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  • 54. Metodologia de Slater Factores determinantes na escolha do Transporte: Características do cliente Características ambientais Características do produto Características da empresa In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho
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  • 59. Metodologia de Slater Passos para determinação das alternativas de modos de transporte In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho
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  • 62. Metodologia de Slater Ferramentas para decisões sobre transporte In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho
  • 63. Metodologia de Slater In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho Nacional Internacional
  • 64. Metodologia de Slater In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho
  • 65. Metodologia de Slater In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho
  • 66. Metodologia de Slater In “Logística”, J. M. Crespo de Carvalho
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Notas do Editor

  1. Revolução industrial, sec 19
  2. A globalização e o alargamento a Leste constituem novos desafios para a Europa dos transportes. O rápido crescimento do transporte de mercadorias está na origem de congestionamentos, ruído, poluição e acidentes. Os transportes tornaram-se mais dependentes dos combustíveis fósseis. Comissão Europeia conclui que, se não forem tomadas as medidas adequadas, a situação continuará a piorar, com consequências cada vez mais marcadas para a competitividade da Europa e para o ambiente. Comissão Europeia propõe, que se aposte na modernização da logística, de modo a aumentar a eficácia dos vários modos de transporte e das suas combinações, pretendendo nomeadamente, realizar uma melhor repartição do tráfego, mediante a sua transferência para modos de transporte mais respeitadores do ambiente, mais seguros e mais eficazes do ponto de vista energético.
  3. De acordo com as estimativas, o sector da logística representa um montante de cerca de: 5 400 mil milhões de euros a nível mundial, ou seja, cerca de 13,8% do PIB mundial. Em média, os custos da logística representam entre 10 e 15% do custo final dos produtos acabados. Embora tenha adquirido uma cada vez maior importância, a logística ainda não é objecto de análises estatísticas fiáveis. Contudo, as empresas comunitárias reconhecem que existem cada vez mais alternativas concorrenciais ao transporte rodoviário.
  4. Quase 78% do valor do nosso comércio internacional de mercadorias é transaccionado com outros países da União Europeia e 83% realiza-se por ia rodoviária. Em relação ao comércio com outros continentes 68% do valor de bens transaccionados realiza-se por via marítima. Dentro de Portugal o meio mais utilizado é o rodoviário. As cadeias de abastecimento tem os seus sistemas Logístico quase exclusivamente detidos por operadores concentrados junto das zonas metropolitanas de Lisboa e Porto. Além disso, o sistema de transporte fortemente apoiado no sector rodoviário contraria a inter modalidade, apresenta muitos problemas de infra estruturas e ao nível do ambiente.
  5. Segundo o World Competitiveness Yearbook 2005, Portugal estava na 30ª posição de um conjunto de 60 países quanto á densidade da rede de estradas por km2. Situação geográfica proporciona ao transporte marítimo, movimento de cerca de 55 milhões de toneladas por ano. Possuímos portos com terminais especializados, adequados e competitivos que são uma mais valia. A nossa localização geostratégica precisa de se tornar parte da aposta de posicionamento económico. O poro de Sines apresenta características que o tornam um dos melhores portos portugueses, no entanto sub-utilizado. Dadas as relações históricas com povos distantes o aeroporto de Lisboa constitui hoje uma ponte de ligação assinalável. As nossas principais fragilidades a nível ferroviário prendem-se com a inexistência de uma ligação ao porto de Aveiro e melhorar a ligação do porto de Sines a Espanha.
  6. Segundo o World Competitiveness Yearbook 2005, Portugal estava na 30ª posição de um conjunto de 60 países quanto á densidade da rede de estradas por km2. Situação geográfica proporciona ao transporte marítimo, movimento de cerca de 55 milhões de toneladas por ano. Possuímos portos com terminais especializados, adequados e competitivos que são uma mais valia. A nossa localização geostratégica precisa de se tornar parte da aposta de posicionamento económico. O porto de Sines apresenta características que o tornam um dos melhores portos portugueses, no entanto sub-utilizado. Dadas as relações históricas com povos distantes o aeroporto de Lisboa constitui hoje uma ponte de ligação assinalável. As nossas principais fragilidades a nível ferroviário prendem-se com a inexistência de uma ligação ao porto de Aveiro e melhorar a ligação do porto de Sines a Espanha.
  7. A nossa posição no ranking dos transportes está acima da média dos índices de competitividade da economia portuguesa. No entanto a articulação entre estes é o grande problema , aí necessitamos evoluir e melhorar, para que sejamos mais competitivos e eficientes. Para isso é importante melhorar a nivel de tecnologia e diminuir a burocracia introduzindo sistemas de bilhética sem contacto, sistemas de video vigilancia, sistemas de orientação do publico, informação facilmente acessível relativamente a horários, itinerários, etc.. Relativamente á Logística de transporte o problema centra-se na falta de terminais multimodais, assim é necessário aumentar o numero destes, promovendo a inter modalidade.
  8. O país evidencia alguma capacidade excedentária de armazenamento de transporte, face á capacidade económica actual. O atomismo do sistema logístico/transporte tem consequências na formação dos seus agentes, resultando na manutenção de esquemas de gestão menos eficientes e na dificuldade de aproveitamento dos factores escala e especialização.
  9. A Comissão pretende intervir nos domínios seguintes: Identificar os estrangulamentos : a Comissão pretende recensear os estrangulamentos, de modo a ultrapassar os obstáculos colocados à logística e à fluidez do tráfego. Tirar partido das tecnologias de informação e de comunicação : a Comissão pretende associar sistemas como o GALILEO à logística, no que diz respeito à localização e ao acompanhamento da carga. As empresas deverão igualmente ter acesso a esta tecnologia a baixo custo. A logística deverá, por conseguinte, constituir uma prioridade no âmbito do sétimo programa-quadro de investigação. Tirar partido das tecnologias de informação e de comunicação : o ensino e a formação no domínio dos transportes são muito díspares a nível europeu. A Comissão tem, por conseguinte, vindo a estudar a possibilidade de criar uma certificação para os especialistas em logística. Já foram realizados trabalhos nesta área no âmbito do Programa Leonardo Da Vinci, no domínio da formação profissional. Tirar partido das tecnologias de informação e de comunicação : a Comissão pretende poder dispor de um quadro fiável da qualidade logística do mercado europeu de transportes. A Comissão tenciona assim trabalhar no sentido de desenvolver metodologias e indicadores adequados para o efeito. Utilizar melhor as infra-estruturas : certas situações estão na origem de estrangulamentos e prejudicam a fluidez do tráfego. Ora, a construção de novas infra-estruturas não constitui a única solução para o problema. A Comissão considera, por conseguinte, que as instalações de transbordo, designadamente os portos marítimos e os aeroportos, deverão utilizar soluções tecnológicas modernas, nomeadamente a informática de ponta. A regulamentação deverá, portanto, prever um quadro adequado para alcançar este objectivo. Criar um certificado de qualidade : o sector de transportes já utiliza diversos indicadores de desempenho ou valores de referência para avaliar ou controlar a qualidade dos seus serviços (nomeadamente no caso do transporte aéreo). Poderá, por conseguinte, ser criado um certificado de qualidade, a alargar aos outros modos de transporte da cadeia logística. Simplificar as cadeias multimodais : os trâmites poderão ser simplificados e facilitados por meio de um balcão administrativo único, de modo a poder cumprir todas as formalidades aduaneiras de forma coordenada. Promover uma estrutura regulamentar da multimodalidade a nível mundial : a responsabilidade no âmbito dos transportes internacionais é regida por convenções. Estas prevêem, com frequência, regras diferentes de acordo com os modos de transporte, o que impede a sua utilização combinada. A Comissão pretende, por conseguinte, promover a criação de um quadro regulamentar ao nível mundial. A utilização de um documento global de transporte poderá também contribuir para reduzir o grau de fragmentação dos regimes de responsabilidade. Estabelecer normas europeias de carregamento : as regras aplicáveis às dimensões dos veículos e unidades de carregamento deverão ser adaptadas às necessidades da logística moderna e da mobilidade sustentável. A Comissão apresentou, de resto, uma proposta de normas europeias comuns para as unidades de carregamento intermodais. De facto, existe uma grande diversidade de configurações, o que aumenta os custos do transporte intracomunitário
  10. É importante a integração da rede de transportes na rede ibérica, europeia e transeuropeia. Mobilidade sustentável das pessoas é fundamental. Apostar na vertente comercial e empresarial relativamente aos nossos portos com o objectivo de sermos uma grande plataforma marítima da Europa. Desburocratização das actividades portuárias importante para a internacionalização e a inter modalidade. Maximizar a eficiência do transporte marítimo e impulsionar outros, como os fluviais e o ferroviário nos percursos mais longos, uma vez que o rodoviário é essencial no transporte de proximidade. Incorporação de logística num modelo de gestão racional, no seguimento dos países mais desenvolvidos.
  11. Uma vez que o transporte rodoviário assume um papel relevante, existem alguns aspectos que interessa considerar no que diz respeito a monitorização e controlo deste tipo de transporte. Existem algumas razoes para as quais devemos ter um controlo de transporte rodoviário. Entre as quais: -Recursos: a frota de transporte depende de vários recursos de grande valor tais como, os tractores, trailers, camiões até aos condutores. É preciso garantir que estes recursos satisfaçam o desenvolvimento de um conjunto de prazos de entrega eficientes, de modo a manter os veículos e condutores na estrada. Ferramentas do foro informático para gestão de rotas e horários assumem um papel relevante nesta área. -Serviço: transporte e entrega de encomendas age como o principal interface físico com o cliente, sendo assim é necessário que todos os requisitos de serviço do cliente sejam servidos. Tais como cumprimento dos prazos de entrega e em bom estado. -Custos: existem custos associados a entrega, nomeadamente pneus e etc. Uma boa gestão de tempo e espaço, permite minimizar estes custos. -Manutenção: é importante assegurar uma manutenção periódica para que não haja falhas inesperadas do veículo pondo em causa o serviço e podendo aumentar os custos operacionais. Substituição: é muito importante saber quando trocar de veiculo, e que tipo de veiculo comprar para substituição. Um bom sistema de gestão de frota deve conseguir uma boa solução para este tipo de problemas. -Segurança e supervisão: a tecnologia moderna permite saber em tempo real onde se encontram os veículos, isto permite calcular até aos minutos uma operação de entrega.
  12. Uma vez que o transporte rodoviário assume um papel relevante, existem alguns aspectos que interessa considerar no que diz respeito a monitorização e controlo deste tipo de transporte. Existem algumas razoes para as quais devemos ter um controlo de transporte rodoviário. Entre as quais: -Recursos: a frota de transporte depende de vários recursos de grande valor tais como, os tractores, trailers, camiões até aos condutores. É preciso garantir que estes recursos satisfaçam o desenvolvimento de um conjunto de prazos de entrega eficientes, de modo a manter os veículos e condutores na estrada. Ferramentas do foro informático para gestão de rotas e horários assumem um papel relevante nesta área. -Serviço: transporte e entrega de encomendas age como o principal interface físico com o cliente, sendo assim é necessário que todos as necessidades do cliente sejam satisfeitas. Tais como cumprimento dos prazos de entrega e em bom estado. -Custos: existem custos associados a entrega, nomeadamente pneus e etc. Uma boa gestão de tempo e espaço, permite minimizar estes custos. -Manutenção: é importante assegurar uma manutenção periódica para que não haja falhas inesperadas do veículo pondo em causa o serviço e podendo aumentar os custos operacionais. Substituição: é muito importante saber quando trocar de veiculo, e que tipo de veiculo comprar para substituição. Um bom sistema de gestão de frota deve conseguir uma boa solução para este tipo de problemas. -Segurança e supervisão: a tecnologia moderna permite saber em tempo real onde se encontram os veículos, isto permite calcular até aos minutos uma operação de entrega.
  13. Existem vários sistemas que ajudam o gestor de frotas a controlar, a administrar e a escolher as melhores rotas, contudo é necessário alguma informação para que seja gerada um conjunto de dados para o gestor analisar e chegar a uma solução optimizada, que é: Manutenção periódica: -Controlo de peças do veículo: -gestão de frota:
  14. - Manutenção periódica: isto inclui o tempo de serviço do veículo e a manutenção, de rotina e de não rotina do mesmo, disponibiliza informação do tipo: histórico de serviço; relatórios de manutenção; análises de custo das reparações efectuadas.
  15. -Controlo de peças do veículo: inclui o controlo de peças suplentes dos veículos, informação: inventario de stock, informação técnica do fornecedor, localização do stock, relatórios de stock, geração de ordens de compra.
  16. -gestão de frota: garantem que os veículos estão legais para circularem na estrada, inclui renovação de licenças, seguros, relatórios requeridos pelo estado, etc.
  17. Custo de frota: contem informação sobre os custos de veículos. Gera análises sobre o custo de cada veículo e da frota. Inclui: analises de custo do veiculo, analises de custo do condutor, custos globais da frota.
  18. Os objectivos de gestão de frotas são: Maximizar o tempo de uso dos veículos, i.e. assegurar que trabalham o máximo tempo possível Maximizar a capacidade de utilização dos veículos, i.e. que estão carregados completamente. Minimizar a kilometragem, andar o menos possível Minimizar o número de veículos usados, minimizar os custos.
  19. Qualquer solução de transporte a escolher envolve várias variáveis, estando dependente: - da cadeia de abastecimento em causa - do valor real acrescentado pelo modo de transporte escolhido - dos custos que lhe estão associados A metodologia de Slater aposta em: - recolher os factores determinantes na escolha de transporte
  20. Definir a natureza do transporte (nacional ou internacional) Preocupações com as características enumeradas no diagrama Avaliação das características dos vários modos de transporte Fazer o levantamento das variáveis: Nível de serviço Tempo de resposta Custo Forma de financiamento
  21. FOB – Free on Board, ou seja, segundo esta modalidade de entrega as despesas - desde o armazém do vendedor - até ao porto de origem são suportadas pelo vendedor.
  22. Passos para determinação das alternativas de modos de transporte
  23. Ferramentas para decisões sobre transporte
  24. No fim de construir a matriz: - escolhemos o que melhor se enquadrar no problema de transporte em questão, isto é, - o que melhor serve a empresa e os clientes, ou seja, - aparentemente, a melhor solução para o problema
  25. Repetem-se os passos da matriz anterior - nesta matriz e - nas matrizes seguintes
  26. Neste momento, depois das 4 escolhas das matrizes anteriores, temos a nossa solução final. Ter em atenção factores como: Mutação tecnológica Tendências ambientalistas Variação das cargas transportadas