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Sistema Endócrino 
Nomes: Gabriel, Eduardo, Yuri e Everton Gonçalves
Sistema Endócrino 
O Sistema Endócrino é o conjunto de 
glândulas responsáveis pela produção dos 
hormônios que são lançados no sangue e 
percorrem o corpo até chegar aos órgãos-alvo 
sobre os quais atuam. Junto com o 
sistema nervoso, o sistema endócrino 
coordena todas as funções do nosso corpo. 
O hipotálamo (1) grupo de células nervosas 
localizadas na base do encéfalo, faz a 
integração entre esses dois sistemas.
As glândulas endócrinas estão localizadas em diferentes partes do 
corpo, são elas: 
Tireoide 
Glândulas Paratireoides 
Hipófise 
Supra-Renais 
Timo 
Pâncreas 
Glândulas Sexuais
Tireoide 
A tireoide é uma glândula endócrina com funcionamento regulado por 
ação de hormônios tireoideotrópicos sintetizados pela hipófise. 
Encontra-se localizada na região anterior do pescoço, logo abaixo da 
laringe e aderida à superfície da traqueia, sendo responsável pela 
secreção dos hormônios: Tirosina (T4), Tri-iodotironina (T4) e também 
calcitonina.
A tireóide produz a tiroxina, hormônio que controla a velocidade de 
metabolismo do corpo. Se ocorrer hipertireoidismo, isto é, 
funcionamento exagerado da tireóide, todo o metabolismo fica 
acelerado: o coração bate mais rapidamente, a temperatura do corpo 
fica mais alta que o normal; a pessoa emagrece porque gasta mais 
energia. Esse quadro favorece o desenvolvimento de doenças 
cardíacas e vasculares, pois o sangue passa a circular com maior 
pressão. Pode ocorrer o bócio, ou seja, um “papo” causado pelo 
crescimento exagerado da tireóide. Também pode aparecer a 
exoftalmia, isto é, os olhos ficam “saltados”.
Se a tireoide trabalha menos ou produz menor quantidade de tiroxina 
que o normal, ocorre o hipotireoidismo, e o organismo também se 
altera: o metabolismo se torna mais lento, algumas regiões do corpo 
ficam inchadas, o coração bate mais vagarosamente, o sangue circula 
mais lentamente, a pessoa gasta menos energia, tornando-se mais 
propensa à obesidade, as respostas físicas e mentais tornam-se mais 
lentas. Aqui, também pode ocorrer o bócio. 
Quando o hipotireoidismo ocorre na infância, pode provocar um 
retardamento físico e mental. Um das possíveis causas dessa doença é 
a falta (ou insuficiência) de iodo na alimentação, já que o iodo é um 
elemento presente na composição da tiroxina. Na maioria dos países 
assim como no Brasil,
existem leis que obrigam os fabricantes de sal de cozinha a adicionar 
iodo nesse produto. Com tal medida, garante-se que a maioria das 
pessoas consuma diariamente a quantidade necessária de iodo.
Glândulas Paratiróides 
As glândulas paratiróides são, tipicamente, quatro glândulas 
endócrinas que se situam posteriormente à glândula tiróide. Podem, 
por vezes, estar embebidas na mesma. As quatro podem ser descritas 
como um par de paratiróides superiores e um par de inferiores, 
atendendo à sua localização relativa. É também comum a presença de 
mais do que quatro paratiróides, podendo existir seis ou mesmo oito. 
Estas glândulas produzem paratormona/hormona paratiroideia (PTH), 
a principal hormona da regulação da concentração de cálcio no sangue
Ela produz o paratormônio, hormônio que regula a quantidade de 
cálcio e fósforo no sangue. A diminuição desse hormônio reduz a 
quantidade de cálcio no sangue e faz com que os músculos se 
contraiam violentamente. Esse sintoma é chamado de tetania, pois é 
semelhante ao que ocorre em pessoas com tétano. Por sua vez, o 
aumento da produção desse hormônio, transfere parte do cálcio para 
o sangue, de modo que enfraquece os ossos, tornando-os 
quebradiços.
Hipófise 
A hipófise pode ser considerada a “glândula-mestre” do nosso corpo. 
Ela produz vários hormônios e muitos deles estimulam o 
funcionamento de outras glândulas, com a tireóide, as supra-renais e 
as glândulas-sexuais (ovários e testículos). O hormônio do crescimento 
é um dos hormônios produzidos pela hipófise. O funcionamento do 
corpo depende do equilíbrio hormonal. O excesso, por exemplo, de 
produção do hormônio de crescimento causa uma doença chamada 
gigantismo (crescimento exagerado) e a falta dele provoca o nanismo, 
ou seja, a falta de crescimento do corpo. Outro hormônio presente no 
corpo humano e também produzido pela hipófise é o antidurético 
(ADH). Essa substância permite ao corpo economizar água na excreção 
(formação de urina).
A hipófise também denominada glândula pituitária, é uma pequena 
glândula com cerca de 1 cm de diâmetro. Aloja-se na sela túrcica ou 
fossa hipofisária do osso esfenoide na base do cérebro. Está localizada 
abaixo do hipotálamo e posteriormente ao quiasma óptico. 
Sela Túrcica 
Sela túrcica ou Sela turca é uma pequena fosseta, em forma de "sela árabe", localizada na 
face superior ou cerebral do esfenóide (o osso mais complicado do corpo humano) onde 
está alojada a hipófise também chamada de "corpo pituitário". 
Quiasma Óptico 
O quiasma óptico é uma estrutura em formato de X formada pelo encontro de dois nervos ópticos. 
No quiasma óptico as fibras da parte medial de cada retina cruzam para projetarem para o outro 
lado do cérebro, enquanto que as fibras da parte lateral da retina continuam no mesmo lado. Como 
resultado temos que cada hemisfério cerebral recebe informações sobre o campo visual contralateral 
de ambos os olhos
Supra-renais 
As supra-renais, duas glândulas que se situam acima dos rins, 
produzem adrenalina, também conhecida como hormônio das 
“situações de emergência”. A adrenalina prepara o corpo para a ação, 
ou seja, em termos biológicos, para atacar ou fugir.
A Aldosterona, A Adrenalina e a Noradrenalina 
Estas glândulas endócrinas que estão situadas uma sobre cada rim 
secretam vários hormônios, entre os quais destacam-se a aldosterona, 
a adrenalina (ou epinefrina) e a noradrenalina (ou norepinefrina). 
Sua função básica está relacionada à manutenção do equilíbrio do 
meio interno, isto é, da homeostase do organismo, frente a situações 
diversas de modificação desse equilíbrio (tensão emocional, jejum, 
variação de temperatura, infecções, administração de drogas diversas, 
exercício muscular, hemorragias, etc.
Aldosterona 
A principal ação da aldosterona é a retenção de sódio. Onde há sódio, 
estão associados íons e água. Portanto, a aldosterona age 
profundamente no equilíbrio dos líquidos, afetando o volume 
intracelular e extracelular dos mesmos. Glândulas salivares e 
sudoríparas também são influenciadas pela aldosterona para reter 
sódio. O intestino aumenta a absorção de sódio como reação à 
aldosterona.
A Adrenalina e a Noradrenalina 
Existem, na medula adrenal, dois tipos de células: umas secretam 
adrenalina, as outras noradrenalina. Tais hormônios são secretados 
em resposta à estimulação simpática e são considerados como 
hormônios gerais. Liberados em grandes quantidades depois de fortes 
reações emocionais como, por exemplo, susto ou medo, estes 
hormônios são transportados pelo sangue para todas as partes do 
corpo, onde provocam reações diversas, principalmente constrição 
dos vasos, elevação da pressão arterial, aumento dos batimentos 
cardíacos, etc. Tais reações resultam, entre outras coisas, no aumento 
do suprimento de oxigênio às células. Além disso, a adrenalina, que 
aumenta a glicogenólise hepática e muscular e a liberação de glicose 
para o sangue, eleva o metabolismo celular.
A combinação dessas reações possibilita, por exemplo, reações 
rápidas de fuga ou de luta frente a diferentes situações 
ameaçadoras. Ao contrário do córtex supra-renal, que lança seus 
produtos continuamente na circulação, a medula acumula os 
hormônios produzidos. Existem doenças que se caracterizam pelo 
excesso de produção dos hormônios das supra-renais. As principais 
são a Síndrome de Cushing e o Feocromocitoma.
Timo 
Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está 
localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se 
superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria 
carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e 
posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao 
longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído 
por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da 
produção de linfócitos T.
Função 
A glândula timo é muito ativa quando o indivíduo é uma criança. Ela 
desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na melhoria do 
sistema de imunidade da criança. 
A principal função da glândula timo é a produção de linfócitos ou 
células T (T de ‘células T’ representa derivada de timo). 
Os Linfócitos são células brancas do sangue (glóbulos brancos), que 
também são conhecidas como leucócitos. Após os glóbulos brancos 
estarem maduros, eles saem do timo e se fixam no baço e um novo 
lote de células T é produzido. 
Esses glóbulos brancos são o corpo do sistema de imunológico e 
protegem o organismo que impedem a invasão de agentes estranhos, 
bactérias e vírus.
Essas células também asseguram o correto funcionamento do sistema 
do corpo e cuidam do desgaste dos órgãos. Outra função da glândula 
timo é para evitar o crescimento anormal de células, que podem levar 
ao câncer. Os linfócitos T de viagem a partir da medula óssea para o 
timo, onde eles permanecem até que eles fiquem ativados. Após 
esse tempo os linfócitos entram na corrente sanguínea, de onde 
viajam para outros órgãos linfáticos e fornecem mecanismos de 
defesa contra doenças. 
O timo também produz um hormônio chamado timosina, que 
estimula as células T, em outros órgãos linfáticos para amadurecer. 
Essa glândula também produz outro hormônio chamado 
timopoietina, que é a proteína presente no mRNA (RNA 
mensageiro) e é codificada pelo gene TMPO.
Em alguns casos, a glândula timo tende a ficar sob-ativo. O indivíduo 
pode ter um sistema imunológico fraco e propenso a ter muitas 
infecções e alergias. Essas infecções podem ser crônicas e podem 
prolongar por muito tempo. 
Quando há uma falta de células T no organismo, pode levar a doenças 
de imunodeficiência. 
O timo está situado entre os pulmões.
Pâncreas 
O pâncreas é dividido em três regiões: cabeça, corpo e cauda. A 
cabeça se encaixa no quadro duodenal e sua cauda é afilada. 
O pâncreas produz enzimas e hormônios. De acordo com suas funções 
é dividido em porção endócrina e porção exócrina. 
Porção endócrina: É composta por grupos de células chamadas ilhotas 
pancreáticas, que possuem três grupos de células: 
α : Que produzem glucagon, 
β : que produzem insulina 
Δ : que produzem somatostatina.
Os hormônios produzidos pelas ilhotas pancreáticas são lançados 
diretamente na corrente sanguínea. 
Porção exócrina: a porção exócrina do pâncreas participa na digestão 
secretando enzimas digestivas, através de estruturas chamas ácinos. 
As enzimas são secretadas para o duodeno. 
lhotas de Langerhans 
As ilhotas de Langerhans são microórgãos localizados no pâncreas, onde são vistos como 
grupos arredondados de células, incrustadas no tecido pancreático endócrino.
Glândulas Sexuais 
Presentes no corpo masculino e no corpo feminino. São denominados 
testículos (masculino) que produzem espermatozóides, e o ovário 
(feminino) que produz óvulos. O testículo é um órgão reprodutor 
masculino alojado no escroto, contém células presentes nos poros, é 
produtor de testosterona. A partir do crescimento humano o homem 
obtém uma maior produção de hormônios denominados 
gonadotróficos, incitador da formação e maturação de 
espermatozóides nos testículos sob predomínio da testosterona.
Fim

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Sistema Endócrino

  • 1. Sistema Endócrino Nomes: Gabriel, Eduardo, Yuri e Everton Gonçalves
  • 2. Sistema Endócrino O Sistema Endócrino é o conjunto de glândulas responsáveis pela produção dos hormônios que são lançados no sangue e percorrem o corpo até chegar aos órgãos-alvo sobre os quais atuam. Junto com o sistema nervoso, o sistema endócrino coordena todas as funções do nosso corpo. O hipotálamo (1) grupo de células nervosas localizadas na base do encéfalo, faz a integração entre esses dois sistemas.
  • 3. As glândulas endócrinas estão localizadas em diferentes partes do corpo, são elas: Tireoide Glândulas Paratireoides Hipófise Supra-Renais Timo Pâncreas Glândulas Sexuais
  • 4. Tireoide A tireoide é uma glândula endócrina com funcionamento regulado por ação de hormônios tireoideotrópicos sintetizados pela hipófise. Encontra-se localizada na região anterior do pescoço, logo abaixo da laringe e aderida à superfície da traqueia, sendo responsável pela secreção dos hormônios: Tirosina (T4), Tri-iodotironina (T4) e também calcitonina.
  • 5. A tireóide produz a tiroxina, hormônio que controla a velocidade de metabolismo do corpo. Se ocorrer hipertireoidismo, isto é, funcionamento exagerado da tireóide, todo o metabolismo fica acelerado: o coração bate mais rapidamente, a temperatura do corpo fica mais alta que o normal; a pessoa emagrece porque gasta mais energia. Esse quadro favorece o desenvolvimento de doenças cardíacas e vasculares, pois o sangue passa a circular com maior pressão. Pode ocorrer o bócio, ou seja, um “papo” causado pelo crescimento exagerado da tireóide. Também pode aparecer a exoftalmia, isto é, os olhos ficam “saltados”.
  • 6.
  • 7. Se a tireoide trabalha menos ou produz menor quantidade de tiroxina que o normal, ocorre o hipotireoidismo, e o organismo também se altera: o metabolismo se torna mais lento, algumas regiões do corpo ficam inchadas, o coração bate mais vagarosamente, o sangue circula mais lentamente, a pessoa gasta menos energia, tornando-se mais propensa à obesidade, as respostas físicas e mentais tornam-se mais lentas. Aqui, também pode ocorrer o bócio. Quando o hipotireoidismo ocorre na infância, pode provocar um retardamento físico e mental. Um das possíveis causas dessa doença é a falta (ou insuficiência) de iodo na alimentação, já que o iodo é um elemento presente na composição da tiroxina. Na maioria dos países assim como no Brasil,
  • 8. existem leis que obrigam os fabricantes de sal de cozinha a adicionar iodo nesse produto. Com tal medida, garante-se que a maioria das pessoas consuma diariamente a quantidade necessária de iodo.
  • 9. Glândulas Paratiróides As glândulas paratiróides são, tipicamente, quatro glândulas endócrinas que se situam posteriormente à glândula tiróide. Podem, por vezes, estar embebidas na mesma. As quatro podem ser descritas como um par de paratiróides superiores e um par de inferiores, atendendo à sua localização relativa. É também comum a presença de mais do que quatro paratiróides, podendo existir seis ou mesmo oito. Estas glândulas produzem paratormona/hormona paratiroideia (PTH), a principal hormona da regulação da concentração de cálcio no sangue
  • 10. Ela produz o paratormônio, hormônio que regula a quantidade de cálcio e fósforo no sangue. A diminuição desse hormônio reduz a quantidade de cálcio no sangue e faz com que os músculos se contraiam violentamente. Esse sintoma é chamado de tetania, pois é semelhante ao que ocorre em pessoas com tétano. Por sua vez, o aumento da produção desse hormônio, transfere parte do cálcio para o sangue, de modo que enfraquece os ossos, tornando-os quebradiços.
  • 11. Hipófise A hipófise pode ser considerada a “glândula-mestre” do nosso corpo. Ela produz vários hormônios e muitos deles estimulam o funcionamento de outras glândulas, com a tireóide, as supra-renais e as glândulas-sexuais (ovários e testículos). O hormônio do crescimento é um dos hormônios produzidos pela hipófise. O funcionamento do corpo depende do equilíbrio hormonal. O excesso, por exemplo, de produção do hormônio de crescimento causa uma doença chamada gigantismo (crescimento exagerado) e a falta dele provoca o nanismo, ou seja, a falta de crescimento do corpo. Outro hormônio presente no corpo humano e também produzido pela hipófise é o antidurético (ADH). Essa substância permite ao corpo economizar água na excreção (formação de urina).
  • 12. A hipófise também denominada glândula pituitária, é uma pequena glândula com cerca de 1 cm de diâmetro. Aloja-se na sela túrcica ou fossa hipofisária do osso esfenoide na base do cérebro. Está localizada abaixo do hipotálamo e posteriormente ao quiasma óptico. Sela Túrcica Sela túrcica ou Sela turca é uma pequena fosseta, em forma de "sela árabe", localizada na face superior ou cerebral do esfenóide (o osso mais complicado do corpo humano) onde está alojada a hipófise também chamada de "corpo pituitário". Quiasma Óptico O quiasma óptico é uma estrutura em formato de X formada pelo encontro de dois nervos ópticos. No quiasma óptico as fibras da parte medial de cada retina cruzam para projetarem para o outro lado do cérebro, enquanto que as fibras da parte lateral da retina continuam no mesmo lado. Como resultado temos que cada hemisfério cerebral recebe informações sobre o campo visual contralateral de ambos os olhos
  • 13. Supra-renais As supra-renais, duas glândulas que se situam acima dos rins, produzem adrenalina, também conhecida como hormônio das “situações de emergência”. A adrenalina prepara o corpo para a ação, ou seja, em termos biológicos, para atacar ou fugir.
  • 14. A Aldosterona, A Adrenalina e a Noradrenalina Estas glândulas endócrinas que estão situadas uma sobre cada rim secretam vários hormônios, entre os quais destacam-se a aldosterona, a adrenalina (ou epinefrina) e a noradrenalina (ou norepinefrina). Sua função básica está relacionada à manutenção do equilíbrio do meio interno, isto é, da homeostase do organismo, frente a situações diversas de modificação desse equilíbrio (tensão emocional, jejum, variação de temperatura, infecções, administração de drogas diversas, exercício muscular, hemorragias, etc.
  • 15. Aldosterona A principal ação da aldosterona é a retenção de sódio. Onde há sódio, estão associados íons e água. Portanto, a aldosterona age profundamente no equilíbrio dos líquidos, afetando o volume intracelular e extracelular dos mesmos. Glândulas salivares e sudoríparas também são influenciadas pela aldosterona para reter sódio. O intestino aumenta a absorção de sódio como reação à aldosterona.
  • 16. A Adrenalina e a Noradrenalina Existem, na medula adrenal, dois tipos de células: umas secretam adrenalina, as outras noradrenalina. Tais hormônios são secretados em resposta à estimulação simpática e são considerados como hormônios gerais. Liberados em grandes quantidades depois de fortes reações emocionais como, por exemplo, susto ou medo, estes hormônios são transportados pelo sangue para todas as partes do corpo, onde provocam reações diversas, principalmente constrição dos vasos, elevação da pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos, etc. Tais reações resultam, entre outras coisas, no aumento do suprimento de oxigênio às células. Além disso, a adrenalina, que aumenta a glicogenólise hepática e muscular e a liberação de glicose para o sangue, eleva o metabolismo celular.
  • 17. A combinação dessas reações possibilita, por exemplo, reações rápidas de fuga ou de luta frente a diferentes situações ameaçadoras. Ao contrário do córtex supra-renal, que lança seus produtos continuamente na circulação, a medula acumula os hormônios produzidos. Existem doenças que se caracterizam pelo excesso de produção dos hormônios das supra-renais. As principais são a Síndrome de Cushing e o Feocromocitoma.
  • 18. Timo Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.
  • 19. Função A glândula timo é muito ativa quando o indivíduo é uma criança. Ela desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na melhoria do sistema de imunidade da criança. A principal função da glândula timo é a produção de linfócitos ou células T (T de ‘células T’ representa derivada de timo). Os Linfócitos são células brancas do sangue (glóbulos brancos), que também são conhecidas como leucócitos. Após os glóbulos brancos estarem maduros, eles saem do timo e se fixam no baço e um novo lote de células T é produzido. Esses glóbulos brancos são o corpo do sistema de imunológico e protegem o organismo que impedem a invasão de agentes estranhos, bactérias e vírus.
  • 20. Essas células também asseguram o correto funcionamento do sistema do corpo e cuidam do desgaste dos órgãos. Outra função da glândula timo é para evitar o crescimento anormal de células, que podem levar ao câncer. Os linfócitos T de viagem a partir da medula óssea para o timo, onde eles permanecem até que eles fiquem ativados. Após esse tempo os linfócitos entram na corrente sanguínea, de onde viajam para outros órgãos linfáticos e fornecem mecanismos de defesa contra doenças. O timo também produz um hormônio chamado timosina, que estimula as células T, em outros órgãos linfáticos para amadurecer. Essa glândula também produz outro hormônio chamado timopoietina, que é a proteína presente no mRNA (RNA mensageiro) e é codificada pelo gene TMPO.
  • 21. Em alguns casos, a glândula timo tende a ficar sob-ativo. O indivíduo pode ter um sistema imunológico fraco e propenso a ter muitas infecções e alergias. Essas infecções podem ser crônicas e podem prolongar por muito tempo. Quando há uma falta de células T no organismo, pode levar a doenças de imunodeficiência. O timo está situado entre os pulmões.
  • 22. Pâncreas O pâncreas é dividido em três regiões: cabeça, corpo e cauda. A cabeça se encaixa no quadro duodenal e sua cauda é afilada. O pâncreas produz enzimas e hormônios. De acordo com suas funções é dividido em porção endócrina e porção exócrina. Porção endócrina: É composta por grupos de células chamadas ilhotas pancreáticas, que possuem três grupos de células: α : Que produzem glucagon, β : que produzem insulina Δ : que produzem somatostatina.
  • 23. Os hormônios produzidos pelas ilhotas pancreáticas são lançados diretamente na corrente sanguínea. Porção exócrina: a porção exócrina do pâncreas participa na digestão secretando enzimas digestivas, através de estruturas chamas ácinos. As enzimas são secretadas para o duodeno. lhotas de Langerhans As ilhotas de Langerhans são microórgãos localizados no pâncreas, onde são vistos como grupos arredondados de células, incrustadas no tecido pancreático endócrino.
  • 24. Glândulas Sexuais Presentes no corpo masculino e no corpo feminino. São denominados testículos (masculino) que produzem espermatozóides, e o ovário (feminino) que produz óvulos. O testículo é um órgão reprodutor masculino alojado no escroto, contém células presentes nos poros, é produtor de testosterona. A partir do crescimento humano o homem obtém uma maior produção de hormônios denominados gonadotróficos, incitador da formação e maturação de espermatozóides nos testículos sob predomínio da testosterona.
  • 25. Fim