Mente, Caráter e Personalidade 2 (MCP2)

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Mente, Caráter e Personalidade 2 (MCP2)

  1. 1. Mente, Caráter ePersonalidade 2 Ellen G. White 2007 Copyright © 2012Ellen G. White Estate, Inc.
  2. 2. Informações sobre este livro Resumo Esta publicação eBook é providenciada como um serviço doEstado de Ellen G. White. É parte integrante de uma vasta colecçãode livros gratuitos online. Por favor visite o website do Estado EllenG. White. Sobre a Autora Ellen G. White (1827-1915) é considerada como a autora Ameri-cana mais traduzida, tendo sido as suas publicações traduzidas paramais de 160 línguas. Escreveu mais de 100.000 páginas numa vastavariedade de tópicos práticos e espirituais. Guiada pelo EspíritoSanto, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da fé. Outras HiperligaçõesUma Breve Biografia de Ellen G. WhiteSobre o Estado de Ellen G. White Contrato de Licença de Utilizador Final A visualização, impressão ou descarregamento da Internet destelivro garante-lhe apenas uma licença limitada, não exclusiva e in-transmissível para uso pessoal. Esta licença não permite a republica-ção, distribuição, atribuição, sub-licenciamento, venda, preparaçãopara trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utilizaçãonão autorizada deste livro faz com que a licença aqui cedida sejaterminada. Mais informações Para mais informações sobre a autora, os editores ou como po-derá financiar este serviço, é favor contactar o Estado de Ellen G. i
  3. 3. White: (endereço de email). Estamos gratos pelo seu interesse epelas suas sugestões, e que Deus o abençoe enquanto lê. ii
  4. 4. iii
  5. 5. Prefácio Nos dias de Ellen G. White (1827-1915), estava em sua infância a Psicologia — ciência que estuda a mente e suas faculdades e funções. No entanto, através de seus escritos aparece uma distinta filosofia, na qual são descritas claramente as linhas mestras dessa ciência, conducentes à saúde mental. É propósito desta compilação reunir, para conveniente estudo, as declarações de Ellen G. White, nessa área vasta, importante e por vezes controversa. Os Adventistas do Sétimo Dia e outros, que têm a convicção de que Ellen G. White escreveu sob a influência do Espírito de Deus, muito prezam essa guia num campo tão importante, numa época em que as escolas de pensamento psicológico são várias e mutáveis. Foi já demonstrada a sanidade dos pontos de vista de Ellen White no campo da fisiologia, nutrição e educação, assim como em outras áreas. Não há dúvida de que, à medida que progridem as pesquisas em relação à psicologia e saúde mental, mais firme se estabelecerá sua reputação quanto a expor sadios princípios de psicologia. Para os crentes adventistas esta obra, Mente, Caráter e Personalidade, suprirá muitas respostas. Estamos certos de que, à medida que se vai desdobrando a verdade, as posições aqui assumidas apelarão mais e mais a todos os leitores pensantes. Nessas circunstâncias, o aparecimento ocasional de expressões como: “Eu vi”, “Foi-me mostrado”, “Fui instruída de que”, não só serão compreendidas, mas serão bem-vindas pela certeza que proporcionam de que os conceitos apresentados se originaram com[IV] Aquele que deu forma à mente humana. Coligindo esta matéria nos escritórios dos depositários das pu- blicações White, nenhuma tentativa se fez para selecionar trechos que apóiam pontos de vista advogados por várias autoridades nas áreas de Educação e Psicologia. Não aparecem aqui nenhuns pontos de vista mantidos pelos compiladores. Ao contrário, procurou-se permitir que Ellen White propusesse livremente seus pontos de vista. iv
  6. 6. Isso se conseguiu transcrevendo da vasta bagagem de suas publi-cações, escritas através de seis décadas, tal como se encontram emlivros e opúsculos existentes ou esgotados, seus milhares de arti-gos em periódicos e os volumosos manuscritos e correspondênciaarquivados nas caixas fortes do escritório. Grande parte de Mente, Caráter e Personalidade apresenta prin-cípios diretrizes gerais. De permeio, suplementando, há advertênciase conselhos práticos referentes ao relacionamento entre professor ealuno, pastor e membro da igreja, médico e paciente, pais e filhos. Em dezenas e dezenas de casos, os conselhos dirigidos a exe-cutivos, pastores, médicos, professores, redatores, maridos, esposasou jovens podem, na revelação das circunstâncias e dos conselhosdados, participar como que da forma de narrações. Convém daratenção ao princípio envolvido. É óbvio que Ellen White não escrevia como psicóloga. Não em-pregava a terminologia comumente usada hoje na área da Psicologia.Com efeito, o leitor deve compreender os usos que ela faz dos termos“psicologia”, “frenologia”, etc. O leitor inteligente, porém, ficaráprofundamente impressionado com a incomum intuição quanto aosprincípios básicos de psicologia evidenciados por esses escritos. Asdeclarações de Ellen G. White sobre as várias facetas da mente, seulugar vital na experiência humana, suas potencialidades e fatoresque levam ao seu ótimo funcionamento, reunidos em uma sequêncialógica, representam um ótimo acréscimo aos livros póstumos deEllen G. White. Essas declarações nos ajudam a compreender o queé o homem, bem como seu relacionamento com o ambiente terrestre,com Deus e com o Universo. Dez anos atrás, quando se iniciou o trabalho destas compilações,julgou-se que seu apelo mais amplo se faria sentir, especialmente,entre os estudiosos na área da saúde mental. Devido a isso seguiu-seuma classificação que tornasse facilmente encontráveis as declara-ções, aos que se ocupassem com áreas classificadas. Deve o pesqui-sador compreender que, conquanto se tentasse quanto possível evitar [V]redundâncias, umas poucas declarações importantes são repetidasem vários capítulos, pois o aluno as procuraria sob diferentes ver-betes apropriados. É claro que esta compilação é de interesse vitalpara todos os adventistas, assim como para seus amigos, pois todosestamos interessados em tudo que se relaciona com a mente.
  7. 7. A tarefa dos compiladores resumiu-se à seleção da matéria, dispondo-a numa sequência que lhes parecia lógica, e suprindo os títulos, inclusive os marginais que apresentam os itens escolhidos. Fez-se a tentativa de incluir todas as declarações essenciais sobre os assuntos apresentados, escritos através dos anos do serviço ativo de Ellen White, proporcionando assim a vantagem de considerar deter- minado assunto sob todos os ângulos, e apresentar a cobertura mais ampla possível. Assim fazendo, aparecem aqui e ali pensamentos repetidos, em linhas básicas gerais, que o leitor casual pode achar algo irritante. O estudante cuidadoso, porém, saberá avaliar cada frase que contribua para tornar claro o assunto considerado. Assim, Mente, Caráter e Personalidade é, por assim dizer, enciclopédico. Cada citação menciona a fonte, nos escritos de Ellen G. White, tornando possível que o leitor, em muitos casos, possa consultar o contexto original na íntegra. A fim de poupar espaço, emprega-se, ao referir a fonte, as abreviaturas comumente aceitas, dos escritos de E. G. White. Nas primeiras páginas deste volume se encontra a chave das abreviaturas. Em todos os casos se dá a data do escrito, ou de sua primeira edição. As fontes originais são dadas como referências primárias, e no caso de existirem ainda em forma de livro, aparecem as referências apropriadas. A indicação da fonte quando se refere ao Seventh-day Adventist Bible Commentary, são das declarações suplementares de E. G. White, que aparecem no final de cada um dos volumes do Commentary, ou no volume 7a do SDA Bible Commentary. A falta de espaço impediu a inclusão, nestes volumes, de alguns tópicos mentalmente relacionados, como “insanidade”, etc., para o que remetemos o leitor ao Comprehensive Index to the Writings of Ellen G. White. Esta compilação foi preparada nos escritórios dos Depositários dos Bens de Ellen G. White, sob a direção da Mesa Administrativa, como foi autorizado por Ellen White em seu testamento. Diversa- mente da maioria das compilações de escritos de Ellen G. White, foi[VI] primeiramente entregue à publicidade, em caráter provisório, sob o título de Guidelines to Mental Health, para estudo em salas de aula e para leitura crítica de educadores, psicólogos e psiquiatras adventistas. Foi desejo dos Depositários White que fossem real-
  8. 8. mente tomadas em conta todas as declarações relevantes aos tópicosapresentados, e que a disposição da matéria fosse aceitável. O favorável acolhimento por parte das salas de aula e de outrasentidades, assegura para esta obra um lugar junto aos muitos livrospóstumos de Ellen G. White. Publicada agora em duas partes, torna-se um segmento da popular Christian Home Library (Biblioteca doLar Cristão). Em sua forma presente, representa por assim dizer uma revisãodas seleções de assuntos e uma melhoria na ordem de seu apareci-mento. Acrescentou-se o capítulo intitulado “Amor e Sexualidadena Vida Humana”. Alguns acréscimos complementaram certos capí-tulos, e algumas supressões eliminaram repetições desnecessárias.A paginação é contínua através das duas partes, e os índices depassagens bíblicas e assuntos, de toda a obra, encontram-se no final. Que o nítido quadro do grande conflito entre as forças do bem edo mal, para controle da mente humana, possa servir de advertênciae esclarecimento a todos os leitores, e prover-lhes sugestões e orien-tação para a escolha daquilo que lhes dará guia seguro, assegurando-lhes a futura herança da vida por vir, é a sincera esperança da Mesa Administrativa dos Bens de Ellen G. White Washington, D.C. 22 de Março de 1977
  9. 9. Conteúdo Informações sobre este livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . i Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ivSeção 9 — Relacionamento entre corpo e mente . . . . . . . . . . . . . 41 Capítulo 39 — Necessária a ação harmoniosa da personalidade toda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 Misterioso inter-relacionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 A harmonia depende da conformidade com leis fixas . . . . . 42 Harpa de mil cordas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 Todos são parte de um todo perfeito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 Harmonioso desenvolvimento, tanto das faculdades mentais como das morais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 A falta da ação harmoniosa traz enfermidade . . . . . . . . . . . 43 Uma só faculdade debilitada, enfraquece o todo . . . . . . . . . 44 Cautela quanto ao excesso de trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 Conselho para alguém que usava de linguagem exagerada 45 A harmonia implica em esforço complementar (conselho a um marido) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 Propensões inferiores devem ser controladas . . . . . . . . . . . . 46 Saúde do corpo e do espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 Vida sadia favorece a perfeição do caráter . . . . . . . . . . . . . . 47 Mente, nervos e músculos devem trabalhar em harmonia . 47 A felicidade, fruto da ação harmônica de todas as faculdades47 Influência do regozijo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 Capítulo 40 — O corpo afeta a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 Íntima relação entre mente e corpo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 O esforço mental é afetado pelo vigor físico . . . . . . . . . . . . 49 Poder de discriminar entre o certo e o errado . . . . . . . . . . . . 50 Hábitos errados produzem conceitos distorcidos . . . . . . . . . 50 Hábitos físicos afetam o cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 Pedro e o relacionamento mente-corpo . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 Mau uso das faculdades físicas desequilibra o sistema nervoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 A ociosidade enfraquece o poder do cérebro . . . . . . . . . . . . 52 O trabalho manual relaxa a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 viii
  10. 10. Conteúdo ix O banho revigora o corpo e a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 Repouso e estimulantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 A mente em pacífico repouso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52Capítulo 41 — O regime alimentar e a mente . . . . . . . . . . . . . 54 O cérebro tem de ser sadio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 O cérebro suprido de vida e forças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 Resultados de fazer exibicionismo com as leis da natureza 54 Íntima relação entre o alimento e a mente . . . . . . . . . . . . . . 55 A condescendência, maior causa de debilidade mental . . . . 55 Mente confusa devido ao regime impróprio . . . . . . . . . . . . . 55 Pelo apetite Satanás controla a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 Os órgãos digestivos afetam a felicidade da vida . . . . . . . . 56 O vigor mental depende do corpo (conselhos a escritores e ministros) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 Horas irregulares e descuidada desatenção às leis da saúde 57 Sobrecarregar o estômago enfraquece a mente . . . . . . . . . . 57 A condescendência embota os mais nobres sentimentos do espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 Comer em excesso produz mente esquecediça, perda da memória (conselho a um gastrônomo) . . . . . . . . . . . . . 58 Comer demasiado embota as emoções . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 Restringir a variedade de pratos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 O plano de Deus para nós . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 A atividade intelectual diminuída por um pesado regime de carne . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 O que comemos diminui a atividade intelectual . . . . . . . . . 59 Comer carne e disposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 Conseqüências da carne de porco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 O comedor imprudente desqualifica-se para aconselhamento60 O café afeta as faculdades mentais e morais . . . . . . . . . . . . 61 O comer errado leva a pensar errado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 Embotado o alto conceito da expiação . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 Pensar demais no alimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Comer segundo o melhor juízo, e então ficar tranqüilo . . . . 62 Pessoas intemperantes não podem ser pacientes . . . . . . . . . 63 A dispepsia leva à irritabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 Alimento insalubre estupidifica a consciência . . . . . . . . . . . 63 Uma definição de temperança no comer . . . . . . . . . . . . . . . . 64
  11. 11. x Mente, Caráter e Personalidade 2 Evitar os extremos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 Capítulo 42 — A mente e a saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 A mente controla o homem todo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 A energia elétrica vitaliza todo o organismo . . . . . . . . . . . . 65 Poucos reconhecem o poder que a mente tem sobre o corpo65 Vítimas da imaginação enfermiça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 A mente impede a circulação (conselho a uma alma tímida)66 Fruto de uma mente descuidada, entregue a devaneios (conselho a uma jovem senhora) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 A saúde sacrificada aos sentimentos (conselho a uma senhora de vontade forte) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 Doença mental causada por línguas não santificadas (comentários sobre o falecimento da esposa de um executivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 A mente sobrecarregada prejudica a saúde . . . . . . . . . . . . . . 68 A atividade mental produz saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 A força elétrica do cérebro resiste a enfermidades . . . . . . . 68 Descontentes lamentações trazem doença . . . . . . . . . . . . . . 69 Atitude de desassossego, deprimente à saúde (conselho a uma senhora perturbada) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 Incapacidade de raciocinar racionalmente . . . . . . . . . . . . . . 70 Egotismoum estorvo à restauração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 Desviar de si mesmo a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 Fazer o bem libera forças positivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 A confiança melhora a saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 Efeitos tranqüilizadores de condições de trabalho adequadas (conselho a um executivo sobrecarregado) 71 A mente tranqüila é vereda para a saúde . . . . . . . . . . . . . . . 72 Amor, esperança e alegria, necessários para ter saúde . . . . 72 Cristo é a resposta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 Capítulo 43 — A mente e a saúde espiritual . . . . . . . . . . . . . . 73 Frutos da vida espiritual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 Corpo, espírito e alma beneficiam da comunhão com Deus 73 Amor a Deus, necessário à saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 Saúde do corpo, importante à saúde da alma . . . . . . . . . . . . 73 Boas obras promovem a saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 A piedade em harmonia com as leis da saúde . . . . . . . . . . . 74 Constante luta contra maus pensamentos . . . . . . . . . . . . . . . 74
  12. 12. Conteúdo xi Dano causado à saúde enfraquece as faculdades morais . . . 75 O corpo um meio para o espírito e a alma . . . . . . . . . . . . . . 75 Energia vital comunicada à mente pelo cérebro . . . . . . . . . . 75 A dispepsia torna incerta a vida religiosa . . . . . . . . . . . . . . . 76 Fazer o bem é o melhor remédio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 Trabalhar pela alma assim como pelo corpo . . . . . . . . . . . . 77 O médico que lida com mentes e corações desviados . . . . . 77 Cristo ilumina a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 A verdade tem poder suavizante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 A religião verdadeira ajuda a restauração à saúde (palavras a hóspedes do sanatório, que assistiam ao culto na igreja local) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 Conselho a pessoa inclinada a ter sentimentos melancólicos78 Certeza da aprovação de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 Relação entre pecado e doença . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 O evangelho, cura para as doenças originadas pelo pecado 80 O céu é todo saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 Religião, a verdadeira ciência de cura . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 O amor ao Redentor afasta as emanações pútridas . . . . . . . 81 O amor de Cristo, poder vitalizante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81Seção 10 — Saúde mental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 Capítulo 44 — Leis que governam a mente . . . . . . . . . . . . . . . 84 O homem, criado com mente perfeitamente equilibrada . . 84 O criador ordenou leis para a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 As grandes leis de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 A transgressão das leis da natureza é pecado . . . . . . . . . . . . 84 A transgressão interrompe a harmonia . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 O efeito, com toda a certeza segue a causa . . . . . . . . . . . . . . 85 Poder do engano próprio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86 A mente tem o poder de descriminar . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86 As mentes disciplinadas têm aumentado poder de retenção 86 A mente se adapta às dimensões do que é familiar . . . . . . . 86 A mente adapta-se àquilo que lhe ocupa o pensamento . . . 87 Pela contemplação somos transformados . . . . . . . . . . . . . . . 87 A lei do desejo substituído . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 As convicções buscam expressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 A expressão fortalece pensamentos e sentimentos . . . . . . . 88 A mente tem o direito de escolha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
  13. 13. xii Mente, Caráter e Personalidade 2 O homem, livre agente moral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 O presente afeta decisões futuras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Vantagem de levar a depender de si . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Mente não controlada enfraquece . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Preconceito impede o elucidamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91 A felicidade depende do perfeito acordo com as leis de Deus91 Capítulo 45 — Individualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 Individualidade, um poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 Cada qual tem uma individualidade distinta . . . . . . . . . . . . . 92 Unidade na diversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 A mente dos homens difere . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93 Não deve ser destruída a individualidade . . . . . . . . . . . . . . . 93 Cada criança com sua individualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 O casamento não destrói a individualidade . . . . . . . . . . . . . 94 Marido e mulher devem preservar a individualidade (conselho a casados recentes) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 A consagração aformoseia a individualidade . . . . . . . . . . . . 95 Deus dá a cada um uma obra individual . . . . . . . . . . . . . . . . 95 Respeito mútuo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95 Completo fracasso quando copiamos outros . . . . . . . . . . . . 96 Cada mente tem sua força particular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 Não moldar mentes alheias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 Não ser uma sombra de outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Ninguém deve submergir a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Regras para mentalidades fortes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Medição individual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Nenhum ser humano partilha plenamente sua vida interior 98 O caráter é individual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Reconhecer os direitos humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 Confiança em Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 Preservar a individualidade, na vivência cristã . . . . . . . . . . 99 Capítulo 46 — Relações humanas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 Lei da dependência mútua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 Os seres humanos feitos necessários uns aos outros . . . . . 100 Ajudando a outros, ajudamo-nos a nós mesmos . . . . . . . . 100 Nossa influência contínua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101 Longo alcance dos efeitos da influência . . . . . . . . . . . . . . . 101 A descortesia e sua influência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101
  14. 14. Conteúdo xiii Sede amáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 Cada ato uma influência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 Responsável pela influência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 Circundados de uma atmosfera de fé . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 Trato com disposições várias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Obra importantíssima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Trabalho delicado, lidar com mentalidades . . . . . . . . . . . . 104 Cada qual tem provas peculiares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104 Conselho a uma esposa acerca de relacionamentos pessoais104 Compreensão cristã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 A franqueza estimula a confiança (conselho a um médico)105 Reformadores, não fanáticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 Sede íntegros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 A honestidade, essencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 Inflexível integridade, qual ouro puro . . . . . . . . . . . . . . . . . 107 Compreender a humanidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 Não discutir sobre ressentimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 Trabalhando com outros e por eles . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109 Tratai gentilmente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109Capítulo 47 — Higiene mental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 As faculdades mentais dependem da saúde . . . . . . . . . . . . 110 Todas as faculdades podem ser cultivadas . . . . . . . . . . . . . 110 Não negligenciar as faculdades débeis . . . . . . . . . . . . . . . . 110 Alvos estimulam a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111 Estômago sobrecarregado enfraquece as faculdades mentais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111 Desenvolvimento, resultado do esforço . . . . . . . . . . . . . . . 112 Leis imutáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112 A mente se fortalece sob tratamento correto . . . . . . . . . . . 112 Evitar excesso de trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 Fazer dois anos em um . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 Estudo excessivo diminui o domínio próprio . . . . . . . . . . . 113 Variar o assunto dos pensamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Não negligenciar o estudo das ciências . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Ar impuro afeta as faculdades mentais . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Evitar práticas que debilitam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Como preservar as faculdades mentais . . . . . . . . . . . . . . . . 115 A corrente elétrica afeta as faculdades vitais . . . . . . . . . . . 115
  15. 15. xiv Mente, Caráter e Personalidade 2 Pensamento independente e discriminação moral . . . . . . . 115 Educado a alcançar a mais alta eficiência . . . . . . . . . . . . . . 115 O estudo da natureza fortalece as faculdades . . . . . . . . . . . 116 O estudo bíblico dá poder à mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 A conversão remove da mente as trevas da ignorância . . . 116Seção 11 — Problemas emocionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119 Capítulo 48 — Sentimento de culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 O sentimento de culpa prejudica as forças vitais . . . . . . . . 120 Como libertar-se do sentimento de culpa . . . . . . . . . . . . . . 120 Jesus pronuncia o perdão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 Seu amor livra da culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 O maior pecador precisa do maior Salvador . . . . . . . . . . . 121 Ele dá descanso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 Nem todos os pecados são de magnitude igual . . . . . . . . . 121 Os culpados precisam de aproximação positiva . . . . . . . . . 122 Satanás inculca um sentimento de culpa . . . . . . . . . . . . . . . 122 Deixar de reclamar as promessas de Deus . . . . . . . . . . . . . 123 As crises muitas vezes apontam a fonte da força . . . . . . . . 123 Lembrar-se da graça de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123 O peso da culpa, origem de muitas doenças . . . . . . . . . . . . 124 Ignorância não remove a culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 Não diminuir a culpa, desculpando o pecado . . . . . . . . . . . 124 As almas humildes reconhecem a culpa . . . . . . . . . . . . . . . 125 É essencial abandonar o pecado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 Deus perdoa a todos os que o buscam . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Esperança para todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Capítulo 49 — Ansiedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Quebranta as forças vitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Prejudica a circulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Não pode remediar mal algum . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Providências tomadas para qualquer situação . . . . . . . . . . 127 Antecipar dificuldades duplica os fardos . . . . . . . . . . . . . . 128 Lançando uma sombra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Falar mais de bênçãos, menos de provações . . . . . . . . . . . 129 Volva costas à incontrolável ansiedade (conselho a uma família enlutada) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Falar muito em si é egoísmo (conselho a um pastor enlutado) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130
  16. 16. Conteúdo xv A ansiedade despacha o sangue para o cérebro (uma experiência pessoal) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Que fazer com a tristeza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 Os simpatizantes nem sempre são amigos . . . . . . . . . . . . . 132 O trabalhar em favor de outros diminui nossa ansiedade . 132 Os melhores consoladores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Antídoto para a ansiedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Separação de Deus traz angústia de alma . . . . . . . . . . . . . . 134 Compreendido quando estivermos no paraíso . . . . . . . . . . 134Capítulo 50 — Preocupação, inquietude . . . . . . . . . . . . . . . . 135 A preocupação, não o trabalho, mata . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 Pensar nas dificuldades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 A preocupação torna pesadas as cargas . . . . . . . . . . . . . . . 135 Não a vontade de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 A ansiedade tende a causar fraqueza e doença . . . . . . . . . . 136 Deixa de preocupar-te (conselho a um amigo encarando a morte) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 Ficar ansioso e deixar os braços de Jesus . . . . . . . . . . . . . . 136 Descansando no amor de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 A responsabilidade de Deus e a minha . . . . . . . . . . . . . . . . 137 Cuidado e ansiedade tomados emprestados . . . . . . . . . . . . 137 Deixar com Deus o futuro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Indevida ansiedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 A ansiedade enfraquece as forças físicas . . . . . . . . . . . . . . 138 Cristãos de coração ansioso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 Minuto a minuto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 Não transponhais pontes antes do tempo . . . . . . . . . . . . . . 139 Procurando alcançar as normas do mundo . . . . . . . . . . . . . 139 A fé pode ser invencível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 As plantas não crescem mediante a preocupação ou esforço consciente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 Remédio para a ansiedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 A fé afugenta a ansiedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 Princípio único . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 Tomar um dia de cada vez, importantíssimo princípio . . . 142 Forças para cada prova . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142Capítulo 51 — Temor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143 Milhões atados pelo temor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143
  17. 17. xvi Mente, Caráter e Personalidade 2 Não confiando em Deus, têm eles mil temores . . . . . . . . . 143 Satanás tenta governar pelo temor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 Consultar os temores, fortalece-os . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 Causa da enfermidade do corpo e da mente . . . . . . . . . . . . 144 O temor não traz alívio à alma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 A fé cresce, em conflito com a dúvida e o temor . . . . . . . . 145 O temor revela incredulidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 É perigoso manifestar temor no aposento do enfermo . . . 146 O temor ofende o Espírito Santo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146 Libertação da culpa traz libertação do temor . . . . . . . . . . . 147 Que fazer quando temeroso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 Deus trata com clareza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 Olhar para fora de si mesmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 Vencer o temor, pela confiança em Jesus . . . . . . . . . . . . . . 149 Cristo, o portador de fardos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 Capítulo 52 — Depressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 Muitas doenças são resultado da depressão mental . . . . . . 151 Remover a depressão apressa a recuperação . . . . . . . . . . . 151 Depressão produzida por uma dignidade férrea . . . . . . . . . 151 Depressão mental por causa de aposentos ventilados deficientemente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 Depressão e tristeza, resultado de insuficiente oxigênio . . 152 A boa respiração acalma os nervos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 Edema e doença do coração tendem a deprimir Ellen G. White . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153 Energia tomada emprestada resulta em depressão . . . . . . . 153 Austera frieza no casamento, causa de depressão . . . . . . . 153 A depressão às vezes é resultado de excesso sexual . . . . . 154 Pode seguir ao êxito uma depressão temporária . . . . . . . . 155 Controle de uma mente deprimida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 Dois extremos no comportamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 O poder animador ou desanimador da página impressa . . 156 O homem desanimado é uma carga para si mesmo (conselho a estudantes de medicina) . . . . . . . . . . . . . . 156 Falta de esperança oculta sob a aparência de bravata . . . . 156 A vitória exige esforço (conselho a uma família) . . . . . . . 157 Frutos de pressentimentos sombrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157 Vencendo a instabilidade emocional . . . . . . . . . . . . . . . . . . 158
  18. 18. Conteúdo xvii Não há necessidade de ser escravo da depressão . . . . . . . . 158 Remédio sugerido a um pastor que sofria depressão . . . . . 159 Demorando-se no desagradável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 Cristo se compadece (animação a uma cristã a sofrer depressão) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160 Não ceder à depressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160 Atmosfera de depressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160 Não hei de ficar deprimida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161 Pela fé, atravessar as trevas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161 Fé, uma necessidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162 Brincando, nas mãos de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162 Jesus compreende os sentimentos de desesperança . . . . . . 163 Deus não mudou . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 Nenhuma disposição de falar em dúvidas . . . . . . . . . . . . . 164 O cristão verdadeiro e a depressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164Capítulo 53 — Controvérsia — positiva e negativa . . . . . . . . 166 Unidade com Deus resulta em união . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Semeando e colhendo dissensões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Satanás deleita-se com a contenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Polêmicas levam à combatividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Contendas entre irmãos retardam o segundo advento . . . . 167 Não há tempo para contenda e controvérsia . . . . . . . . . . . . 167 Pôr a descansar as polêmicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 As polêmicas suscitam a defesa própria . . . . . . . . . . . . . . . 168 Aos doentes, não proferir palavras controversas . . . . . . . . 168 A controvérsia é sem proveito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 Controvérsias raramente abrandam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 A atitude positiva tem mais poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Controvérsia que desperta as mentes . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Crianças influenciadas por pais em desacordo . . . . . . . . . . 169 Polêmicas geram dificuldades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 Ralhar e irritar-se cria rebelião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 Estar perto de Cristo promove a união . . . . . . . . . . . . . . . . 170 É essencial a harmonia dos pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Nenhuma divergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Guia positiva no lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Paz na igreja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172 A morte apaga sentimentos de divergência . . . . . . . . . . . . 172
  19. 19. xviii Mente, Caráter e Personalidade 2 No céu não haverá contenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 Necessidade de mais amor, menos crítica . . . . . . . . . . . . . . 173 Não atacar indivíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 Encontro com a incredulidade e ensinos desviados . . . . . . 174 Capítulo 54 — Excesso no estudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 Devemos preservar o poder da mente . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 Necessita-se de prudência ao escolher o regime mental . . 175 Encurta a vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 Excesso de concentração desgasta órgãos vitais . . . . . . . . 176 A mente sobrecarregada abre portas à tentação . . . . . . . . . 176 Sobrecarregar a mente causa imaginação enfermiça . . . . . 176 Estudo demasiado leva à depravação . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 Coração e cérebro têm de ter descanso (conselho a um pastor sobrecarregado) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 Doença resultante da sobrecarga mental . . . . . . . . . . . . . . . 177 Há que preservar a harmonia entre as faculdades mental e física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178 Capítulo 55 — Dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 Não é Deus quem causa a dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 O pecado produziu a dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 Dores e sofrimento, protesto da natureza . . . . . . . . . . . . . . 179 A intemperança causa sofrimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 Dor causada por processos de restauração . . . . . . . . . . . . . 180 O sofrimento exacerbado pela atitude mental (mensagem pessoal) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180 Tendência dos sofredores de se tornar impacientes . . . . . . 180 Sofrimento sobre o qual não temos controle . . . . . . . . . . . 181 Não desconhecido a Jesus Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 Deus vitalmente interessado no sofrimento do homem . . . 181 Confiando quando em dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 O sofrimento não é desculpa para atos não cristãos . . . . . 182 Erguendo-se acima da dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182 Usar remédios não é negar a fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182 A disposição de causar dor é satânica . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 Não causeis dor mais intensa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 A angústia de Cristo foi maior do que a dor física . . . . . . 184 Capítulo 56 — Ira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 A ira abre o coração a Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185
  20. 20. Conteúdo xix Servos do pecado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 Ira nascida da sensibilidade moral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 A ira de Moisés . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 A santa ira de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186 Há pessoas que nutrem o ódio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186 A impaciência produz colheita funesta . . . . . . . . . . . . . . . . 186 Os primeiros três anos da vida de uma criança . . . . . . . . . 187 Nunca disciplinar quando irado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187 Emoções violentas põem em perigo a vida . . . . . . . . . . . . 188 Frutos de cada irrupção de ira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 Embriagados de ira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 O homem irritadiço raramente está satisfeito . . . . . . . . . . . 189 Mais fácil ser desinibido diante de uma multidão . . . . . . . 190 A razão destronada pela ira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190 Vingança só pode trazer mal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191 Quando irritado, recuse-se a falar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191 Ira encontrada pelo silêncio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191 Cultivar um espírito conciliatório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 O temperamento incontrolável pode ser vencido . . . . . . . . 192 Resistir a sentimentos de ira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192Capítulo 57 — Ódio e vingança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 O pensamento envolve os atos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 O espírito de ódio envilece . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 A história do mundo, um conflito entre o ódio e o amor . . 194 A transgressão pôs o homem em harmonia com Satanás . 195 O ódio existirá enquanto existir o pecado . . . . . . . . . . . . . . 195 A reprovação desperta o ódio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195 A inveja desperta o ódio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195 Emoção pecaminosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 O assassínio existe primeiro no coração . . . . . . . . . . . . . . . 196 Violação do sexto mandamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197 Satanás inspira aos homens suas próprias energias de ódio197 O mundo odiava a Cristo porque ele era diferente . . . . . . . 197 O ódio provém de um desejo de vingança . . . . . . . . . . . . . 198 Ódio contra os pais (palavras a uma jovem senhora) . . . . 198 Satanás deleita-se em controlar a mente das crianças . . . . 198 O espírito de ódio reage . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 Vingança não traz satisfação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199
  21. 21. xx Mente, Caráter e Personalidade 2 Anuvia o poder perceptivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 O óleo do amor remove a amargura . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 O coração que dá amor por ódio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 Capítulo 58 — Fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 Definição de fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 Outras definições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 Simples em sua operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 Humildade não é fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 A fé dá confiança própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 A fé é necessária a cada passo do caminho . . . . . . . . . . . . 202 Ensine-se a fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203 A fé tem preciosas lições para as crianças . . . . . . . . . . . . . 203 A mente deve ser educada a ter fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203 Fé e presunção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 A presunção é imitação de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 Cultivai a fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 A fé ergue-se acima das sombras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 A fé repousa sobre a evidência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 A fé deve ser expressa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 A fé não deve ser confundida com os sentimentos . . . . . . 206 Fé e sentimento são distintos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Não questão de impulso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 Não confiar em sentimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 Andai pela fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 Fé a evidência do cristianismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208 A fé é real . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208 Vale a fé em Cristo, não as vestes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208 A fé se refere a coisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209 A fé discrimina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209 A fé, um médico poderoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209 Diário exercício da fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209 Fé e obras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 Amolda a vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 A fé promete êxito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 A fé purifica a alma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 Abre segredos do êxito da vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211Seção 12 — Problemas de ajustamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213 Capítulo 59 — Formação do caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214
  22. 22. Conteúdo xxi Cada ato influencia o caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 A mente é o terreno, o caráter o fruto . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 Caráter nobre, formado por duras batalhas com o próprio eu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 São essenciais a meditação e a ação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215 Adquirir bons hábitos mentais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215 Necessários o fervoroso propósito e firme integridade . . . 215 Conservando os olhos no alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 Fidelidade em coisas pequeninas (conselho a um jovem) . 216 O caráter será testado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217 Caracteres indisciplinados são discordantes . . . . . . . . . . . . 217 Ninguém pode prejudicar nosso caráter tanto quanto nós mesmos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217 Controlado pela vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 Os defeitos podem ser vencidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 Caráter defeituoso às vezes herdado . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219 Os defeitos fortalecem-se com os anos . . . . . . . . . . . . . . . . 219 A condescendência desajusta o caráter . . . . . . . . . . . . . . . . 219 Mente e coração devem ser disciplinados . . . . . . . . . . . . . . 220 Hábitos formados na juventude assinalam o curso da vida 220 Vivência de dia-a-dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220 Como é formado o caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220 O valor da perseverança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 A utilidade depende da decisão pessoal . . . . . . . . . . . . . . . 222 Filosofia falsa e perigosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222 Como ser vencedores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222 Dar tudo, cada dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223Capítulo 60 — Conflito e conformação . . . . . . . . . . . . . . . . . 224 O conflito enfrentado devidamente desenvolve firmeza . . 224 Travando uma guerra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224 Os conflitos não são criados por Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . 224 A vida é um conflito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225 Prepara a alma para a paz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225 Experiência religiosa alcançada pelo conflito . . . . . . . . . . 225 Ter felicidade agora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225 Dois princípios antagônicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 Não se conformar aos princípios e costumes . . . . . . . . . . . 226 Fogo comum e fogo sagrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226
  23. 23. xxii Mente, Caráter e Personalidade 2 Cristo e a conformidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227 A conformidade rebaixa as normas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227 A conformidade perverte gradualmente princípios retos . 227 Unidade, mas não à custa da conformidade . . . . . . . . . . . . 228 Linha de demarcação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228 Costumes em guerra com a natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228 Quando não é violado o princípio, siga-se o costume . . . . 229 Separados dos costumes mundanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229 Razão para a não conformidade (mensagem a crentes) . . . 230 Princípios legítimos circulando por todo o organismo . . . 230 Capítulo 61 — Função vital das leis de Deus . . . . . . . . . . . . . 231 Conhecimento da culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231 A natureza enfraqueceu-se . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231 A lei de Deus compreendida facilmente . . . . . . . . . . . . . . . 231 Maravilhosa em sua simplicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Perfeita harmonia entre lei e evangelho . . . . . . . . . . . . . . . 232 Completa regra de vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Ampla em suas reivindicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233 Só o homem, desobediente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233 De todos se exige a conformidade com a lei de Deus . . . . 233 Deus não anula sua lei . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 As leis de Deus não foram por ele anuladas . . . . . . . . . . . . 234 Leis que dimanam do amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 Lei do serviço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Lei de que ninguém vive para si . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Ensinar as crianças a obedecerem às leis da natureza e da revelação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Remédio para a delinqüência juvenil . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 Conexão entre a lei moral de Deus e as leis do mundo físico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 Lei da administração divina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 As leis que governam nosso ser físico . . . . . . . . . . . . . . . . 237 Colhendo e semeando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237 Alguns acreditam apenas naquilo que entendem . . . . . . . . 238 Lei da ação obediente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 Domínio universal da lei . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 Transgredir as leis da natureza é transgredir as leis de Deus238 A transgressão traz sofrimento mental e físico . . . . . . . . . 239
  24. 24. Conteúdo xxiii Resposta ao deísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239 A obediência traz felicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 Vastidão dos princípios da lei . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 O mais alto senso de liberdade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240Capítulo 62 — Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 Vasta influência das palavras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 Saraivada desoladora, ou sementes de amor? . . . . . . . . . . . 241 Palavras que animam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 Palavras animosas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 Palavras Cristocêntricas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 Cristo ia logo ao ponto visado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 De fácil compreensão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 Usava linguagem clara . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 Assuntos sérios e contra-senso sentimental . . . . . . . . . . . . 243 Buscando a simpatia humana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 Jamais pronuncieis uma palavra de dúvida . . . . . . . . . . . . 244 Nossas palavras nos influenciam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 Palavras de acusação auto-reagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 Falai palavras que inspirem ânimo e esperança . . . . . . . . . 245 Pequenas cortesias e palavras afetuosas . . . . . . . . . . . . . . . 245 Guardar-se do menosprezo, indiferença e sorriso escarninho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 Crítica e censura animam o engano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Arrancai toda palavra descuidada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Crescimento de anões murmuradores . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Nada de palavras rudes ou severas (conselho a um ministro e autor) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247 Palavras que destroem a vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247 Falar sobre dúvidas aumenta as dúvidas . . . . . . . . . . . . . . . 248 Falar em fé aumenta a fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 Repreensão às vezes necessária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 O que as palavras revelam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 Necessária a repetição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249 Maneiras nervosas, apressadas prejudicam a comunicação249 Clareza de expressão e ênfase apropriada . . . . . . . . . . . . . . 250 Falai com melodia, e uma sentença de cada vez . . . . . . . . 250 Faculdades de expressão oral, sob controle da razão . . . . . 250 Ciência de ler, do mais alto valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251
  25. 25. xxiv Mente, Caráter e Personalidade 2 Coisas reais e imaginárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Viver e falar acima de nosso ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Aprendei a eloqüência do silêncio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Santa restrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252Seção 13 — Personalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253 Capítulo 63 — Imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 Cristo empregou a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 Dever de controlar a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 Doenças às vezes produzidas pela imaginação . . . . . . . . . 255 Imaginação pervertida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255 Conselho a um homem de imaginação doentia . . . . . . . . . 255 A razão controlada pela imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256 O regime alimentar afeta a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . 256 Efeito do chá, café e outras beberagens populares . . . . . . 256 Avivamentos populares e a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . 257 O teatro deprava a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257 A ficção cria um mundo imaginário . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258 A leitura afeta o cérebro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258 A vista corrompe a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258 Masturbação e imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259 Os devaneios levam à exaltação-própria . . . . . . . . . . . . . . . 259 Controle da imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260 Mantenham-se longe do terreno encantado de Satanás (conselho a uma família centralizada em si) . . . . . . . 260 Vendo a vida tal qual é . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261 Desejo de adquirir cria necessidades imaginárias . . . . . . . 261 Superstição provém da imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261 As mães e a imaginação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 Utilizando as forças naturais da mente . . . . . . . . . . . . . . . . 262 Capítulo 64 — Hábitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 A Bíblia apresenta princípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Como cadeia de ferro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Regras de hábito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Hábitos regulares melhoram a saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Removendo a causa da doença . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265 Hábitos apropriados promovem saúde . . . . . . . . . . . . . . . . 265 Hábitos que degradam as mais altas faculdades . . . . . . . . . 265 Vencendo hábitos estabelecidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265
  26. 26. Conteúdo xxv Hábitos errados, difícil desaprender (conselho a um executivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265 Tendências hereditárias e cultivadas tornam-se hábitos . . 266 Os hábitos decidem o futuro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Mais fácil formar hábitos maus do que bons . . . . . . . . . . . 267 Hábitos raro se mudam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267 Atacar hábitos errôneos pouco adianta . . . . . . . . . . . . . . . . 267 O esforço de reformar-se provém do desejo de proceder corretamente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 Os maus hábitos devem ser vencidos . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 A graça de Cristo rompe a escravidão dos maus hábitos . 269 Pensamentos e ações corretos podem tornar-se habituais . 269Capítulo 65 — Indolência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 Obrigação de aperfeiçoar o caráter ao máximo . . . . . . . . . 270 O homem encontra a felicidade no trabalho . . . . . . . . . . . . 270 Ociosidade, a maior maldição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 Cumprir animosamente as tarefas diárias . . . . . . . . . . . . . . 270 Felicidade no cumprimento de deveres designados . . . . . . 271 A inatividade pode levar ao desânimo . . . . . . . . . . . . . . . . 271 Aperfeiçoando o caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 271 A mente deve ser educada a não olhar ao próprio eu . . . . 271 A inatividade é prejudicial à saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 Demasiado indolentes para ativar as faculdades . . . . . . . . 272 Trabalho bem regulado, essencial ao êxito . . . . . . . . . . . . . 272 Estragos dos hábitos de indolência (conselho aos pais) . . 273 Forçar cada músculo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273Capítulo 66 — Necessidades emocionais . . . . . . . . . . . . . . . . 274 Razão da existência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 O amor satisfaz a necessidade interior . . . . . . . . . . . . . . . . 274 Cultivar o amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 Todos precisam do amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 O coração, fonte de amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 O amor do próprio eu destrói a paz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 A segurança, baseada no reto pensar . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 A falta de afeição deprava . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 O fruto da maldade é a morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Necessidade de associação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277 É natural buscar companhia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277
  27. 27. xxvi Mente, Caráter e Personalidade 2 O homem formado para companhia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277 O orgulho destrói o companheirismo . . . . . . . . . . . . . . . . . 277 Companhia e caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278 Um relacionamento que todos devem manter . . . . . . . . . . 278 Laço de união . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278 Cristo, o maior amigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279 Conforto para a mente, paz para a alma . . . . . . . . . . . . . . . 279 Dom de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279 A satisfação íntima do reto proceder . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 Quanto a confiança e cooperação, o mundo está em dívida com a lei de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 Êxito vivo, ou dinheiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 Segurança não em riquezas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281 Confiança em Deus é verdadeira segurança . . . . . . . . . . . . 281 Deus oferece segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281 A santificadora influência da verdade . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 A verdade aplicada, melhora a saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 Alívio do sentimento de culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 Forças para o vosso dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 Capítulo 67 — Disposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284 Disposições várias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284 Disposição diferente, diferente perspectiva . . . . . . . . . . . . 284 Diversidade de disposições na família . . . . . . . . . . . . . . . . 284 Os pais transmitem a disposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 Disposição herdada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 Mudança para uma disposição agradável . . . . . . . . . . . . . . 285 A regularidade e ordem melhoram a disposição . . . . . . . . 285 As disposições podem ser modificadas . . . . . . . . . . . . . . . . 286 Disposição morosa prejudica a eficiência do professor . . . 286 Combinar a disposição alegre com a integridade . . . . . . . . 286 Alimentação imprópria estraga a disposição . . . . . . . . . . . 287 Alimentos cárneos produzem disposição irritadiça . . . . . . 287 O açúcar e a disposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 Abrandando uma disposição perversa . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 Deus pode moldar a disposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 288 Uma bênção aos doentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 288 Harmonia de disposições várias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289 Disposição imbuída de gratidão e paz . . . . . . . . . . . . . . . . . 289
  28. 28. Conteúdo xxvii A disposição não é mudada pela ressurreição . . . . . . . . . . 289Capítulo 68 — Relacionamento social . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Um ramo de educação que não deve ser negligenciado . . 290 Vantagens sociais são talentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Não átomos independentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Importância dos relacionamentos sociais . . . . . . . . . . . . . . 291 Os elementos sociais devem ser cultivados . . . . . . . . . . . . 291 Jesus era altamente sociável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 Bondade social e dignidade humana . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292 Os discípulos ensinavam os verdadeiros deveres sociais . 292 Não renunciar à comunhão social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292 Necessidade de boas relações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293 A educação molda a estrutura social . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293 Influência social no lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293 Sociabilidade, fator poderoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 Prestes a ruir a estrutura da vida social . . . . . . . . . . . . . . . . 294 Os regulamentos de Deus impedem a injustiça social . . . . 294 Posição social para demonstrar e desenvolver o caráter . . 295 Deus proscreve o regime das castas sociais . . . . . . . . . . . . 295 Remédio para os males sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296 O devido cultivo das relações sociais traz felicidade . . . . . 296 Não ser governados por normas humanas . . . . . . . . . . . . . 297 Aperfeiçoar as faculdades sociais para a conquista de almas297Capítulo 69 — Rejeição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 Exagerando aparentes dificuldades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 Não há razão para o desespero . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 Guardai-vos da autocomiseração! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 Capacidade de suportar a negligência . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 Não levar a sério as negligências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 Desânimo, fruto de excessivo lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 Conforto para um menino órfão rejeitado . . . . . . . . . . . . . 301 Nunca te sintas só . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301 A negligência destrói a alma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301 Suportai-vos uns aos outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302 Nem todos pensam o mesmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302 O Senhor está ao lado de seus mensageiros . . . . . . . . . . . . 303 Não pense em sentimentos ofendidos (conselho a um executivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303
  29. 29. xxviii Mente, Caráter e Personalidade 2 Capítulo 70 — Crítica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 Resultados da crítica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 Respeitai e amai-vos uns aos outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 Criando um mundo irreal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305 Restaurar e curar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305 Satanás promove a crítica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305 Espalhando de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306 Apoiados num braço de carne . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306 Tentando proteger o próprio eu mediante atacar outros . . 306 Desgastando os nervos externos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306 Conselho a alguém que confundiu orgulho com sensibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 Sincero exame de consciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 Raiz de amargura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308 Fé é tomar a Deus em sua palavra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308 Certeza da aceitação, por parte do pecador . . . . . . . . . . . . 308 Eu vos aliviarei . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309 Capítulo 71 — Felicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Harmoniosa ação de todas as energias . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Relação da felicidade com a saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Lei da ação e reação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Fazer o bem estimula os nervos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Toda pessoa é uma fonte de sua própria felicidade . . . . . . 311 O mais forte impulso do homem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311 O cristão goza a real felicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 312 Amigo que nunca falha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 312 A felicidade, não seguindo a própria vontade . . . . . . . . . . 312 A felicidade egoísta é mal-equilibrada . . . . . . . . . . . . . . . . 313 O coração em paz com Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 O amor traz felicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 A regra áurea faz felicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 314 Felicidade em fazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 314 Nossa felicidade a felicidade dos outros . . . . . . . . . . . . . . . 314 Beneficia o organismo todo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 A felicidade ao alcance . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 As diversões excitam, mas resultam em depressão . . . . . . 315 Buscando a felicidade de maneira errada (conselho a um jovem) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315
  30. 30. Conteúdo xxix Consciência limpa e aprovação de Deus versus paixões naturais e coração carnal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316 Promovem a saúde e longa vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316 Resultado da obediência às leis físicas . . . . . . . . . . . . . . . . 317 Saúde para os inválidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317 A vida no campo e a felicidade (conselho a uma mãe) . . . 317 Buscando “nossos direitos” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 318 Deus remove empecilhos à felicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . 318 Alguns não seriam felizes no céu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 Vossa vida pode ser de alegria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 Felicidade crescente, através da eternidade . . . . . . . . . . . . 320Seção 14 — O pensamento e sua influência . . . . . . . . . . . . . . . . 321 Capítulo 72 — Hábitos de pensamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 Os pensamentos formam o caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 Poder para escolher tópicos de pensamento . . . . . . . . . . . . 322 Requer esforço pessoal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 Precisam ser educados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 Educação dos pensamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 Os pensamentos corretos não vêm naturalmente . . . . . . . . 323 Pensamentos cativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 A mente tem de ser firmemente controlada . . . . . . . . . . . . 324 Pecados abertos manifestam pensamentos latentes . . . . . . 324 Obrigação de controlar os pensamentos . . . . . . . . . . . . . . . 325 A mente natural, deseducada, age sem motivos elevados . 325 O adversário não pode ler os pensamentos . . . . . . . . . . . . . 325 Muitos são molestados por maus pensamentos . . . . . . . . . 326 A única esperança é pensar correto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326 Demorar o pensamento em coisas frívolas . . . . . . . . . . . . . 327 Providência tomada para elevar os pensamentos . . . . . . . . 327 Afastar-nos do encantado terreno de satanás (conselho a uma família centralizada em si) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327 Conselho a uma jovem senhora acerca do perigo de construir castelos na areia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 Substituir o mau pelo bom . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 Evitar o pensamento negativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329 Perigo de demorar o pensamento em coisas terrenas . . . . 329 Mudar o molde do pensamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329 Um grau mais alto de pensamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330
  31. 31. xxx Mente, Caráter e Personalidade 2 Lei dos pensamentos e sentimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330 Rumo do caráter íntegro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330 Nova dotação de poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 331 Capítulo 73 — Pensar correto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332 A faculdade do pensamento, dom de Deus . . . . . . . . . . . . . 332 A mente deve ser educada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332 Pensar correto é a única segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333 Pensamento Cristocêntrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333 Desenvolver positividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333 Esforço proporcionado ao objetivo perseguido . . . . . . . . . 333 Pensando por si . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Apuro do coração, aprendido na escola de Cristo . . . . . . . 334 Requer-se disciplina mental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Relação mútua de idéias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Por que a mente assume um baixo nível . . . . . . . . . . . . . . . 335 Demorar-se em assuntos não importantes . . . . . . . . . . . . . 335 Os pensamentos marcam a alma indelevelmente . . . . . . . . 336 Cercar a alma com uma atmosfera pura . . . . . . . . . . . . . . . 336 Toda a energia deve ser exercitada (conselho a uma jovem senhora) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336 Cristo muda os pensamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 Como a flor se volve para o sol . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 A transformação começa com os pensamentos . . . . . . . . . 337 Capítulo 74 — Dúvidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 Mistérios que não podemos devassar . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 Não removida a possibilidade de dúvida . . . . . . . . . . . . . . 338 Impacto do peso da evidência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 Não confiar no sentimento (conselho a um duvidador) . . . 339 Nenhum pensamento de dúvida deve ver a luz do dia . . . . 339 O duvidador crônico centraliza-se em si . . . . . . . . . . . . . . . 340 Fé e incredulidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340 Abrigar a fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340 A dúvida induz a doenças nervosas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341 Nenhuma suspeita tomar posse de nossa mente . . . . . . . . . 341 Não há desculpa para falar sobre o desânimo . . . . . . . . . . 342 Como Ellen White repeliu a sombra da dúvida . . . . . . . . . 342 Idéias falsas acerca de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 342 Fechai às dúvidas a porta do vosso coração . . . . . . . . . . . . 343
  32. 32. Conteúdo xxxi Uma palavra de dúvida abre espaço para mais . . . . . . . . . . 343 Sementes de dúvida jazem sepultadas . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Nosso dever de crer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Causa do pecado — O amor do pecado . . . . . . . . . . . . . . . 345 Acariciadas pelos indiscretos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 345 Dúvidas entretidas, consideradas fatos certos . . . . . . . . . . 345 Que fazer com a dúvida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 346 As dúvidas desaparecem, ao buscarmos abençoar a outrem346 Quanto mais falar sobre dúvidas, tanto mais aumenta a escuridão (conselhos a um ministro que duvida) . . . . 346 Deixai que raios de luz espanquem as sombras da dúvida 347Capítulo 75 — Imaginação e enfermidade . . . . . . . . . . . . . . . 348 A imaginação leva a severas formas de doença . . . . . . . . . 348 Falecem pessoas que poderiam sarar . . . . . . . . . . . . . . . . . 348 A imaginação pode controlar partes do corpo . . . . . . . . . . 348 Morrendo, de uma doença imaginária . . . . . . . . . . . . . . . . . 349 Imaginação afetada pela doença . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349 Vitória sobre uma imaginação doentia . . . . . . . . . . . . . . . . 349 Convocar o auxílio da vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350 Unidos a cura da doença e o livramento do pecado . . . . . . 350Capítulo 76 — Decisão e vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 Poder governante em a natureza do homem . . . . . . . . . . . . 352 Tudo depende de sua reta ação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 A mola de todas as ações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 A vontade do homem é agressiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 A impossibilidade está em nossa vontade . . . . . . . . . . . . . . 353 Grande calmante dos nervos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 Satanás serve-se da vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 A tentação prova ao máximo nossa força de vontade . . . . 354 A educação das crianças é diferente de treinar mudos animais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 A vontade deve ser dirigida, não quebrada . . . . . . . . . . . . . 354 Resguardar toda a força de vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 355 O professor não deve ser ditatorial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 355 A vontade dividida é uma cilada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 Dois elementos do caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 A vontade unida à força divina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 O reto exercício da vontade resiste a doença . . . . . . . . . . . 357
  33. 33. xxxii Mente, Caráter e Personalidade 2 Um fator no trato da doença . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 357 Prometida a melhoria da saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 357 Narcóticos e a vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358 Ensinar o poder da força de vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358 O Espírito Santo não substitui a força de vontade . . . . . . . 358 Em segurança só quando unida ao divino . . . . . . . . . . . . . . 359 A vontade humana confundindo-se com a divina . . . . . . . 359 A conversão não cria novas faculdades . . . . . . . . . . . . . . . . 359 Satanás domina a vontade que não está sob o controle de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 359 A vontade deve ser dirigida por uma consciência pura . . . 360 A vontade determina a vida ou a morte . . . . . . . . . . . . . . . 360 Para compreender a verdadeira força de vontade (conselho a um jovem instável) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 Podeis controlar a vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 O elo que liga à energia divina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361Seção 15 — Falsos sistemas de terapia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363 Capítulo 77 — Pseudociência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 A causa de Deus e a ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 Necessita-se mais do que ciência mundana . . . . . . . . . . . . 364 Satanás usa a ciência da mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 Satanás conhece bem as propriedades da mente . . . . . . . . 365 Propostas novas teorias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365 Aquilo que contradiz a palavra de Deus são conjecturas . 366 Contrafação da verdade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 366 O poder feiticeiro de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 366 Aventurando-se no terreno de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . 367 “Forças latentes” da mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 368 As correntes elétricas de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 368 Seguindo a vontade de Deus, ou: o ganho e a própria vida 368 A curiosidade fascina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 Ciência e revelação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 Cristo poderia ter aberto a porta da ciência . . . . . . . . . . . . 369 Escuras horas de prova virão a todos, como parte de sua educação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370 Capítulo 78 — Mente controlando mente . . . . . . . . . . . . . . . . 371 Instrumentos que podem levar cativa a mente . . . . . . . . . . 371 Perigosa ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371
  34. 34. Conteúdo xxxiii A influência mental no tratamento dos doentes . . . . . . . . . 371 Alívio temporário, mas a mente permanentemente danificada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372 Olhar ao divino, em vez de ao humano . . . . . . . . . . . . . . . . 373 Força e firmeza, em contraste com a mente dominada . . . 373 Consciência e individualidade desimpedidas . . . . . . . . . . . 374 A individualidade deve ser exercida . . . . . . . . . . . . . . . . . . 374 Unidade sem identidade submersa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375 Lealdade a Deus, e lealdade aos homens . . . . . . . . . . . . . . 375 Os ministros devem dirigir a Deus os paroquianos . . . . . . 375 Fazer da carne o nosso braço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 376 Satanás controla a mente que controla outra . . . . . . . . . . . 376 Satanás não pode tocar na mente que não se lhe submete 376 Não a fé possuída por Jesus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377Capítulo 79 — Hipnotismo e seus perigos . . . . . . . . . . . . . . . 378 Precisamos guardar-nos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 378 O controle da mente originou-se em Satanás . . . . . . . . . . . 379 Satanás hipnotizou Adão e Eva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 379 Não brincar com o hipnotismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 380 Advertência a um médico que favorecia a hipnose . . . . . . 380 Afigura-se útil, maravilhoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 381 Tende à destruição, não à restauração . . . . . . . . . . . . . . . . . 381 Livrai-vos do hipnotismo (segunda mensagem de advertência ao médico que estava empregando métodos hipnóticos) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382 Deus proíbe o aprendizado ou ensino da hipnose . . . . . . . 382 Satanás tem grande poder (mais conselho ao médico e esposa) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 383 Ciência pejada de perigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 383 Aproveitando-se da fraqueza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 383 Conselho acerca da publicação de livros que tratam do hipnotismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384 Erro mortal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384 O perigo da investigação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385 Não proclameis as teorias de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . 385 Ministros e médicos atraídos para a cilada . . . . . . . . . . . . . 385 O passado, em novos moldes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 386 Experiência da autora, com o hipnotismo . . . . . . . . . . . . . . 386

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