Atividade franklin

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Atividade franklin

  1. 1. Pesquisa: princípio científico e educativo
  2. 2.  No capítulo I o autor visa desmitificar a pesquisa e todo o pragmatismo que existe no meio acadêmico em torno dela; o autor enfatiza que devemos reconhecer a implicação natural na prática, para irmos além de todas as possíveis virtudes teóricas, em particular da sua conexão necessária com a socialização do conhecimento.  Ele expõe que o professor que ensina necessita pesquisar; quem pesquisa carece ensinar. Ressalta a importância do Professor pesquisador, o professor que apenas ensina jamais o foi. Pesquisador que só pesquisa é elitista explorador, privilegiado e acomodado.
  3. 3.  Ele diz que para pesquisar o Professor deve: Conhecer os teóricos relevantes; atualizar-se; investir na consciência crítica.  Nada melhor para o pesquisador do que o campo prático, pois nele se experimentam todas as teorias em ação.  Teoria e prática detêm a mesma relevância científica e constituem no fundo um todo só. Uma não substitui a outra e cada qual tem sua lógica própria.
  4. 4.  A atual instituição universitária está em decomposição pois distanciou-se de seu objetivo que era formar cidadãos para intervir na sociedade, seja porque se mantém medieval, e perdeu a noção essencial de mérito acadêmico em troca da burocratização funcional, seja porque é muito pouco produtiva e criativa, custando muito além do que vale para a sociedade que a sustenta.  O Professor tido como ministrador de aulas, enfraquece o processo pois é o detentor do saber.
  5. 5.  Algumas marcas expressam a impropriedade flagrante da função de professor, banalizada na condição de repassador de conhecimento alheio.  A função do professor nessas instituições precisa ser revista afim de assegurar maior participação dos alunos no processo de aprendizagem e tornando-os autores e pesquisadores autônomos.  Se a pesquisa é a base do ensino, a recíproca é verdadeira, pois o ensino é a base da pesquisa.
  6. 6.  Podemos notar mais claramente o despreparo do professor quando a maioria dos professores se espantaria ao extremo se colocássemos a pesquisa como primeiro desafio do aluno, porque se considera o aluno como incapaz de realizar a pesquisa.  E por vezes quando o professor se aventura em realizar e incentivar a pesquisa em sala de aula, Essa posição é muitas vezes confundida com seminário, entendido como mesa-redonda, na qual todos discutem juntos.
  7. 7.  O professor deve se posicionar como um incentivador, o motivador que instiga no aluno o interesse por aprender.  O autor posiciona-se questionando sobre uma das coisas mais ridículas em ciências sociais é a teoria sem prática, ou a teoria como prática.  Embora a pesquisa seja uma conquista lenta e progressiva, começa no primeiro semestre. É normal que os alunos se sintam perdidos
  8. 8.  O professor tem seu lugar, como pesquisador e orientador, para motivar no aluno o surgimento do novo mestre.  “Dar conta de um tema” significa, pois, retomar o contexto do trabalho científico, geralmente apresentado como caminho de comprovação de hipóteses.  A avaliação pode não respeitar o ritmo de cada um em seu desenvolvimento intelectual e social, partindo para comparações externas e de cima para baixo.
  9. 9.  Todavia, como não adianta mascarar a desigualdade social, a avaliação acaba tornando-se inevitável e tem o seu protótipo mais duro na “mercadoria”, que tem custo.  A farsa reaparece hoje na universidade, quando se busca privilegiar caminhos que dispensam avaliação do desempenho, mormente a promoção por mero tempo de serviço.
  10. 10.  Na escola deve emergir o desafio da ciência, até porque, em nome da pesquisa, todo “professor” deve ser cientista.  Emancipação quer dizer recuperar o espaço próprio que outros usurparam, já que poder não é bem abundante disponível, mas apropriado no contexto do conflito social.  A escola — que não faz milagres — pode desenvolver papel estratégico como instrumento público de equalização de oportunidades, à medida que se torna espaço privilegiado popular.
  11. 11.  O conceito de pesquisa é fundamental, porque está na raiz da consciência crítica questionadora, desde a recusa de ser massa de manobra, objeto dos outros.  Os “professores” se dizem “ensinadores”, porque na universidade foram obrigados a apenas aprender. De modo geral, um “professor” de educação básica não sabe elaborar com mão própria.  A amplitude da aplicação do conceito de pesquisa deve ser modulada de acordo com as funções na escola.
  12. 12.  O professor precisa investir na ideia de chegar a motivar o aluno a fazer elaboração própria, colocando isso como meta da formação.  O aluno não vai reinventar a lei da gravidade ou o alfabeto. Mas poderá internalizar sem decorar, aprender significativamente.  A cola, no confronto com o domador, contém típica duplicidade, como todo fenômeno político. Signo da mediocridade, é, ao mesmo tempo, reprodução reles, plágio, roubo.
  13. 13.  O boletim sempre revela “notas” também referidas a comportamento, por vezes cultivando moralismos baratos, envoltos em disciplinas quadradas.  Colabora na decadência da escola pública sem dúvida a atuação estatal, que tende a retratar nela a própria pobreza de um Estado afastado dos compromissos para com a sociedade e de uma sociedade subjugada como massa de manobra.

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