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História Social da Criança Abandonada- Autora: Maria Luíza Marcílio
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  1. 1. m . l iu. 4 _ , , , à , .. _ . . , . A f. . . .n (lili, i . i . Í, i il. i f ri›l_ . II. Í . . . , i , a _i Õ_ _ i C . as . i _. . i M . i i h. . . n Plin . . um À N . An x 1' . f K. i _u É l , a u i_ . . n l r l u . u i Á f . _ i . . e i . 2 . l 1 q › . › l . l . _ . s. . . l. wi i s): _ a . llvi , . . . . . x c ~ . _ . u u. u 4 . _ , . . i r. . . . J u. Ã . .t . . . , . . . 1 Axe l , . . .. A . i _ . s- . .
  2. 2. «o [Mluilin _nunrnx_ Wim'. lL . i. ill. l ÍJH/ .l Iarcilln Diiciuw «Iv pnhluuxgím Irscrhrdm . .': .-- _›~| V: ¡wla Iílllillhl llnurct Lula. . lui. : (nl Lanu. !IV uma IN_ , San I . nulo. Iir l| . Itltlnnns (umziriuzis. SAE-Uni¡ rml.1~: l(illlí3(i is_ i-xiosimiic: iiiii›a_zu. sv_ss lirn iail: /i¡n'/ n'«'IÍir1«/ iIr/ íi, « um ÍN' ISBN 5527147577 HIIFIKCL 11.¡ llim r) Ucpviílfi' Lutz-Il- ÍÉ/ /Í/ Ii/ zqzíu i/ N// Vi/ i/i/ L' Ouripudcx (Jallcnc Cir/ nl: Yxunnc Same A cio do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria da Ciiança Familia e Bem - Estar Social - Secretária María Teresinha G°dlnh° SIÇMi/ RIO APRES . NTÍ-QI io Parte l _ lãl'ROP. 1. O abandono (lc bchôs na . Ànlignitl-adc 2. Piedade c caridade: Alm Iiladc Média 3. Caridade ¡vúblirai em emergência. 'ulus XI a XIV 4. A Europa Cla. ' ' instirut-ioiizilizii Im da assistência cariz-ativa aos expostos . evolução rln sistema de ; issistência Anras-çle-lcitc: pilar do sistema dc LThSÍSTÕITCÍLí aos expostos Inrralidanlc infantil dos expostos das Rodas . O século da criança : iluandunzida na Europa. A ñlantropizi do Oimcenios . - emergência da ñlantrnpizi (›. O ; ibandnno (lc crianças na história dc Portugal Origens medievais da ; issislôncia à infância Llcsx ; ilitla ' 'postos c ah-. TndmI-. itlos no Antigo Regime português Uteis a s¡ c E¡ paiuia". (7) século do nicnur zibaiulrnnulo um [Nirnigal ; n ICONOGILÀFIÀ Parte ll - BRASIL Innritliiçía) I -; rrajcuiiia Llaas<isrôi1Ci. i si. , crianç-_is . ibanilnnatlzis Il 30 40 55 55 (i5 (m5 127 133
  3. 3. N SI . I. lil<i l. . lase L›lllL| ll1¡l41›! ›IÍIE›JTLÍLN: li1lR'ñIILlA1¡ll7¡lI¡L| (7|1¡lL| ~I late Ineatlos tlo seculo XlXi líximstos. filhos Ile t”l'I; |t_“.1H Os expostos assistidos pelas (ÍÍImaIxIs ltinitapats A Roda de 1*Í1It›_stt›s, ltindtlgocs e tr torias a. ate IIIe-ados A tIssIstÊIIcia as Inenmas scnulami I do seculo XIX Ilumacñt) «los Iiieninos. filhos tla Roda J. lase d-_I filantropia iate meados do set ulo XXI Xlutlangas na . lsslslÕlttLl Lttls epostos ltitl. ) tltls enicitatliys cm (lClxllC Xmas institiucfves tle : Isstslencia IILIIIIIopILxI . i. _ emergencia do lístatli) do Ilem l-Ístai' «lo lenoi lapos llloli) ll litniulemiIuixilia «lo» : :Yptisiiis l, () olunie da populaçilt» de menores expostos. lísttmattxas “ (Irianças sem lutitro. O massacre : los inocentes 3_ . questao tlo leite. .s . Imas-tlerleite e . Is experiencias com . I . Imatnentaigño . Iitilicittl I'. utc III ~ (IRIAXÇA , II. I'I)(. )_1.1). ' l. (Íattstts do IIIIIIIIdtJIIII i J_ 0 bebê ; Ibantlnnatlo 3 ida Ulíklltllit! do exposto na fast' de "etlntztçñrf 4. lnitiagño tlos vc-postos llt) IIItIIIt1o tlti traballio l í, Dores e cas-. Imentos para as filhas tias Rodas e dos Recolhimentos (u. 'liItel. I. pctiilliacño. .Itloção (I()_1SlI)l-I I<. ›(_: (›I«: s ITINAIS FtNTEs I: BIBLIOGRAFIA B1BI, I()GRAl-*l. 357 207 377 288 296 301 505 31') IABRl3,'I. -"1“1'l(. -S 'l ll 7 Iquito Ilistoritiu l lIiaIiIaIiIIo. l. Islio. I AXRI Iquito Nacinital. lx'io tle lancuit . .'l 1'- niiiixii atuuial tlaloiit- tlo liimlixi l, Isl›o. I APIÕSII( l(]1ll(lPlllillttltlul'il. lllIitlL^5.l(¡l›. llllti ASCAIS | (|1|l¡l1L]¡! HAl| JILI(ÍAN~lKÍC lisciitoiilia t1C5.ll. ltltil. Halna AHIÍAISI' , rt¡iIiit› ila Iitla ( Iasa tle liseiuoinlia tlc Nu¡ líiult: lIXl, ~ IIIIIIIoIet-. I Xatiunzil llC laslioa BNRI liililttitcta Nacional tlo Rio ilelaiicittt (ÍetllItIl 7 (Ílillll tlc lísiiiilos Ile l)CI1ll! _Ll'. lli. i llisiiittca tla IIIÚiItJ Latina. 1X1' 171 Doritmisnttns lntcicssantcs para . I llistoiia t' os (Íostitines «lc . São Paulo. Ptililitxiçíii do lt| llliiI'L1l)ll('(iL1Hl', l'. ltl(›tlC Íui Paulo I7elIem r- billlltltltfill) lístzulttal tlo lIcIiI-lístat tlo Alenor. Sao Paulo IIICSP Instituto llistotieo c (ieognifivii tlc *fin Paulo R1 l 1GB ~ r het Ista tlo Instituto lllbltillul e (ieourzilico Brasile-tio RPI' r- Relatoiios _IIIIIuIs tle Piesulcntcs tlc Pim Iitcia (Imperio)
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  7. 7. 111 . 1-1115111111 1111cn1 11111614011 115 1111111›1e5 pedra5 na Bihroreca Nacional, no . r11111111 X111eiona1 e em 111111115 aeerxo5 menores 1111 1ô11ica Ferreira da (1115111. ; x 5 "bolsistas 11e1or11".111e11 111e111or 11g1'.1dec1111e11ro: e 1.11111›e111 a0 CNPq. 111 . 1111111 vez. . por [(51215 1111111111111, com 111115115 de ;1¡,16r1'e1ç1›111116111o. N11 1115C de 16v1111n1111e11ro dos 111111155111105 dados 1111 Roda 1.11: Expos- ros da Bahia, 11a Sama C11 .1 de . 1i5eri1t1'1rdia, 1111111111111115 com ciência e com 11111111. pela 111111111 cara, dedicada 1: 1'1111111e1e111e 11116111111. Ne1 Esteves, 16ce111 dela 11111.1 atenção 111111ic11111r. 11111 1111e1e55e e 11111 C511'- 11111111 co115r11111e5. 1111111 que rec11pcra55e 101.111 a 11151111111 11115 cx11051115 11111111el-.1 111511111111111. l11CL11L1H 11L1e, 1111ra111e 1111111111 111105. com 115' 1101515- 1115 [(11111 e . ›ri11(1nc. 10111115 0016111111111 115 11111105 no 1r1111io da . 115cri- córdia, recebi orie11111g'1'1o de 51111 11116111111, 11' ' 111115 ricas c115c1155õe5. fr/ .emos de5c11berta5 de 5e11e5 e 1111115 51111re 11 11111111111 expmra 1111 1111- meíra 11111111 11151111111111 1111 1'11í5. . Neusa E51e1e5 meu agradecimento especial e czrrlnl1o5o. 17111111' (16 forte e51í1111110, 1111111 1111111, 1111 11 1116111110 1111ern11c11111111 John Simon C11gge1111e1111, 1111e 11c 0 privdegíu de receber, em 1994. por e51e pmjelo. (2111111116 1111111115111 re 151111r1111e. _um 11.5, e111 grande parte, ;'15 11111111115 1)11b11c11ç1'1es 6 a ; unaçao no 1111111111 da 11151131111 da i1111^111c1a dcsx 11111111 1111151161111 e 1111 defe5a 1111xco115rg11ç1111 1111.5' direi1115 da uianca em 110550 111115. rivc 11 privilégio 116 er 11 meu nome 1115111111 110 1171/11' 117m i1¡ z/ m 11b/ '/(/ , de 1997 1: 111: 1098. Fui 111111111 ; graças 11 e55a 11131111 11116. em 11115 de 1997. 1111 c0nv11111r111 a rnregrar .1 (1011115 ão dc Direitos H11- ill 1111111115, do listado de São Paulo e a 11re5i111r 11 1'6cc111›cr111(111 (101111557111. 116 Dnreitos 1111111111105, 1111 L'11ixer51r1a11e de São 15111111. No 1111111 110 Projeto, 1ive 11 11011111 111: . ser 111111111111111 para 1155e5511r11r 11 Secretaria 116 1551111111 1111 1711111111' , (iriança e 1101114151111, 11o (Êoverno . 11'1ri11 (Íova5. Pela 11r1111eir11 x , 5111 da Academia, 1111111 convive¡ e 11111111 com a realidade concrera 1111 infância 1165111111111 e 1111111111111 1: com , 115 cenrros 11_6ci5ório5 do Governo. 1901 1111111 rica e 111111111111155111111 lição ver, 1111r_11cnrro. a engrenagem, 115 101111115' de ação 6 os c1›111porr111116n- tos 11111í1ic11~1111111inisrrativns dos responsáxeis pelas políticas 511611115 1111b1ic115 1111111111115 1111711111111. A5 reflexões 11116 pude 161'. observando, 11:11110 11s centenas dc doeumenros 11r11d1121d05 1161115 órgãos governa- me11r11i5, 1151111111111 115 11nid11c1e5 11:1 Febem, na capital 111111115111. conver- 511111111 com as cri1111ç115 e os 1111ole5cc11te5. e 1155cs50r111111o esta SCCICRI- ria L1C 125111110, ;1_1111J11r11111›111e 11 11111 novo din1e1151o111111161111› ; '15 1111;11ises 50h16 a criança 1111151161111 n11 perspectiva histórica. No 561111110 inverso, 11 visão diacrôniea da i11f1â11ciz1 dcsvalida propic1011-n1e 1111111 11r11açü01111115' 1110111111111 e comcqíienre. 1165511 11115111. 'Foda essa experiência foi 16s- 1-11111-51 1 11111 17 1111n5áve| 111-11 1111151111 de 1111/. cr 11111111115 11e51111i5 5.1ré11.1111;11111a11e. Por 11111115 e55115 1117511». não 11115511 deixar de regrsrrar 1111111 111e11 1e51en111- 11110 d0 melhor e 11o 1111115 511111111 11g111deei111e11r11 i1 111111111' 1111 Secreraria de Euado1111("Ir11111ç11. 151111111111 e Hen1-1í51ar Social. D. " . 1arr11 16161111111! (Ííodínl1o. 11111 1:5.s11 111›01111n1111111e 111111111'. , ›o chegar ao 11111 de51e 11'r1›. renho grandes 11111111215 se 1'11115eg_111 responder 115 L3.1)CCl. ;lL111 11111: 5e 111111111 01111111111 e111 11111111 111:| e. No entanto. c<pern viv11n16111c 11116 e55a 111111111. .1paixo11a111e e 1111111111111511 1111551111 que me 11111111115 realizar 1105511. 11e111 111011115_ .1v1111çar 11101165 1111:111e 110 c111611111111e11ro 1111 _qr-ave 1111e51í111 da 1111'1"1nc1a 1111111111011111111 do Brasil e. 11116111 5111111:. 11115511 1111111111. de 111g11n1a 111111111, no e11ca111i1111a~ menro de 5n|11çõe5 1111115 5151en111r1cn5 e 011111111111111115 e111 111111111115 cri.111c115 .5e111r1X1111í1111. _ . 1e11 11e5ej0 1111115 1111111111110 1111 11 de e5crever 11111 livro. 1111111111111 em 5111111115 111111115 6111111111115 e n11 melhor 111c1o11o111g111 da 11e5111115a 11151111¡- ca. que 1411551: ;1 11111 rernpo 111101111111110 (de 11111 rema 111111111 125111111111111, 111g11111c0 111a intenção 111: 5crv11 . '1 11111511 da co1151r11cão dos 1111131105 1111 1'r1;111ça no 11111511) e reflexrvo (sohrc 11 processo de 111111111111no e de 11111› 1111111 E1 11111111121 1111115 demalida, dentre a5 11e5'11|1r111s. 11111: 5e11111re foi a criança 111111111111111111-.1. Se e5r.1 e5pera11çu1 pôde 1111111 , ser rea 1.11111. mes- mo (11111 11111115 115 11e1e11o5. 11111115 a5 |11111raçñe5 e 11111115 115 111111erfeiçñe5 de51e livro, estarei p| c11a111e111e gr1111f1c111111. São Paulo, 16x ereiru de 1908
  8. 8. PJHC l 1C['I<()P.
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  11. 11. H ()1111111111 14111-121111.=11›r11 t) e111e1t.1111enr11 de crrantax entre 11x runranos v1.1 11111111111 e 1311 .1r1tru11111r. rr1t11~1r.11111111I11gi.1es11.1 1111111111.(111'11n11.1111›1o11.11›¡1I.111ç.1e Roma. setzurrtlti .1 lt'n1l.1. r1.'1111r11.1111r1x uúrneos Ronurlo e Remo. frllros 1l11 deus . l:1rte. .1|1.111tl11r1.11los 11111' ser¡ 1111.1 l1err:1 d11'l'1l1re. e salxox e ;1r11;1111er1r.11l11s por' 11111.1 lulu. .rtú «pre um pastor os envontrou e os lerou para 131ml. onde foram trrtulm 11111111 frllrosi lim l<11111.1l1.11.r.1te|1ru.11es espetrah onde se c11~t11111.11_1r1111111111111- 11.11' l1el1es, 11111111 11 lago '1l.1l11e_ peru: do . e11tir111. 11 lntal lfltllx l(1r111rn.1lrs. n.rllragado( nrnertio_111r.1t11l11r1.rl, .11r. i11.1.r111111e1'1*.1r|111|1- e1duI.1s. r111l'11r11111, (l eoslunrt' de de1.1r srnars-lt*11ler1trf11x1gxi11111r1r1›.111sl1el1es;1l›. u1~ donarlrrx era praritxnlo r.1111l1e111 em l<r1r11.1. l-Íle n111~1r.11.1 .1 rr1|er1t_'-Í1r11lu~ ]. Il1l1.'l' 1'I1per.11 11s lrllros. 111r.111d11.1~ euttrrrstfrrrtrax 11 perrnlllssenl lÊInl111r.1 11111 ler . rx 111.111t; .1s lllL'x 11Í111 purlessenr II11'I1.1Irse excraus 1.1111'r1.1~ serras). lilllllJx das . r|1.1r11l1111.11|.1s 1111x1111 redu/ rrla» .1 essa (11117 rlrtÍo. Outras. f11r.1r11 s11l1111etr1l.1~ _r . llnlstls. .rltturrrrx 1111.1111e~t111pi.11l.1s 11111ç¡_1111rIl1t-» 11s l1r.1t11s 1111 , rx 1L'1|1.1s_ 1111el1r.1.1r11-l|11'x r11e111I1r11s_ 1111 Iiuraxrnr-llrew 11x Ulltuxl. 11.11.¡ sertrrenu 1 rnerulrgos 1111e, .rssrrn. peusxr 1.1111 poder . rl1'.1n1¡.1r' melhor ,1 piedade 11lll)ll('. l. lo 111;1is das re/ es_ esses pe1111err11s rrrlielr/ es. nrenrrnn e menrrLls. exltrnuudestinadospelos11r1e11s1rr.1.1111.1111'11xtrt11rr. i1111nÍieseolatle ql.11lr.11l11rex Outros eram t1.r11sl1›r111;11|1›s ern serxrrs. e alguns, em ClllIÍlCUN, l1r1p11r1ar1te .1~sir1.1l.11 11111', 11.1 r1ri_; r1i1l.11|t'. ttreyrr e r'11111.1r1;1.11 infan- rrvrrlru era 11r.1rrt.11l11. le_;1sl.11_; '111 11.1 Roma lrnperrxrl tentou vondermr essapratica. e(Í11rrst.1utIr111.desdeÀlH 41ee1›11|1e<er11l11 .1 rnrportanua do fator 111111131111111 11.1 pr. iti1x1 1l11 .1l1.1111l11r11› 11111 p.1rs ewrernarnentepr1l1res 1111111111111 lia/ er' f11111'111r1.11' 11111 srsrenu de . rssrstentra . un pais. 11.1131 exrtar 11ue eudesxern 1111 expusessern seus fillrus l)L'171I de 515. o r11l1111t1eírlr11passouaser111r11rtl11ç11r11.1r1111rte'. l nr vasto e v.11'i:11l111111111111111rle leis s11l1re11:1l1.1n1l11r111 foi l11r11111r1~ «lo-se ele r1;i1› se nora r1er1l111r11.1 11reot1111.1t_*§111 e11n1 11 lzrtlo etiço 1l.1 questão ou 111111 ;1 sorte das 1'r1ar1ç:1s. ist-rm r1aserdos delertuosos. por exemplo, purlLnn perfeitamente ser 11111rt11~. .rtutrtlox .111 111.11 ou 1111e1- ltlLltltis. LlCLlllL| .l'. L' 11ue . rs tlelorrnidatles tr.1/, i.1n1 111.111 4111111111 para a kHlllLllllLlJLlCL' 11.1r.1.1 l.1111r'lr.1. 1 1111111111. r. . 11. lularurtzrle 11.1111 1g 11.1111 lmcn i 'L' 1-111111111.. . .1'«1111«.1. 1,1, : /1'/ r«¡¡¡«111:_, ”/131 ? M7111 111.11 1.-l1r M1111 3371 ()11.1111111›1 111r11~11r1.11r1111r 15 lissa s1t11.1t4'Í111 foi sofrerulo .1l_:1rr11.1x 111I11l.1r1g.1x 11.1 lx'1›111.1 Imperial l 111.1 dessas . lllrldgflts tletl.11.1.1 r111e 11111 . rl1.rr11l11r1.11l11. rmlepentlenre mente de sua 1111x111. tt11r1.11.1-se lrtre . ro sÇl'c1)Ul7. lgnmxrs medidas foram turn-atlas er11 f.111r dos pe1111enrr1os expo» tos durante 11 lmperro Romano. .'o segundo seculo de nossa era. o lnrper-_rtlor . 11torur1o 1137711111 tleel;1r.1.1 11ue ;1 enda de Lll1lll¡. l lrxres por seus pais Ionutnos era ilierta e Cl“1)Illl(I>. l. . 11 seculo seetrrnte, l)l11(lL'L'l. lIlt1 1104) dee1e1:1.1 111re lis pais não 111›1lc1'i.1111 en- der 1111 dar os p11i11rir1sfill11›s. 11e111 . rs crianças 11111le1r.1n1 ser li1rç:11l_r~.1 senidlo. et1r1111f11r'n1.11le1X1ga1ner1torlas tlÍl1l.1s1l111:11s, '1› entanto_ 11 I'd/ nu l'/1/¡:1/u. r rnantexe 11 par como soberano para Llcvidir s11l1re.1 sortede 11111 filho: se tleeitlisse .1l1.Ir1d11r1.irlo e depois se arrependesse. 11r111>ur.1r11l11 rearerlo. .1 lei de (lrrrrurlrano rer1er.1.1 .1 pernnssíro ~er11 111re houxesse r1enl1111n.1 1111r11_'o. ilesilc 11ue fossem repartidos os Custos da (vli. l&'›: l')A ().1l1.1r11lor111 rlC 1'ri.1r1ç.1x 11311111¡ lcr1r^›n1er111 r:1r11 n11 lmperio Rornm r11›. _loln1 llosnell estiniou que os ronranos 11rl›;1r1<1s .1|1.1r11l1111.1va111 err tre 207? 1140C? de seus lillius. nos tres primeiros seeulos da nossa e 'am filhos na Roma vnt' er.1111 xariadtrs: enjeita11111-se ou afogaxarri se . rs rrrar1ças malformav Ricos e prrluew .1l1.1r11lor1; . s musas 1l.1s; r1sp1›l1res_ por 111o 1ere111 çondiçríes de t'rI.1r os filhos, e. 1111r1l1.1n1- nos esperando 1111e 11111 l1er1fe1tor reenlhesse o rnfel' ou 1111111111'i1r1l1.1r11dú1tl:1s tilnc .1 fidelidade de suas esposas 1111 porque , l1el1C'; os ritos. 1:¡ teriam r11rn.11l1›1let~isf›e~ sobre . r 1l1srril>1riçñ1› «Ie seus l)L'I1s entre n» lrerdeiros 1.1 existentes. (Ierrns rasos dt- .1l1;1r11l1›r111er:1111 explicados por outras v-. rnsas. lgunx pais al1ar11lr1r1avarn seus filhos em sinal de protesto 1111litiu1 COIHFJ .1 UHlJLlC dos deuses. por exemplo. liriox eitlzrtlaos expuseram seus filhos t-nr protesto 11_›111r.1 . r 11111r1e de . _eripin . morre do 11r1e1itl11 príncipe (icrrnirrico proxotrr1rr r11.1r1il'estaçoes «role-tiras de protesto . ros deuses, 1111.1111l11 se 1lepretl.1r.1n1 templos e alguns pais errjeitttrani seu» lillios. (Iunsegtur . tlgtnu peculro, entleudr- filhos 11111111 estratos_ era outra causa de LllHlllLlUlll) presente er11 Roma. e 111re _inda .1 explrear ;1 frer1tiêr1cia da t-. xposigñr1 de triangzrs. R-ararnente Ussds crianças enieita- das sul1re'ii. llr'r. segundo 11 eo11ren1p11r§111e1› Pseuduríjuinuliano. : adoção foi irrrlr/ ..irln em Roma espetralmente corno sulttçÍto para ene. 1' 1.'. .11,111111›111.. ¡w11- /11 1'/ /1_›1,111. 11171111 ; o 11,1 :111
  12. 12. li» O i'›l!4ri*lrl iai iii s sx Ilrr' ll›lll llunili_is que. por não tciciu lillios. cxtaxam em rias dc 4lt's. l|7.ll'L'('l' uiciuo. ll. ii. r . i . idirclir cru scuiitlii letuito. ou seja. .i lhlllsliclcfllthl i c . rluuem / I// r// I/ wnx do jmdcr de seu par ; rara outro. que serra uma forma de ll'. lI1il'Cl'Õll('l1i do pilllll) poder". . separaeãri era radical. lÕm raso de . rdoção. uma 'I'l. ll1L_'. l ll)l'| lLi'rl*L' um estranho para sua laniília . rgnjstic-_r natal. e. em caso de . id-iogafo l. irlriçfir› dc pessoa maio¡ Le idade) renunciar ; irse , io L'ill'i› dos rleuses da lamilizi natural. pelo aro t o J/ /l/ f// i/H/ l f/ (WÁ/ (l/ IU. llklUltlíllljl. I1I. l[7.ll'. l(iKlCIINCS L' HS ilIlÍHH llC illll um a lírnrilia e. por isso. se dizia dele estar i1/ . rm/ rx / /l/ //. '/ /. lCss-a situação era lI1'L'CI. iL'l. Fui em Roma que *sc regularirriir. pela ¡riiineiizi xcx, u tlireiio (C . rdoção. lima c/ que. nos cosrumcs romanos. os laços ronszlngaiirciis unlizinr poLiLa imporlfiricia Io que iruportaxa eia ; i liulravgenr). o adotar o icvclua o nome de liunília tlo pai atluiim_ IllCslHH que tixcssc rindo t e camadas mais humildes ou mesmo de escravos. (lircio ileleuilia que soiueirtc uin homem sem lillius poderia . idutar rim-a crianca. Nlullicrcs não podiam adotar_ mas podiam scr àltlilltlkltls. .lcsuio corri lillios x nos podia- se . irlotai. como fe¡ Hcrorles 'hfll'll. () mais famoso caso ile . rdoção foi o r e Ot-. ixio. que se tornou lierdcrro e sirccssor de seu tio _liilio (Icsar. 'o Imperio Romana herança, a adoção também scrria para controlar : i política das . I'm sogro que ; rpreciasse scu _genro_ tratava de : rdotzi-lo, Wa qualidade de lillio adouxo. podia receber de seu pai adotn o um alto c-. irgo ou rliignirlzirle_ pois 11 . irloção icatrlaxa a carreira pública. Ádoiata-sc em qualquer idade. (Iorn (Ioirstaiuiiro. o primeiro llllpCfLlLlUl cristão. lIULHL: jirofunçla . rlrcração dos princípios _jurídicos anrt-. riores soIJrc a CYPUSÍÇÍO de crianças. Seu liÍLlito dc 53| mudou ; r situação legal das cri-. urç-. rs Lilian- Llonatlas em lodo Império. uuid-. iuça esta que prevaleceu por' mais de um milênio. Por esse decreto, não se reconhece mais o direito do 1711/77¡ Pb / rti/ z/. i para recuperar' os filhos abandonados. Passou . i igorar o direito tlefiuilivo de qucnr criou o cujeitado. mesmo que se quisesse uansfor ma-lo em escravo. l 'ma vez tentli) 1|li¡ll1(l('›ll'd(ll') seu liilho, o pai biológico perdia para sempre o direito sobre ele. s leis de (rionstantino consitleiznam os pais que ; ilrandonavam seus filhos' rcceiir-ii-aseitlris e rc que por essa razão :1L': ll)zI'. IIn nroirendo (iiiiul'_ i_ Op m_ p_ ai¡ () izxxirwxuiri ru líl xxx ll4.l uniu criiuiirosos. c_ portanto_ sujeitos Çis incsuias penas dos pairiciilat I'mm¡/ n/i/ ¡z/ r/i/ pn/ /n/ /i/ x. ili/ .ia _i lci . lim moineutir . riu-um . is lcis de Líoustantiuo jiroilur-. uu. negaram ou condenar-am o direito dos' pais de Lll1L1I1kl(II1:ll'Cl11 seus filhos. nem me» ia. mo o de endC'›lris. em caso dc mis línlkini_ em todo o Imperio Romano ¡rarecc não ici ll1llLll)I1Lilllllll| lLl instituição para cuidar das crianças enjcitailas. líl-as eram ilcrxatlas Çi ¡uopiia sorte ou Ii que llics llCfC| 'l1il| lLl . un os que . is criavam. ; s rr-. uliçocs Jllkldlkkls e romanas ; l respeito do . iliairrlono de criancas e dos cuidados com rrianç-as desaniparatlas toram pass-atlas para os pri mciros cristãos romanos. Os ¡rrimeiros moralisras e os jltlllltlftàls da l_: _rcj. i deram conrinuidtrdc Iis ; nativas do clho 'Fest-aiueiuo sohrc a questão. . cnda dc filhas eia isia tomo jrcrtciiaiueruc natural_ como c relatado. por escondo. em Êxodo lZkHl. eu) (icncse (37) C Cm R015 l-llll- . tcir. i_<_'_oras foi o ¡irirueiro patriarca da lgrLj mente sobre o reina ua se rirnd-. i urciaulc' do seculo ll. lílc prorlrru os cristãos de expor seus filhos. por que isso_ para clc. equix alia a marxi- lUs. _lustiiro_ o . lrirtir. Lleclarava que as filhas expostas corriam o risco de serem usadas como jirostirutzis. (Ilcmeirte de Alexandria. no século Ill_ em sua obra ID/ iv/ zrgr/ _g/ Lr, t'onrlcna'a o alrandono. alii- mando que os pais que cxpunlianr seus filhos eram ; issassinos de menores. Além disso_ ¡ioderianr indu/ .ir os que sohrcvivessem a to meter o hediondo crime do incesto_ com outro exposto que fosse . i . i eseiexei longa- parcnte seu. Os iuoralistas da epoca não condenavam o ato dos ; sais de alwandoirai' SClls' filhos_ mas. im os possíveis resultados que disso poderiam decorrer: incesto_ infanlicítlio_ estímulo a relações cxtram-atrimur i 's ou a prosti- tuição. Nesse sentido_ pratieameirte irada mudou com a rlifiisüo do cristianismo no Império Romano. No início do século l"_ lraetãnciir -~ último padre da Igreja a tratar' do tema (segundo Boswell), e uma das raras vozes da Igreja a conde- nar o abandono 4 considerava que os pais expunh-am seus Filhos quarr do 1.o tinham coragem de mata-los_ crime eonsitlcratlo tão ncfando quanto o homicídio (qua/ II i/ rr/ ilzid/ uar m¡ raymuzv? I/ mm/ UNI/ filé. O destino (ri: Veiga. João (Íhnsostonio ti. .. Rr/ /ittõxi m; wi»- f/ IJr/ HÍV/ row» z/ .r um; r/ us' (CVA/ Islas. (Ioimhra: Imprensa da lhiicrsirlzitle, INSA. p. S: e Renaud. (7 uillc III/ r/íof/ 'r/ p/i/ r: I-Iiz/ uri/ .c-I/ v/iiriar. r/ /rzni/ /mmrâ 1'/ m rir/ rã* Paris. lrnprinreric (E. A. Pcnzirtl, 18h41. p. _a lilem. ihrilcni. p ã
  13. 13. ZN () l$]lt›'1l>l m m xxx xiim uwuu Llcssas Lrianta» cia. para Lutiucto. .I mortc ruccoxc. .r cxcLniLlÍttI. ;i ¡HUslIHIIgLÍU ou u IHCCNH). o cntanto, clc 11L'FCllÍJ . l quc os pais [Nikit- llJIH Lcr rJ/ _ÍJCSÍÍJFECNPLIFJCYPHWWISIHl'illl(›>. L'<›I11(). lCYNTHIAlnÍMÍfhLpUI' cxciuplo. I'a¡. tL. tct-Íti1c¡u. .¡ misciia . ttcnttaxa o crunc tlc cxposiçao «los filhos. Dcvcríc ohicrxar quc_ tlcstlc sua origcm até . t lrlatlc . Hc-dia. :i lgrcja scmprc tratou . l ¡voluc/ ..I cxrrcma com gialulc conilcsccilrlôir CLl. disso rcsulrantio múltiplas (Unccssõcs c. cm nuutos caso», ¡uoliu- caw dc _grantlc . imhi_g›"| i<l: u'lc : l_L'_¡lI1s (Ioutorcs (la lgrcja pritniliui prcoctrparaní sc com a qucsrñr) ala criança . thuudoitaLl-. t. Santo Inluúsiiu bispo dc . li| ño (574-597). rCslgI1.| 11rC. lIHU; |phillcskdt); llmnklnrlik lÍm tlos tri-s filhos tic um rico c luulcrostw pai. clc mcsmu [bra LIl)LlI1(l(7I111(l(1, lim sua opinião. os pais ticos ciaiu ¡iarricitlas quando . Ihantlortaxam seus filhos para Llcscrnlar um cm favor dos outro». ou (ru-ando ¡uaticaxant o ; tl›orto. Potóin. cssc bispo (quc sc tornaria ¡wapal ; tccuaxa uma ¡irziritxi nua os pais' pohrcs, win conLlcn' . qni, ramhém, o ; ugumcnro da DUlHC/ .l _iustific-. txat políticas ; unbhaIL-nLcs. S-anrtw Agostinho. quc cra pai dc uma criança ilcgítirua, demonstrou ccrla resignação anrc o ; ihantlono Llc L-rianças. Sua j; antlc obsessão ñ c quc tio grandcs m-. tlcs . tcarrctrut para a cristand-. ulc, cspccialmcntc ; vara a mulhcr à foi a th: impor fins C'CllISl'1Il]1Cl1lC procriatnos ao : uo >C. 'Ll: ll. Outros' patriarcas da Igreja_ como São Basílio dc ("Ícs-arái-a, São (Êrcg<'›rit› Nisscno. São João (Irisostonu) c São Jerônimo lkllllbéll) cscicvcraru sobre o LISSIIIHO. rodos [lt/ .cttdu u *apologia (la caridntlc cm rclzição ao cnjcitzulo. Nenhum deles, porém, condcnava o aro tlc exposição dc crianças pelo: pais. : ' Igreja csmbclccida adotou uma ; tlitttdc rcalista sobre a trucstãi) do abandono. Hnswcll, quc cstuLlou a 'fundo a lcgisl* o cttnôniczt no tocante aos' ; IhaHdUII-adoS. :ifirnm que nenhum Concílio ou JUIUIÍLlMlC Cclcsiástica dos ¡Jrimciros séculos proibiu cssc ato ou condenou os pais quc cxpu- nham scus filhos. umhora a legislação conciliar da época condcnassc a sexu-aliclaclc fora do cais-. imcnro. (jânoncs Lla Igreja primitix a foram clahnr ratlos para LlhãCgllftlí quc as crianças fosscm bcru l'L. 'CL'l)lLl'. l> c bem cui tlas pulos pais Substitutos. Insxsti-a-sc sohic a ucL asidzuíc do batismo para as crianças cncontratlas. Os (Ioncílios «lc Yaison (442). (Iv: .vda (506), (lc . rlcs (S52) c (lc lñron (581) procuraram cncoraiar' us [réis . t . icolhct u: expostos. sem ¡, (l HIN›HIII I›HlH4i'l17l›l JU FCKCIU lC aompliutçocs futuras. chcgantlo . HC ¡ncwnu . i tonfcrn tlucuo Llc ¡vroprrctlaçlc . tos quc L'H. l . rm crianças cxpostas" (V) (Íoncilio Llc uison klI/ .ld lcsluahuciuc solirc : Ls criancas . tluntlona das: "I la uma qua-isa gcul dc quc hujc cru dia cspocrxc mais aos c. quc a caridatlc. porque mesmo . iquclcs tlispusios ; vt-los prcccitos da tzuitlzitlc . i roma-las csrio Iimitatlos pulo ¡nulo do : igücs Ico-ais. Suia lmm NUliCÍLII' . ros mais «lmoms c pÍÇLllHiH k' . tus . uigustos llHpCHlLlUILW quc tll| llClcl| llc((II11.lI'| lI111FVIJHÇJ. llxlllklhlíntld(lCcHníililtzll . i lj; cia c ohtct uma tlcclaraçar) tlcsra quc tiigxi quc cl: : fu. isso. lÍm scguitla. o pastor tlcx c . inuuciai do . tILu. nu Lluniiitgo. quc a lgrcj-_i rccchcu notícia (lc uma cr iança . thantlunatla v: om l! .i rcclarttagítt› dc ttlgttéru quc quciILt conhcccr . i rriançzt. «lcnrro «lc (lCV : has da t-xposiçño. :k| llC'lL' quc . i cncontrou ¡iotlcr1a_scqluxcssc. scricssarciilopc| .isiicspcm1s<los¡wiimclrostlc/ tlias Llc CllltlilLlws da CHLHIçLl. por incio dc prcscntcs LlJ CUITIIIHlllIILlC ou por graças rccchitlzts «lc Dcusm". (NMCIWXFSC quc cmo (Ioncílio também não proihitr os pais : lc Unic¡- tar scus filhos: ncm tucsmo xofrcrian¡ clcs ¡vcnalitlatlcs sc os rccla- masscn¡ um LlCI. alias. ou sc ttuuc-a os rcclatuasscni. () oh_¡ctit› cra CIICOIKIlHI' o povo .1 tomar as crianças CHCUIIÍÍLILlHS cm abandono_ still! tcmcr conscqítônci-. ts, tícsagr-avos ou mcsmo a sua perda. tlcpois tic tcr iuxcslitlt¡ lcmpu L' Llinliciro cm sua criuç o. r ação da lgrcia tornou o ahantlono irrcv' ulu Y: os pais tt-Íio tinham mais o dircito dc rcclamar seus' filhos cnjciratios. Llcpois dc tlcz. dias di: Lllhlllllullh. sol) scxcras penas. :kruclcs quc criavam 11s' crianças" tinham ; LJKIHKÍAS dc n pru, c podiam fazer dclus o quc hum cntcndcsscm, até mesmo transv lornuHas em escravas ou irstí-lzts na mcndiciLl-. tdc. No cnt-. tnro, o espírito cristão influiu na compai. 'to pclos pequeni- ' ias vidas. Os cn tios viam os cnjcitzltlos como . :lo ivcl. cn) fins' do. 1tê~| as L'on5i_gt› para sem- nos c pulo rc: mito às (l/ [IHIIIÍ dc Dcus. c a Iitcratttrtt cristã contribuir¡ para novos comporta- mentos. em face: da ; tdoçño c (Ia lranslicrêncizi Llc crianças Llc suas fanu' . s naturais para uma fatnília nxais antorosa. qu: : ; tccilassc ¡cuc- bô-Ias. .r partir do século Y, houvu estímulo (I/ ÍH/ z¡ / u/_rcr/ ro/ 'r/ /zz (a misericórdia do outro) (lc modo cxplícito ou implícito c cm escala sum prcccdcntcs', cm tozla a Europa. l'Cl1.! llAl. (i. ()| LH, [14, ' llcliclc. (Jharlcx. /Í/ .r/ run' nl: ¡WIL/ /w ; ll/ prós / Iu ¡Iatmuau/ _x uriz/ rn/ zzx ¡Dot n. ZJSU-mlv ç (; ;/, 'z/ /¡¡/ (Jul/ nu 11)”, __ _x14 _x um_ p Iuurl) : l/irN/ s làmxvcll. l Up L1( . |›. 171v!
  14. 14. 2 PIEDADE E (LdRlDADFíz ALTA IDADE MEDIA Adesinregiaçau do mundo romano. soh o impaetti das invav sous bárhai' s'. Icxoii ao declínio da ida urhana e ii emer- _qônei-. i da idade Ãlédia, (J imenso tle. safir› entfio proposto era no sentido de se fundir a cultura dos invasores bárbaros à Iwrançzi classica do extinto Imperio Romano e ; ms ensinamentos dUCr|5(i; ¡11i§|11()_ No inicio da Idade Media. crianças continuaram a . xer . ihantlouzidzis em _grande numero e a pobreza dos pLlXN' era aceita como . i principal! Jusriheatna para . se enieuar os filhos. I'. imprirratitc lcmlirar, pieliminarmente, os conceitos medievais de pu/ I/'rar/ e de nI/ .ru/ vrón/ I/I. Dentre as fontes' de reflexão. u pensa- mento dus patriareas da Igreja elahor-adu até u seculo i' e eertauicn- te. a mais importante. Os signif adm, dos dois termos. utilizados por gregos c latinos, foram m-antidns: de um lado, a distinçñt; entre pobre 7.a c indigencirt; e de outro. ;i eonsideraçñt) da pobreza mino condição de aproximação com Deus e com o próximo¡ v Desde u final da . Àntigliid-atle c: durante os primeiros tempos me- cliciais a concepção cristã da Caridade à incluindo a da pobreza à foi proclamada e ivraricatl-. i por bispos c monges, no Oriente e uu Ociden- te. Lssa concepção visava a aliviar . i humilhação material e social dos prihresñ Oapelo Constante ao dever de dar esmolas Líemonstra que a igreja fu er Âiiiliut. Xliuhel. ÍJíY/ iz/ /Iu/ NAzII/ .IÍI/ iv/ Líyt'. /-fzi. z/t›. .aii. i/i- Paus: Hariicllc, 19m, p s: L' s> wii Pii iniii i IR1iiiii2.¡ ii¡1i›i XiHiH 31 da caridade uma mndigfiii para . i xilxaeiii. Hi ccr(ÍL'l1I da licueíiieeucia. o papel prinrip. i| ¡Uixtiil das II1IL'l. l[I . H e das . l[l idades I-_ueas para uma especie de monup<i| io mimfistieo. Os dois [WÍIHCÍIOS séculos da Uiistandzi- de medieval foram “a epoca dos liispm" ¡iassantlts depois para ; i . iiirnLr ção monjatiea sol) . i iuliuêuuiti e a prepondeiâneia da Ordem de . Bento. . Va ¡iriuieiia i-aset peiienriaui . im bispos o exercíeio pessoa] da misericórdia para com m infelizes e. tambem. o de estimular' o clero e os iL ; Hx na pratica «Ia Caridade. Por olra do ano S00, nada menos que -H toucílios ou sínodox preoeuparriiiru: com os ivohies. segundo o levantamento feito po¡ Bmucil. . Luisa do liixpo tornou-se . i um dos pobres. onde estes iam busca¡ comida e iestimenrzis. Muitos dos isiimeiros hospitziis tiveram sua origem na inieiritn a de liisms: nutios. n. i II1Í('I. l¡'Í: I de Ieivos. Eles eram fuudzitlox ire- n liereneialmenre em Cldtlkitõ. Para a Liiclllcikl rural tem estradas mais fretiiieiitatlas. no campo ou nas x i/ .inhançax das rid-. idesl . is Iiotelririas moutistiezis tiveram papel creseente. .i ¡i-. irtir do seculo IX, n-a a sien- uia nos pobres. .i'. l. já se trata de outro» iempos, de outros pnhres e de outras formas de beueliicC-iieia. como : hainilid . |o| |;ir. (V) significado da henetirência parece conter. nos ¡irimeiros sáettlos da Idade Iedia. uma contradição interna. Os bens e as rendas da igreja, hein como as obras de misei'ir<irtli;1 dos fieis, eram destinados a corrigir as tlesiguzild-_ides sociais, mas nfio a supriuti-las. ; esmola tinha por finnlid-arle prCSCH ar a estabilidade da ordem social_ nu sei. . ; i paz. .I; is. por outro lado. a caridade era ; i ('0l1(iÍÇÍ1()(i()'dit)| ' espiritual da esmola. Sabe-se a importância qu: : os mustcirtis rurais deram a hospitalida- de, segundo a utopia de serem eles uma sociedade entre o (leu e . i Turn". Receber os pobres, m desampar-. idos e os hóspedes nos hospi- tais (criados com essa finalidade) e nos uiosteiros esteve presente nas mentalidades laiea e religiosa. Por sua e/ ,, São Bento deu lugar de destaque i1 acolhida e ii hospi- talidade. das Liuais o pobre foi um heneficiário privilegiado, como representante de (Iristo. Na Regra de São Bento, as' obras dt: miseri› eórdia estão presentes: eia preciso reconfortar os pobres. (Ie bom coiagñti l/ i/uv/ rzw/ iz/ nzn), com ; ilegri-. i e m-. ign-auimidade. Dentre os pobre». um lugar especial foi re›eradi› aos ellios e its crianças iinfantex. com menos de doze ; inox de idade). . c-. iritlade iICHCdiÍiHH dirigiurse : i todos os que a (AiXCÍl. ¡".1¡11. : liluigizt da hospit-aiidarie eomeçaia pela porta. ¡Êia na poit-. i que se
  15. 15. Iwmm , 'N1H! 'iJ! HIv! |H› Le/ Llm . n «Imnlnngfrcx . lux puhtcx, cu . Iluxcx Liu-Lx qua. " cxfcx zum . lnÍllnlldvrx um hmcLuL¡ purutwm nnwuún1X. n»uuguqllcwnrlm- II/ .n .1 .1 . KUHIÍUJ c .1 lVtHfÍkliÇÚllklJ. .lnzn Óx dc CIIPHIÍCÍH!7//0/0/1/!0Í.4|HU nim m rm quJliniaLlcs LwpuiLux. çnmu cxplltx¡ XÍUILII, póx .1 qual. ; do lznpüuu Rum-Jun. unlmnnln¡1¡› : lc umngxls uvntr mmn CIHÍU umz¡ ¡nmnm cnmmn. cm Hmh» . Is ; iram «L1 I¡In'c›p.1()culc¡1- 1:11 dc Inuhçím IHHLIILL mx uIlILILn CIHILIN du (Jncmc ÍHfyxuxun. um LLIÍILHJx LLICfLJN du Xlcdlrcxrínçn nmdcxlc L' nus . xuucdqdcx zcrlnÍlnuAx L' vclrixun LI: : liurulu (Jculcnrzxl. s rcgzm c . lx cnndxçõcx dm cYpnxnn LHJLIUN cm ! no NILÍHÍIFIIFHN HI/ /H/ n/u_ pnrém, [num Incnm CIJFJIUCIHC <ÍCÍÍVIÍÍJ ncxxc pcnudn «lu quc u. : IIHQIHLLHÍLZ Lux hmm CYJIJLÍJN. nun. n. : mzirvpx. .x wLL c u Líuxllnn Lim LWIHMUH c xcn W/ /HJ ituídlun dcpcnnímxn mms «LM «Ir vnnxlílnruux du quc : lux mxnrlnçüux c Llx lux. (› mm ucml quc w xcgum Ç¡ qucala (In lmpúrin Runmnu. .l Iuuxl ¡uudum zu¡ . nsnmlnlu n unnmlu* dc ul xmmguu. [É, xíc hm_ cl. ) íc/ L* (Iwvllgnll nmus Ich . ~¡›| m: .1 rxpnuçñn. .x UndA c .1 L¡| .1L_';14›L| c hcbúx: 'iIIrnIL um sn;1u¡_; .In1/.1Lju ¡L¡ru¡¡11i.1I, ulmaxl ; L1 c¡uux1g›lm; c. mur mx c/ ,cx procurou nmm Lncx ILIIJ u» «Lx/ num IÕIHIL' m MÉÇLIÍUN Y c X n tcnünlcnnn do . ilunuhllru (lc LTLIHÇJN C CYÍFCHLIIHCHÍC nlifírll do w¡ ¡'L: ~;; ;Ir. u|t› pm ¡zmxn da IÃIIL¡ «Iv LÍULIIIHUIILI' çinu. () csfJcc| .1¡nc¡1ru 41.1 limnlu: : cm fcmím c rum» mm Allfclcnlcx Lllllllhls. língua c csuuu¡ ks NHLÍJH, nim pclmulc Ilcllhllllhl LLCHCIUÍI/ .lr giro_ lcxmu qlmluiu w CIIÇUIHFLIIH lux xllhlLncx nm . lI. I numa | ~1_L'_()[IL'; l «Io ÓCIIÍKI '[ rm nn xóçuln IX. (m do Impónn (Lxrnlíngxu, .lx «Iifclcngxlx Icuxulmix sÍu›¡›I'uf11¡ul.1x c <›~ xlglnifi . R103 MICLIIN. pulíuun u rchglmm mmrn diltrclllcs, L-xw cpoc prcxalurcn¡ : Is cconunnux du II| )'I~[Ô!1L'I. L @um pc- qucnn unnóuwx› c puma¡ mnhilidanlç' LIA pupuhgíln. (Íumu us LLuhciL› ILIIN rcntrm ¡ulunus cnualruln cm nícrlínio. .1 111:1u›1i.1 dLI pupuklçílu C dc | .n mdnrcx c «lc xcxmx. . (mnc v; n pnhrcz. ) Ím fnmrcs prcxcnrcs c pICpUIHÍCfLllUCx c :1 pcqncnn pupulug 'u nc . Ichn nlíspcrsu. Vem mcxmn .1 Igreja possuía 1|1xf<1I'n1I(| :1A| L', nlguxli/ .Açíln v; unlçludc. O . tbumlnrnu dc rccúnrnnxrinlux cm bálslalnlc Hcqilcnlr. c 11.1 11:1 dm pnnuãrdiux da lrlmíc Xlédln hi rcgixunx LIA xuhrcu- 'Ç'11LÍ. ¡A1c. IIuIu1s Llcl . Sanm UdiIJ. .1b.111d(›11;lL| ;1 po¡ acu pm porque um vcga. lim mdb . h cnlnuzus : L1 Im ldJLlc Xlédx-. x ¡›h~cI';1-~c .1 rcc-ryrrôncin Ingmr_ comoSAUYKCI1III1U, .ILÍULILÍU pur um duquc. L' «Io ÍCIIÔIIIRJIIU (Ju ; ulmndnno dc hch Hal¡ u Llmníuu) du» xisigodox_ . cxpuxxçiu : lc hchêx um _iustiflLxulA (uma ? hmm du ¡umcngño do [www w rmnnm M 1x [mm ll-Hh 13 wmlrnrlrídiup'dualmruuul1ncaqm'. ¡uchlmlíiluxLcLlnux¡numlm «um lnulLm quc munnn umtlnnnç .1 HLHÍC L' . l ¡HLIIILLILÍC wLI.1ín1.1xxít¡nL1~ Éa Ir-Çhz¡ : In CVIIÍU '[ um uhíign : L1 Ópmxl_ cm nmA ¡lc max 154 Icix. .HIUJII/ ..HJ m mrmgmlnx . x cndcr Cllx filhm. cm um th' IMTU» xuhdc. dudu quc cam¡ cndu nlu ; lllcr-. Ixsc . I tnmhgun dc Ixhcrahdc LL¡ uíum_ . Xlultu cnmllm c sum xc lnniu¡ ; um «um «lc cxuum ; unha-na (im mix. cxxc lilw dc cmh xcrxia ; um wlnrlunm' m muxxnyxynrn : iu hcunxvzl. rm . '1¡c.1~ undc ru xixrcnn igL'I1lL' cm u ljJIlJIILÍlJlI. (h pm ¡mcmnnx cnxlimn m Iílhm E111C«CN(›. N¡| UC. ILJIHIHAÍJIHÍHHHQCIH. l unu uma n'.1rL'_un| '1.1 wxxil, Wrx _um : iu . xlmnrhn1n . münnnu ; Hmh-tm numu. ILLUJIIHCINC. .1 cmh «Im cnungxlx cnvnnrI'. u|.1~ lim ¡xu-. uius L1HCL'H| H ÍI. .n mhm gcnnfuuçxn inwAIALIJ» nu Lcm ((›I| <›nl.1.1rI¡.1| líqmuúnt LIILHJH) xun ; umptin uínlugrv dc ima. IIÚUCIICLI (ln IYCIJ lcghhçñn YUHLHL! L' pclrv ("anima Tcmluxr. ll1rs c mm lmw cm mm lux ç Lnullçfmm. Iíxw uhhggn umunhJ Ílmw «Inxpnxujncx wisrc n _xlumlunn th' LILLHÇJN. u unrmnvr m- nuum pmm_ m VNILZHLÍHx ÇHIHHÍCIJLIHW u . ulmrnlnnn (Ir Ivctvúx lnnw unnu um HIJÍ n' pu-Lnn Cíiux ¡nmiçncx ; um m ¡mux quclcx quc CIHCILHJIU wm IEIhm cum mxnjgmlnx um¡ u &ÍCSICIIU pctpümnr ! Hum do_ cr. ) 1mm ¡Icxlcrul us quc ¡Icxtcrruxuvw : Mx «um ¡LIICHLIN »um ¡uúpuun Hlhm SvgI¡n«ix› n (Ínnhpgxx LIC' cmiurlxu_ w_ mux LIHÍC. Hx ¡Xlíw I'L'¡'r›v1|n'xrx»v1v1 um hlhw qm* hnmm . Hv. unÍu1|. I«h«L' qnmwwns : vunuq lu, nlcnwun' ¡mgm . m / umvw . xx ¡Ítxpcmlx qm- mu: mu¡ ~. um: .' xu. u_. u› um: w! unwm . w PIIUVH. IHH HH/ PVILKÇHÀ ! C l| .?! ÍXILHILJ. HNJHKIH PJM' MAH . [HWPWK «Luím «im um_ qua'. um n; :um NVHHH vuhdux (jm n mim ¡Mx llíupllLWÍdxÍcx nim Yuxw WIIJUÇIHU pm» cuhw n HWLHC m ¡Lnx ¡Ímv wmv» «Im pzupwn ¡uzxmw »ç x. wm f) k «nhgu wuunlu» yvul. . Hmh_ »Lamuvswzltr ¡u! ¡uunv . vmxxs um mxrnu: .m- dm . rum lw» HNÍV «mv um LWIILHU . n- um . nxnmw nlxhxnuHxlu UHIIÇ r ~. “_x'l'l'vl. ll(›~ ».1.au1.: g1<u1v hHw» M¡ z m. | gnmgzn» vHHHl¡nxnrHÍ1L1<I~ : Lcnxwjnuxn s xcl¡ Lx . x Jwm «lu 1vwvy«íuvm. ¡xx_¡~ç num LIIHH n v, »cgzunhw Ihmxdl I V)IFk'u»x. 'mI'1 5X. ¡Ixtu u rx 'w [I]I1"MJ]| lL ¡Lwpçl 12.1 wc» rpg uy z_- 11.1lÍP-LIIÍHXILVZHHÍL'IWCÍMÀW. ›:111d<›¡z. a.Í-» xw u¡l. u.1u. mn nçnhunx. . 'www : :Igluntu pv¡ '. 110m' qmu «vlxwn 1 x: qmHqm-r L| XL, '<'LlI_H. <1_, «n um vmlntnjhm' ›clz1v¡r. uncnru m' uwngm_ ÍV . unnlu n um _xx . u H_ <~ ! Luiulfnw I1.HÍÍHJ V w
  16. 16. ¡¡¡›_r~¡ | ¡ rt¡ ? Vl l* lrrrl ll ¡crrr-, rrr pazrrr dm cullux l c ll, rrzrrrlararrr r¡_r l' ¡rrrrpa m / '¡r, nv , r x mr¡ ¡¡¡. ¡¡¡¡. .¡I~ worrllwsorctsr. Qrlljx pru imm rtlrr' ¡cgrxrrarrr o rprc r: : bpm ta. cra torrsrrlcrarlo pctarlo f t' srrrx graxrrlarles . .rlerrr «le rlererrn¡ Ira¡ . rx penas para tail¡ um «lclex rralrsanrlo os_ lâosxrell . ¡|¡rr¡¡. r rrrrc h. i ¡nencríes srrlrrt- . r exrwrrsrtfro ¡le lirlhm o par. err¡ xrrrragíro de rrctcwr- «l. ¡«lc. Hdr¡ urrrrcrr¡ pctatlrr se rende-ue ser¡ liillrrr urrrrrr cxtraxo l rn ranorrc ¡rlarzrles vlrc n¡ . r estipula¡ «pre urna trrarrta crrrrrrrlmrla . rlrarv ¡lrnrarla em uma ¡Urerr ll1lll. l. :'' x¡. .¡ L'l. '. l (Jum si: a rratln rur~ ¡l pol¡ rn r dc . rrnerrr/ .rr . rx prrrrrcrlcs para o» . .rms llr' k'llLÍIli. l pulrre/ r. r lrgrc 1.¡ cnralreletctrt para os rnl. ¡r¡l¡«¡rlr<›n, r rlarrsrrla de rprc . rs penas ser ¡¡. ¡r¡¡ ¡crlrr/ ¡rlax cn¡ Ir¡ ¡rx ¡l, r rrrernlt- lrlL' rprrn/ e . rrros para sete arrow_ r . rw . r rrrÍrt- ¡rrlanrn nl¡ lrrssc polrre primers ¡ ¡rnporrarrrct urlu - nlc llCtlrllrx r . rrrrrrrnox rprc llllilllfll rrrrl . r lererarlolltrslr-rrrt' llrrtrrrrrrrrl. rrl. r pu¡ llcgrrru ¡le l'r¡¡r¡¡_ por xolratleWllr. 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Illax. c. rnlorrrLrlrrrerrte pelas polvrcs rrrarorrr. rmrenr. cr. ¡ vnrlrrla vorrrn serxus ¡rrr . irc torrrrr rw l. ¡rI prrrprra ljsrcia m torrsrtlerar a rrllrn es¡ r nus. em di¡ ersm lugares. l' csx¡ trrrrtlrcirr. «url tanto porlt-rr¡ wc' rwcrrrtarrcrrre urrrro rerrrporarirr. llllfrrw homens c mulheres tl. ¡ epoca . rlnrrrtlorrararrr seus filhos por rpresrfrex rrrorai» c etrrrrorrrrer». Os lcgrslatlurcx ril w wliqiosos rcrrta um¡ ¡eprrrrrrr m¡ _l1¡Cll›í3l| rlrtrrrrltrs turrrrattprrxos. ¡rras rarrrlrcrr¡ r¡ . lllüllll. l!lllldlllhilllllflhllhllllllllillllk'lICllÔN. ()ll1L: lHLlU tUllil. !LC])ll1› llÇltldillrx rl, ¡ nrigrrrrl. rrlt' - r foram rlVlillllflrlllllx. pelo» rncrlitxrllrrze». rrclrrx pcrrircrrvrrr- g rrclm lçúhljtlrrlux carrürrlco. curtir¡ print* rn. ) ~ r HllHrlUl lu r¡ l: l.. r'¡. ¡r» u¡ nc - r e rlcrnrrrrrnlr¡ l'¡¡¡r¡¡¡ r ~ l~ll'lll ¡ *r l'›¡_ltl lllrl ; à en¡ [Hilux ¡rx rcrr¡x l, i r¡ rlxrnrinrrw ¡lrf lm-lrÇ-x c-r rwrrsnlcratln ¡rrrr rm¡ rrrcrrnr. procuram¡ se UlllClllU lrtrrrhrrlrr, ()x Hrrmlvrrrrx «rryrxuurrprrr rrrrr ¡clrrgru para ¡r¡¡¡¡r. ¡~ rlcxxh crrarrc lx UlUN m pcrprtwrrrrrr» . llLllltllrlLl tlrrs elrcnrrtranrrr¡ um¡ ¡pre se L'¡'l[. ss rlrnrelrrai. st* ctlrrrxrr t* r¡ mais l1.lllls imprrrr. rnrt', ¡ncimrlcx. rl. ¡_Í¡o urrrrrrxtnrv: 'etlir. r, ¡ ¡rrrxrxrt larníl¡ rx ( r¡ p. ¡r~t'~ «elrnrm c . rrrrrlir MWM* w pais ¡urrliruxarrr . r crlrrsxrcrrv ¡le »erra ricas dc rodas . rs Hl. l(llf <"¡. ¡¡¡¡ CHKHIIlÍJIlJN rrrvs HirrxlÇllrtx rrs liillrm . rm rrrwrrwcs, lÇlUHLllhlH , rrrrrgrr ¡rvarrrrrrt- ill¡ 'orar/ ga () IllUHgUN . rsxrrrrrrarrr o papel de pars de rvrrrfrrr, or¡ lmlx Uxlllllllldls llrra rrfrr¡ ¡rerrrrrlrar . r irlr «lrrs rrrnxrcrrrrx. m ¡elnrnrarlnrtw : ln scrrrlrr l ¡ltu nl¡- ¡am sepa¡ r¡ , ls rrLrlrcrx xrwrtl w Nm rrrrrrrm lllllll"_'_ r-rrrnrir. pg_ ¡xm rr¡¡¡. ¡ estnla externa ururrr . rrrrtla . - ¡rrsrrtrrrcau tlrrrrraría «m/ ,r/ N . rrnzerx lwrr¡ | r'41llL'lll. nrmrrrrv lrclrcs. rmrrrr rrlr-rrpnlas” rtrrr we'll* para . Hr [Hrlxfflrrr ¡. ›, plllürrltllrts ¡lcxxl lrrsllllllgÍrv. ¡rvln rrrt-¡rm HUI¡*«: 'rrllr›illl. .lt1.llHINll . r rrrarrrrrtlarlc. essa» L[l. lll«, _.l prnlrarv¡ vxtollrt-r xt' pc¡r¡¡. ¡rrcrt-¡r. rrrr. rrr: rrÍro, ¡¡. ¡ rrla religiosa Ya cpoc¡ rarrrlrrrrrr¡ essa rcrnlerrrr¡ lrlrcrzrl irr¡ . rlxrrrrlormrrlr t' r rrnmilc ¡lm par» srrrtlalrlrrrr . r Uxkllllld rlc scrrs Iillrm esrrrrrlo linsucll. _r u 'r/ ~/ lo¡ ¡rrrrr rornr¡ ¡lc . tlmrrllrrrrrr rrrsrrrrrrrl. . pula lercr¡ _rnrrlrr Llr¡ sCklllrr , pm mgmrr pr¡¡r¡¡¡-¡l›, ¡~, ,r~¡_r ¡¡ rgrrwrx ¡l_r wrxrq' rr- (lux cp¡¡~. ¡r¡-. l'r~l, , rw, z_ n¡ urrl r¡ u¡ r lljlrrrlrt ¡rru «l . rlurrrrlwr trrnrrg. . r r- rvrrx [rrswrrll r rw' rrrrr» rm r rt rl «lim N” / / , r-r ¡illrlcd r ¡ulrr-. rr ¡: ~ ¡¡¡'r. ¡ « '¡. ¡¡¡t_, ' w wrrr¡ N: llcrr ~, v: xr. . L'll"l. r¡¡, por ll, ÍL"IllCrllH «r mr¡ rrrorrw l rwlrlrlir¡ ~r'*lll r ¡rm lr-r» rrrrp ›rr. ¡¡¡¡¡_ Lrrrrrr '~. _¡¡'. Hr_¡¡_ mu¡ 'r›rrrz~ il¡ MlVr¡ ph¡ ¡lrrh m Im. : w v¡ r r 'ou ¡¡"¡ r 4¡ x~rrt: rlrllpr .1›. ;., . Ull¡ ›r¡r ¡rrum 'cl¡«¡<›¡¡. ¡rl<r¡ ur¡ r wgrír_ rW rrrrrrrlrr» l. tam¡ r ' rlllrllrrrlr__rw xl. : l¡ 'JMJ lrrrpznir. , '<'l. ¡ p¡ m lr' r. - r m. - m¡ r tl. r rrrrrrrrwlmlr' L ¡¡. ¡ ¡rrrrrrrm *rlhm su, 1'» -r~' r¡ 'lrr rrrr: lltll“ll“lt'llln ll. ll“tlr lr ¡loa m¡ llrmxlttxllllrwlkN-t» l vr. r-rrrrrlrrrrrrr' r del» . um .1 ul rçlrwrrrx¡ rum »wmrrlt . ri p- rrwrnrrrr, mir¡ lll'llr'lllllllk' lrlri"l”vx'lll. lltl' 'i'll llllVllr", ll"i'il1lili”' lllllllr 'lrlltWlV/ L'_'lll. l"'1 're'^". l*-(l, 5E¡rlÉr: r.¡u<¡r¡¡-r»Nm ¡rlw l: rr«l¡. : . rnlrlzr ¡lr lillrvm ¡ermlrres . "rllru lcrwl» olrl »rlrr llilllxillllllllw. *¡¡l. l r l rrwp ›. .l'¡l¡'&. ']'. llli. 'r. , ~lrs rula-loss¡ ¡rmrrtàs r¡ l. : l. l ¡~l¡' lr-rlr¡ lHr¡ : url/ rs tr* lrrwslvl tr¡ lrarr_ rrrr¡ ; arrrlc rrvlrncvo tl. " l». 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  17. 17. ?(1 Piimm i iwmm [ I HHIH li-Ivlx iixl. I'ma. (ic quulquci Lxucguini NHCÍJi. fIULiL| lX1(iHLIFIIIH filho. dc qual- IÍÓ(iLJ'/ :1|1(). PcLu iCh ”I'Ix c ç lusijsriç s. cw (TIHHÇH qiicr wxn». dc i. ll1l;1i› pnnlcriJ KiCiXLII' l) nmstcxm. c Clh pxlis junnuin nunul LiJI' ; I CiJ nenhum ripo dc ¡Jmpiicdzidc uu dc hcr-. mçu. cmbuiu pudcsacm faze¡ leg-Achix' ; m nwstciro. . cri-. ingul UiHÍHINCHIC. cru qixcm [íàigJYál n custn Lim ivcnciícins ¡w-. im ; i llmiilii c . I cnmuniduiic. (Íumiiuuia pu¡ : :uh . i vida. iricxi›g. i~ UilHCI1ÍÇ. f¡ iiin rciiginsa. Cid _iimnix podcriJ rcr pinpricniidcs. num dcimr o IHINÍCÍFU (111 c KIYWLL . ipcniinslmIlhcniudcIndiiLi11LI| .nq11c. liC curm forum, .i igHLII-. ix . i ii iumgln Li(| cxpmn» cri-. Idns C(JlI1UCM. T;l()>, x . NCXLIJH. Lui capcungzi Lic. Êsxcx. ;iu (Ulllhiliu. podium HLIIILCI' Iclagf) um casos cspcci. ix_ irmpci'.1i' u . vn/ rm : lc iiIC<I1I, .iimln, :ic rccchci' :1 Iihchlnilc «lc xcnlmrcx huncwlcnrcx. i'm' '(7|1'CI1( wciii gcrxii_ n nhLim uniu kiCMllLLLiU . i mm ida Lil) pubic/ .u. HhCLiIÕHCiJ c uixuilxulc. ¡mm scmpic. DCYCAC cnnsiiicizir. porém, que. cm miiirm v-. Iwx, .1 oblam cm . I imis Imm-. m-. i forum dc ; iimiuloiio cxixicxitc. iu Hlnxlcirn. ;l CIiHHgJ C>lLl ;1 nmi» llcm . ilimciIlJdJ, Chlikid n: nmi. ;um di» quc lim iicic. Iüm «lc l'CL'i3CI'IH1.1Ctillfzlçñk)iÍiCfCnÍC da quc um iiJtiJ nn : Spam às ilcnnns . sx cri-. inguisz “lim ! ug-Jr LiL' 4» mcnim» xcrcm ivrcpumdx» p-. im ; i dfJC>l iLLiLIc. C1l>I1lUllilI1l>pxlhlJMIblhÍMãU. ()>1)L'&i: l;3_(›u_()HIUIIÁNIICUNICCIIMUHH¡Hima- ÍÓIÍJCpl'(l('lll'klll1('(ll1Cl''1ll'. IVÍITIIÓCHÚ. ) infñiuiz¡ "' (Ílun) quc ; l Igreja (Jfclckjkl ; ilgilmux untxigcnx um Uiiikllin. Hullm Llclcx Ci1C_L'_.1I. lXY1 ;1 pmiçõcx-L-Iizixm- n. i uni. : nmnáxruni. c . Iignns rixcmm npurtuniduxlcs ímp-. ircs «uma .1 cnluiznju supcriur. pm cxcmpiu, quc iillllklih pULiUliLllH lc¡ lido [bm Liu moxlciiu. íuim hnmcnx da lgicm mix¡ ›| r.1 Inimic MÓLILI (rumo m» OCÍLiCIIÍL' vamu m» Oricnrc) forum iio-mins 51 Igrcizi . Hmh L''Í.1I1L_'. h. Hcsscs. _ilgnns iumummrsc figuras Cxpklllclltjillih, (. Ul1() m Lcnilugus Puphnuus L' [Úunic] Mzililu: Simcñu Iísriliril: HJhAs. o (íizindc (Iiiilu dc líxquilúluilix, NÍUULI dc Sion: Beth; c São Ronif-fxcir». cnrrc mnrm mlrmsz. Lis Iwmc. lLllllbÓlll, Inuims mwx iC nhhrm infcli/ ,us quc qiusc nim (iCi. L[ . i ILi. lI1I()l1:l. liL'llC não puLicixim. (J (JUHLÍiÍU dc Voimm di: N60. Litftidfnu quc JN Crmllçilh «Lulas . ms mmtciiux nunca pmlciunn nicixi-iux c uicvviimn Uf ITIJIHiLiJN ii iirvrçx w nci'cxx. iiix›. Iíxmx rcsnln- @o sUliJmiHHiiII'ITI.14i. l m¡ (Ínnçiiin dc 'liibuu «Jc N); _i«. ._I' w . ip m. limicm. i» : I: ¡A. Piimm l uumwun: mx [min ÍIHH i7 PCIÇCÍICWC. cluiunnncnru. quc u objcnn; xllindvcníc cm n : lc ¡un-- cniv . i riugiiiciituçñru : iu prnpricihuic: m¡ mclhur. prcrcnziizi-xy) . i mu¡ mamy I» Lil] hcungui ; um m filhos nmis clilux [sw foi ¡icmhciizn pur Boswcll . má mcslllo cm crônicas ilc mnsiciu» quc Licc[; ir.1.1n1 quc C551¡ cm a principal mulix; içñi› dns DJÍS dos ublutus. (Íunsidcrziçõcs di- násticzis ¡anricrizinm igualmente. colocar um Flhu cm um mosteiro: comu. pur ccmp| n. m iillim du um xcgnnnlo (HI Lin: um lclcciru CÃPMÍ' mento quc ; micugxiixiin m tilhm do pnmcmv mx-. nncnru, c x iLc-urmn Àhundnnu LIIHJ timing¡ Iicxszn cnmhçõcx nu dnúrLi .1 um I11(WK'CÍII›L'I1I. parmnrn. mmiiicrmiu uniu sJíxiA hunmxa c mui> hunmnu «In quc n iníluiticídirr. NAsocicikulcrrixrñnridcn1.il. .1imicoing'. Lin. IULIHLMLIIIHIIIUprÓKImJ (i. ) iiCFliJliJtid. l1llQlIi(iLliC. l)¡l &cimdcimil . i dz¡ cwpnsig-ñuú. >C1I| <iliH wrtc «lux iuuwgnicx nim Licxcjmlnx ms mim 4k- Duus r lcx|7ill1x, i cl pm . xcu Iiziwimcnny 7 c, .nxim não Slijdf . lspriipI'1.I. ln. -li›s L'L7I1l()1lIl_L'lC(iC scus (iilim. .i. l›i. i SCH1|11C(. !'. ¡ . l vcxpccuiui xulmz-. i LuIrÍiLHIL' (in "unlm". ESPL w qua' . l Ltungq &um; rcuwlhicin L' snlncx ixcxsc. .(]I1CiC~l]I1L' cnconmn . v m uma uixmw xlihlllkilllLuiu iiuixznn n. i zihiig; igfin› dc . sc mos [n11 mllilxlliuh: L'. l(7'(›I1fI'L L. "in. (Hlntlclilllll pec-Min giant. Hxxc cxilullu c . L1 CSDCIKUIÇJ ficam¡ cx inicntcs pcin rcniiônçil nm ; I dc não mJis' cxpm' Us bebi-x Ucllimx pcin num uu ÇJIIlÍllilU. max um lugmca i1.lÍ| i1;ILi(I> c bcm I¡ viam dv: Ludm'. Nua. ) úpuul. ;is pulaxnis "pubm" c “¡›nhic/ ..1i' ; lindu ct›i1sc1''.1x1n1 um signifiçxuio CWCnCi11iI11CI1lç' cxpiiizlml. Pndc-xc pcivclwci' uma um (lunçi . i [LlllII d: : (im LiUSÉJJIIiOXI qlhlllkiü. llltilhhk). ilLl§ÍI)li(I~)1(›i>IC3 RISSIHNC. pur C/ .Cx _upa-cms mquicnmrcx. ;' mauguil) LIA . sociuluic rurul c>l'. ici c fm: : das ri-Lnicx, quc w mmrrziixiiii . 'nlhcnlixius Iln CH TCl1.1L'IlilL'llU. _mimos til. ” cuiukius nu rcxuihulus ivinin um mplum com .1 ¡Li/ wL-inl uu com 11 fé. ¡Êpum «ic . ixxxiilus LL¡ IIIÍMÍIÍJ. como . l Chumu . i(lii. lf, mu¡ situação línoicucu . i cxpnsiçñn dc cimnçux. Un xigiiitic-. itiro (Tcstilhcníl) da poiml-. içiu cnmpóiJ Cnmcçnu . l sc cximgui . I punir dm . mm (Ml). ¡Õnnc m súullm YU c X cam pupu- Liçãi: pmliumcnlc LiUiJLI. Nus dulx sótuim scgiliulcs. lui um. ) cnh- LiCim “cxpi<›xñu“. 1m . i ; lx cnndiçóca 41.1 Cptnn, N! ) »Canin XIII. :Isxixrv- sc . i uma nm. ) ninplimgñi) LÍUIINIQFÃfILKl U Ncxciinciiin pnplliACIYJnJi. iLLIDiHH i I Íi Lumi_Li11mm! dupuzruwíizu u ikZUWHLiHILÇN WLuLiiu*i! _illii Itu». ,l wmm_ IM* «H iilxliíiili iH m. i» p I I' JIM qniüf) m, ,, */ ›.. ›~v, u, w
  18. 18. illl^lll lliil l" K u lli' lINlU iicxw iiriiwlii_ ilciuiiuuiwii lllllil. lllLJ~ vcuaix, «umo o ¡vu v ll l riu-ii i~ iiiui 77 lill lllllllilil( Im ¡lL iiicivviliv» . iuiimilix in. n~ inicuxiiru i* liLlIs ! HUillIIlHiN lllilHi' llllLl iVlixilÇllilJilk' ; wi ll iiiic. L'lll Ç/ :lu ÇllÍHllÇ ii . i iiolirc/ i. .lllipllüllnl IJHHIHWCIWWCHR'. llu luw. vuiixmni w : inc no Cnlllii Vll '5'L''L“l'_lI71 m infoiiiiiiiiix. Ullll o . ii. 'iuuuii› (l.1 iirvivuligfw n' il. i HIINUlLl. (Vuiuo urxiiluiirv l. l HLl uiiiuifin llli1|ll. il. lill-L' : H nulo lixiuw llLll LlÇ Çiiin lAJLl ÍÇiHlÇpNLll, iii. il ili- Çnuirlãliixir 1illiL'lli_. l il. i z. iiu. :iii. ii: nizil «lv H uni l, ui: 'ii¡ rpm/ cum) t' wilirrriiilzi. ii "in il llU logo" 4.i lcpiir. l)HL'llk_. l ilr 4 , saí-iii l. ¡. qua' liiioivg Lllli i iliiiixiir : lr cuiilciniix l. lilllf. lil. l ¡WCl. l iwicqiii1.içi1cx ¡vclm tlll/ .lilih ç llÇlll : cuixici l. l LILlMlCN . x lilrlliifllJlLi. ciirciiniil ulç k' [vu ill( li'VHVlllllllllUllLrix. llllsl. l| |ll)| ll. l. ll! l.ll1rllllk'lii¡lL'll. llilYI! Nlllfllill *w lli'lil , l illlil «lr nii~çiiix›iili. i_ iiiwiiiiixiiliix iiuv mi I.1llI lllll m . isivcum ivioniis ç ltllíílllvix cxwx HLllLW piu w iIinLii . i~ uiicimx il. l virou. iwviucr. ii 1l¡'l. l~ : lc Rciniiriiiixii illix [Clllltilllix iiiminliilin ivclm miiriilui mu» Il i I' iiuim ( iriilvuml iillllH . iii. ilis. - lii| l.ii iii» iimo UHIÍCUU. i~ . uiliiilcx will¡ : clqgiui . um lNilllxx lLLNMHJIH . i wi . lllllilmlltlllvx lJL' uin lmlo_ m lHrlHLW xiii» . litillkvllllillm i . lVClÍJI cll iiiil rum im lL'| l( l. l -u in-xiviiirio_ ¡um um v uni ilcxwiiio «lc “Clix, l'rvi oiiiin l. iilo. ÇHIlHiLI . I Jllilmlif win lUUHIlllL' i ul | illllili um¡ llllHlU v l llfllVllkUlli i i rrliiii uvu ll<'4'l. wii -'v'« l ill k'»l iuwiç: 'ii. iilii . ln iliiiç/ r . llC lllÇ-iilw . lv um ili«ivi'ç/ i› lilllllllll nur l lll ll'I,4›IYiiill~1-ll'. l All' iiiuviiuviilri m' lllillll* lll'^~i' *vlWlllH l' run' i lllfÓlil i: ll iuiilulv : um ii i uiiiaWIii i”'llii¡'(”ll i'l“ll ll~ l. l"| 'fl1l1 licllcillllliiix - llli''›ll_'1. l, lll› . ~, .ii. i«ii: iixiii l «lc l» ilÓliiVl l' lili*- 'wWlllWx . HlVllirliW l ilvvuzul v: wiiiwi »nim ! il l il›lli ul ul; il~ m* lil| l'li'l'lii ll l<'»i^l"l.4l «li i llliÂlil" u l! '*l'lli. ' lililw 'llll 'l «um «lillil v i l lilli l viioxmi «i-i Iliil'l o» ; mim . l~ ul». i- ili l1llLllL'IlilIl lv ~'~'r~ ~ i» . Wiiçin iio m liiviuçiw v lllli' form i~ ilc 'ÍllJiJw : v ilciii ~ ii 'NI l. ]'lll. l! lili. l~ il| ll'L'li_›“1›L' xuliii' . i iiiil_ i ll I~l< ulwii ii vrlll «lv «lc ixxiniÇriuLi ~llkl i'm» 1«Mil('4l'l| 'll| mi ilr lwiiilwriu U< . l.1llLl'*. .lk'“vÇll4rlL'l, rL'lllllli 'lll ll u lilÀtlL lVllll ~› flui* iiii' Flxllu_ i» liunini ii» iillQillll iii* i. i lw, i, iimiiiv i «miar» ~ «i i»llL. l' 1)» li~ _riam llillll, lll i- um» iu uu ~l . ruins l. ix lllwllllJWiLW iillxlL' 'ill' . uii illlUIÇl _ lliiiw ilç xlslill-, ll ill, _'ílii'liti"i lli i- ill' . iliii«, '_r› m ¡n-ivuiiiiii, _l4l 'IlilJilll ix c i» iillll¡ l _llkllllmlhlillW (oiii i» wi zxiiizmiiiii . lv. irilsilux , a llllllkhl* _l ui: ¡›il: .iuv. 'n u' l'lililil l «um mlmu lllvi ; u oliiim ç . u i4 mini. « iuiriiiixiiiiii lll. lllli'l¡lk «l i iiiufio «lc llihplkllw L «ic H| lll. l*« lllvlllhlgiicw «lu . iwiwlúiiur. mciliizi L wi i. il. iuiiii «lo «Lulu Xlll. o limpusl ¡uuilicul (Hlilc . i . i xiii «l= num «lim rcligioxox u lmxx¡ _i Alilllxilltilu xUUllJl il» iiiiiiiifiios . iwuuicm . i lÇprll. ll)lll(l. l(l' ¡wlm iluuiiiçx. iiolumi- lL'*. lll4l<i. ,i lilivqilij ii. io lionic llllLl mu] Illlsílllll ção ill! il 'lli Vtxw' wçiui ~ llll. l liiiin-_ix «lc . DWNlÓIlLILI HIHHUIJHI poi muiri, rcinim lll «l» lx. i. u im. ›, um »mi , _
  19. 19. 3 (IARIDADE m" 1a¡, ic: « m¡ iziximimizNczix. slzcrLos x1 ; x xn Nu w: nln Xl. Ulzihmnurxç- 1! ¡mmcim cimncl; için (Lis nhmx Llc miwllrtrnlm "(¡¡i. m|c xcmwu .1 VAHLLILIL* cm seu un'. n_*;1u, Lcmhrc (Liqnclcx quc IIiLIm puLi 13.1/ tixircrnal ln IL' m pniYILW. Yhilc m Liucnlcx. lÕnrcIrL* m Innilnxii' iíxxm rim: : pimcnm ¡LIANJIJIH . l w: uma Unic suína win_ nn CIILIIHH. mmím wILl uxxüm m. |'i. n:1.1rxc<| c um pingmlnu. iiUHLiJliH 11.1 x Huimiv ; um mim Hcnx c ; um «um u prrívimn_ «lc . iUIHiH «um . l ¡IÇIKpUCFHJ 41.¡ mim Íunplnprlshr Llnlu , m dum «uma ; um Icucm tiCViCiil1|ri4?L'LlliIii I. mn prngmma : lc nv1xcii«'n›ii| i.i_ u›¡i¡p. I1Çn, L' «. HILi. Hi. U1'1 IIHIJ wnnwLnlc ICTHHJLLI n. i qILiI _i Lninic urmcgkn. : um a TCNLÇHKC m ; nxjn snhw n» 4 . mmu mr um: m Íiliiltv» . liilClux L'HHH'ITl. I(ilY i'm . LimHwiHIHr iLHNKHI : '[ mim u: *mir umpluiinia' Nu ~CLl1i(›xii. u ; Lulu imuir. : ¡HHIHQIIÓN icmmin J; fiiixmíi: «iv~i| L~¡_›_u›¡z¡ IUH›| IHL^Li_[LiL_'_(igH]1]]7([[_1n]Ç1)[U_ num. : i[l' im iliMiÇ lvcínn : im mu' . lrtiiilhllll um. : ILHHJ L-i. u›i1i. n|_1 cxpmi. , mmu HHYiCNHHW. )]YTC«i. l(iL'|1.lI.1HHWHULHKiÇHitliJlitnk'Aik' Llrm mms» “IHCIIIU ¡v.11,! u-m Hum". l". UIHIHH n. i 'v num¡ . I nnxuinui- «im L' .1 pic-«Lniv ¡uu mm u» mixciuxcl dç'x. llnp: n.nin_ immzru . v. mixcira. u í» KiVNYWHIIHY r m um' . nn u IHHKHIUHÍC nuiiuLiiíc. g piu! uiy uixtiuiá ln_ un m mui¡ iu um' ; um qua' nÍm pcicu" www m. . N! i z, _› - _Wu / Jl/ 'luiil/ Í . w , ,, ,, mu¡ r: n, muy ; ,0., ,~/ ,,, «I/ /, , _MY/ i Inuimm m7¡ 1,”, _›¡_¡: ,¡_1¡; ›,_¡ ¡. 115 HHwHUrr (Jp . u ii im (Iummmi PPM u x1 [ i ii um x( n 41 Michcl Inllzir nos cnsinu quc. nu IdAdc Xlúdiu. u idcnl LIC uma fiki ¡nnior Ii mcns: primilixu inciluu : ligllllh pJLiICS sccllinrcs . i piumnvui um . mnsrnl; nín. :1›s(›('i: l11duLlmxlurivkixuic Ltnrimti 'Li CUHCÍCILI m) rigor : L1 idu comum dc inspiração monústicu . corrente. mscidn no sécnlu . 'I c rcfnrçadn pelas . LS, IC c C-. xitu p-. uliulinrmcntc n. i: ICNÕCS mcdircr- ; em C1IH§_IÚIÍC1I c ; ms lundi» dc x iLLi Lill Ígiciu ÉXPCFÍÕHCÍLIS crcmitiL râncils. r scgumi-_I met-Adu do xóculu XII foi palm ; lb ubm: dc misciivpnírclia <. Àlguns ; mrigox CLIPÍÍHÍUh cunônicos Llcixunun dc cunsidcizlr : I .1S~i§¡Ôl1('Í;1 cnmo uma ¡mnifcs çãu cxscncial Lil! cxpirinmlidudc. .i› mcnmu Lcmpu, :ligllllhlb Íllitlàlli- vas [ziicux fuiidzinini confiam a k'1'll'i| '.Hi'115 Iirlxm-. w scndr) quc . liglllllilh dclnã m: ronsriniirnxn um c<›11;: _rc«; ;1çf›c. x. como fui n cano da rélchrc inicinriv. ) iC Guy dc lompcllicr (1160) 4 quc zumlixlrciiu» nmis zldizmlc - uluxl-. I PJIJ : a . HaÍsIÔnuÍJ : ms pohrcs. ;ms docnzca, c às 11min ápmxi de mutações c dc iniciar¡ . lr crianças ; ilvundrynzidusx ; lnlllriplicJçñn (lc pcqncnnx hospmlih 1mm i» Lic›:1|11¡7:1i': uiu> L' m pUiJILW rcxc lugar mx L“Í(i1l(iC m¡ cm . xcus JrrL-Llurcs. N45 ¡cgiõcs mais dcnsumcxitc u¡'b.11ii/ _:1d;1› d: : liuirnpu ¡ncnlitcrrânc-. I c dos Chdlhaltiüh P-. iíãcx BHÍNHS ? hmm criados pcqucnus csmhclccimcnrus |1(! S¡1Í[Ll| '.l| 'C dc . ISNÍSIÔHCÍJ ; ms puhrcs. Por murro lado, não sc ¡vndc Llcix-. n dc llhblllàlidí u pzmcl dns mulhe- res nu CHÍÍLiRILiL' lilica. Rainhas, nnhrcs c burgucsus fiunçiunnn r/ um/ m' / IrLf/ H// IÍÍII/ fl: um Lifi . s purlcb Liz¡ L'| i>l11l1ti11LiC. Icrcccm Licstuqnc também : Lx c-. iritlnilcs mIcriv-. i . .-x cunfruri-. is dc miscricrirdin snrgcnw nn . século XII. vçumo sncitsddticx (lc snmrros múluus. lLHHU Innlcxiaiis mma uspiritu-. Iis. funciunuiidu cm Eirtllill) fcchunlo, um: : vuz. quc ll ; iminência pur CiJS prcsrniki w Iimituvu um» nlembrns da ; issncinçñn m1 (J-.1c<›r¡1or;1ção'. Au c-. Lrútcr culciivo das obras dc miscricórdki jununmc J inzcrvcn- ção d- . mmrid-. idcs cnmunuis. Já . su prcnulk no século XII, o conr rrolc dcams Liuluridadcs sobre 0 csrubclccimcntn u 4 gestão d-. ia inalituiçõcs dc ; ISSÍSIÔI1CÍLI. ÀÍLIÍIÍpIÍCLXIXI-SC as lcprosíirios, JS ulbcrgnrins. os hospícios, Ji mcr~ ccurius, os zmilua. clc. 31:15 Icnov-. lr c (lcscnvnlvcr ; n obras dc miscii- córdin não bastam Os puhrcs tinham sc tomado ¡DAÍS x k ' Í mis cidades c cnmcçiuzun u llxzci' uuvir sims vrr/ .cs, rccchcndu upuio n: estímulos d-. i mcicdainlc. Idcm. ihidcm. p. 12K:
  20. 20. 41 (Iuonuii. l'l IKI, I(' I-, I i-. ui-'tiuiíxvti “O nlllllcfl) crescente de pobres, tlc pessoas incapa/ _es dc ; tssegttrztr por si mesmas sua existencia mateii-. il. pôs em ilnra pioia . i doutrina tradicional tle benelieéncia c de a 'stent' aos pobres. :s lormas existentes. ou seja. as instituições eclesi . .s. l11t)$[l'llr. ll11»C total- mente despreparatlas, enquanto a ¡itoreção dos clesenlailos cominuoti sendo uma das [wrineipais missões temporais da lgre' , inici-. itivas caritatiiiis se multiplic-. irn. a ¡iartit tle então. tora (la igreja. eneora 1- das pelos pretlicatlores: a catitlatlc roina-sc- uma das virtudes mais lou'; i'eis. "' No plano espiritual, a pobre/ .a possuía um valor potencial de todo o sofrimento. Assim, ela recupera seu lugar nas caitegorizis inentziis, di# nos' : linda . Iollat. e é _instil'ic. it| :i, lfla pode ser iitil tanto ao rico, como meio tle sitlxa ao, quanto ao pobre, como nieio de santílicação. . ¡iobrc/ .a adquire assim tuna Llimen ticos. lístzi ai'. :ilitma . loilat, 'io social até então reseivatla aos chave das reflc 'o s e das atitudes do seculo Xll em ! ace da pobre e dos pobres. lissc lino c- fnnil-. imental para se entender as nov; atitudes e praticas de assistencia inli-Íinciit . ibantlouada que começ-autor a surgir. Os séculos Xl e XII mmm nina epoca de intensa : itivitlatle legislativa e organizacional da Igreja. Houve então uma nítida ruptura (T0111 a situaçao : interior em relação ? is praticas ; issistenciais fi cri-anca Lll1'. ll1› tlonatla. A igreja sofreu uma grande tnmsftúiiiiiiçãt) em sua estrutura e em sua tHgHnIXdÇJOi centralizou-sc; assumiu a forma de uma mon-artrui-. i fortemente hierarquiziitla, unilormizou e universalizou suas normas. O catolicismo europeu regulamentou, minLiciosiiiiiente. catla as- pecto (la moralidade laniíliar e da sexualidade, Foram sancion-itlos os graus de relacionamento permitidos aos que iam casar-se e as circuns- tâncias sob as quais as crianças podiam receber o ba no. De resto, houve um obsessivo cuitlatlo com o sacramento do batismo, e esse 511014111101110. como rito de introdução do ser humano no seio (la Igreja, passou a ser a DFCCOHtlÍÇLÍO Iinica tle salvação da alma e a chave de entrada no Paraíso. O infantieítlit) foi sistemática e rigorosamente proibido, assim como o zibotto. ' O rápido ; iumento da população provocou não só o aumento da pobreza, mas trouxe também problemas para a família, Para a época, crescia assustadoramente o número de criancas ilegítinias e também (Jcrcmclt. lltonislau'. Í. /'_› »wgnraui- Mm- m' (HH _v/ _xw n. N76. p. 189. , Paris: l-'laiiimariom (Ixniiixiii Ill iu I(I› I-I I tr-: Iualxt I 43 tle abaiitlonatlas. Sendo a mortalitlatle geral. e p-articularmente . i [IP faiitil. muito elexaila. bai ia o riscode as ciianç ” _ sobretudo as nascidas dos Concubinatos _morrerem sem o batismo. _ 'ovas questões foram propostas ao legislador canônico. como a seguinte: crianças ilegítimas. escravas ou abandonadas poderiam rev ceber o sacramento do batismo? Se. (lC um lado, o sacramento do matrimônio foi definido como o único meio CLlHÔIllCf) de reprodução da especie. por outro, ttomo a igreja deietia comportar-se em face do batismo dos filhos do pecado (os lillios tlc padres ou de prostitutas, os flIlIUS adultcrinos. erczl. nascidos. portanto. fora do casamento sacra~ menta . Os C(›|1L'Íll(l. lluíllllllláklltlll] esta tpies o: o inocente irão tleveria pagar pelos pecados dos paisÍlRnda criança teria o (lireito salvação e, portanto. ao batismo, Lima outra questão não menos _grave era: boa parte das crianças - pattictllzirmettte : abandonadas Ci beira dc caminltos. nas portas de cais-as ou igrejas. expostas ao trio, a neve, ã chuva. ao calor intenso. siinba de : inimais - morria antes de receber o batismo, Se o batismo era a única ia de salvação, para ontle iriam essas crianças - que mal haviam entrado no mundo - depois da morte? Nesse caso, so havia duas opções: o een ou o inliernr). E verdade que, no século Xll, a igreja havia criado uma terceira opção. para aqueles cujos pecados não eram tão graves: o purgzitório, um lugar iiitetmetli-. itio, (le / r/rigr/ vimu. O lar/ Lt p/ ugzIm/ 'i/ Ar torn; se o lugar destinado à purgzição necessária para g-. inhair o prêmio posterio . o paraísoÍ O ¡iurgtttú io. entretanto, não resolvia a questão do inocente que morria sem luatismo, mas sem ter ainda pecado. Novo espaço foi Criado, então, para tais situações, o ÍÍIIIÍM. Meio nebulosa 4 nem céu nem inferno 'apenas povoado por inocentes e ¡vagãos sem batismo -. 1;¡ havia tudo, menos a o beatílica de Deus e de seu setplito de anjos c de santos. (Ínriosa delinição do limbo e dada pelo padre _iesiiíta João Filippe Betendorl'. em seu (Com/ JF/ ¡r/ iq (/11 DüI/ I/'ÍI/ (I (Í/ 'Ilrr/ i, de 1681: “Que c o Limbo dos menino. . R. - E Lima caverna obscura por Cima do ¡iurgatório em que estão os meninos que falecer-am sem batismo"" i iut o hclu ln ru dc l. ¡.' (lolli. J. /. /r ! Miramar z/ u Pinguim/ Ir. Paris. Ôallimattl. 19m. lietendorli. Padre _Ir u Filippe ruu/ ¡Eru/ ¡r/ ¡lz/ z/ u/«nnu/ varia/ Tr¡ m¡ lina/ m / H/I/ Hgli/ 'I/ I r / Ilvlri/ ínz. Lisboa: Dllitaiia de in 'io 'lliatltleu Ferreira. 1800. 131 p, (p. 4Ú-5ÍL 3.' parte).
  21. 21. ~H Fririririri i~i iri Ii rrrr l, It rua t ir . ideia hieixirwjtiita do lotal esiri juesente: tirar . rcinia do juiigarorrtr e ¡tlhtIMr do paraíso. lfsses rrrenriros. seiu culpa . ilgiiina. estaraiii . issini condenados . i r irer eternamente em urna earerrra escuta. pelo simples fato de não lhes terem ministrado o batismo antes de . sua nrorre. Dar' a importância que o batismo : icabou tendo no inrrtgrirtirit) e tanrbem na pratica do poro. "Que coisa e o batismtir". pergtrirtara . iintla o padre lieteirdorf. IÍ ele mesmo respondia: " osacizrmento pelo qual de cseraros rlo tliabo . somos feitos filhos de Deus, e lrertleiros tlo ( Éetr. e que destrói o jiecado oiigiir-_il com todos os mais que temos' cirmetitlo antes do lxitisrno”. Para o recenr-riasertlo nÍo bati/ ..itlir oii rpralijrier criança ainda ir-Íio batizada que estiresse ein risco tle ritla, sem tempo para receber soleirenrcirtt' o batismo na igreja frii IlhlllttÍLIU. n. i epoca. t› batismo I/ I'('/ /'i/ )// .'. que pode 'a ser' ntirristratlo por qualquer pessoa. desde que sc usasse . rdeqiratlarrrerrte a maicrra ia . igua c o srili c . t forma: ll te bati/ o em nome do Ilai. do I"rlho e do lispirittr Strntir". Xlas. para Us ieft›tinarloit's da Igreja tlos seetrlos . 'Il c XIII. as questoes : :rates nao jrrirar-_im por ar'. Desde . t epoca de (Ionstttirtrno. c mesmo antes. :r Igreja impôs o celibato aos padres, _Io entanto. na lta Itlade Xlétlia, o clero irem sempre respeitou essa tioirua, tnstrficiÔiieLi de bispos. a merliociitla- de moral dos integrantes do clero responsrireis por igrejas e capclas ! designados muitas reLes pelos jroderirsosl e sua liiiritatla forinaçíio intelectual lotam suficientes ¡rara que se esqrieeesse o roro de casti~ dade. Nivelarlir : ros txrmpirirt-ses oii eleratlti ao nírel tlos . iiistocizttas, o clero rendeu : i seguir . r 'I(I: I dos laicos. cujo meio freqíieirtavrr. Nos seciilos X c . 'l. miritos tle seus' membros IUFHHIXIITPÊL' irrdigiros das funcoes que CYCtCIttlH. Qiierirrin ter famil- patriint'›nio e, tambem. l seus poderes . r um tle seus tlesceirtleiites, nascendo. assim, as tlrnastias que se . iprtrjrrizirani dos bens eclesiastiieos. IaI situação era insrrport-. irel para . r Igreja. que r'ia suas rique/ _ris . e errqrirrarem nas mitos de um clero clissirltriir. Os refornratlores rjtrer arn . trab-at com till situação. Ie . i reforma gregoiiai . os bastardos rir erarn ein pa7. Iirarn bastardris todos os indiritltios irascitlos fora dos laços do casamento religioso. 'linda riniÍro não : itlrirititla pela Igreja. irao eia uni tasarnento, inas sim rinr ciiiieiilriirato. mesmo que o tasal r ir esse de . troido com as regras de Irina Iairiilra estarei Ilar ia. porem. rritiitas categorias de bastzrrdos: os filhos iriri/ I// igz/ /Í/ z. ou seja_ os ; ltllllfcl'llilis. os rneiros bcrnrrrstos, pois sua jrresença ¡iirnba (Írieiiiriu iairiitIiiiii<tiiiir 4; cn¡ ¡›eii_gt› . i familia; os filhos de padres (os r r / i/ri/ zi/ r/xil; e os filhos dos nrotrecs itist t-/ r/l; 10ml. listas duas tiltirirzts txttcgorras eiaru uuirretosas e. enr geral, bem-aceitas pela socretlarle. I'm cura tasado irao chorar . i em nada os ranrptiireses. Os bispos criar . inr Lliirastias locais e jrreoetipar . nur se em manter a propria linhagem'. ' partir do seculo Xl. os bastardos 7 até entao jretfeitanrente integrados Ir familia do ¡ratlre 7 começam . r sofrer . rlgrimas formas ile rejeição. . reforma gregoiiaria retiririott. corn rigor _jrtrnrris ristti. uni mor intento moralista iniciado beiri antes tlela. s intertlrç-fres . rtrngiizrm. jrriineirrrrncrrte. Us IIllIUs dos jradres. Os torrtilitts que se . stitetlerarrr jrteteritliain pôr' ordein na ea 't. Depois. YCIU a tegiilament 'ro dos intertlitos'. IÊnr rom, o papa . IL'LIIICIIC II. corrderrriti : is irniocs entre jrruenrt-s até o terreiro grau. Os filhos dessas uniões. consitletatlas ineestuosas, HLIH jroderiam mais herdar nein obter honras ciris e eclesrjrstir-zrs. Pouco . r ¡iout-o foi interditado aos lillros rlegitinros o . icesso [r Iierança dos pais. ii . itatai os lillios de padres. .t reforma gregoriaua . rtingitr . i todos os lrastardos. I'. u'. i triunfar. as norris ideias jrrecisatain de inuitas tletsar das ainda. Os ratios concílios tetinitlos em Roma durante o . seculo Xl atacaram com 7elo evressivn os filhos de padres, interditantlt) o ; rces so dessas crianças as ordens . sacras. Ocorreranr reações rioleritas Hrllllrl essas notas orientações. como a dos bispos de Paris ein 1074. que se recusaram a obedecer s ordens do jrapa. .Ias a Igreja . rcaboir por impor sua voirtatle. lo seculo XIII. finalmente. .r Iiireja regirlrrmentoir o . .crrrmento (la Ordem. O celibato dos padres foi tleclarrrtlir tleliniriro. universal e de marca irrtlelerel, (Iorn isso. criou-se rinrri nora categoria de ilrsgítir mos: "os filhos de padresw, estes. corno a todos os outros ilegiti- mos, estar . rm barrados o rlireito tla herança e a entraria nas irrdens religiosas. injustiça de punir' os filhos ¡relos ¡reczitlos dos pais passou aqui despercebida aos teólogos da epoca e ltltltuthxc causa de sofrimen- tos seculares. Durante o jrontilicatlo de Inocêncio Ill todo Irastartlo ¡irrsstrtr ; restar associado ao seir o 7 injúria gtar e para os filhos de nobre. XIOLIIIIICIIILÀ (Limit. liolaiirl Íii/ ir/ IC/ i// u// iH/ r f/ ¡HW/ lr/ L/«Hii Hiild/ ¡trl/ i l l/ /i ruim Iiw. raw ll rrs Sobre . I crtiltiçao ill ¡maçru tl. ) Igreja. riiiiririr- ri ilIÍtlH tli rriaii. lÚIIIl . iit- r. Útlllo . 'lll. .I ¡tsptilltr rla ilrgilillltlltltlc, ti. . t. .iit. .i. ¡n; ii. . . v ii. . ttiiitit. . ri. .. . tram t ltlnilar int-mar , . Icltllra rit- (itriitli. _lrlsilllt's. 1,». Uru/ mn «ri m / auir/ ,r w/ m¡ iiwri/ .Izi il/ I-mu/ ii I': rri IHIIHII r . rim, inss,

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