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Gêneros textuais no ensino de
língua
Luiz Antonio Marcuschi
Aluna: Maria Gabriela Pileggi
Gênero textual – o que não é
x o que é
 Não é algo novo, mas está na moda;
 Não é um modelo estanque com
estruturas rígidas.;
 Não se pode tratar independentemente
de sua realidade social e de suas
relações com as atividades humanas;
 Sua determinação não se dá pela
forma, se dá por sua função;
 Não é fruto de invenção individual.
O que é:
 Entidade dinâmica – limites e
demarcação se tornam fluidos;
 Entidade comunicativa;
 Forma verbal de ação social;
 Forma de inserção e controle social no
dia-a-dia;
 Necessário para a interlocução
humana.
Perspectivas no Brasil e no
mundo hoje
 Perspectiva sócio-histórica e dialógica;
 Perspectiva comunicativa;
 Perspectiva sistêmico-funcional;
 Perspectiva sociorretórica de caráter etnográfico
voltada para o ensino de segunda língua;
 Perspectiva interacionista e sociodiscursiva de
caráter psicolinguístico e atenção didática
voltada para língua materna;
 Perspectiva de análise crítica;
 Perspectiva sociorretórica/sócio-histórica e
cultural.
Tipo textual x gênero textual x
domínio discursivo
 Tipo textual: está relacionado ao modo
como o texto é organizado, com seu
processo de construção teórica. Tem
número limitado de categorias, dentre
elas: narração, argumentação,
exposição, descrição, injunção.
Tipo textual x gênero textual x
domínio discursivo
 Gênero textual: é o texto materializado,
segue padrões sociocomunicativos
característicos definidos de acordo com
sua função, objetivo e estilo. Alguns
exemplos: bilhete, reportagem, piada,
conferência.
Tipo textual x gênero textual x
domínio discursivo
 Domínio discursivo: dá origem a vários
gêneros. Está mais para uma esfera da
atividade humana do que para um
princípio de classificação. Por exemplo:
discurso jurídico, discurso jornalístico,
etc
Critérios para nomear os
gêneros
 Forma estrutural;
 Propósito comunicativo;
 Conteúdo;
 Meio de transmissão;
 Papéis dos interlocutores;
 Contexto situacional.
Suportes
 É um lugar (físico ou virtual);
 Tem formato específico;
 Serve para fixar e mostrar o texto;
 Importante não confundir suporte com
gênero. Por exemplo, outdoor ou livro
didático.
Gêneros na oralidade
 Um saber comum – e intuitivo – a todos
os falantes os orienta sobre que gênero
cabe melhor em cada interação
comunicativa;
 Segundo Heinemann & Viehweger
(1991), os falantes têm à disposição
três esferas do saber, que agem de
forma interativa: o saber linguístico, o
saber enciclopédico e o saber
interacional.
Gêneros e os PCNs
 Há gêneros mais adequados para a
produção e gêneros mais adequados
para a leitura;
 São considerados apenas os gêneros
com realização linguística mais formal
e não os mais praticados nas
atividades linguísticas cotidianas;
 Confusão entre oralidade e escrita
Gêneros e os PCNs
 Há mais sugestões de gêneros para
atividades de compreensão do que
para atividades de produção;
 Gêneros mais comuns ao cotidiano não
são trabalhados, como: receitas, bulas,
bilhetes, anúncios, etc.
Sequências didáticas – Dolz &
Schneuwly
 É um conjunto de atividades escolares
organizadas em torno de um gênero
textual oral ou escrito (2004);
 Noção de gênero como um instrumento
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Gêneros textuais no ensino de língua - Marcuschi

  • 1. Gêneros textuais no ensino de língua Luiz Antonio Marcuschi Aluna: Maria Gabriela Pileggi
  • 2. Gênero textual – o que não é x o que é  Não é algo novo, mas está na moda;  Não é um modelo estanque com estruturas rígidas.;  Não se pode tratar independentemente de sua realidade social e de suas relações com as atividades humanas;  Sua determinação não se dá pela forma, se dá por sua função;  Não é fruto de invenção individual.
  • 3. O que é:  Entidade dinâmica – limites e demarcação se tornam fluidos;  Entidade comunicativa;  Forma verbal de ação social;  Forma de inserção e controle social no dia-a-dia;  Necessário para a interlocução humana.
  • 4. Perspectivas no Brasil e no mundo hoje  Perspectiva sócio-histórica e dialógica;  Perspectiva comunicativa;  Perspectiva sistêmico-funcional;  Perspectiva sociorretórica de caráter etnográfico voltada para o ensino de segunda língua;  Perspectiva interacionista e sociodiscursiva de caráter psicolinguístico e atenção didática voltada para língua materna;  Perspectiva de análise crítica;  Perspectiva sociorretórica/sócio-histórica e cultural.
  • 5. Tipo textual x gênero textual x domínio discursivo  Tipo textual: está relacionado ao modo como o texto é organizado, com seu processo de construção teórica. Tem número limitado de categorias, dentre elas: narração, argumentação, exposição, descrição, injunção.
  • 6. Tipo textual x gênero textual x domínio discursivo  Gênero textual: é o texto materializado, segue padrões sociocomunicativos característicos definidos de acordo com sua função, objetivo e estilo. Alguns exemplos: bilhete, reportagem, piada, conferência.
  • 7. Tipo textual x gênero textual x domínio discursivo  Domínio discursivo: dá origem a vários gêneros. Está mais para uma esfera da atividade humana do que para um princípio de classificação. Por exemplo: discurso jurídico, discurso jornalístico, etc
  • 8. Critérios para nomear os gêneros  Forma estrutural;  Propósito comunicativo;  Conteúdo;  Meio de transmissão;  Papéis dos interlocutores;  Contexto situacional.
  • 9. Suportes  É um lugar (físico ou virtual);  Tem formato específico;  Serve para fixar e mostrar o texto;  Importante não confundir suporte com gênero. Por exemplo, outdoor ou livro didático.
  • 10. Gêneros na oralidade  Um saber comum – e intuitivo – a todos os falantes os orienta sobre que gênero cabe melhor em cada interação comunicativa;  Segundo Heinemann & Viehweger (1991), os falantes têm à disposição três esferas do saber, que agem de forma interativa: o saber linguístico, o saber enciclopédico e o saber interacional.
  • 11. Gêneros e os PCNs  Há gêneros mais adequados para a produção e gêneros mais adequados para a leitura;  São considerados apenas os gêneros com realização linguística mais formal e não os mais praticados nas atividades linguísticas cotidianas;  Confusão entre oralidade e escrita
  • 12. Gêneros e os PCNs  Há mais sugestões de gêneros para atividades de compreensão do que para atividades de produção;  Gêneros mais comuns ao cotidiano não são trabalhados, como: receitas, bulas, bilhetes, anúncios, etc.
  • 13. Sequências didáticas – Dolz & Schneuwly  É um conjunto de atividades escolares organizadas em torno de um gênero textual oral ou escrito (2004);  Noção de gênero como um instrumento de comunicação;  Ideia central – criar situações reais com contextos que permitam reproduzir a situação conreta de produção textual.