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Nigel Cross

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Uma visão sobre as contribuições de Nigel Cross para o campo do design. Autor que já tratava do Design Thinking antes de 1991.
Aula apresentada em 2013.2, no grupo de estudos em Artefatos Digitais, no Mestrado em Design da UFPE

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Nigel Cross

  1. 1. Nigel Cross Cecília da Fonte Erika Simona Gabriele Santos Matheus Luck Rodrigo Brandão DESIGN DE ARTEFATOS DIGITAIS 2013 PROF.: André Neves
  2. 2. Nigel Cross Bacharelado em Arquitetura | University of Bath, Inglaterra Mestrado em Tecnologia do Design Industrial | Instituto de Ciência e Tecnologia University of Manchester – UMIST, Inglaterra Ph.D. em Computer Aided Design | UMIST, Inglaterra (1974)
  3. 3. Prática em arquitetura e desenho industrial. Projetou casas, apartamentos, prédios empresariais e uma biblioteca. Foi professor em Tecnologia do Design Industrial, pela UMIST // University of Manchester Institute of Science and Technology Em 1991, iniciou uma série de workshops na área de Design Thinking Em 1997, expandiu e mudou o nome da Disciplina do Design para Departamento de Design e Inovação na The Open University BACKGROUND
  4. 4. Editor-Chefe da revista “Design Studies” desde 1994 ATUALMENTE Professor do Departamento de Design da The Open University, na Inglaterra Presidente do grupo “Design Research Society”
  5. 5. Guitarrista da “Wimpey Three” Além de contribuir para a área do design através de pesquisas, publicações, organização e participação em eventos de design
  6. 6. Realiza pesquisas em Design thinking ● organiza o DTRS | Design Thinking Research Symposia Simpósio que acontece a cada dois ou três anos DTRS1: Holanda, 1991 DTRS9: Inglaterra, 2012 Escreve e ensina sobre a natureza do conhecimento e habilidades do Design PROJETOS EM ANDAMENTO
  7. 7. Prêmio “Lifetime Achievement” Design Research Society Eleito “Honorary Fellow” Design Research Society 2005 2007 2012 Prêmio por marcantes contribuições para a pesquisa e o ensino do Design Institution of Engineering Designers HONRAS E PRÊMIOS Eleito “Honorary Fellow” The Design Society
  8. 8. Reputação internacional como pesquisador nas áreas de ● computer-aided design (design assistido por computador); ● metodologia do design; ● design thinking; e ● epistemologia do design, sendo o seu principal foco ○ a cognição envolvida com o design, analisando ○ atividades cognitivas e habilidades de designers. ÁREAS DE PESQUISAS
  9. 9. PUBLICAÇÕES 2011 2008 2007 1996
  10. 10. • About: Designing - Analysing Design Meetings | 2009 • Desenhante: Pensador do Desenho (Selection of papers in Portuguese) | 2004 • Expertise in Design Creativity and Cognition Press | 2003 • Design Methodology and Relationships with Science |1993 • Research in Design Thinking | 1992 • Engineering Design Methods | 1989 • Developments in Design Methodology | 1984 • Design Participation | 1972 PUBLICAÇÕES
  11. 11. Design Thinking Métodos Projetuais Cognição na atividade de design
  12. 12. A habilidade dos designers de projetar designs efetivos, eficientes e imaginativos é importante para todos nós.” Quando designers - especialmente os famosos - falam sobre o que eles fazem, eles falam quase exclusivamente sobre os resultados do projeto ao invés do processo, ou como eles produzem.” “ “
  13. 13. É possível desvendar o conto místico de Philippe Starck, transformando-o em uma explicação muito menos misteriosa.” “
  14. 14. O designer criativo interpreta o briefing do projeto, não como uma especificação para uma solução, mas como um ponto de partida para uma viagem exploratória; O designer sai para explorar, para descobrir algo novo, em vez de chegar a algum lugar já conhecido ou retornar com mais um exemplo familiar.” “
  15. 15. 1. Fazer uma “abordagem sistêmica” ampla do problema, em vez de aceitar uma fórmula estreita para o mesmo 2. “Enquadrar” o problema de maneira distinta e, por vezes, bastante pessoal 3. Projetar a partir dos “primeiros princípios” Nigel apresenta três ASPECTOS ESTRATÉGICOS DO PENSAMENTO DO DESIGN
  16. 16. No livro Designerly ways of knowing, Nigel Cross defende (...) que o design seria uma terceira cultura, ao lado das ciências e das humanidades, com foco de estudo, metodologias e valores próprios, e que precisaria ser estudado em seus próprios termos, e não à luz das exigências de validez das outras duas culturas. Existiria uma maneira de entendimento própria do design que seria diferente das maneiras mais difundidas, acadêmicas e científicas (TABAK, 2010).” “
  17. 17. Todo mundo faz e pode fazer Design. O Design thinking é inerente à cognição humana: é uma parte fundamental ao que nos torna humanos.” “
  18. 18. Eu me interesso pela compreensão do processo de projeto dos designers, sobre as suas habilidades cognitivas. Uma dessas habilidades compreende a ideia de que designers praticam um descontentamento construtivo em seu pensamento. Designers estão sempre insatisfeitos. Eles veem coisas no mundo e dizem 'Isso poderia ser melhor'. Qualquer um pode ser um crítico mas só os designers são críticos ao mesmo tempo em que são construtivos. Eles são críticos que sugerem melhorias.” CROSS, 2008 “ O QUE O DESIGN THNKING SIGNIFICA PARA VOCÊ?
  19. 19. Página pessoal no site da Open University | http://design.open.ac.uk/cross/index.htm Entrevistas http://design.open.ac.uk/cross/documents/Ambidextrousinterview_001.pdf http://ambidextrousmag.org/issues/09/cross.html http://design.open.ac.uk/cross/documents/RotmanInterview.pdf Palestras (áudio) | http://www.swinburne.edu.au/design/design-perspectives/#nigel1 Grupo de Pesquisa em Design Thinking na The Open University http://design.open.ac.uk/cross/DesignThinkingResearchSymposia.htm Revista Design Studies | http://www.journals.elsevier.com/design-studies/ Site da Design Research Society | http://www.designresearchsociety.org/joomla/index.php LINKS

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