Eutanásia e mistanásia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.

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Slide sobre mistanásia e eutanásia apresentado por um grupo de graduandos para a disciplina de Direito à Saúde do curso de Enfermagem da Faculdade Maurício de Nassau - Campus Aliança. Lucas Fontes. http://NoCaminhoDaEnfermagem.blogspot.com.br/

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Eutanásia e mistanásia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.

  1. 1. FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU – CAMPUS ALIANÇA ENFERMAGEM – 5º PERÍODO – TURNO MANHÃ  DOCENTE:  Nauside Pessoa Teresina (PI), setembro de 2015.  Francisco Lucas Fontes  Waldennia Veloso  Alzira Sousa  Renata Freitas  Larisse Neves  Cecília Natielly  Natana Karen  Jessica Suelen  Letícia Silva  Elane Rodrigues
  2. 2. EUTANÁSIA E MISTANÁSIA
  3. 3. EUTANÁSIA E MISTANÁSIA  IMPORTANTE SABER DIFERENCIAR...  Mistanásia: morte miserável, fora e antes da hora.  Eutanásia: ato médico que tem por finalidade acabar com a dor e a indignidade na doença crônica e no morrer.  Distanásia: tecnologia médica utilizada para prolongar penosa e inutilmente o processo de agonizar e morrer.  Ortotanásia: procura respeitar o bem-estar global da pessoa, garantindo dignidade no viver e morrer.
  4. 4. TIPOS DE EUTANÁSIA  QUANTO AO ATO:  Eutanásia ativa: ato deliberado de provocar a morte sem sofrimento do paciente, por fins humanitários.  Eutanásia passiva: quando a morte ocorre por omissão proposital em se iniciar uma ação médica que garantiria a perpetuação da sobrevida.  Eutanásia duplo-efeito: nos casos em que a morte é acelerada como consequência de ações médicas não visando ao êxito letal, mas sim, ao alívio do sofrimento de um paciente.
  5. 5.  Eutanásia voluntária: em resposta à vontade expressa do doente.  Eutanásia involuntária: quando o ato é realizado contra a vontade do enfermo, o que, em linhas gerais, pode ser igualado ao “homicídio”.  Eutanásia não-voluntária: quando a vida é abreviada sem que se conheça a vontade do paciente. TIPOS DE EUTANÁSIA  QUANTO AO CONSENTIMENTO DO ENFERMO:
  6. 6. EUTANÁSIA  ARGUMENTOS CONTRA:  Princípio da sacralidade da vida;  Argumento slippery slope.  ARGUMENTOS PRÓ:  Princípio da qualidade de vida;  Autonomia do paciente.
  7. 7.  O desafio é como defender e promover os valores positivos da eutanásia (quem não queria uma boa morte, suave e sem dor?) sem cair no extremo de matar a pessoa depositária da dignidade humana que fundamenta todos os outros direitos. EUTANÁSIA
  8. 8.  Do ponto de vista ético, é importante distinguir entre eutanásia praticada em pessoas que estão sofrendo física ou psicologicamente e pessoas cuja enfermidade já entrou numa fase terminal, com sinais de comprometimento progressivo de múltiplos órgãos. EUTANÁSIA
  9. 9. EUTANÁSIA NO BRASIL  No Brasil, a eutanásia e o suicídio assistido são proibidos, embora não constem especificamente no Código Penal.  A eutanásia pode ser enquadrada no artigo 121, como homicídio simples ou qualificado, e o suicídio assistido pode configurar o crime de participação em suicídio, previsto no artigo 122.
  10. 10.  Desde 1934, o Uruguai tolera a morte assistida, permitindo que a Justiça não penalize quem comete o homicídio piedoso. Apesar disso, a prática não é legalizada. A Colômbia, desde 1997, segue a mesma lógica.  A Europa é o continente onde mais países permitem o suicídio assistido. EUTANÁSIA EM OUTROS PAÍSES
  11. 11.  Na Belgica, a prática é legalizada desde 2002, e a eutanásia de crianças é permitida desde que o paciente compreenda o “lado irreversível da morte” e ambos os pais deem seu consentimento.  Na Holanda, menores também podem optar pela morte, mas é preciso ter a idade mínima de 12 anos.  Nos Estados Unidos, atualmente, cinco Estados autorizam a prática: Oregon, Washigton, Vermont, Montana, Texas. EUTANÁSIA EM OUTROS PAÍSES
  12. 12.  Também chamada de eutanásia social.  Doentes e deficientes que não chegam a ser pacientes; doentes que conseguem ser paciente para se tornarem vítimas de erro médico; pacientes que acabam sendo vítimas de má-prática por motivos econômicos, científicos ou sociopolíticos.  A mistanásia permite colocar em pauta o fenômeno da maldade humana. MISTANÁSIA
  13. 13. REFERÊNCIAS  Martin L.M., Eutanásia e distanásia. In: Costa SIF, Garrafa V, Oselka G. Iniciação á bioética. Brasília: CFM; 1998. p. 171-192.  SIQUEIRA-BATISTA, R.; SCHRAMM, F.R. Conversações sobre a "boa morte": o debate bioético acerca da eutanásia. Cad. Saúde Pública, vol.21, n.1, p. 111-119, 2005  ZH – Vida e Estilo, Saiba onde a eutanásia é permitida e como o tema é tratado no Brasil. Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e- estilo/noticia/2014/11/saiba-onde-a-eutanasia-e-permitida-e-como-o-tema-e- tratado-no-brasil-4634762.html> Acessado em 29 de agosto de 2015.  G1 – Ciência e Saúde, Ao menos 5 países permitem suicídio assistido ou eutanásia; veja quais são. Disponível em: <http://g1.globo.com/ciencia-e- saude/noticia/2014/11/ao-menos-5-paises-permitem-suicidio-assistido-ou- eutanasia-veja-quais-sao.html> Acessado em 29 de agosto de 2015.
  14. 14. BOM DIA!

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