BBS – Brazilian Business School




  Construção Civil


           Contabilidade
       Prof. Hong Yuh Ching




      An...
1. Características do Setor

O Padrão de classificação dos imóveis pelo mercado é subdividido nas seguintes classes:

   •...
Vila Ema, que tem apartamentos de 65 m², ou seja, de médio padrão, e VGV de R$ 25,5
milhões.
Para 2008, a meta da companhi...
2. Empresas Analisadas

As análises de cada uma das empresas escolhidas referem-se aos demonstrativos
financeiros consolid...
2.2. Rossi

A Rossi Residencial é uma das maiores construtoras residenciais no Brasil. A empresa
mantém escritórios region...
Para o fim deste ano, a Cyrela aumentou sua expectativa de VGV de R$ 4 bilhões para R$
4,6 bilhões e a de vendas contratad...
TECNISA
   Papel               TCSA3                    Cotação                             8,96
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COMPANY
   Papel                CPNY3                  Cotação                             12,05
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Com a grande demanda de jovens que entrarão no mercado de trabalho, ocorrerá um
impacto positivo no mercado imobiliário. V...
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Construção Civil Residencial

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Brazilian Residential Construction Companies (market analysis)

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Construção Civil Residencial

  1. 1. BBS – Brazilian Business School Construção Civil Contabilidade Prof. Hong Yuh Ching Ana Paula A. Teraoka Christiane Castro Janna Rabba Maria Gabriela G. Pereira Veronica M. Andrade Maio de 2008
  2. 2. 1. Características do Setor O Padrão de classificação dos imóveis pelo mercado é subdividido nas seguintes classes: • Médio-Baixo Padrão: imóveis com valores de lançamento de até R$ 150 mil; • Médio Padrão: lançamentos entre R$ 150 mil e R$ 250 mil; • Médio-Alto Padrão: imóveis de lançamento entre R$ 250 mil e R$ 500 mil; e, • Alto Padrão: imóveis lançados acima de R$ 500 mil. Já as construtoras avaliam seus projetos de lançamento por um índice denominado de VGV, ou seja, Valor Geral de Venda. Por exemplo, se o VGV de um empreendimento for de R$ 10 milhões, o custo da obra será de R$ 5.000,00. Além disso, o investimento em marketing é de 3% a 6% do VGV. 1.1. Análise Setorial A indústria de construção civil brasileira possui diversos ramos e empresas de diversos portes. Por isso, esta análise se restringe a alguns índices de suas respectivas demonstrações financeiras. Dentre estas diversas empresas, especificaremos mais tarde algumas delas. No momento em que o mercado imobiliário mira com mais atenção o segmento das classes C e D, outras companhias ainda mantêm o interesse na área de imóveis de médio-alto e alto padrão, como a incorporadora imobiliária Cyrela e a PDG Realty, apoiadas na expectativa de crescimento de 15% do setor em 2008. Além disso, segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), a Grande São Paulo tem representado com maior fidelidade o boom imobiliário dos últimos anos. A região recebeu o maior número de lançamentos desde 1990, foram 564 empreendimentos anunciados. Somados, esses imóveis têm potencial para gerar US$ 9,6 bilhões de valor geral de vendas (VGV). A Cyrela é uma das que pretendem explorar esse potencial da capital paulista e contou, com exclusividade ao DCI, que vai lançar em São Paulo cinco empreendimentos residenciais neste mês, com VGV total de R$ 508,5 milhões. Quatro desses são voltados para a fatia mais abonada da população, e a empresa promete mais cinco projetos à alta classe até o meio do ano. A PDG, por sua vez, comprou a Adolpho Lindenberg, uma das mais tradicionais empresas do segmento de luxo. A aquisição foi feita pela subsidiária da PDG, a Lindencorp. A Cyrela utilizou algumas parcerias para anunciar os empreendimentos prometidos para este mês. No caso do Soberano Parque Ipiranga, a companhia firmou parceria com a construtora MAC para erguer as duas torres de 112 unidades no bairro do Ipiranga, na capital paulista. O lançamento será feito depois de amanhã e o VGV é de R$ 90 milhões. No caso do Praça das Águas, que será construído no bairro do Tatuapé, a parceira da Cyrela é a Lúcio Engenharia e o projeto inclui quatro torres residenciais, totalizando 288 unidades e apartamentos de até 242 m². O VGV total está em torno de R$ 150 milhões. “A Cyrela, na região metropolitana da capital paulista, continuará crescendo fortemente. Nossa intenção é incrementar em 15% os negócios na região”, contou o diretor-geral da Cyrela de São Paulo, Ubirajara Spessotto. A companhia também antecipou o lançamento de três outros empreendimentos na capital, ainda em abril. O Place Royale, no bairro de Perdizes, terá VGV de R$ 130 milhões. O Pódio Vila Leopoldina, no bairro de mesmo nome, terá 400 unidades e VGV de R$ 130 milhões. O único projeto previsto para este mês que foge da aposta da Cyrela é o Fiori Hortênsia, na
  3. 3. Vila Ema, que tem apartamentos de 65 m², ou seja, de médio padrão, e VGV de R$ 25,5 milhões. Para 2008, a meta da companhia é atingir R$ 7 bilhões. No ano passado, os lançamentos somaram R$ 5,4 bilhões, incluindo as joint ventures. Destes, cerca de R$ 3,65 bilhões, divididos por 39 empreendimentos, foram relativos aos segmentos de médio-alto padrão e de luxo - quase 65% do total. A empresa registrou lucro líquido de R$ 422,1 milhões, 74,2% superior aos R$ 242,3 milhões de 2006. Outra grande do setor que também está apostando nesse segmento é a PDG Realty. Ela anunciou na última sexta-feira que a sua subsidiária Lindencorp, da qual detém 15,9%, comprou o controle acionário da construtora Adolpho Lindenberg, uma das maiores no segmento de luxo. O valor ficou em R$ 7,88 milhões, e dará à Lindencorp 88,28% do capital votante e 48% do capital total da Adolpho Lindenberg. Esse segmento, entretanto, não é o foco da PDG, que ampliou, em 2007, a atuação no mercado voltado às classes mais baixas da população, principalmente após aumentar a participação na Goldfarb e na CHL e a parceria com a Terrano Empreendimentos Imobiliários. Segundo a PDG, a aquisição da Lindenberg dará à Lindencorp um complemento ao portfólio de produtos e fortalecerá seu posicionamento no mercado, em especial nos segmentos de médio-alto, alto e altíssimo padrão. Ano passado, apenas 15,4% dos lançamentos da companhia foram desses segmentos, enquanto 67,1% do VGV lançado destinaram-se ao segmento econômico e 14% ao de médio padrão. Além dessa aquisição, a PDG anunciou no final do mês passado a parceria com a Habiarte Barc Construtores Associados, uma das maiores construtoras e incorporadoras de Ribeirão Preto. A estratégia reforça ainda mais a aposta da PGD nos segmentos de alta classe, especialidade da Habiarte. A parceria foi constituída para o desenvolvimento em conjunto de projetos imobiliários residenciais de média renda e comerciais, já iniciando com 4 projetos contratados cujo VGV (da PDG Realty) alcança R$ 140 milhões. Desse total, aproximadamente R$ 100 milhões serão lançados ainda em 2008. Entretanto, a empresa não revelou qual fatia pretende destinar aos projetos de alto nível, mas anunciou a revisão da meta de lançamentos de R$ 2,1 bilhões em VGV para até R$ 2,6 bilhões. Enquanto o mercado imobiliário aposta no segmento das classes C e D, outras companhias ainda mantêm o interesse no médio-alto e no alto padrão, como a Cyrela e a PDG Realty.
  4. 4. 2. Empresas Analisadas As análises de cada uma das empresas escolhidas referem-se aos demonstrativos financeiros consolidados dos anos de 2006 e 2007, publicados na página da Internet da BOVESPA (ITR). 2. 1. Gafisa Durante seus mais de 50 anos de história, a Gafisa tem se mantido focada principalmente no desenvolvimento e construção no seguimento residencial no Brasil. A empresa é provavelmente a construtora mais diversificada em termos geográficos, embora ainda se mantenha muito presente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A Gafisa já construiu e vendeu mais de 800 empreendimentos através de sua existência, consolidando-se como a marca mais conhecida dentre as construtoras civis. Em 2006, a Gafisa planejava um VGV de R$ 880 milhões e registrou um VGV de R$ 1 bilhão. Para 2007, a empresa planejava um VGV de R$ 1,65 bilhão. GAFISA Papel GFSA3 Cotação 32,12 Tipo ON Min 52 sem 22,5 Empresa GAFISA Max 52 sem 38,26 Setor Construção e Engenharia Nro. Ações 132.588.000 Subsetor Construção Civil Vol $ méd (2m) 34.085.900 Valor de mercado 4.258.730.000 Últ balanço processado 31/3/2008 Indicadores fundamentalistas P/L 25,38 P/Cap. Giro 2,34 P/VP 2,71 P/Ativos 1,18 P/EBIT 21,29 P/Ativ Circ Liq 2,95 PSR 3,36 Giro Ativos 0,35 VPA 11,86 Div Br/ Patrim 0,69 LPA 1,27 Liquidez Corr 3,54 Marg. Bruta 32,70% ROIC 7,20% Marg. EBIT 15,80% ROE 10,70% Marg. Líquida 14,10% EBIT / Ativo 5,50% Cres. Rec (5a) 29,30% Div. Yield 0,60% Dados Balanço Patrimonial Ativo 2.950.493.000 Dív. Bruta 1.090.970.000 Disponibilidades 514.447.000 Dív. Líquida 368.582.000 Ativo Circulante 1.961.940.000 Patrim. Líq 1.530.763.000 Dados demonstrativos de resultados Últimos 12 meses Últimos 3 meses Receita Líquida 1.172.174.000 Receita Líquida 319.482.000 EBIT 141.044.000 EBIT 51.777.000 Lucro Líquido 113.603.000 Lucro Líquido 41.646.000
  5. 5. 2.2. Rossi A Rossi Residencial é uma das maiores construtoras residenciais no Brasil. A empresa mantém escritórios regionais em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Campinas, Belo Horizonte e Salvador e opera ativamente em 37 cidades no país. Seu foco está no segmento residencial de médio / médio-baixo padrão, já responsável por 75% de suas receitas. A Rossi Residencial (Bovespa: RSID3), uma das maiores construtoras e incorporadoras do Brasil, anuncia que atingiu um VGV lançado da ordem de R$ 492,9 milhões ao final do 2T07, dos quais R$ 401,1 milhões correspondem à parcela Rossi dos lançamentos. Foram lançados 13 novos empreendimentos no período, nas cidades de São Paulo, Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto, Guarujá, Santos, Valinhos, Vitória e Rio de Janeiro. Assim, encerraram o 1º semestre de 2007 com um VGV total lançado da ordem de R$ 952,6 milhões, cuja parcela Rossi deste total atingiu R$ 811,0 milhões. ROSSI Papel RSID3 Cotação 16,2 Tipo ON N1 Min 52 sem 13,85 Empresa ROSSI RESIDENCIAL Max 52 sem 29,4 Setor Construção e Engenharia Nro. Ações 157.704.000 Subsetor Construção Civil Vol $ méd (2m) 37.581.300 Valor de mercado 2.554.800.000 Últ balanço processado 31/3/2008 Indicadores fundamentalistas P/L 22,02 P/Cap. Giro 3,31 P/VP 2,36 P/Ativos 1,25 P/EBIT 25,03 P/Ativ Circ Liq 3,71 PSR 3,37 Giro Ativos 0,37 VPA 6,88 Div Br/ Patrim 0,44 LPA 0,74 Liquidez Corr 2,94 Marg. Bruta 32,90% ROIC 5,30% Marg. EBIT 13,50% ROE 10,70% Marg. Líquida 15,30% EBIT / Ativo 5,00% Cres. Rec (5a) 34,20% Div. Yield 1,20% Dados Balanço Patrimonial Ativo 2.223.778.000 Dív. Bruta 480.782.000 Disponibilidades 254.711.000 Dív. Líquida 362.179.000 Ativo Circulante 1.446.442.000 Patrim. Líq 1.171.327.000 Dados demonstrativos de resultados Últimos 12 meses Últimos 3 meses Receita Líquida 732.877.000 Receita Líquida 189.044.000 EBIT 132.945.000 EBIT -2.594.000 Lucro Líquido 131.315.000 Lucro Líquido 20.341.000 2.3. Cyrela A Cyrela Brazil Realty é resultado de uma fusão entre a Cyrela Vancouver e a Brazil Realty. Fundada em 1961, a Cyrela é uma das maiores empresas no desenvolvimento imobiliário, focada principalmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A companhia está engajada em desenvolver residências luxuosas e em unidades comerciais, focada nos segmentos de médio-alto e alto padrão.
  6. 6. Para o fim deste ano, a Cyrela aumentou sua expectativa de VGV de R$ 4 bilhões para R$ 4,6 bilhões e a de vendas contratadas de R$ 2,86 bilhões para R$ 3,4 bilhões. Daí para frente, ela espera aumentos para o VGV de 15% entre 2007 e 2008 e de 25% entre o ano que vem e 2009. No caso das vendas contratadas, a meta é crescer 30% entre este ano e o ano que vem e mais 25% entre 2008 e 2009. CYRELA Papel CYRE3 Cotação 25,75 Tipo PN Min 52 sem 17,4 Empresa CYRELA BRAZIL REALTY Max 52 sem 30,5 Setor Construção e Engenharia Nro. Ações 355.647.000 Subsetor Construção Civil Vol $ méd (2m) 44.039.600 Valor de mercado 9.157.910.000 Últ balanço processado 31/3/2008 Indicadores Fundamentalistas P/L 20,3 P/Cap. Giro 3,81 P/VP 4,25 P/Ativos 1,78 P/EBIT 22,05 P/Ativ Circ Liq 4,86 PSR 4,76 Giro Ativos 0,37 VPA 6,06 Div Br/ Patrim 0,66 LPA 1,27 Liquidez Corr 3,67 Marg. Bruta 41,30% ROIC 9,80% Marg. EBIT 21,60% ROE 20,90% Marg. Líquida 24,80% EBIT / Ativo 8,10% Cres. Rec (5a) 95,90% Div. Yield 0,80% Dados Balanço Patrimonial Ativo 4.723.567.000 Dív. Bruta 1.420.230.000 Disponibilidades 208.815.000 Dív. Líquida 524.749.000 Ativo Circulante 2.336.840.000 Patrim. Líq 2.070.754.000 Dados Demonstrativo de Resultados Últimos 12 meses Últimos 3 meses Receita Líquida 1.707.309.000 Receita Líquida 518.932.000 EBIT 480.210.000 EBIT 116.938.000 Lucro Líquido 422.149.000 Lucro Líquido 85.849.000 2.4. Tecnisa Tecnisa é uma construtora e incorporadora de imóveis localizada na cidade de São Paulo, Brasil. Especializada em imóveis de alto padrão, a Tecnisa constrói edifícios residenciais,condomínios de casas, flats e prédios comerciais. No total, são mais de 1.600.000 metros quadrados construídos. A empresa foi fundada em 1977, e entregou seu primeiro empreendimento em 1981, o edifício Porto Vecchio, na Avenida Arruda Botelho, Alto de Pinheiros. Atualmente, a construtora Tecnisa conta com 72 imóveis finalizados na cidade de São Paulo, um condomínio de casas em Campos do Jordão e outro em Juquehy – litoral norte do estado de São Paulo.
  7. 7. TECNISA Papel TCSA3 Cotação 8,96 Tipo ON NM Min 52 sem 6,9 Empresa TECNISA Max 52 sem 14,89 Construção e Setor Engenharia Nro. Ações 145.435.000 Subsetor Construção Civil Vol $ méd (2m) 3.079.160 Valor de mercado 1.303.100.000 Últ balanço processado 31/3/2008 Indicadores fundamentalistas P/L 15,12 P/Cap. Giro 2,6 P/VP 1,64 P/Ativos 1,07 P/EBIT 19,98 P/Ativ Circ Liq 2,41 PSR 3,63 Giro Ativos 0,3 VPA 5,45 Div Br/ Patrim 0,17 LPA 0,59 Liquidez Corr 3,87 Marg. Bruta 38,00% ROIC 6,00% Marg. EBIT 18,20% ROE 10,90% Marg. Líquida 24,80% EBIT / Ativo 5,40% Cres. Rec (5a) - Div. Yield 0,60% Dados Balanço Patrimonial Ativo 1.121.938.000 Dív. Bruta 136.667.000 Disponibilidades 71.051.000 Dív. Líquida 25.263.000 Ativo Circulante 646.579.000 Patrim. Líq 1.121.938.000 Dados demonstrativos de resultados Últimos 12 meses Últimos 3 meses Receita Líquida 338.201.000 Receita Líquida 86.756.000 EBIT 63.490.000 EBIT 14.643.000 Lucro Líquido 32.509.000 Lucro Líquido 31.821.000 2.5. Company Nos últimos seis anos, a incorporadora e construtora Company Tecnologia de Construções S/A elevou seu volume de vendas de R$ 30 milhões em 1994 para uma média de R$ 80 milhões a R$100 milhões ao ano. Possui 253 funcionários, entre pessoal do quadro administrativo, comercial e de engenharia. Em sua carteira tem imóveis nos segmentos comercial (escritórios) e residencial (edifícios de alto padrão), flats, obras industriais e hospitalares, loteamentos residenciais e construção para terceiros. Seu portfólio também dá destaque à participação na construção de habitações populares, num total de 1.600 unidades.
  8. 8. COMPANY Papel CPNY3 Cotação 12,05 Tipo ON Min 52 sem 11,4 Empresa COMPANY S/A Max 52 sem 23 Construção e Setor Engenharia Nro. Ações 72.006.100 Subsetor Construção Civil Vol $ méd (2m) 2.022.080 Valor de mercado 867.673.000 Últ balanço processado 31/3/2008 Indicadores fundamentalistas P/L 17,3 P/Cap. Giro 2,28 P/VP 2,51 P/Ativos 1,22 P/EBIT 12,12 P/Ativ Circ Liq 2,8 PSR 2,23 Giro Ativos 0,55 VPA 4,8 Div Br/ Patrim 0,64 LPA 0,7 Liquidez Corr 3,52 Marg. Bruta 30,40% ROIC 12,20% Marg. EBIT 18,40% ROE 14,50% Marg. Líquida 12,90% EBIT / Ativo 10,10% Cres. Rec (5a) 57,20% Div. Yield 1,50% Dados Balanço Patrimonial Ativo 739.991.000 Dív. Bruta 220.956.000 Disponibilidades 115.073.000 Dív. Líquida 103.171.000 Ativo Circulante 532.894.000 Patrim. Líq 333.511.000 Dados demonstrativos de resultados Últimos 12 meses Últimos 3 meses Receita Líquida 408.134.000 Receita Líquida 70.982.000 EBIT 68.053.000 EBIT 15.324.000 Lucro Líquido 55.253.000 Lucro Líquido 11.799.000 3. Conclusão O mercado imobiliário brasileiro vem passando por uma excelente fase. Depois de passar por momentos ruins nos últimos anos, ganhou fôlego com o aumento dos investimentos e a oferta de créditos com juros mais baixos, fatores que impulsionaram o desenvolvimento do setor. Este crescimento tem atraído investidores estrangeiros ao Brasil, e com isso demonstrando que seguirá crescendo. Temos várias razões para que esse crescimento perdure por muito tempo, como o déficit habitacional de 7,9 milhões de moradias e também a necessidade da construção permanente de 1,4 milhão de moradias por ano. Através de melhores condições de financiamento, verificamos recordes de crescimento, que devem passar de 2% para 12% do PIB em 2014. Diversas construtoras estão abrindo o seu capital, iniciando a oferta de ações na bolsa de valores. Iniciativa que provocou aumento no mercado e conseqüentemente os investimentos. Hoje os investidores estrangeiros têm igual condição e direito a propriedade como os brasileiros.
  9. 9. Com a grande demanda de jovens que entrarão no mercado de trabalho, ocorrerá um impacto positivo no mercado imobiliário. Verificamos uma euforia no mercado imobiliário brasileiro, melhorando com isso a nossa economia. As grandes cidades estão em total transformação devido ao Boom imobiliário, depois de décadas de paralisação. Não existe um indicador para medir este crescimento, mas o que sabemos é que os lançamentos residenciais dispararam este ano. Os lançamentos de edifícios dobraram em um ano. As operações de crédito cresceram 71% em comparação a 2006, somando 4 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Outro dado importante é a valorização da mão de obra especializada, onde engenheiros, arquitetos e especialistas em marketing estão sendo contratados com ótimos salários. O mais importante neste momento é saber que este crescimento trouxe excelentes perspectivas para os investidores nos próximos anos. Segundo pesquisas o fluxo anual de crédito imobiliário passará dos atuais 16 bilhões para 40 bilhões em 2010. As empresas de créditos estão criando departamentos e também treinando seus funcionários somente para atender o setor imobiliário. O novo Boom imobiliário é muito mais sustentável do que vivemos nas décadas de 70 e meados de 80. Incorporadoras como Cyrela Brazil Realty que atuavam somente nas regiões de São Paulo e Rio de Janeiro, expandiram-se para mais de sete estados. Um sinal do forte crescimento do setor imobiliário e da própria economia nacional. Em suma, recomendamos o investimento da Cyrela.
  10. 10. Bibliografia Página na Internet do Portal Revista Exame – Editora Abril Valor Econômico – Análise Setorial – Editora Globo Página na Internet Fundamentus: http://www.fundamentus.com.br
  11. 11. Anexos

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