Informativo da secretaria de comércio e serviços 218

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Informativo da secretaria de comércio e serviços 218

  1. 1. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  1 Informativo SCS    Ano 4, nº 218  17 de novembro de 2010  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços
  2. 2. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  2 INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS Nº 218 – ANO 04 – Brasília, 17 de novembro de 2010 ÍNDICE Páginas 1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO Crédito do BB cresce com menos força ................................................................. 03 2. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Compra coletiva de nicho é oportunidade para PMEs ........................................... 04 Guarulhos, 2ª maior economia do estado de São Paulo, aprova Lei Geral ........... 05 3. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Empreendedor individual cobra mais por cartão .................................................... 07 4. COMÉRCIO – VAREJO Lojistas projetam o melhor Natal da década .......................................................... 08 5. COMÉRCIO – SUPERMERCADOS Zona Sul sob cerco ................................................................................................ 09 6. COMÉRCIO ELETRÔNICO Adega virtual .......................................................................................................... 11 7. SERVIÇOS – BANCOS O pior resultado entre os grandes .......................................................................... 12 8. SERVIÇOS – SEGUROS Seguros elevam em 16,2% as vendas no ano ....................................................... 13 9. SERVIÇOS – TELECOMUNICAÇÕES Nextel quebra silêncio e defende Anatel no leilão da Banda H ............................. 14 10. SERVIÇOS – TRANSPORTE AÉREO Força aérea ............................................................................................................ 15 TAM cobra por assento na saída de emergência .................................................. 16 11. CURTAS 17 12. AGENDAS 18 13. FEIRAS 20
  3. 3. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  3 1. Crédito e Financiamento Crédito do BB cresce com menos força 17 de novembro de 2010 Fonte: Folha de São Paulo Carteira de crédito avançou 4,1% no trimestre em relação ao trimestre anterior e chegou a R$ 339,8 bi O acirramento da competição no mercado de crédito impactou o crescimento da carteira do Banco do Brasil. O percentual de avanço em relação ao trimestre anterior caiu de 6,9% no segundo trimestre para 4,1% no terceiro trimestre. Apesar disso, a carteira total de crédito chegou a R$ 339,8 bilhões e deu a maior contribuição para o avanço de 32,7% no lucro apurado no trimestre, de R$ 2,6 bilhões. "A competição naturalmente aumentou porque os bancos que não tiveram uma performance tão grande em 2009 estão tentando retomar o "market share" perdido no período", afirmou o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com os Investidores, Ivan Monteiro. O banco aposta em melhores custos de captação e no relacionamento com os clientes para garantir a liderança nas operações de crédito. A participação do BB é de 20% do mercado. "O bolo vai crescer como um todo e nós vamos manter nossa fatia. O ambiente está propício", completou. Para ele, o banco soube aproveitar as oportunidades durante a crise. Desde a época, a empresa instituiu o segmento de pessoas físicas como uma das prioridades. O movimento foi intensificado com a compra do Banco Votorantim e da Nossa Caixa. A carteira para pessoas físicas cresceu 6,2% no trimestre, para R$ 107,4 bilhões. O valor representou 31,6% da carteira total e a segunda posição do mercado, atrás do Itaú Unibanco. Os destaques no segmento foram a alta de 11,1% no financiamento de veículos, que chegou a R$ 25,3 bilhões, e o crescimento de 4,2% no consignado, para R$ 42,2 bilhões. O Banco do Brasil também quer crescer no crédito imobiliário. A meta é terminar o ano com carteira de R$ 3 bilhões. Apesar do crescimento de 90,2% no trimestre, o valor não representa fatia relevante da carteira total, com R$ 2,5 bilhões. Inadimplência - O indicador de inadimplência, medido pelas operações vencidas há mais de 90 dias, manteve-se estável no trimestre em 2,7%. Monteiro acredita que o bom momento da economia resultará em maior queda no indicador. O banco reduziu em 9,5% as despesas com provisões de créditos duvidosos no trimestre na comparação com o mesmo período de 2009. O recuo impacta positivamente o resultado do banco. A melhora da inadimplência e o aumento nas operações de menor risco levaram a administração a rever a projeção para as despesas com provisões de crédito duvidosos em 2010. O nível máximo previsto caiu de 4,8% para 3,9% nas despesas no total da carteira de crédito. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=682360 Voltar ao Índice
  4. 4. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  4 2. Micro e Pequenas Empresas Compra coletiva de nicho é oportunidade para PMEs 17 de novembro de 2010 Fonte: Portal Exame Novos negócios com foco em um público, cidade ou oferta específicos tendem a sobreviver O cenário parece bom: as compras coletivas viraram febre, pequenas empresas foram compradas ou receberam investimentos e setor deve continuar crescendo. Mesmo assim, o ramo é arriscado para novos negócios. Segundo Daniel Deivisson, um dos sócios do Oferta X, o mercado pode enganar os empreendedores. “O investimento é baixo e todo mundo acha que pode fazer um site desses, mas tem que estar em muitas cidades. É natural que ou os sites menores fechem ou acabem indo para nichos”, diz. Alexandre Umberti, diretor de marketing da Ebit, compartilha a mesma opinião. “O setor ainda está em plena expansão, com outros sites surgindo e que ainda surgirão. Entre os pequenos, quem atua em nichos pode se manter”, afirma. É o que está tentado fazer Juliano Donnici, que criou o Sirva-se. No ar desde outubro, o site tem a proposta de oferecer apenas ofertas de gastronomia. “Tinha muita oferta em outros sites que a gente não gostava, como massagens e serviços de estética. Aí, em um grupo de apaixonados por gastronomia, resolvemos fazer o site só para esse nicho”, conta Donnici. Com um investimento de 60 mil reais para começar, foram vendidos, nos três primeiro dias, 5 mil vouchers de um restaurante de comida japonesa. Presente só no Rio de Janeiro, o empresário já estuda ampliar sua atuação. Niterói, São Paulo e Salvador podem ter parcerias com a empresa. “O bom desse mercado é que se dá certo você sente rápido”, opina. Em 25 dias de operação, o site faturou mais de 230 mil reais. Para tratar com um público bem específico, as amigas Thais Angelotti e Cibele Marques investiram no JellyG. O site é um dos primeiros voltado para o público homossexual. “Decidimos investir em uma idéia diferente e percebemos que faltavam opções no mercado para esse público”, conta Cibele. Depois de uma pesquisa, as sócias conseguiram um investidor que mora fora do país e, com 500 mil reais, colocaram a página no ar. Hoje, são 100 mil usuários cadastrados que recebem ofertas de estabelecimentos gay- friendly. “Nossa idéia não é concorrer com quem trabalha com a massa”, explica Cibele. Segundo ela, o retorno é um pouco lento porque o público bem é específico. “A fase startup deve durar 6 meses. Então, vamos para o plano de expansão para incluir mais 10 capitais”, conta. Dos valores das promoções, o site fica com até 50%, conforme a negociação. Assim como o Sirva-se e o JellyG, estão na rede outros sites que trabalham com um nicho específico. O Oferta Saudável dá descontos em academias, restaurantes naturais e lojas de produtos macrobióticos, por exemplo. Já o Curitibando e o Compra Catarina oferecem descontos em serviços apenas em Curitiba e em Santa Catarina, respectivamente. http://exame.abril.com.br/pme/noticias/compra-coletiva-de-nicho-e-oportunidade-para-pmes
  5. 5. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  5 Guarulhos, 2ª maior economia do estado de São Paulo, aprova Lei Geral 16 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae O município é o 151º a aprovar a Lei Geral no estado: Sebrae São Paulo quer chegar a 290 prefeituras com a lei sancionada em 2011 O município de Guarulhos, a nona economia industrial do País e a segunda do estado de São Paulo, acaba de dar um passo importante para o crescimento dos pequenos negócios da cidade: a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena, no último dia 3 de novembro. Guarulhos foi o 151º município a implantar a Lei Geral no estado de São Paulo. “Foi uma negociação que durou praticamente o ano todo, mas muito importante para os pequenos negócios na cidade. A aprovação da lei revela que as lideranças políticas da cidade estão com um olhar diferenciado para as micro e pequenas empresas”, diz Cristiane Rebelato, gerente do escritório regional do Sebrae São Paulo em Guarulhos. A lei estabelece benefícios como desburocratização para a legalização de empresas, desoneração tributária, preferência nas vendas de produtos e serviços de pequenas empresas para o governo municipal e simplificação nos processos administrativos, entre outros aspectos. No País, 2.272 municípios já implantaram a Lei Geral. Estados como Espírito Santo, Mato Grosso e Santa Catarina já estão com praticamente 100% dos municípios com a regulamentação. “Abrir empresas neste País não é uma tarefa fácil. Por isso, toda a lei que ajuda a desburocratizar a vida da pequena empresa sempre é muito importante”, diz o vereador Eduardo Kamei Yukisaki, um dos articuladores da aprovação da lei na cidade. Ele acredita que a nova legislação irá incentivar os guarulhenses a investirem na própria cidade. “O desejo de muita gente é ter um negócio próprio, mas muitas vezes as dificuldades com a burocracia desestimulam o sonho. Com a Lei Geral queremos aumentar o número de pequenas empresas na cidade, gerando oportunidades de emprego e renda”, diz. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, Antonio Carlos de Almeida, a lei irá tirar algumas pedras do caminho do empreendedor. “Ao tentar abrir um negócio, o novo empresário sempre se depara com algumas pedras, como a burocracia, a falta de capacitação em gestão, entre outros. Agora, estamos tentando diminuir o que cabe ao governo”, disse. O município de Guarulhos, disse, irá fazer um grande processo de divulgação com os benefícios da Lei Geral. “Queremos que as pequenas empresas da cidade tenham condições agora de participar das licitações da prefeitura. Queremos que eles nos procurem”. Segundo o consultor do Sebrae São Paulo Júlio Durante, 66% das micro e pequenas empresas do estado de São Paulo estão em municípios que já regulamentaram a Lei Geral. Além disso, 64% da população do estado estão nesses municípios. “Estamos falando de grandes cidades, como Ribeirão Preto, Campinas, São José dos Campos, São José do Rio Preto e agora Guarulhos, que entenderam a importância da regulamentação para a economia municipal”. Durante explica que o Sebrae vem ajudando os municípios na sensibilização para a aprovação, mas também na implantação da lei. “Se a lei prevê a desburocratização na abertura da empresa, é preciso criar um espaço onde o empreendedor possa abrir a empresa facilmente”.
  6. 6. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  6 Ele cita como exemplo o município de São Sebastião da Grama, que criou o Poupatempo municipal. “A implementação vem acontecendo de forma paulatina em todos os municípios que aprovaram a lei”, diz. O Sebrae em São Paulo tem como meta em 2011 conseguir a aprovação da lei em 290 municípios do estado. “Hoje percebemos uma sensibilização do poder público para a questão. Por isso, temos recebido demandas de prefeitos interessados em conhecer melhor os benefícios da lei”. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10953878&canal=208 Voltar ao Índice
  7. 7. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  7 3. Microempreendedor Individual Empreendedor individual cobra mais por cartão 16 de novembro de 2010 Fonte: DCI No Brasil são mais de 3,5 milhões de vendedores porta a porta que comercializam cosméticos, bijuterias, roupas, livros e outros produtos. Estes vendedores estão aderindo cada vez mais ao registro de empreendedor individual e, com isso, saindo da informalidade, garantindo os benefícios da Previdência Social, o acesso a crédito com juros mais baixos e agora a uma nova tecnologia de venda com cartão de crédito, através de um aparelho celular. Até o dia 27 de outubro o Estado da Bahia, por exemplo, já havia registrado 937 empreendedores individuais que vendem cosméticos. Também já é comum nas principais praias do Rio de Janeiro os ambulantes usarem o celular para fazer suas vendas. A Redecard, responsável pela captura, processamento e liquidação financeira de transações com cartões de crédito, débito e benefícios, é pioneira em tecnologia de venda por celular e desenvolveu o Redecard Móvel (opera com os cartões Visa, Mastercard e Dinners). Para o diretor de Inovação da Redecard, Massayuki Fujimoto, a venda com cartão, através do celular, está revolucionando a vida dos empreendedores individuais, com muitos profissionais que deixaram de exercer a atividade porque levavam calote do cliente final, mas a venda pelo celular está mudando isso. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=8&id_noticia=350405 Voltar ao Índice
  8. 8. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  8 4. Comércio – Varejo Lojistas projetam o melhor Natal da década 16 de novembro de 2010 Fonte: Portal Varejista Enquanto a decoração típica começa a chegar lojas, o varejo gaúcho dá a partida nas projeções para as vendas da principal data do calendário do setor. Com a economia, a renda e o emprego a galope, a aposta das entidades é de que o Natal confirme a expectativa de ser o melhor dos últimos anos, com crescimento de 8% a 12% sobre o ano passado. A estimativa inicial da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre é de um resultado entre 8% e 10% superior a 2009, um cenário que considera o comportamento do consumidor monitorado nas últimas semanas. Como o funcionalismo gaúcho põe no bolso a primeira parcela do 13º no dia 15, a tendência é de o movimento aumentar a partir do final do feriadão. – Vai ser o melhor Natal da década. Em outubro as vendas cresceram 8% sobre o mesmo mês do ano passado e, nestes primeiros dias de novembro, 9,5% – afirma Gustavo Schifino, vice-presidente da CDL. Ainda mais otimista é o cenário traçado pelos supermercadistas. Pesquisa da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) indica que, no Brasil, o segmento espera faturamento 12,54% maior em relação ao ano passado. A confiança no Estado é a mesma, diz o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo. – Poucas vezes ficamos abaixo da média brasileira. É o melhor Natal de todos os tempos – sustenta. Em linha com a CDL, o presidente da Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado (Fecomércio), Zildo De Marchi, também acredita em vendas de 8% a 10% maiores. Alimentos, vestuário e eletroeletrônicos deverão ter desempenho semelhante, sem que qualquer um se sobressaia, antecipa o empresário. – Dos últimos quatro anos, é o Natal mais positivo – diz De Marchi. Ainda não há como apontar o produto que mais vai estar nas listas de compras, diferentemente do que ocorreu nos últimos três anos. Em 2007, os celulares eram os mais procurados, em 2008, as TVS de tela plana, e no último Natal, notebooks e netbooks eram os preferidos. – Neste ano, falta um item de tecnologia que pareça direcionar as compras. Por isso, a grande resposta deve ser dos vestuários – afirma Schifino. http://www.varejista.com.br/noticias/2090/lojistas-projetam-o-melhor-natal-da-decada Voltar ao Índice
  9. 9. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  9 5. Comércio – Supermercados Zona Sul sob cerco 12 de novembro de 2010 Fonte: Isto É Dinheiro A varejista carioca perdeu seu fundador e agora vem sendo atacada pelas grandes redes de supermercados. Resistirá? O varejo de alimentos no Brasil é dominado por potências do porte de Pão de Açúcar, Walmart e Carrefour. Isso vale para todas as grandes cidades do País. Menos para a faixa de terra situada entre o mar e a montanha na cidade do Rio de Janeiro. Lá, quem dá as cartas é a rede Zona Sul, fundada pelo imigrante italiano Francesco Leta em 1959. Suas 30 lojas, hoje comandadas pelo primogênito Fortunato Leta, estão situadas em bairros que reúnem boa parte dos cariocas endinheirados e onde os pontos de venda custam fortunas. A posição privilegiada e o modelo de negócio diferenciado garantiram seu sucesso. Enquanto a concorrência focou no setor alimentício convencional, o Zona Sul apostou desde cedo em artigos importados e na área de conveniência, servindo refeições prontas. São itens que possibilitam margem de ganho na faixa acima de 10%, ante os 2,5% da cesta de compras convencional. Essa liderança, entretanto, será enfim desafiada. Primeiro porque a rede acaba de perder sua principal referência. No final de outubro, Francesco morreu de enfisema pulmonar, aos 84 anos, deixando algumas interrogações no ar. Apesar de afastado da direção há dez anos, o patriarca ainda dava a palavra final nas questões estratégicas. Procurada, a direção do Zona Sul preferiu não se pronunciar. Segundo, porque o Pão de Açúcar decidiu colocar sua bandeira nas lojas que sua controlada Sendas possui nos bairros da zona sul do Rio. “Vamos concluir essa operação até o final de 2011”, diz José Roberto Tambasco, vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar. A operação está sendo feita em etapas e deverá ser concluída até o final de 2011. Com isso, pela primeira vez, em 51 anos, eles terão um concorrente à altura em sua própria seara. A batalha promete ser árdua. “Não é fácil para uma empresa regional enfrentar a maior companhia do setor”, diz a consultora Heloisa Omine, dona da Shopfitting. “É inegável que o Pão de Açúcar tem um poder de negociação maior com fornecedores e isso pode fazer toda a diferença.” A ofensiva da família Diniz surge em um momento especialmente delicado para o Zona Sul. No período 2008-2009, o faturamento da empresa cresceu 11,3%. Saltou de R$ 795,2 milhões para R$ 853,5 milhões. O quesito receita por metro quadrado, no entanto, deixa claro que a situação não é das melhores. Entre os 20 maiores supermercados do País apenas dois apresentaram queda nesse item: o Zona Sul (-21,5%) e o sergipano G. Barbosa (- 4,38%). “O Zona Sul se tornou refém de seu modelo de negócio”, diz Ricardo Scaroni, professor de marketing de varejo da ESPM-RJ. “Eles não têm como se expandir para os bairros populares, sob pena de queimar a marca”, destaca. Acuada pela concorrência e pela limitação geográfica, a direção do Zona Sul vem ensaiando uma tímida diversificação. Para se beneficiar do aumento da renda das classes C e D ela está testando o formato “atacarejo”, que atende tanto comerciantes como clientes individuais, com a bandeira Mega Box.
  10. 10. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  10 A primeira unidade foi aberta em março em Olaria, na zona norte da cidade, e consumiu investimentos de R$ 8 milhões. Ironicamente, o público que a rede sempre negligenciou poderá ser a salvação. http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/40735_ZONA+SUL+SOB+CERCO Voltar ao Índice
  11. 11. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  11 6. Comércio Eletrônico Adega virtual 12 de novembro de 2010 Fonte: Isto É Dinheiro A brasileira Wine se tornou, em apenas dois anos, a maior loja de vinhos pela internet da América Latina vendendo garrafas de marcas famosas com grandes descontos Quem aprecia vinhos sabe que comprar boas garrafas não é tarefa fácil. É preciso conhecer o produtor e a qualidade da safra em determinados anos. Além disso, há todo um ritual para se degustar o precioso líquido, que precisa ser armazenado e transportado de forma adequada para que chegue com suas características originais até o consumidor. É neste restrito grupo de pessoas apaixonadas e exigentes que a Wine, loja online fundada pelo baiano Rogério Salume, em 2008, está obtendo resultados surpreendentes. Com apenas dois anos de vida, a empresa despacha mensalmente mais de 70 mil garrafas. Há um ano, eram 34 mil. As entregas são feitas no máximo em 48 horas para mais de 600 cidades. Em algumas delas, como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, o comprador recebe as garrafas, que saem do distante depósito localizado em Palmas, capital do Tocantins, em até 24 horas, em razão dos incentivos fiscais concedidos às empresas de logística. O faturamento, de R$ 9 milhões em 2009, deve chegar a R$ 20 milhões neste ano. “A relação entre site e cliente pela web sempre foi muito fria. Conseguimos torná-la mais quente”, afirma Salume. Um dos segredos da Wine para conseguir isso foi investir na qualidade do atendimento e do serviço, inspirado em dois modelos consagrados internacionalmente: as lojas online de sapatos americana Zappos.com e a de produtos de luxo inglesa Net-A-Porter. Da primeira, a Wine eliminou os roteiros das pessoas que trabalham no call center. Da segunda, adaptou as belas caixas pretas em que são entregues as encomendas. No caso da loja brasileira, elas foram projetadas especialmente para acondicionar vinhos. Mas não foi só isso. Salume apostou na compra de grandes volumes de marcas consagradas, oferecidas aos consumidores com grandes descontos. Em outubro, a empresa adquiriu seis mil garrafas, por mais de R$ 1 milhão, do rótulo Almaviva Epu, da vinícola chilena Almaviva, joint venture da francesa Baron Philippe de Rothschild e da chilena Concha y Toro. Vinhos da Robert Mondavi, um dos principais produtores da Califórnia, nos EUA, são vendidos com descontos de 40% em relação ao preço médio de mercado para quem se associa ao ClubeW. A adega do site conta com dois mil rótulos de países como Argentina, França, Chile, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, entre outros, que custam de R$ 20 a R$ 3 mil. As garrafas ficam armazenadas em uma área de 5 mil metros quadrados, sendo 2 mil deles climatizados. A Wine prepara agora a criação de uma rede social para os amantes de vinho. Desde o seu início, a empresa está presente no Twitter, Orkut e Facebook. Nestes espaços, os clientes podem tirar dúvidas, comentar sobre os vinhos que adquiriram e trocar informações sobre harmonizações. Salume prevê uma receita de R$ 70 milhões já para 2013, amparado na projeção de que o comércio eletrônico brasileiro vai faturar R$ 14,5 bilhões em 2010, um crescimento de 35%. O número de compradores online deve dar um salto de 17,6 milhões para 23 milhões. Outro ponto a favor da Wine é a tendência de especialização do e-commerce, com surgimento de operações de nicho. “Esse é um modelo que tem crescido no Brasil”, afirma Alexandre Umberti, analista da consultoria e-bit. http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/40902_ADEGA+VIRTUAL Voltar ao Índice
  12. 12. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  12 7. Serviços – Bancos O pior resultado entre os grandes 17 de novembro de 2010 Fonte: Correio Braziliense Lucro da Caixa Econômica Federal cai 14,6% no terceiro trimestre, indo na direção contrária das maiores instituições do país. Com lucro líquido de R$ 749 milhões, a Caixa Econômica Federal foi o único dos grandes bancos brasileiros a registrar queda no desempenho do terceiro trimestre do ano. Segundo balanço divulgado ontem pela equipe técnica da presidente Maria Fernanda Ramos Coelho, que está cotada para permanecer no posto na administração Dilma Rousseff, a Caixa reduziu os ganhos em 14,6%, o que os analistas atribuíram ao uso político da instituição. No mesmo período de 2009, o ganho havia sido de R$ 877 milhões. O resultado operacional caiu 19,8% na comparação anual. No acumulado dos nove primeiros meses de 2010, contudo, o lucro líquido foi de R$ 2,417 bilhões, com crescimento de 18,7%. O vice-presidente de Controle e Risco da Caixa, Marcos Vasconcelos, atribuiu o desempenho às despesas realizadas com pagamento de terceirizados e à implantação da superintendência que irá trabalhar com empresas do setor petrolífero. “Vemos com tranquilidade os resultados porque estamos crescendo desde 2009 a 40%, 50%”, disse. Os atrasos superiores a 90 dias no pagamento de financiamentos (inadimplência total) ficaram em 2%, abaixo do valor de setembro de 2009, quando foi de 2,5%. Nos créditos comerciais, calote fechou setembro em 2,9%, ante 3,6% apurados no mesmo período de 2009. Os empréstimos imobiliários apresentaram inadimplência de 1,7%, inferior à registrada em setembro de 2009, que foi de 2%, de acordo com o balanço. Poupança - A captação líquida da poupança foi de R$ 5 bilhões no trimestre e de R$ 9,2 bilhões no ano. O banco estatal permanece líder em caderneta de poupança com 34,25% de participação de mercado. No trimestre, os valores dos repasses com tributos e encargos sociais à União, estados e municípios, com juros sobre capital próprio, somaram R$ 894,2 milhões. Até setembro de 2010, esses desembolsos totalizaram R$ 2,6 bilhões. No crédito imobiliário, as contratações chegaram a R$ 54 bilhões no ano, acumulando saldo de R$ 97,9 bilhões em setembro, crescimento de 55,8% em 12 meses. O crédito destinado a saneamento e a infraestrutura atingiu saldo de R$ 11 bilhões, numa expansão de 37,5%. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=682321 Voltar ao Índice
  13. 13. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  13 8. Serviços – Seguros Seguros elevam em 16,2% as vendas no ano 16 de novembro de 2010 Fonte: Portal Segs O mercado de seguros e previdência movimentou R$ 63,5 bilhões em prêmios nos nove primeiros meses do ano, expansão de 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os números não incluem dados do seguro saúde, que está sob a jurisdição da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O seguro de veículos, principal carteira do setor, registrou crescimento de 15,4%, com prêmios totais de R$ 14,6 bilhões. Entre outras carteiras, o destaque em crescimento foi o seguro viagem, com vendas 140% maiores no período e faturamento de R$ 26,6 milhões. O seguro prestamista, que protege contra inadimplência em empréstimos e financiamentos, manteve o ritmo de alta, acompanhando o crescimento do mercado de crédito bancário. Esse tipo de apólice movimentou R$ 2,4 bilhões de janeiro a setembro, aumento de 20,3% ante igual período de 2009. Na previdência complementar, o VGBL foi destaque, com expansão de 20,7% e prêmios de R$ 24,5 bilhões. Já os sinistros acumulados de janeiro a setembro somaram R$ 16,7 bilhões. Até agosto as vendas de seguros, planos de previdência e títulos tinham movimentado R$ 69,2 bilhões. http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=24185:seguros- elevam-em-162-as-vendas-no-ano-&catid=45:cat-seguros&Itemid=324 Voltar ao Índice
  14. 14. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  14 9. Serviços – Telecomunicações Nextel quebra silêncio e defende Anatel no leilão da Banda H 17 de novembro de 2010 Fonte: DCI Nas últimas semanas, o leilão da Banda H tem sido tema de debate por causa das regras que impedem a participação das quatro maiores operadoras de telefonia do País (Vivo, Claro, Oi e TIM) visando a assegurar a entrada de uma nova operadora. Na semana passada, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras de telefonia no País, entrou com pedido de impugnação do edital da Banda H à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ontem, porém, a Nextel quebrou o silêncio sobre o assunto e divulgou nota em que defende as normas expressas no edital de licitação. A empresa declarou que considera acertada a Anatel, acreditando que uma nova operadora poderá elevar o nível de qualidade e de inovação existente hoje. Na nota, o vice-presidente jurídico e regulatório da Nextel, Alfredo Ferrari, afirmou que as regras estabelecidas e aceitas pelo mercado o foram após ampla consulta pública e que todos estavam cientes da possibilidade de um novo operador. Celulares - Com o objetivo de expandir sua rede de telefonia celular no território argentino, a Claro fechou um acordo com a Delta para a compra de 160 gabinetes externos equipados com retificadores DPR 2700 de até 21 kW de capacidade, ar- condicionado e controladores de temperatura. A empresa de soluções para os mercados de telecom e TI também fornecerá 100 fontes de potência entre 9 e 21 kW, com retificadores de 2700 KW DPR, para a montagem dos gabinetes da operadora já existentes. De olho na expansão dos sites de compra coletiva, que prometem aquecer as vendas do e-commerce deste Natal, a operadora também fechou um pacote de ofertas com o Groupon (www.groupon.com.br) para comercialização de aparelhos, planos e pacotes com descontos. Alguns anúncios já foram colocados no ar com ofertas exclusivas para assinantes do site localizados na cidade de São Paulo e na região do ABCD. Um deles, que ficou 24 horas no ar, comercializou o aparelho BlackBerry Bold 9700 com um percentual de desconto de 63%, juntamente com a contratação do Plano Claro Sob Medida e um pacote ilimitado de acesso à internet. Outra promoção colocou à disposição dos assinantes do Groupon o aparelho LG Arena KM900, com 67% de redução do valor, mediante contratação de um Plano Pós Pago e um pacote de internet. "Estamos extremamente satisfeitos com os resultados obtidos. Como nosso objetivo é surpreender os consumidores, num segmento extremamente competitivo, ainda não podemos contar detalhes das novas ofertas: tem de acompanhar de perto o site", afirma Bernardo Winik, diretor de Operações e Consumo da Claro. A Nextel elogiou ontem as normas de licitação da Banda H, promovida pela Anatel. A empresa acredita que nova operadora poderá elevar nível de qualidade e de inovação. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=14&id_noticia=350614 Voltar ao Índice
  15. 15. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  15 10. Serviços – Transporte Aéreo Força aérea 12 de novembro de 2010 Fonte: Isto É Dinheiro Como a Star Alliance ocupou a América Central ao cooptar duas companhias que concorrem entre si: Avianca-Taca e Copa Airlines Até o ano passado, os executivos da Star Alliance olhavam para o mapa-múndi com certa decepção. Naquele emaranhado de linhas coloridas que indica os locais atendidos pela associação de companhias aéreas, havia um enorme vazio sobre a América Latina. O buraco começou a ser coberto em maio deste ano, quando a brasileira TAM entrou para o clube. Na semana passada, as empresas Avianca-Taca e Copa Airlines também aderiram, fazendo com que, agora, curvas coloridas fossem desenhadas com compasso sobre toda a América Central e o Caribe. O anúncio da entrada dos novos sócios aconteceu na quarta-feira 10, em Miami. Entre os discursos, fizeram falta as palavras de José Efromovich, cidadão brasileiro e colombiano, um dos controladores do Synergy, grupo que tem sede no Rio de Janeiro e controla a Avianca-Taca. No lugar dele, falou o CEO Fabio Villegas Ramírez, que comemorou o fato de a empresa ter 14 voos semanais entre a Colômbia e o Brasil e foi lacônico ao explicar como duas empresas que disputam ferrenhamente o mercado caribenho vão se entender agora que fazem parte da mesma aliança: “Vamos nos esforçar para desenvolver uma parceria com a Copa de um modo que beneficie os nossos clientes.” Com uma frota de 129 aeronaves que passeiam por 109 destinos, a Avianca-Taca possui quatro grandes hubs (aeroportos centrais), no Peru, na Colômbia, em El Salvador e na Costa Rica. A partir deles, chega a locais bem conhecidos pelos pilotos da Copa, empresa que aposta na localização da sede da empresa como um dos seus trunfos. “Historicamente, o Panamá sempre foi o hub da América. E isso faz de nós candidatos preferenciais para virar a conexão preferida no continente”, diz Joe Mohan, vice-presidente comercial da empresa. O problema é que a meta da Avianca-Taca não é muito diferente dessa. Segundo seu CEO, a ideia é fazer da empresa a companhia predileta na América Central. Quem chegará lá? http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/41031_FORCA+AEREA
  16. 16. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  16 TAM cobra por assento na saída de emergência 17 de novembro de 2010 Fonte: Folha de São Paulo Gol também estuda venda do assento e pretende comercializar serviço extra de bordo em 500 voos em 2011 As companhias aéreas ampliam a cobrança por serviços que eram oferecidos de graça. A partir de hoje, a TAM venderá os assentos das primeiras filas e da área de emergência em 22 voos nacionais e internacionais. A Gol estuda, no ano que vem, expandir os trechos em que vende serviço de bordo extra. As poltronas da saída de emergência e também as da primeira fila, que oferecem mais espaço para as pernas, começaram a ser vendidas pela TAM em fevereiro deste ano, em projeto piloto, em sete rotas internacionais. O preço era US$ 50 (R$ 87). Os custos foram reajustados e de hoje em diante começam a variar de US$ 30 (R$ 52,20) a 50 (R$ 137,08). A partir de agosto, a opção passou a ser testada em voos nacionais, em seis rotas partindo do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Hoje, a empresa começa a vender o serviço adicional do aeroporto paulista para outros oito destinos no Nordeste, totalizando 15 rotas nacionais com a opção do assento à venda. O chamado "Assento Conforto" custa a partir de R$ 10 nos voos domésticos. "As pessoas estão pedindo, já virou objeto de desejo no mercado internacional", diz o presidente da TAM, Líbano Barroso. Ele diz que o plano é ampliar a cobrança para todos os voos domésticos da companhia. Preferencialmente, os primeiros assentos do avião devem ser reservados para clientes com prioridade: gestantes, famílias com crianças e pessoas com dificuldade de locomoção. Esses passageiros não pagam nada a mais para sentar nessas poltronas. Já os assentos na saída de emergência só podem ser vendidos para clientes que se sintam aptos a operá-las. A companhia não vende o "Assento Conforto" pela internet. Só na hora do check-in. A cobrança por assentos diferenciados é permitida pela legislação brasileira. As empresas também podem vender serviço de bordo -a oferta de refeições ou petiscos a bordo não é obrigatória para voos domésticos. Concorrentes - A cobrança por serviços adicionais nos voos é prática comum das companhias aéreas europeias e americanas. Com a crise global, as companhias americanas passaram a cobrar pela segunda bagagem e reduziram drasticamente os serviços de bordo. Entre as empresas de baixo custo, já há quem estude cobrar até pelo uso do banheiro. É o caso da RyanAir. No Brasil a estratégia é pouco utilizada, embora esteja se ampliando. A Gol diz que a cobrança pelo assento da saída de emergência está em estudo, mas não há nenhuma previsão quanto à implementação da cobrança extra. Por ora, a companhia se concentra na ampliação da oferta de lanches vendidos a bordo, que a partir do ano que vem deverão ser oferecidos em cerca de 500 voos. Hoje eles estão disponíveis em apenas 50. Nos trechos em que os lanches extras são vendidos pela Gol, a companhia continua oferecendo de graça os petiscos e bebidas que serve tradicionalmente. A Azul cobra preços diferenciados para os assentos das primeiras cinco fileiras da aeronave, configuradas com uma distância maior do que no resto do avião. O preço mínimo é R$ 30, e o serviço é oferecido em todas as rotas da empresa. Segundo a Azul, não há projeto para cobrar também pelo assento na área de emergência. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=682391 Voltar ao Índice
  17. 17. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  17 11. Curtas 17 de novembro de 2010 Fonte: GS&MD – Gouvêa de Souza Giraffas fecha trimestre com 28% de crescimento A Giraffas, quarta maior rede de restaurantes do país, fechou o terceiro trimestre do ano com um crescimento de 28% nas vendas em relação ao mesmo período de 2009. O crescimento é resultado de melhorias operacionais e nos processos tecnológicos, que reduziram despesas com logística e prazos de execução de projetos, além do aumento dos investimentos em campanhas com forte presença na mídia. A expectativa da rede é crescer 26% em relação a 2009 e fechar o ano com um faturamento da ordem de R$ 540 milhões. O índice está acima da estimativa da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que projeta para este ano um crescimento de 18,7% para o setor. A rede deverá fechar o ano com 42 novos pontos de venda, em um total de mais de 350 pontos de venda. Mr. Beer projeta expansão de quiosques de cervejas A Mr. Beer, rede de quiosques que vende cervejas artesanais do mundo todo, conta hoje com 13 unidades em shopping centers de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Todas as lojas são franqueadas. Para 2011, os planos incluem abrir a primeira loja de rua (própria); quase dobrar a rede, chegando a 25 unidades; e estabelecer a importação direta de todas as marcas. Com isso, a expectativa é de que a rede fature cerca de R$ 6 milhões no próximo ano. A meta é chegar a 100 lojas até 2015. 12 de novembro de 2010 Fonte: Isto É Dinheiro A-380: o maior avião do mundo sob suspeita Depois que uma falha no motor de um avião Airbus A-380 da Qantas o obrigou a fazer um pouso forçado em Cingapura, a companhia australiana resolveu suspender seus voos com a aeronave, até que tenha informações confiáveis sobre sua segurança. Por precaução a Singapore Airlines também suspendeu seus voos com o avião produzido pelo consórcio europeu EADS. Apregoado como a grande evolução da aviação, o mega-avião tem capacidade mínima para 555 passageiros e custa cerca de US$ 300 milhões. Butique financeiras com grife Dois grandes nomes da economia entraram no mercado de capitais: Luiz Fernando Furlan (à esq.) e Rodolfo Landim (à dir.). O ex-ministro comprou a corretora Concórdia, que fazia parte do antigo grupo Sadia. Luiz Furlan, seu filho, e Caio Villares, seu genro, irão dirigir o negócio. O ex-presidente da BR Distribuidora e da OGX anunciou a compra da gestora de recursos CR2 Guitti, especializada no setor de petróleo, em parceria com Demian Fiocca, ex-presidente do BNDES. Voltar ao Índice
  18. 18. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  18 12. Agendas SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 18 de novembro de 2010 10:00 – Reunião com o Sr. Lwipa Puma / Vice-Ministro do Comércio e Indústria da Zâmbia e Delegação Assunto: Visita de Cortesia 14:30 – Reunião com Sr. Soares, sobre contrato da V3 Portal do Empreendedor 16:30 – Reunião com Sr. Jaime Mendonça da Secretaria de Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Agricultura de Petrópolis-RJ 17:00 – Reunião com Diretores e Coordenadores da SCS. Assunto: Balanço das Ações de 2010 e Planejamento Estratégico 2011. Local: MDIC 19 de novembro de 2010 09:00 – Congresso Nacional de Profissionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CNP. Assinatura do ACT/ CONFEA Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães. 22 de novembro de 2010 Despacho Interno. DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 18 de novembro de 2010 Convenção Nacional do Franchising Local: Praia do Forte - BA Workshop sobre Indústria e Varejo Têxtil e de Confecções Local: São Paulo - SP 17:00 – Reunião com o Secretário da SCS Assunto: Balanço de Ações 2007-2010 e Planejamento Estratégico 2011
  19. 19. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  19 19 de novembro de 2010 09:00 – Seminário CONSEPLAN de Planejamento Governamental Local: Royal Tulip Alvorada Brasília 10:00 – Reunião Previa do COFIG. Local: Ministério da Fazenda 15:00 – Reunião do Programa de Complexo de Serviços da PDP. Local: MDIC DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 18 de novembro de 2010 Reunião do 03/2010 do SGT7 Local: MDIC 08:00 – II Fórum Banco Central sobre Inclusão financeira 10:00 – Solenidade de entrega dos Certificados do PAB aos Artesãos e Multiplicadores do DF, BA E MT. Local: UNB/CDT 17:00 – Reunião com Diretores e Coordenadores da SCS. Assunto: Balanço das Ações de 2010 e Planejamento Estratégico 2011. Local: MDIC 19 de novembro de 2010 Reunião do 03/2010 do SGT7 Local: MDIC 39º ENCONAMPE – Encontro Nacional das Micro e Pequenas Empresas. Local:Rio do Sul - SC 08:30 – II Fórum Banco Central sobre Inclusão financeira. Voltar ao Índice
  20. 20. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  20 13. Feiras 11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da Bahia Setor: Construção Civil e Arquitetura Local: Centro de Convenções da Bahia Cidade: Salvador - BA 12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMS Cidade: Campo Grande - MS 13/11/2010 a 21/11/2010 – NATAL ARTESANAL Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Complexo Cultural da Urca Cidade: Poços de Caldas - MG 17/11/2010 a 20/11/2010 – FESTIVAL DE TURISMO DE GRAMADO Setor: Turismo Local: Centro de Feiras Serra Park Cidade: Gramado - RS 17/11/2010 a 19/11/2010 – AVISULAT 2010 Setor: Agronegócio Local: Centro de Exposições Fundaparque Cidade: Bento Gonçalves - RS 17/11/2010 a 19/11/2010 – BIJÓIAS SP Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas Local: Centro de Convenções Frei Caneca Cidade: São Paulo - SP 18/11/2010 a 21/11/2010 – 22º Festival de Turismo de Gramado Setor: Turismo Local: Centro de Feiras Serra Park Cidade: Gramado - RS 23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de Artesanato Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Expominas Cidade: Belo Horizonte - MG 24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Casa do Artesão de Campo Grande Cidade: Campo Grande - MS
  21. 21. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  21 29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BH Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas Local: Max Savassi Apart Service Cidade: Belo Horizonte - MG 01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMS Setor: Comunicação, Divulgação e Publicidade Local: Palácio das Convenções do Anhembi Cidade: São Paulo - SP 03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMI Setor: Diversos Local: Centro de Convenções do Ceará Cidade: Fortaleza - CE 10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da Moda Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Centro de Convenções de Maceió Cidade: Maceió - AL 14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João Pessoa Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Jangada Clube Cidade: João Pessoa - PB 17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi Cidade: São Paulo - SP 18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/Inverno Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Expo Center Norte - Pavilhão Azul Cidade: São Paulo - SP 19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASIL Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Transamerica Expo Center Cidade: São Paulo - SP 21/01/2011 a 30/01/2011 – FIART Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Pavilhão das Dunas do Centro de Convenções Cidade: Natal - RN O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao Índice

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