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Directorio-das-TIC-2017

  1. 1. editorial A 3ª Plataforma de Inovação de TI (Tecnologias de Informação) - suportada pelas tecnologias móveis, aplicações sociais, soluções de big data e analítica de negócio e pelos serviços de cloud computing tem sido o motor do crescimento e da inovação da indústria de TI nos últimos 5 anos, e está a alterar significativamente o modo como as organizações de todos os setores não só disponibilizam serviços de TI, mas princi- palmente como se relacionam com clientes, parceiros, colaboradores e desenvolvem nos produtos, serviços e modelos de negócio. Após o rápido desenvolvimento da 3ª Plataforma de TI, a IDC antecipou nos últimos anos o rápido desenvolvimento de uma nova vaga de tecnologias - Internet of Things (IoT), tecnologias virtuais/realidade aumentada, impressão 3D, wearables, robótica e sistemas cognitivos -, desenvolvidas no topo da 3ª Plataforma de TI, e que a IDC designa como Aceleradores da Inovação, que vão permitir ampliar as capacidades das tecnologias de informação e que vão ser responsáveis pela criação de oportunidades de transformação digital nas organizações de todos os setores. Esta nova geração de tecnologias, desenvolvida no topo da 3ª Plataforma de TI, vai ter um impacto diferenciado no interior das organizações a nível mundial. Por isso mesmo, conhecer as TIC e as empresas e profissionais que compõem este mercado é hoje não apenas uma necessidade mas um imperativo para todos, empresas e cidadãos. É por este motivo que a IDC e a APDC mais uma vez publicam o “Diretório Global das TIC – Empresas e Profissionais”, o qual já vai na sua 8ª Edição. Este Diretório das TIC Empresas e Profissionais pretende continuar a ser o documento fundamental de consulta em detalhe das empresas e dos profissionais que fazem o dia-a-dia das TIC e do Digital em Portugal. O objetivo é traçar um retrato o mais completo do setor, assumindo-se como um instrumento de trabalho e um manual de consulta obrigatória. Através dele, será possível conhecer praticamente todas as empresas da indústria das TIC, respetivas atividades e contactos, administrações e gestões de primeira linha. Embora as mais de 600 empresas que integram o Diretório sejam consensualmente consideradas como das mais representativas do mercado das TIC, a listagem não é de forma alguma exaustiva. Na realidade, a enorme fragmentação desde mercado impossibilita uma análise completa. Tal como fizemos nas últimas sete edições, a IDC e a APDC realizaram todos os esforços no sentido de apresentar a informação mais correta e detalhada possível. E, nesse sentido, solicitamos a todos os leitores uma participação ativa neste traba- lho conjunto em prol de um documento que reflita corretamente o panorama do mercado português. Por isso mesmo, todos os comentários e sugestões poderão ser feitos através dos emails portugal@idc.com ou apdc@apdc.pt sobre elementos que devam ser con- siderados em edições futuras. Gabriel Coimbra Country Manager, IDC Portugal IDC Portugal | Tel.: +351 21 723 06 22 | portugal@idc.com | www.idc.pt Soluções à Medida Eventos Mundiais Serviços de Subscrição Programas para Executivos de TI IDC DecisionScapes Soluções para Marketing e Vendas Monitorização de Mercado Escritórios em 110 países TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO TRANSFORMAÇÃO DIGITAL RESEARCH ADVISORY
  2. 2. Todos os direitos reservados. A informação contida neste Diretório não pode ser reproduzida, no todo ou em parte, qualquer que seja o método utilizado, salvo autorização expressa da IDC e da APDC. Os artigos e opiniões constantes deste Diretório são da responsabilidade dos próprios autores aos quais agradecemos a disponibilidade, empenho e confiança na concepção deste Diretório. Promoção IDC Portugal NIPC: 507 510 453 Centro Empresarial Torres de Lisboa Rua Tomás da Fonseca, Torre G - 1º 1600-209 Lisboa Tel.: 21 723 0622 Fax: 21 723 0675 portugal@idc.com www.idc.com APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações NIPC: 501 607 749 Rua Tomás Ribeiro, 41 - 8º 1050-225 Lisboa Tel.: 21 312 9670 Fax: 21 312 9688 geral@apdc.pt www.apdc.pt Revisão Bibiana Coimbra | bcoimbra@idc.com Carla Santos | csantos@idc.com Publicidade Bibiana Coimbra | bcoimbra@idc.com Concepção e Produção Gráfica Finepaper | info@finepaper.pt Periodicidade Anual Tiragem 5.000 exemplares A IDC é a empresa líder mundial na área de“market intelligence”, serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Eletrónica de Consumo. A IDC ajuda os profissionais de Tecnologias de Informação, decisores empresariais e investidores a tomarem decisões sobre tecnologia e estratégias de negócio baseadas em fatos. Mais de 1.100 analistas da IDC em 110 países fornecem conhecimento profundo sobre oportunidades, tendências tecnológicas e evolução dos mercados a nível global, regional e local. Há mais de 50 anos que a IDC tem fornecido informação estratégica para ajudar os seus clientes a atingirem os objetivos de negócio. www.idc.pt A APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações é uma instituição de utilidade pública sem fins lucrativos. Desde a sua criação, em 1984, tem vindo a reforçar- se e é hoje um projeto associativo consolidado das TIC e Media. A Associação assume-se como a plataforma de debate, reflexão e de potenciação da indústria que representa, que é cada vez mais horizontal e crítica e se assume como motor de desenvolvimento sustentado da Sociedade e da Economia. A APDC é hoje uma referência não apenas nas comunicações, nas TI e nos media, mas no panorama nacional, tornando-se incontornável nos grandes momentos em que se discute o presente e o futuro do País. www.apdc.pt ficha Técnica diretório global das tic | 3
  3. 3. diretório global das tic | 5 índice EDITORIAL 01 fICHA TÉCNICA 03 OPINIÃO 07 Visão IDC 08 TRANSFORMAÇÃO DIGITAL - QUAL A CAPACIDADE E A MATURIDADE DA SUA ORGANIZAÇÃO? Gabriel Coimbra, Country Manager visão APDC 16 A TRANSIÇÃO PARA UMA ECONOMIA E CIDADANIA DIGITAIS Rogério Carapuça, Presidente Visão EY 20 A DISRUPÇÃO TECNOLÓGICA E O SEU IMPACTO NO CAPITAL HUMANO Luis Oliveira Correia, Executive Director Advisory Financial Services Mário Trinca, Partner Advisory Financial Services visão NOS 24 O PAPEL DA INOVAÇÃO NA NOS João Ricardo Moreira, Administrador, NOS Comunicações DIRETÓRIO de Empresas e Profissionais 28 CISCO PublireportageM 42 TRANSFORMAÇÃO DIGITAL - TUDO ESTÁ A SER TRANSFORMADO Sofia Tenreiro, Diretora Geral, CISCO layer8 PublireportageM 66 OS DESAFIOS DA SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO Fernando Cardoso, CTO leadmarket PublireportageM 70 REVENUE MARKETING: O FUTURO DAS VENDAS B2B Joaquim Ribeiro, CEO opensoft PublireportageM 80 A CAMINHO DE UM GOVERNO MAIS COLABORATIVO Joana Peixoto, Diretora Comercial e de Marketing randstand PublireportageM 88 TECHNOLOGIES Ana Petrucci, Business Unit Manager xerox PublireportageM 102 TRANSFORMAÇÃO DIGITAL: QUANDO NOS DIVIDIMOS ENTRESER PIONEIROS OU SEGUIDORES Paulo M. Gomes, Country Sales General Manager Large Accounts & Global Document Outsourcing MATRIZ de Empresas e Profissionais 107
  4. 4. Diretório global das tic opinião
  5. 5. 8 | Opinião diretório global das tic | 9 Em apenas umas curtas décadas, a Tecnolo- gia da Informação (TI) deslocou-se do back office, a primeira Plataforma da IDC, para o front office, a segunda Plataforma da IDC e, finalmente, integraram-se em quase todos os aspetos das vidas profissionais e pessoais das pessoas, alimentadas por tecnologias da 3ª Plataforma, incluindo telemóveis, negó- cios sociais, cloud e big data e analítica de negócio. Estamos a entrar numa era em que as tecnologias e processos que as empresas implementam estão de tal forma ligadas aos seus clientes e mercados, que as fronteiras entre as operações internas da empresa e o seu ecossistema externo (clientes, mercados, concorrentes, parceiros, reguladores) estão a desaparecer rapidamente. Neste contexto os líderes empresariais são desafiados a levar as suas empresas ao nível seguinte, ao da transformação dos negócios digitais, empregando tecnologias digitais em conjunto com a inovação organizacio- nal, operacional e de modelos de negócio para criar novas formas de operar e expandir as empresas. A tecnologia digital alterou e irá conti- nuar a alterar a uma velocidade cada vez maior a paisagem empresarial, educacio- nal, de entretenimento e governamental. Asduasúltimasdécadasassistiramamudan- ças espetaculares e o ritmo está a acelerar, talcomoaescaladasmudançaseinovações que acontecem a nível individual, social e organizacional. As tecnologias digitais e os novos mode- los empresariais e estratégicos que ali- mentam, irão continuar a ter um impacto significativo na maioria das organizações com um nível de intensidade crescente. A IDC previu que até 2018, um terço dos 20 maiores líderes de mercado da maioria das indústrias irá ser ultrapassado por novos concorrentes (e por concorrentes existentes “reinventados”) que usam a 3ª Plataforma para criar novos serviços e modelos de negócio (ver IDC Predictions 2014: Battles for Dominance — and Survival — on the 3rd Platform, IDC #244606, De- zembro 2013). Para além das rápidas mudanças tecno- lógicas, as empresas terão de lidar com perturbações geopolíticas, económicas e ambientais - algumas previsíveis, mas muitas delas não. A transformação digital é um meio de criar empresas “anti-fragi- lidade” que podem não só sobreviver a essas perturbações, mas também poten- cializá-las e prosperar com elas. Apesar do nome “digital”, há muito mais na transformação digital para além da tecno- logia. A IDC define a Transformação Digital como o processo contínuo através do qual as empresas se adaptam ou apresentam mu- danças inovadoras aos seus clientes e mer- cados (ecossistema externo) ao potenciar competências digitais para inovar novos mo- delos de negócio, produtos e serviços que misturam de forma uniforme o digital, o físi- co, as experiências da empresa e de cliente, ao mesmo tempo que melhoram a eficácia operacional e o desempenho organizacional. A inversão do modelo empresarial da sua orientação tradicional fazer-vender para uma orientação mais dependente do de- senvolvimento da capacidade de envolvi- mento com o seu ecossistema externo (por exemplo: clientes, mercados, parceiros, concorrentes, reguladores) num processo contínuo de adaptação às condições em- presariais em mudança. No centro do novo ecossistema digital- mente transformado não está o negócio, mas o individuo envolvido numa miríade de Ominiexperiências que incluem interações pessoais, profissionais, comerciais e relações sociais - tudo tornado possível por interfaces digitais pessoais e profissionais. Em 2014, a IDC já previa que em 2016 a maioria das pessoas no mundo teria um dipositivo móvel com interfaces e recursos online para interagir com uma variedade de ca- nais digitais que governam as suas vidas pessoais e profissionais. Em linguagem da IDC, vivem no seu próprio Universo de Identidade Digital (UID). Gabriel Coimbra Country Manager, IDC Portugal Transformação digital qual A maturidade E A CAPACIDADE da sua organização? A tecnologia digital alterou e irá continuar a alterar a uma velocidade cada vez maior apaisagemempresarial, educacional, de entretenimento e governamental.
  6. 6. 10 | Opinião diretório global das tic | 11 MasqualadimensãodoUniversodeIdentida- de Digital? De quantas formas são conhecidos os indivíduos digitalmente? A IDC estima 24 identidades por indivíduo comum. Se ape- nas 35% da população mundial se inclui no “comum”, o UID mundial encontra-se em cerca de 55 biliões. O número e diversidade de dispositivos de interface pessoais é um indicador de vanguarda da chegada da In- ternet of Things (IoT), um indicador que representa todo um novo desafio para a segurança empresarial, assim como as opor- tunidades de marketing, vendas, experiência social e comunicação. Este é o mundo da Transformação Digital! Asimplicaçõesempresariaisesociaisdatrans- formação digital, estendendo-se do gabinete da direção até à cloud pessoal dos clientes, inclui, mas não se limitam a: • Partilhar experiências pessoais e profis- sionais; • Redefinir como as empresas geram receita e monetizam produtos e serviços; • Marketing focado nas experiências contextualizadas e personalizadas do cliente; • Um maior risco de falhas na segurança; • Explorar a inovação dos clientes para orientar o desenvolvimento de produto; • Redefinir a natureza dos serviços; • Redefinir a natureza do trabalho e como é realizado; • Obter e gerir uma força laboral dispersa 24 x 7 x 365; • Ligar a cadeia de valor de negócio vir- tualmente; • Ligar pessoas através de experiências em vez presença física; • Criar organizações temporárias; • Promover papéis profissionais passageiros; • Automatizar interfaces utilizador-máquina e máquina-utilizador; • Fazer desaparecer as restrições de tempo e espaço. A IDC acredita que as organizações ou ade- rem à transformação digital e prosperam, ou falham nesta matéria e terão dificuldades em sobreviver. Além disso, os líderes em- presariais precisam de dominar não apenas estas matérias, mas também a alquimia que combina e gere as suas interações, para criar de facto valor através do digital. IDC Digital Transformation MaturityScape Para auxiliar as organizações no processo de Transformação Digital, a IDC desenvolveu a Digital Transformation (DX) MaturityScape para ajudar as empresas e CXOs a perce- ber e lidar com os desafios e oportunidades que as transformações digitais podem trazer para as suas organizações. A DX é a abordagem através da qual as empresas introduzem mudanças nos seus modelos de negócio e ecossistemas, potencializando as competências digitais. A IDC MaturityScape Digital Transformation é uma ferramenta importante que permite às organizações: • Avaliar as suas capacidades e maturidade na transformação digital; • Possibilitar um diálogo entre empresas e CXOs sobre os objetivos e ações relativos às iniciativas de transformação digital; • Identificar áreas de capacidade de trans- formação digital que precisem de ser fortalecidas; • Estabelecer padrões para seguir as inicia- tivas de transformação digital. Mais concretamente esta ferramenta iden- tifica as etapas, dimensões, resultados eaçõesnecessáriasparaasempresastrans- formarem digitalmente as suas operações, organizações, produtos e serviços. Para além de ser uma ferramenta de benchmark Figura I – Enquadramento da Estratégia para aTransformação Digital com a Estratégia de Negócio e de TI Fonte: IDC, 2015 A DX (DIGITAL TRANSFORMATION) é a abordagem através da qual as empresas introduzem mudanças nos seus modelos de negócio e ecossistemas, potencializando as competências digitais. 3rd Platform Operating Model Product & Services Customer Experience BUSINESS STRATEGY IT STRATEGY DIGITAL STRATEGY Next Gen Security Cloud Mobility Big Data/ Analytics Social Business Augmented & Virtual Reality Robotics Internet of Things Cognitive Systems 3D Printing REPEATABLE Digital Player OPTIMIZED Digital Disrupter MANAGED Digital Transformer OPPORTUNISTIC Digital Explorer AD HOC Digital Register IDC DIGITAL TRANSFORMATION MATURITYSCAPE OMNI-EXPERIENCE Abordagem à criação de experiências multidimensionais para o ecossistema WORKSOURCE Gestão de talento para a transformação OPERATING MODEL Agilidade e eficácia do modelo operativo INFORMATION Utilização da informação como uma vantagem competitiva LEADERSHIP Visão, liderança e investimento para a transformação fundamental, serve também de guia para empresas e CXOs, de forma a identificarem as áreas que precisam de melhorias no apoio à transformação digital em cinco disciplinas cruciais: • Leadership DX • Omni-Experience DX • Information DX • Operation Model DX • WorkSource DX Para cada uma das disciplinas acima des- critas, existem 5 etapas de maturidade. Para cada etapa, a IDC Digital Transforma- tion MaturityScape aborda a forma como as capacidades empresariais de uma dimensão específica (por exemplo, a Liderança) precisa de mudar para melhorar a capacidade da empresa em potenciar as tecnologias digitais para obter vantagens competitivas. • Ad Hoc – Digital Register • Opportunistic – Digital Explorer • Repeatable – Digital Player • Managed – Digital Transformer • Optimized – Digital Disrupter Figura II – Dimensões e etapas do IDC Digital Transformation MaturityScape Fonte: IDC, 2015 Como utilizar a IDC MaturityScape Digital Transformation A IDC reconhece que, embora a maioria das empresas use tecnologias digitais, poucas beneficiam de todo o seu poten- cial. Isso muitas vezes acontece porque as organizações se focam na seleção da tecno- logia, implementação e gestão projeto-a -projeto, mas prestam menos atenção ao desenvolvimento de disciplinas que lhes possibilitam transformar-se continuamen- te, assim como aos seus produtos e servi- ços, e as interações com os seus clientes. A IDC acredita que as empresas precisam de dominar as disciplinas de Liderança DX, Ominiexperiência DX, Recursos Laborais DX, Modo Operacional DX e Informação DX, de modo a atingir um nível de transformação digital tão otimizado quanto o necessário para as suas necessidades específicas. Além disso, o poder das cinco disciplinas está na sua sinergia - nas empresas digitais, o todo é muito maior que a soma das partes. Os líde- res que percebem e podem explorar essas sinergias serão os prósperos do futuro. a IDC reconhece que, embora a maioria das empresas use tecnologias digitais, poucas beneficiam de todo o seu potencial. A tabela 1 representa os cinco níveis de Transformação Digital no âmbito da IDC DX MaturityScape, atravessando as cinco etapas de maturidade. Possibilita às empresas e CIO avaliar as suas capacidades de trans- formação digital, usando um conjunto de cinco dimensões cruciais.
  7. 7. 12 | Opinião diretório global das tic | 13 Fases Ad Hoc Digital Register Opportunistic Digital Explorer Repeatable Digital Player Managed DigitalTransformer Optimized Digital Disrupter Transformação Digital As iniciativas de DX são táticas e desligadas da estratégia empresarial. As iniciativas de DX são iniciadas ao nível da função ou de ramo de atividade, com algumas ligações à estratégia da empresa. As iniciativas de DX estão ligadas à estratégia da empresa, mas com um foco a curto prazo. A inovação de DX integrada e contínua, abrangendo toda a empresa, está integrada com as experiências operacionais e de serviço ao cliente. A estratégia da empresa é usar a DX para transformar mercados e clientes, criando novos modelos de negócio e novas experiências de produto/serviço. Leadership DX A liderança está cética e não tem visão em relação à DX. Há resistência na mudança de cultura. Existem tentativas cautelosas de inovação de DX, com visão fragmentada. São autorizados projetos experimentais de DX mas com alcance limitado. A visão e objetivo da DX é manter a paridade. O objetivo hierárquico é transformar a cultura para adotar as metas de DX. Liderança de DX da indústria - cultura e organização espelham a evolução contínua da visão de DX. DX visionária e inovadora - o entendimento do ecossistema conduz a visão, objetivos e projetos organizacionais. Omni-Experience DX O desempenho da experiência produto/serviço ignora as necessidades e oportunidades do ecossistema. O foco do marketing é unidirecional. O desempenho da experiência de cliente é reativa. O marketing multidirecional é feito caso a caso. Desempenho participativo de produtos/ serviços/experiências multidimensionais. Consciência do impacto do ecossistema no marketing ao nível empresarial. Desempenho automático de experiências digitais de alta qualidade. Desempenho de marketing sinergético integrado ao longo de toda a rede do ecossistema. A experiência de desempenho auto melhorada inova o comportamento do ecossistema. As inovações de sucesso no uso da DX irão transformar o marketing. WorkSource DX A visibilidade das necessidades dos talentos de DX é limitada. O tempo de ocupação de vaga - é lento; o custo de contratação é alto. Existem ilhas individuais de produtividade de DX. Existem poucas capacidades de DX que abrangem toda a empresa. Fonte de DX interna com poucas competências externas. Existe uma aceitação generalizada das fontes externas de DX, incluindo a cooperação entre equipas internas e externas de DX. A organização está focada na execução e mudança rápida da DX. Integração de talento end-to-end para iniciativas de DX. A cultura organizacional emprega fontes oriundas de qualquer parte em qualquer altura para a DX. As equipas organizam-se autonomamente para atingir resultados. Operation Model DX O desempenho produto-serviço não é possibilitado pelas capacidades de DX. TI e tecnologia operacional (TO) não estão coordenadas. Dados de operações produto-serviço são adquiridos para uso local apenas. Coordenação de operações padrão e de DX é baseada em projetos. Emergem plataformas comuns de operações de DX. Arquitetura e padrões são estabelecidos para implementar melhores práticas de DX. Operações produto- serviço impulsionam novas opções de receita. TI e TO convergem através do gabinete de programa. Operações de DX são integradas como plataforma principal para o crescimento. O grupo de operações digitais coordena as operações de DX. Information DX A informação é isolada e o valor não é potencializado. A qualidade dos dados e questões de integração restringem a utilização a domínios limitados. O valor da informação é definido insatisfatoriamente. O armazenamento de dados estruturados fornece uma análise básica. A segurança é avaliada. A informação é gerida como um bem e é estabelecido um valor de DX intrínseco. A informação inclui fontes internas/externas e todos os formatos de dados. A segurança é crucial. A informação oferece vantagens competitivas de DX. As plataformas de informação abrangentes incluem social, móvel e IoT com vantagens analíticas. A informação é o diferenciador de DX de maior valor. A força competitiva e fluxos de receitas significativos derivam da gestão de informação em tempo real. Tabela I – Caracterização das dimensões e etapas do IDC Digital Transformation MaturityScape Fonte: IDC, 2015 Cada nível acrescenta capacidades ao nível anterior. A IDC acredita que a maioria das grandes empresas se enquadra nos três ní- veis do meio (Opportunistic – Digital Explo- rer, Repeatable – Digital Player ou Managed – Digital Transformer) e que, além disso, poucas empresas podem atingir um estado otimizado de transformação digital. Isso acontece, em parte, porque a tecnologia de ponta da DX é um alvo em movimento. O que pode ser considerado otimizado este ano será alterado no futuro, à medida que as tecnologias (e a sua utilização) se tor- nam mais sofisticadas e transformativas. Porquê estar atento ao padrão otimizado de DX? Porque a IDC acredita que é aí que os visionários, inovadores, startups, experi- mentadores e futuras inovações empresa- riais residem. Ao identificar como (e quais) empresas empregam a DX para inovar a indústria e reinventar os modelos de ne- gócio, as organizações bem estabelecidas conseguem antecipar as mudanças que chegam às suas próprias indústrias a tem- po de responder e prosperar na próxima era de Transformação Digital. A IDC acredita que a maioria das empresas se encontram nas fases oportunista e Re- petitiva da transformação digital, embora com algumas variações nos seus pontos fortes e fracos ao longo das cinco discipli- nas. Devido às sinergias entre as disciplinas, é importante que os líderes adotem uma abordagem planeada para progredir na escala de maturidade, garantindo que as iniciativas e investimentos resultem num valor maximizado e produzam resultados consistentes para funcionários, clientes, parceiros e ecossistemas. Também é importante notar que à medida que as tecnologias e ecossistemas empre- sariais continuam a deparar-se com um crescente nível de mudança, as organiza- ções terão de transformar-se ainda mais depressa, de modo a manter-se na mesma etapa, para não falar na progressão para as etapas sucessivas. Leadership DX Este conjunto de disciplinas permite às empresas desenvolverem a visão para a transformação digital de produtos, serviços e experiências, que são otimizados para oferecer mais valor aos parceiros, clientes e funcionários. A Leadership DX requer que os líderes se tornem mais sofisticados no seu conhecimento do ecossistema da em- presa, incluindo a acessibilidade digital dos mercados, clientes e fornecedores de ser- viços, de forma a antecipar e desenvolver inovações operacionais e de produto que alarguem a quota de mercado e aumen- tem a receita, criando experiências digitais partilhadas que servem as necessidades dos clientes e parceiros móveis, socialmen- te ligados e digitalmente transformados. Também requer capacidade de comunica- ção e de estabelecer essa visão na organi- zação, para envolver funcionários, clientes e parceiros na sua execução. Omni-Experience DX Esta dimensão descreve uma abordagem ao ecossistema omnipresente e multidi- mensional para amplificar a excelência da experiência dos produtos e (ou) serviços em continuidade. A Ominiexperiência inclui a infinita combinação de experiências intera- tivas entre negócios digitalmente facilitados e os seus clientes, parceiros e funcionários, e as coisas que estão a transformar a forma como as pessoas comunicam entre si e com os produtos e serviços comerciais que são cada vez mais criados para satisfazer uma procura individualizada e única. WorkSource DX Esta dimensão abrange a evolução da for- ma como as empresas irão atingir os ob- jetivos de negócio através da contratação, implementação e integração de recursos internos (funcionários a tempo inteiro e a tempo parcial) e externos (contratos,
  8. 8. 14 | Opinião diretório global das tic | 15 Digital Register Digital Explorer Digital Explorer Digital Disrupter Digital Transformer EUROPA PORTUGAL EUA 20% 27% 34% 31% 32% 33% 28% 25% 12% 13% 12% 14% 8% 5% 5% freelancers, parceiros). A transformação e otimização são concretizadas pela adoção de estratégias que potenciam as intera- ções digitais e colaborações, conexões, relações e ferramentas, incluindo máqui- nas inteligentes. A transformação Recursos Laborais otimiza a produtividade e flexibili- dade dos contribuidores internos e externos para o valor organizacional; identifica os recursos certos para atingir os objetivos empresariais; orienta resultados empresa- riais criando uma estrutura modular e ágil; facilita as relações e maximiza a produtivi- dade das interações. Operation Model DX Esta dimensão descreve a capacidade de realizar operações comerciais mais rece- tivas e eficazes, potenciando produtos/ serviços, bens, pessoas e parceiros comer- ciais digitalmente ligados. A maturidade no Operation Model DX permite à empresa aplicar mais tempo e energia no desen- volvimento de novos produtos e serviços integrando as ligações digitais externas da empresa nos seus mercados e fornecedores com os processos e projetos digitais inter- nos que são diretamente afetados pelas exigências dos clientes e pelas oportunida- des do ecossistema. O Operation Model DX define“como”é que o trabalho é executado em termos de transformação digital. Information DX A Information DX é a abordagem focada na extração e desenvolvimento do valor e uti- lidade da informação relativa aos clientes, mercados, transações, serviços, produtos, bens físicos e experiências comerciais. As empresas transformadas tratam dados e informação como tratariam qualquer outro bem de valor. A informação não é utilizada apenas para tomar melhores decisões e otimizar operações e produtos, mas é tam- bém monetizada sob a forma de produtos e serviços. A informação é a moeda de uma cadeia de experiência dinâmica entre a em- presa e os seus ecossistemas, que poten- cializa a informação para obter vantagens competitivas, permitindo à empresa res- ponder às oportunidades mais depressa e de forma mais inteligente. Figura III – Maturidade das Empresas Portuguesas Fonte: IDC, European Digital Transformation Maturity Model Benchmark, 2015, n=412 IT and LOB Executive, May 2015 IDC, Digital Transformation Maturity Model Benchmark, 2015; n= 317 IT and LOB Executives, March, 2015 IDC, Estudo sobre a Maturidade da Transformação Digital em Portugal, n=235, Fevereiro 2015 … em Portugal as organizações estão menos maduras no processo de Transformação Digital quando comparado com os resultados das empresas na Europa Ocidental. Com 20 anos de experiência no mercado de TIC, Gabriel Coimbra é responsável pelas operações da IDC em Portugal, a empresa líder mundial na área de market intelligence, serviços de advisory e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Electrónica de Consumo. Para além das actividades de gestão, Gabriel Coimbra está directamente envolvido naconcepçãoecoordenaçãodosváriosestudos e serviços de advisory que a IDC desenvolve em Portugal. Para além da concepção, coordenação e controlo de qualidade do research, contribui também em diversos projectos de consultoria da IDC em Portugal. A sua opinião é regularmente citada na imprensa especializada e económica, como é o caso do Semanário Expresso, Diário Económico, Revista Exame, Jornal de Negócios entre outras. Gabriel Coimbra realiza também sistematicamente diversas apresentações nos principais eventos sobre Transformação Digital e Tecnologias deInformaçãoeTelecomunicações emPortugal, Angola, Moçambique, Brasil e Espanha. No contexto académico colabora também com algumas das principais instituições de ensino superior em Portugal, como é o caso da Católica Lisbon School of Business & Economics, NOVA IMS e Porto Business School, em programas de pós- graduação em Sistemas de Informação e Transformação Digital. Gabriel Coimbra é licenciado em Estatística e Gestão da Informação pela NOVA IMS e pós-graduado em Gestão Avançada pela Universidade Católica Portuguesa (UCP). Gabriel Coimbra Country Manager, IDC Portugal Qual a maturidade do mercado nacional? No recente estudo da IDC em Portugal reali- zadonoiníciode2016,ondeforaminquiridas 236 organizações e solicitado aos entrevis- tados para caracterizar o seu próprio grau de maturidade em termos de transformação, verificamos que em Portugal as organiza- ções estão ligeiramente menos maduras no processo de Transformação Digital quando comparado com os resultados das empre- sas na Europa Ocidental. Recomendações essenciais da IDC A transformação digital é inevitável para a maioria, senão para todas as organiza- ções. A única escolha para as empresas é optar entre acomodar-se e tentar aguen- tar essas inovações, desenvolver compe- tências de transformação digital e tornar-se um inovador, ou adotar um meio-termo e tornar-se num seguidor rápido dos inova- dores. Os líderes devem olhar para si e para as suas equipas e avaliar se têm “aquilo que é preciso” para apurar e sintetizar todos os ingredientes da transformação digital. A IDC acredita que, no que respeita à ges- tão e potencialização das cinco disciplinas, a maioria das organizações não conseguirá atingir. Muitas irão tentar transformar-se através de uma série de iniciativas foca- das em competências digitais específicas, ao passo que perdem a visão da interação e sinergias necessárias para a verdadeira Transformação Digita. As organizações que dominarem a orquestração das cinco dis- ciplinas irão prosperar; as que não o fizeram irão ter dificuldades em sobreviver. Para maximizar o valor da Digital Trans- formation MaturityScape, a IDC oferece as seguintes recomendações: Agora: • Avaliaroníveldecapacidadedasempresas em cada uma das dimensões da DX: - Leadership DX - Omni-Experience DX - Information DX - Operation Model DX - WorkSource DX • Identificar o nível de maturidade ideal para a empresa no contexto da sua indús- tria, posição competitiva e necessidades de cliente/mercado para cada dimensão; • Em cada área, avaliar o estado atual da equipa de liderança e a sua capacidade de criar e executar a visão para a transfor- mação digital da empresa e do(s) seu(s) ecossistema(s); • Atribuir papéis de liderança para o desen- volvimento de planos de DX e estruturas de governação para operações, marketing, infraestrutura,cultura/organização,eassim por diante, conforme seja apropriado; • Avaliar os pontos fortes da organiza- ção e desenvolver um plano e processo para criar as competências necessá- rias em cada uma das cinco disciplinas. A transformação digital é uma viagem, e práticas ágeis em combinação com mapas de percurso podem ajudar a impulsionar o progresso, pontuado pela identificação de potenciais conquistas e “vitórias”a curto prazo. Aolongodapublicaçãodisponibi- lizamos ao leitor um conjunto de breves infografias que representam as áreas mais estratégicas para o su- cesso nos mercados digitais. Fique atento! Para evoluir na Transformação Digital é fundamental avaliar o nível de maturidade, fazer o benchmark e apontar objetivos concretos em cada uma das dimensões da DX
  9. 9. 16 | Opinião diretório global das tic | 17 A transição para uma Economia e Cidadania Digitais A transição para uma economia e para uma cidadania digitais está em marcha e é imparável. Quer isto dizer que as nossas vidas, a forma como aprendemos, como nos relacionamos uns com os outros, a forma como fazemos negócios, a forma como nos relacionamos com a sociedade e com os organismos públicos, serão cada vez mais baseadas nas tecnologias de informação e comunicação. Esta é uma oportunidade a não perder para as Empresas, para as Cidades, para os Países, para as Regiões, para as Administrações Públicas e para todos nós, Cidadãos. Nunca uma revolução tecnológica foi tão rápida, e portanto, como consequência, nunca como agora, aqueles que ficarem à sua margem serão tão marginalizados. Mas a transformação digital é um fenó- meno muito profundo, pois ela não é uma mera ferramenta para tornar os negócios e os seus processos mais eficazes e efi- cientes, mas sim um verdadeiro agente de transformação. Provoca o aparecimento de negócios completamente novos, torna obsoletos outros que hoje existem, rede- fine as cadeias de valor, transporta valor de uns protagonistas para outros, muda as relações de poder. Tem a capacidade de transformar regiões pobres em regiões ricas, mas também pode provocar a queda de outros líderes e transformar outras regiões em verdadeiros perdedores. O risco é muito alto. As consequências muito pro- fundas, quer para quem ganhar as apostas, quer para quem as perder. Por isso é que é tão importante a qualificação digital dos Cidadãos e dos Profissionais, pois sem essas qualificações não haverá futuro. Por isso é que tão importante para as Empresas, porque sem ela não haverá negócios. Por isso é que é tão importante para as Cidades, para os Países e para as Regiões, porque sem ela não haverá cresci- mento, não haverá riqueza, não haverá pros- peridade. Por isso ela é tão significativa para as Sociedades, pois ela tem a capacidade de afectar muito as relações de poder. Pela primeira vez na história das revoluções industriais, foram criadas em poucos anos empresas globais mais ricas e mais podero- sas do que muitos países. A construção de uma nova ordem mundial económica, política e social está em marcha. Cabe-nos, como Cidadãos, afirmar o que queremos. Os maiores players e mais disruptivos estão a surgir dos EUA e da Ásia. A Europa Os maiores players e mais disruptivos estão a surgir dos EUA e da Ásia. a Europa tem que responder. Rogério Carapuça Presidente da APDC
  10. 10. 18 | Opinião diretório global das tic | 19 tem de responder. Tem que preparar o seu ecossistema de inovação para jogar este jogo da transformação digital de uma forma ganhadora. Portugal, e as suas comunida- des urbanas, têm de se posicionar. As nossas políticas públicas têm de ser dirigidas para a qualificação e requalificação dos Cida- dãos, para a criação de um ecossistema que permita criar, e sobretudo, reter atividade económica que crie riqueza para o país. Não nos basta lançar novos negócios, ace- lerar novos empreendedores, transformar os negócios existentes. É necessário inter- nacionalizar as nossas empresas. Ao mesmo tempo, é necessário retermos no país muito da atividade económica gerada, atraindo novos empreendedores, nacionais e inter- nacionais, para o nosso território e para as nossas cidades. Enfim, é imperativo que a inovação que cá se crie ou que cá se instale faça o nosso PIB crescer e criar mais emprego. Isso faz-se atuando ao nível de todo o ecos- sistema, atraindo investimento estrangeiro, apoiando o empreendedorismo, poten- ciando o network desses empreendedores com os de outras regiões. Conhecer PORTUGAL NA ECONOMIA DIGITAL É fundamental conhecer o estado da Economia Digital em Portugal, de forma a conhecer melhor quais as nossas van- tagens competitivas e onde temos de melhorar para nos posicionar face a esta oportunidade. Por isso, uma caracterização global, quantitativa e qualitativa, e depois sectorial mais fina, é fundamental. Conhecer quem é quem na economia digital é algo essencial no âmbito da caracterização das empresas e profissio- nais que são agentes de mudança, neste grande processo de transformação digital. A APDC pretende contribuir para o conhe- cimento do que está a acontecer no ter- reno no dia-a-dia, quais são as tendências e as realizações mais marcantes. Elegemos assim a Economia e Cidadania Digitais como tema central do novo mandato de 2016/2018, que se iniciou em abril. Conjuntamente com a IDC, pretendemos também contribuir para fazer e manter vivo e atualizado um diretório de instituições e personalidades relevantes nesta área. Pretendemos assim continuar a acompa- nhar o que vai acontecendo neste processo de transformação de toda a Economia e da Sociedade para o digital, sabendo que é uma oportunidade que não se pode perder. As habituais vantagens competitivas de Portugal, como a abertura ao exterior, a multiculturalidade, as boas infraestru- turas e as melhorias do ponto de vista de qualificações da nossa população ativa jovemconseguidosnosúltimosanosdão-nos alguma esperança. Mas não chegam! É necessário construir um ecossistema de inovação equilibrado, profundamente integrado no espaço europeu e interna- cional. Ninguém escolherá Portugal para lançar o seu negócio por causa do clima ou da atratividade do território e da nossa posição geográfica, mas sim pelo ambiente de negócios: justiça rápida e eficaz, pouca burocracia, política fiscal atrativa e previsível, disponibilidade de recursos humanos de qualidade e políticas públicas adequadas. A realização em Portugal de eventos importantes, como o Web Summit, é um reconhecimento da excelência das nossas infraestruturas e da boa imagem do País para acolhimento deste tipo de grandes eventos. E é fruto do trabalho de quem conseguiu mostrar essas nossas vantagens aos respetivos promotores. Mas não é a pre- sença destes eventos que garante, por si só, a construção do ecossistema de inovação que precisamos. Eles são uma ajuda impor- tante para pôr o País no mapa. Falta o resto! É fundamental ainda tirar partido dos apoios existentes, como os que foram desenhados no âmbito dos programas comunitários e do programa Portugal 2020. Já estão em marcha os programas de incentivo às empresas - Startup Portugal e Portugal – Indústria 4.0. Esperemos que as empresas possam deles tirar o melhor partido. É fun- damental o trabalho feito pelos empreen- dedores e pelas empresas do nosso tecido económico em geral. São eles que criam riqueza. As políticas públicas são alguns dos instrumentos. APDC COMO CATALIZADOR DAS MUDANÇAS NACIONAIS A APDC pretende ser um catalisador des- tas mudanças. Divulgando as boas práti- cas, discutindo o que se está a passar nos vários sectores, apostando também no COM A IDC, PRETENDEMOS CONTRIBUIR PARA FAZER E MANTER VIVO E ATUALIZADO UM DIRETÓRIO DE INSTITUIÇÕES E PERSONALIDADES RELEVANTES NA ECONOMIA DIGITAL. ÉPresidentedaAPDCdesdeJaneirode2013, tendoiniciadooseusegundomandatodetrês anosàfrentedaAssociaçãoa4deabrildeste ano.Éadministradordeváriasempresasdo grupoNovabase.Oseupercursoprofissional estevedesdesempreligadoàsTecnologias deInformaçãoeComunicação.Foiassistente eprofessordoISTentre1981e1994. NaNovabase,foiadministradordesde1994, PresidentedoConselhodeAdministração entre1998e2015,tendoentre1998e2009 acumuladofunçõesdePresidentedoCA eCEO.ComLicenciaturaemEngenharia Electrotécnica,MestradoeDoutoramentoem EngenhariaEletrotécnicaeComputadores peloIST,desenvolveuaindaaatividade deinvestigadordoINESC(1984/94),onde foiresponsávelpeloGrupodeSistemasde Informação.ActualmenteéaindaMembro doConselhodeFaculdadedaFaculdadede CiênciaseTecnologiadaUniversidadeNovade Lisboa,Membrodo“ManagementCommittee” doProgramaCMU/Portugal,Membro daOrdemdosEngenheiros,daAcademia deEngenhariaedoInstitutoPortuguês deCorporateGovernance.Foicondecorado peloPresidentedaRepública,JorgeSampaio, comoGrandeOficialdaOrdemdoMérito Agrícola,ComercialeIndustrial,naclasse deméritoIndustrial,emFevereirode2006. Rogério Carapuça Presidente da APDC empreendedorismo de base tecnológica, discutindo temas específicos da transfor- mação digital, contribuindo para o processo de qualificação dos nossos profissionais. Angariando apoios, fazendo o ponto da situação, ou, como gostamos de dizer, o “estado da nação” dos vários campos de atuação dos nossos associados: Comuni- cações, Media, TI. Desta forma, pretendemos intensificar as atividades já desenvolvidas no mandato anterior, em que a APDC abriu o setor das TIC e Media aos demais setores da economia, analisando as suas tendências e a forma como se poderá dar resposta às mesmas. Há ainda dois outros eixos estratégicos do novo mandato a destacar: a sustentabilidade da APDC e a aposta no reforço da proposta de valor aos Associados, alargando desta forma a base associativa e atraindo e con- quistando outras empresas da Economia Digital. Consolidar os projetos das duas sec- çõestemáticasjácriadas–PortugalOutsour- cing e Smart Cities - e procurar novas áreas de interesse específico; procurar outras tipologias de intervenção d a Associação; rever e aperfeiçoar o modelo de financia- mento da Associação são outros objetivos. Todas as atividades da Associação estarão nos próximos três anos alinhadas com os temas da Economia e Cidadania Digitais. Começamos com o 26º Digital Business Congress, a nova designação do Congresso da APDC, que se realizará este ano a 28 e 29 de setembro. Esta iniciativa, que marca decisivamente a agenda do País neste sec- tor, conta este ano com o alto patrocínio de sua Excelência o Presidente da Repú- blica, Marcelo Rebelo de Sousa, que será também Presidente do Congresso. Para dar o mote e fazer um diagnóstico da situação atual, a APDC avançou já com a realização do estudo “A Economia Digital em Portugal”, cujas primeiras conclusões serão apresentadas no Congresso. Este trabalho, que envolve todos os patroci- nadores e parceiros da Associação, está dividido em sete áreas distintas: estratégia digital; qualificações digitais; plataformas digitais; serviços alavancados pelo digital: outsourcing e nearshoring; cidades e terri- tórios digitais; empreendedorismo digital; e transformação digital dos negócios, que abrangerá os vários setores da economia portuguesa e o respetivo processo de transformação para o digital. Pretende-se no 26º Digital Business Congress aprofundar todos estes temas, no contexto da Economia e Cidadania Digitais. Contando para isso com a participação dos players liga- dos à revolução do digital. Sendo hoje todos nós membros da mesma Economia e Sociedade Digitais, só um apro- fundamento da colaboração e da coopera- ção neste ecossistema garantirá o sucesso e a transição para uma nova era. Poten- ciando o papel do digital enquanto motor de crescimento e de criação de emprego e dando à economia portuguesa a dinâmica necessária para ultrapassar os constrangi- mentos atuais, ganhando crescente relevo no panorama internacional. Mas temos de nos manter conscientes e alerta para algumas armadilhas típicas da nossa forma tradicional de pensar. Inte- ressa definir claramente os nossos objec- tivos, montar estratégias para os atingir, reunir os ingredientes e lançar mão ao trabalho. Pouco interessa o esforço des- pendido, interessam os resultados! Pouco interessa se fazemos muitas ou poucas ini- ciativas. Interessa o que conseguimos rea- lizar, como conseguimos crescer. Interessa aumentar a criação de riqueza em Portugal pela via do aprofundamento da Economia e Cidadania digitais. A realização em Portugal de eventos importantes, como o Web Summit, é um reconhecimento da excelência das nossas infraestruturas e da boa imagem do País para acolhimento deste tipo de grandes eventos.
  11. 11. 20 | Opinião diretório global das tic | 21 A disrupção tecnológica e o seu impacto no capital humano Atualmente estamos a vivenciar a 4ª revo- lução industrial. Os desenvolvimentos tecnológicos observados em inúmeras áreas, como por exemplo a nanotecno- logia, a robótica, a inteligência artificial e a impressão 3D, têm-se amplificado uns aos outros promovendo a inter-coneti- vidade e a integração destas tecnologias nos processos produtivose empresariais, tornando-os mais eficientes e disponi- bilizando uma experiência de utilização completamente nova e inovadora aos consumidores. Efetivamente, ao contrá- rio da anterior revolução industrial, onde se verificou sobretudo uma automatiza- ção e computorização, assistimos agora a uma forte integração entre conectivi- dade web, controlos digitais e ferramen- tas do mundo real. Sensores embutidos em objetos capazes de recolher e trans- mitir informação que permitem melhorar a experiência de utilização. Imaginemos, por exemplo, um frigorífico que tenha a capacidade de perceber os alimentos que estão em falta e transmitir essa informa- ção para um smart watch através do qual é realizada uma encomenda junto de um hipermercado. Estes sistemas inteligentes não estarão presentes apenas nas nossas casas mas também em fábricas, hospitais e cidades, alterando profundamente a forma como trabalhamos, nos relaciona- mos, comunicamos e aprendemos. A disrupção tecnológica, a que assistimos, traz consigo inúmeros desafios para as orga- nizações, para os governos e para as socie- dades. Desde logo, o ritmo com que está a ocorrer é extremamente elevado, o que faz com que prever e antecipar cenários futuros nunca tenha sido uma tarefa tão difícil para os líderes das organizações e dos governos. Adicionalmente, esta disrup- ção terá um profundo impacto no capital humano e no emprego. As profissões, tais como as conhecemos hoje, irão sofrer uma profunda transformação. Pensando numa recente viagem profissional que realizei recentemente fui-me colocando a seguinte questão: poderá o trabalho realizado pelas pessoas com que me fui cruzando ser automatizado e assim substituído por tecnologia? Os resultados deste exercício evidenciam a profunda transformação que estamos a assistir. Senão vejamos, o senhor que me fez o check-out no hotel. Muitos hotéis já se encontram a experimentar sis- temas eletrónicos de check-out, logo essa função já está a ser substituída. O senhor que me conduziu até ao aeroporto. O seu trabalho vai ser substituído à medida que viaturas sem condutor sejam mais comuns nos próximos anos. O check-in e entrega de bagagem já hoje podem ser feitos por mim em colaboração com uma máquina não sendo necessária intervenção humana. O próprio processo de controlo de passa- portes já é ele também eletrónico. O avião, apesar de pilotado por seres humanos, estes acabam por ter pouca intervenção sendo a maior parte do tempo de voo con- trolado por máquina. Estes são apenas alguns exemplos do impacto que a disrupção tecnológica está a ter no capital humano. O recente rela- tório The Future Of Jobs, emitido em 2016 pelo Fórum Económico Mundial vem pre- cisamente comprovar esse cenário. Esse inquérito, que abrangeu 15 economias que representam cerca de 1,9 biliões de postos de trabalho (65% força de trabalho a nível mundial) veio apresentar uma previsão de uma perda líquida de cerca de 5,1 milhões de postos de trabalho até 2020. Essa perda líquida será o resultado de uma perda absoluta de 7,1 milhões de postos de tra- balho (dois terços dos quais concentrados em áreas administrativas) conjugada com a Estes sistemas inteligentes não estarão presentes apenasnasnossascasas mas também em fábricas, hospitais e cidades... Mário Trinca Partner Advisory Financial Services Luís Oliveira Correia Executive Director Advisory Financial Services
  12. 12. 22 | Opinião diretório global das tic | 23 ATUALMENTE ATÉ 2020 1.9 BILIÕES postos de trabalho - 5.1 MILHÕES postos de trabalho - 7,1 MILHÕES postos de trabalho65% de força de trabalho a nível mundial + 2 MILHÕES novos postos de trabalho + criação de 2 milhões de postos de trabalho, sobretudo nas áreas mais tecnológicas. Das principais conclusões do estudo em questão, salientamos as seguintes: 1) A composição do mercado laboral vai alterar-se profundamente com as funções administrativas e outras mais tradicionais a correrem o risco de serem completamente dizimadas. Por outro lado vamos assistir a um forte crescimento de áreas relacionadas com a ciência da computação, matemática, engenharia e arquitetura; 2) Os gaps de género entre homens e mulheres vão ser agudizados dada a pouca presença de mulheres em profissões com elevada perspetiva de crescimento como são as denominadas STEM (Science, Techno- logy, Engineering and Mathematics); 3) As skills requeridas pelas organizações vão sofrer uma profunda alteração. Tecno- logias disruptivas como robotics e machine learning, mais do que substituir por com- pleto as atuais funções desempenhadas por pessoas, estão a substituir tarefas exe- cutadas no âmbito dessas funções liber- tando os colaboradores para se focarem em tarefas de maior valor acrescentado que requerem um conjunto de skills core distinto. Desde a 1ª revolução industrial que os empreendedores têm estado na linha da frente dos vários processos de transfor- mação contribuindo para a criação de emprego. Mas será que os empreende- dores continuam a ser impulsionadores de emprego, ou desta vez, com o cresci- mento que temos observado, quer da gig economy quer de modelos de negócio sustentados em forças de trabalho lean (como são os casos da Uber e Airbnb), o crescimento económico deixará de estar alinhado com a geração de emprego? De acordo com um inquérito realizado recen- temente pela EY junto de cerca de 2.700 empreendedores, praticamente 6 em 10 empreendedores indicaram a sua intenção emaumentarasuaforçadetrabalhonospró- ximos 12 meses. As intenções demonstradas são também consubstanciadas na sua execu- ção. 85% dos inquiridos recrutou de acordo com o que tinha planeado e mais de 50% dos inquiridos recrutaram acima do que tinham planeado. O referido estudo evidencia ainda queosempreendedoresmaisdisruptivossão aqueles que mais contribuem para o cresci- mento económico e os que planeiam criar o maior número de postos de trabalho. Esta evidência vem confirmar que o princípio de destruição criativa, formulado pelo econo- mista norte-americano dos anos 30 Joseph Shumpeter, se mantém atual. Efetivamente, o inquérito realizado vem demonstrar que a inovação é criadora líquida e não destruidora de emprego. Perante este contexto de disrupção tec- nológica, de profunda transformação do mercado de trabalho e dos skills que serão requeridos pelas organizações torna-se evidente que está em curso uma luta pela identificação, recrutamento e retenção do talento que será imperativo vencer. Para isso, será fundamental que as organizações atuarem em 3 áreas: 1) Flexibilidade e agilidade. Uma das compo- nentes chave que torna a gig economy tão atrativa é precisamente a flexibilidade que esta oferece aos trabalhadores contingentes quenelaatuam.Considerandoqueosmillen- nials irão constituir 72% da força de trabalho em 2025, a flexibilidade que eles tanto valori- zam será fundamental para que as organiza- ções consigam atrair e reter os seus talentos; 2) “Intrapreendorismo”. Acima referimos que existe uma relação direta entre o empreendorismo a inovação e o cresci- mento económico. Trazer estes princípios Desde a 1ª revolução industrial que os empreendedores têm estado na linha dafrentedosváriosprocessosdetransformação contribuindo para a criação de emprego. 6 EM 10 indicam a sua intenção em aumentar a sua força de trabalho nos próximos 12 meses INQUÉRITO A 2.700 EMPREENDEDORES AS INTENÇÕES DEMONSTRADAS SÃO TAMBÉM CONSUBSTANCIADAS NA SUA EXECUÇÃO 85% de acordo com o que tinha planeado + 50% acima do que tinham planeado para dentro da organização, encorajando os colaboradores a serem empreendedo- res, a pensarem e agirem de forma dife- rente vai promover a inovação endógena e contribuir para uma melhoria da eficiência dos processos internos; 3) Propósito da organização. A existência de um propósito claro e de uma estraté- gia que reflita esse mesmo propósito pode ajudar as organizações a ultrapassarem os desafios que lhe são colocados pela dis- rupção. De acordo com um estudo recente elaborado pela EY em colaboração com a Harvard Business Review, a maioria dos exe- cutivos inquiridos revelou a sua convicção em que as organizações orientadas a um propósito são mais bem sucedidas na sua capacidade em entregar produtos e servi- ços de elevada qualidade, de levar a cabo o seu processo de transformação e de reter os seus colaboradores e os seus clientes. A disrupção tecnológica é um dos principais tópicos em discussão por todos os líderes a nível global. É uma questão crítica para o futuro de qualquer indústria. Na experiência da EY, consideramos que a melhor maneira de navegar pela disrupção será através de potenciar o poder de refle- xões diversificadas, ao permitir que pes- soas com diferentes experiências, ideias e conhecimento se aproximem numa cultura inclusiva – e parte da equação é a diversi- dade de género! Fontes: The Future of Jobs - Employment, Skills and Workforce Strategy for the Fourth Industrial Revolution, WEF Janeiro 2016 Does disruption drive job creation? EY Global Job Creation Survey 2016 A existência de um propósito claro e de uma estratégia que reflita esse mesmo propósito Luís Oliveira Correia é Executive Director da EY, responsável pela área de Data & Analytics Advisory Financial Services em Portugal. Possui mais de 16 anos de experiência profissional em consultoria de gestão. Nos últimos anos, o Luis Oliveira Correia tem participado ativamente no mercado bancário, gerindo projetos de melhoria de eficiência com especial enfoque na metodologia LEAN e na aplicação de tecnologias disruptivas como é o caso deRobotics.OLuisélicenciadopelaFaculdade de Economia do Porto tendo ainda uma pós-gradução em Liderança pela Universidade Católica. Luís Oliveira Executive Director Advisory Financial Services Partner, lídera os serviços de consultoria de gestão da EY, para entidades do sector financeiro, em Portugal e Angola e integra o Advisory Leadership da EY, a nível Europeu. Possui mais de 23 anos de experiência profissional na prestação de serviços de consultoria de gestão e tecnológica, particularmente para a banca comercial e bancos centrais em Portugal, Angola e África do Sul. De entre as áreas de especialidade, destacam-se as competências em business transformation, business performance management e business intelligence. Mário é licenciado em Economia pela Universidade de Évora, pós-graduado em gestão avançada de instituições financeiras, pela Universidade Católica Portuguesa (UCP) e Advanced Management Program, pela UCP e Kellogg School of Management, Chicago. Mário Trinca Partner Advisory Financial Services
  13. 13. 24 | Opinião diretório global das tic | 25 O papel da Inovação na NOS De que forma é que a NOS olha para a Inovação? A inovação é perspetivada pela NOS como parte integrante e natural da sua vida, da sua atividade de negócio, dos seus processos de trabalho e das suas pessoas. Nummercadoondeosciclosdevidadastec- nologias, dos equipamentos e plataformas de rede são extremamente curtos, vivemos a inovação com uma grande capacidade de adaptação de forma a extrair, em reduzido espaço de tempo, o máximo benefício para os nossos clientes. É claro que este posicionamento é ambicioso. O caminho passa por constantemente fazer mais a partir dos ativos que temos e por tirar o máximo dos nossos recursos com mais eficácia e eficiência. Temos de ter pessoas, equipas e processos de trabalho que nos permitam constantemente dar resposta e adaptar a esses tempos rápidos, de forma a demonstrar que vivemos a inovação na- quilo que é o mais básico no desempenho da nossa atividade. Este é um exercício que não se faz de for- ma fechada, é um exercício que se faz em ligação ao mundo exterior numa lógica co- laborativa montada em redes de relações. Ao estarmos orientados para o cliente e ten- do como principais parceiros tecnológicos os grandes players mundiais, trabalhamos na construção de relações sólidas de valor acrescentado que, numa lógica de desen- volvimento de produto, abrange ainda, grandes parceiros nacionais, developers de uma dimensão mais reduzida, universi- dades, incubadoras e obviamente clientes que nos colocam necessidades específicas paraasquaisorientamosonossofocodeI&D. Como tem a empresa marcado o ritmo da inovação junto dos portugueses? Enquanto operadora líder na inovação na oferta de conteúdos triple play e quadruple play, a NOS está indelével e definitivamente associada à reinvenção da experiência da te- levisão, tendo inovado na sua oferta de uma forma relevante face às necessidades do mercado e dos seus clientes. O lançamento da Iris em 2011 marcou obviamente o mer- cado abrindo caminho para uma rutura na forma de consumir conteúdos de televisão e para a materialização do conceito “any time, any where” (gravações automáticas e multidevices). O consumo de conteúdos em diversos equipamentos e em diversas plataformas é hoje uma realidade muito devido ao lançamento das mais recentes gerações de tecnologia, nomeadamente no móvel. Em setembro do ano passado a NOS lançou tambémoNPlay,serviçoilimitadodeconteú- dos On Demand por subscrição mensal em HD, disponíveis a partir da televisão ou PC, tablet e smartphone, através da Iris Online. Na área do cinema, a NOS foi pioneira na di- gitalização das suas salas, no lançamento do cinema 3D e nas salas IMAX e recentemente anunciou uma parceria com a CJ 4Dplex Co. que vai permitir ver, pela primeira vez em Portugal, os melhores blockbusters em vá- rias dimensões, com a tecnologia 4DX. Assumindo ainda a vertente de Inovação, a NOSPUB, Publicidade e Conteúdos, S.A. tem vindo a disponibilizar ao mercado so- luções inovadoras com possibilidades de product placement, sponsoring e exposição João Ricardo Moreira Administrador da NOS Comunicações Num mercado onde os ciclos de vida dastecnologias,dosequipamentoseplataformas de rede são extremamente curtos, vivemosainovaçãocomumagrandecapacidade de adaptação de forma aextrair,em reduzido espaço de tempo, omáximobenefíciopara osnossosclientes.
  14. 14. 26 | Opinião diretório global das tic | 27 online complementar, associada aos conteú- dos dos meios que comercializa. E numa lógica empresarial? Do lado do segmento corporate, tem vindo a ser desenvolvidos um conjunto de proje- tos com clientes que marcam uma forma muito diferente de colocar as comunicações e os sistemas de informação ao serviço dos consumidores e das empresas. A título de exemplo, a aplicação“PonteVasco da Gama”, uma ferramenta inovadora de- senvolvida inteiramente pela NOS, permite aos comerciais do segmento empresarial gerir todo o processo de venda a partir de um tablet. Esta solução permite uma nova experiência de compra para os clientes empresariais e, tal como uma ponte, liga duas margens: uma onde se fala a lingua- gem do cliente e outra onde se traduzem as suas necessidades para uma linguagem técnica que permite assegurar a ativação de produtos e serviços. Nofinalde2015lançámosaCentralInteligen- te, uma central telefónica virtual que consiste numa solução integrada de comunicações de voz fixas e móveis sem investimento ini- cial, que permite às empresas fazer uma gestão eficiente de todas as comunicações de voz, numa ou mais. Que iniciativas e projetos de inovação e empreendedorismo estão previstas para este ano? Vivemos a inovação no dia-a-dia e na im- plementação das nossas ações, de forma que as iniciativas associadas à inovação não devem ser desassociadas da maior par- te das iniciativas da NOS. Dois anos depois de uma fusão, onde a empresa teve preocupa- ções naturais com a afirmação no mercado nacional, com a consolidação das suas ope- rações e com o lançamento de uma marca nova, tudo isto fatores que justificariam uma menor atenção para a Inovação em produtos e serviços e em processos, a NOS continua a marcar o mercado com o ritmo a que inova. As iniciativas que se realizaram em 2016 deram um relevo especial aquilo que a NOS faz particularmente bem ao nível da Inova- ção. A NOS teve durante este ano, em con- junto com empresas clientes, um conjunto direitosreservados Estamos focados em debater os temas estruturais do processo de inovação nas empresas com uma nova geração de gestores portugueses. JoãoRicardoMoreiraéatualmente responsávelpelaunidadedenegócio CorporatedaNOS,apóstergerido diversasáreasdemarketingempresarial, desenvolvimentocomercialeplaneamento econtrolodegestão. Commaisde15anosdeexperiênciaem telecomunicações,detémumconhecimento profundodarealidadeempresarial,comuma visãoclarasobreosdesafiosquesecolocam àsgrandes,médiasepequenasempresas. João Ricardo Moreira Administrador da NOS Comunicações de iniciativas que foram desde hackathons até programas de aceleração organizados por sectores de atividade e que teve como objetivo desafiar a comunidade de startu- p´s e empreendedores a resolver proble- mas reais que essas mesmas empresas portuguesas apresentam, em conjunto com parceiros, para tentar disponibilizar o máximo de tecnologia, o máximo de know how para ajudar a desenvolver estratégias no sentido da digitalização. Uma outra ini- ciativa que destaco é a do Prémio Inovação NOS, que na sua segunda edição vai dar palco e premiar os melhores projetos das pequenas, médias e grandes empresas que merecem atenção e são referência para inspiração de todo o tecido empresa- rial português. Estamos também focados em debater os temas estruturais que envolvem o pro- cesso de inovação nas empresas com uma nova geração de gestores portu- gueses. Este é dos principais objetivos do «Círculo da Inovação» um projeto que nasceu recentemente e que vive da visão e dos contributos de 100 jovens talentos que, como agentes da mudança, fazem a diferença nas suas organizações ao assu- mir a Inovação como uma prioridade para o desenvolvimento empresarial e do País. Um conjunto de outras iniciativas marcaram e continuarão a marcar o ano de 2016, des- de lançamentos de produto ao lançamento de novas plataformas digitais para reinven- tar os processos de negócio na forma como interagimos com os clientes, na forma co- mo vendemos, na forma como permitimos ao cliente que seja mais autossuficiente. A NOS investe anualmente 20 milhões de euros em investigação e desenvolvimento. Quais são as áreas alvo de maior investimento? O investimento divide-se essencialmente na evolução das plataformas dos sistemas de informação, nas redes de nova geração, em experiência de cliente, em soluções digital TV e corporate e em big data. Foi uma aposta ganha? Sem dúvida. Os últimos dois anos foram ex- traordinários para a NOS. Passando em revis- ta o que fizemos vemos que não só alcançá- mos as metas a que nos tínhamos proposto, como em muitos casos as ultrapassámos, o que reforça a convicção de que estamos no caminho certo e nos encoraja a manter o in- tenso ritmo de inovação e de crescimento. Numaconjunturadifícil,consolidámosanossa posição de liderança na inovação e excelência de serviço, a supremacia e cobertura da nossa rededenovageraçãoeaofertadiferenciadora deprodutoseserviçosconvergenteseintegra- dos, para o segmento pessoal e empresarial. A superioridade dos produtos através da lide- rança na inovação, plataformas fixas e móveis denovageraçãoeumregistoímparnoserviço ao cliente são as capacidades diferenciadoras que continuarão a ser reforçadas. De que forma é que a NOS transmite uma cultura de inovação aos seus colaboradores? Há abertura para exporem os seus próprios projetos ou ideias de negócio? Temos presente que o papel da inovação na NOS é fulcral na entrega dos serviços prestados pela empresa, na qualidade e satisfação das necessidades dos Clientes e um compromisso diariamente renovado pelos nossos colaboradores. Nesse sentido, há total abertura para a parti- lha de ideias e para o desenvolvimento de projetos fora do pipeline core de negócio. Os colaboradores são chamados a dar a sua opinião nos grandes projetos da empresa, a começar pelo próprio nome (NOS) que surgiu de um concurso interno de ideias. Por outro lado, fazem parte de focus groups e de pilotos de experimentação dos novos serviços podendo ser o primeiros a testá-los e dando feedback de melhoria. Dada a intensidade de 2016, temos em curso um conjunto de iniciativas internas no sen- tido de promover junto dos colaboradores da NOS o gosto e o apego a estas iniciativas que, acrescentando valor, posicionam a NOS como uma referência incontornável no pa- norama da inovação em Portugal.
  15. 15. empresas e profissionais diretório
  16. 16. 30 | diretório empresas e profissionais diretório global das tic | 31 Premier ICT market intelligence and advisory company www.facebook.com/IDC.Portugal www.idc.com BREVES Desde 2007, a IDC previu — e todos nós testemunhámos — a emergên- cia da 3ª Plataforma de TI de inovação e crescimento e o início do impacto em todos os sectores de atividade atra- vés da transformação digital que pos- sibilita. A transformação digital pode ser vista como a utilização corporativa das tecnologias da 3ª Plataforma deTI para criar valor e vantagens competitivas através de novas ofertas, novos modelos de negócio e novos modos de relacionamento. Figura I - 3ª Plataforma TI: Suportar e impulsionar a transformação digital Fonte: IDC, 2016 No documento Predictions 2015: Acelerar a Inovação - e Crescimento — na 3ª Plata- forma, Dezembro 2014), assinalámos que a 3ª Plataforma começava a mudar mais rapidamente para a“Fase de Inovação”com milhões de programadores a desencadear uma explosão de inovação e de transforma- ção no topo da 3ª Plataforma de TI. O que é que podemos esperar nos pró- ximos tempos? Em 2016, e nos próximos três a cinco anos, vamos assistir à pró- xima fase deste drama, à medida que as organizações “ligam o interruptor” e se comprometem com a transformação digital e adopção da 3ª Plataforma para deli- mitar a sua liderança na economia digital. 100 Limites Rua 44-A, Nº 2, Edifício Guadiana Cx. Postal 5129 2831-904 Barreiro Tel: 212 070 613 geral@100.pt www.100limites.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de Comunicações; Serviços de TI 2as Advanced Solutions Rua Miguel Ângelo Lupi Nº 32 2740-178 Oeiras Tel: 214 239 690 solutions@2as.pt www.2as.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software 2FS Parede 2775-225 Parede Tel: 214 580 061 2fs@ffs.pt www.ffs.pt Atividades Base Serviços de TI; Software 3W AlfraPark - Alfragide 2610-008 Amadora Tel: 214 702 690 md@3w.com.pt www.3w.com.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Equipamento de TI; Serviços de TI Soluções Disponibilizadas Content Management; Data Center Infraestructure; Data Management & Integration; IT Outsourcing; Mobile & Wireless; Open Source & Linux; Risk Management & Compliance; Security; Unified Comm & IP Telephony 3W Dynamics Parque Industrial e Tecnológico 7005-841 Évora Tel: 214 702 690 comercial@3wdynamics.com www.3wdynamics.com Atividades Base Equipamento de Comunicação; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; Mobile & Wireless 7LOG Rua Mário Gomes Páscoa, n.º 10 B 1600-824 Lisboa Tel: 211 940 032 mail@7log.pt www.7log.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; Cloud Computing (AaaS); Cloud Computing (PaaS); Data Center Infraestructure; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Marketing Digital e CRM; Mobile & Wireless; Security A Beltrónica R. Dr. José Baptista de Sousa, nº 27 1549-002 Lisboa Tel: 217 113 000 abeltronica@abeltronica.com www.abeltronica.com Atividades Base Equipamento de Comunicação; Equipamento de TI A.T. Kearney Edifício Heron Castilho, Rua Braancamp, Nº40 - 10º andar 1250-050 Lisboa Tel: 218 987 100 www.atkearney.pt Aastra Telecom Portugal Alfrapark Edificio C - Piso 1, Norte Estrada do Seminário, 4 - Alfragide 2610-171 Amadora Tel: 214 726 500 info.pt@aastra.com www.aastra.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Serviços de Comunicações; Serviços de TI Ábaco Consultores Rua Calouste Gulbenkian, nº 52, P3 E8 4050-144 Porto Tel: 226 007 678 geral@abaco-consultores.com www.abaco-consultores.com Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Marketing Digital e CRM; Mobile & Wireless BREVES Estratégia de negócio centrada na transformação digital: A percentagem de organizações com estra- tégias e implementações de transformação digital vai duplicar. Este aumento de escala das estraté- gias de negócio digital vai condicionar a generalidade dos investimentos de TI das organizações. EM 2017 2020 60% dos CEO das Global 2000 100% Able Solutions Rua General Humberto Delgado, 12 - 1ºDto 2685-340 Prior Velho, Lisboa Tel: 214 253 580 geral@able-solutions.pt www.able-solutions.pt Atividades Base Serviços de TI; Software ABPMP Portugal Chapter Avenida Casal da Serra, Lote 4 - 2.º andar 2625-085 Póvoa de Santa Iria Tel: 214 353 752 fernando.rodrigues@abpmp-pt.org www.abpmp-pt.org Atividades Base Associação; Serviços de TI Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; BPO; Business Process Management; Data Management & Integration; Risk Management & Compliance ACC - Consultores Associados Rua Rodrigues Sampaio, nº 138 4º 1150-282 Lisboa Tel: 210 992 793 acc.office@accportugal.pt www.accportugal.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Accenture, Consultores de Gestão Amoreiras - Torre 1 - 16º 1070-101 Lisboa Tel: 213 803 500 accenture.portugal@accenture.com www.accenture.pt Atividades Base Serviços de TI Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; Business Process Management; Cloud Computing (PaaS); Data Center Infraestructure; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Marketing Digital e CRM; Risk Management & Compliance; Security Acer Computer Quinta da Fonte, Rua dos Malhões, Edif. D. Pedro I, Escritório 011 1770-071 Paço D’Arcos Tel: 210 001 755 info_portugal@acer-euro.com www.acer.pt Atividades Base Electrónica;Equipamento de Comunicação;Equipamento de TI Acidados Av. Salgueiro Maia , Edf. Acidados 1072 2785-502 Abóboda S. Domingos de Rana Tel: 213867184 geral@acidados.com www.acidados.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Serviços de TI; Software ACINET Rua Cidade de Rabat, 29A 1500-159 Lisboa Tel: 213 102 330 inf@acinet.pt www.acinet.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software ACIST - Associação Empresarial de Comunicações de Portugal Rua Castilho, nº 14 1269-076 Lisboa Tel: 211 328 261 acist@acist.pt www.acist.pt Atividades Base Associação Soluções Disponibilizadas Business Process Management Acitel 4 Av. Salgueiro Maia, 1072 – A/B 2785-502 S. Domingos de Rana Tel: 217 620 300 acitel@acitel.pt www.acitel.pt Atividades Base Equipamento de TI; Software Principais gestores ACEPI - Associação da Economia Digital Alexandre Nilo Fonseca Presidente da Direção LEAP CENTER Espaço Amoreiras - Centro Empresarial Rua D. João V, nº 24, E.02 1250-091 Lisboa Tel: 210 415 928 geral@acepi.pt www.acepi.pt Atividades Base Associação
  17. 17. www.facebook.com/APDComunicacoes www.apdc.pt 32 | diretório empresas e profissionais diretório global das tic | 33 Actyvus Pr. Nuno Rodrigues dos Santos nº7 1600-171 Lisboa Tel: 211 377 725 info@actyvus.com www.actyvus.com Atividades Base Recursos Humanos; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas BPO; Business Process Management; Content Management; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Risk Management & Compliance AdeA Portugal Rua dos tratores 647, Plolo Vip Montijo, Edificio 1 - Bloco F - Alto do Estanqueiro - Jardia 2870-607 Montijo Tel: 212 893 320 geral@adea.pt www.adea.pt Atividades Base Serviços de TI Soluções Disponibilizadas BPO; Cloud Computing (IaaS); Content Management; Data Management & Integration; IT Outsourcing Adobe Systems R. Tomás da Fonseca, Torre G - 1º - Centro Empresarial Torres de Lisboa 1600-209 Lisboa Tel: 217 230 641 www.adobe.com/pt/ Atividades Base Software AdQuam Avenida Marechal Craveiro Lopes, 8D 1ºB 1700-284 Lisboa Tel: 217 543 420 contacto@adquam.com www.adquam.com/consulting/index.php?lang_id=1 Atividades Base Serviços de TI;Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; IT Outsourcing; Risk Management & Compliance; Security ADT Edif. Entreposto - Praça José Queirós 1, Fracção n.º5 - Piso 3 1801-802 Lisboa Lisboa Tel: 217 510 560 adt.pt@tycoint.com www.adt-pt.com Atividades Base Equipamento de TI;Software AEG Rua João Saraiva, nº 4 - 6 1700-249 Lisboa Tel: 218 427 400 aeg.geral@aeg.pt www.aegtelecom.com.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Serviços de Comunicações AFCEA Portugal Edifício AIP - Praça das Indústrias 1300-307 Lisboa Tel: 213 601 126 secretariado@afcea.pt www.afcea.pt Atividades Base Associação Soluções Disponibilizadas Risk Management & Compliance; Security Agap2 Edifício Picoas Plaza - Rua do Viriato, 13E Núcleo 6 - 3º Dto 1050-233 Lisboa Tel: 213 137 680 lisboa@agap2.com www.agap2-it.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Cloud Computing (AaaS); Cloud Computing (IaaS); Cloud Computing (PaaS); Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Mobile & Wireless; Open Source & Linux; Security AGORA Systems Alameda dos Oceanos, n. 41K - 32A 1990-207 Lisboa, Portugal Tel: 213 162 144 info@agorasystems.com www.agorasystems.com Ajoomal Asociados S.L. Av. Aliança Povo-MFA – Pq. Tecnológico Mutela 2804-537 Almada Tel: 211 302 194 portugal@ajoomal.com www.ajoomal.com/pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Data Center Infraestructure; Mobile & Wireless; Security Alcatel-Lucent Estrada da Malveira da Serra, 920 2750-834 Cascais Tel: 214 859 000 alu.portugal@alcatel-lucent.com www.alcatel-lucent.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Equipamento de TI; Software ALERT Life Sciences Computing Edifício Lake Towers Rua Daciano Baptista Marques, 245 4400-617 Vila Nova de Gaia Tel: 228 328 980/1 info.pt@alert-online.com www.alert-online.com/pt Atividades Base Serviços de TI; Software Algardata S.A. Zona Industrial de Loulé, Edif. Inovacenter 8150-044 Loulé Tel: 289 300 180 comercial@algardata.pt www.algardata.com Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; Cloud Computing (IaaS); Cloud Computing (PaaS); Data Center Infraestructure; Data Management & Integration; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; Marketing Digital e CRM; Security; Unified Comm. & IP Telephony Alidata Casal do Cego - Marrazes - Apartado 4067 2410-973 Leiria Tel: 244 850 030 geral@alidata.pt www.alidata.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Alternativa Informática Rua da Cavada,185 4470-159 Maia Tel: 22 9475962 loja@alternativa-informatica.pt www.alternativa-informatica.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; Cloud Computing (AaaS); Content Management; Data Center Infraestructure; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Marketing Digital e CRM; Risk Management & Compliance; Security Altice Labs Rua Eng. José Ferreira Pinto Basto 3810-106 Aveiro Tel: 234 403 200 www.alticelabs.com Atividades Base Equipamento de Comunicação; Serviços de Comunicações; Software Soluções Disponibilizadas Content Management; Data Management & Integration; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; Mobile & Wireless; Security; Unified Comm.  & IP Telephony Active Media Solutions Av. Guerra Junqueiro, 4-5Esq 1000-167 Lisboa Tel: 213 138 625 active@activemedia.pt www.activemedia.pt Atividades Base Media; Serviços de Comunicações; Serviços de TI ACTIVETECH R. Álvaro Pires de Miranda, 125 2400 Leiria Tel: 244 040 833 sales@activetech.pt www.activetech.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Actual Training Urb Polo Tecn de Lisboa, Ed Multitech, Lt 6, 2B 1600-546 Lisboa Tel: 217 158 018 geral@actualtraining.pt www.actualtraining.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Principais gestores ADDING VALUE PR Solutions Ana Paula Managing Partner ana.paula@addingvalue.pt Sérgio Azevedo Partner sergio.azevedo@addingvalue.pt ADDING VALUE P R S o l u t i o n s A ADDING VALUE PR Solutions é uma agência especializada na assessoria de imprensa na área das Tecnologias da Informação. A agência visa tornar-se num eficaz vínculo entre os seus clientes e os meios de comunicação social, ajudando a transmitir ao público-alvo do cliente os valores da companhia que a identificam e a diferenciam da sua concorrência, o seu parceiro ideal no relacionamento com os Media. Rua 9 Abril 300/300A 2765-542 S. Pedro do Estoril Tel: 214 682 100 office@addingvalue.pt www.addingvalue.pt Atividades Base Media; Serviços de Comunicação; Serviços de TI Soluções Disponibilizadas Content Management; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; Marketing Digital e CRM Alameda Fernão Lopes , 16 - 4º andar 1495-190 Algés Tel: 214 129 800 online@altitude.com www.altitude.com Atividades Base Software Soluções Disponibilizadas Contact Centers; Unified Comm. & IP Telephony Principais gestores Altitude Software Alfredo Redondo CEO Oscar Del Pozo CFO Miguel Vital CTO Raquel Serradilla Vice Presidente Europa do Sul David Romero CMO Rui Santos Director Financeiro e de Recursos Humanos para Portugal
  18. 18. 34 | diretório empresas e profissionais diretório global das tic | 35 Premier ICT market intelligence and advisory company www.facebook.com/IDC.Portugal www.idc.com Anacom Av. José Malhoa, 12 1099-017 Lisboa Tel: 217 211 000 www.anacom.pt AnubisNetworks Av. D. João II, Lote 1.07.2.1, 4º Andar 1998-014 Lisboa Tel: 217 252 110 info@anubisnetworks.com www.anubisnetworks.com Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Cloud Computing (AaaS); Risk Management & Compliance; Security APIT Rua das Flores, 105 - 1.º esq 1200-194 Lisboa Tel: 213 433 023 geral@apitv.com www.apitv.com Atividades Base Associação APR - Management Solutions Rua Manuel Vieira da Cruz, 25 2º - Apartado 4012 4446-907 Ermesinde Tel: 229 773 460 apr@apr.pt www.apr.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; Cloud Computing (AaaS); Cloud Computing (IaaS); Cloud Computing (PaaS); ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Security Arsys Calle Chile, 54 26007 Logroño Tel: 808 78 1000 info@arsys.pt www.arsys.pt Atividades Base Serviços de TI Art of Knowledge R. João Chagas, 53, 1º Esq. 1495-764 Cruz-Quebrada - Dafundo Tel: 210 111 616 info@aok.pt www.aok.pt Atividades Base Serviços de TI Arthur D. Little Edifício MiraLisboa, Av. Fontes Pereira de Melo, 21 - 8º 1050-116 Lisboa Tel: 210 091 500 inquiries.portugal@adlittle.com www.adlittle.pt Atividades Base Serviços de TI ARTSOFT Rua I, nº1, Pólo Tecnológico de Lisboa 1600-546 Lisboa Tel: 217 107 220 marketing@artsoft.pt www.artsoft.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; Business Process Management; ERP & Business Apps; Mobile & Wireless Arturai Rua Eng. Frederico Ulrich, 2650 4470-605 Moreira da Maia Tel: 220 915 310 info@arturai.com www.arturai.com Atividades Base Serviços de Comunicações; Serviços de TI ArtVision - Business Solutions, Lda. Rua I, n.º 1 (Lote 25) R/C Pólo Tecnológico de Lisboa - Telheiras 1600-546 Lisboa Tel: 217 107 240 info@artvision.pt www.artvision.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; Business Process Management; Cloud Computing (IaaS); Cloud Computing (PaaS); Data Center Infraestructure; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; Marketing Digital e CRM; Mobile & Wireless; Security Assistimo R. D. Francisco Xavier de Noronha, 6 D - Loja 3 2800-088 Almada Tel: 212 743 524 contacto@assistimo.pt www.assistimo.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Associação Portuguesa de Business Angels Rua Duque de Palmela, 2 - 4º Esq. 1250-098 Lisboa Tel: 213 147 948 apba@apba.pt www.apba.pt Atividades Base Associação; Serviços de TI Associação Portuguesa de Radiodifusao - APR Avenida Defensores de Chaves, 65 - 3.º 1000-113 Lisboa Tel: 213 015 453/9 apr@apradiodifusao.pt www.apradiodifusao.pt Atividade Base Associação ASUS Rua Joshua Benoliel, Edif. Alto das Amoreiras 6 - 3A 1250-133 Lisboa Tel: 213 883 227 info@asus.com www.asus.pt Atividades Base Electrónica; Equipamento de Comunicação; Equipamento de TI Altimate Av. D. João II Lote 1.17.03 11º B - Central Office 1990-084 Lisboa Tel: 218 933 100 marketing_pt@altimate-group.com www.altimate.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Altran Av. das Forças Armadas, nº 125 - 3º A 1600-079 Lisboa Tel: 210 331 600 info@altran.pt www.altran.pt Atividades Base Serviços de TI Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; BPO; Business Process Management; Content Management; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Mobile & Wireless; Risk Management & Compliance; Security Alvo Rua General Firmino Miguel, 3 - 4. 1600-100 Lisboa Tel: 800 789 789 comercial@alvo.com www.alvo.com Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management;Cloud Computing (AaaS);Cloud Computing (IaaS);Content Management;Data Management & Integration;eCommerce e Web;ERP & Business Apps;IT Outsourcing;Marketing Digital e CRM;Unified Comm. & IP Telephony Ambidata Rua Leira da Relva nº 145 4410-155 S.Félix da Marinha - V.N.Gaia Tel: 220120813 ambidata@ambidata.pt www.ambidata.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Business Process Management; Data Management & Integration; ERP & Business Apps AMBISIG Convento de S. Miguel das Gaeiras 2510-718 Gaeiras, Óbidos Tel: 210 014 100 geral@ambisig.pt www.ambisig.pt Atividades Base Serviços de Comunicações; Serviços de TI; Software Principais gestores Vogais APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações Rogério Carapuça Presidente, Novabase Cristina Perez Vice-Presidente Manuel Castelo-Branco Vice-Presidente Manuel Eanes Vice-Presidente Joaquim Nunes Correia Vice-Presidente Antonio Lagartixo Carlos Leite Célia Reis Eduardo Fitas Fernando Braz Francisco Maria Balsemão José Correia José Carlos Gonçalves Jose Manuel Paraíso Marina Ramos Nuno Santos Olívia Mira Paula Panarra Pedro Queirós Rolando de Oliveira Sofia Tenreiro Sérgio Moraes Presidente Secção Portugal Outsourcing José Rui Felizardo Presidente Secção Smart Cities A APDC assume-se como plataforma de debate e reflexão dos temas decisivos e mobilizadores das TIC e Media. Desde 1984, desenvolve a sua atividade em torno de um conjunto consistente e mobilizador de iniciativas, envolvendo todos os stakeholders nos temas que marcam a agenda de uma indústria que é hoje transversal. No atual mandato 2016/2018, a APDC elegeu como tema central das suas atividades a Economia e Cidadania Digitais, no sentido de potenciar e acelerar a transformação para o digital em Portugal, contribuindo para o crescimento sustentado e a criação de emprego no país. Rua Tomás Ribeiro, nº41 e 43 - 8º 1050-225 Lisboa Tel: 213 129 670 geral@apdc.pt www.apdc.pt Atividades Base Associação Edifício Diogo Cão, Doca de Alcântara Norte 1350-352 Lisboa Tel: 21 030 1030 artelecom@artelecom.pt www.artelecom.pt Atividades Base Serviços de Comunicações, Serviços de TI, Software Soluções Disponibilizadas Cloud Computing (IaaS), Cloud Computing (AaaS), Cloud Computing (PaaS), Contact Centers, Data Management & Integration, Data Center Infraestructure, IT Outsourcing, Open Source & Linux, Security, Unified Comm. & IP Telephony Ar Telecom – Acessos e Redes de Telecomunicações S.A. Manuel Gonçalves Presidente Executivo Sofia Bastos Gaspar Diretora Financeira & Regulação sofia.gaspar@artelecom.pt Luís Sousa Machado Diretor Qualidade, Ambiente & Segurança luis.machado@artelecom.pt Ana Sofia Lopes Diretora Comercial ana.lopes@artelecom.pt Tiago Oliveira Santos Chief Operating Officer tiago.santos@artelecom.pt Ana Barata Diretora Recursos Humanos & Comunicação ana.barata@artelecom.pt Alexandra Almeida e Silva Diretora Marketing & Multimédia alexandra.silva@artelecom.pt Nuno Calçada Esteves Diretor Planeamento & Wholesale nuno.esteves@artelecom.pt Principais gestores Ana Gonçalves Pereira Diretora Executiva
  19. 19. www.facebook.com/APDComunicacoes www.apdc.pt 36 | diretório empresas e profissionais diretório global das tic | 37 Avaya Praça de Alvalade, 6 - 13ºD 1700-036 Lisboa Tel: 210 322 400 vpaiva@avaya.com www.avaya.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Software Aventia - Gobierna TI Portugal, Lda. Avenida da Liberdade, 69, 2C 1250-140 Lisboa Tel: 213 433 430 geral.pt@aventia.com www.aventia.com Atividades Base Serviços de TI Soluções Disponibilizadas BPO; Business Process Management; IT Outsourcing; Risk Management & Compliance Avetel Telecomunicações Centro Empresarial de Telecomunicações, Lugar da Portela, Zona Industrial 4760-880 Vila Nova de Famalicão Tel: 252 301 252 geral@avetel.pt www.avetel.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Equipamento de TI; Serviços de Comunicações B2B TIC Av. dos Descobrimentos, Lote 189, 2. dto 2950-751 Quinta do Anjo, Palmela Tel: 912 930 519 marketing@mariaspinola.com www.mariaspinola.com Atividades Base Media; Serviços de TI B2F Rua Manuel Vieira da Cruz, 25 2º 4446-907 Ermesinde Tel: 229 773 460 b2f@b2f.pt www.b2f.pt Atividades Base Serviços de TI; Software BCG Rua das Chagas 7 a 15 1200-106 Lisboa Tel: 213 214 800 www.bcg.pt Atividades Base Serviços de TI Be First Urbanização Pólo Tecnológico de Lisboa, lote 6 1600-546 Lisboa Tel: 217 153 427 geral@befirst.pt www.befirst.pt Atividades Base Serviços de TI Beltrão Coelho Rua Sarmento Beires, 3A 1900-410 Lisboa Tel: 213 122 800 marketing@beltraocoelho.pt www.beltraocoelho.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas BPO; Business Process Management; Content Management;I T Outsourcing; Mobile & Wireless BetterSoft Estrada de Lisboa 7 3020-089 Coimbra Tel: 239 445 808 geral@bettersoft.pt www.bettersoft.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Bi4all Consultores de Gestão Lda Rua Basilio Teles Nº35, 2º 1070-020 Lisboa Tel: 217 266 165 ssilva@bi4all.pt www.bi4all.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; BPO; Business Process Management; Cloud Computing (AaaS); Cloud Computing (IaaS); Cloud Computing (PaaS); Content Management; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing Bindcity Rua Viriato,25-3º. Dto. 1050-324 Lisboa Tel: 213 192 932 eurico.conceicao@bindcity.com www.bindcity.com Atividades Base Media; Serviços de TI Bio2access Rua Cerrado das Oliveiras n. 14 RC Esq 2610-035 Alfragide, Amadora Tel: 212 408 500 geral@bio2access.pt www.bio2access.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software BITCLIQ Rua do Coronel Andrada Mendoça 17 - Piso 1 2500-148 Caldas da Rainha Tel: 262 838 156 marketing@bitcliq.com www.bitcliq.com Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; Business Process Management; Data Management & Integration; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; IT Outsourcing Bizdirect Rua Viriato, N.º 13 1050-233 Lisboa Tel: 210 100 520 info@bizdirect.pt www.bizdirect.pt Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Content Management; Marketing Digital e CRM; Risk Management & Compliance; Security BizLab Apartado 3017 2401-903 Leiria Tel: 244 003 503 geral@bizlab.pt www.bizlab.pt Atividades Base Serviços de TI; Software Blue Phoenix Consulting Av. Eng. Duarte Pacheco, Emp Amoreiras Torre I - Piso 3 - sala 11 e 12 1070-173 Lisboa Tel: 210 000 000 bluephoenix@bluephoenix.pt www.bluephoenix.pt Atividades Base Serviços de TI BMC Software Portugal Av. da Liberdade 110, 4º Piso 1269-046 Lisboa Tel: 211 221 900 marketing@bmc.com www.bmc.com AT Rua da Lionesa 446 ARM D7 4465-671 Leça Balio, Matosinhos Tel: 229 059 990 geral@atinformatica.pt www.atinformatica.pt Atividades Base Electrónica; Equipamento de TI; Serviços de TI ATKS Rua Pinheiro Chagas nº17 - 6ºandar 1050-174 Lisboa Tel: 213 546 038 info@atks.pt www.atks.pt Atividades Base Serviços de TI; Software ATM Informática Rua Profº Correia de Sá, n.º42, 2º 4445-570 Ermesinde Tel: 229 567 000 geral@atminformatica.pt www.atm-sgps.pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Equipamento de TI; Serviços de TI ATOS Av. José Malhoa, n.º 16 – 7.º B2, Edifício Europa 1070-159 Lisboa Tel: 210 971 400 it-solutions.pt@atos.net www.pt.atos.net Atividades Base Equipamento de TI; Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; BPO; Cloud Computing (IaaS); Cloud Computing (PaaS); Content Management; Data Center Infraestructure; Data Management & Integration; ERP & Business Apps; IT Outsourcing; Security Autodesk Quinta da Fonte - Edfício D. Pedro I 2770-071 Paço d’ Arcos Tel: 210 001 806 www.autodesk.pt Atividades Base Software Avanzada 7 Taguspark - Núcleo Central, 238 2740 122 Oeiras Oeiras Tel: 214 213 500 portugal@avanzada7.com www.avanzada7.com/pt/portada_pt Atividades Base Equipamento de Comunicação; Software Principais gestores Audaxys Software e Sistemas S.A. Miguel Rangel Chairman Ana Paula Lopes Chief Financial Officer Paulo Seguro Chief Executive Officer A Audaxys fundada em 1988, é uma empresa de SI/TI, dedicada ao desenvolvimento, comercialização e manutenção de application/packages/ERP para a Indústria Financeira com especial ênfase em Financiamento Especializado, Bancos e Instituições que se dedicam ao Financiamento Automóvel, empresas de Renting de veículos e equipamentos Leasing (Vendor, Equipment, Real Estate), Mortgage, Consumer Lending. Com uma quota de mercado de cerca de 80% em Portugal, a Audaxys conta ainda com atividades e Clientes no Brasil, Espanha, Angola e Moçambique. Headquarters Av. da Liberdade 110 1259-046 Lisboa Tel: 217 229 300 info@audaxys.com www.audaxys.com Staff Location Sintra Business Park Edifício 1 Zona Industrial da Abrunheira 2714-562 Sintra Atividades Base Serviços de TI; Software Soluções Disponibilizadas Big Data & Analytics; Business Process Management; Data Management & Integration; eCommerce e Web; ERP & Business Apps; IT Outsourcing BREVES 3ª Plataforma de TI: O domínio das tecnologias da 3ª Plataforma vai ser crucial para a execução com sucesso das iniciativas de transformação digital. Cloud no centro: A prossecução de iniciativas de transfor- mação digital sem uma fundação cloud computing vai ser impossível. EM 2020 as tecnologias e soluções da 3º Plataforma serão +60%da despesacom TI EM 2020 +60%dos investimentos em software e infraestruturas de TI serão baseadas em serviços de cloud

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