Poema de Camões

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Poema de Camões

  1. 1. Poema de Camões
  2. 2. O céu, a terra, o vento sossegado…As ondas, que se estendem pela areia…Os peixes, que no mar o sono enfreia…O nocturno silêncio repousado…O pescador Aónio, que, deitadoonde co vento a água se meneia,chorando, o nome amado em vão nomeia,que não pode ser mais que nomeado:-Ondas (dezia), antes que Amor me mate,torna-me a minha Ninfa, que tão cedome fizestes à morte estar sujeita.Ninguém lhe fala; o mar de longe bate,move-se brandamente o arvoredo;leva-lhe o vento a voz, que ao vento deita.CamõesQuadraTercetoQuadraTerceto
  3. 3. O céu, a terra, o vento sossegado…As ondas, que se estendem pela areia…Os peixes, que no mar o sono enfreia…O nocturno silêncio repousado…O pescador Aónio, que, deitadoonde co vento a água se meneia,chorando, o nome amado em vão nomeia,que não pode ser mais que nomeado:-Ondas (dezia), antes que Amor me mate,torna-me a minha Ninfa, que tão cedome fizestes à morte estar sujeita.Ninguém lhe fala; o mar de longe bate,move-se brandamente o arvoredo;leva-lhe o vento a voz, que ao vento deita.Esquema rimático: ABBA ABBA CDE CDE

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