Fátima Weber Rosas  Letícia Machado  Patricia A. Behar
Trilhas sonoras O que são? Proveniente do termo “trilha sonora” de filmes; Termo   adaptado para o meio educacional; Al...
Funções das trilhas sonoras Motivar; Influenciar estados de ânimo; Auxiliar   na memorização; Remeter a épocas históri...
A composição de            trilhas sonoras busca Favorecer   a criatividade; Favorecer   a consciência rítmica e estétic...
Composição MusicalÉ toda a ação que o sujeito faz ao organizar o material sonoro. Compreende explorações, construções e r...
As trilhas sonoras para MEDs   Utilizam recursos da Web 2.0;   São produzidas com softwares livres;   São criadas atrav...
Afetividade, Aprendizagem                e Música A afetividade é um agente motivador da atividadecognitiva. (Piaget, 200...
Funções da Música  10) Contribuição         1) Expressão emocional;  para a                                              2...
Funções da Música                                       Para acalmar as criançasPara a reprodução cultural                ...
Música e Educação“Conhecer  música não quer dizer escutá-la por  acaso e sim, envolver-se com ela profundamente.”(Swanwic...
Música, Áudio e Trilha Sonora   Termos: “inserir som”; “inserir música”:    Olhar multifacetado numa abordagem    interd...
Música, Áudio e Trilha Sonora    Som e áudio: Referem-se à parte técnica de    gravação no contexto educacional ou não. ...
 Música eletroacústica: A músicaeletroacústica é realizada através deprocedimentos que sintetizam outransformam o som atr...
Alguns formatos de áudioWMA: Windows Media Audio. Arquivo deáudio gerado no Windows Media Player,desenvolvido pelaMicroso...
Algumas ferramentas tocadoras e    geradoras de arquivos de áudioWindows Media Player (player):http://www.baixaki.com.br/...
Como inserir áudio em um MED No Power Point - através do botão inserir ou importar:som, áudio ou objeto; No Movie Maker ...
Trilha Sonora    Trilha sonora - também chamada de música    incidental ou música para filmes. (Sadie, 2001).    Música ...
Funções da música incidental                                            Comunicar emoções; Caracterização de              ...
Música funcionalÉ muito                      Com aplicações extramusicais baseadautilizada nas                      nosemp...
Música para ser ouvida           passiva ou criticamente? Passivamente: A percepção                                  Ex.:...
Uso de Trilhas Sonoras           em MEDs    Duas principais abordagens: Como motivação: Uso da música de forma passiva (i...
Mecanismos de escuta Ouvir: Receber informação auditiva atravésdo sistema auditivo, sem prestar atenção(escuta passiva);...
Exemplos de Trilha Sonorapara objetos de aprendizagem (Oas)         Educação Infantil   Objeto de aprendizagem Práticas C...
A Trilha Sonora                          “Evolução”                        Ensino Superior OA    CompEAD (Competências na...
Exemplo de trilha sonora                  coletiva em OA OA   CompMAP (Mapeando Competências):http://www.nuted.ufrgs.br/o...
Exemplo de trilha sonora                    em OAs OA   CompMUS (Composição Musical Digital):http://www.nuted.ufrgs.br/ob...
Trilhas Sonoras para MEDs Exemplo de uma trilha sonora coletiva feita noJAMSTUDIO e editada no AUDACITYpara o OA CompMUS:...
Trilhas Sonoras para MEDs     A proposta de composição coletiva   de música (trilhas sonoras) para MEDs                   ...
Trilhas Sonoras para MEDs Promover não apenas a escuta passiva damúsica, mas uma audição (apreciação) críticacomo sujeito...
Trilhas Sonoras para MEDs            Construir significados                  Apreciar                            Vivência ...
 Clubcreate/MusicLab:http://remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html Aviary: http://www.aviary.com/   JamStudio:h...
 Conversor de áudio on-line paravários formatos: http://media.io/ Conversor       de áudio: “Switch Sound FileConverter”...
 Captura e edição de áudio: “AUDACITY”:http://audacity.sourceforge.net/ Captura, edição de áudio e sequenciamento:“KRIST...
 Possibilita a publicação de obras on-line e mantém osdireitos do autor, permitindo que outros distribuam a suaobra, desd...
 É uma ferramenta para a composição musical digital on-line; É uma ferramenta para a criação de trilhas sonoras paraMEDs...
Observações ao utilizar áudio ou     construir uma trilha para um MEDA música deve estar de acordo com o público- alvo;A...
Observações ao utilizar áudio ouconstruir uma trilha para um MED Setiver textos escritos, evitar que músicas vocais toque...
Créditos Nome   da música. Nome   do compositor. Procedênciade quem fez a mixagem e/ou edição do som.
Considerações finais O som pode carregar consigo toda uma bagagem  emotiva e interpretativa que o texto escrito nem sempr...
Referências BibliográficasARANTES, V. A. Afetividade e Cognição: Rompendo a dicotomia naeducação. In: VIDETUR, n. 23. Por...
BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA. Lei 9.610/98. Brasília-DF. Disponívelem: <http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politic...
LONGHI, Magali Teresinha; BEHAR, Patrícia Alejandra e BERCHT, Magda.AnimA-K: recognizing student’s mood during the learni...
Página Web.COMPRARÉ. Extensão de Arquivos. 2009. Disponível em:http://www.comprape.com.br/Dicionario-de-extensao-de-arquiv...
 RODRÍGUEZ, Ángel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual.Senac: São Paulo, 2006.RUIZ, Valdete Maria e OLIVEIRA, Mar...
Obrigada pela atenção!
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Apresentação sobre a composição de trilhas sonoras para materiais educacionais digitais (MEDs)

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Composição de trilhas sonoras para MEDs

  1. 1. Fátima Weber Rosas Letícia Machado Patricia A. Behar
  2. 2. Trilhas sonoras O que são? Proveniente do termo “trilha sonora” de filmes; Termo adaptado para o meio educacional; Algumas funções das trilhas sonoras podem seraproveitadas na educação, como:
  3. 3. Funções das trilhas sonoras Motivar; Influenciar estados de ânimo; Auxiliar na memorização; Remeter a épocas históricas;
  4. 4. A composição de trilhas sonoras busca Favorecer a criatividade; Favorecer a consciência rítmica e estética; Inserir a música em materiais educacionais digitais (MEDs);Proporcionar situações onde alunos eprofessores possam criar e produzir suaspróprias trilhas (ou trechos musicais);
  5. 5. Composição MusicalÉ toda a ação que o sujeito faz ao organizar o material sonoro. Compreende explorações, construções e reconstruções das ideias sonoras. (MAFFIOLETTI, 2005).A composição musical digital, cuja sigla é (CMD), consiste na escolha e organização dos sons ao interagir com as ferramentas digitais, de forma a dar um sentido, de acordo com o contexto em que serão empregados.
  6. 6. As trilhas sonoras para MEDs Utilizam recursos da Web 2.0; São produzidas com softwares livres; São criadas através do computador ou de aparelhos digitais: Composição Musical Digital (CMD); A CMD pode ser composta tanto por músicos como ouvintes (apreciadores de música); Promovem uma aprendizagem significativa; Mudança na experiência musical e na maneira de divulgar a música.
  7. 7. Afetividade, Aprendizagem e Música A afetividade é um agente motivador da atividadecognitiva. (Piaget, 2005 citado por Longhi et al, 2009). Emoção, estados de humor ou de ânimo,motivação, sentimento, são termos que dizemrespeito à afetividade. Os domínios de estruturas musicaisrelacionadas a altura, tempo, timbre, gesto, ritmoe métrica também possuem domínios deestruturas não musicais como o afeto e aemoção. (Bharucha et al, 2006).
  8. 8. Funções da Música 10) Contribuição 1) Expressão emocional; para a 2) Prazer estético; integração da sociedade. 3) Divertimento;9) Contribuição para Dez funçõesa continuidade e da músicaestabilidade 4) Comunicação;da cultura; na sociedade: 5) Representação; 8) Validação das instituições 7) Impor conformidade 6) Reação física; sociais e dos rituais religiosos; às normas sociais; (Merriam, 1964, citado por Hummes, 2004).
  9. 9. Funções da Música Para acalmar as criançasPara a reprodução cultural Na escola:O foco educacional tem, acima de Para construirtudo, de estar nos verdadeiros significadosprocessos do fazer musical.Somente então é possível darsentido ao contexto, seja histórico, (Hummes, 2004).social, biográfico, acústico ou (Swanwick, 2003).outro. (Swanwick, 2003).
  10. 10. Música e Educação“Conhecer música não quer dizer escutá-la por acaso e sim, envolver-se com ela profundamente.”(Swanwick, 2003). O importante é saber o que a música é e o que ela pode fazer. (Ibidem).
  11. 11. Música, Áudio e Trilha Sonora Termos: “inserir som”; “inserir música”: Olhar multifacetado numa abordagem interdisciplinar. Ex.: Conceito de SOM proveniente da área da Música; da Física; da Informática. Trilha Sonora: A parte sonora de um filme; o registro obtido mediante um canal de áudio; pista sonora. (Ferreira, 2004).
  12. 12. Música, Áudio e Trilha Sonora Som e áudio: Referem-se à parte técnica de gravação no contexto educacional ou não. Música: Refere-se à parte artística, no contexto educacional ou não. Trilha Sonora de um objeto de aprendizagem pode referir-se à música de um objeto de aprendizagem e, em alguns casos, ao áudio (compreendendo sonorizações, narrações, trechos de músicas, mixagens, etc).
  13. 13.  Música eletroacústica: A músicaeletroacústica é realizada através deprocedimentos que sintetizam outransformam o som através docomputador.(Fritsch, 2008) Música instrumental: Obracomposta para ser executada apenaspor instrumentos. (Ferreira, 2004).  Música vocal: é a música feita para ser cantada por coro ou por um cantor solista. (Wikipedia, 2009).
  14. 14. Alguns formatos de áudioWMA: Windows Media Audio. Arquivo deáudio gerado no Windows Media Player,desenvolvido pelaMicrosoft.WAV: Ou WAVE (waveform ou forma de onda). Arquivo deáudio sem compressão.MP3: MPEG-1/2 Audio Layer 3. Formato de áudio que podeser comprimido em diversas qualidades.MIDI: Musical Instrument Digital Interface. Padrão decomunicação de dados entre instrumentos musicais ecomputadores.OGG: Formato de áudio comprimido com igual ou melhorqualidade que o mp3, reproduzido pelo Winamp.
  15. 15. Algumas ferramentas tocadoras e geradoras de arquivos de áudioWindows Media Player (player):http://www.baixaki.com.br/download/windows-media-player-10-portugues-.htmReal Player (player/conversor):http://www.baixaki.com.br/download/RealPlayer.htmAudacity (gravador/editor/gerador/conversor):http://audacity.sourceforge.net/?lang=ptSwitch File Sound Converter (conversor):http://www.baixaki.com.br/site/dwnld46452.htmFreecorder Toolbar (gravador/player/gerador/conversor);http://www.superdownloads.com.br/download/126/freecorder/Winamp (player ogg/mp3/wav): http://www.winamp.com/
  16. 16. Como inserir áudio em um MED No Power Point - através do botão inserir ou importar:som, áudio ou objeto; No Movie Maker - através do menu“importar áudio ou música”; No CmapTools - adicionar recursos ou adicionar eeditar links para recursos.
  17. 17. Trilha Sonora Trilha sonora - também chamada de música incidental ou música para filmes. (Sadie, 2001). Música incidental: Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. (Sadie, 2001). Source music: música contida no âmbito da ação. Música de fundo.
  18. 18. Funções da música incidental Comunicar emoções; Caracterização de mudar uma emoção personagens e Funções (estado de ânimo).idéias (Burt, 1994). (Burt, 1994) (Blanco, s/d). Associação a Ludibriar os Estabelecerdeterminado local espectadores; conotações com ou ambiente. comunicar outras áreas. (Burt, 1994). significados e (Blanco, s/d). pensamentos não verbalizados. (Wingstedt, 2005).
  19. 19. Música funcionalÉ muito Com aplicações extramusicais baseadautilizada nas nosempresas; efeitos psicofisiológicos; Para aumentar a Música funcional: produtividade dos funcionários; Para ser ouvida passivamente (como “pano de fundo”) (Nocko, 2005) (Brenner et al, 2006)
  20. 20. Música para ser ouvida passiva ou criticamente? Passivamente: A percepção Ex.: Música ambiental;se dá de maneira inconsciente. para filmes; funcional; em(Brenner et al, 2006). games; para entretenimento. Criticamente: A percepçãosonora se dá de maneiraconsciente. O ouvinte foca sua Ex.: Aprendizagematenção na música, musical; apreciação; noanalisando-a. contexto educacional.
  21. 21. Uso de Trilhas Sonoras em MEDs Duas principais abordagens: Como motivação: Uso da música de forma passiva (influenciando estados de ânimo); Como construtora de conhecimentos e significados (dependendo da proposta pedagógica do professor. Ex.: Composição coletiva).
  22. 22. Mecanismos de escuta Ouvir: Receber informação auditiva atravésdo sistema auditivo, sem prestar atenção(escuta passiva); Escutar: Dedicar atenção ao som demaneira ativa, com vontade de identificá-lo ouinterpretá-lo; Reconhecer: Identificar uma forma sonora eassociá-la a uma fonte; Compreender: Obter a informação final queno ato da escuta, procuramos no som.Interpretar o que foi escutado e reconhecido.( Schaeffer, 1966 citado por Rodríguez, 2006).
  23. 23. Exemplos de Trilha Sonorapara objetos de aprendizagem (Oas) Educação Infantil Objeto de aprendizagem Práticas Criativas na Web 2.0: http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2009/criativas/inde Trilha sonora: “Pense, tente, invente” : Letra:
  24. 24. A Trilha Sonora “Evolução” Ensino Superior OA CompEAD (Competências na EAD):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2009/compead/index.html Trilha sonora: Evolução: Metáforas: Linha do tempo e alvo. Possibilidade de download para posteriorreutilização.
  25. 25. Exemplo de trilha sonora coletiva em OA OA CompMAP (Mapeando Competências):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2010/compmap/ Ouça: Guia da Trilha: Trilha composta com sons do CODES e do JAMSTUDIO
  26. 26. Exemplo de trilha sonora em OAs OA CompMUS (Composição Musical Digital):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2011/CompMUS/
  27. 27. Trilhas Sonoras para MEDs Exemplo de uma trilha sonora coletiva feita noJAMSTUDIO e editada no AUDACITYpara o OA CompMUS:Ex.: Trilha “Movimento” (módulo 3):
  28. 28. Trilhas Sonoras para MEDs A proposta de composição coletiva de música (trilhas sonoras) para MEDs busca: Promover interações sociais e trabalho colaborativo; Aumentar o grau de interatividade com oobjeto de aprendizagem; Possibilitar a familiaridade com os sons ecom a música; Incentivar o cumprimento da Lei 9610/98;
  29. 29. Trilhas Sonoras para MEDs Promover não apenas a escuta passiva damúsica, mas uma audição (apreciação) críticacomo sujeito ativo no processo deaprendizagem; Favorecer a vivência sonora através dainteração com a música, envolvendoo sujeito cognitiva e afetivamente(audição, composição, contextualização).
  30. 30. Trilhas Sonoras para MEDs Construir significados Apreciar Vivência Sonora Criar sonsRefletir sobre os sons Interpretar sons Adicionar efeitos sonoros Editar, manipular sons
  31. 31.  Clubcreate/MusicLab:http://remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html Aviary: http://www.aviary.com/ JamStudio:http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm CODES: http://gia.inf.ufrgs.br/CODES3/# Cantabile Lite:http://www.cantabilesoftware.com/download/
  32. 32.  Conversor de áudio on-line paravários formatos: http://media.io/ Conversor de áudio: “Switch Sound FileConverter”:http://www.baixaki.com.br/site/dwnld43887.htm Ferramenta para cortar áudio: “mp3cut”:http://pt.mp3cut.net/
  33. 33.  Captura e edição de áudio: “AUDACITY”:http://audacity.sourceforge.net/ Captura, edição de áudio e sequenciamento:“KRISTAL Audio Engine”:http://busca.superdownloads.com.br/busca/kristal.html Captura, edição de áudio e sequenciamento:“Acid”: http://www.superdownloads.com.br/download/19/acid-xpress/ Captura de áudio e vídeo: “Freecorder”:http://www.baixaki.com.br/download/freecorder.htm
  34. 34.  Possibilita a publicação de obras on-line e mantém osdireitos do autor, permitindo que outros distribuam a suaobra, desde que façam referência, nas condiçõesespecificadas pelo autor:http://creativecommons.org/choose/?lang=pt Creative Commons Brasil: http://www.creativecommons.org.br/ Licenças de áudio:http://www.creativecommons.org.br/index.php?option=com_content&task=vie Website com sons (samples ou amostras) livres:http://www.freesound.org/
  35. 35.  É uma ferramenta para a composição musical digital on-line; É uma ferramenta para a criação de trilhas sonoras paraMEDs; MusicLab: remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html
  36. 36. Observações ao utilizar áudio ou construir uma trilha para um MEDA música deve estar de acordo com o público- alvo;A música deve estar contextualizada (de acordo com o conteúdo); Sonsassociados à imagens poderão ser utilizados, desde que estejam ligados ao conteúdo;
  37. 37. Observações ao utilizar áudio ouconstruir uma trilha para um MED Setiver textos escritos, evitar que músicas vocais toquem ao mesmo tempo; Nãoutilizar narração com texto na tela, simultaneamente; Editar o áudio, evitando cortes repentinos da música.
  38. 38. Créditos Nome da música. Nome do compositor. Procedênciade quem fez a mixagem e/ou edição do som.
  39. 39. Considerações finais O som pode carregar consigo toda uma bagagem emotiva e interpretativa que o texto escrito nem sempre consegue transmitir com a mesma intensidade. A música presente em MEDs, com a mediação do professor, pode levar à construção de conhecimentos musicais a partir da audição crítica e da interatividade. Nessa audição crítica ou escuta consciente, o sujeito não é apenas passivo (recebe as informações prontas), mas construtor de significados e do próprio conhecimento.
  40. 40. Referências BibliográficasARANTES, V. A. Afetividade e Cognição: Rompendo a dicotomia naeducação. In: VIDETUR, n. 23. Porto/Portugal: Mandruvá, 2003.BEHAR, Patrícia e colaboradores. Modelos Pedagógicos em Educação aDistância. Ed. Artmed, Porto Alegre, 2009.BEHAR, Patrícia Alejandra e TORREZZAN, Cristina Alba. Metas do designpedagógico: um olhar na construção de materiais educacionais digitais.Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 3,2009. Disponível em:<http://www.br-ie.org/pub/index.php/rbie/article/viewFile/1023/1015>. Acesso em13 mai. de 2010. BURT, G. The Art of Film Music. Northeastern University Press. EUA.1994.BENENZON, Rolando O. Manual de Musicoterapia. Tradução deClementina Nastari. Rio de Janeiro: Enelivros, 1985.BHARUCHA, Jamshed J.; CURTIS, Meagan e PAROO, Kaivon. Varietis ofmusical experience. Tufts Ubiversity, Medford, MA 02155, USA. 2006.BLACKING, John. Music Children’s Cognitive and Affective Development:Problems posed ethnomusical research. In: WILSON, Frank &ROEHMANN, Franz L. Music and child development. Proceedings of theDenver Conference, 1987. P.68-78.
  41. 41. BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA. Lei 9.610/98. Brasília-DF. Disponívelem: <http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/direitos-autorais-politicas/document>. Acesso em 14 mai. de 2010.BRENNER, Thomas R.; FRIGATTI, Eduardo F.; OSELAME, Mariane M. eSIMÕES, Pierângela. XII Simpósio Brasileiro de Musicoterapia. Análise dautilização da música funcional em supermercados na cidade de Curitiba. 06 a09 set, 2006, Goiânia –GO. Disponível em: <http://www.sgmt.com.br/anais/p02pesquisaresumoexpandidooral/RECO07-Brenner_ >. Acesso em 22 fev. de 2010.DUARTE, Mônica. A interação social no processo de criação de trilhassonoras: perspectiva para o ensino de música. XVI Congresso daAssociação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música(ANPPOM). Brasília, 2006.HUMMES, Júlia. Por que é importante o ensino de música? Consideraçõessobre as funções da música na sociedade e na escola. Revista da ABEM.Vol.11, 17-25, set. 2004. Disponível em: <http://www.abemeducacaomusical.org.br/Masters/revista11/revista11_artigo2.pdf.> Acesso em 16 fev. de 2010.
  42. 42. LONGHI, Magali Teresinha; BEHAR, Patrícia Alejandra e BERCHT, Magda.AnimA-K: recognizing student’s mood during the learning process. SampleWord Paper for Co-located Conferences at the 9th WCC Congress. July,27-31, Brazil, 2009. Disponível em: <http://www.wcce2009.org/proceedings/papers/WCCE2009_pap253.pdf >.Acesso em 29 mar. de 2010.FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio dalíngua portuguesa. 3ª Ed. Curitiba: Positivo, 2004.FRITSCH, Eloi F. Música eletrônica: uma introdução ilustrada. PortoAlegre: Editora da UFRGS, 2008.FRITSCH, Eloi F.; FLORES, Luciano V.; MILETTO, Evandro M.; VICARI,Rosa M. e PIMENTA, Marcelo S. Software musical e sugestões deaplicação em aulas de música. Disponível em:http://www6.ufrgs.br/mt/softwaremusical.htm. Acesso em 19 fev 2010. MAFFIOLETTI, Leda A. Diferenciações e integrações: o conhecimentonovo na composição musical infantil. Porto Alegre: UFRGS, 2005. Tese(Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação,Universidade Federal do Rio grande do Sul, Porto Alegre, 2005.MED, Bohumil. Teoria da música. 4ª Ed. rev. e ampl. Brasília, DF:Musimed, 1996.
  43. 43. Página Web.COMPRARÉ. Extensão de Arquivos. 2009. Disponível em:http://www.comprape.com.br/Dicionario-de-extensao-de-arquivos.aspx. Acesso em24 fev. de 2010.MILETTO, Evandro; FLORES, Luciano V.; PIMENTA, Marcelo S. e VICARI, RosaM. CODES: Um Ambiente para Prototipação Musical Cooperativa Baseado naWeb. XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Computação – 22 a 29 jul.Unisinos, 2005.NOCKO, Caio M. A sociedade da música da mídia. Anais III Fórum de PesquisaCientífica em Arte. Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Curitiba, 2005.Disponível em: <http://www.embap.pr.gov.br/arquivos/File/anais3/caio_nocko.pdf.>Acesso em 29 mar. de 2010.PIAGET, Jean. Development and learning. In LAVATTELLY, C. S. e STENDLER,F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt BraceJanovich, 1972. Texto traduzido por Paulo Francisco Slomp destinado aos estudosdesenvolvidos na disciplina Psicologia da Educação B. UFRGS.RODRIGUES, Rodrigo Fonseca e. A experiência da música e as escutascontemporâneas. Revista FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia. Vol.1, nº19,2002. Disponível em:http://200.144.189.42/ojs/index.php/famecos/article/viewArticle/331.Acesso em 19 nov. de 2010.
  44. 44.  RODRÍGUEZ, Ángel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual.Senac: São Paulo, 2006.RUIZ, Valdete Maria e OLIVEIRA, Marli Jorge Vischi. A Dimensão Afetiva daAção Pedagógica. EDUC@ação - Rev. Ped. - UNIPINHAL – Esp. Sto. doPinhal – SP, v. 01, n. 03, jan./dez. 2005.SADIE, Stanley. Dicionário Grove de música: edição concisa. Editado porStanley Sadie; editora- assistente Alison Latham. Tradução EduardoFrancisco Alves.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1994._____. The New Grove Dictionary of Music and Musicians. 2ª Ed. Editadopor Stanley Sadie. Editor executivo: John Tyrrell. 2001.SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. São Paulo:Moderna, 2003.SWANWICK, K.; TILLMAN, J. The sequence of musical development: a studyof children’s composition. British Journal of Music education, v.3,p.305-339, 1986.
  45. 45. Obrigada pela atenção!

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