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O VALOR DA ORAÇÃO
digg
Disse mais o SENHOR a Moisés: Toma substâncias
odoríferas, estoraque, ônica e gálbano; estes arômatas com
incenso puro, cada um de igual peso; e disto farás incenso,
perfume segundo a arte do perfumista, temperado com sal,
puro e santo. Êxodo 30:34-35.
Diante desse precioso texto da Palavra de Deus nós nos
curvamos diante do Senhor, para admitir que não sabemos
orar como convém. Como as nossas orações são
inconvenientes diante do nosso Pai celestial. O texto inicial
nos chama a atenção para três substâncias odoríf icas:
“estoraque”, “ônica” e “gálbano”. Todas elas são um tipo da
verdadeira oração. O que seria um tipo? É o estudo das
f iguras e símbolos da Bíblia, com os quais Deus procura
mostrar, por meio de coisas terrestres as coisas espirituais.
Visto a incapacidade da mente humana de compreender as
coisas divinas, nos mesmos termos encontramos no Antigo Testamento Deus f alando das glórias
celestiais através de coisas terrestres, ou seja, TIPOS, ou o que revelam o ANTI-TIPO. Por exemplo, o
incenso simboliza o cheiro agradável das orações realizadas e inspiradas pelo Espírito Santo. Vamos ler
em Êxodo 30:7-8. Arão queimará sobre o altar incenso aromático; todos os dias de manhã, quando preparar
as lâmpadas, o queimará. Quando, ao crepúsculo da tarde, acender as lâmpadas, o queimará; será incenso
contínuo perante o SENHOR, pelas vossas gerações.
Todos os dias de manhã! Isso demonstra que todos os dias devemos chegar-se a Deus através da oração
e adoração. E somente incenso devemos of erecer a Ele, ou seja, que devemos reservar para Deus um
momento de oração em adoração todos os dias. As três substâncias mencionadas acima são
f undamentais para entendermos o valor da oração.
Este primeiro ingrediente f ala-nos da espontaneidade, visto que o estoraque era uma leve resina que era
liberada voluntariamente de uma árvore. Isto f az nos entender que uma verdadeira adoração deve ser
espontânea e não f orçada, deve partir de um coração grato e não murmurador, deve ser pelo Espírito e
não de f orma religiosa, deve partir do interior humano e não apenas dos lábios. Vamos ler Salmos 54:6
Oferecer-te-ei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó SENHOR, porque é bom.
A ônica era um tipo de molusco encontrado no f undo do mar vermelho, e aqui temos o segundo elemento;
“a busca prof unda” e isto são muito importantes para uma verdadeira oração e adoração. Assim como a
ônica não era obtida na superf ície e sim lá no f undo do mar, assim deve ser nossa oração, do mais
prof undo do nosso ser. Das profundezas clamo a ti, SENHOR. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas
os teus ouvidos às minhas súplicas. Salmos 130:1-2.
Outro elemento que nos chama a nossa atenção é o galbano. Era produzido de f olhas de um arbusto da
Síria, que esmagada produzia uma seiva. Devemos of erecer uma oração e uma adoração com um coração
quebrantado. O perf ume somente se conseguia através do esmagamento das f olhas e caules da planta.
Assim também é o louvor da nova criatura, pois existem situações que nos mói, nos machuca, nos abate e
f icamos como que destruídos, porém, é daqui que vem o prof undo e mais puro louvor. Quando assim
oramos, louvamos e adoramos, neste momento o perf ume se manif esta. Lembre-se que nós somos o bom
perf ume de Cristo. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos
como nos que se perdem. Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida
para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas? 2 Coríntios 2:15-16.
Observe o processo que recebe alguns f rutos tais como a uva, a laranja, a azeitona, todos tem que ser
espremidos a f im de liberar sua essência, assim mesmo acontece com os f ilhos de Deus, tem momentos
que ELE permite que sejamos esmagados para que aprendamos a adorar em meios as provas, pois
quando adoramos na bonança é f ácil e aqui em nosso gálbano adoramos de f orma quebrantada e este é
sim um elemento de uma verdadeira adoração que chega como um bom perf ume diante Dele. Perto está o
SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. Salmos 34:18.
Irmãos, a exemplo do estoraque as nossas orações precisam f luir de nós voluntariamente, ou seja,
devemos ter prazer de orar diariamente. As nossas orações deve ser como a ônica, ela tem que ter
prof undidade espiritual. E sempre devemos nos apresentar diante do nosso Pai Santo como o gálbano,
completamente quebrantados. Pois é somente desta maneira que as nossas orações terão um valor
inigualável diante do nosso Pai celestial. Graças ao Senhor que Ele realizou uma salvação perf eita em
nossas vidas quando lá na cruz nos atraiu, para nos levar a morrer em Seu Corpo Santo. Ganhamos a Sua
vida e o Seu Espírito veio habitar em cada um daqueles que crêem. Portanto, o Espírito que habita em nós,
nos auxilia na oração, pois não sabemos orar como convêm. O Espírito Santo pega f irme com cada um de
nós que cremos no Senhor. Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque
não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos
inexprimíveis. Romanos 8:26.
É de grande valor e necessidade para nós, também uma bênção, quando podemos penetrar e ultrapassar
os limites de nossa mente e espírito, no grande palácio de Deus, e conhecermos um pouco mais da sua
Pessoa e vontade, bem como, conhecer melhor do sábio construtor, através da revelação e iluminação do
Espírito, como escreveu Paulo em Romanos 11:33. Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do
conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!
Quão rico é o nosso Senhor! Quantas riquezas insondáveis têm esta Pessoa maravilhosa; o Senhor
Jesus! Jesus é o nosso perf ume precioso que Deus Pai quer que exalemos para este mundo. Em nosso
texto base não é prescrita a quantidade de cada ingrediente, porque as virtudes de Cristo, as belezas e
perf eições que se acham concentradas na Sua adorável Pessoa, são ilimitadas. Só a mente inf inita de
Deus pode medir as perf eições inf indas DAQUELE em que habita a plenitude da Divindade; e durante o
curso de toda a eternidade essas gloriosas perf eições continuarão a desenrolar-se à vista dos santos e
anjos prostrados em adoração. E para que todos nós, homens e mulheres que morreram e ressuscitou
com Cristo, f oi aberta a entrada do Santo dos Santos permanentemente, por isso, tenhamos intrepidez
para se chegar ao trono da graça. Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo
sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, Hebreus
10:19-20.
Tudo o que o Pai f ez em Cristo Jesus f oi por amor a mim e a você. Quanta solidão, vergonha e dor o
Mestre ali passou naquela cruz. Tudo por amor f oi tudo por amor! Tudo nosso Senhor suportava por nós.
Deus de f ato mostrou ao mundo inteiro o amor verdadeiro e o quanto nos amou! Irmãos lembrem-se que
Deus em Homem se tornou e morreu em nosso f avor e f oi tudo por amor a nós. Hoje o anseio do nosso
Pai celestial é que entremos numa intima e prof unda comunhão com o Seu amado Filho. Para isso f omos
chamados. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. 1
Coríntios 1:9.
A oração consiste em manter comunhão com Deus. A f é nos f az entender que Deus existe, é uma Pessoa
real que pode e quer ouvir-nos. Simplif icando: orar é f alar com o Senhor, expondo nossa gratidão,
f elicidade, adoração, necessidades e buscando socorro quando necessário. O Espírito de Deus que habita
nos corações dos santos deixa-nos continuamente ligado ao Pai, possibilitando-nos f alar com Ele a cada
instante, independente do lugar onde estejamos. Por exemplo: andando pelas ruas, dirigindo, numa f ila de
banco, trabalhando, etc. Pode-se orar em voz audível ou apenas em espírito. Experimente e verás que tua
comunhão com o Pai se estreitará maravilhosamente. A nossa comunhão é com o Pai e com o Filho. Sem
oração não poderá haver comunhão. Ore! O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros,
para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu
Filho, Jesus Cristo. 1 João 1:3. Que assim seja.

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O valor da oração

  • 1. inst it ut ogamaliel.com http://www.institutogamaliel.com/portaldateologia/o-valor-da-oracao/teologia O VALOR DA ORAÇÃO digg Disse mais o SENHOR a Moisés: Toma substâncias odoríferas, estoraque, ônica e gálbano; estes arômatas com incenso puro, cada um de igual peso; e disto farás incenso, perfume segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro e santo. Êxodo 30:34-35. Diante desse precioso texto da Palavra de Deus nós nos curvamos diante do Senhor, para admitir que não sabemos orar como convém. Como as nossas orações são inconvenientes diante do nosso Pai celestial. O texto inicial nos chama a atenção para três substâncias odoríf icas: “estoraque”, “ônica” e “gálbano”. Todas elas são um tipo da verdadeira oração. O que seria um tipo? É o estudo das f iguras e símbolos da Bíblia, com os quais Deus procura mostrar, por meio de coisas terrestres as coisas espirituais. Visto a incapacidade da mente humana de compreender as coisas divinas, nos mesmos termos encontramos no Antigo Testamento Deus f alando das glórias celestiais através de coisas terrestres, ou seja, TIPOS, ou o que revelam o ANTI-TIPO. Por exemplo, o incenso simboliza o cheiro agradável das orações realizadas e inspiradas pelo Espírito Santo. Vamos ler em Êxodo 30:7-8. Arão queimará sobre o altar incenso aromático; todos os dias de manhã, quando preparar as lâmpadas, o queimará. Quando, ao crepúsculo da tarde, acender as lâmpadas, o queimará; será incenso contínuo perante o SENHOR, pelas vossas gerações. Todos os dias de manhã! Isso demonstra que todos os dias devemos chegar-se a Deus através da oração e adoração. E somente incenso devemos of erecer a Ele, ou seja, que devemos reservar para Deus um momento de oração em adoração todos os dias. As três substâncias mencionadas acima são f undamentais para entendermos o valor da oração. Este primeiro ingrediente f ala-nos da espontaneidade, visto que o estoraque era uma leve resina que era liberada voluntariamente de uma árvore. Isto f az nos entender que uma verdadeira adoração deve ser espontânea e não f orçada, deve partir de um coração grato e não murmurador, deve ser pelo Espírito e não de f orma religiosa, deve partir do interior humano e não apenas dos lábios. Vamos ler Salmos 54:6 Oferecer-te-ei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó SENHOR, porque é bom. A ônica era um tipo de molusco encontrado no f undo do mar vermelho, e aqui temos o segundo elemento; “a busca prof unda” e isto são muito importantes para uma verdadeira oração e adoração. Assim como a ônica não era obtida na superf ície e sim lá no f undo do mar, assim deve ser nossa oração, do mais prof undo do nosso ser. Das profundezas clamo a ti, SENHOR. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas. Salmos 130:1-2. Outro elemento que nos chama a nossa atenção é o galbano. Era produzido de f olhas de um arbusto da Síria, que esmagada produzia uma seiva. Devemos of erecer uma oração e uma adoração com um coração quebrantado. O perf ume somente se conseguia através do esmagamento das f olhas e caules da planta. Assim também é o louvor da nova criatura, pois existem situações que nos mói, nos machuca, nos abate e f icamos como que destruídos, porém, é daqui que vem o prof undo e mais puro louvor. Quando assim oramos, louvamos e adoramos, neste momento o perf ume se manif esta. Lembre-se que nós somos o bom perf ume de Cristo. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida
  • 2. para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas? 2 Coríntios 2:15-16. Observe o processo que recebe alguns f rutos tais como a uva, a laranja, a azeitona, todos tem que ser espremidos a f im de liberar sua essência, assim mesmo acontece com os f ilhos de Deus, tem momentos que ELE permite que sejamos esmagados para que aprendamos a adorar em meios as provas, pois quando adoramos na bonança é f ácil e aqui em nosso gálbano adoramos de f orma quebrantada e este é sim um elemento de uma verdadeira adoração que chega como um bom perf ume diante Dele. Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. Salmos 34:18. Irmãos, a exemplo do estoraque as nossas orações precisam f luir de nós voluntariamente, ou seja, devemos ter prazer de orar diariamente. As nossas orações deve ser como a ônica, ela tem que ter prof undidade espiritual. E sempre devemos nos apresentar diante do nosso Pai Santo como o gálbano, completamente quebrantados. Pois é somente desta maneira que as nossas orações terão um valor inigualável diante do nosso Pai celestial. Graças ao Senhor que Ele realizou uma salvação perf eita em nossas vidas quando lá na cruz nos atraiu, para nos levar a morrer em Seu Corpo Santo. Ganhamos a Sua vida e o Seu Espírito veio habitar em cada um daqueles que crêem. Portanto, o Espírito que habita em nós, nos auxilia na oração, pois não sabemos orar como convêm. O Espírito Santo pega f irme com cada um de nós que cremos no Senhor. Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26. É de grande valor e necessidade para nós, também uma bênção, quando podemos penetrar e ultrapassar os limites de nossa mente e espírito, no grande palácio de Deus, e conhecermos um pouco mais da sua Pessoa e vontade, bem como, conhecer melhor do sábio construtor, através da revelação e iluminação do Espírito, como escreveu Paulo em Romanos 11:33. Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quão rico é o nosso Senhor! Quantas riquezas insondáveis têm esta Pessoa maravilhosa; o Senhor Jesus! Jesus é o nosso perf ume precioso que Deus Pai quer que exalemos para este mundo. Em nosso texto base não é prescrita a quantidade de cada ingrediente, porque as virtudes de Cristo, as belezas e perf eições que se acham concentradas na Sua adorável Pessoa, são ilimitadas. Só a mente inf inita de Deus pode medir as perf eições inf indas DAQUELE em que habita a plenitude da Divindade; e durante o curso de toda a eternidade essas gloriosas perf eições continuarão a desenrolar-se à vista dos santos e anjos prostrados em adoração. E para que todos nós, homens e mulheres que morreram e ressuscitou com Cristo, f oi aberta a entrada do Santo dos Santos permanentemente, por isso, tenhamos intrepidez para se chegar ao trono da graça. Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, Hebreus 10:19-20. Tudo o que o Pai f ez em Cristo Jesus f oi por amor a mim e a você. Quanta solidão, vergonha e dor o Mestre ali passou naquela cruz. Tudo por amor f oi tudo por amor! Tudo nosso Senhor suportava por nós. Deus de f ato mostrou ao mundo inteiro o amor verdadeiro e o quanto nos amou! Irmãos lembrem-se que Deus em Homem se tornou e morreu em nosso f avor e f oi tudo por amor a nós. Hoje o anseio do nosso Pai celestial é que entremos numa intima e prof unda comunhão com o Seu amado Filho. Para isso f omos chamados. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. 1 Coríntios 1:9. A oração consiste em manter comunhão com Deus. A f é nos f az entender que Deus existe, é uma Pessoa real que pode e quer ouvir-nos. Simplif icando: orar é f alar com o Senhor, expondo nossa gratidão, f elicidade, adoração, necessidades e buscando socorro quando necessário. O Espírito de Deus que habita nos corações dos santos deixa-nos continuamente ligado ao Pai, possibilitando-nos f alar com Ele a cada instante, independente do lugar onde estejamos. Por exemplo: andando pelas ruas, dirigindo, numa f ila de banco, trabalhando, etc. Pode-se orar em voz audível ou apenas em espírito. Experimente e verás que tua comunhão com o Pai se estreitará maravilhosamente. A nossa comunhão é com o Pai e com o Filho. Sem oração não poderá haver comunhão. Ore! O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros,
  • 3. para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo. 1 João 1:3. Que assim seja.