Preparatório Santa Biblioteconomia - Foco UFF e Aeronáutica - Aula 1

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Apresentação adaptada da que foi utilizada na primeira aula do Curso Preparatório Santa Biblioteconomia - Foco UFF e Aeronáutica. É recomendado que se utilize a apresentação para estudo em conjunto com a apostila do curso, ela pode ser comprada nesse link: http://santabiblioteconomia.com/loja/

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Preparatório Santa Biblioteconomia - Foco UFF e Aeronáutica - Aula 1

  1. 1. CURSO PREPARATÓRIO SANTA BIBLIOTECONOMIA FOCO UFF E AERONÁUTICA Elaborado pela Bibliotecária Thalita Gama CRB7/6618 Aula 1 - 30/05/2015 RIO DE JANEIRO
  2. 2.  O curso Baseado nos editais da UFF e Aeronáutica lançados em 2015, este curso tem por objetivo facilitar a vida dos candidatos, abordar a bibliografia sugerida assim como revisar questões anteriores. Todo o conteúdo dessa apresentação deve ser estudado em conjunto com a apostila utilizada no curso. Se você tiver interesse em comprar a apostila basta acessar: http://santabiblioteconomia.com/loja/  Thalita Gama Autora do blog santabibliotecomia.com, bibliotecária formada pela UFRJ, especialista em Gestão de Documentos e servidora federal aprovada em diversos concursos.
  3. 3. MÓDULO 1 • Fundamentos de Ciência da Informação e Biblioteconomia • Biblioteca Universitária • Atuação do bibliotecário, ação cultural e mediação MÓDULO 1
  4. 4. FUNDAMENTOS DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO “Nós bibliotecários, temos de evitar o que chamo de erro bibliotecomizante: o de pensar que a biblioteca existe para o bibliotecário. A biblioteca existe para servir aos que procuram formação, informação e recreação. E os bibliotecários devem estar a serviço dessa assembleia de usuários da informação (...)” - Edson Nery da Fonseca
  5. 5. FUNDAMENTOS DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Marlene de Oliveira enfatiza que a ciência da informação não é uma evolução da biblioteconomia. As teorias da C.I aliadas às novas tecnologias de informação vêm contribuindo com novas práticas e serviços bibliotecários. O paradigma da C.I evidencia particularmente o fluxo de informação que ocorre em um sistema no qual objetos de representação do conhecimento (documentos) são buscados e recuperados em resposta à pergunta iniciada pelo usuário.
  6. 6. FUNDAMENTOS DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Para Le Coadic, a ciência da informação tem por objeto o estudo das propriedades gerais da informação (natureza, gêneses, efeitos) e a análise de seus processos de construção, comunicação e uso.
  7. 7. FUNDAMENTOS DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
  8. 8. Fonseca defende a visão de relacionamento entre a biblioteconomia, documentação e ciência da informação. Salientando as diferenças dos objetivos de cada área: Biblioteconomia – Democratização da cultura através das bibliotecas públicas, preservação e difusão do patrimônio bibliográfico de cada nação através das bibliotecas nacionais, e apoio documental ao ensino e através das bibliotecas universitárias. Documentação – Compete fornecer resumos de pesquisas, em processo ou já concluídas, tanto quando de artigos, comunicações a congressos, relatórios, teses, patentes etc, e eventualmente, traduções e reproduções desses documentos, muitos dos quais não-impressos. Ciência da Informação – Não veio substituir a documentação ou a biblioteconomia, visto que seu objetivo é estudar a gênese, transformação e utilização da informação.
  9. 9. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE FUNDAMENTOS DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA APOSTILA
  10. 10. ~ Leis de Ranganathan
  11. 11. ~ Leis de Ranganathan
  12. 12. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE AS LEIS DE RANGANATHAN DA APOSTILA
  13. 13. ~ Produtos e Serviços do IBICT É muito importante saber sobre as ações do IBICT. Vejo de forma recorrente os concursos cobrando esse tema. Todas as informações podem ser recuperadas no site www.ibict.br, na apostila destaco detalhadamente os mais relevantes e cobrados pelas bancas. Indico assistirem os vídeos disponíveis no canal do Ibict no youtube: https://www.youtube.com/user/IBICTbr
  14. 14. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE PRODUTOS E SERVIÇOS DO IBICT DA APOSTILA
  15. 15. BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA "A biblioteca universitária não é independente da missão de sua instituição de origem. Não é inteiramente livre para definir e alterar metas e objetivos. É um centro de custo dentro da academia, não é uma entidade geradora de sua própria receita. Muitas vezes, é o destinatário de instruções específicas e limitações ditadas pela universidade que oferece os seus serviços. Devido a essas diferenças, a gama de respostas que os gestores da biblioteca de pesquisa podem reunir para enfrentar os desafios e riscos reconhecidos são bastante limitadas em relação as suas contrapartes da indústria privada" (Michalko; Malpas; Arcolio. 2010, p. 5 APUD CUNHA, 2010).
  16. 16. BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA Normalmente é cobrado: • Definição e Objetivos da biblioteca universitária.
  17. 17. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA DA APOSTILA
  18. 18. ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL, AÇÃO CULTURAL E MEDIAÇÃO “Na atual sociedade o perfil do profissional da informação esta se transformando, onde sua participação nas políticas sociais, educacionais, cientifica e tecnológicas tomam um caráter mais ativo, com interesse de mudanças construtivas voltados para área biblioteconômica. Há uma relação direta entre a atuação a sobrevivência do profissional da informação e as mudanças no mundo contemporâneo.” MONTEIRO, Jorge. Novos espaços de atuação do profissional da informação. Disponível em:http://goo.gl/ZWtnmW. Acesso: 23. maio. 2015
  19. 19. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES ATUAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO, AÇÃO CULTURAL E MEDIAÇÃO DA APOSTILA
  20. 20. MÓDULO 2 • PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE BIBLIOTECAS • TABELA PHL E TABELA DE CUTTER • QUALIDADE EM SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO • MARKETING • FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES • BIBLIOTECA DIGITAL
  21. 21. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE BIBLIOTECAS “O Planejamento precede todas as demais funções, é o que estabelece os objetivos para o esforço do grupo. Faz o tempo trabalhar a nosso favor, pois otimiza e permite que vários planos sejam gerenciados simultaneamente, à medida que possibilita o monitoramento do desempenho e a avaliação de resultados parciais e finais.” - ALMEIDA (2005)
  22. 22. ORGANOGRAMAS
  23. 23. FUNCIONOGRAMAS
  24. 24. FLUXOGRAMAS
  25. 25. TIPOS DE PLANEJAMENTO Planejamento estratégico: É o da alta administração, que consiste no processo de decisão relativo aos objetivos da organização. Planejamento intermediário: É o desdobramento do planejamento estratégico em planejamentos táticos que permitem que as decisões estratégicas se traduzam em planos concretos a serem posteriormente detalhados em planos operacionais. Relaciona-se a atividades presentes e de futuro próximo. Planejamento operacional: Decide ‘O que fazer’ e ‘Como fazer’. É imediatista, caracterizando-se por ser de curto prazo e de abrangência local.
  26. 26. RELATÓRIO O relatório é o resultado de um processo que transforma dados em informação, isto é, que os analisa atribuindo-lhes significação no contexto da biblioteca. Possibilita um momento de reflexão tendo como referência o plano de trabalho para o período, analisa a situação existente e avalia os resultados alcançados e os problemas encontrados. O relatório é um instrumento de marketing da biblioteca. É com base neles que a coordenação poderá definir metas para o sistema, elaborar e implementar projetos que integrados que correspondam às suas necessidades reais, captar recursos de entidades financiadoras ou patrocinadores, enfim gerir o sistema.
  27. 27. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS DA APOSTILA
  28. 28. TABELA PHL E TABELA CUTTER
  29. 29. Tabela Cutter-Sanborn Tabela PHA •Desenvolvido por Charles Ammi Cutter.(1880) • Autoria de Heloísa Almeida Prado (1976) •A tabela de três dígitos de Cutter- Sanborn é conhecida no Brasil como a tabela de Cutter. Mas não deve ser confundida com a tabela de três dígitos de Cutter nem com a Classificação de Cutter elaborado como sistema de classificação. • Foi uma tentativa de se estabelecer uma tabela denotação de autor adequada às peculiaridades da língua portuguesa. Apesar de, teoricamente, ser mais compatível com as necessidades brasileiras e de haver poucos estudos sobre seu uso, pode- se afirmar que tal tabela não se popularizou. • Em um primeiro momento a notação do autor parece não ter lógica. Mas tem. A principal função da notação de autor de Cutter- Sanborn é ordenar as diversas obras de um mesmo autor dentro de um mesmo assunto (número de classificação). •Aceita-se o uso das primeiras letras, geralmente as três primeiras, (excluídos os artigos). Esse procedimento pode dinamizar o trabalho do profissional na medida em que não se “perde” tempo consultando à Tabela de Cutter notação de autor.
  30. 30. Como usar a tabela Se as primeiras letras do nome não constarem na tabela, use as imediatamente anteriores. Exemplo: Paulhan, Frédéric.
  31. 31. Se a notação de autor já tiver sido usada, sugere-se acrescentar um outro algarismo, sempre em forma decimal Dá-se preferência para o arranjo relativo do acervo – os livros são organizados pelos assuntos e, dentro dos mesmos assuntos, é arranjado pelos autores: e, quando coincidem os assuntos e os autores, é arranjado pelos títulos de suas obras.
  32. 32. Se houver dois ou mais títulos do mesmo autor sob a mesma classificação e se seus títulos coincidirem, diferenciá-los acrescentando mais uma letra do título, ou mesmo um número. Exemplo:
  33. 33. FAÇAM AGORA A QUESTÃO SOBRE CUTTER NA PÁGINA 35 DA APOSTILA
  34. 34. QUALIDADE EM SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO Vergueiro começa apresentando a ideia de qualidade como um reflexo de um outro estágio de evolução do capitalismo, no qual os indivíduos, enquanto consumidores, passam a ser considerados como um fator de peso na produção de bens e serviços. Fica claro na abordagem do autor que a implementação da qualidade nos serviços de informação adotada como caminho (foco nos processos ou nos clientes) é diretamente influenciada pelo engajamento da equipe envolvida no programa de qualidade. E para que exista maior perspectiva de sucesso, tudo deve estar orientado pela firme convicção e apoio da gerência às iniciativas de seus funcionários, visando o avanço das proposições da qualidade. É uma responsabilidade coletiva.
  35. 35. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES QUALIDADE EM SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO DA APOSTILA
  36. 36. MARKETING No livro “Marketing na ciência da informação” são conceituadas definições importantes sobre marketing: • Ele não é nem significa vender, tampouco se limita apenas à divulgação ou à propaganda. • Suas ações não começam com os produtos e os serviços, começam com o cliente. • Marketing é bom senso aplicado ao negócio de provisão de produtos e serviços aos clientes, a partir da identificação das necessidades desses clientes e do planejamento das atividades a serem desenvolvidas, que resultarão nos produtos e/ou serviços para atendê-los. Daí a relação inseparável de marketing e planejamento.
  37. 37. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE MARKETING DA APOSTILA
  38. 38. FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES Nesse livro Weitzel traz alguns conceitos fundamentais a compreensão do processo de desenvolvimento de coleções. Afirma que a política de desenvolvimento de coleções de uma biblioteca universitária deve ser seu espelho, e todas as suas ações devem espelhar a universidade O que vem a ser desenvolvimento de coleções? De acordo com Vergueiro (1989), Maciel e Mendonça (2006) e Evans (2010) desenvolvimento de coleções é um processo composto por seis etapas interdependentes: • Estudo da comunidade • Políticas de seleção • Seleção • Aquisição • Avaliação • Debastamento e descarte
  39. 39. A política de desenvolvimento de coleções, por sua vez, é um instrumento necessário para garantir a consistência e permanência do processo de desenvolvimento de coleções em uma biblioteca. Constitui-se num documento formal elaborado pela equipe responsável pelas atividades que apoiam o processo de desenvolvimento de coleções como um todo.
  40. 40. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA APOSTILA
  41. 41. BIBLIOTECAS DIGITAIS No livro “A biblioteca eletrônica” Rowley aborda o caminho para se chegar à biblioteca eletrônica. Segundo a autora o verdadeiro desafio não diferirá grandemente daquele em que as bibliotecas hoje enfrentam: administrar um acervo multimídia para sua comunidade ou clientes. Por outro lado, as opções e ferramentas disponíveis para apoiar esse processo terão que inegavelmente vir a passar por novas e grandes mudanças.
  42. 42. BIBLIOTECAS DIGITAIS No livro “A biblioteca eletrônica” Rowley aborda o caminho para se chegar à biblioteca eletrônica. Segundo a autora o verdadeiro desafio não diferirá grandemente daquele em que as bibliotecas hoje enfrentam: administrar um acervo multimídia para sua comunidade ou clientes. Por outro lado, as opções e ferramentas disponíveis para apoiar esse processo terão que inegavelmente vir a passar por novas e grandes mudanças.
  43. 43. BIBLIOTECAS DIGITAIS No artigo “Afinal, o que é biblioteca digital? ” Sayão traz a tona que a idéia de biblioteca digital como um “ambiente distribuído que integra coleções, serviços e pessoas na sustentação do ciclo de vida completo de criação, disseminação, uso e preservação de dados, informação e conhecimento” (Duguid, 1997) – conforme preconizado pelo relatório final do Santa Fé Planning Workshop on Distributed Knowledge Work Environments –, talvez esteja mais próxima do que se almeja para bibliotecas digitais agora e num futuro possível. Enfatiza que biblioteca digital é uma ideia em movimento, ainda se desenvolvendo e tomando forma.
  44. 44. BIBLIOTECAS DIGITAIS
  45. 45. FAÇAM AGORA AS QUESTÕES SOBRE BIBLIOTECA DIGITAL DA APOSTILA
  46. 46. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de Bibliotecas e Serviços de Informação. 2 ed. rev. E ampl. Brasília, DF: Briquet de Lemos Livros, 2005 AMARAL, S. A. Marketing na Ciência da Informação. Brasília: EdUNB, 2007 CUNHA, M. B. A biblioteca universitária na encruzilhada. DataGramaZero, Rev. Ci. Inf., v.11, n. 6, dez. 2010 CUTTER, Richard A. Cutter-Sanborn. Three-figure author table: Swanson-Swift revision, 1969. 3. ed. Colorado: Libraries Unlimited, 1976. LE COADIC, Yves-François. A Ciência da Informação. Tradução de Maria Yêda F.S. de Filgueiras Gomes. 2 ed. rev. e atual. Brasília: Briquet Lemos, 2004
  47. 47. REFERÊNCIAS MACIEL, Alba Costa.; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Bibliotecas como Organizações. Rio de Janeiro: Interciência, 2006 OLIVEIRA, Marlene de (Org.). Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: UFMG, 2005. Coleção Didática. 143p. PRADO, Heloisa de Almeida. Organização e Administração de Bibliotecas. 2. ed. rev. São Paulo: T. A. Queiroz, 2003. ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. 2.ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2002. SAYÃO, L. F. Afinal, o que é biblioteca digital? Rev. USP, São Paulo, n. 80, p. 6-17, dez./fev. 2008- 2009. VERGUEIRO, W. Qualidade em Serviços de Informação. São Paulo: Arte & Ciência, 2002. WEITZEL, S. R. Elaboração de uma política de coleções em bibliotecas universitárias. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Contexto, 2013
  48. 48. MUITO OBRIGADA! “Ranganathan não faz milagre, estudar sim” Thalita Gama santabiblioteconomia.com santabiblioteconomia@gmail.com

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