10 MANDAMENTOS ANTES DE EXPORTAR

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Atualmente, com cenário econômico brasileiro e os incentivos governamentais á exportação, pequenos e médios empresários inclinam seus objetivos para esta área, no qual para muitos é uma luz no fim do túnel rente a crise brasileira mas antes de colocar todo projeto em prática devem observar pelo menos 10 mandamentos no qual listei nesse artigo.

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10 MANDAMENTOS ANTES DE EXPORTAR

  1. 1. 10MANDAMENTOS EXPORTAÇÃO EMPRESARIAL
  2. 2. Desde primeiros incentivos as exportações os empresários cearenses não demonstraram certa confiança nesse novo negócio, mencionando que seu amigo fez uma exportação por sua empresa e não teve o lucro esperado, prejuízo, mercadoria chegou estragada ou somente houve 1 exportação, nisso a maioria coloca a culpa no governo por um sistema falho na exportações e ainda pouco incentivado, nisso muitos prospectos a exportarem desistem somente por causa da especulação negativa, que dizem ser ´´trabalho demais para pouco ganho´´ . O que eu digo é que, sim ainda existem muitas falhas no sistema de exportações brasileiras desde a fabricação até sua entrega no destino, mas o principal fator destas exportações não saírem do papel não é o governo e sim o empresário e sua falta de cultura exportadora, a grande falta de conhecimento neste mercado global impossibilita eles terem uma mentalidade global, se retendo ao mercado interno com seu lucro segurado, pois aquele mercado o empresário já conhece e nisto tem uma plena confiança quando está em alta ou em baixa, com esta crise que assola nosso país está nítido que a maioria dos setores estão em quedas assim empresários ganhando menos cada vez mais, e eles estão sentido que cada vez mais está se tornando pior e chegando sua falência, porque números não mentem, quando eles se lembram de um mercado chamado ´´exportação´´ no qual é a válvula de escape para tais empresários, no qual tentam desesperadamente entrar nesse mercado, sem nenhum planejamento, somente para retirar estoque não programados, isto será mais uma especulação negativa no futuro, pois está empresa sem qualquer identidade, cultura e planejamento para exportação mostrará que ela será uma empresa que exporta mas não internacionalizada, tais mandamentos abaixo condizem com as premissas que qualquer empresário tem que ter antes de tudo na sua mente quando pensar em operar neste mercado. Diego de Oliveira Cardoso
  3. 3. 1 – A EXPORTAÇÃO É UMA ATIVIDADE INTEGRADA A exportação demanda conhecimentos de vários setores de uma empresa, nisso temos que ter a ciente que pelo menos um profissional por setor deve ter conhecimentos mais aprofundados sobre o comércio exterior, exemplo é a setor de contabilidade, um representante pelo menos tem que ter conhecimento sobre tributação na exportação, tipos de notas ficais, questão de credito relativo a impostos já recolhidos, caso de um Drawback restituição, contato frequente com a sefaz e atualizado sobre mudanças em normas relativo a taxação desse produto. Já no setor de marketing, trabalhar muito com a formatação da embalagem, desenhos gráficos já prontos, para enviarem ao importar no exterior, caso ele queira colocar sua marca no produto. Contato intrínseco com a APEX no qual lançou recentemente programas de auxílio a formatação dessas embalagens, Design Export, entre outros. Tudo na exportação tem que estar integrado, o ideal é realizar reuniões semanais ou periódicas na empresa para apresentarem novidades e possíveis avanços em determinando produto para o responsável de cada setor, geralmente um gestor que filtrará e no caso passará as outras pessoas de seu setor já com uma ação premeditada, no caso de empresas menores, recomendado é realizar reuniões com todos da empresa para que na hora da reunião os setores se integrem a um objetivo traçado e a pessoa( diretor, responsável pelo setor de comex) já designa função para cada um. Sinta que os funcionários fazem parte da empresa, conte novidades e planos futuros, assim poderá trabalhar em equipe e não somente uma cabeça pensante e outras que só obedecem, mas uma equipe em que todos são incentivados a expor sua opinião sobre o assunto.
  4. 4. 2 – TAPA BURACO (MOMENTANEO) A decisão de exportar não deve ser visto como um tapa buraco momentâneo, em momentos de crise como já comentado, empresários não criam um proposito e nem um planejamento principalmente estratégico(longo prazo), e somente realiza uma venda, pois o objetivo é o dinheiro e esquece de olhar que quando o empresário está vendendo seu produto, sua marca, sua identidade estão indo juntos, a consequência de um envio não planejado, é uma marca fraca, com identidade não explorada, e somente mais um produto comum igual aos outros, e a partir disso, sua marca fica sem posicionamento no mercado, porque o chinês consegue fazer um produto igual ao seu muito mais barato, isso é fato, temos que aceita-lo, mas a grande diferença que o seu futuro cliente escolher o empresário do que o chinês está em relação a o que lhe passei, sobre planejamento estratégico, terá um diferencial do chinês que trabalha full time, fazendo somente um produto, sem uma identidade visível, por isso associamos que produto chinês é de baixa qualidade, mas estamos errado, atualmente conseguimos comprar um produto na china com a qualidade desejada, mas já fixamos que produto chinês não presta, isso se chama internacionalização, não deixe que sua empresa tenha um nome queimado ou principalmente não ser reconhecido, o que faz ser reconhecido é a parceria que tem com seu cliente e fornecedor, mantendo o padrão que leve em cada produto a identidade da empresa, identidade organizacional, qual é a finalidade de existência da empresa, ter o porquê bem definido, determinará ser competitivo ou não no mercado externo.
  5. 5. 3 - PRODUÇÃO SOMENTE PARA A EXPORTAÇÃO A área logística de cada empresa é diferente, porque difere os produtos, mas os métodos são os mesmos, adequar esses métodos a um novo processo chamado ´´exportação´´ não é do dia para noite, demanda tempo e mais uma vez conhecimento de pelo menos uma pessoa sobre esse ramo da logística, pois envolve processos diferentes e para apresentar demanda tempo, porque será de acordo com a demanda, teremos mais agentes nesse meio, como agentes de cargas, transportadores internacionais(armadores), intermediadores, órgãos governamentais, depositários entre outros, o processo é esquematizado então cada nível é de extrema importância, se houver falhas, principalmente no primeiro nível, no qual a mercadoria é separada, a atenção é o ponto chave para que não se tenha a dor de cabeça em o empresário realizar todo um processo enorme de exportação, vários a gentes, custos, tempo para que quando o produto chegue na origem está errado ou avariado, fora do acordado com o comprador, todo esforço foi ´´por agua abaixo´´. Atente- se em relação aos novos custos com esses agentes saiba barganhar preços de fretes e serviços aduaneiros. 4 - PARCERIA FORNECEDOR-COMPRADOR A prospecção de um parceiro e um cliente é bem diferente, começa desde da visão de ambas as partes de somente uma venda ou uma parceria comercial, no qual ambas as partes forneceram prioridades, no caso o comprador no exterior será fiel com empresário brasileiro em procurar ele primeiro do que seus concorrentes, mas benefícios tem que ser trocados além da preferência, o preço é um fator predominante mas não o principal, definir produção exclusivamente par os padrões daquele comprador, faz que ele tenha confiança e segurança que na próxima compra terá o produto já solicitado do que procurar um novo fornecedor e repassar todas informações para ele, não há segurança com o
  6. 6. desconhecido, mesmo que envie amostras, por isso a empresa brasileira deve se atentar aos padrões de cada pais ou bloco econômico para que assim que surja um comprador que terminou uma parceria você já possa entender o seu padrão e lhe passar confiança no primeiro envio. Tenha padrões para cada mercado, isso está relacionado a pesquisas de mercado demoradas e uma produção dinâmica, estejam prontos para produzir tanto para Europa como para China, porque os padrões são na maioria das vezes totalmente diferentes. Outro fator é como conhecer esse parceiro, caminhos para se escolher um ótimo parceiro, listei abaixo alguns: I -Verificar a existência do comprador - endereço dele, feiras do setor pode ir, históricos se já comprou do Brasil. II – Realizar contatos primários por e-mail - forma menos agressiva e direta que mostrará já algum interesse ou não do comprador). III – Câmaras de Comércio Internacional – estas câmaras representam os interesses de empresas instaladas no Brasil e no país alvo, por isso existem uma câmera por país no qual há interesse em desenvolver o comércio do produto especifico realizando assim fazer uma intermediação entre as partes. No caso de âmbito nacional existe a FCCE (Federação das Câmeras de Comércio Exterior) no qual tem convênios com outros países buscando a o comércio multilateral com diplomatas, cônsules e outros representantes internacionais e no âmbito internacional ICC (International Chamber of Commerce) a maior organização empresarial mundial. IV – Vitrine ao exterior – certifique-se que a sua empresa já possui pelo menos o REI – Registro de exportação e importação, chamada habilitação no comercio exterior, como sua empresa está divulgada para os possíveis compradores, sites bilíngue, plataformas de incentivo a exportação, mais conhecidas é ´´vitrine do exportador´´ no qual detém empresas que já exportaram ou desejam através de uma pesquisa pelo nome do produto ou seu ncm(cada produto possui um código, no qual é global por
  7. 7. diferenças de regiões, o código se tornou universal e imprescindível para operações no comércio exterior). V – Tradings – as tradings companies, são intermediários internacionais, utilizados para empresas que não possuem um departamento de comércio exterior, elas são uteis para entender mais sobre o mercado que o empresário brasileiro está entrando, fornecendo seus serviços, dicas e informações importantes sobre o produto específico. 5 - EXPORTAÇÃO NÃO TERMINA COM O EMBARQUE DA MERCADORIA Muitos empresários entendem que a exportação termina, quando a mercadoria embarca, pois não é mais sua responsabilidade, esse pensamento está totalmente errado, o embarque não é a etapa final, e sim umas das etapas ainda têm, o pôs embarque, pode acontecer muita coisa, nisso entra um fator chave chamado incoterm, esse termos internacionais dirão de quem é a responsabilidade, risco e o custo de toda essa movimentação, sendo desconhecido pelo empresário brasileiro, poderá ser um grande vilão na sua exportação, exemplo é se o exportador acharque fez uma boa negociação e não atentou ao incoterm definido pelo importador terá problemas no futuro, no caso um DDP que o exportador terá que arcar com toda reponsabilidade, risco e custos das mercadorias até o deposito do comprador. A outra questão é o ter um ótimo serviço pós-venda, de acompanhamento, garantia de o produto ser cumprida se houver, tudo isso fornece indicadores positivos ou negativos entre a negociação. 6. ANÁLISE DE RISCO As negociações atualmente no mercado externo estão cada vez mais seguras, por novas ferramentas possibilitarem essas seguranças, mas ainda existem golpes de empresas fantasmas, no qual são altamente profissionais utilizam documentos originais, carimbados, mas o mais importante não apareceu, o dinheiro do empresário, e a mercadoria já
  8. 8. está longe, para evitar tais situações é necessário recomendações e cuidados que devem ter ao realizarem uma exportação, no qual listei algumas abaixo: I – Ficha de cadastro do comprador – ter uma ficha de cadastro padrão, para evitar supostos golpes, incluindo principalmente o endereço e suas referências no mercado internacional, através de agentes de cargas e fornecedores. II – Estudar o pais-alvo, entender se esse país tem problemas com trocas de divisas (cambio), suas regras de origens se o produto tem alguma peculiaridade (proibido, imposto maior), se há algum acordo em Brasil e o país-alvo. III – Entender que na primeira exportação, lucro será mínimo, não se espante, pois será uma exportação teste, tanto para o empresário brasileiro para o comprador, pois se utilizará o empresário brasileiro para pagar custos a mais, além do investimento para realizar a empresa exportadora. IV – Estudo do mercado-alvo, entender as tendências, cultura, embalagem, o preço comercializado, antes de ter a certeza que será o país alvo. 7. Especialização Trabalhar com comércio exterior, demanda do profissional se atualizar continuamente, sobre: o mercado internacional, dólar, economia Brasil, e principalmente as consequências nos futuros, exemplo: a alta nas exportações da soja, pois a China comprou uma quantidade, maior que sua capacidade, já prevejo consequências ruins em outras áreas, pois fazendeiros deixaram de plantar outro alimento para produzir soja, consequentemente irá faltar para alguém o alimento que não foi mais produzido, com fatores cambiais isto se agrava ainda mais, foi o que aconteceu com feijão, somente temos dois estados produtores, e um deles foi substituído pela soja, além da alta do dólar que influenciou ainda mais os fazendeiros que estavam cientes que iriam faltar tal alimento, mas não
  9. 9. sabiam a proporção, vejamos agora que um saco de feijão já chegou a ser vendido em supermercado a R$14,00.Então para entender cenários futuros demandam conhecimentos, é necessário que o empresário brasileiro tenha tais conhecimentos e possa fazer uma analise para seu negocio. Cursos, empresas júnior, palestras, eventos, tudo que estiver relacionado ao comercio exterior é relevante, o conhecimento se expande, além do networking com outros empresários. 8 - CONCORRÊNCIAS ACIRRADAS Temos que ter a noção da proporção do nosso país, no qual já possuem milhares de empresas no exterior e multinacional para concorrência interna, nisto iniciar-se no comércio exterior, tem que ter noção de que já existem muitos concorrentes instalados a anos no exterior e que já detêm, parceiros, conhecem a processos, enquanto que o empresário brasileiro está chegando nesse mercado agora, diferenciar-se é o padrão em um mundo de concorrência perfeita. Levar mais que um produto ao exterior, mas sim a marca, a identidade da empresa, exemplo é que os chineses conseguem fabricar sandálias idênticas a da marca havaiana a um custo muito inferior, nisso consegue vender a um preço bem inferior, mas o que faz o comprador escolher a havaianas e não a empresa chinesa é porque é havaiana e não vitkong sandals exemplo, havaianas passa um prazer maior que a chinesa, pois ela tem uma identidade forte na sua marca, empresário brasileiro enxergar isso é um grande passo, o próximo será como inserir esta identidade no produto. Outra questão é a mão de obra especializada, pessoas com experiências na área trarão uma maior bagagem e segurança para a futura exportação e ter beneficio de uma pessoa durante todo o dia desenvolvendo este mercado para sua empresa. 9 - CONHECER FINANCIAMENTOS DIRECIONADOS PARA EXPORTAÇÃO. 10 - ENTENDER OS GANHOS A CURTO, MEDIO E LONGO PRAZO NO COMÉRCIO EXTERIOR.
  10. 10. ´´existe uma força maior que a do átomo, é a força de vontade´´

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