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Compromisso com a Consciência
Liberdade Natural O homem nada pode sozinho. Todos necessitamos uns dos outros. Desde que haja duas pessoas juntas há direitos a respeitar, e não terão elas, portanto, liberdade absoluta.
Há  um lugar no qual gozamos de uma liberdade absoluta, e do qual somos senhores absolutos, sem restrições. Fica dentro de nós mesmos; é o pensamento. Pelo pensamento gozamos de “liberdade absoluta”; podem impedir sua manifestação, mas nunca aniquilá-lo.  E somos responsáveis pelos nossos pensamentos perante Deus e perante mais ninguém.
Consciência  O que é consciência? é um pensamento íntimo, que pertence ao homem, como todos os outros pensamentos. É uma recordação intuitiva do progresso feito nas precedentes existências  e das resoluções tomadas pelo Espírito antes de encarnar, resoluções que ele, muitas vezes, esquece como homem.  (108), cap. 3, i. 127)
A consciência é a voz secreta da alma, que aprova ou reprova nossas ações; é o sentimento do que passa em nós, no mais profundo de nosso coração. Segundo o Espiritismo, os estados de consciência, que estão impregnados pela totalidade afetiva fundamental da alma, representam, na vida espiritual, os graus de evolução espiritual da personalidade  e são prontamente reconhecidos na totalidade da aura bem como na densidade do corpo espiritual.  Isso se deve ao fato de o corpo espiritual ser muito mais psíquico que somático.
Quanto mais nos moralizamos, tanto mais desenvolvida teremos nossa consciência; com mais facilidade a ouviremos. É a Justiça Divina dentro de nós... Consciência vigilante é Deus conosco...
O que dizer daqueles que se julgam no direito de entravar a liberdade de consciência? A liberdade de consciência, a liberdade de pensar, é uma das características da verdadeira civilização e do progresso. Os que assim procedem, faltam com a lei de caridade e conduzem o homem à hipocrisia; só Deus tem o direitos de julgar a consciência. Toda crença é respeitável quando conduz o homem ao bem; e escandalizar seus adeptos é faltar com a caridade e desrespeitar a liberdade de pensamento.
Livre arbítrio É a liberdade que cada um de nós tem de praticar seus atos de acordo com sua consciência. E por isso nosso livre-arbítrio nos confere a responsabilidade plena de pensar e agir.
O corpo carnal pode influir sobre nosso livre arbítrio? Pode. Todavia possuímos faculdades morais e intelectuais com as quais controlamos nossos impulsos instintivos. Os nossos bons ou maus impulsos  ou tendências, provém do Espírito e não de nossos órgãos materiais; e nossa inteligência movida pela nossa vontade, pode controlá-los. Agora, quem se dedica unicamente a vida material, se embrutece e não pensa em se premunir contra o mal e torna-se faltoso, porque age segundo sua vontade.
“  A Obra Espírita se afirma pelo sentimento, se funda no sentimento e tem por finalidade a educação do sentimento das massas”
Consciência Culpada É sempre porta aberta à invasão da penalidade justa ou arbitrária. Aliviando a consciência pesada EM VEZ DE PASSAR A VIDA SE CHICOTEANDO, QUE TAL SUBSTITUIR A CULPA, ESSE SENTIMENTO TÃO DOLOROSO E DESTRUTIVO, POR UMA PALAVRINHA: COMPREENSÃO?
A alteração das faculdades mentais tira ao homem o seu livre-arbítrio? “ Aquele cuja inteligência está  perturbada por uma causa qualquer perde o domínio de seu pensamento e desde  então não tem mais liberdade.  Essa alteração é frequentemente uma “punição”que o próprio espírito causou a si mesmo. A entidade espiritual que sofre esse constrangimento tem perfeita consciência, e é nisso que está a ação da matéria.
E o maus atos que um embriagado pratica sob a ação do álcool, é ele responsável? “  Duplamente responsável; porque um bêbado se priva da razão voluntariamente e, assim, em lugar de uma falta comete duas:  o vício e o crime.
E a posição social, não é as vezes, um obstáculo à inteira liberdade de ação de uma pessoa? “  Na verdade, o mundo tem suas exigências e Deus, que é justo, a tudo leva em conta, mas nos deixa a liberdade de fazer esforços para superar as dificuldades.”
Fatalidades Ela não existe senão pela escolha feita pelo Espírito, ao encarnar-se, de sofrer esta ou aquela prova; ao escolhê-la, ele traça para si mesmo uma espécie de destino que é a própria consequência de sua posição em que se encontra. Geralmente são entidades espirituais que anseiam por experiências de resgates, visando a recuperação de suas consciências, onde ainda se encontram gravadas, as repercussões dos deméritos passados.
Fatalidades Estão relacionadas com as provas de natureza físicas, porque no tocante as provas morais e as tentações, o Espírito, conservando o seu livre-arbítrio sobre o bem e o mal, é sempre senhor de ceder ou resistir. Um bom espírito, ao vê-lo fraquejar, pode correr em seu auxílio, mas não pode influir sobre ele a ponto de subjugar-lhe a vontade. Um espírito inferior, pode abalá-lo ou exagerar um perigo físico. Pode abalá-lo ou assustá-lo, mas a vontade do Espírito encarnado não fica por isso menos livre de qualquer entrave
E aqueles que parecem ser perseguidos por uma fatalidade. Nada lhes dá certo. Kardec responde: “ As idéias justas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a vencer ou fracassar, segundo nosso caráter e nossa posição social. É mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir os nossos fracassos à sorte ou ao destino do que a nós mesmos. Se  a influência dos Espíritos contribui algumas vezes para isso, podemos sempre nos subtrair a ela, repelindo as idéias más que nos forem sugeridas”.
A única ventura real que existe na Terra, a felicidade incorruptível que os bandidos não usurpam, e Deus  valoriza, que o tempo não destrói, e os vermes não corroem(...) é a pureza da consciência, é a satisfação íntima por não haveres transgredido nenhum dos teus deveres morais, sociais e espirituais!
 
O Dever É a obrigação moral, primeiro para consigo mesmo, e depois para com os outros. O dever é a lei da vida: encontramo-lo nos mínimos detalhes, como nos atos mais elevados. O dever do coração fielmente observado, eleva o homem.
Mas , onde ele começa e onde ele acaba? O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou tranquilidade do vosso próximo, e termina no limite que não desejaríeis ver transposto em relação a vós mesmos. O homem que cumpre o seu dever ama Deus mais que as criaturas, e as criaturas mais que a si mesmo; é a um só tempo, juiz e escravo na sua própria causa.
Que  todos nós possamos interrogar as nossas consciências sobre os nossos próprios atos, se não violamos a lei de justiça, de amor e caridade, se não cometeu o mal, se fez todo bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar de nós, enfim, se usa de empatia para com seu semelhante
...Quem assim se esforça em proceder, estará no caminho para ser um homem de bem, agindo de acordo com os compromissos de sua consciência... FIM

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Compromisso Com A Consciência

  • 1. Compromisso com a Consciência
  • 2. Liberdade Natural O homem nada pode sozinho. Todos necessitamos uns dos outros. Desde que haja duas pessoas juntas há direitos a respeitar, e não terão elas, portanto, liberdade absoluta.
  • 3. Há um lugar no qual gozamos de uma liberdade absoluta, e do qual somos senhores absolutos, sem restrições. Fica dentro de nós mesmos; é o pensamento. Pelo pensamento gozamos de “liberdade absoluta”; podem impedir sua manifestação, mas nunca aniquilá-lo. E somos responsáveis pelos nossos pensamentos perante Deus e perante mais ninguém.
  • 4. Consciência O que é consciência? é um pensamento íntimo, que pertence ao homem, como todos os outros pensamentos. É uma recordação intuitiva do progresso feito nas precedentes existências e das resoluções tomadas pelo Espírito antes de encarnar, resoluções que ele, muitas vezes, esquece como homem. (108), cap. 3, i. 127)
  • 5. A consciência é a voz secreta da alma, que aprova ou reprova nossas ações; é o sentimento do que passa em nós, no mais profundo de nosso coração. Segundo o Espiritismo, os estados de consciência, que estão impregnados pela totalidade afetiva fundamental da alma, representam, na vida espiritual, os graus de evolução espiritual da personalidade e são prontamente reconhecidos na totalidade da aura bem como na densidade do corpo espiritual. Isso se deve ao fato de o corpo espiritual ser muito mais psíquico que somático.
  • 6. Quanto mais nos moralizamos, tanto mais desenvolvida teremos nossa consciência; com mais facilidade a ouviremos. É a Justiça Divina dentro de nós... Consciência vigilante é Deus conosco...
  • 7. O que dizer daqueles que se julgam no direito de entravar a liberdade de consciência? A liberdade de consciência, a liberdade de pensar, é uma das características da verdadeira civilização e do progresso. Os que assim procedem, faltam com a lei de caridade e conduzem o homem à hipocrisia; só Deus tem o direitos de julgar a consciência. Toda crença é respeitável quando conduz o homem ao bem; e escandalizar seus adeptos é faltar com a caridade e desrespeitar a liberdade de pensamento.
  • 8. Livre arbítrio É a liberdade que cada um de nós tem de praticar seus atos de acordo com sua consciência. E por isso nosso livre-arbítrio nos confere a responsabilidade plena de pensar e agir.
  • 9. O corpo carnal pode influir sobre nosso livre arbítrio? Pode. Todavia possuímos faculdades morais e intelectuais com as quais controlamos nossos impulsos instintivos. Os nossos bons ou maus impulsos ou tendências, provém do Espírito e não de nossos órgãos materiais; e nossa inteligência movida pela nossa vontade, pode controlá-los. Agora, quem se dedica unicamente a vida material, se embrutece e não pensa em se premunir contra o mal e torna-se faltoso, porque age segundo sua vontade.
  • 10. “ A Obra Espírita se afirma pelo sentimento, se funda no sentimento e tem por finalidade a educação do sentimento das massas”
  • 11. Consciência Culpada É sempre porta aberta à invasão da penalidade justa ou arbitrária. Aliviando a consciência pesada EM VEZ DE PASSAR A VIDA SE CHICOTEANDO, QUE TAL SUBSTITUIR A CULPA, ESSE SENTIMENTO TÃO DOLOROSO E DESTRUTIVO, POR UMA PALAVRINHA: COMPREENSÃO?
  • 12. A alteração das faculdades mentais tira ao homem o seu livre-arbítrio? “ Aquele cuja inteligência está perturbada por uma causa qualquer perde o domínio de seu pensamento e desde então não tem mais liberdade. Essa alteração é frequentemente uma “punição”que o próprio espírito causou a si mesmo. A entidade espiritual que sofre esse constrangimento tem perfeita consciência, e é nisso que está a ação da matéria.
  • 13. E o maus atos que um embriagado pratica sob a ação do álcool, é ele responsável? “ Duplamente responsável; porque um bêbado se priva da razão voluntariamente e, assim, em lugar de uma falta comete duas: o vício e o crime.
  • 14. E a posição social, não é as vezes, um obstáculo à inteira liberdade de ação de uma pessoa? “ Na verdade, o mundo tem suas exigências e Deus, que é justo, a tudo leva em conta, mas nos deixa a liberdade de fazer esforços para superar as dificuldades.”
  • 15. Fatalidades Ela não existe senão pela escolha feita pelo Espírito, ao encarnar-se, de sofrer esta ou aquela prova; ao escolhê-la, ele traça para si mesmo uma espécie de destino que é a própria consequência de sua posição em que se encontra. Geralmente são entidades espirituais que anseiam por experiências de resgates, visando a recuperação de suas consciências, onde ainda se encontram gravadas, as repercussões dos deméritos passados.
  • 16. Fatalidades Estão relacionadas com as provas de natureza físicas, porque no tocante as provas morais e as tentações, o Espírito, conservando o seu livre-arbítrio sobre o bem e o mal, é sempre senhor de ceder ou resistir. Um bom espírito, ao vê-lo fraquejar, pode correr em seu auxílio, mas não pode influir sobre ele a ponto de subjugar-lhe a vontade. Um espírito inferior, pode abalá-lo ou exagerar um perigo físico. Pode abalá-lo ou assustá-lo, mas a vontade do Espírito encarnado não fica por isso menos livre de qualquer entrave
  • 17. E aqueles que parecem ser perseguidos por uma fatalidade. Nada lhes dá certo. Kardec responde: “ As idéias justas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a vencer ou fracassar, segundo nosso caráter e nossa posição social. É mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir os nossos fracassos à sorte ou ao destino do que a nós mesmos. Se a influência dos Espíritos contribui algumas vezes para isso, podemos sempre nos subtrair a ela, repelindo as idéias más que nos forem sugeridas”.
  • 18. A única ventura real que existe na Terra, a felicidade incorruptível que os bandidos não usurpam, e Deus valoriza, que o tempo não destrói, e os vermes não corroem(...) é a pureza da consciência, é a satisfação íntima por não haveres transgredido nenhum dos teus deveres morais, sociais e espirituais!
  • 19.  
  • 20. O Dever É a obrigação moral, primeiro para consigo mesmo, e depois para com os outros. O dever é a lei da vida: encontramo-lo nos mínimos detalhes, como nos atos mais elevados. O dever do coração fielmente observado, eleva o homem.
  • 21. Mas , onde ele começa e onde ele acaba? O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou tranquilidade do vosso próximo, e termina no limite que não desejaríeis ver transposto em relação a vós mesmos. O homem que cumpre o seu dever ama Deus mais que as criaturas, e as criaturas mais que a si mesmo; é a um só tempo, juiz e escravo na sua própria causa.
  • 22. Que todos nós possamos interrogar as nossas consciências sobre os nossos próprios atos, se não violamos a lei de justiça, de amor e caridade, se não cometeu o mal, se fez todo bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar de nós, enfim, se usa de empatia para com seu semelhante
  • 23. ...Quem assim se esforça em proceder, estará no caminho para ser um homem de bem, agindo de acordo com os compromissos de sua consciência... FIM