36 clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço

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36 clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço

  1. 1. Clínica e Epidemiologia dosTumores de Cabeça e Pescoço Márcia Vilela Gonçalves Médica Oncologista CGO Centro Goiano de Oncologia
  2. 2. Anatomia•Fossas e Seios Nasais•Boca•Faringe•Laringe•Tireóide•Glândulas Salivares•Tecidos Moles e Conjuntivo do Pescoço (nervo, osso, músculo, cartilagem, vasos, pele, mucosa)
  3. 3. Sitios Anatomicos mais comuns• Cavidade Oral• Faringe : nasofaringe, orofaringe e hipofaringe• Laringe
  4. 4. Histologia•Carcinoma –origem tecido epitelial (pele e mucosa). São os mais comuns - CEC.•Sarcoma –origem tecido conjuntivo (osso, músculo, cartilagem)•Linfoma –origem tecido linfóide• Adenocarcinomas de glandulas salivares•Melanoma –origem melanócitos
  5. 5. Tumor de Boca
  6. 6. Tumor de Labio Inferior
  7. 7. Tumor de Língua
  8. 8. Leucoplasia
  9. 9. Sarcoma de Gengiva
  10. 10. Tumor de Parotida
  11. 11. Laringe
  12. 12. Sítios mais comuns
  13. 13. Epidemiologia• 664.000 casos/ano, 2/3 em países em desenvolvimento• Incidência: 3:1 homens: mulheres• CECs: 90%• Maioria de cavidade oral, seguidos de tumores de Faringe e Laringe• Aumento da incidência de tumores de cavidade oral em pctes jovens (<45) HPV positivos. Tumores com melhor prognóstico.
  14. 14. Epidemiologia• Sobrevida em 5a: 60% X 40% (brancos/negros)• Tabagismo aumenta o risco de 5 a 25X o risco• Etilismo associado pode elevar 40X o risco• Má higiene oral e etilismo• Carência de Vit A e ferro• Epstein Bar virus assoc com Nasofaringe• HPV (16, 18, 31): 25% HNC, 60% dos HNC de orofaringe
  15. 15. Diagnóstico• Endoscopias aerodigestivas com biópsias• Tomografias• PET
  16. 16. Principais fatores• Estadiamento: TNM• Performance Status• Comorbidades
  17. 17. Estádios mais comuns
  18. 18. Modalidades Terapêuticas• Cirurgia• Radioterapia• Quimioterapia• Quimioradioterapia• Tratamento multidisciplinar é o “’gold standart” para estes tipos de tumor
  19. 19. Historico• 1960 a 1980 - Cirurgia e/ ou Radioterapia• 1991 - introduzido o conceito de preservação de órgão - estudo em ca de laringe• 2003 - Forastiere - RTOG 91-11 - 3 braços - QT/RT teve melhores taxas de preservação com mesma sobrevida• Preservação de órgão – conceito consolidado• Terapia alvo já é realidade
  20. 20. Associação QT+RT
  21. 21. Conclusão• Tumores pouco frequentes• Relacionados com hábitos de vida• Grande repercussão sócio-econômica• Potencial piora da Qualidade de vida• Preservação de órgão já é realiadade• Tratamento deve ser multidisciplinar para atingir objetivos na preservação, cura e reabilitação dos pacientes

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