dc vidro ao lado de sua cama. Diariamente, antes do cafe'. Vogel fixava o olhar nas duas folhas da beirada, exortaindo-; is com carinho a permanece- rem vivas; mas ignorava por completo : i folha que pusera no centro. Dentro dc uma semana, cla já estava . seca. As outras duas. ainda verdes. apresentavam porém uma aparencia saudá- vel. Para maior surpresa de Vogel. os pcdúnculos das folhas vivas pareciam ter cicatrizado as feridas quc . se tinham aberto quando eles foram destacados da árvore. Vivian Wiley con- tinuou suas experiencias e mais tarde mostrou a Vogel a folha de saxífraga que guardam viva c verde por dois meses, en- quanto a outra se mostrava completamente dcsidratada c escura. Vogel se convenceu de tcr visto em ação o poder da "energia psíquica". Já que a força do pensamento podia ga- rantir a conservação de uma folha além do tempo normal. começou a imaginar quais seriam seus efeitos sobre os cristais líquidos, tema de um estudo intensivo que preparava então para a um. Microscopista tarimbado, ele documcntara o comporta- mento dos cristais líquidos, ampliando-os ate' treaentas vezes, em centenas de slides coloridos que. quando projetados. nada ficam a dever às obras de um talentoso artista abstrato. Ao bater esses slides. Vogel se dera conta de que "relaxando a mente" ele ficava apto a perceber uma atividade que não era visualmente revelada no campo microsoópico. A respeito, comentou o seguinte: "Coisas que escapavam a outros começaram a se revelar a mim no microscópio. Não era com a visão ocular, mas sim com a visão da mente, que É" as via. Lima vez consciente delas, fui levado por alguma ? m3 suPtnor de compreensão sensória a regular as condi- °°°5 de hi1. de modo a tomar os fenômenos regularmente Wmptiveis ao olho humano ou a uma câmara". V°8el havia chegado à conclusão de que os cristais são 33
  18. 18. ~ ' ' - de existência por tado sólido _ ou ítslc? . levados a ug; Giãmgcns aéreas de energia pura que antecipam Pré-sfglííljt: Posw que as plantas captavam as intençoes de os - um ser humano - a de queima-las, por exemplo _, Vogel f' u absolutamente convencido de que o intento produzia ico ' ' al uer. um campo ¡enecigtircibilij : otando que o trabalho microscó- _ No ou carta a mam; pane do tempo, Vogel abandonou pico lhe ! QUIS com Punta; Mas quando um artigo sobre o suas Pim: : o Dr. Gina Cerminara, psicólogo e autor de um iie-: :áhãipular sobre o vidente Edgar Cayce, foi publicado no Mercury de San José e transmííidl) P373 ° '““"d° Pela Associated PressiiVogel, [Êiãlegiâgoapãlrgsãggne para prestar ' ' u-se es - mnêãgãgíg. .. então que, para poder observar com preci- são os efeitos dos pensamentos e emoções humanas sobre as plantas, teria primeiro de aperfeiçoar a técnica de fixação dos eletrodos nas folhas, de modo a eliminar as freqüências ele- tromagnéticas casuais, :em: o ruípo tdos : ilspirarglores (fdp: da vizinhan a, as uais, an o cons an emen e on em a a espúrios, efam cãlpazes de impelir a ponta a derivar pelo gráfico e tindtàam imríosto a Bagster aaicautelcaiie dá: : : :r a madruga para evar a ca a m ona - nencias. Vogel descobriu ainda que as respostas dos filodendros com os quais trabalhava variavam bastante, ora em clareza, ora em rapidez, e que não só as plantas como um todo. mas também suas folhas, revelavam possuir uma individua- lidadc. uma personalidade única. As folhas suculentas, com “m3 3113 Pefcentagem de água, eram as melhores, enquanw as dotadas de uma grande resistência elétrica tomavam o trabalho particularmente difícil. As plantas pareciam atraves- sar fases de atividade e inatividade, ora altamente responsivas. na dependência da hora do dia ou do dia do mês, ora "lerdas" ou ' citumas". Para certificar-se de que nenhum dos efeitos regislrad°5 era devido à má afixação dos eletrodos, Vogel obteve uma substancia mucilaginosa - composta por uma solução d° ÍFWW» tnsrossada com goma de iram”, e sal -. P¡"°°' . _:__. _à_ 30'35"* à 'MWM auumliano (Eucalyptus dlversicolor). (N- 34 lando as folhas com essa pasta antes de aplicar-lhes eletrodos de aço inoxidável cuidadosamente polidos que medium cerca de uma polegada poríunia c meia. Ao endurecer ao redor das terminações dos eletrodos, ;i substância em (iuestào selava suas faces num interior úmido, eliminando virtualmente a variabilidade de produção de sinais que ocorria sempre quc as folhas eram comprimidas por eletrodos comuns. Graças a esse sistema. o gráfico pode dar : i Vogel uma linha homogê- nea essencial, sem oscilações. Tetido eliminado as influências casuais, Vogel deu início a uma nova série de experiencias, na primavera de 1971, para ver se era capaz de estabelecer o momento exato em que um filodendro entrasse em comunicação rcgístrável com um ser humano. Com um filodendro ligado a um galvanómetro que produzia uma linha homogênea essencial. ele se pôs diante da planta, muito à vontade, respirando fundo c quase a to- cando eom as mãos espalmadas. Ao mesmo tempo, passou a dar-lhe demonstrações de afeto tão intensas como as que dedicaria a um amigo. Toda vez que o fazia, a ponta respon- sável pelo gráfico descrevizi uma série de oscilações ascen- dentes. Por outro lado, Vogel sentia de modo bem distinto, na palma das mãos, a presença de uma espécie de energia que emanava da planta. Três a cinco minutos depois, as novas manifestações de emoção por parte de Vogel já não provocavam reação na planta, que parecia "ter descarregado toda a sua energia" em resposta aos primeiros apelos. A interação do filodendro e Vogel pareceu-lhe análoga à do encontro de amantes ou amigos íntimos: a intensidade da resposta mútua. num caso ou noutro, evocava um acúmulo de energia que finalmente se gastava e tinha de ser recarregado. Vogel e sua planta, como Perfeitos amantes, haviam se impregnado de contentamento ° “lema por um longo momento. Num viveiro botânico, Vogel descobriu que, para reco- nhecer uma planta particularmente sensível, bastava-lhe passar as maos sobre um grupo até sentir uma ligeira sensação refres- ga"? seguida pelo que ele próprio descreve como uma série c: “pulsos elétncos, indicadores de um campo de força. nsnmtmlcksler. Vogel notou que continuava a obter uma dos? idas_ plantas a medida que_ se distaneiava delas, pon- em Prtmciro fora de casa, depois na esquina e finalmente seu laboratóno em Los Gatos, a 13 quilômetros. 35
  19. 19. - lantas a um mesmo . . v V c] Ii ou duas p Noutra eXPenencla' : :ãha dge uma delas. A outra planta . ma _ › medmor, arrancando (lilo à companheira, mas so o fez quando , cagu ao dano causa alemão , abre ela. Se ele arrancava Vogel concentrou sua m ignorando a segunda. a res- . ' ' plan _ uma folha da pnmeira V0 e] e a planta fossem aman- . - ' ha. Era 00H10 5° 3 posta nao Vln ' passantcs até quc a de pmça, alheios 305 tes num banco ' e do outro. alert? ” 4° “m deles se íersiraesíperiêncií' »Wii infeãi' que - ormas c mc ita ão °5 mestres da me da log: fêrttjtenüggsdas influências perfura profunda, como o zen. n “ando em estado mcdítaúvo. Um badoraã q” Os 'odeiam q blcr então dessas pessoas um darmnccfalógraío pode q totalmente diverso dc quando Conllmm d° “das ccrcbms l' adas ao mundo das Preo- "35 SÉ "WfãÉÊÇümÊFÃÍLIÉÊ-rlst: alifida mais claro para Vogel : :gaâgcscãgdlolconcentrado de atenção. ld: su: partrêhpãriàtiía tomar~se um elemento integrante e regu a il” t° “od '. ; ido para controlar suas plantas. pru: Em¡ 3 Peleezãñ: : despertada da sonolencia para a sensitivi a e. C350 mão do seu estado normal de consciencia e recorressc at; que parecia ser uma parte extraconsciente de sua mente, ai oca- lizando o desejo exato de que? Plan** Êbmçmlda 9°' um crescimento saudável, fosse feliz e' se sentisse amada. l_)esse modo, o homem e a planta pareciam estar em interaçao e, como uma unidadcei, captaxensações de teventosçnour com lementares esse t o, que se omava _ atraifés da planta. O processo de sensibilizar a si mesmo 6 à planta, no entender de Vogel, poderia levar de uns poucos minutos até meia hora. Solicitado a descrever o processo em detalhe, V939¡ 4°' clarou que primeiramente tranqüiliza as respostas _sensoriais de seus órgãos corporais, tomando-se depois consciente de um relacionamento energético entre ele e a planta. Uma_ VCZ_ m2' quistado um estado de equilíbrio entre os poteárlclgls 31': : ' trioos de ambos - ele e a lanta -, essa j n 9 sensível aos ruídos, 'a temperagura, aos campos elétncoô 11?: mais que a rodeiam ou a outras plantas. Responde 3P°“” u V086'. o qual, com efeito, entrou em sintonia com ela - ° talvez simplesmente a tenha hipnotizado. to _ Vogel. sentindo-se a essa altura suficientemente 352m; aceitou um convite para fazer tuna demonstração Piúma 36 A partir de sua PTÔ uma planta. Ligada a um medidor. num programa di: televisão em San Francisco, uma planta deu uma ilustração viva dos diversos estados que se sucediam na mente dc Vogel. desde a irritação causada pelas perguntas de um entrevistador até a serenidade que se estabelecia quando Vogel entrava em harmoniosa intercomunicação com ela. Para o produtor do pmgrama E você quem pede, da 'rv . mac, Vogel demonstrou umbém as respostas da planta a seus pensamentos, ou aos de outra pessoa, incluindo uma súbita descarga de emoção violenta. a seu comando, seguida pelo ato de fazer com que a planta se acalmasse e voltasse a reagir normalmente ao meio. Convidado a falar a audiências que sc encontravam a par de suas experiências, Vogel disse cnfaticamente: “Não há dúvida de que o homem pode se comunicar. e de fato se comunica, com os seres vegetais. As plantas são objetos vivos. sensitivos, enraizados no espaço. Podem ser cegas, surdas e mudas, do ponto de vista humano, mas estou abso- lutamente convencido de que são instrumentos de alta sensi- bilidade para medir as emoções do homem. As plantas irra- diam forças energéticas que nos são benéficas e que podemos sentir. Elas se alimentam em nosso próprio campo de força, o qual, por seu tumo, as reabastece de energia". Os índios americanos, segundo Vogel, tinham uma perfeita noção de tudo isso. Sempre que necessário, trilhavam o caminho da mata. Ai'. com os braços estendidos, encostavam-se no caule de um pinheiro a fim de adquirir seu poder. Ao começar a demonstrar a scnsitividade das plantas a "estados de atenção" diferentes da compreensão ordinária que a maioria dos homens costuma chamar de consciência, Vogel descobriu que a reação de observadores hostis ou céticos P941¡ causar estranhos efeitos sobre ele. Dando atenção às atitudes negativas que emanavam de uma audiência, notou Ser capaz de isolar os indivíduos responsáveis por elas e de combater sua influência com a respiração controlada que aprendem na prática da ioga. Feito isso, desviaria sua mente, com a_ mesma facilidade de quem apena um botão, para “mlulmngem mental. mande sentimento de hostilidade, de negativismo, numa au- comul: . comenta Vogel, uma das maiores barreiras à mai. 'ligaçao efetiva. Neutralizar essa força é amadas tarefas cais em demonstraçoes públicas de expenências com 37
  20. 20. › o a planta e o equipamento lantas. Fracassando-Setrmrsessêoga até que um novo »vincula c n30 Í¡ entram em P0"? . . ~ ~ tabelecidü" _ -. 5mm possa . ser es SSC dc ^ que eu at. : como um . - -- gut . "Tudo . nd-ca. P") lanta ao mundo cxlctiut, .- tadeumaP _ __ timo qu°. "'“"" a "lãpzfla dc modo n fm' °°'" 9"” “5 PW Posso N83": m: diminuem mutuamente rcsv°ll5'vas« C4"- soas e a 93"” - há em mim. sou capaz , ener ia que . rcgandolã Plam" com a g 'tividade para esse tipo dc dc levá- a a C5 "uam" "mÍmÊÂLme compreender quc não trabalha E °xlmmamenâ uma seja a de uma inteligência 5“P°"h° _que a resposta? ) m: : sim que a planta se tornc uma ¡“°'°m° a 'cms Vega ' 'cL assim, que alguém entre em ~ . E ssiv , .mensãi, gggiagíampopçlaíoelétrico da planta ou. atraves dele. inicia sos mentais e as emoções de outras pessoasi" com agrl-. rloíezsncluiu então que uma FÇTW Yllal- _Riu flllilfla uma “d” : r “m” "L: :'. :v: ::: :si”p: ,:: .:; s plantas. os bichos e os seres umanos. _ n _ _. uma pessoa e uma planta se convertem num so. Essa unici- dade é que toma possível uma mútua sensitividade, permi- tindo ' a nas que o homem e a planta se comuniqucm, mas tiilnailzémpeque se registre num gráfico. através da planta. essa comunicação. " Como suas observações indicassem a existência de um intercâmbio. se não mesmo de uma mescla ou fusão de ener- gias. quando a planta e o homem comungam, Vogel passou a se perguntar se um individuo excepcionalmente sensitivo não poderia entrar numa planta, tal como é dito do místico alemão do século xvi Jakob Boehme. o qual. quando jovem, se iluminar¡ e se descrevem capaz de ver em outra dimensão. _Boehme afirmou-se capaz de olhar para uma planta em crescimento e subitamente. por um ato de vontade. confun- dF* 00m Cla. ser pane dela, sentir sua vida "lutando em @M50 ã luz". Disse ainda que podia partilhar as ambições “M105 da planta e "rejubilar-se com uma folha que alegre- mente crescia". um glzçglageyeogaet foi visitado em San José por Debbie Sapp, n . . sua capacidade deeentcaaitaeda que logo o impressionou pt: u" filodendro w m comunicaçao instantanea co quando . como demonstrado pelo equipamento. @um a planta estava inteiramente calma. ele lhe pel'- sein mais nem menos: "Será que você pode entrar 38 nessa planta? " Debbie Ícz que min com ; i cuheç. : c xcu rmto assumiu uma exprcxxàn dc rcpnuxo, do: dcxligiimenttn tutiil. como ; c ela CQIIVCHNC muito longe. num tiiiivcrsu quc não u nosso. No medidor. a pnnlu começou imediatamente ; i traçar um padrão mtdulaittãrin, revelando : i Vogel que : i planta rece- bia uma quantidade invulgar de energia. Debbie, mais tarde. tlcxcreveu por escrito o iacontccidn' Vogel pediu qm' ou relatam' c' nu' PFOHVUSSL' no ! ilu- dendro. Muitas coisas xi* passaram (lesde qui' mi' decidi a atendé-lo. Comecei por me perguntar como poderia vxatarricnti* rn- trar numa planta. Tomei a tlcrisárx nmsrivnte de deixar qui' a imaginação me levasse o logo me ri entrando no caule, por uma passagem em . rita bow. M) interior. |'l as válidas em movimento, a água que subia pelo caule, t' mv deixei arrastar por esse fluxo. Aproximando-me das folhas estendidas, em minha i'ma~ ginação. senti que era gradualmente impeltda de um mundo imaginário para um dominio . cobre o qual eu já náo tinha controle. Não me ocorriam imagem mentais, mas sim um sentimento de que eu preenchia e me tomava parte de uma larga superfície expansiva. So' como pura conrciéncia. a meu ver, é que isso poderia ser descrito. Senti-me aceita e positivamente protegida pela planta. Mas não havia noção de tempo; apenas, em termos de exis~ tência e de espaço, um sentimento de unidade. Sorri espon- taneamente e me deixei . rer uma só com a planta. Vogel me mandou então relaxar. Quando ele disse isso, percebi que eu estava muito cansada, mas tranqüila. Toda a minha energia tinha ido para a planta. Vogel. que se mantivera observando o gráfico. notou uma_ parada brusca quando a moça "saiu" da planta. Em : :casiões posteriores, voltando a “entrar" na planta, Debbie 01 Capaz de descrever o aspecto interior de suas células, bem como sua estrutura, em detalhe. Notou especificamente : me um dos eletrodos tinha causado uma queimadura grave dlllltta folha. Ao retira-lo, Vogel viu que a folha em questão. ° amv 051393 quase perfurada. com: : Partir de então, Vogel tentou a mesma experiência ezenas de outras pessoas, instando-as a entrar numa 39
  21. 21. ' terior as células indivi- determinada folha e Obsfryulgcggsilsllentes , da unidade celular, dllllã. inclusive a orgmmçâo detalhada das moléculas _ . ' guinte con- - éncias. V033¡ mm' a se de mu. De tais em" ara células individuais em : .. podemos nos desloeapzgàéncia de nosso cmd” de nosso eçágiàsdínodos_ Algum dia isso talvez espín . . : Xplitàlecaàdã: gnzzíaãumn planta c analisar que parte sofre r * demonstrada quwd° “m “M” d” m' m' dela 0¡ , ' ra a televisão um filme Sexta-Feira Santa de 19331,. : ¡raesalãzcitígggãd e do Dr. ,rom Mon_ “mantêm u “pe” ano já trabalhava com elc. ' ' de um : :atolado-seem : Wonka : mas dois pesquisadores notaram que ¡ “um ¡ se¡ (amada não estava dando resposta. Vogel pediu a Montelbono para verilicar se havia algo de errado d , Em de ir inspccíoná-los, Mon- : :Íboüixizçãopartmwígrtga : :is téenilfãs da CBS, continuou sentado onde : :lava e. após um momento de concentração, 'QQUDCIOU ter descoberto o problema: algumas celulas avana as, no direito superior da parte ddeutpia folha a_ qua¡ folra lixado tim eletrodo. estavam inte enn o com o circui o c c- trico. N¡ presença dos homens da televisão, os eletrodos l foram removidos e patenteou-se que a folha tinha sido afetada no ponto exato que Montelbono indicam. Sabendo que, em nossa espécie, a infância é a etapa mais itnime a idéias preooncebidu. Vogel passou a ensinar a crian- ça o metodo de intenção com as plantas. De início, pede-lhes pm_ sentir uma folha e descrever sua temperatura, consis- tência e textura pormenoriudnmente. Depois, deixa-as brincar i vontade com as folhas, dobrando-as. alisando-as de ambos °' “BUG ldquirain uma noção perfeitamente clara de me resistência. Quando as crianças se dispõem a descrever- "3- u m a¡ sensações que têm, _Vogel lhes pede . -_ m das folhas_ e tentar sentir uma forca ou . F atum delas. Muitas crianças descrevem uma "É Mínimo fonniganiento. - 1' *Vkml* (lili II cantigas mais envolvidas no que * hwslmento. ele dizia: “Agora relaxe . . z-ot-tnml-iá-da-cá da energia. Quando . ..coillpiilnmpuuamâo por cima da folha, sem encostar nela. bem devagarinho. para cima e para baixo". Seguindo as instruções, os jovens cxperimentadores podiam facilmente notar quc. quando abai- ¡avam as mãos. as [olhas também se : ibziixnvzim um pouco. Com a repetição continuada desse gesto. as folhas come- çavam a oscilar. Valencia-se dc ambas as mãos, os experi- mentatlorcs eramrmesmo capazes de fazer com quc toda a planta trerncssc. A medida que _ganhavanidconlfiançcc Vogel os cncorajava a sc a ash-trem mais e mais a p etnia. “Esse treinamento básico", explica Vogel, “visa a desen- volver uma perccpçzio mais intensa dc uma força quc não é visível. Estabclecida essa percepção, as crianças se dão conta de que podem lançar mito dessa forca. " Os adultos. no entender de Vogel. não são tão bem suce- didos quanto as CÀIlílnÇ35._0 que o leva a suspeitar que nem todos os . cientistas scrao capazes de repetir em labora- tório as eitperiencias nlenBackster ou as suas. certo que fracasscm , afirma ele. caso abordam a experimentação de modo mecanicista c nào entrem em comunicação total com suas plantas. tratando-as como amigas. Antes de iniciar os testes, é fundamental livrar-sc dc todas as idéias preconce- bidas. " Um Vogel que, embora tivesse trabalhado por meses. não atraíra um só médico da Sociedade Psíquica da Califór- nia, com efeito, comunicou o resultado positivo. 0 mesmo se deu com um dos mais renomados psicanalistas de Denver. "Centenas de pesquisadores do mundo inteiro hão de se sentir tão frustrados e dcsapontados quanto esses homens". garante Vogel, "até entenderem que a empatia entre planta e homem ê a chave caprenderem a estabelece-la. Nenhuma Vgníicação de laboratorio provará nada até que as experiên- cias seiam feitas por observadores adequadamente treinados. 0_ desenvolvimento espiritual é indispensável. Mas isso VII de encontro à filosofia de muitos cientistas, que não se dio conta de que uma experimentação criativa requer que o “Ptnmenrador . re torne parte da própria experiência. " Tal ponto de vista acentua a diferença de abordagem “n” V086¡ e Backster. indicando talvez que o que Vogel “Nikita é um tipo de controle liipnótico sobre as plantas, . p"'° q” P3P¡ Backster o importante é que as plantas, _ . _ ; absolutamente sozinhas, tenham uma reação normal ¡vfwvlltiq ambiente. 981 afim¡ que. mesmo quando uma pessoa 6 capaz 41
  22. 22. resultado nem _sempre , ed positivo. _. _ um psicologo clinicã (que o _ ~ - com rovar . i vcraci ; i c de (ora visitar_ com a tnul: “ã; g¡§§sse ufna forte emoção num su3$ P°“l'"sas í 13V¡ a quase cinco metros de distancia. mmkpdro que sf safar uma reação instantânea e intensa. a Depois de mamã” "apagou". lndagado por Vogel sobre Phma' bmwamc ' te o psicólogo respondeu quc uc llie passara pela men . . o q cnlalmcnlc a planta de Vogel a um filodendro wmpiramrómno tinha em casa. julgando a do amigo muito qu: fo: :Lui: A planta de Vogel sentiu-se de tal modo ofen- : gçànem seuslsentimentos", que passou todo o resto do dia negando-sc a dar qualquer resposta; durante quase duas se- manas. na verdade. ela ficou emburrada. Vogel se convenceu de que as plantas têm uma aversao concreta por determinadas pessoas ou. mais exatamente. pelo que por acaso ocorre a tais pessoas pensar. Diante disso. Vogel considerou a possibilidade de algum dia se ler. através de uma planta. o pensamento de um homem. Algo de semelhante. com efeito. já tinha acontecido. Vogel pedir¡ a um fisico nuclear que "trabalhasse" mental- mente nuin problema técnico. Enquanto o homem pensava, íimpâanstcañtetedzoíealirãgisstrgâalnâiomedidor. dpor lllt8 segurlidqls, . ' o ra a o v básica. Vogel comunicou ao cientista qu: este tizihzuinferifojmñ pido seu pensamento. O amigo concordou, camaxw* “mm” d°P°lsi intrigado em saber se realmente m PYOCCSSO no gráfico, através da planta. Vogel l' 'i ' ' 5°” °“ 3° i'm** quc pensasse na mulher. A planta entrou d° “°V° 'm 3050. gerando dessa “ganda V N _ _ vez um traçado de 105 diante me. ?ãcmlãixou-se dominar por essa cena espantosa: t um¡ planta. 0 _ ' - id tificar tecnicamente ener ias dcñzlgãaâcfçlaurrneffiqtegohgmanzfr bem como de traduzi-logs c : BE-¡uIá-'BS num mecanismo ainda _não desenvolvido. O pen- samento de uma tarde inteira. assim. pode ser tornado ex- . . . . phmuâecebendo cm sua casa um grupo cético de psicólogos. médicos e programadores de coiriptitadorcs. Vogel permitiu- lhes inspecionar seu equipamento. _a _cata de truques e dis- positivos ocultos em cuja existencia insistiam. pedindo-lhes depois que se sentassem em circulo e convcrsassem, para ver que reações a planta sena capaz de captar. Por uma hora, o grupo falou seguidamente, abordando os assuntos mais variados. e a planta praticamente nao deu resposta. Quando todos 'á estavam convencidos de que tudo não passava de uma trlipeaçáo, um deles sugeriu: "Que tal falar de sexo? " Para surpresa geral, a planta deu sinal de si c a ponta que traçava o gráfico começou a oscilar ferozmente. Isso levou à hipótese de que a simples menção de sexo era capaz de impregnar a atmosfera com algum tipo de energia sexual. como o "orgônío" descobeno e descrito pelo Dr. Wilhelm Reich. e de que os antigos ritos de fertilidade. durante os quais as pessoas tinham relações sexuais em lavouras recen- temente semeadas, poderiam ter de fato estimulado o cresci- mento das plantas. A planta reagiu também a histórias de horror contadas num quarto escuro onde apenas uma vela crepitava, parecen- d_o dar maior atenção a passagens como: "A porta da miste- nosancabana na floresta começou a abrir-se lentamente", 0"! De repente apareceu na esquina um estranho homem tlügvtàtntuoma faca na mao". _ ou"ainda: "Charles curvou-se e evidênclila ; tampa do caixao . Para_ Vogel, isso era uma nação" conveigtildo: 13:3:: 2:10:23; trtrããoseigeeiigzã. I o a ¡ordgfçalííülxmlhdíi fiãico 3o Instituto de Pesquisas Stan- pma lesmmunhmá cgnvi ot| i dogel e cinco outros cientistas amando um ovo de : su ta ps a que havia chegadoco. E. , aparelho desenvà iso a ao e etropsicômetro, ou medidor d¡ Cientologia AhmdVI_ POr L. _Ron Hubbard, o fundador ~ açao do medidor E é quase idêntica à do Paio al' -- . . . de : :aülõiafgeqãgggel utilizara de inicio com seus alunos m medidma ff tentou demonstrar que o ovo ligado ãzília quando outro ovo fosse quebrado. Mas, 43
  23. 23. e ovos_ nada aconteceu. _VogcL então embora' q" “mon para tentar e pos a mao so n; um pediu liccrlüaãdãsc com ele exatamente. como : iprcndcra -_. ow_ rclacion com suas Piantas. Num minuto. :i : igulha do se relacionar émco do medidor E começou : i sc m0,. ” - m . mostrador galiano ponto. Vogel recuou uiis tres me. . 'xou num _ _ _ 4 e Ílllalnaiãfàllfdãceílfxhando as maos, conseguiu (doer com que tros c. ullia girasse. Putliotf c vários outros presentes tentaram a as ¡odos fracassaram. o meàmmoããculo da agulha_ que já se admitiuiosse afetado @lenda da Pci. ; humana coneetadaa eletrodos, é co. pela _resis Raposa Galvânica Epidermicai, ou RGE. Como “hílzilgástxrjo ¡êm pele, no sentido humano. 0 termo para 35 . - Res osta Psico-Galvà ' o efeito sobre elas foi mudado para P mea. po. . . °u RaA pa", diz Vogel. "existe nao apenas. nas plantas, mas em todm as tomas vivas. A ação diretiva da meme foca essa energia e. sob comando. descarrega a força numa 55m d, “maços que podem passar atraves de vidro, de metais e outros materiais. O que sao elas? Ninguem até agora sabe. " _ Na Rússia, Nina Kulagina, pessoa dotada de poderes parapsicológicos. é capaz de mover a agulha de uma bússola sem toca-Ia, embora tenha de manter as . mãos bcm perto do instrumento. Feitos ainda mais impressionantes foram de- monstrados na Universidade de Stanford. especialmente por Ingo Swann, homem de extraordinária sensitividade que atri- bui seu sucesso a técnicas aprendidas pela Cientologia. Usando apenas sua força de vontade. Swann foi capaz de afetar um mecanismtvquese encontrava num dos locais mais inviolá- veis da_ universidade - uma galeria subterrânea protegida P01' hêho liquido e impenetrável a qualquer comprimento de : :H3 Oonlêeeido do espectro_ eletromagnético -. surpreen- ° ° °° _'5'°°5 'WC presenciaram a realização de um feito a seu ver impossível. V080¡ Ínz uest' ' -- - Punta; 'l ao de [usar que as expenencias co_ni bmssc “'55 &wcmnofiléñlgg pensamento focado", diz ele, "pode ter um m: “um “M00 sobre o corpo de uma pessoa que se encon- Ínuffeúmmr mma¡ WPEHOI'. caso ela deixe suas emma* 44 A seu ver. só quem esteja gozando dc perfeita saude física deve envolver-se com plantas ou qualquer' outro tipo de pesquisa psíquica. Embora nao o_ tenha podido provar. Vogel suspeita queluma dieta especial de legumes, frutas, castanhas c nozes, rica em sais minerais c proteinas. capacita o corpo a produzir o tipoidc energia necessario . a tal trabalho. "o dispêndio de energia e enomic". afirma. "e isso exige uma boa nutrição. " ' lndagado sobre como as energias superiores. como o pensamento. operam eventualmente nos corpos físicos dos organismos vivos. Vogel informa que passou a especular agora sobre as estranhas propriedades da água. Como cris- tzilógrafo. interessa-se pelo fato de que, ao contrário da maioria dos sais, que tem uma temia cristalina, amostras de gelo glaciario revelam possuir mais de trinta formas dife- rentes. "Vendo-as pela primeira vez". diz ele, "um leigo poderia julgar-se diante de um grupo de substâncias dife- rentes. E estaria certo. a seu modo. porque a água é de fato um verdadeiro mistério. " Considerando que todas as formas vivas têm uma alta percentagem de água, Vogel arrisca a hipótese - acentuando porém que ela se encontra ainda longe de scr uma verdade estabelecida -- dc que a vitalidade de uma pessoa deve estar de algum modo relacionada com o ritmo da respiração. Cer- tas cargas se acumulariam, segundo sua hipótese, à medida que_ a_ agua circula pelo corpo e através dos poros. O primeiro lndlClO de Vogel, a esse respeito, foi dado pelo fato de algumas pessoas dotadas de poderes parapsicológicos terem perdido vános quilos durante sessões em que despenderam : recarga vital ou psiquica. _"Se pudéssemos pesar, em longa mas": :: Êta-Inpeôsáigaielenxolvida com pesquisas psíquicas. veria- . que em cada caso ha uma perda de pe” o" “m3 PCM¡ de água. como de resto ocorre com 965801313 _que se submetem a dietas drásticas. " 313 0 ue houve - pesquisas co: Plantas lrãnoifuturo¡ Vogel acredita que suas cimento de vem d o e auxiliar o_ homem no reconhe. Vendo “m l 3 95 P01' ¡01180 tempo ignoradas. Desenvol- amalment Pes _equipamentos de treinamento, como o qu. ; d e projeta' N13** capaz de ensinar as crian s a eicamgar°m 5"” 911109563 e observam ' ça uma mensurável_ m os efeitos de ma- IlAs u . cnançãs poderão assim aprender a arte de uma, ... 45
  24. 24. descarregam uma tic- _ . exatamente q” di¡ V034- O' : agããmia no espaço toda vez que um pensa- nienda força ° do que elas são seus pensamentos, mem? lhtíasmtcéfnmooãfibàgá-Ios para aprimorar seu desenvol- $3b°“¡° ' iritual. . - l emocional e CSP . vimentà : :ligam Pau', não é um truque para ajudar as ~ 'ticas tal como uma tomarem videntes ou mis . pessoas a se - ' Ite Vogel “mas . . edu ondas cerebrais . mSI* . maquina para m . Par¡ “um as crianças a se tomarem simples r' honestos Slln 'messzmfanãã' a ¡esumh- a importância de suas pesquisas | dj o seguinte: "Boa parte dos males e ãomolêlirairliifntovããevidassprovém da incapacidade de descarre- ; ãm a; forças e tensões que há em nosso íntimo. Quando Em¡ P550¡ nos rejeita, indignamo-nos interiormente e alena- M0410! a essa rejeição. Isso gera uma tensão que, como há tanto tempo mostrou o Dr. Wilhelm Reich, fica contida em nós como tensão muscular e, se não for liberada. esgota o cam energético do corpo e altera sua química. Minhas pes- quisgso com plantas indicam um caminho para a liberação". Para Marcel Vogel, as plantas abriram novos làorizontes. O reino vegetal parece capaz de captar mensagens e intento, benigna ou maligno, cuja verdade intrínseca se perde quando traduzida em palavras - capacidade comum aos homens. mas a qual, atualmente, eles não têm acesso. Dois jovens estudantes de psicologia humanística c filo- sofia hindu da Califórnia, Handall Fontes e Robert Swanson, Já se dedicam a levar adiante as investigações de Vogel. Usan- do uma aparelhagem sofisticada emprestada pelo pesquisador d¡ IBM. fizeram uma série de descobertas tão surpreendenteS qu» a despeito de sua juventude, receberam equipamentos e auxílios de conhecidas universidades para que possam S# “nm” mais nos mistérios da comunicação vegetal- a u; primeira descoberta de Fontes e Swanson, totalmente 03m m' “H3 quando um deles notou que os boceios 4° “am “amados por uma planta. em forma de ondas mmêticas. Em vez de considerar o fenômeno como 'impm' : :Éh °' Úilüqisetudegntes decidiram-se a explorar o indício- _ antigos texto hi d b 'o 91°' “Nado era tido como um meio sde : É: pfssotacegansadñ recarregar- de ; mw- . . . . pregnçheñro "à" “W813 vivificante que supostamcn” 46 Com a ajuda do Dr. Norman Goldstein, professor de biologia na Universidade Estadual de Hayward, na Califór- nia, Fontes partiu depois para a descoberta de um potencial eletrico propagado de célula em célula numa espécie de filo- dendro. o que deu uma forte indicação da presença de um sistema nervoso simples até então insuspeito. Em conseqüên- cia, foi convidado a dirigir, na Fundação para a Pesquisa Cien- tííica [limitada, em San Antonio, no Texas, um projeto sobre os efeitos da consciência humana em organismos vivos. En- quanto isso, Swanson colabora na criação de um centro con- sultor de parapsicologia na Universidade John F. Kennedy, em Martinez, na Califórnia, onde um de seus objetivos é descobrir com exatidão quais as pessoas capazes dt: afetar telepaticamente as plantas. Plantas que abrem portas em ee ronica e est Paterson, em 113:¡ : mlk que por _acaso ouviu Backster ser entrevistado vw¡ iãdograima de radio por Long John Nebel. Paciente in- h_ B_ a percepção extra-sensonal e do fenômeno do lpntotismo remoto, Pierre Paul Sauvin sentia-se indistinta- men e a vontade quer no "reino da arte" . . . . , áü . . _ quer no dominio gama) dãrãngfÉhanas : raças sobretudo ao fato de ter tra- e a Intcãaüogalnâselgerggiàilfes ãgrçiríhias, lclomo a Aerospace Intimado por Long John ue es! ” ' . . mem- ¡ _ _ - m cetico profissional _ a uàsrãêffn? ? : IS áutllldades práticas de sua descoberta “do a idéia emu. ; dica ria nals plantas, Backster sugeriu de encontrando-se em territgqe so #dos de um? guerra na selva' tas locais para que das a '_1° Perlzoso, _podenam ligar as plan- ç os me” . slssem como indicadores de forças" 313331!! contra qual ll 3114:" uma mi” que realmenilemilelxfiflíãada' M3!” você _ perua", mm B u. “'“_ P51 Ogo em ackster a Long John, imagine uma planta "utmmemad p" . _ nando-o na la at"" “m ttenzmho elétrico. impulsio- 'd humana. " a e na volta apenas sob o comando da emoção 47
  25. 25. ' 'déia podia en› u, co prática, a I u _ __ aâgçlícopã: Sauvin como um dispositivo . andem e “citou-o de tal modo queelc não d, ,ggposta àansi angolana¡ ; cu reduto de celibatano, num teve dúvida ; a o , ao Passaic, em verdadeira caverna de pod! ? q” ° . . . . Merlin eletrônicltera que muitos de seus vislumbres c ideias Sauvin asse ' ' 'cos como se . rreram em lamP°l°5 PSW" ' de invenl0$ u” °°° . « ' ' dados _ _ m¡ ue nao raro capta os agtsse ; ggfawymmãleuiriltlo semqcompreender totalmente seu n°535 ' m o todo e que e então - - ' mo se relacionam co v principio. Ou °° -v ' detalhes. . . - . . , signs para obter maiores Ievadoainqlllm “m” usando «a : uamwzazrnsstrssatzz? 'ie-descarga' “uma w331i; 627 000 volts através de seu mm' saum @paz de lâmpada em forma °°'P° ° 3'"" mdmw-"wme um Em t'bua aura¡ dc rosca, cheia de hélio, _que serve como uma a ultra eletrônica, com seus anéis escuros fluindo nutna Gun: : um direção em resposta às perguntas dele. Desenvo veufll m0 sistema garantido para hipnotizar quem quer que 367% mes a os mais recalcitrantes, o qual consiste cm colocar a pesso sobre uma plataforma instável. num quarto escuro, expondo-a às oscilações de uma luz multicor que acaba por lhe causar a perda do equilíbrio. _ _ Com toda essa experiência exótica, Sauvin nao levou muito tempo para fazer com que um trenzinlio de bnnqued° corresse e manobrasse nos trilhos, impulsionado apenas Pdf” pensamentos e emoções que ele transmitir¡ a uma planta¡ Não só teve êxito ao demonstrar o fenômeno perante um auditono de sessenta pessoas, em Madison, Nova Jersey. como também Íoi capaz de acionar e parar o trem à vontade sob as 111135 de Kliegl de um estúdio de televisão. A medida que andava, o trenzinlio acionava uma CM” conectada ao corpo de Sauvin. de modo a dar-lhe um ch0<l“° t” . '°“°- 0m chave. colocada à frente dos trilhos, esta' limbo", 5m? " cantar-sc no JW” ° nômetm Sauna c vimva a chave¡ mannbrandc: o trenz-inhá). O pnsximo passo de Sauvin era simplesmente fcmbáar-sc sensação _de receber o choque e proieta-Ia . i im t. que . i planta acionassc a_ChaV3- _ __ 1 . _ f, . d De ha muito interessado por parapsico ogia t. .iscina o Petas implicaçocs psioologicasalc uma planta ãesràonsiva dO pensamento e a 3 maior PTCOCUptlQAÍ) 3U'Vln cria aperfeiçoar um dispositivo bem simples quc permitisse . i qua - quer pessoa, mesmo inexperiente, ativar uma planta. Para os objetivos de Sauvin¡ pouco importava sc uma planta era ou não racional ou sensitiva, contanto que ela pudesse captar seu sinal emocional e acionar a chave. Fossem as plantas "cons- cientes" ou não. Sauvin estava convencido de quc tinham um campo de energia análogo ao gerado por um scr humano e de que a interação desses dois campos poderia ter dc algum modo uma aplicação prática. O problema era desenvolver uma aparelhagem tão sensível a ponto dc aproveitar o fenô- meno de modo absolutamente seguro. Manuseando as infinitas revistas especializadas que pas- savam por sua mesa de redator técnico da ITT. Sauvin inte- ressou-se a fundo por uma série de artigos sobre circuitos eletrônicos incomuns e armas exóticas, publicados por um misterioso escritor chamado L. George Lawrence em Popular Electronics. intrigado pelo aperfeiçoamento. por parte dos | '“S§0$. de sistemas de orientação animal para treinar gatos a pilotarem mísseis ar-ar diretamente sobre o objetivo, o autor “Ptbculava, manifestamente com intenção semelhante. sobre a possibilidade de plantas serem treinadas para responderem à Presença de objetos e imagens selecionados. Ci rcularam boa- : Svdle _que Lawrence seria um alto funcionário governamental ? Vldo em pesquisas de segurança e escrevendo sob pseu- mmo. mas na verdade ele é um engenheiro nascido na E“'°P3: @it-professor de artes audiovisuais no San Bemardino Wicca. na Califómia, de pesquisas. dinge atualmente seu próprio instituto cadoslfâtllimente. os componentes para circuitos tao sofisti- à venda no me , mm baraussimmü embora requeresse ma- mwm ho màis. se_ elevaria a milhares de dólares devido ¡nádimm 30,28: e mao-de-obra altamente especializada que re o custo. Do tempo em que trabalhara para o '“° °"8°"”°¡'° de especificações. cumprindo um 49

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