Estrutura plano de ação

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Estrutura plano de ação

  1. 1. Reflexões - Plano de Ação – Registros e Acompanhamento Não basta diagnosticar: é preciso compreender para efetivamente agir, tomar decisões a fim de desencadear ações que auxiliem o aluno a superar as suas defasagens. Refletir: • O que o aluno já sabe? • Os percentuais correspondente as habilidades apontadas em cada questão apontam o quê? • Quais as habilidades que o aluno precisa desenvolver para responder adequadamente esta habilidade? Plano de ação – Avaliação da Aprendizagem em Processo ... sejam instrumentos para a definição de pautas individuais e coletivas que, organizadas em um plano de ação, mobilizem procedimentos, atitudes e conceitos necessários para as atividades de sala de aula, sobretudo, aquelas relacionadas aos processos de recuperação da aprendizagem. (Comentários e Recomendações Pedagógicas) Estrutura do Plano de Ação Planilha para elaboração do Plano de Ação – Atividade Permanente Escola: __________________________________________.Município:__________________ . Professor Representante:_______________________________________________________ Público alvo:______________ . Quantidade de Aulas Semanais :__________ . Aulas CONTEÚDO Habilidades Estratégias MATERIAIS Aulas: total de 10 aulas As Habilidades são descritores das aprendizagens que se espera dos alunos, relativas aos conteúdos disciplinares.
  2. 2. Elas indicam as ações pontuais que um indivíduo realiza frente a uma situação. Um quadro apontando diversas Habilidades podem ser encontrado na Matriz de Avaliação. Os conteúdos são o meio de organizar o trabalho pedagógico. Assim, os currículos de todos os sistemas de ensino apresentam os conteúdos que devem ser trabalhados para que a educação atue com uma formação básica comum, conforme orienta a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB 9394/96) no seu artigo 9º, e se complementa nos artigos 27, 30 e 79. Estratégias Considerando as Metas de Aprendizagem como um instrumento de gestão curricular de apoio ao trabalho dos professores, ao explicitar com clareza os resultados da aprendizagem que os alunos devem demonstrar no final de um percurso curricular, é igualmente importante apoiar os professores a traçar esse percurso, a monitorizá-lo e a verificar os resultados alcançados, ou seja, a programar estratégias de ensino e de avaliação. Adaptamos, por isso, aqui, o conceito de estratégia de ensino tal como é definido por Roldão: “A estratégia enquanto concepção global de uma ação, organizada com vista à sua eficácia (…): o elemento definidor da estratégia de ensino é o seu grau de concepção intencional e orientadora de um conjunto organizado de ações para a melhor consecução de uma determinada aprendizagem.” Roldão, M. C. (2009). Estratégias de Ensino. O saber e o agir do professor, p. 57. Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão. http://metasdeaprendizagem.dge.mec.pt/sobre-o-projecto/estrategia-de-ensino- e-de-avaliacao/ Procedimentos (como?) Segue-se a definição da metodologia, ou seja, como pretendemos fazer a pesquisa, com nível de detalhamento bastante específico das ações que serão realizadas, dentro de determinado espaço de tempo (cronograma). O método indica como vamos organizar a pesquisa. Qual caminho será seguido para atingir os objetivos indicados. A previsão do método responde a três perguntas consecutivas: O que vamos fazer? Como vamos fazer? Quando vamos fazer? Exemplo: Quais instrumentos vou precisar construir para a observação? Como vou construí-los e aplicá-los? Quando eu vou construir e aplicar os instrumentos? CAD_GESTOR_VOL3_6.indd 1
  3. 3. Materiais: Quais são os recursos didáticos de que eu vou utilizar? A avaliação deverá ser formativa e, como o próprio nome sugere, algo para formar, construir e não para deformar ou destruir, principalmente a autoestima do outro, em especial, dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem ou comportamentos diferenciados. “Assim como é constitutivo do diagnóstico médico estar preocupado com a melhoria de saúde do cliente, também é constitutivo da avaliação da aprendizagem estar atentamente preocupado com o crescimento do educando. Caso contrário, nunca será diagnóstica . Luckesi (1990

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