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1 de 71
EDUCAÇÃO NO
   BRASIL
       UM PANORAMA GERAL SOBRE
         A CADEIA EDUCACIONAL



 WORKSHOP I ::   MERCADO PÚBLICO E PRIVADO
FUNDAMENTO DOS WORKSHOPS

     Compartilhamento estruturado de
 informações relevantes sobre o Mercado
educacional brasileiro, não ficando restrito
  ao ensino superior mas sim também ao
          fundamental e médio.
AGENDA DOS WORKSHOPS
1.   Mercado Público e Privado
2.   Tecnologias Aplicadas à Educação
3.   Tendências do Mercado Educacional
4.   Regulação e Políticas Públicas
5.   Noções de Modelagens de Negócios
     Educacionais
WORKSHOP




1
           MERCADO
           PÚBLICO E
            PRIVADO
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
UNDAMENTO
GARANTIA NA LEI

Segundo a LDB, o sistema educacional tem o papel de
dar a "garantia de padrão de qualidade“. Não importa
 se aluno está na escola pública ou particular, ambas
      têm o dever de oferecer condições reais de
aprendizagem, principalmente a pública, pois abrange
             a maior parte da população.

                                             LDB LEI n.9294/ 96
FUNDAMENTO
   A educação nasce quando se transmite e se assegura as
outras pessoas o conhecimento de crenças, técnicas e hábitos
    que um grupo social já desenvolveu, a partir de suas
               experiências de sobrevivência.

    Neste sentido, pode-se afirmar que o nascimento da
educação surge quando o ser humano sente a necessidade de
  converter as suas práticas cotidianas ao seu semelhante.
                           (Meksenas)
CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO
No Gasto Público Social

                           educação
               cada
                          R$ 1,85
  R$ 1,00                   saúde

               gera       R$ 1,70
GASTOS PRIVADOS COM EDUCAÇÃO
Baseado no POF, Pesquisas de Orçamentos Familiares/IBGE




                  1,3%
                                                          PIB TOTAL 2009

                                                            R$ 3,143
                                                             Trilhões

                R$ 41
                Bilhões
FUNDAMENTO

      Em uma visão funcionalista, a educação nas
sociedades tem a tarefa de mostrar que os interesses
  individuais só se realizam plenamente através dos
    interesses sociais. Sendo assim, a educação ao
 socializar o indivíduo, mostra a este que sozinho, o
     ser humano não sobrevive, e que ele só pode
   desenvolver as suas potencialidades estando em
               contato com o meio social.
GASTOS PRIVADOS COM EDUCAÇÃO
Das Famílias (CPP, Insper)

                                                                  Livros
                                                   Línguas       Didáticos
                                                 Estrangeiras


                                       Ensino
                                      Superior
                             Ensino
                             Básico


 Pós-graduação
                                                                   R$ 2Bi
         6%                   30%       35%       R$ 1,8Bi      R$10/ha/ano
ALFABETIZAÇÃO
As taxas médias de alfabetização do Brasil
 no período de 2000 a 2004 foram de 89%
  entre a população adulta (acima de 15
 anos) e 97% entre a população jovem (de
15 a 24 anos), acima da média mundial em
             ambos os casos.
ANALFABETISMO FUNCIONAL



    ~32%
                    15         IDADE
                                       64
     Da População        5o.
                         Ano
DIMINUIÇÃO DE MATRÍCULAS


   ~14%          ~10%
    Jovens e
     Adultos       Pré-    ~9%
                           Ensino
                  Escola
                           Médio
FUNDAMENTO | EDUCAÇÃO ESCOLAR
NÍVEIS E MODALIDADES
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
NSINO BÁSIC
ENSINO BÁSICO


  O Brasil é o maior mercado de Ensino
Básico da América Latina, com cerca de 58
     milhões de alunos matriculados


                                     IE, Mercosur
AUMENTO DE MATRÍCULAS



    ~30%                ~17%
        Creche
                         Educação
                        Profissional
ENSINO BÁSICO



 A rede pública de ensino concentra
     cerca de 87% das matrículas
MATRÍCULAS


 98%         7/14 anos no ensino
                fundamental


 82%           15/17 anos no
                ensino médio
EDUCAÇÃO BÁSICA - COBERTURA
    A taxa de atendimento escolar, que
 consiste no percentual da população que
se encontra matriculada na escola, para as
 crianças com idade entre 7 e 14 anos, era
  de 80,9% em 1980. Em 2000, o índice já
            era de 96,4%     INEP
~82%
VISÃO DO ALUNO PARA SUA REPETÊNCIA
                            Ensino Fundamental

                 Culpa própria


    ~5%          Culpa da Escola


    ~4%          Culpa do Professor
VISÃO DOS PAIS CULPANDO SEUS FILHOS
 ~63%                      Pela Repetência de Ano



                   Escolas Municipais




  ~54%             Escolas Estaduais
EDUCAÇÃO BÁSICA – CUSTO POR ALUNO
RP
            Em 22 Estados está abaixo
           do mínimo estipulado para
    R$         se ter educação com
 1.722,05    qualidade, definido pelo
                       CAQi
               (Custo Aluno Qualidade Inicial)
ENSINO FUNDAMENTAL PRIVADO

   7,1          Milhões de alunos




  30%         Têm aulas por meio de
                sistemas de ensino
ENSINO FUNDAMENTAL PÚBLICO

 25,0
MUNICIPAL
                Milhões de alunos




   5%         Têm aulas por meio de
                sistemas de ensino
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
NSINO MÉDI
ANALFABETISMO FUNCIONAL | ENSINO MÉDIO



    ~53%                ~47%
   Permanecem
     no Nível         Atingem o grau
      Básico           esperado de
                       escolaridade
ANALFABETISMO FUNCIONAL | ENSINO



                72
MÉDIO



         em cada 100 brasileiros entre 15 a
         19 anos não estão preparados para
          conseguir uma boa colocação no
               mercado de trabalho
EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO


               Três vezes maior do
13,2%            que a do ensino
                  fundamental
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
SINO SUPERIO
BUSCA NO EXTERIOR



   75.000
    Bolsas de        Atualmente
                     são apenas
   intercâmbio até
        2014          6.000
ENSINO SUPERIOR


Opções de
cursos em
                  3.500
  2000
                     Em 2011
  364             já ultrapassam
CRESCIMENTO DAS IES
  Número de IES          Matrículas




                  220%                275%

   14%                   75%
                                        1994/2006
ENSINO SUPERIOR


   Apenas 11,3% da população entre
 18 e 24 anos estava matriculada em IES



                                     MEC, 2005
ENSINO SUPERIOR PRIVADO
ENSINO SUPERIOR PÚBLICO E PRIVADO




                       Centros Universitários
                                                                 ~53%




                                                 Universidades
Faculdades




       ~93%                               ~97%
                                                                 ~47%
 Privado     Público
IES




      Dados: 2007
UNIVERSITÁRIOS
ENSINO TECNOLÓGICO



     ~40%
                        Cursos
                     tecnológicos
                     no universo
                     da graduação
     Em países
   desenvolvidos       16%
QUADRO ATUAL DO ENSINO SUPERIOR


Participação dos
     Alunos


Crescimento nos
 Últimos 4 anos




                   No começo da década, 92% dos alunos eram da classe A/B
ENSINO SUPERIOR NA AL
Frequência dos jovens em idade de cursar




                ARGENTINA
                                                 61%
                CHILE
                                           43%
               BRASIL
                                  20%
                                                       Unesco
NOMES DO MERCADO EDUCACIONAL
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
EAD
PERCENTUAIS QUALITATIVOS,
CRESCIMENTO EAD
Período 2000 a 2006

                                                                      12.552%
                                                          12.192%




                                                5.493%
                                      5.277%

                            3.914%
                  3.380%

                  CURSOS INGRESSANTES
                                    CANDIDATOSCONCLUINTESMATRÍCULAS   VAGAS
GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA |
CREDENCIADOS MEC
    Mercado global de e-learning
 movimenta cerca de US$ 52 bilhões,
 crescimento médio anual no mundo
    entre 15% e 30%. No Brasil, o
  crescimento é superior a 50% a.a.
              Global Industry Analysts (GIA)
GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA |
CREDENCIADOS MEC    ~350 Cursos
                                       x
                                 e 120
                          nt   od
                     re me
                  Inc




      10 Cursos                            430.000
     8.000
       2000                                  2008
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
CURSOS
 LIVRES
CURSOS LIVRES

                                  2000
                                  >35 anos
                                     C/D

                 4M+
                              Sem Curso Superior


 3M+                             2010
                                 25/45 anos
                 Cursos nas        B/C/D
 Cursos livres   Empresas     Com Curso Superior
CURSOS LIVRES




29
              Idade média de quem
            procura cursos de pequena
             duração. Tipicamente já
             possuem experiência de
              mercado mas não tem
   anos         formação superior.
•   FUNDAMENTOS
A   •   ENSINO BÁSICO
G   •   ENSINO MÉDIO
E   •   ENSINO SUPERIOR
    •   EAD
N   •   CURSOS LIVRES
D   •   CONSIDERAÇÕES
ONSIDERAÇÕE
SETOR EDUCACIONAL – PONTOS
RELEVANTES
                                       1/5




     MACROECONOMIA MUNDIAL
      viés de alta e o país entrando
      definitivamente neste cenário
SETOR EDUCACIONAL – PONTOS
RELEVANTES
                                        2/5




           QUESTÕES SETORIAIS
 Movimento de consolidação na educação
   privada ainda com muito espaço para
 crescer. Em 2000, 20 empresas detinham
 14%. Hoje, 12 consolidadores têm 30% - e
         querem 50% do mercado.
SETOR EDUCACIONAL – PONTOS
RELEVANTES
                                            3/5




   GESTÃO DO NEGÓCIO EDUCACIONAL
   Grandes e tradicionais universidades
  brasileiras trazem consigo um conjunto
    enorme de problemas de gestão, de
   passivos e contingências tributárias e
  trabalhistas – além do endividamento.
SETOR EDUCACIONAL – PONTOS
RELEVANTES
                                                     4/5




           LÓGICA DE NEGÓCIOS
 Investidores financeiros versus a situação
 atual das grandes instituições de ensino é
  uma combinação que dificulta muito o
       fechamento de bons negócios
              (vide Estácio, via GP Investimentos)
SETOR EDUCACIONAL – PONTOS
RELEVANTES
                                           5/5




           CUSTO/BENEFÍCIO
    Adquirir uma instituição não é tão
  vantajoso (considere 4/6 anos para sua
               recuperação)
SETOR EDUCACIONAL – NEGÓCIOS
2011/12                                               R$

                                                  2.0B
                                     R$
                      R$
      R$
                   1.0B+         1.2B
 1.0B~             Anhanguera                        Grupos
                     Estácio    Fundos Private   Internacionais
9 Consolidadores                   Equity          Entrantes
                     Kroton
TENDÊNCIAS

  Ofertar o aprendizado virtual para
agregar mais estudantes é uma via sem
                 volta
CONCLUSÃO | A NOVA SOCIEDADE

Interessa mais quem é capaz de aprender
 rapidamente como se resolve uma dada
situação ou problema, do que aquele que
    já sabe como resolver este mesmo
  problema, pois amanhã a questão será
                  outra
CONCLUSÃO | A NOVA SOCIEDADE

Aprender a aprender nos possibilita obter
a capacidade de agir eficazmente em um
     determinado tipo de situação
CONCLUSÃO | A NOVA SOCIEDADE
• Mudança do foco no ensino para o foco na aprendizagem.
• Aprendizagem centrada no estudante e "individualizada", através do apoio da
  tecnologia da informação.
• Foco no resultado com controle de qualidade em todas as etapas do processo.
• Acompanhamento e orientação permanente do estudante.
• Autodidatismo exercido através de um conjunto de atividades opcionais e
  obrigatórias selecionadas em conjunto com o professor orientador.
• Estrutura com menos docentes, melhores docentes e com mais tempo de
  dedicação ao aprendizado.
• Professor posicionado como gestor do processo de aprendizagem do estudante.
• Portabilidade (o aluno deve ser o gestor do seu conjunto de competências
  adquiridas).
É possível interpretar os números de mercado
            sob duas óticas:
EM RESUMO   1- MAIS CONSERVADORA, que nos mostra a
                    CONSERVADORA
            queda no número de alunos de maior renda,
            diminuindo as oportunidades de expansão.


            2- Mais empreendedora, que nos mostra o
                    empreendedora
            enorme potencial de mercado para serviços
            educacionais de preço baixo.
EDUCAÇÃO NO BRASIL
UM PANORAMA GERAL SOBRE A CADEIA EDUCACIONAL
GIANCARLO COLOMBO
http://about.me/giancarlocolombo




                                   1990   2000   2010




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ABED - Workshop (1 de 6) Mercado Público e Privado - Educação

  • 1. EDUCAÇÃO NO BRASIL UM PANORAMA GERAL SOBRE A CADEIA EDUCACIONAL WORKSHOP I :: MERCADO PÚBLICO E PRIVADO
  • 2. FUNDAMENTO DOS WORKSHOPS Compartilhamento estruturado de informações relevantes sobre o Mercado educacional brasileiro, não ficando restrito ao ensino superior mas sim também ao fundamental e médio.
  • 3. AGENDA DOS WORKSHOPS 1. Mercado Público e Privado 2. Tecnologias Aplicadas à Educação 3. Tendências do Mercado Educacional 4. Regulação e Políticas Públicas 5. Noções de Modelagens de Negócios Educacionais
  • 4. WORKSHOP 1 MERCADO PÚBLICO E PRIVADO
  • 5. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 7. GARANTIA NA LEI Segundo a LDB, o sistema educacional tem o papel de dar a "garantia de padrão de qualidade“. Não importa se aluno está na escola pública ou particular, ambas têm o dever de oferecer condições reais de aprendizagem, principalmente a pública, pois abrange a maior parte da população. LDB LEI n.9294/ 96
  • 8. FUNDAMENTO A educação nasce quando se transmite e se assegura as outras pessoas o conhecimento de crenças, técnicas e hábitos que um grupo social já desenvolveu, a partir de suas experiências de sobrevivência. Neste sentido, pode-se afirmar que o nascimento da educação surge quando o ser humano sente a necessidade de converter as suas práticas cotidianas ao seu semelhante. (Meksenas)
  • 9. CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO No Gasto Público Social educação cada R$ 1,85 R$ 1,00 saúde gera R$ 1,70
  • 10. GASTOS PRIVADOS COM EDUCAÇÃO Baseado no POF, Pesquisas de Orçamentos Familiares/IBGE 1,3% PIB TOTAL 2009 R$ 3,143 Trilhões R$ 41 Bilhões
  • 11. FUNDAMENTO Em uma visão funcionalista, a educação nas sociedades tem a tarefa de mostrar que os interesses individuais só se realizam plenamente através dos interesses sociais. Sendo assim, a educação ao socializar o indivíduo, mostra a este que sozinho, o ser humano não sobrevive, e que ele só pode desenvolver as suas potencialidades estando em contato com o meio social.
  • 12. GASTOS PRIVADOS COM EDUCAÇÃO Das Famílias (CPP, Insper) Livros Línguas Didáticos Estrangeiras Ensino Superior Ensino Básico Pós-graduação R$ 2Bi 6% 30% 35% R$ 1,8Bi R$10/ha/ano
  • 13. ALFABETIZAÇÃO As taxas médias de alfabetização do Brasil no período de 2000 a 2004 foram de 89% entre a população adulta (acima de 15 anos) e 97% entre a população jovem (de 15 a 24 anos), acima da média mundial em ambos os casos.
  • 14. ANALFABETISMO FUNCIONAL ~32% 15 IDADE 64 Da População 5o. Ano
  • 15. DIMINUIÇÃO DE MATRÍCULAS ~14% ~10% Jovens e Adultos Pré- ~9% Ensino Escola Médio
  • 16. FUNDAMENTO | EDUCAÇÃO ESCOLAR NÍVEIS E MODALIDADES
  • 17. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 19. ENSINO BÁSICO O Brasil é o maior mercado de Ensino Básico da América Latina, com cerca de 58 milhões de alunos matriculados IE, Mercosur
  • 20. AUMENTO DE MATRÍCULAS ~30% ~17% Creche Educação Profissional
  • 21. ENSINO BÁSICO A rede pública de ensino concentra cerca de 87% das matrículas
  • 22. MATRÍCULAS 98% 7/14 anos no ensino fundamental 82% 15/17 anos no ensino médio
  • 23. EDUCAÇÃO BÁSICA - COBERTURA A taxa de atendimento escolar, que consiste no percentual da população que se encontra matriculada na escola, para as crianças com idade entre 7 e 14 anos, era de 80,9% em 1980. Em 2000, o índice já era de 96,4% INEP
  • 24. ~82% VISÃO DO ALUNO PARA SUA REPETÊNCIA Ensino Fundamental Culpa própria ~5% Culpa da Escola ~4% Culpa do Professor
  • 25. VISÃO DOS PAIS CULPANDO SEUS FILHOS ~63% Pela Repetência de Ano Escolas Municipais ~54% Escolas Estaduais
  • 26. EDUCAÇÃO BÁSICA – CUSTO POR ALUNO RP Em 22 Estados está abaixo do mínimo estipulado para R$ se ter educação com 1.722,05 qualidade, definido pelo CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial)
  • 27. ENSINO FUNDAMENTAL PRIVADO 7,1 Milhões de alunos 30% Têm aulas por meio de sistemas de ensino
  • 28. ENSINO FUNDAMENTAL PÚBLICO 25,0 MUNICIPAL Milhões de alunos 5% Têm aulas por meio de sistemas de ensino
  • 29. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 31. ANALFABETISMO FUNCIONAL | ENSINO MÉDIO ~53% ~47% Permanecem no Nível Atingem o grau Básico esperado de escolaridade
  • 32. ANALFABETISMO FUNCIONAL | ENSINO 72 MÉDIO em cada 100 brasileiros entre 15 a 19 anos não estão preparados para conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho
  • 33. EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO Três vezes maior do 13,2% que a do ensino fundamental
  • 34. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 36. BUSCA NO EXTERIOR 75.000 Bolsas de Atualmente são apenas intercâmbio até 2014 6.000
  • 37. ENSINO SUPERIOR Opções de cursos em 3.500 2000 Em 2011 364 já ultrapassam
  • 38. CRESCIMENTO DAS IES Número de IES Matrículas 220% 275% 14% 75% 1994/2006
  • 39. ENSINO SUPERIOR Apenas 11,3% da população entre 18 e 24 anos estava matriculada em IES MEC, 2005
  • 41. ENSINO SUPERIOR PÚBLICO E PRIVADO Centros Universitários ~53% Universidades Faculdades ~93% ~97% ~47% Privado Público
  • 42. IES Dados: 2007
  • 44. ENSINO TECNOLÓGICO ~40% Cursos tecnológicos no universo da graduação Em países desenvolvidos 16%
  • 45. QUADRO ATUAL DO ENSINO SUPERIOR Participação dos Alunos Crescimento nos Últimos 4 anos No começo da década, 92% dos alunos eram da classe A/B
  • 46. ENSINO SUPERIOR NA AL Frequência dos jovens em idade de cursar ARGENTINA 61% CHILE 43% BRASIL 20% Unesco
  • 47. NOMES DO MERCADO EDUCACIONAL
  • 48. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 49. EAD
  • 50. PERCENTUAIS QUALITATIVOS, CRESCIMENTO EAD Período 2000 a 2006 12.552% 12.192% 5.493% 5.277% 3.914% 3.380% CURSOS INGRESSANTES CANDIDATOSCONCLUINTESMATRÍCULAS VAGAS
  • 51. GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA | CREDENCIADOS MEC Mercado global de e-learning movimenta cerca de US$ 52 bilhões, crescimento médio anual no mundo entre 15% e 30%. No Brasil, o crescimento é superior a 50% a.a. Global Industry Analysts (GIA)
  • 52. GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA | CREDENCIADOS MEC ~350 Cursos x e 120 nt od re me Inc 10 Cursos 430.000 8.000 2000 2008
  • 53. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 55. CURSOS LIVRES 2000 >35 anos C/D 4M+ Sem Curso Superior 3M+ 2010 25/45 anos Cursos nas B/C/D Cursos livres Empresas Com Curso Superior
  • 56. CURSOS LIVRES 29 Idade média de quem procura cursos de pequena duração. Tipicamente já possuem experiência de mercado mas não tem anos formação superior.
  • 57. FUNDAMENTOS A • ENSINO BÁSICO G • ENSINO MÉDIO E • ENSINO SUPERIOR • EAD N • CURSOS LIVRES D • CONSIDERAÇÕES
  • 59. SETOR EDUCACIONAL – PONTOS RELEVANTES 1/5 MACROECONOMIA MUNDIAL viés de alta e o país entrando definitivamente neste cenário
  • 60. SETOR EDUCACIONAL – PONTOS RELEVANTES 2/5 QUESTÕES SETORIAIS Movimento de consolidação na educação privada ainda com muito espaço para crescer. Em 2000, 20 empresas detinham 14%. Hoje, 12 consolidadores têm 30% - e querem 50% do mercado.
  • 61. SETOR EDUCACIONAL – PONTOS RELEVANTES 3/5 GESTÃO DO NEGÓCIO EDUCACIONAL Grandes e tradicionais universidades brasileiras trazem consigo um conjunto enorme de problemas de gestão, de passivos e contingências tributárias e trabalhistas – além do endividamento.
  • 62. SETOR EDUCACIONAL – PONTOS RELEVANTES 4/5 LÓGICA DE NEGÓCIOS Investidores financeiros versus a situação atual das grandes instituições de ensino é uma combinação que dificulta muito o fechamento de bons negócios (vide Estácio, via GP Investimentos)
  • 63. SETOR EDUCACIONAL – PONTOS RELEVANTES 5/5 CUSTO/BENEFÍCIO Adquirir uma instituição não é tão vantajoso (considere 4/6 anos para sua recuperação)
  • 64. SETOR EDUCACIONAL – NEGÓCIOS 2011/12 R$ 2.0B R$ R$ R$ 1.0B+ 1.2B 1.0B~ Anhanguera Grupos Estácio Fundos Private Internacionais 9 Consolidadores Equity Entrantes Kroton
  • 65. TENDÊNCIAS Ofertar o aprendizado virtual para agregar mais estudantes é uma via sem volta
  • 66. CONCLUSÃO | A NOVA SOCIEDADE Interessa mais quem é capaz de aprender rapidamente como se resolve uma dada situação ou problema, do que aquele que já sabe como resolver este mesmo problema, pois amanhã a questão será outra
  • 67. CONCLUSÃO | A NOVA SOCIEDADE Aprender a aprender nos possibilita obter a capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação
  • 68. CONCLUSÃO | A NOVA SOCIEDADE • Mudança do foco no ensino para o foco na aprendizagem. • Aprendizagem centrada no estudante e "individualizada", através do apoio da tecnologia da informação. • Foco no resultado com controle de qualidade em todas as etapas do processo. • Acompanhamento e orientação permanente do estudante. • Autodidatismo exercido através de um conjunto de atividades opcionais e obrigatórias selecionadas em conjunto com o professor orientador. • Estrutura com menos docentes, melhores docentes e com mais tempo de dedicação ao aprendizado. • Professor posicionado como gestor do processo de aprendizagem do estudante. • Portabilidade (o aluno deve ser o gestor do seu conjunto de competências adquiridas).
  • 69. É possível interpretar os números de mercado sob duas óticas: EM RESUMO 1- MAIS CONSERVADORA, que nos mostra a CONSERVADORA queda no número de alunos de maior renda, diminuindo as oportunidades de expansão. 2- Mais empreendedora, que nos mostra o empreendedora enorme potencial de mercado para serviços educacionais de preço baixo.
  • 70. EDUCAÇÃO NO BRASIL UM PANORAMA GERAL SOBRE A CADEIA EDUCACIONAL

Notas do Editor

  1. (fonte: “Global Education Digest 2006” elaborado pela UNESCO)
  2. http://escoladegestores.mec.gov.br/site/4-sala_politica_gestao_escolar/pdf/saibamais_9.pdf
  3. de acordo com o relatório Indicadores Estadísticos del Sistema del Mercosur. (http://www.kroton.com.br/ - ensino no brasil)
  4. http://vouleragora.blogspot.com/2009/04/menos-vagas.html
  5. segundo o Censo Escolar de 2006 do INEP. (http://www.kroton.com.br/ - ensino no brasil)
  6. Os dados são da Organização das Nações Unidas para a Infância (Unicef), e se referem ao ano de 2007, o que significa que a taxa de reprovação no ensino médio brasileiro dobrou em relação aos 6,3% verificados em 1998. A taxa de reprovação no ensino médio chega a 12,7%
  7. http://vouleragora.blogspot.com/2008/10/ensino-e-sade-crescem-mas-falta.html
  8. “ Quem coloca seus filhos em escolas particulares (12% do total das matrículas da educação básica) comete um grave equívoco: acredita que essas escolas são boas apenas porque são melhores do que as escolas públicas. Assim, despreocupa-se da educação dos filhos e da qualidade da escola pública” Quando se fala em educação no Brasil, algo não faz sentido. Todos exaltam o benefício da educação e apontam-na como a solução de nossos problemas. Todos parecem engajados em sua melhoria. Apesar desse consenso e da boa vontade, nossas escolas patinam, e sua qualidade só tem decaído. Para explicar essa curiosa dissonância, era comum ouvir, dez anos atrás, a ideia de que nosso fracasso na área se devia à falta de “vontade política” de nossos governantes, ou ainda ao complô das elites pela alienação do proletariado, ou, finalmente, às imposições do Fundo Monetário Internacional (FMI), que supostamente exigia o corte de gastos na educação em seus acordos com o país. De lá para cá, os dotados de “vontade política” chegaram ao poder, as elites de antanho deram lugar à república dos sindicalistas e o Brasil já não precisa mais da tutela do FMI, ao qual não deve nada. Mas a melhora esperada não veio. O resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2005 é mais baixo que o de 1995. Apesar disso, o discurso da área educacional continua o mesmo. Será que eles estão certos, e que há um complô tão poderoso a favor da nossa ignorância que nem os próprios atores da nossa tragédia percebem a sua insignificância? Estariam as “forças ocultas” de Jânio Quadros rondando novamente os palácios, de onde talvez jamais tenham saído? Ou será que nosso atraso é mais compreensível à luz de uma análise racional dos envolvidos na área, presumindo-se que eles agem de maneira lógica e maldosa? Creio que a segunda hipótese é a mais provável: nossa inércia é compreensível se entendemos a economia política dos grupos envolvidos. Comecemos pelos alunos. Eles aprendem muito pouco, e são os maiores interessados em seu próprio sucesso acadêmico. Por que não protestam? Há, em primeiro lugar, a questão etária: não é possível imaginar que crianças de 10 ou 12 anos se mobilizem em passeata pública por um ensino de melhor qualidade. Quando os alunos se dão conta das deficiências do seu ensino, costuma já ser tarde demais, e a própria carência educacional dificulta a reclamação: é improvável que um semiletrado escreva um artigo cativante ou uma carta pungente ao seu congressista. Em segundo lugar, os alunos são condicionados pelo seu sistema de ensino a acreditar que o culpado pelo insucesso do aluno é ele mesmo. Nessa missão, seus mestres são extremamente efetivos: em pesquisa recente da Unesco, 82% dos alunos ouvidos dizem que, se o aluno não passa de ano, a culpa é sua, muito mais que da escola (mencionada por apenas 5%) ou dos professores (3,7%). Para piorar, os próprios pais culpam o filho pelo insucesso na escola: pesquisa publicada no livro A Escola Vista por Dentro indica que 63% dos pais da escola municipal e 54% dos da estadual culpam o filho por sua repetência.Cercados por esse mar de desconfiança e assolados pelo próprio desconhecimento, os alunos protestam mais com os pés que com a cabeça: quando entendem que a escola lhes consome muito tempo sem dar muito em troca, abandonam-na. O próximo grupo de interessados pela educação é o dos pais dos alunos. Por que eles aceitam bovinamente uma péssima educação para seus filhos? Aqui devemos dividir esse universo em dois: há o grupo de classe média e alta, que coloca os filhos em escola particular, e o restante da população, que usa a escola pública. Quem coloca seus filhos em escolas particulares (12% do total das matrículas da educação básica) comete um grave equívoco: acredita que essas escolas são boas apenas porque são melhores que as escolas públicas. Assim, despreocupa-se da educação dos filhos e da qualidade da escola pública. O problema é que a escola particular é também muito ruim – basta ver os resultados dos alunos de alto nível socioeconômico em testes internacionais como o Pisa, em que nossos alunos ricos têm desempenho pior que o dos alunos mais pobres dos países desenvolvidos. E o segundo problema é que, como a escola pública forma, via de regra, os professores da escola particular, enquanto não melhorarmos todo o sistema, não teremos educação de qualidade para ninguém. Mas os pais das escolas particulares não entendem isso; afastam-se da questão educacional por acreditar que essa problemática não os afeta. Esperar-se-ia, porém, que os pais de alunos da escola pública (os outros 88% das matrículas) estivessem profundamente descontentes com a educação dos filhos e bradando por sua melhoria. Mas não estão: as pesquisas apontam que, pelo contrário, estão satisfeitos com a escola das crianças. Essa visão não é causada por preguiça ou desinteresse, mas por despreparo. Pesquisa do Inep mostrou que quase 60% dos pais do ensino público não completaram nem o ensino fundamental, 73% têm renda inferior a três salários mínimos, três quartos nunca ou raramente leem jornal. Pesquisas qualitativas mostram que esse pai compara a escola da sua época – em que faltava vaga, não havia merenda nem transporte – com a escola do filho. Vendo todas as benesses materiais que o filho recebe, associa-as a uma educação de boa qualidade. Reclama quando o professor falta à aula, mas é só. Se o pai acha a escola boa e o filho vai mal, então é natural que o pai culpe o filho e exima a escola, perpetuando o sistema roto. Depois dos pais, temos os diretores escolares. Destes, segundo o MEC, 60% são indicados pelo Poder Executivo de sua cidade ou estado. Menos de 10% são concursados, outros 19,5% são eleitos. É provável que a maioria, indicada por políticos, não esteja disposta a bancar grandes revoluções em suas escolas, que poderiam levar à sua destituição – especialmente se prescrevessem aos seus professores as medidas impopulares que estão associadas ao melhor desempenho acadêmico, como uso constante de dever de casa, avaliação de alunos, redução do absenteísmo docente, uso intensivo de material didático e utilização do tempo de aula para tarefas expositivas, e não cópia do quadro-negro ou realização de exercícios. A maioria dos diretores é composta de ex-professores, o que reforça o corporativismo, e não há no Brasil instituições de ensino que preparem uma pessoa para o ofício de diretor escolar, de forma que mesmo os diretores bem-intencionados são frequentemente despreparados. Vejamos o professor. Por que ele não produz uma educação de melhor qualidade? Em primeiro lugar, porque não consegue. O professor brasileiro tem uma péssima formação e não é preparado para encarar uma sala de aula do Brasil real, especialmente em áreas de vulnerabilidade social. Em segundo lugar, porque é tomado por um viés ideológico que torna o sucesso acadêmico insignificante. Em pesquisa da Unesco, só 8,9% dos professores indicaram “proporcionar conhecimentos básicos” como uma das finalidades importantes da educação. “Formar cidadãos conscientes” ficou com 72,2% das preferências. Confrontados com o seu fracasso, então, nossos professores têm duas respostas-padrão: ou culpam o aluno e seus pais, ou culpam a visão neoliberal e reducionista de quem reclama da escola que forma analfabetos, porque a educação “é muito mais do que isso”. Finalmente, chegamos à última peça dessa engrenagem, aquela que é paga e eleita para administrar o sistema e zelar pelo bem comum: os políticos. Se o político for desonesto, a educação será um ótimo lugar para tirar dinheiro: não só concentra uma parte grande do orçamento (no mínimo 25%) como ainda é cheia de transferências do governo federal. Tem uma grande vantagem: se o sujeito rouba da saúde e faltam remédios ou médicos, a população chia; se rouba dos transportes e faltam ônibus, os eleitores reclamam; se rouba da educação e os alunos não aprendem, ninguém se importa. Mas, mesmo que o político seja honesto e comprometido com o progresso da sua região, é confrontado com uma decisão indigesta: se ele quiser mesmo reformar seu sistema educacional, terá de parar de investir em merenda ou em prédios e investir na formação de diretores e professores, terá de cobrar o seu desempenho, terá de mobilizar pais e alunos, terá de remanejar professores e funcionários incompetentes. Tudo isso causa desconforto. Se a experiência de estados reformistas na área, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais ou Sergipe, servir de exemplo, o descontentamento descambará em greve. Os professores são uma das categorias profissionais mais numerosas e vocais em suas reclamações. Os beneficiários dessas reformas mal sabem que têm um problema e, portanto, não reconhecerão a melhoria. Se tiverem de deixar de trabalhar para cuidar dos filhos sem aula por causa da greve, perigam ser contrários às reformas. O lógico, nesse caso, para os políticos, é fazer o quê? Exatamente: nada. Assim vamos ficando, ano a ano, mais ignorantes e despreparados. Revista “Veja”, Falência educacional: complô ou lógica, por Gustavo Ioschpe, 20jan2011
  9. O valor mínimo do estudante da escola pública será R$ 1.722,05, segundo a portaria interministerial 1.459 de 30 de dezembro de 2010. A cifra é base para a distribuição de recursos pelo MEC (Ministério da Educação), por meio do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos  Profissionais da Educação). (Uol Educação, http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/01/10/mesmo-com-aumento-valor-investido-por-aluno-da-rede-publica-fica-abaixo-do-custo-minimo-de-qualidade-em-22-estados.jhtm)
  10. http://vouleragora.blogspot.com/2009/09/seb-compra-pueri-domus-por-r-41-milhoes.html Nas escolas públicas, os números são ainda mais expressivos. Segundo o diretor da SEB, somente 5% de um total de 25 milhões de alunos de escolas municipais têm aulas com apostilas.
  11. Apenas 47% dos que cursaram o Ensino Médio atingem o pleno nível de alfabetismo, esperado para o grau de escolaidade. Outros 43% permanecem no nível básico. http://www.slideshare.net/uchoaespindolamarisa/educao-no-brasil-e-ead
  12. http://vouleragora.blogspot.com/2008/11/educao-e-o-preparo-profissional-no.html
  13. http://vouleragora.blogspot.com/2009/09/o-naufragio-do-ensino-medio.html
  14. A presidente Dilma Rousseff anunciou que o governo federal tem a "disposição" de conceder 75 mil bolsas de estudo no exterior para estudantes brasileiros até 2014. O número representa um aumento significativo. Atualmente, de acordo com o ministro Fernando Haddad (Educação), são oferecidas cerca de 6.000 bolsas para o exterior por ano. Sem entrar em detalhes, Dilma afirmou que a prioridade será para cursos na área de ciências exatas. Também poderão ser beneficiados estudantes que queiram fazer uma parte da graduação no exterior. Essa foi uma das prioridades sugeridas pelo Ministério da Educação à presidente, que tomará a decisão final sobre a destinação das bolsas. A ideia do MEC é que o aluno de graduação, quando volta, agrega a experiência no exterior ao seu curso no Brasil, enriquecendo as aulas. (Folha Saber, http://www1.folha.uol.com.br/saber/907429-dilma-anuncia-75-mil-bolsas-de-intercambio-para-estudantes.shtml)
  15. http://vouleragora.blogspot.com/2009/09/cursos-de-curta-duracao.html
  16. No quatriênio – 2002-2006 – o ritmo de crescimento de IES foi menor – 38,7%. Entretanto, em lugar do decréscimo verificado no octênio anterior, houve um aumento de 27% das IES públicas, ainda assim abaixo da média e insuficiente para ombrear-se com o crescimento das IES privadas que foi de 40,2%. Ainda neste quatriênio, com um ritmo de crescimento também menor das matrículas do que no subperíodo anterior – 34,3% –, a desproporção no crescimento entre matrículas públicas e privadas foi quase idêntica à do octênio 1994-2002: 15% públicas e 42,6% privadas. Isto fez com que a proporção público-privado, nas matrículas, avançasse ainda mais na mesma direção anterior: 25,8% públicas e 74,2% privadas. Finalmente, verifica-se que mais do que o crescimento desproporcional do número de IES no período 1994-2006 – 13,7% públicas para 219,4% privadas – chama a atenção o processo de privatização das matrículas: em 12 anos, as públicas cresceram 75% contra 275,2% das privadas. Pag 9-10; http://docs.google.com/viewer?url=http://www.scielo.br/pdf/es/v29n105/v29n105a04.pdf&pli=1
  17. Fonte: MEC
  18. http://vouleragora.blogspot.com/2009/03/as-50-maiores-ies-no-brasil.html
  19. O maior número de faculdades e de centros universitário está vinculado ao setor privado – 92,5% e 96,7%, respectivamente. Já as universidades, de acordo com a sinopse, estão distribuídas “em proporção aproximada” de 52,5% para o setor público e de 47,5% para o privado. E, paralelamente, as instituições privadas de ensino superior têm, proporcionalmente, menos estudantes concluindo seus cursos: apenas 55,4% do total. A taxa de conclusão mais alta é das universidades federais, com 72,6%. http://vouleragora.blogspot.com/2009/03/as-50-maiores-ies-no-brasil.html
  20. Em 2006, o número de IES no país era de 2.270, dos quais então somente 248 ou 11% eram públicas; 439 ou 19% eram privadas; e 1.583 ou 70% eram particulares ou privado/mercantis.
  21. O censo revela que o país tinha 4.880.381 universitários em 2007. Desse total, o setor privado respondia por 3.639.413 matrículas (74,57% do total), ante 615.542 nas federais (12,61%), 482.814 nas estaduais (9,9%) e 142.612 nas municipais (2,92%)
  22. http://vouleragora.blogspot.com/2009/09/cursos-de-curta-duracao.html
  23. Os últimos anos foram marcados por um significativo aumento da inclusão social promovida pelo setor privado de ENSINO SUPERIOR. Assumindo a função que o setor público se mostrou incapaz de atender, as instituições de ENSINO SUPERIOR privadas são responsáveis pela matrícula de mais de dois terços de todos os alunos pertencentes às classes C e D no ENSINO SUPERIOR brasileiro. No início dos anos 1990, somente a elite socioeconômica chegava ao ENSINO SUPERIOR (as classes A e B representavam 92% de todo o alunado do setor). Atualmente, a classe A representa 23,3% do alunado do ENSINO SUPERIOR privado no Brasil, mas já parou de crescer há quatro anos. A classe B, com 48,7% do total, continua a maior representante do ENSINO SUPERIOR privado, mas apresenta crescimento de 29,3% nos últimos quatro anos, bem inferior ao crescimento da classe C, que evoluiu 53% no mesmo período. Hoje a classe C já representa 22,1% do alunado do ENSINO SUPERIOR privado. A classe D continua com uma parcela ainda pequena, de 4,6%, mas com crescimento de 95,3% nos últimos quatro anos. Se as taxas de crescimento forem mantidas na mesma proporção, em 2012 teremos mais pessoas das classes C e D no ENSINO SUPERIOR privado do que das classes A e B. O fenômeno do crescimento das faixas de menor renda já impacta no modelo de negócios das instituições de ensino. As faculdades e universidades que possuem valores de mensalidades mais baixos apresentam taxas de crescimento bem superiores às das instituições com mensalidades maiores. Instituições de ensino que cobram mensalidades abaixo de R$ 450 cresceram 76% nos últimos quatro anos. Em contrapartida, as instituições que cobram mensalidade superior a R$ 600 cresceram apenas 12% no mesmo período. Mais de 1,5 milhão de alunos com renda familiar inferior a 5 salários mínimos estudam no ENSINO SUPERIOR atualmente, impondo modificações administrativas e acadêmicas em toda a estrutura do setor. Isso exige que as universidades adaptem suas estruturas de ensino e aprendizagem para agregar valor a pessoas que chegam do ENSINO MÉDIO, em sua maioria, semialfabetizadas, capazes de ler um texto, mas incapazes de interpretá-lo na mais simples acepção do termo. O crescimento do número de estudantes de baixa renda no ENSINO SUPERIOR era um fato já esperado por todos, devido aos seguintes fatores: (a) o valor médio das mensalidades no setor privado caiu muito de 1996 a 2009 (de R$ 840,00 para R$ 457,00, em valores já deflacionados); e (b) o governo criou o PROUNI, que vem beneficiando 100 mil estudantes por ano. No entanto, ainda temos uma demanda reprimida de mais de 1 milhão de jovens concluintes do ENSINO MÉDIO a cada ano que não possuem renda suficiente para cursar uma instituição privada. É possível interpretar os números relativos à renda do estudante brasileiro sob duas óticas. A primeira, mais conservadora, que nos mostra a queda no número de alunos de maior renda, diminuindo as oportunidades de expansão. A outra, mais empreendedora, nos mostra o enorme potencial de mercado para serviços educacionais de preço baixo. Por Ryon Braga, Hoper
  24. Fonte: UNESCO
  25. Dos cinco maiores grupos educacionais brasileiros, que juntos possuem 800 mil alunos, quatro deles são comandados por empresas do setor financeiro. Entre as 15 maiores empresas educacionais do país nove possuem um fundo ou banco de investimentos na sua estrutura de gestão e governança, ou 60% do total. Entre os cinco maiores grupos - Estácio, Unip, Anhanguera, Kroton e Laureate -  somente a Unip não tem a presença do setor financeiro na sua administração. A Estácio é administrada pelo fundo GP; a Anhanguera pelo banco Pátria; a Kroton pela Advent International, e a Laureate pelo fundo americano KKR. Além destes, vários outros fundos de investimentos estão presentes na educação brasileira, tais como Cartesian Group na Faculdade Maurício de Nassau, o Capital Group no Grupo Ibmec, o Fama na SEB (COC), o banco americano Best Associates (Texas) no Centro Universitário Jorge Amado, entre outros.
  26. http://vouleragora.blogspot.com/2009/02/o-ensino-superior-no-brasil.html
  27. Segundo Claudio Machado, diretor da Intervir, companhia especializada em soluções tecnológicas de e-learning, o ensino corporativo a distância foi inicialmente introduzido no Brasil por multinacionais que já utilizavam a ferramenta em suas matrizes. "Houve um grande impulso no final do governo Fernando Henrique Cardoso, quando o ensino a distância foi regulamentado pelo Ministério da Educação (MEC). Não há fontes precisas, mas estimo que o setor movimente cerca de R$ 525 milhões ao ano no Brasil", afirma. http://vouleragora.blogspot.com/2008/11/distncia-vencida.html
  28. A maioria desses cursos tem por objetivo formar professores de português, matemática, biologia, história e geografia para as escolas públicas de ensino básico situadas em cidades distantes das capitais ou em zonas rurais. Em 2000, só havia 10 cursos de graduação a distância, com um total de 8 mil alunos. No início de 2008, estavam credenciados no MEC 349 cursos de graduação a distância. http://vouleragora.blogspot.com/2008/11/o-mec-e-o-ensino-distncia.html http://vouleragora.blogspot.com/2008/09/matrculas-aumentam-mesmo-com.html
  29. Há 10 anos, predominavam nestes cursos pessoas mais velhas, acima de 35 anos, de classe social C ou D, sem diploma de curso superior. Atualmente, o segmento que mais cresce na procura destes cursos é o formado por pessoas de 25 a 45 anos, de classe social B e C, e com diploma de curso superior. Número de alunos de curso à distância cresce 62%. Os 2,4 milhões de matriculados, em 2006, passaram para 6,4 milhões, em 2009, segundo Inep. Com a internet as distâncias diminuíram. E, na mesma proporção que as informações passaram a circular com grande velocidade, o tempo passou a ser um dos bens mais escassos para o homem. Neste contexto, o aprendizado e o aperfeiçoamento profissional passaram a ter prioridade, ampliando o mercado para a educação à distância — cuja lembrança mais antiga para os brasileiros são os cursos do Instituto Universal, feito pelo correio, criados em 1930. Hoje essa modalidade se aplica tanto na formação acadêmica, com cursos formais sequênciados desde a eduação básica até a graduação e pós-graduação, licenciados pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), quanto a cursos de treinamento e aperfeiçoamento profissional, nos chamados cursos livres. Para se ter uma ideia deste mercado, em 2009 eram 6,4 milhões de alunos matriculados em cursos livres online e sequenciados no Brasil. Eram 2,4 milhões em 2006 — avanço de 62,5%. O número de instituições de ensino passou de 25, com a oferta de 46 cursos, em 2002, para 115, com a oferta de 647 cursos, em 2008, conforme os útimos dados  do Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa (Inep) sobre o assunto. Segundo o ex-ministro da Educação, Carlos Alberto Chiarelli, atual presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação à Distância, os últimos dados apontam para a movimentação de algo próximo a R$ 3 bilhões por ano. O ex-ministro lembra que apenas nos cursos superiores à distância há no Brasil atualmente 690 mil alunos. “Mas este número está estável há um bom tempo”, ressalta. “O crescimento deste mercado está diretamente associado com o avanço da tecnologia”, comenta Chiarelli.  Ele ressalta que é esse avanço tecnológico, por exemplo, associado a questão do tempo, que torna cada vez mais interessantes para as empresas atuarem com tutoriais (cursos) de ensino à distância para o treinamento de pessoal. A empresa curitibana Digital SK, que desenvolve soluções completas, abertas e integradas de e-learning para projetos de educação corporativa e acadêmica,  retrata bem esse mercado corporativo. Entre os clientes do grupo está a Electrolux. “Eles estão com um novo produto e querem uniformizar o discurso dos seus vendedores para vender este produto no mercado. Por isso, montamos um curso de treinamento voltado para a empresa”, conta José Eduardo Matte, diretor de negócios da empresa. Ele revela que este tipo de solução em forma de vídeo-aulas, chamadas de pílulas, tem 20 minutos e custam entre R$ 1.700 a R$ 6.800. A diferença de preços, segundo Matte, está associada ao número de recursos de mídia necessários para tornar a aula mais interessante. A Digital SK, apenas no primeiro semestre de ano,  registrou elevação de 70% no volume de vendas no primeiro semestre deste ano, além de 120% de aumento de projetos para clientes recorrentes. O motivo foi o aquecimento do mercado pela demanda reprimida no ano passado, em função da crise econômica, além de investimentos e esforços diretos da empresa.
  30. http://vouleragora.blogspot.com/2009/09/cursos-de-curta-duracao.html
  31. Negócios no setor de educação privada 2011 promete ser um ano de muitos negócios no setor de educação privada no Brasil. Esta expectativa apresenta fortes evidências. Primeiro a questão macroeconômica: há muito otimismo em relação à recuperação da economia mundial e de um crescimento maior do Brasil neste cenário. Segundo, as questões setoriais: (a) o movimento de consolidação na educação privada ainda tem muito espaço para crescer (os 12 consolidadores possuem 30% do mercado, mas podem e querem chegar a 50%), e dinheiro para isto não falta. Anhanguera, Estácio e Kroton (três das quatro empresas educacionais listadas na bolsa) possuem, juntas, mais de R$ 1 bilhão para investir em aquisições. Os demais grupos consolidadores juntos possuem também quase R$ 1 bilhão. Os fundos de private equity interessados em educação têm capacidade de investimento no setor na ordem de R$ 1,2 bilhão. Os grupos internacionais que tentam entrar no Brasil anunciam fôlego para investimentos na ordem de dois bilhões de reais. Com tudo isto fica fácil concluir que há mais dinheiro do que boas oportunidades de negócios. As grandes e tradicionais universidades brasileiras trazem consigo um conjunto enorme de problemas de gestão, de passivos e contingências tributárias e trabalhistas, sem falar no endividamento (presente em boa parte delas). Na maioria dos casos, o custo/benefício de adquirir uma instituição assim não é vantajoso, principalmente se o comprador tiver como sócio fundos de investimento, que precisam sair do investimento em curto período de tempo. O tempo necessário para se recuperar minimamente uma universidade nestas condições é de quatro a seis anos. O que os investidores financeiros não conseguiram ainda enxergar é que educação, ainda que possa ser um negócio muito lucrativo, não é como os demais setores da economia em que você investe (aporta capital), conserta (reestrutura a empresa) e vende com lucro dois ou três anos depois. Para "consertar" uma universidade em situação difícil leva, pelo menos, quatro a cinco anos. A Estácio é um bom exemplo disso. O GP (atual sócio-gestor da empresa), considerado um investidor com altíssima expertise em gestão, levou três anos para "arrumar" a casa e, levará outros três anos para colher os frutos disto. A lógica de negócios dos investidores financeiros, versus a situação atual das grandes instituições de ensino no Brasil é uma combinação que dificulta muito o fechamento de bons negócios. Há perspectiva e possibilidade de mais de 150 negócios de fusões e aquisições no setor educacional em 2011 e 2012, mas, se a lógica de investimento não for revista, talvez não se concretizem nem um terço disto. Quem não tem visão de longo prazo, de sustentabilidade e perenidade de uma empresa, não deve investir em educação. Se você olha apenas o aumento percentual da geração operacional de caixa a cada trimestre, escolha outro setor para investir. Por Ryon Braga, Hoper
  32. Os 12 consolidadores possuem 30% do mercado, mas podem e querem chegar a 50%), e dinheiro para isto não falta. Anhanguera, Estácio e Kroton (três das quatro empresas educacionais listadas na bolsa) possuem, juntas, mais de R$ 1 bilhão para investir em aquisições. Os demais grupos consolidadores juntos possuem também quase R$ 1 bilhão. Os fundos de private equity interessados em educação têm capacidade de investimento no setor na ordem de R$ 1,2 bilhão. Os grupos internacionais que tentam entrar no Brasil anunciam fôlego para investimentos na ordem de dois bilhões de reais. Com tudo isto fica fácil concluir que há mais dinheiro do que boas oportunidades de negócios.
  33. http://vouleragora.blogspot.com/2008/10/tecnologia-para-vencer-distncia.html
  34. A Aprendizagem Superou o Ensino "Eu ensinei, não tenho culpa que ninguém aprendeu", disse-me recentemente um professor universitário que se orgulhava de ter reprovado 65% dos alunos da turma em sua disciplina. Respondi a ele, mesmo com o receio de ser mal interpretado, o seguinte: professor, com essa afirmação você torna público o quanto você ainda não compreende o novo momento em que vivemos na educação no Brasil e no mundo. Em última análise, o que interessa efetivamente é o quanto o aluno realmente aprendeu. O como ensinamos é apenas uma questão circunstancial que deve considerar o conteúdo, os diferentes estilos cognitivos dos estudantes e seu contexto. A responsabilidade do professor, portanto, não é com o ensino, mas sim com a aprendizagem. Por mais simples e óbvio que isto possa parecer, este pensamento ainda não se disseminou nos meios educacionais hodiernos. No passado recente vivemos na sociedade da informação. Quem detinha mais e melhores informações tinha mais poder e, o papel do professor como um eficiente retransmissor de boas informações se justificava. Hoje vivemos na sociedade do conhecimento e o acesso à informação está praticamente universalizado. Retransmitir informações não é mais papel do professor. Já há quem faça melhor esta tarefa. Cabe agora ao educador, utilizar toda a sua experiência no trato com o conhecimento, para auxiliar seus pupilos a transformar informação em conhecimento; compreendê-lo em profundidade; aplicar este conhecimento na solução de problemas e transferi-lo para outras situações distintas. A educação formal vive nostálgica do "tempo da informação" e ainda nem sequer conseguiu introjetar o paradigma do conhecimento e já vem sendo "pressionada" pelo novo paradigma: o da aprendizagem. Nesta sociedade, interessa mais quem é capaz de aprender rapidamente como se resolve um dada situação ou problema, do que aquele que já sabe como resolver este mesmo problema, pois amanhã a questão será outra. Aprender a aprender nos possibilita obter a capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação. O advento da sociedade da aprendizagem trará para a educação alguns importantes novos elementos, entre eles: Mudança do foco no ensino para o foco na aprendizagem. Aprendizagem centrada no estudante e "individualizada", através do apoio da tecnologia da informação. Foco no resultado com controle de qualidade em todas as etapas do processo. Acompanhamento e orientação permanente do estudante. Autodidatismo exercido através de um conjunto de atividades opcionais e obrigatórias selecionadas em conjunto com o professor orientador. Estrutura com menos docentes, melhores docentes e com mais tempo de dedicação ao aprendizado. Professor posicionado como gestor do processo de aprendizagem do estudante. Portabilidade (o aluno deve ser o gestor do seu conjunto de competências adquiridas).