SlideShare uma empresa Scribd logo

10 neoadjuvância em câncer de esôfago quando o que fazer com c cr

ONCOcare
ONCOcare
1 de 62
Baixar para ler offline
Neoadjuvância em Câncer de Esôfago:
  Quando? O que fazer com cCR?

      Dr. Héber Salvador de Castro Ribeiro
      Departamento de Cirurgia Abdominal
      Hospital do Câncer AC Camargo – SP
   Não possuo conflitos de interesse;
Introdução

    Incidência:
       1% de todos os tumores

       6% dos tumores gastrointestinais

       Adenocarcinoma e CEC > 90%



    Alta variabilidade na incidência:
       Tipo histológico, áreas geográficas, gênero, raça,
        etnia, hábitos e status socioeconômico.
Epidemiologia
                     Incidência homens por 100mil habitantes



                         Maior incidência na Ásia central
                          e sudeste (50 a 200 casos /
                              100.000 habitantes)

                                                            Regiões da
                                                             Europa




                                                               Cinturão asiático
                                                            China, Irã, Afeganistão,
                                                            Rússia, Índia, Mongólia

              Cone sul                        Sudeste da
                                                África

 482.000 casos novos e 407.000 óbitos/ano (mundo, 2008)                       IARC
Epidemiologia


     BRASIL

    8º incidência

    6º mortalidade

    4H:1M

    região sul (> 20 casos novos/ 100mil)
Carcinoma de Esôfago

                        Mudança na incidência de acordo com tipos histológicos
                              35

                              30                                 CEC
       Incidência / 100 000




                              25

                              20

                              15

                              10
                                                        Adenocarcinoma
                              5

                              0
                                   1975   1980   1985   1990             1995         2000



                                                                 Pohl H ; Welch HG - J Nat Cancer Inst 2005;97
Anúncio

Recomendados

12 como selecionar e quando indicar neoadjuvância nos tumores gástricos
12   como selecionar e quando indicar neoadjuvância nos tumores gástricos12   como selecionar e quando indicar neoadjuvância nos tumores gástricos
12 como selecionar e quando indicar neoadjuvância nos tumores gástricosONCOcare
 
Protocolo De Tumor De Esôfago
Protocolo De Tumor De EsôfagoProtocolo De Tumor De Esôfago
Protocolo De Tumor De EsôfagoVagner
 
16 cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...
16   cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...16   cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...
16 cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...ONCOcare
 
06 quimioterapia intraperitoneal no câncer de ovário - indicações, resultad...
06   quimioterapia intraperitoneal no câncer de ovário - indicações, resultad...06   quimioterapia intraperitoneal no câncer de ovário - indicações, resultad...
06 quimioterapia intraperitoneal no câncer de ovário - indicações, resultad...ONCOcare
 
48 cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...
48   cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...48   cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...
48 cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no t...ONCOcare
 
14 neoadjuvância adenocarcinoma de cabeça de pâncreas
14   neoadjuvância adenocarcinoma de cabeça de pâncreas14   neoadjuvância adenocarcinoma de cabeça de pâncreas
14 neoadjuvância adenocarcinoma de cabeça de pâncreasONCOcare
 
NEOBEXIGA ORTOTÓPICA - Como Previnir Complicações
NEOBEXIGA ORTOTÓPICA - Como Previnir Complicações NEOBEXIGA ORTOTÓPICA - Como Previnir Complicações
NEOBEXIGA ORTOTÓPICA - Como Previnir Complicações Urovideo.org
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Protocolo de Tireóide
Protocolo de TireóideProtocolo de Tireóide
Protocolo de TireóideVagner
 
Protocolo De Câncer Gástrico NCCN
Protocolo De  Câncer  Gástrico  NCCNProtocolo De  Câncer  Gástrico  NCCN
Protocolo De Câncer Gástrico NCCNVagner
 
Câncer de Bexiga
Câncer de BexigaCâncer de Bexiga
Câncer de BexigaOncoguia
 
Protocolo Hepatobiliar
Protocolo HepatobiliarProtocolo Hepatobiliar
Protocolo HepatobiliarVagner
 
Câncer de esôfago
Câncer de esôfagoCâncer de esôfago
Câncer de esôfagokalinine
 
Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...
Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...
Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...REBRATSoficial
 
34 tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...
34   tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...34   tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...
34 tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...ONCOcare
 
RTU - Bexiga - Como eu faço
RTU - Bexiga - Como eu façoRTU - Bexiga - Como eu faço
RTU - Bexiga - Como eu façoUrovideo.org
 
Sobrafo 2009 Cancer De Colon Carlos F Pinto
Sobrafo 2009   Cancer De Colon   Carlos F PintoSobrafo 2009   Cancer De Colon   Carlos F Pinto
Sobrafo 2009 Cancer De Colon Carlos F PintoCarlos Frederico Pinto
 
Protocolo de Colon
Protocolo de ColonProtocolo de Colon
Protocolo de Colonguest77650f
 
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010Urovideo.org
 
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009Urovideo.org
 
Câncer de Testículo
Câncer de Testículo Câncer de Testículo
Câncer de Testículo Urovideo.org
 
Linfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitoneal
Linfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitonealLinfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitoneal
Linfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitonealUrovideo.org
 

Mais procurados (20)

Protocolo de Tireóide
Protocolo de TireóideProtocolo de Tireóide
Protocolo de Tireóide
 
Protocolo De Câncer Gástrico NCCN
Protocolo De  Câncer  Gástrico  NCCNProtocolo De  Câncer  Gástrico  NCCN
Protocolo De Câncer Gástrico NCCN
 
Câncer de Bexiga
Câncer de BexigaCâncer de Bexiga
Câncer de Bexiga
 
Carcinoma Urotelial da bexiga
Carcinoma Urotelial da bexigaCarcinoma Urotelial da bexiga
Carcinoma Urotelial da bexiga
 
Neoplasia gástrica, o papel do oncologista clinico
Neoplasia gástrica,   o papel do oncologista clinicoNeoplasia gástrica,   o papel do oncologista clinico
Neoplasia gástrica, o papel do oncologista clinico
 
Tumores da bexiga
Tumores da bexigaTumores da bexiga
Tumores da bexiga
 
Protocolo Hepatobiliar
Protocolo HepatobiliarProtocolo Hepatobiliar
Protocolo Hepatobiliar
 
Câncer de esôfago
Câncer de esôfagoCâncer de esôfago
Câncer de esôfago
 
Seminoma
SeminomaSeminoma
Seminoma
 
Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...
Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...
Perfil de expressão diferencial de microRNAs plasmáticos como ferramenta para...
 
34 tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...
34   tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...34   tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...
34 tratamento adjuvante do câncer de testículo fatores prognósticos, esquem...
 
06.cancer de bexiga
06.cancer de bexiga06.cancer de bexiga
06.cancer de bexiga
 
RTU - Bexiga - Como eu faço
RTU - Bexiga - Como eu façoRTU - Bexiga - Como eu faço
RTU - Bexiga - Como eu faço
 
Sobrafo 2009 Cancer De Colon Carlos F Pinto
Sobrafo 2009   Cancer De Colon   Carlos F PintoSobrafo 2009   Cancer De Colon   Carlos F Pinto
Sobrafo 2009 Cancer De Colon Carlos F Pinto
 
Protocolo de Colon
Protocolo de ColonProtocolo de Colon
Protocolo de Colon
 
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2010
 
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009
Linfadenectomia Retroperitoneal Laparoscópica - 2009
 
Câncer de bexiga
Câncer de bexigaCâncer de bexiga
Câncer de bexiga
 
Câncer de Testículo
Câncer de Testículo Câncer de Testículo
Câncer de Testículo
 
Linfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitoneal
Linfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitonealLinfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitoneal
Linfadenectomia laparoscópica pélvica e retroperitoneal
 

Destaque

Destaque (7)

13 semiol-esof
13 semiol-esof13 semiol-esof
13 semiol-esof
 
Câncer de esôfago
Câncer de esôfagoCâncer de esôfago
Câncer de esôfago
 
Caso clinico acalasia
Caso clinico acalasiaCaso clinico acalasia
Caso clinico acalasia
 
Aula esôfago
Aula esôfagoAula esôfago
Aula esôfago
 
Cáncer de esófago
Cáncer de esófagoCáncer de esófago
Cáncer de esófago
 
Fisiologia do sistema gastrointestinal
Fisiologia do sistema gastrointestinalFisiologia do sistema gastrointestinal
Fisiologia do sistema gastrointestinal
 
Fisiologia do sistema digestório
Fisiologia do sistema digestórioFisiologia do sistema digestório
Fisiologia do sistema digestório
 

Semelhante a 10 neoadjuvância em câncer de esôfago quando o que fazer com c cr

Abordagem multidisciplinar do hepatocarcinoma
Abordagem multidisciplinar do hepatocarcinomaAbordagem multidisciplinar do hepatocarcinoma
Abordagem multidisciplinar do hepatocarcinomaCirurgia Online
 
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCondutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCirurgia Online
 
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCondutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCirurgia Online
 
Cirurgia do câncer pancreático
Cirurgia do câncer pancreáticoCirurgia do câncer pancreático
Cirurgia do câncer pancreáticofedericoestudio
 
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas finalFatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas finalInstituto Qualittas de Pós Graduação
 
Santa Casa - Jornada De Tec Radiol Petct
Santa Casa - Jornada De Tec Radiol PetctSanta Casa - Jornada De Tec Radiol Petct
Santa Casa - Jornada De Tec Radiol Petctcaduanselmi
 
05 radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais
05   radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais05   radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais
05 radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciaisONCOcare
 
Tromboembolismo Pulmonar
Tromboembolismo PulmonarTromboembolismo Pulmonar
Tromboembolismo PulmonarFlávia Salame
 
Aula de cet
Aula de cetAula de cet
Aula de cetHEZIOJR
 
24 como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt
24   como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt24   como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt
24 como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqtONCOcare
 
Tratamento Cirúrgico do Colangiocarcinoma
Tratamento Cirúrgico do ColangiocarcinomaTratamento Cirúrgico do Colangiocarcinoma
Tratamento Cirúrgico do ColangiocarcinomaOzimo Gama
 
Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011
Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011
Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011Carlos Frederico Pinto
 
20 radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão
20   radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão20   radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão
20 radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmãoONCOcare
 
Papel das terapias ablativas nas metástases hepáticas
Papel das terapias ablativas nas metástases hepáticasPapel das terapias ablativas nas metástases hepáticas
Papel das terapias ablativas nas metástases hepáticasCirurgia Online
 
Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama
 Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama
Linfonodo sentinela em Carcinoma de mamamedNuclearHuap
 
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem ColorretalTratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem ColorretalOzimo Gama
 
15 o papel da radioterapia no câncer de pâncreas
15   o papel da radioterapia no câncer de pâncreas15   o papel da radioterapia no câncer de pâncreas
15 o papel da radioterapia no câncer de pâncreasONCOcare
 
TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO
TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCOTRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO
TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCOUrovideo.org
 

Semelhante a 10 neoadjuvância em câncer de esôfago quando o que fazer com c cr (20)

Abordagem multidisciplinar do hepatocarcinoma
Abordagem multidisciplinar do hepatocarcinomaAbordagem multidisciplinar do hepatocarcinoma
Abordagem multidisciplinar do hepatocarcinoma
 
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCondutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
 
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCondutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
 
Cirurgia do câncer pancreático
Cirurgia do câncer pancreáticoCirurgia do câncer pancreático
Cirurgia do câncer pancreático
 
HCC ressecção X tx
HCC ressecção X txHCC ressecção X tx
HCC ressecção X tx
 
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas finalFatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
 
Santa Casa - Jornada De Tec Radiol Petct
Santa Casa - Jornada De Tec Radiol PetctSanta Casa - Jornada De Tec Radiol Petct
Santa Casa - Jornada De Tec Radiol Petct
 
05 radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais
05   radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais05   radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais
05 radioterapia adjuvante em drenagem em tumores iniciais
 
Tromboembolismo Pulmonar
Tromboembolismo PulmonarTromboembolismo Pulmonar
Tromboembolismo Pulmonar
 
Aula de cet
Aula de cetAula de cet
Aula de cet
 
24 como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt
24   como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt24   como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt
24 como selecionar o paciente para cirurgia ou rxtqt
 
Tratamento Cirúrgico do Colangiocarcinoma
Tratamento Cirúrgico do ColangiocarcinomaTratamento Cirúrgico do Colangiocarcinoma
Tratamento Cirúrgico do Colangiocarcinoma
 
Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011
Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011
Aula quimioterapia nao curativa hrvp internato 2011
 
20 radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão
20   radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão20   radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão
20 radioterapia estereotáctica corpórea no câncer de pulmão
 
Papel das terapias ablativas nas metástases hepáticas
Papel das terapias ablativas nas metástases hepáticasPapel das terapias ablativas nas metástases hepáticas
Papel das terapias ablativas nas metástases hepáticas
 
Bh Abril 2006
Bh Abril 2006Bh Abril 2006
Bh Abril 2006
 
Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama
 Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama
Linfonodo sentinela em Carcinoma de mama
 
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem ColorretalTratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
 
15 o papel da radioterapia no câncer de pâncreas
15   o papel da radioterapia no câncer de pâncreas15   o papel da radioterapia no câncer de pâncreas
15 o papel da radioterapia no câncer de pâncreas
 
TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO
TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCOTRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO
TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA DE ALTO RISCO
 

Mais de ONCOcare

50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...ONCOcare
 
49 manejo dos eventos advesos no tgi
49   manejo dos eventos advesos no tgi49   manejo dos eventos advesos no tgi
49 manejo dos eventos advesos no tgiONCOcare
 
47 trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos
47   trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos47   trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos
47 trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativosONCOcare
 
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativosONCOcare
 
45 a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família
45   a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família45   a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família
45 a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e famíliaONCOcare
 
44 hipodermóclise - aspectos gerais e indicações
44   hipodermóclise - aspectos gerais e indicações44   hipodermóclise - aspectos gerais e indicações
44 hipodermóclise - aspectos gerais e indicaçõesONCOcare
 
43 terminalidade - as últimas horas
43   terminalidade - as últimas horas43   terminalidade - as últimas horas
43 terminalidade - as últimas horasONCOcare
 
42 cuidados paliativos em onco
42   cuidados paliativos em onco42   cuidados paliativos em onco
42 cuidados paliativos em oncoONCOcare
 
41 autoimagem e resiliência no tratamento oncológico
41   autoimagem e resiliência no tratamento oncológico41   autoimagem e resiliência no tratamento oncológico
41 autoimagem e resiliência no tratamento oncológicoONCOcare
 
40 laserterapia bucal no tratamento oncológico
40   laserterapia bucal no tratamento oncológico40   laserterapia bucal no tratamento oncológico
40 laserterapia bucal no tratamento oncológicoONCOcare
 
39 complicações cirurgia de cp
39   complicações cirurgia de cp39   complicações cirurgia de cp
39 complicações cirurgia de cpONCOcare
 
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
38   manutenção de sondas e cuidados na administração38   manutenção de sondas e cuidados na administração
38 manutenção de sondas e cuidados na administraçãoONCOcare
 
37 tratamento utilizando radiações ionizantes
37   tratamento utilizando radiações ionizantes37   tratamento utilizando radiações ionizantes
37 tratamento utilizando radiações ionizantesONCOcare
 
36 clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço
36   clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço36   clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço
36 clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoçoONCOcare
 
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescreverONCOcare
 
33 tratamento da doença androgênio-resistente
33   tratamento da doença androgênio-resistente33   tratamento da doença androgênio-resistente
33 tratamento da doença androgênio-resistenteONCOcare
 
32 radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra
32   radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra32   radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra
32 radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostraONCOcare
 
31 qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia
31   qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia31   qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia
31 qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapiaONCOcare
 
30 estratégia de preservação vesical - contra
30   estratégia de preservação vesical - contra30   estratégia de preservação vesical - contra
30 estratégia de preservação vesical - contraONCOcare
 
29 preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt
29   preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt29   preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt
29 preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qtONCOcare
 

Mais de ONCOcare (20)

50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
 
49 manejo dos eventos advesos no tgi
49   manejo dos eventos advesos no tgi49   manejo dos eventos advesos no tgi
49 manejo dos eventos advesos no tgi
 
47 trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos
47   trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos47   trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos
47 trabalho em equipe multidisciplinar em cuidados paliativos
 
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
 
45 a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família
45   a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família45   a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família
45 a intervenção psicológica na terminalidade, voltada para paciente e família
 
44 hipodermóclise - aspectos gerais e indicações
44   hipodermóclise - aspectos gerais e indicações44   hipodermóclise - aspectos gerais e indicações
44 hipodermóclise - aspectos gerais e indicações
 
43 terminalidade - as últimas horas
43   terminalidade - as últimas horas43   terminalidade - as últimas horas
43 terminalidade - as últimas horas
 
42 cuidados paliativos em onco
42   cuidados paliativos em onco42   cuidados paliativos em onco
42 cuidados paliativos em onco
 
41 autoimagem e resiliência no tratamento oncológico
41   autoimagem e resiliência no tratamento oncológico41   autoimagem e resiliência no tratamento oncológico
41 autoimagem e resiliência no tratamento oncológico
 
40 laserterapia bucal no tratamento oncológico
40   laserterapia bucal no tratamento oncológico40   laserterapia bucal no tratamento oncológico
40 laserterapia bucal no tratamento oncológico
 
39 complicações cirurgia de cp
39   complicações cirurgia de cp39   complicações cirurgia de cp
39 complicações cirurgia de cp
 
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
38   manutenção de sondas e cuidados na administração38   manutenção de sondas e cuidados na administração
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
 
37 tratamento utilizando radiações ionizantes
37   tratamento utilizando radiações ionizantes37   tratamento utilizando radiações ionizantes
37 tratamento utilizando radiações ionizantes
 
36 clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço
36   clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço36   clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço
36 clínica e epidemiologia dos tumores de cabeça e pescoço
 
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
 
33 tratamento da doença androgênio-resistente
33   tratamento da doença androgênio-resistente33   tratamento da doença androgênio-resistente
33 tratamento da doença androgênio-resistente
 
32 radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra
32   radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra32   radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra
32 radioterapia adjuvante x resgate - o que a evidência nos mostra
 
31 qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia
31   qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia31   qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia
31 qual o melhor programa de quimioterapia a ser combinado com radioterapia
 
30 estratégia de preservação vesical - contra
30   estratégia de preservação vesical - contra30   estratégia de preservação vesical - contra
30 estratégia de preservação vesical - contra
 
29 preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt
29   preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt29   preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt
29 preservação de órgão em câncer de bexiga a favor de radio qt
 

Último

NR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdf
NR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdfNR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdf
NR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdfMariadeFtimaUchoas
 
amazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdf
amazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdfamazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdf
amazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdfdaianebarbosaribeiro
 
Vencendo a Depressão: Um Guia para a Recuperação
Vencendo a Depressão: Um Guia para a RecuperaçãoVencendo a Depressão: Um Guia para a Recuperação
Vencendo a Depressão: Um Guia para a Recuperaçãodouglasmeira456
 
Segurança com Explosivos na Mineração.ppt
Segurança com Explosivos na Mineração.pptSegurança com Explosivos na Mineração.ppt
Segurança com Explosivos na Mineração.pptRodineiGoncalves
 
Guia de Vigilância em Saúde 6 ed. vol.1
Guia de Vigilância em  Saúde 6 ed. vol.1Guia de Vigilância em  Saúde 6 ed. vol.1
Guia de Vigilância em Saúde 6 ed. vol.1MarciaFigueiredodeSo
 
DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...
DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...
DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...bibygmachadodesouza
 

Último (6)

NR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdf
NR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdfNR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdf
NR-10-RECICLAGEM-de-Eletricidade-Basica-pptx.pdf
 
amazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdf
amazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdfamazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdf
amazonicarosa-com-br-pv2-pvlippgkvlafafi3vjd86d1-240107103257-661a7832.pdf
 
Vencendo a Depressão: Um Guia para a Recuperação
Vencendo a Depressão: Um Guia para a RecuperaçãoVencendo a Depressão: Um Guia para a Recuperação
Vencendo a Depressão: Um Guia para a Recuperação
 
Segurança com Explosivos na Mineração.ppt
Segurança com Explosivos na Mineração.pptSegurança com Explosivos na Mineração.ppt
Segurança com Explosivos na Mineração.ppt
 
Guia de Vigilância em Saúde 6 ed. vol.1
Guia de Vigilância em  Saúde 6 ed. vol.1Guia de Vigilância em  Saúde 6 ed. vol.1
Guia de Vigilância em Saúde 6 ed. vol.1
 
DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...
DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...
DESCUBRA O SEGREDOE PARE DE VEZ DE FUMAR...
 

10 neoadjuvância em câncer de esôfago quando o que fazer com c cr

  • 1. Neoadjuvância em Câncer de Esôfago: Quando? O que fazer com cCR? Dr. Héber Salvador de Castro Ribeiro Departamento de Cirurgia Abdominal Hospital do Câncer AC Camargo – SP
  • 2. Não possuo conflitos de interesse;
  • 3. Introdução  Incidência:  1% de todos os tumores  6% dos tumores gastrointestinais  Adenocarcinoma e CEC > 90%  Alta variabilidade na incidência:  Tipo histológico, áreas geográficas, gênero, raça, etnia, hábitos e status socioeconômico.
  • 4. Epidemiologia Incidência homens por 100mil habitantes Maior incidência na Ásia central e sudeste (50 a 200 casos / 100.000 habitantes) Regiões da Europa Cinturão asiático China, Irã, Afeganistão, Rússia, Índia, Mongólia Cone sul Sudeste da África 482.000 casos novos e 407.000 óbitos/ano (mundo, 2008) IARC
  • 5. Epidemiologia BRASIL  8º incidência  6º mortalidade  4H:1M  região sul (> 20 casos novos/ 100mil)
  • 6. Carcinoma de Esôfago  Mudança na incidência de acordo com tipos histológicos 35 30 CEC Incidência / 100 000 25 20 15 10 Adenocarcinoma 5 0 1975 1980 1985 1990 1995 2000 Pohl H ; Welch HG - J Nat Cancer Inst 2005;97
  • 7. Carcinoma de Esôfago  CEC X ADENOCA: MESMA DOENÇA? Semin Radiat Oncol 17:38-44 2006
  • 8. Carcinoma de Esôfago  CEC X ADENOCA: MESMA DOENÇA? Semin Radiat Oncol 17:38-44 2006
  • 10. Resultados CEC Adenoca
  • 11. T1
  • 12. Carcinoma de Esôfago Cirurgia – Tratamento de escolha e com maiores chances de cura
  • 13. Carcinoma de Esôfago - Cirurgia - Procedimento cirúrgico Transhiatal/diafragmática Trans-torácicos Ivor Lewis Toracotomia esquerda (China) Toraco-abdominal esquerda (China) Três incisões (McKeonwn)
  • 14. Carcinoma de Esôfago 20 <20 18 <10 16 14 <10 Mortalidade (%) 12 <10 10 Alto Volume <10 8 Baixo Volume <10 >20 6 >20 >20 >15 4 >20 >15 2 0 Colorretal Pulm ão Estôm ago Fígado Pâncreas Esôfago Número de casos-ano/sede Ribeiro, 2010
  • 15. Resultados cirurgia – braço controle em estudos randomizados em doença ressecável Estudo, Inclusão * N (Cir) Histologia SG 3 anos (%) Walsh, 1996 Ressecável 55 Adeno 6 Urba , 2001 Ressecável 50 CEC + Adeno 15 Bossett , 1997 T1-3, N0-1 139 CEC 35 MRC, 2002 Ressecável 402 CEC + adeno 25 Intergroup, 1998 T1-3, N0-1 227 CEC+ Adeno 26 M AGIC, 2006 ≥ T2 N0 253 Adeno 30 FFCD, 2007 (abst.) NA 111 Adeno 35 Burmeister, 2005 T1-3,N0-1 128 CEC+ Adeno 31 CALGB, 2008 T1-3, N0-1 26 CEC+ Adeno 16 (5anos) * > 90-95% T2 N0 ou maior
  • 16. Abordagem Terapêutica • Cirurgia: • Tratamento com potencial curativo • 2/3 inoperáveis ao diagnóstico ( T, N, M ou KPS) • À exploração cirúrgica: 1/3 R1 ou R2
  • 17. Abordagem Terapêutica Tratamento Tratamento Cirúrgico Exclusivo Multimodal • Tratamento Neoadjuvante • Tratamento Perioperatório • Tratamento Adjuvante
  • 18. Por que tratamento multidisciplinar? • 70 a 80% dos pacientes submetidos a ressecção curativa tem metástases linfonodais • < 60% com doença locorregional pode ser submetido a cirurgia curativa • > 50% metástases à distância ao diagnóstico
  • 19. Por que tratamento multidisciplinar? • Tratamento pré-operatório – Racional: • Tratamento precoce da doença micrometastática • Descarta cirurgia desnecessária – progressão precoce • Quimiosensibilidade in vivo • Downstaging - > % R0 • pCR -  Sobrevida • ↑ % de pacientes expostos ao tratamento multimodal
  • 20. Por que tratamento multidisciplinar? • Nível de evidência: 1A • Mas: • Estudos com baixo poder estatístico (dificuldade de recrutamento) • Esquemas de tratamento muito heterogêneos • Falta de padronização do procedimento cirúrgico • Maior parte dos estudos incluíram CEC e Adenocarcinoma para um mesmo esquema terapêutico;
  • 22. Radioterapia adjuvante Período: 1966-2003 Histologia: CEC em 100% dos estudos BMC medicine 2004, 2:1-17
  • 23. Quimioterapia adjuvante Período: até 07/2007 – 1001 pacientes Histologia: > CEC em 100% dos estudos p: 0.021 para heterogeneidade The Journal of International Medical Research, 2008;26-875-882
  • 24. RDT/QT adjuvante vs. Cirugia isolada INT 0116 556 pacientes (84% LND+) Adenocarcinoma 20% TEG SGm 36 m vs 27m p: 0.005 N Engl J Med 2001;345:725-30
  • 26. Estudos de tratamento Neoadjuvante QT Perioperatória
  • 28. Estudos de tratamento Neoadjuvante RDT/QT  CIR vs. CIR isolada QT Neoadjuvante  Cir vs. Cir Isolada
  • 29. • Estudos prospectivos e randomizados • 1983 – 2006 • QT/RTx + Cirurgia X Cirurgia Isolada • 10 Estudos • QT neo + Cirurgia X Cirurgia Isolada • 9 Estudos
  • 30. • Sobrevida Global - RDT/QT  CIR vs. CIR isolada 13% ganho absoluto SG em 2 anos
  • 31. • Sobrevida Global – QT/RTx  CIR x Histologia
  • 32. • Sobrevida Global – QT Neoadjuvante
  • 33. • Sobrevida Global – QT Neoadjuvante x Histologia
  • 34. • Sobrevida Global – ARR e NNT
  • 35. • Estudos prospectivos e randomizados: • CEC exclusivo ou > 70% • Até 2006 • Modalidades de tratamento: • QT/RTx + Cirurgia X Cirurgia Exclusiva • 9 Estudos • QT neo + Cirurgia X Cirurgia Exclusiva • 8 Estudos • QT/RTx neo + Cirurgia X QT/RTX exclusiva • 3 Estudos
  • 36. • Taxa de ressecção R0 - RDT/QT  CIR vs. CIR isolada
  • 37. • Sobrevida Global - RDT/QT  CIR vs. CIR isolada
  • 38. • Morbidade - RDT/QT  CIR vs. CIR isolada
  • 39. • Mortalidade - RDT/QT  CIR vs. CIR isolada
  • 40. • Estudo Prospectivo e Randomizado Multicêntrico Holandês • Câncer de Esôfago e TEG cT1N1 / cT2-3N0-1M0 • Estadiamento Pré-operatório: EDA, ECO-EDA, CT T/A/P • 2004 – 2008 • 366 pacientes: • 188 – Cirurgia Exclusiva • 178 – QT/RTx neoadjuvante  Cirurgia • Carbo/Taxol x5 + 41.4 Gy (23 x1,8)
  • 42. Toxicidade G3/4: - 5% Anorexia - 6% Leucopenia
  • 43. • 94% dos pacientes arrolados para o grupo QT/RTx  CIR foram submetidos a todas as fases do tratamento • Taxa de irressecabilidade à cirurgia: 4% x 13% (p=0,002) • Ressecção R0: 92% X 69% (p<0,001) • pCR – 29%: • 23% Adenoca • 49% CEC (p=0,008) • 31% ypN1 X 75% pN1 (p<0,001)
  • 44. HR = 0,657; 95% CI 0,495 – 0,871
  • 45. O Que fazer diante de cCR?
  • 46. A Cirurgia é sempre necessária?
  • 47. Estudos de QT/RTx Exclusivas QT/RTx Exclusivas vs. QT/RTx neoadjuvantes  CIR
  • 48. QT/RTx Exclusivas vs. QT/RTx neoadjuvantes  CIR Alemão Francês • 172 pct, CEC • 259 pct, 88,8% CEC • T3, T4, N0 ou N1 (TC e ECO-EDA) • T3, T4, N0 ou N1 • Randomização: • Tratamento de Indução:QT, RT • ½ QT, RT (40Gy)  Cir (46Gy), • ½ QT, RT (65Gy) sem cirurgia • Randomização: • SL recorrência local maior no grupo • Cirurgia cirúrgico (64.3% vs 40.7%, P = 0.003) • +QT/RTx (66 Gy) sem cirurgia • Maior Mortalidade (cir.: 12.8% vs • Mortalidade maior no grupo 3.5%, P= 0.03) cirúrgico (9.3% vs 0.8%, P = 0.02) • Sem diferença estatística na • Recidiva local (cir.: 34% vs 43%). Sobrevida global • Sem diferença estatística na Sobrevida global Stahl M, Stuschke M, Lehmann N et al.. J Clin Oncol 2005; 23: 2310–2317. Bedenne L, Michel P, Bouche O et al.. J Clin Oncol 2007; 25: 1160–1168.
  • 49. Críticas • Pacientes com persistencia de doença após tratamento multimodal foram privados da cirurgia • Alemão: (1994 a 2002), 5 de 11 centros < 10 pcts. • Francês: (1993 a 2000), RC sintomas e EED. • Técnicas de radioterapia ultrapassadas  morbi-mortalidade cirúrgica ** Cirurgia não padronizada nos 2 estudos (qualquer técnica)
  • 50. v SG SLD
  • 51. • 86% foram avaliados  RC • 16,3% das RC • 6 % das esofagectomias
  • 52. Definir RC por exames convencionais é difícil, muitas falhas • Controle locorregional com RQT exclusiva é sub-ótimo • Resultados de tratamento cirúrgico são melhores em centros de grande volume onde a mortalidade é baixa • Paciente deve conhecer seu maior risco de recidiva se RQT definitiva, assim como > risco de mortalidade operatória • ***A resposta a RQT identifica um grupo com melhor prognóstico
  • 54. O Que fazer em casos com cCR • Aguardamos estudos com o seguinte desenho: • QT/RTx  Identificar os pacientes com cCR – EDA, ECO-EDA, TC e PET • Randomização DESTE grupo de Pacientes para cirurgia vs Observação
  • 58. Conclusões • A esofagectomia é a principal forma de tratamento do câncer do esôfago • A associação das modalidades terapêuticas trouxe aumento de ressecções R0, ganhos em sobrevida e controle locorregional.
  • 59. Conclusões • Pacientes com doença localmente avançada (T1b – T4a) têm benefícios importantes com os tratamentos combinados. • A neoadjuvância – QT/RTx ou QT perioperatória – é a forma mais segura e eficaz de garantir que os pacientes recebam o tratamento multimodal
  • 60. Conclusões • cCR – ótimo fator prognóstico – a ser usado como tal e não para contraindicar a cirurgia nos pacientes aptos. • Perspectivas: estudos com novos quimioterápicos, drogas alvo , marcadores moleculares e o PET-CT que determinem resposta ao tratamento
  • 61. 10 - 11 de novembro de 2012 VIII Simpósio Internacional do PECOGI Videolaparoscopia em Cirurgia Oncológica Convidado Internacional: Dr. Pascal Wintringer, Paris, Fr www.accamargo.org.br/eventos
  • 62. Hospital A.C. Camargo Departamento de Cirurgia Abdominal Dr. Felipe José Fernández Coimbra Dr. Héber Salvador de Castro Ribeiro Dr. Alessandro Landskron Diniz Dr. Wilson Luiz da Costa Jr Dr. André Luís de Godoy drhebersalvador@gmail.com

Notas do Editor

  1. A AJCC recentementeatualizou o estadiamento da doença e atécertopontolevouemconsideração o queexpusemosatéaqui, incluindo o grauhistológicotambémcomovariáveldefinidora de prognostico
  2. Resultandoemcurvas de sobrevidasatécertopontobemdistintas e quetraduzem,novamente a agressividade da doença com grave prejuizoàsobrevidamesmoemestadiosiniciais.
  3. Segundo organizadores é um estadiamento ordenado pelo comportamento biológico, não apenas sequencial
  4. Além das caracteristicas de agressividadedeterminadaspelabiologia molecular do cancer de esofago, um dado histológicoexplica de forma consistenteospessimosresultados do tratamentodestadoença. A ricatrama vascular linfática do órgãoatingeamplamente as camadasmaisinternas da paredeesofágica, incluindo a muscular da mucosa e a submucosa, propiciando a tãodeletériadisseminaçaolinfáticaprecoce
  5. Postoisso, talcomonasdemaisneoplasias do tratodigestivo, a cirurgia se apresentacomotratamento de escolha e com maiores chances de cura, e istoaindaéverdade `a luz das evidênciasatuais, comoveremos a seguir
  6. Um dado extremamenteimportante no quedizrespeitoàcirurgiaé o impactoque o volume cirurgicoapresentasobre a mortalidadepós-operatória, com um incremento de 3x nestepercentualquandocomparamoscentros com menosoumaisque 20 procedimentosanuais, destacando a prementenecessidade de centralização regional destacirurgia, talvezmaisquequalqueroutrapara o câncer do aparelhodigestivo.
  7. Qual a justificativa para estratégias de tto combinado
  8. Qual a justificativa para estratégias de tto combinado
  9. Qual a justificativa para estratégias de tto combinado
  10. Constatada a necessidade de tratamento multimodal naimensamaioria dos pacientes, poderíamos responder a pergunta de paraquemdeveserindicada a neoadjuvânciabasicamenteavaliando o resultado dos estudos de tratamentopós-operatório, quesãodecepcionantesparadizer o mínimo.
  11. De forma resummidanãohábenefício no tratamentoradioterápicoadjuvantepara o CEC
  12. Assimcomonãoadiantaem nada oferecermos, apósumacirurgiacompleta mas com diagnósticopósoperatório de fatores de mauprognostico, taiscomo um T&gt;1 oulinfonodos + o tratamentoquimioterápico
  13. Umconsolopodeser dado se se considerarválida a extrapolação dos resultados do estudo de Radio e Quimioassociadasadjuvantesparacâncergástrico e o fato de que 20% destespacienteseramportadores de adenocarcinoma da TEG, mas foramtratado com gastrectomia.
  14. O frances selecionou apenas os respondedores para entrar no estudo.Avaliacao posterior do frances dos que não haviam respondido mostraram que os não respondedores operados tiveram sobrevida semelhante ao grupo radio e quimio e cirurgia do estudo (conclusao do proprioStahl)
  15. T0N1 6% das esofagectomias e 16,3% das respostas completas, 20 CASOS, APENAS 6 CEC. Foram usados pet eda, e ecoendoscopia. Esse resultado deminui a importancia do re-estadiamentoposneoadjuvancia...pois são pacientes passiveis de cirurgia curativa após uma excelente respota a neo, melhor grupo para operacao. A esofagectomia de resgate é muito morbida. Ainda não há comparação da ciruria imediata versus resgate. A sobrevida destes pacientes é a mesma do EC II operado
  16. Trabalho interessante para fazermos no AC, apenas 19 pacientes.............. Falar o Dirley e fernando soares e Vilma
  17. Trabalho interessante para fazermos no AC, apenas 19 pacientes.............. Falar o Dirley e fernando soares e Vilma