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A Cauda Longa e porque o rock acabou

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A Cauda Longa e porque o rock acabou

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Conteúdo apresentado no "Quem sabe ensina", nosso encontro mensal de estudos aqui na Divera. Teoria essencial para quem quer entender o escalonamento de produtos e serviços. A Cauda Longa explica a hipersegmentação e o "sumiço" de alguns mercados antes muito evidentes e agora quase ausentes. Como exemplo, usei meu estilo de música preferido para explicar um pouco o que acontece dentro da nossa bolha musical aqui no Brasil.

Conteúdo apresentado no "Quem sabe ensina", nosso encontro mensal de estudos aqui na Divera. Teoria essencial para quem quer entender o escalonamento de produtos e serviços. A Cauda Longa explica a hipersegmentação e o "sumiço" de alguns mercados antes muito evidentes e agora quase ausentes. Como exemplo, usei meu estilo de música preferido para explicar um pouco o que acontece dentro da nossa bolha musical aqui no Brasil.

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A Cauda Longa e porque o rock acabou

  1. 1. e porque o rock "acabou"
  2. 2. • Quando o valor conjunto de todos os milhões de itens que vendem poucos exemplares for igual ou maior do que os poucos itens que vendem milhões cada um? • Quando um grupo de crianças sem intenção de lucro for capaz de gravar uma canção ou produzir um vídeo, distribuindo-os pelos mesmos meios eletrônicos explorados pelas mais poderosas empresas de grande porte?
  3. 3. • Começou com artigo publicado na revista Wired em Outubro/2004 – Fruto de artigos publicados no blog thelongtail.com e comentários de visitantes (Lean Startup) • "A nova economia do entretenimento"
  4. 4. ANTES - poucos programas para muitos (BROADCASTING) • Produtos "arrasta quarteirões" • Indústria do entretenimento • Hits imperavam Grupo Polegar no programa Viva a Noite
  5. 5. Pra quem não sabe...
  6. 6. Agora sim! • Ainda funciona um pouco assim, mas não com a mesma força de antes • E agora existem outras formas, mais democráticas, de ganhar fama...
  7. 7. Grandes sucessos, definem cultura!
  8. 8. Começou com os rádios e TV pós-guerra
  9. 9. Começou com os rádios e TV pós-guerra
  10. 10. Histórico de audiência da Globo
  11. 11. Bancos Tradicionais x Fintechs
  12. 12. Top 10 MTV
  13. 13. HOJE - muitos programas para uma pessoa 2h de TV por semana + podcast NERD + clipes no youtube + games no Steam + séries na Netflix + leitura mangá japonês online ** Não diferenciamos mais o conteúdo profissional do amador
  14. 14. HOJE - muitos programas para uma pessoa
  15. 15. O que existe mais... Hits não hits? ou
  16. 16. • Existem muito mais "não hits" que são negligenciados, mas atingem milhões de pessoas! • Micromercados • Microestrelas
  17. 17. Hits 70 filmes produzidos em 2020 80 novas séries em Out/2022 Não hits! • Estoque digital proporciona espaço ilimitado e não gera custos + facilidades para acessar os minimercados
  18. 18. A cauda é maior do que pensávamos! • A variedade pode ser infinita • Pela internet, é economicamente viável • Tudo junto, é lucrativo!
  19. 19. Economia da abundância!
  20. 20. Faça (1), divulgue(2) e me ajude a encontrar(3)
  21. 21. • Com a não mais necessidade de estoques físicos, podem-se ter todas as variedades possíveis • Sem contar os produtores independentes • Acesso a equipamentos de produção de conteúdo • Máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de gravação de áudio, matérias-primas em geral compradas da China a custos irrisórios...
  22. 22. "Nunca subestime o poder de um milhão de amadores com as chaves da fábrica" Hoje "qualquer um" pode ter um estúdio em casa https://www.dropbox.com/s/2cz0uiqpejeg36o/Mania%20de%20VC%20-%20Shout.mp3?dl=0
  23. 23. • Internet mais rápida, mecanismos de busca • Celulares mais modernos e "acessíveis" • Netflix, Amazon, Spotify, Youtube, Google Ads, Magazine Luíza, Elo7, iFood...
  24. 24. Democratização da Distribuição
  25. 25. Já assistiu na Netflix?
  26. 26. O dilema das redes
  27. 27. Como as redes te viciam? • Lembra das recomendações com IA e BigData para a "ligação entre oferta e demanda"? • Os algoritmos indicam conteúdos que vão te manter o maior tempo possível lá dentro. Qual o efeito disso?
  28. 28. • Desde a época colonial até 1930, a economia brasileira foi organizada economicamente por meio da produção e exportação de algumas poucas "commodities" agrícolas, cujas características centravam-se na produção de gêneros que interessavam ao mercado internacional. – Café, borracha, cacau, açúcar
  29. 29. • No período a partir de 1930, em que as grandes figuras foram Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, o Estado desempenhou um papel ativo na industrialização do país: – Proteção da indústria nacional através de um regime de substituição de importações: economia mais direcionada ao mercado interno. – Iniciou, a partir de 1968, um processo de exportação de manufaturados muito bem sucedido! Políticas econômicas desenvolvimentistas
  30. 30. • O governo Fernando Collor teve, como principal lema, a falência do projeto desenvolvimentista como motor de crescimento. • Em particular, a baixa qualidade dos automóveis e computadores nacionais, protegidos por altas barreiras alfandegárias, foi utilizada como exemplo da incapacidade do governo como grande empresário.
  31. 31. A partir de então: • Crescente abertura comercial • Privatizações Diversas empresas de baixa eficiência, principalmente do setor de informática, foram à falência, enquanto a qualidade dos produtos disponíveis teve uma melhora substancial. Competição com empresas extrangeiras, devido a abertura de mercado.
  32. 32. Viratempo Terno Rei

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